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    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    FUNES DA LINGUAGEM

    Referncias bibliogrficasINFANTE, Ulisses. Do texto ao texto curso prtico de leitura e redao. So Paulo:Scipione, 1998, p. 214-218; 230; 240; 252; 260; 270.

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    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    .

    Fonte:

    INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prtico de leitura e redao. 5 ed. So Paulo: Scipione, 1998, p. 17.

    Esquema do ato de comunicao

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    .

    Fonte:

    INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prtico de leitura e redao. 5 ed. So Paulo: Scipione, 1998, p. 17.

    Funo conativaou apelativa

    Funes da linguagem

    Funo referencial Funo ftica

    Funoexpressiva ouemotiva

    Funo poticaFuno metalingstica

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

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    Funo Referencial

    Trata-se do uso da linguagem com a

    finalidade de transmitir informaes,expor situaes. Ela se caracterizapela tentativa de produzir umamensagem mais objetiva. Por isso, elaest muito presente em textos

    jornalsticos e cientficos.

    Nesta funo, destaca-se o empregode pronomes e verbos de 3 pessoa.

    No texto jornalstico, ela serpredominante, pois sua intenoprincipal informar o pblico sobre

    fatos e acontecimentos.

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    Fonte: Capa do

    jornal O Estado deS. Paulo.Disponvel em

    http://www.newseum.org/media/dfp/pd

    f24/BRA_OE.pdf.Acesso em 24 de

    fevereiro de 2006.Observao: o site

    indicado umatima fonte de

    pesquisa. Nele,diariamente, so

    reproduzidas capas

    de jornais de cercade 140 pases.

    http://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdfhttp://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdfhttp://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdfhttp://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdfhttp://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdfhttp://www.newseum.org/media/dfp/pdf24/BRA_OE.pdf
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    Esta funo sempre

    predominante no texto publicitrio.No jornal, ela estar presente,principalmente, nas capas de

    jornais, de revistas, de boletinsetc.

    A linguagem trabalhada com oobjetivo de persuadir o destinatrio.Ou seja, fazer com que ele atendaaos interesses do emissor.

    A marca mais evidente destafuno o emprego de pronomese verbos da 2 pessoa. Todavia,muitas vezes, isso no ocorre.

    Funo Conativa ou Apelativa

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    Fonte: Capa do

    Jornal da Tarde.http://www.jt.com.br/editorias/2006/02/24.

    Acesso em 24 defevereiro de 2006.

    http://www.jt.com.br/editorias/2006/02/24http://www.jt.com.br/editorias/2006/02/24http://www.jt.com.br/editorias/2006/02/24http://www.jt.com.br/editorias/2006/02/24
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    Funo Ftica

    Nesta funo, a linguagem empregada com a inteno de,primeiramente, despertar aateno do seu destinatrio edepois, manter contato com ele.Ou seja, manter o canal aberto.

    Esta funo se apresenta dediferentes formas: rudos, falaralto, repetio, msica, recursosgrficos (tais como, tamanho dafonte, cores etc.).

    Como a maior dificuldade doemissor conseguir despertar aateno do receptor, torna-se umafuno muito utilizada em textosda comunicao de massa.

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    Fonte: pgina de abertura de

    matria assinada por EuricoAndrade. Publicada na RevistaRealidade, ano II, n. 18,setembro de 1967, p. 159.

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    Funo Metalingstica

    Ocorre quando a linguagem

    utilizada para falar da prprialinguagem. Ou seja o cdigo empregado para explicar,definir ou fazer referncia aoprprio cdigo.

    No caso do texto jornalstico,isso acontece quando se fazreferncia prpria produodo jornal. Como, por exemplo,na coluna do ombusdman ouna coluna erramos.

    O exemplo mais evidentedessa funo o dicionrio.Mas ela est presente emmuitas situaes do cotidiano.

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    JORNALISMO ECONMICO

    Quelle lngua ist this one?

    Rolf Kuntz

    Dlar opera? PIB registra? Por que caseem vez de "caso"?Cmbio tem stress? A soja responsvel?

    A linguagem do jornalismo econmico muito estranha, sim, eno por causa do famigerado economs. O idioma doscadernos de Economia muito menos tcnico do que se diz. infinitamente mais prximo da fala comum do que o cdigousado em matrias sobre turfe, tnis ou informtica sem falar,

    naturalmente, nos magnficos artigos sobre conjuntos musicaisde garagem. O problema do material econmico no aespecializao, mas a deformidade. A linguagem feia erepleta de vcios. um produto da combinao da preguia,principalmente dos chefes, com a precria formao dos jovensprofissionais.

    Fonte: Trecho de texto disponvel em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=369IMQ001 .Acesso em 24 de fevereiro de 2006. Uso didtico do texto.

    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=369IMQ001http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=369IMQ001
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    Funo Potica

    o emprego da linguagem concentrada na

    mensagem. Isto , a inteno apresentaro contedo por meio de uma forma queatraa o destinatrio. Por isso, ela tambmrecebe o nome de funo esttica.

    O que a caracteriza a novidade, criarefeitos que provoquem o senso esttico dodestinatrio.

    O texto jornalstico recorre com freqnciaa esta funo como forma de causar umcerto estranhamento sobre o receptor.Isso ocorre nos ttulos das matrias, naschamadas de telejornal ou de radiojornal,na seleo e arranjo das imagens.

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    Fonte: pgina deabertura de

    ensaiofotogrfico de

    Cludia Andujar.Publicado na

    Revista

    Realidade, ano

    II, n. 18,setembro de

    1967, p. 148.

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    O estudo das funes da linguagem

    muito importante parapercebermos as diferenas esemelhanas existentes entre osvrios tipos de mensagem.Analisando o modo como essasfunes se organizam nos textosalheios, podemos detectar asfinalidades que orientaram suaelaborao. Aplicando-as em nosso

    prprios textos, podemos planejar oque escrevemos, de modo afortalecer a eficcia e aexpressividade das mensagens.

    (INFANTE, 1998, p. 217)

    Deve-se destacar, ainda, que nas

    mensagens, raramente, utilizadaapenas uma funo da linguagem.Quase sempre, h vrias funespresentes. Contudo, sempre haver umapredominante. Essa funo

    predominante ser determinada deacordo com a finalidade com que amensagem foi elaborada.

    Por esse motivo, nos textosjornalsticos, a funo referencial

    prevalecer sobre as outras. Porm nose deve ignorar a presena das demaisfunes como forma de atrair o pblico ede manter-se em contato permanentecom ele.

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

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    Fonte:http://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.html. Acesso em 24 de fevereiro de2006.

    Dirio argentino Olsimulou uma falha deimpresso em sua capa: "Por razes

    tcnicas, esta pgina no pde serimpressa. Desculpem, at amanh"

    Comunicao e linguagensCarlos Straccia

    http://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.htmlhttp://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.htmlhttp://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.htmlhttp://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.htmlhttp://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.htmlhttp://esportes.terra.com.br/futebol/copadasconfederacoes2005/interna/0,,OI574013-EI5024,00.html