Genesis ate levitico atualizado ate 15042010

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GÊNESIS GÊNESIS Porquê devo estudá-lo? Porquê devo estudá-lo?
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  • GNESISPorqu devo estud-lo?

  • Simples Gnesis pode muito bem ser considerado o livro mais importante que j foi escrito. Aqui ns temos o fundamento da Bblia toda e o bero da doutrina bblica. O livro de Gnesis sozinho nos d o relato da criao, da origem humana e da queda do homem. Este livro traa o fundamento para toda profecia bblica. Quando os homens rejeitam a autoridade de Gnesis, perdem a base de toda verdade espiritual. Eles literalmente no sabem de onde vm e nem para onde vo.

  • O Ttulo*A palavra Gnesis significa origem. Gnesis, sem dvida nenhuma, o livro das origens. Em Gnesis ns temos a origem do universo, do nosso sistema solar, da vida, do homem, do pecado, do casamento, dos idiomas, da indstria, do governo, da religio e da nao de Israel.

  • Relatos sobre as origens: 1. Geraes do Universo -- Gnesis 2:4. 2. Geraes de Ado -- Gnesis 5:1. 3. Geraes de No -- Gnesis 6:9. 4. Geraes dos filhos de No -Gnesis 10:1. 5. Geraes de Sem -- Gnesis 11:10. 6. Geraes de Ter -- Gnesis 11:27. 7. Geraes de Ismael -- Gnesis 25:12. 8. Geraes de Isaque -- Gnesis 25:19. 9. Geraes de Esa -- Gnesis 36:1, 9. 10. Geraes de Jac -- Gnesis 37:2.

  • O AutorMoiss foi o autor dos primeiros cinco livros da Bblia. Eles so chamados de Pentateuco. Os judeus geralmente se referem aos autores do Velho Testamento como "Moiss e os profetas" [Lucas 24:27 e 44].

  • O Bero da Doutrina BblicaToda doutrina bblica tem seu fundamento no livro de Gnesis. Este livro mencionado mais de duzentas vezes no Novo Testamento. Sem o livro de Gnesis seria impossvel entendermos a Bblia.

  • Gnesis Como Uma RevelaoA. uma grande revelao - Gnesis revela o que o homem nunca poderia aprender por ele mesmo [J 38:1-6]. Gnesis o nico livro da histria da criao e dos primeiros dois mil e quinhentos anos da existncia humana.

    B. parte de uma revelao progressiva - O restante da Bblia completa o que Gnesis comea. Gnesis faz a primeira promessa da redeno, e termina com a aparente vitria do pecado [Gnesis 50:26].

    Exemplo: Gnesis 3:15 - Nesta primeira promessa evanglica, temos as sementes de toda a histria da redeno. O restante da Bblia realmente uma exposio deste versculo.

  • C. uma revelao da histria da salvao :Note que em Gnesis h somente dois captulos descrevendo a histria do universo, e apenas nove captulos relatando a histria das naes. O livro constantemente estreito em seu escopo.

    Trinta e nove captulos tratam da histria de Abrao, Isaque e Jac. O livro termina com os filhos de Jac no Egito. Estes homens eram os "Pais" das tribos de Israel. No Egito eles se tornaram uma grande nao. claro que o livro de Gnesis nos conduz a pessoa de Cristo. Esta no apenas uma mera histria da humanidade, mas o plano de salvao de Deus na histria.

  • A queda dos ismosA. Atesmo - Gnesis 1:1 afirma a existncia de Deus.

    B. Agnosticismo - Os agnsticos afirmam que ningum pode saber se Deus existe. Gnesis 1:1 assume que todo homem por natureza sabe que Deus existe.

    C. Politesmo - A maior parte da humanidade acredita em muitos deuses. Gnesis 1:1 fala de um s Deus.

    D. Pantesmo - Esta filosofia afirma que Deus e o universo so um. A maioria das religies orientais so baseadas em tais conceitos. Gnesis 1:1 ensina que Deus separado e transcende o universo. Ele um Deus pessoal, e no apenas uma fora universal.

  • E...E. Materialismo - Esta filosofia afirma que a matria eterna. Gnesis 1:1 declara que a matria teve um comeo.

    F. Dualismo - Os dualistas ensinam que o universo foi criado e controlado por duas foras opostas: uma boa e a outra m. Gnesis 1:1 ensina que existe um Deus, vivo e verdadeiro, que evidentemente supremo.

    Estes e uma multido de outros "ismos" so destrudos por uma simples declarao de Deus.

    O homem sem uma revelao inspirada como um navio sem bssola.

  • Uma Exposio de Gnesis 1:1-2 Versculo 1 - Na lngua hebraica este versculo tem apenas sete palavras. O quanto o Senhor pode dizer com poucas palavras.

    "No princpio" - Se refere ao princpio do universo: a origem do tempo e matria.

  • "Deus" Apropriadamente Deus o primeiro substantivo mencionado na Bblia. Perceba que a Bblia no discute ou tenta provar a Sua existncia. Espera-se de pessoas que so honestas com elas mesmas, reconhecerem a existncia de Deus. Este conhecimento universal entre os homens [Salmo 14:1; Salmo 19:1-3; Romanos 1:18-20]. No fcil ser um atesta, exige muito esforo.

  • ElohimA palavra traduzida como DEUS, Elohim na lngua hebraica. Esta uma palavra particularmente misteriosa, pois ela ao mesmo tempo singular e plural. Cristos sempre tm visto nela uma implicao ou indicao da doutrina da trindade. Ela mais implcita no uso dos pronomes plurais [Gnesis 1:26; 11:7]. O restante da Bblia esclarece a verdade da Trindade to obscuramente vista na palavra Elohim.

  • A TrindadeEm outras partes da Bblia, ns somos ensinados que a criao foi um trabalho de todas as trs pessoas da Trindade Divina. Isto prova que os todos os trs so Elohim.

    A. Deus Pai - Gnesis 1:1; J 38:1-4.

    B. Deus Filho - Joo 1:1-3; Efsios 3:9; Colossenses 1:16-17.

    C. Deus Esprito Santo - Gnesis 1:2; J 26:13

  • "Criou" Esta palavra significa criar do nada. usada somente com referncia a Deus.

  • "Os cus e a terra" Esta frase se refere a todo o universo.

  • Versculo 2 Aqui Deus comea a explicar exatamente como Ele criou o universo. Primeiramente uma massa de matria foi criada. Ela era "sem forma e vazia". Esta expresso significa que a terra no tinha formato e s havia vcuo. Nos dias que se seguiram a criao, Deus deu forma a massa que hoje ns conhecemos por Terra. Ele ento a encheu com plantas e animais.

    muito interessante notar que neste verso o Esprito Santo mencionado. Ele trabalhou no desenho e embelezamento do universo [J 26:13].

    Nos dito que "Ele movia-se sobre a face das guas" pois naquele momento a gua cobria tudo

  • eee...Somente o pecado pode impedir algum de ver Deus revelado na criao. A Bblia assume que a existncia de Deus fato auto-evidente.

    B. Como glorioso o relato bblico da criao. Que contraste com os mitos do paganismo ou as teorias da falsa cincia. Quo profundo o pensamento de que o universo foi criado por um Deus onisciente e onipotente, mas, no entanto, um Deus pessoal.

    C. Como maravilhosa a unidade da Bblia. Embora ela tenha sido escrita por mais de quarenta autores, num perodo de mil e quinhentos anos, ela um livro s. Pense como o mistrio da tri-unidade de Deus gradualmente revelado e est implcita desde o comeo das Escrituras.

  • O mistrio dos Dias Considere o seguinte: 1. Onde quer que a palavra hebraica yom aparea junto com um nmero (primeiro, segundo, etc.) ela sempre se refere a um dia literal.

    2. Estes dias esto em conexo com a rotao ordinria da terra [vers. 16]. Cada dia tinha manh e tarde [vers. 8].

    H ainda muitas outras provas, mas estas so bvias e deveriam ser suficientes. No h razo para interpretarmos a Bblia de outra maneira.

  • O Primeiro Dia - versculos 3-5. A primeira coisa criada por Deus foi a luz

    [Tiago 1:17; I Joo 1:5]. Ela usada para representar a santidade, o conhecimento, e o poder criador de Deus. A criao da luz tambm usada como uma figura do Novo Nascimento [II Corntios 4:6]. Na salvao, Cristo traz luz a alma que estava em trevas [I Joo 5:20].

  • O Segundo Dia - versculos 6-8 No segundo dia Deus criou o firmamento. A palavra firmamento significa "expanso", e se refere ao cu que est ao nosso redor. Antes do segundo dia, as guas estavam em todo lugar como lquido e vapores. Deus separou as guas que estavam sobre a terra das guas que estavam acima, nas nuvens. Isto deixou uma atmosfera ao nosso redor, como ns a conhecemos.

  • O Terceiro Dia - versculos 9-13No terceiro dia Deus separou a terra ou poro seca, das guas [J 38:11]. Antes disso, a terra era coberta de gua. Tambm neste dia, foram criadas todas as formas de vegetao. Note que junto com a criao da vida, mencionado que ela iria se propagar segundo a sua espcie [vers. 12]. Isto foi sem dvida deixado claro, para antecipadamente contradizer toda falsa doutrina (criao espontnea, evoluo e outras teorias falsas).

  • O Quarto Dia - versculos 14-19No quarto dia Deus fez os corpos celestes, como ns os conhecemos hoje. Possivelmente eles j existiam [vers. 1], mas no brilhavam ou executavam suas funes ainda. De qualquer modo, no quarto dia, o sol, a lua, os planetas e as estrelas comearam a brilhar. O propsito disso nos dado no versculo 14. Nota: O firmamento do versculo 8, diferente daquele do versculo 15. Ambos so expanso, mas um se refere ao lugar onde os pssaros voam e o outro ao espao sideral.

  • O Quinto Dia - versculos 20-23No quinto dia Deus criou os animais que vivem nas guas e tambm os pssaros. Perceba novamente, que cada um se reproduz segundo a sua espcie.

  • O Sexto Dia - versculos 24-26No sexto dia Deus criou todos os animais terrestres e os insetos. Note que a cada dia da criao, Deus demonstra Sua satisfao pela Sua obra [vers. 25].

    Cada parte era boa e tudo era muito bom [vers. 31]. Isso tudo foi antes da maldio deturpou a criao de Deus por causa do pecado. Mesmo hoje, com o estrago que o pecado produz, ns nos maravilhamos com o poder, sabedoria e bondade de Deus na criao. Que beleza, variedade e complexidade so manifestas. A criao ainda revela Deus [Salmo 19:1-3].

  • O Auge da Semana da CriaoO homem foi criado por ultimo por vrias razesA. O homem foi o ponto mais alto e o principal propsito da criao.

    B. Porque tudo foi criado para o benefcio do homem. Deus terminou a habitao do homem antes de cria-lo, para que Ado j fosse colocado em um ambiente perfeito [vers. 28-30].

    C. Alguns sugerem que o homem foi criado por ultimo, a fim de que todos soubessem que ele nem aconselhou, e nem ajudou a Deus na obra da criao [J 38:1-4].

  • Egocentrismo nananinano!!! Ao declarar que o homem foi o auge da criao, ns no pretendemos exaltar o homem, criando assim orgulho. Entretanto, h duas coisas que deveriam ser lembradas:

    Primeiro, ns precisamos recordar que somente a humanidade foi criada imagem de Deus.

    Segundo, no podemos esquecer que na criao do homem, Deus j sabia que Ado cairia em pecado, assim como, j havia planejado a redeno atravs de seu Filho Jesus Cristo. Quando lembramos que Cristo tomou a forma de homem para morrer pelos pecadores, vemos a importncia da criao do homem. Isto no motivo de orgulho, antes de gratido e adorao [Salmo 8:3-9].

  • E + um Pouquinho... KD os Anjos?Nota: A criao dos anjos no mencionada em Gnesis, mas ns sabemos que eles so seres criados.

    Ezequiel 28:14-15:

    28:14 Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas.

    - 28:15 Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, at que em ti se achou iniqidade.

  • Angelologia ele o cabea rachada era um:

    -Querubim ou Serafim ou ainda um Arcanjo

    R: EU NO SEI

  • Perfeito eras nos teus caminhosQuem se arrisca me explicar esta frase?

    Calma um de cada vez:123

  • O Homem Imagem de Deus Somente o homem foi criado imagem de Deus. A importncia disto enfatizada quando Deus, na primeira vez na semana da criao, deliberou isto consigo mesmo [vers. 26]. O pronome no plural [vers. 26] novamente indica a Tri-unidade de Deus.

    Ns deveramos questionar a ns mesmos o que significa a expresso "imagem de Deus?" Alguns tm sugerido que isto se refere fala, inteligncia, capacidade de domnio e a alma imortal. Enquanto estas coisas podem ser includas no conceito, o ponto principal, entretanto, a original natureza santa do homem. O ser humano foi criado com um amor Deus e sua bondade. Esta imagem foi corrompida e principalmente perdida na queda de Ado [Romanos 5:12]. Atravs de Jesus Cristo esta imagem restaurada no Novo Nascimento [Colossenses 3:10; Efsios 4:24]. Sem dvida nenhuma a imagem ser realmente mais clara na ressurreio, quando ns seremos completamente redimidos por Cristo [Romanos 8:29; I Joo 3:2].

  • Debate Teolgico O Surgimento do Universo

  • 1 Os EvolucionistasA teoria evolucionista fruto de um conjunto de pesquisas, e por se tratar de uma teoria bem como todas as demais teorias esta no podendo ser diferente esta ainda em desenvolvimento, iniciadas pelo legado deixado pelo cientista ingls Charles Robert Darwin. Em suas pesquisas, ocorridas no sculo XIX, Darwin procurou estabelecer um estudo comparativo entre espcies aparentadas que viviam em diferentes regies. Alm disso, ele percebeu a existncia de semelhanas entre os animais vivos e em extino.

    A partir da ele concluiu que as caractersticas biolgicas dos seres vivos passam por um processo dinmico onde fatores de ordem natural seriam responsveis por modificar os organismos vivos. Ao mesmo tempo, ele levantou a idia de que os organismos vivos esto em constante concorrncia e, a partir dela, somente os seres melhores preparados s condies ambientais impostas poderiam sobreviver.

  • Charles Robert Darwin A teoria de Darwin de que evoluo ocorreu por meio de seleo natural mudou a forma de pensar em inmeros campos de estudo da Biologia Antropologia. Seu trabalho estabeleceu que a "evoluo" havia ocorrido: no necessariamente por meio das selees natural e sexual (isto, em particular, s foi comumente reconhecido aps a redescoberta do trabalho de Gregor Mendel no incio do sculo XX e o desenvolvimento da Sntese Moderna). Outros antes dele j haviam esboado a idia de seleo natural: em sua vida, Darwin reconheceu como tal os trabalhos de William Charles Wells e Patrick Matthew que ele (e praticamente todos os outros naturalistas da poca) desconheciam quando ele publicou a sua teoria. Contudo, claramente reconhecido que Darwin foi o primeiro a desenvolver e publicar uma teoria cientfica de Seleo Natural e que trabalhos anteriores ao seu no contriburam para o desenvolvimento ou sucesso da Seleo Natural como uma teoria testvel.

  • Uma das maiores discusses que at hoje algo polmico e de diferentes concepes questo a respeito da origem do homem e o porqu de ns sermos a to diferentes dos animais. As duas principais teorias que explicam a origem do homem so o criacionismo e o evolucionismo.

    A Bblia Sagrada, mais especificamente no livro de Gnesis, narra toda a histria da origem de tudo que h ao nosso redor, inclusive a origem do homem. O primeiro versculo da Bblia j diz: No principio criou Deus os cus e a terra. Essa a idia central do criacionismo, de que Deus criou todas as coisas, inclusive o homem.

    Diferentemente do criacionismo, o evolucionismo, fruto de um conjunto de pesquisas iniciadas pelo legado deixado pelo cientista Charles Darwin, afirma que o homem resultado de uma longa evoluo iniciada h cerca de 5 milhes de anos atrs, desde os Homindeos at o Homo sapiens, que corresponde ao homem com suas caractersticas atuais.

  • CriacionismoApesar da predominncia de correntes evolucionistas nos meios acadmicos, alguns cientistas tornaram-se notados por defenderem o criacionismo clssico, que envolve a crena num criador. Os argumentos de pessoas pertencentes a comunidade cientfica em favor do criacionismo apontam para a organizao e exatido das leis naturais. Essa viso d uma imagem que parece com aquela proposta por Isaac Newton, ao comparar o mundo a um mecanismo que evidencia um projeto inteligente e sobrenatural.

  • ArgumentaoO criacionismo no pode ser considerado como uma cincia, nem sequer uma teoria. Uma teoria requer anlises, estudos, testes, experincias, modificaes e, finalmente, adequaes. Uma teoria evolui com o decorrer do tempo, medida que o ser humano amplia seus conhecimentos e suas descobertas. Naturalmente, a cincia, no sentido usado nesse contexto, no pode nem afirmar nem negar que o criacionismo seja verdadeiro - no-falsevel e portanto no-cientfico.

  • Continua a refutao...e ai responde essa?A evoluo uma estrutura terica bem definida, que embasa a Cladstica, a Biologia do Desenvolvimento, a Paleontologia, a Gentica de Populaes e todas as demais reas da Biologia; ao passo que o criacionismo constitudo de uma multiplicidade de supersties, sem unidade, criadas pelas centenas de religies e mitos hoje existentes ou que j existiram outrora.

  • Essa vai doer!!!A evoluo uma teoria fundamentada em achados fsseis concretos e em experimentos realizados, enquanto que o criacionismo abstrato, indemonstrvel e desprovido de bases cientficas.

  • T ficando cada vez mais srioOs argumentos neocriacionistas, que utilizam recentes descobertas da cincia, de uma forma geral, so falcias que poderiam provar a veracidade de qualquer crena, seja ela judaico-crist, muulmana, hindusta, umbandista, pag, animista ou de qualquer outra mitologia.

  • Aperta os cintos...O evolucionismo esfora-se em buscar explicaes para os eventos da Natureza, enquanto que o criacionismo esfora-se em adaptar os eventos da Natureza sua viso de mundo.

  • Ficou sem ar? Esta ainda pior...O criacionismo no possui bases cientificas, portanto certamente uma viso de mundo, no podendo se apresentar como cincia, pois no tem indcios para tal e no comprovada cientificamente.

    Caros aspirantes a telogos eu vos pergunto e ai? O que dizer de uma concepo que no teoria e nem muito menos uma cincia?

  • Pensaram que eu era evolucionista olha essa

    Note-se, contudo, que a Cincia no pode tratar de assuntos de fmas apenas daquilo que observvel e passvel de experimentao. Aqui reside uma grande vantagem docriacionismo em detrimento do evolucionismo pois a teoria de Darwin no pode serreproduzida em laboratrio.isso faz de Darwin apenas um terico e no um cientista.(A propsito, o nico diploma de Darwin era o de Teologia, no irnico?)

  • U eu no estava vencendo?

    Um cientista pode defender princpios religiosos ou ideolgicos, mas esses princpios religiosos ou ideolgicos no passam a ser cientficos por serem defendidos por um cientista.

    Os argumentos de pessoas pertencentes a comunidade cientfica em favor do criacionismo apontam para a organizao e exatido das leis naturais. Esta viso d uma imagem que se parece com aquela proposta pelo protestante Isaac Newton, ao comparar o mundo a um mecanismo que evidencia um projeto inteligente e sobrenatural.

  • T pensando o qu o Rapaz?

  • Segura essa...As novas tendncias cientficas tm, contudo, levado a uma diferente viso do universo, menos determinista e mecanicista. comum dar como exemplo a distncia propcia entre o Sol

    e a Terra, que permite temperaturas amenas que possibilitam a continuidade da vida interessante verificar que este mesmo argumento utilizado pelos evolucionistas para referir ocarter excepcional da posio da Terra, no para uma suposta "continuidade" (palavra queimplica a idia de um projeto ou um plano para a Criao), mas para a sua emergncia eevoluo.

    Umhm sinto o cheiro de Criacionismo!!!

  • Detona...1Os Criacionistas acreditam que o universo foi criado do nada (ou "ex nihilo", termo em latim mais sofisticado) e s ento as leis que regem o universo passaram a vigorar.

    2A complexidade e organizao estrutural das formas mais simples de matria viva so apontadas pelos criacionistas como prova de uma criao determinada e no a conseqncia evolutiva de um caldo orgnico primordial desorganizado.

    3 De fato, a probabilidade matemticade que a vida tenha surgido espontaneamente de uma sucesso de eventos casuais numa ordem especfica considerada por alguns matemticos pequena demais, quase impossvel

    mesmo! eu sei, eu sei Criacionismo na cabea meu velho...

  • Ahhaa se no fosse a graa...O mtodo que permite recriar um organismo a partir de fragmentos do seu corpo (um dente fossilizado, por exemplo) duramente criticado pelos criacionistas que consideram

    abusivas as concluses como a apresentao de antepassados do Homo sapiens com traos simiescos (traduzindo: MACACOS ME MORDAM). At hoje o que foi apresentado mesmo no passou de fsseis de macacos.

    Fraudes nos trabalhos e pesquisas envolvendo fsseis (como o 'Homem de Orce', ou o 'Homem de Piltdown') tm mostrado as falhas e falcatruas da teoria evolutiva. Na verdade essas fraudes colocariam em xeque qualquer outra teoria, mas a da evoluo tem sobrevivido, mas por milagres do que por comprovaes cientficas.

    Milagre? Isto no vem do criacionismo?

  • Se criarem o micrbio que seja eu me rendo...Um dos principais argumentos dos criacionistas baseia-se na refutao da gerao espontnea. Louis Pasteur e John Tyndall demonstraram experimentalmente que micrbios no se originam espontaneamente, conforme alguns supunham ser possvel, ao final do sculo XIX.Estendendo os resultados destes experimentos, argumenta-se que foi provado que nenhum mecanismo pode gerar vida de qualquer matria sem vida. Como evidncia, aponta-se que nenhum experimento foi capaz de demonstrar o contrrio, a despeito de vrias dcadas de tentativas.

    Bota dcada nisto viu?

  • Espontnea ou ???No h prova cientfica de que a vida tenha (ou alguma vez poderia ter) vindo a existir a partir de matria sem vida. Alm disso, existem evidncias substanciais de que a gerao espontnea impossvel. Apenas DNA conhecido como capaz de produzir DNA.

    Nenhuma interao qumica de molculas tem ao menos chegado perto de produzir esse cdigo ultracomplexo que to essencial a toda vida humana conhecida.

  • Infelizmente ou Felizmente chegamos em:

    xodo

  • Os diferentes,para a poca muitos estranhosO segundo livro do Pentateuco toma o nome de xodo da sada dos hebreus do Egito, onde, depois dos bons tempos de Jos, passaram a sofrer a mais dura escravido. Esse acontecimento, porm, nada mais foi do que o preldio de fatos muito mais importantes na vida dos filhos de Israel, os quais, de um conglomerado de famlias que eram, recuperando a liberdade, conquistaram verdadeira unidade de nao independente e receberam uma legislao especial, uma forma de vida moral e religiosa, pelas quais se distinguiram de todos os outros povos da terra.

  • Povo EleitoCom toda facilidade compreender-se- a importncia deste livro, sobretudo em se pensando que, se a histria civil das naes antigas, acha-se intimamente vinculada religio e essa moral, isto jamais foi to verdico como a respeito dos hebreus. As leis contidas no xodo formam a essncia da vida civil e religiosa do povo eleito.

  • Legitimidade? bem verdade que, de todas essas leis, e especialmente as do chamado cdigo da aliana (21:23), foram encontradas analogias notveis no cdigo de Hamurab (rei babilnico, que viveu alguns sculos anteriormente a Moiss), que foi descoberto, traduzido e publicado pelo dominicano Pe. Scheil, em 1902. De tais analogias no se infere, porm, em absoluto, como pretendem alguns, a dependncia do cdigo mosaico do babilnico. Elas tm sua explicao adequada nos fatores comuns s duas sociedades, israelita e babilnica, to prximas no tempo, no lugar e tambm na origem, pois os patriarcas do povo hebreu procediam do vale do Tigre.

  • O que hamurab?nascido supostamente por volta de 1810 a.C. e falecido em 1750 a.C. foi o sexto rei da primeira dinastia babilnica

  • Tem o dedo de Deus nesta histria...Foi o primeiro grande organizador que consolidou o seu imprio sobre normas regulares de administrao.Tornou-se famoso por ter mandado compilar o mais antigo cdigo de leis escritas, conhecido como Cdigo de Hamurab no qual consolidou uma legislao pr-existente, transcrevendo-a numa estela de diorito em trs alfabetos distintos.A estela do Cdigo de Hamurabi foi encontrada em Susa em 1901 . Nela, alm da coleo de cerca de 282 artigos (mais apropriadamente casos de jurisprudncia), pode-se ver a imagem de Hamurabi em frente ao trono do deus Shamash.O monumento hoje pode ser admirado no Museu do Louvre, em Paris, na sala 3 do Departamento de Antigidades Orientais.

  • Vamos pensar um pouco(no estou fazendo propaganda do telecurso 2000)Se havia um cdigo que se chamava Hamurab, significa que ele era correto e bom(obvio se no Moiss teria o adequado, entenda adequado por copiado) ento Deus tinha sua ao muito alm do que podemos imaginar...

  • Vou te dar um toque>>>>Deus no pode ficar dentro da sua tribo indgena apenas, ele grandioso e revelados aos grandes e pequenos prximos e distantes.

    Vai por mim, Deus no se enlata

  • Que livro estamos estudando?Valendo um bombom para quem ler esta frase e responder:

    ?ogolced o otircse iof etnom lauQ:

  • Quanto tempo eu ainda tenho? J esta na hora do intervalo?

  • Continuando...Realmente, na legislao decretada no Sinai, nem tudo foi criado desde a raiz; muitos usos e costumes j introduzidos na prtica social foram confirmados pela aprovao divina. De resto, tambm nas famosas leis romanas das doze tbuas descobrem-se semelhanas com o cdigo mosaico, sem que ocorra a algum o pensamento de querer estabelecer um parentesco entre as primeiras e o segundo. Providncias semelhantes surgem espontaneamente de necessidades sociais do gnero.

  • O DeclogoNo declogo, porm, e na doutrina religiosa que lhe forma a base inconcussa (20:2-17), reside a verdadeira prerrogativa do povo de Israel; nada de semelhante se encontra em nenhum outro povo. Citam-se, certo, da literatura egpcia; certas desculpas espirituais como: "No cometi injustia, no roubei, no matei" etc., ou da babilnia, os esconjuros, onde se pergunta se o exorcizado ultrajou alguma divindade, se desprezou pai e me, se mentiu ou praticou obscenidades etc. Mas no h proporo entre os protestos de um particular para evitar o castigo (finalidade daquelas frmulas rituais) e a autoridade soberana que impe a lei a todo um povo. Entre os prprios egpcios e babilnios, nada h de correspondente, na legislao, quelas frmulas cerimoniais. O declogo de Moiss no tem rivais no mundo.

  • Olha o A cronologia do xodo, ou seja, o ano em que os hebreus saram do Egito, est naturalmente ligada histria desse pas. Mas, j que a Bblia no fornece os nomes dos dois faras, o da opresso (1:8, 2:23) e o da sada (14:5), duas opinies diversas se equilibraram entre os doutos, com autoridade e nmero de defensores quase iguais. Para uns, o opressor seria Totms 3 (1500-1450) e o outro Amnofis 2 (1447-1420), da XVIII dinastia; para outros, no entanto, Ramss II (1292-1225), da XIX dinastia, teria oprimido ns hebreus, e seu sucessor, Menefta (1225-1215); t-los-ia libertado. A segunda opinio, que estabelece o sculo XIII a.C. para o xodo, parece-nos mais condizente com o texto (1:11) e mais coerente com outros dados da histria sagrada e profana.

  • A travessia

  • Do Egito ao golfo de Suez

  • Pennsula do Sinai

  • Livro do xodo

    xodo do grego , composto de:

    "fora" e "via, caminho

    o segundo livro do Antigo Testamento e do Pentateuco. A sua autoria atribuda ao profetaMoiss pela tradio judaico-crist.

  • Ttulo O termo "xodo" deriva da verso Septuaginta Grega (LXX), de procurava intitular os livros a partir do seu contedo. O seu nome em hebraico Shemtht, que significa "Nomes", de acordo com o costume de judaico de intitular os livros a partir das suas palavas iniciais.

    (xodo 1:1 - "Estes so os nomes "; em lngua hebraica We lleh shemtht)

  • Data De acordo com a tradio, o xodo e os outros quatro livros da Tora foram escritos por Moiss na segunda metade do 2 milnio a.C. Estudiosos modernos da Bblia vem que o texto terminou de ser escrito por volta de 450 a.C.Ainda que a Bblia no cita o fara do xodo por seu nome, dada a data exata do xodo. Em 1 Reis 6:1 se l que Salomo comeou a construir o Templo no quarto ano de seu reinado, 480 anos depois que os filhos de Israel saram do Egito. A maioria dos estudiosos da Bblia estimam que o quarto ano do reinado de Salomo foi o ano 967 a.C. Logo a data do xodo foi 1447 a.C. (967 + 480), quando governava Tutmosis III, mas no h nenhum documento nem resto arqueolgico egpcio que confirme este excepcional acontecimento.

  • Estudo Como em muitos outros livros histricos, a histria que narrada aqui est muito longe da definio cientfica moderna, pois se trata de uma histria religiosa e cultural e no blica, diplomtica ou poltica.

  • Objetivo O principal propsito do xodo manter vivo na memria do povo hebreu o feito da fundao de si mesmo como nao: a sada do Egito e a conseqente libertao da escravido. Atravs de sua fuga e a busca da Terra Prometida, o judeu adquire conscincia de sua unidade tnica, filosfica, cultural e religiosa pela primeira vez.O xodo estabelece tambm as bases da liturgia e do culto, e est dominado em toda sua extenso pela figura do legislador e condutor, o patriarca Moiss.

  • Contedo xodo d continuidade narrativa iniciada em Gnesis. Relata o incio da escravido do povo de Israel no Egito, sua posterior libertao e aliana com Deus no Monte Horebe, na Pennsula do Sinai, onde Deus entrega a Moiss as duas tbuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Tambm narra o nascimento e a vida de Moiss.

  • Debate o perfil de Moises xodo Capitulo 2Quando Moiss se tornou homem, ele recusou ser chamado filho da filha de Fara. Isso lemos no livro de Hebreus e tambm no livro de xodo. O autor do livro de xodo d grandes passos. Primeiramente falou sobre a histria de Israel, depois sobre o nascimento de Moiss e sobre a sua adoo pela filha do Fara. Mas ela deixou Moiss com a sua me durante os primeiros anos. E como sempre: estes primeiros anos foram fundamentais. As impresses que Moiss recebeu nestes primeiros anos, ele nunca esqueceu. A semente que foi semeada nestes primeiros anos cresceu durante muitos anos e floresceu. S assim foi possvel que Moiss, depois de 40 anos, tenha decidido PELA F voltar para o seu povo Israel.

  • Todos os lderes de hoje so assim...Ele cresceu no luxo do palcio. No se preocupava com nada. Ele compartilhava na riqueza da casa real; ele recebeu a melhor educao daquela poca. Ele foi tratado com respeito; foi servido pelos servos; s precisava estalar os dedos e recebia tudo que queria, pois ele era um prncipe.

  • Vida MissionriaImaginem isso, irmos! Isso no foi uma atitude normal que Moiss demonstrou. Normalmente as pessoas querem uma vida melhor, e no uma vida pior. Quando os preos no mercado aumentam, todo mundo comea a reclamar, pois eles tm menos poder para comprar coisas e conseqentemente tero uma vida menos luxuosa. E isso s um pequeno passo atrs. Mas a mudana de Moiss enorme. Ele recusou todo luxo. Ele trocou o palcio do Egito pela favela de Israel. No mais dinheiro no bolso, mas pobreza; no mais abundncia na mesa, mas um pedao de po seco. H poucas pessoas que sabem o que um tal mudana significa. Muitas pessoas tm respeito pelos missionrios, que trocam o luxo do primeiro mundo pela simplicidade do terceiro mundo; eles respeitam isso, pensando: um dia ele vai voltar.

  • O Livro de Levtico

  • Por qu todos acham Levtico chatoO livro de Levtico diferente do que os outros livros do Pentateuco porque relata quase exclusivamente o sistema das leis para governar Israel na sua vida religiosa, civil, diettica e diria. Este livro no relata a histria de Israel, mas as leis dadas por Deus a ela. O livro de Levtico tpico em vez de ser cronolgico.

  • Mas ele importantssimo, veja:A santidade de Deus na separao e na santificao. A palavra chave do livro santidade e esta palavra em vrias formas falada muitas vezes; santificar, santssimo, santo, santurio, limpo e santidade. O versculo chave 19:2: "santos sereis, porque eu, o senhor vosso Deus, sou santo". Outro versculo que diz a mesma verdade 11:44. Podemos ver uma grande verdade neste tema; temos que pregar tanto a expiao pelo sangue de Cristo quanto a vida de santidade baseada na expiao feita pelo sangue de Cristo. O salvo tem que saber como andar com Deus na comunho.

  • A Primeira Diviso do Livro Levtico. 1-17 As Ofertas. 1-7

    2. O Sacerdcio. 8-10

    3. O Povo de Deus. 11-16

    4.O Altar. 17.

  • 1. As Ofertas. 1-7Eram cinco ofertas ordenadas para ser feitas ao Senhor:

    1. O holocausto de gado. 2. A oferta de manjares. 3. O sacrifcio pacfico.4. O sacrifcio de pecado. 5. O sacrifcio do pecado cometido.

  • O Holocausto de Gado. 1 chamado tambm a oferta queimada e de cheiro suave ao Senhor (v. 9). Esta oferta falada em Hb. 9:14. Esta oferta fala do sacrifcio do Senhor Jesus como o Filho de Deus que se entregou ao Pai para morrer e por isso revelar o seu amor pelo seu Pai. Esta oferta mostra que o Pai gozou e deleitou-se no seu Filho que se sujeitou totalmente ao seu Pai por causa do seu amor grandssimo, inefvel e insondvel pelo Pai. O amor do Filho pelo Pai causou glorificar e magnific-lo perfeita e plenamente em tudo. O amor do Filho de Deus pelo Pai eterno e o prazer do Pai eterno no seu Filho so simbolizados nesta oferta. Como? Vamos ver:

  • O homem Jesus Cristo, o Filho de Deus, era perfeito

    Macho sem mancha. O homem Jesus Cristo, o Filho de Deus, era perfeito na sua vida em tudo. Jesus cumpriu a vontade do seu Pai na sua vida por amor dele. Jesus fez uma vida to perfeita e glorificadora que a Bblia diz:

    "que pelo Esprito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus".

  • Oferta VoluntriaEsta oferta foi trazida pelo povo de Deus voluntariamente. Para salvar o homem do seu pecado, era necessrio para fazer uma expiao que tirasse seu pecado. S podia ser feito por Deus mesmo, e na forma de homem. Para fazer isto era necessrio para Deus se fazer carne e habitar no mundo e morrer. A nica pessoa da Trindade que podia ter feito era Jesus, porque foi s ele que sempre se manifestou visivelmente desde o princpio. Ento, s Jesus mesmo podia ter salvo o pecador da ira de Deus. Foi s Jesus que podia ter sido o sacrifcio aceitvel pelo Pai do pecado.

  • O Filho ama o Pai e por isso amou os eleitos do Pai.

    S Jesus o Filho Amado de Deus podia ter satisfeito as exigncias justas do Pai para salvar o pecador. Para fazer isto Jesus tinha que se aniquilar a si mesmo e tomar a forma de homem. Jesus quis fazer isto pela glria e amor do seu Pai! Aleluia que o Filho nem tinha que pensar nem considerar para fazer isto, porque desde a eternidade o Filho amou o Pai perfeitamente e por isso se entregou a ele voluntariamente para ser o sacrifcio pelo pecado. O amor do Filho pelo Pai to grande que se entregou a ele para ser o Salvador. Vemos nisto tambm o tanto que o Filho amou os eleitos do Pai que se entregou para salv-los voluntariamente.

  • A Oferta de Manjares. 2. Esta oferta foi sem sangue. Ela simboliza o Senhor Jesus Cristo como sendo perfeito na sua pessoa e carter e por isso o nico Mediador entre Deus e os homens. I Tm. 2:5.

  • A flor de farinha Significa farinha fina (p fino e bem modo) sem desigualdade e granulosidade.

    Me digam vocs a igreja imita a Cristo nisso: Sem desigualdade.

    A flor simboliza a humanidade perfeita e equilibrada do Senhor Jesus Cristo. "Jesus tudo fez bem", Mc. 7:37. Jesus fez tudo igualmente bem, no uma coisa melhor do que outra. Pregou perdo e juzo, abenoou e amaldioou, salvou e condenou, falou graa e verdade, e se comportou em tudo igualmente bem.

  • O E.SDeitou azeite nela. v. 1. Azeite simboliza o Esprito Santo. Fala da sua encarnao. Da concepo at a morte de Jesus Cristo, ele andou no mundo como o homem ungido ao mximo no Esprito Santo. Mt. 1:20. Lc. 1:35. Joo 3:34. At. 10:38. Is. 61:1.

  • Qual perfume que a igreja faz chegar a Deus?Colocou o incenso sobre a oferta. v. 1. O incenso mirra. O incenso quando estava se queimando soltou um cheiro suave. Jesus Cristo o homem sempre agradou Deus em tudo. O fogo da tentao, tribulao e dificuldade na sua vida somente fez Jesus soltar cada vez mais o cheiro suave ao Senhor. Joo 4:34.

  • Simboliza tambm voto, entre duas vontadesA oferta foi salgada com sal. v. 13. Sal preserva contra corrupo. O falar do Senhor Jesus Cristo sempre ficou cheio do Esprito Santo porque ele mesmo estava cheio do Esprito Santo. Nenhuma Palavra que Jesus falou tem que ser mudada, modificada, corrigida nem perdoada. Joo 6:63. Cl. 4:6.

  • A Igreja de hoje tem fermento?Sem fermento. v. 11. Fermento simboliza pecado e heresia. Jesus Cristo foi perfeito na vida e na palavra. O pecado nem heresia achou lugar nele.

  • Quantos no buscam a doura dos prazeres?Sem mel. v. 11. O mel a doura do mundo. O mundo ofereceu a sua doura ao homem Jesus, mas ele sempre recusou-a. O mel do mundo o prazer do pecado, e muito atraente aos homens do mundo. Mas, este prazer do pecado no achou lugar no homem Jesus Cristo. O prazer de Jesus era gozar em Deus e na sua vontade.

  • LevticoAutor: Tradicionalmente MoissData: Cerca de 1445 a.C.

    AutorO Livro de Levtico o terceiro livro das Escrituras Hebraicas do AT atribudos a Moiss. Em 1.1, o texto se refere palavra do Senhor, que foi proferida a Moiss do tabernculo da assemblia; isso forma a base de todo este livro das Escrituras. Os sacerdotes e levitas preservaram seu contedo.

  • Data

    Os sbios datam o Livro de Levtico da poca das atividades de Moiss (datando mais antigamente no sc. XV aC e a ltima alternativa no sc. XII aC) At a poca de Esdras, durante o retorno (sc.VI aC). A aceitao da autoria mosaica para Levtico dataria sua escrita por volta de 1445 aC. O livro descreve o sistema de sacrifcios e louvor que precede a poca de Esdras e relembra a instituio do sistema de sacrifcios. O livro contm pouca informao histrica que forneceria uma data exata.

  • Santidade vida Cotidiana

    A teologia do Livro de Levtico liga a idia de santidade vida cotidiana. Ela vai alm do assunto de sacrifcio, embora o cerimonial do sacrifcio e a obra dos sacerdotes sejam explicados com grande cuidado. O conceito de santidade afeta no somente o relacionamento que cada indivduo tem com Deus, mas tambm o relacionamento de amor e respeito que cada pessoa deve ter com o seu prximo. O cdigo de santidade permeia a obra porque cada indivduo deve ser puro, pois Deus puro e porque a pureza de cada indivduo a base da santidade de toda a comunidade do concerto. O ensinamento de Jesus CristoPortanto, tudo o que vs quereis que os homens vos faam, fazei-lho tambm vs, porque esta a lei e os profetas (Mt 7.12)- reflete o texto de Lv 19.18, Amars o teu prximo como a ti mesmo.

  • A contemporaneidadeCuidado:

    Santidade uma coisa!

    Santarro outra!

  • Contedo

    Em hebraico, o Livro de Levtico recebeu o nome de Vayikra, que significa E ele chamou. O ttulo hebraico tirado da primeira palavra do livro, que era uma forma costumeira de dar nome s obras antigas. O ttulo Levtico derivado da verso grega da obra e significa assuntos pertencentes aos levitas. O ttulo um pouco enganoso, uma vez que o livro lida com muito mais assuntos relacionados pureza, santidade, todo o sacerdcio, a santidade de Deus e a santidade na vida cotidiana. A palavra santo aparece mais de oitenta vezes no livro.

  • ...Algumas vezes, o Livro de Levtico tem sido encarado como uma obra de difcil compreenso; entretanto, de acordo com a tradio primitiva, foi o primeiro livro a ser ensinado para as crianas na educao judaica. Ele lida com o carter e a vontade de Deus especialmente em assuntos de santidade, que os sbios judeus consideravam de importncia primria. Eles sentiram que, antes de proceder a outros texto bblicos, as crianas deveriam, antes de mais nada, ser educadas sobre a santidade de Deus e a responsabilidade de cada indivduo pra viver uma vida santa. A Santidade (hebr. Kedushah) uma palavra-chave em Levtico, descrevendo a santidade da presena divina. A santidade est sendo separada do profano, e santo oposto do comum ou secular.

  • Outro tema principal do Livro de Levtico :O sistema sacrificial, os holocaustos (hebr.olah) referem-se ao nico sacrifcio que totalmente consumido sobre o altar e, portanto, algumas vezes chamado de oferta queimada. As ofertas de manjares (hebr. Minchah) so uma oferta de tributo feita a fim de garantir ou manter o favor divino, indicando que os frutos do trabalho de uma pessoa devem ser dedicados a Deus. Os sacrifcios de paz ou das graas (hebr.shelamim) so designados para fornecer expiao e permitem que a pessoa que faz a oferta como da carne do sacrifcio. Isso costumava acontecer em ocasies de alegria. O sacrifcio pelos erros (hebr.chattat) empregado para tirar a impureza do santurio.

  • Sacrilgio hebr. AshamTambm conhecido como oferta pela culpa ou oferta de compensao, preparado para a violao da santidade da propriedade de Deus ou de outras pessoas, normalmente pelo uso de um falso testemunho. Os erros profanaram a santidade de Deus e exigida uma oferta.Alm dos sacrifcios, o calendrio litrgico tem uma posio significativa no Livro de Levtico. O Ano de Descanso refere-se emancipao dos escravos israelitas e pessoa endividadas, bem como redeno da terra (ver tambm Ex 21.2-6; 23.10,11; Dt 15.1-18). O Ano de Jubileu refere-se ao fato de que as terras de Israel, bem como o povo, pertencem a Deus e no a qualquer indivduo. As terras, portanto, devem ter um descanso depois de cada perodo de quarenta e nove anos (Lv 25.8-17), o que ensina o domnio de Deus, a santidade de seu carter e a necessidade de a congregao se aproximar dele com pureza de corao e mente.

  • Cristo Revelado

    Cristo no especificamente mencionado em Levtico. Entretanto, o sistema de sacrifcios e o sumo sacerdote no Livro de Levtico so tipos que retratam a obra de Cristo. O Livro de Hebreus descreve Cristo como o sumo sacerdote e usa o texto de Levtico como base para ilustrar a sua obra. Alguns usaram formas extremas de alegoria do Livro de Levtico a fim de revelar Cristo, entretanto, esse mtodo de interpretao bblica deve ser cautelosamente usado a fim de garantir que o significado original histrico e cultural sejam preservados. O Livro de Levtico enfoca a vida e o louvor do antigo povo de Israel

  • O Esprito Santo em Ao Apesar de o termo Esprito Santo nunca ser mencionado no Livro, a presena de Deus sentida em todo o livro. A santidade do carter de Deus constantemente mencionada na designao de santidade s aes e louvor do povo. Ele no visto como nos cultos pagos da poca em que os dolos eram venerados, mas est no meio das pessoas, medida que elas o louvam. Elas devem ser santas como Ele santo.