Guia 2009 completo museus

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  • 1. ABCMCAssociao Brasileira de Centros e Museus de CinciaCasa da CinciaCentro Cultural de Cincia e Tecnologia da UFRJ Museu da Vida Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz

2. Coordenao EditorialFatima BritoJos Ribamar FerreiraLuisa MassaraniPesquisaCarla AlmeidaCarolina Macedo ColaboraoOrganizaoCatarina ChagasLuisa MassaraniMuseu da Vida/FiocruzTexto FinalKtia MansurCarla AlmeidaCaminhos Geolgicos/DRM-RJProduo Editorial Maria Helena SteffaniFatima Brito Planetrio Prof. Jos Baptista PereiraSimone Martins Associao Brasileira de PlanetriosProjeto Grfico eMaurcio de Mattos SalgadoDiagramaoGrupo de Estudos e Pesquisa em Educao No FormalPaula Wienskoski e Divulgao em CinciasRevisoTnia Sampaio PereiraFernanda Cupolillo Instituto de Pesquisas Jardim Botnico do Rio de JaneiroSimone Martins Rede Brasileira de Jardins BotnicosIlustraesViviane Rachid GarciaMariana MassaraniParque Zoolgico Municipal Quinzinho de BarrosABCMC Associao Brasileira de Centros e Museus de Cinciawww.abcmc.org.br [email protected] de Difuso e Popularizao da Cincia e TecnologiaSecretaria de Cincia e Tecnologia para Incluso SocialFicha Catalogrfica elaborada pela Diviso de Processamento Tcnico - SIBI/UFRJC397 Centros e museus de cincia do Brasil 2009. -- Rio de Janeiro: Associao Brasileira de Centros e Museus de Cincia : UFRJ. FCC. Casa da Cincia : Fiocruz. Museu da Vida, 2009.232p.: il. ; 13 x 22,5 cm. 1. Museus de cincia - Brasil 2. Museus de cincia Aspectos educacionais. I. Brito, Fatima (coord.). II Ferreira,Jos Ribamar (coord.). III. Massarani, Luisa (coord.). CDD: 507.40981Nota dos Editores: as informaes contidas neste guia foram enviadas pelasrespectivas instituies, exceto quando indicada a fonte de pesquisa. 3. APRESENTAO, 5REGIES E ESTADOSCentro-Oeste, 7Distrito Federal 10 Gois 12 Mato Grosso do Sul 14Nordeste, 15 Alagoas 18 Bahia 20 Cear 27 Maranho 31 Paraba 32 Pernambuco 35 Piau 38 Rio Grande do Norte 39 Sergipe 42Norte, 45Amap 48 Amazonas 49 Par 51Sudeste, 55Esprito Santo 58 Minas Gerais 64 Rio de Janeiro 80 So Paulo 117Sul, 171 Paran 174 Rio Grande do Sul193 Santa Catarina 207CINCIA MVEL, 215ASSOCIAES, 217NDICE GERAL, 224COMO PARTICIPAR, 232 4. A rea de museus e centros de cincia marcada porum expressivo crescimento a partir da dcada de 1990no Brasil. Enquanto na dcada de 1980 os dedos da moeram mais do que suficientes para contar os centros emuseus interativos do pas, em 2005, na primeira versodeste guia, o nmero chegou a vrias dezenas. Se somarmos zoolgicos, jardins botnicos, plane-trios, aqurios, museus de histria natural e outros es-paos que exploram a cincia e a tecnologia, esse nmeroultrapassa 200, dos quais 190 esto registrados nestaverso atualizada do guia que est em suas mos. Destaque-se que coletar informaes sobre essasorganizaes no Brasil um trabalho de formigas. Hde esmiuar Brasil afora para identificar as diversasiniciativas, especialmente aquelas em cidades menores.Certamente, muitas ainda ficaram de fora as quais con-vidamos a entrar em contato para serem incorporadas listagem. Um aspecto que chama a ateno, no entanto, a distribuio desigual desses espaos de cincia nopas: a regio Sudeste concentra 112 das organizaeslistadas nesta edio; o Sul, 41. J nas demais regieso nmero bastante reduzido: Nordeste, 26; Centro-Oeste, 5; Norte, 6.Esperamos que este guia contribua para que essesespaos de cincia e lazer sejam valorizados e mais bemconhecidos.5 5. Fundao Jardim ZoolgicoDistrito Federal de BrasliaInaugurado em 1957, antes de aao pblico em geral, o zoolgico capital federal ficar pronta, o Jardim desenvolve projetos direcionados Zoolgico de Braslia foi a primeira a pessoas com necessidades espe- instituio com fins ambientais cria-ciais, que encontram outras formas da no Distrito Federal.de apreciar e aproveitar as suasCom uma rea de 140 hectares, atraes. Para levar alegria a quem abriga em distintos viveiros cerca no pode se locomover at o zoo- de 250 espcies de animais, entrelgico, a equipe de monitores e aves, rpteis e mamferos, em um voluntrios da instituio faz visitas total de, aproximadamente, 1.300 semanais a unidades hospitalares bichos. Entre eles, destacam-se os ou casas de terapias. representantes da fauna da Am- O zoolgico localiza-se ao rica do Sul, alguns sob ameaa delado do Santurio de Vida Silvestre extino. Em trs lagos artificiaisdo Riacho Fundo e do Parque das com ilhas, os visitantes podem ob- Aves. Ambos so geridos pela Fun- servar, ainda, macacos, marrecos,dao Jardim Zoolgico de Braslia, garas e outros animais. com rea total de 690 hectares.Alm de visitas guiadas aos viveiros e exposio permanente de animais empalhados, oferecidasAvenida das NaesVia L-4 Sul, Asa SulBraslia, DF, CEP 70610-100Tel. (61) 3345-2937Fax (61) 3345-3093 www.zoo.df.gov.br [email protected] a domingo 9:00h s 17:00hEntrada paga Associada SZB 10 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 6. Jardim Botnico de Braslia Distrito Federal Quando o arquiteto Lcio Cos- A rea de visitao pblicata projetou Braslia, j estava nos possui 526 hectares, com plantasseus planos a implantao de um nativas e exticas identificadas.jardim botnico. Mas a sua histria Nesse espao, o visitante convi-antecede fundao do Distrito Fe- dado a percorrer uma trilha ecol-deral: antes de os homens chega-gica de, aproximadamente, 4.500rem com as mquinas para cons-metros, onde formaes vegetaistruir a capital do pas, o cerrado j tpicas dos cerrados podem serestava l. justamente esse tipo deobservadas.ecossistema que ganha destaque H, ainda, o Orquidrio, o Her-no Jardim Botnico de Braslia. brio, o Centro de Visitante e a Apesar disso, demorou um Casa de Ch. Em seu Laboratriopouco a ser implementado na ci- Multidisciplinar, so desenvolvidasdade. O lugar para sua instalao pesquisas na rea de botnica,foi repensado, pesquisadores fo-ecologia e manejo de recursosram buscar ajuda no Jardim Bot-naturais, visando ao conhecimentonico do Rio... At que, em 1985,e preservao da vegetao donasceu a instituio, um espao deCerrado.pesquisa, educao ambiental elazer para a populao. SMDB Conjunto 12, Lago Sul Braslia, DF, CEP 71680-120 Tel. (61) 3366-2141 Fax (61) 3366-3831 www.jardimbotanico.df.gov.br [email protected] Visitao tera a domingo 9:00h s 17:30h Entrada paga Centro-Oeste 11 7. Museu AntropolgicoGoisCriado em 1969, o Museu An- tais como antropologia social e cul-tropolgico da Universidade Fede- tural, arqueologia, etnolingustica,ral de Gois tem como objetivos educao indgena e museologia.principais apoiar e desenvolver a Possui, ainda, um rico acervo docu-pesquisa antropolgica na insti-mental, constitudo por fotos, v-tuio e organizar o seu acervo,deos, udios, imagens digitais, de-originrio dessas pesquisas.senhos tcnicos, produo carto-Desses objetivos, decorrem a- grfica, livros, entre outros.es de inventrio, documentao,Parte desse acervo est expos-segurana, preservao, divulga-ta em dois sales do museu. Umo do conhecimento cientfico edeles destinado exposio decomunicao de seu acervo a par-longa durao, Lavras e louvores,tir de recursos expogrficos e de e o outro reservado para mostrasaes educativo-culturais.temporrias.Esto sob a guarda do museucolees provenientes de coletasassistemticas e de pesquisas cien- Fonte:tficas realizadas em diversas reas, www.museu.ufg.brUniversidade Federal de Gois Av. Universitria, 1.166 Setor Universitrio Goinia, GO, CEP 74605-010 Tel. (62) 3209-6010 / 3209-6371 Fax (62) 3521-1891 / 3521-1892 www.museu.ufg.brVisitaosegunda a sexta 9:00h s 17:00h Entrada franca12CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 8. Planetrio da UniversidadeFederal de GoisGois Quem visitar o planetrio daum veculo de divulgao cientfi-Universidade Federal de Gois vaica e cultural por meio de cursos depoder acompanhar de perto os iniciao astronomia para o p-movimentos dos astros celestes.blico em geral, oficinas, seminrios,O espao conta com uma cpulasesses de observao ao telesc-de 12,5 metros de dimetro, onde pio, alm das projees do cu eso ministradas aulas e realizadas das palestras j mencionadas.projees dos programas elabora-O objetivo principal do plane-dos pela equipe do planetrio. trio popularizar e democratizar Em volta da cpula, h uma bi-o conhecimento da astronomia eblioteca, uma sala de exposioreas afins, divulgando informaotemporria, uma sala de estudo e atualizada, de modo a contribuiruma sala de aula, com 60 lugares,com a formao cientfica dos maisonde acontecem cursos e palestras. diversos grupos sociais. O planetrio, criado em 1970,desenvolve atividades de exten-so, ensino e pesquisa. Atua como Av. Contorno, s/n, Parque Mutirama Setor Central Goinia, GO, CEP 74055-140Tel./Fax (62) 3225-8085 / 3225-8028 [email protected] Visitaoescolas e outras instituies tera a sexta 8:30h s 10:00h e 14:00h s 15:30hsbados 11:00h pblico em geraldomingos 15:30h e 16:30h Entrada paga Centro-Oeste13 9. Mato Grosso do Sul Observatrio Solar Indgena Inaugurado em 2009, o Obser-A atividade inclui o relato da vatrio Solar Indgena da Univer- mitologia desses povos relacionada sidade Estadual do Mato Grosso do aos astros e suas constelaes. Sul (UEMS) localiza-se em um es-O principal objetivo do obser- pao de 1.000 metros quadrados, vatrio, que recebe crianas, jo- em frente ao prdio de adminis- vens e adultos, divulgar o conhe- trao da universidade e prximocimento astronmico das etnias a diversas aldeias da cidade de indgenas brasileiras e sua relao Dourados, onde vivem cerca de com o meio ambiente, aspectos da 13.000 ndios.cultura indgena que vm sendo Nesse espao, so realizadasresgatados por pesquisadores da observaes dos movimentos apa- universidade. rentes do Sol, diurno e anual, atra- vs da sombra de uma haste vertical (gnmon), para determinar o meio- dia solar, os pontos cardeais e as estaes do ano, como faziam os indgenas que habitavam o Brasil. Rodovia Dourados Itahum, Km 12 Cidade UniversitriaDourados, MS, CEP 79804-970 Tel. (67) 3902-2360 Fax (67) 3902-2364 [email protected] diariamente 8:00h s 12:00h e14:00h s 18:00h Entrada franca 14 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 10. Museu de Histria NaturalO Museu de Histria Natural da O museu contribui diretamenteUniversidade Federal de Alagoas com alguns cursos da universidade,(UFAL) foi criado em 1990 como um oferecendo estgios por meio dosrgo suplementar da instituioprogramas de iniciao cientfica.de natureza tcnico-cultural.O espao conta com expo-Desde ento, vem dando apoiosies permanentes que abrangemAlagoascientfico e cultural s atividades os recursos naturais de Alagoas, ade ensino, pesquisa, extenso e flora, fauna, minerais e fsseis docooperao tcnica, no campo dasestado. Possui, ainda, mostras itine-cincias naturais, aos estudantes,rantes de fsseis e de fotografiasprofessores, pesquisadores, tcni-da Caatinga.cos e comunidade em geral.Fontes:www.abcmc.org.br/mhnwww.ufal.edu.br/ufal Rua Aristeu de Andrade, 452, FarolMacei, AL, CEP 57021-090Tel. (82) 3221-2724 Fax (82) 3221-4172 Visitao segunda a sexta 8:00h s 18:00hEntrada franca Associado ABCMC18 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 11. Usina Cincia A Usina Cincia um exemplomental e Mdio, Programa de Popu-de como instituies de ensino su- larizao e Disseminao das Cin-perior podem dar uma luz ao en-cias Naturais e Programa de Incen-sino de cincias nas escolas. Criado tivo Experimentao em Cincias.em 1991, o centro tem sido umNesses programas, so desenvol-importante canal de interlocuo vidas vrias aes visando me- Alagoasentre a Universidade Federal delhoria do ensino de cincias emAlagoas e a rede de ensino funda-Alagoas, tais como: emprstimosmental e mdio do estado.de material didtico (kits experi- Com uma infraestrutura bsica mentais, fitas de vdeo, DVDs, li- sala de exposies, ncleo devros etc.), realizao de shows deinformtica, biblioteca, videoteca,qumica e de fsica, cursos de aper-laboratrio de qumica e de fsica,feioamento de professores e cicloncleo de astronomia e salas dede palestras.aula , recebe diariamente alunos Desde 1995, a Usina Cinciae professores de todo o estado, parceira do Centro de Estudosespecialmente da rede pblica de Astronmicos de Alagoas na di-ensino.vulgao da astronomia. O centro Seus esforos esto concentra-vem ensinando os conceitos des-dos em atividades associadas a trssa rea da cincia a todos os inte-programas principais: Programa deressados, no estado e at mesmoAperfeioamento de Professores defora de Alagoas.Cincias Naturais de Nvel Funda-Rua Aristeu de Andrade, 452, Farol Macei, AL, CEP 57021-090 Tel. (82) 3221-8488Fax (82) 3326-4159 www.usinaciencia.ufal.br [email protected] segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:00h s 17:00hEntrada franca Associada ABCMCNordeste19 12. Jardim Botnico de Salvador A presena de um espao budas trs colees plantas na-etnobotnico, dedicado ao estudo tivas do culto afro-brasileiro, plan-e exibio de espcies ligadas tas txicas e jardim sensorial ,cultura afro-brasileira, uma das que podem ser visitadas por meiocaractersticas que conferem ao Jar- de duas trilhas. Ao percorr-las,dim Botnico de Salvador uma sin-os visitantes entram em contatoBahiagularidade entre os jardins bot-direto com a Mata Atlntica enicos brasileiros. obtm informaes ambientais so- Inaugurado em 2002, tem co- bre a importncia e a conservaomo objetivo estudar e preservar adesse bioma.flora baiana, sob os aspectos bo- Entre as principais atividadestnicos, histricos e culturais, pro-realizadas no Jardim Botnico depiciando meios para realizao e Salvador, esto o levantamento dasdivulgao de pesquisas cientficascaractersticas socioeconmicas ee sua aplicabilidade no cotidianosocioambientais das populaespor meio da educao ambiental.do entorno e o levantamento e Em um total de 170.000 me-inventrio da flora existente emtros quadrados, quase todo ocupa-sua rea.do por Mata Atlntica, esto distri- Av. So Marcos, s/n, So MarcosSalvador, BA, CEP 41253-190 Tel./Fax (71) 3393-1266 www.jb.salvador.ba.gov.br/[email protected] Visitao diariamente 8:00h s 17:00h Entrada franca20CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 13. Museu Antares de Cinciae Tecnologia No hall de entrada, uma rpli- Entre as diversas atraes, es-ca do Meteorito de Bendeg en- to as palestras temticas e as ati-contrado em 1784, por Bernardino vidades orientadas no planetrio,da Motta Botelho, prximo cida-nos laboratrios de fsica, qumica ede de Monte Santo, Bahia dbiologia, nas exposies cientficasas boas vindas aos visitantes do e itinerantes e nos telescpios.BahiaMuseu Antares.Em uma das exposies per- Projeto de ensino, pesquisa e manentes, o Espao Natureza, osextenso universitria em desen- visitantes so apresentados a co-volvimento, desde 2007, no Ob- lees de ossos de rpteis, anf-servatrio Astronmico Antares dabios, mamferos, aves e peixes, queUniversidade Estadual de Feira depropiciam melhor compreenso daSantana (UEFS), o museu visa con-estrutura ssea desses animais.tribuir para melhoria, ampliao eO projeto inclui a construo devalorizao do ensino de cinciasum parque aeroespacial e de umae matemtica nas escolas pblicassrie de experimentos temticos ee privadas da Bahia. interativos de cincias. Rua da Barra, 925, Jardim CruzeiroFeira de Santana, BA, CEP 44015-430 Tel./Fax (75) 3624-1921www.uefs.br/antares [email protected] Visitaosegunda a sexta8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00hObservaes nos telescpios quarta a sexta 19:00h s 21:00h Entrada paga (exceto instituies pblicas) Nordeste21 14. Museu de Arqueologiae Etnologia Um espao tricentenrio em O museu tambm organizadefesa da cultura, o Museu de Ar-exposies temporrias, promovequeologia e Etnologia da Univer- aes educativas, oferece cursos sidade Federal da Bahia (MAE/comunidade e realiza pesquisas nasUFBA) est instalado no prdio reas de arqueologia e etnologia.que abrigou, no sculo XVII, o Real Atendendo a demandas sociaisColgio dos Jesutas.Bahia e empresariais, o museu realiza di- Tem um acervo composto porversos tipos de servios e estudosseis colees que ressaltam os ves-arqueolgicos e antropolgicos as-tgios da primeira escavao feita sociados a licenciamentos ambien-no estado, em 1959. Esse materialtais para empresas, autarquias, pre-est distribudo em trs exposiesfeituras, fundaes, instituies depermanentes: de etnologia, com ensino e pesquisa.cermicas, cordes, tecidos, ador-nos, indumentrias, entre outrosobjetos; de arqueologia, compostade objetos utilitrios, azulejos, te-lhas, cachimbos, urnas funerrias, Fontes:entre outros; de arte rupestre.www.ufba.br www.universia.com.brTerreiro de Jesus, s/n, Prdio daFaculdade de Medicina, Pelourinho Salvador, BA, CEP 40025-010 Tel. (71) 3283-5530 / 3283-5533 www.ufba.br/instituicoes/ufba/[email protected] a sexta 9:00h s 18:00h sbados e domingos 10:00h s 17:00hEntrada paga22CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 15. Museu de Cincia & Tecnologia da BahiaUm dos primeiros museus in- A proposta do museu difun-terativos de cincia do Brasil come- dir o conhecimento nas reas demora 30 anos de atividades, em cincia e tecnologia por meio de2009, com a inaugurao de insta-atividades ldicas, interativas elaes e equipamentos. As novi-contextualizadas. Entre elas, des-dades incluem o auditrio Profes-tacam-se as visitas monitoradassor Roberto Santos e um simulador exposio permanente, mostras Bahiade terremoto.temporrias, sesses de filmes,Construdo em uma rea depeas teatrais, oficinas, debates,Mata Atlntica, o Museu de Cin- palestras, bem como assessoria acia & Tecnologia da Bahia preser-feiras de cincia nas escolas.va parte de sua vegetao, fauna eAlm disso, o museu, vinculadoespelhos dgua. Compondo o jar- Universidade do Estado da Bahia,dim externo, a Praa da Descober-vem se consolidando como impor-ta abriga as maiores peas do mu-tante suporte ao ensino, pesquisaseu. J no espao interno, a maior e extenso da instituio, incitandoparte do acervo distribuda em a curiosidade, promovendo o deba-salas de exposio e no hall central te e a democratizao da informaodo Pavilho de Cincias. entre a comunidade. Av. Jorge Amado, s/n, Imbu Salvador, BA, CEP 41710-050Tel./Fax (71) 3231-9368www.museu.uneb.br mc&[email protected] Visitao segunda a sexta 8:00h s 11:30h e 14:00h s 17:30hEntrada franca Associado ABCMCNordeste23 16. Museu Geolgico da Bahia Uma visita ao Museu Geolgi- A instituio oferece cursos deco da Bahia um convite a conhe-gemologia, design de jias, joalhe-cer melhor o estado, por meio de ria e lapidao; realiza exposiesseus cristais, minerais e pedras pre-itinerantes em escolas e centrosciosas. So cerca de 2.000 peas culturais; faz anlises, consultorias,selecionadas do rico acervo do mu- laudos, avaliao tcnica e comer-Bahiaseu e distribudas em diversas ex- cial e confere pareceres e certifi-posies dentro do espao. Nos sa- cao de gemas e jias.les principais, encontram-se mos-Inaugurado em 1975, o museutras permanentes de rochas orna- busca difundir o conhecimento so-mentais e de fsseis.bre as geocincias, divulgar infor- O museu conta, ainda, com maes sobre os recursos mineraisum auditrio de 125 lugares, com disponveis e explorados no estado,projetor de vdeo e cinema de 16 desenvolver pesquisas e mostrar ae 35mm. Esse o ponto de partidanecessidade de preservar os mo-das visitas guiadas, que comeam numentos geolgicos da regio.com uma breve apresentao, se-Por fim, visa apoiar a produo eguida de vdeo sobre o tema a sercomercializao de gemas no es-abordado uma escolha feita emtado, oferecendo suporte aos pro-conjunto com a escola agendada.dutores, consumidores, comercian- tes e rgos pblicos.Av. Sete de Setembro, 2.195Corredor da VitriaSalvador, BA, CEP 40080-002Tel. (71) 3336-3498 / 3336-6922Fax (71) [email protected]@mgb.ba.gov.br Visitao tera a sexta 13:30h s 18:00h sbados e domingos 13:00h s 17:00h Entrada franca24CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 17. Universidade da Criana e do AdolescenteO dilogo entre cincia e arteAlm disso, realiza exposies o alicerce da proposta da Uni- itinerantes em diversos espaos p-versidade da Criana e do Adoles-blicos, como shoppings de gran-cente (UNICA). Por meio da arte, de circulao, articuladas com ao visitante estabelece uma relao Semana Nacional de Cincia emais prxima e ldica com o co-Tecnologia, democratizando o co-nhecimento cientfico. nhecimento cientfico e instigan- BahiaO espao foi inaugurado em do nos visitantes o interesse pelanovembro de 2000. Desde ento, descoberta.mantm uma exposio perma- Em 2007, teve incio o projetonente, com cerca de 50 expe- de ampliao da UNICA, que vairimentos interativos que exploramabranger novas reas do conheci-conceitos de fsica. mento, como matemtica, corpo humano, meio ambiente, qumica e energias sustentveis. Rua do Queimado, 17, LiberdadeSalvador, BA, CEP 40325-260 Tel./Fax (71) [email protected] Visitao segunda a sexta 8:30h s 11:30h e 14:30h s 17:30hEntrada franca Associada ABCMCNordeste25 18. Zoolgico de Salvador Inaugurado em 1958, o Zoo- Sua rea verde de cercalgico de Salvador hoje um cen-de 250.000 metros quadrados, in-tro de referncia e base de apoiocluindo remanescente secundrioa pesquisas relacionadas fauna e de Mata Atlntica. Esse cenrio de flora. Entre as principais atraes, grande beleza natural pode ser vis-esto 760 animais, incluindo 45 es-to pelo visitante nos 3.000 metrospcies de aves, 38 espcies de ma- de pista de passeio do parque.Bahiamferos e 25 espcies de rpteis. No espao, so realizadas ati- O zoolgico uma opo devidades de preservao e repro-lazer e refgio ecolgico no centroduo das diferentes espcies ani-de Salvador, reservado para a ex-mais; aes de conservao e en-posio de animais silvestres, emriquecimento do fragmento deespecial os ameaados de extinoMata Atlntica, de paisagismo, dee pertencentes fauna brasileira. ambientao de recintos e, em es- pecial, de educao ambiental.Rua Alto de Ondina, s/n, Ondina Salvador, BA, CEP 40170-110Tel. (71) 3116-7954 www.zoo.ba.gov.brVisitao tera a domingo e feriados 8:30h s 17:00hEntrada pagaAssociado SZB26CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 19. Museu do EclipseO Museu do Eclipse est situa- brasileira e estrangeira que estive-do no local em que foram feitas as ram na cidade e instrumentos uti-observaes da expedio britni-lizados pelos cientistas.ca durante o eclipse solar de 1919, Uma luneta que pertenceu afundamentais para a comprovaoHenrique Morize astrnomo queda Teoria Geral da Relatividade, dechefiou a comitiva brasileira deCearAlbert Einstein. 1919 em Sobral e diretor do Obser-Criado em 1999, pela Prefeitu- vatrio Nacional na poca tam-ra Municipal de Sobral, para a co- bm est no museu, alm de jornaismemorao dos 80 anos do fen- de novembro do mesmo ano, commeno, o museu um espao de os resultados das observaes dodivulgao histrica e cientfica da eclipse comprovando a teoria deRegio Nordeste. Einstein.A exposio permanente incluipainis contendo mapas e fotosde Sobral na poca do eclipse, Fonte:dos integrantes das expedies www.sobral.ce.gov.br Praa Oswaldo Rangel (Praa do Patrocnio), s/nSobral, CETel. (88) 3695-5205 Visitao tera a sexta 8:00h s 11:00he 14:00h s 17:00h sbados e domingos8:00h s 12:00h Entrada pagaNordeste 27 20. Parque Botnico do Cear A implementao do parque, tente. Todas as espcies florsticasem 1998, resultou de um conjuntoesto catalogadas com placas dede esforos. O primeiro passo foi identificao.dado pelo governo estadual doAs datas alusivas ao meio am-Cear, que destinou uma rea de biente, como a Semana da rvore190 hectares para o empreendi-e o Dia do Meio Ambiente, so co-Cearmento. Seguiu-se, ento, umamemoradas em parceria com esco-busca junto s empresas cearenses las pblicas e particulares, atravspara a arrecadao dos recursos da realizao de palestras, oficinas,necessrios para suas instalaes.exposio de trabalhos e outrasA primeira parceria veio da uni-atividades.dade local da Petrobras. A partir Com o objetivo de mostrar fon-de ento, seguiram-se vrias ade-tes alternativas de energia, dispeses e o Parque Botnico foi sede uma clula fotovoltaica paraconstituindo com recursos de em-iluminao por meio de energiapresas privadas, sem nus para osolar de um dos auditrios e umgoverno estadual.catavento como demonstrao de O parque dispe de centro de energia elica. Entre seus objeti-visitantes, salo de exposies,vos, esto: proteger a fauna e a flo-espao para piquenique perto do ra locais, servir como amostra dosespelho dgua e trilhas internas ecossistemas cearenses, fomentarrevestidas em pedra. Conta coma cultura ecolgica entre estudan-um orquidrio, um viveiro de plan-tes e professores e propiciar po-tas medicinais e viveiros parapulao um local de lazer e recre-produo de mudas nativas e deao de carter cultural.outras espcies. O circuito de visi-tao comea com uma explana-o sobre o parque e projeo defilmes educativos. Em seguida, iniciada a caminhada nas trilhas pa-ra observao da vegetao exis-Rodovia CE 090, Km 3 Caucaia, CE, CEP 60120-001 Tel. (85) 3342-3060 / 3421-5916 / 3421-5923www.sfiec.org.br/meioambiente/[email protected] Visitaotera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada paga(exceto alunos de escolas pblicas, idosos e colaboradores do Sistema FIEC)28 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 21. Planetrio Rubens de Azevedo O Planetrio Rubens de Aze-metro e capacidade para 86 poltro-vedo oferece diverso com inclu-nas e mais dois lugares para pes-so social. soas com necessidades especiais. Alm de realizar sesses p- Alm das sesses, o espao ofere-blicas sobre temas relacionados ce cursos de astronomia e obser-astronomia para crianas e adultos, vaes noturnas com telescpios. Cearo planetrio tem uma sesso espe- O planetrio, inaugurado emcfica para surdos e realiza ativida- 1999, integra um dos maiores com-des com portadores de necessi-plexos culturais do Cear, o Centrodades especiais.Drago do Mar de Arte e Cultura, As sesses so realizadas em localizado na Praia de Iracema, emuma cpula com 11 metros de di-Fortaleza.Rua Drago do Mar, 81Praia de Iracema Fortaleza, CE, CEP 60060-390Tel. (85) 3488-8639Fax (85) 3488-8599www.dragaodomar.org.br/[email protected] quarta a sexta manh e tarde pblico em geralsextas, sbados e domingos17:00h, 18:30h e 20:00hEntrada paga Nordeste 29 22. Seara da CinciaExperimentao, pesquisa, in-O Salo de Exposio o carro-teratividade, arte, cultura, conhe- chefe da Seara. Nesse espao, o vi-cimento. Nas atividades desenvol- sitante entra em ao, participandovidas pela Seara da Cincia, alu- de experimentos interativos denos e professores do ensino m- qumica e fsica. Alm disso, con-dio entram em contato com a vidado a conhecer algumas dasCearcincia por meio dos mais variadosprincipais caractersticas da Caatin-recursos pedaggicos. O concei- ga e ouvir os pssaros tpicos dato de interdisciplinaridade sai doregio, em um ambiente todo es-papel para ser literalmente manu- pecial que mimetiza um dos maio-seado pelos visitantes, seja nasres biomas do Brasil.exposies, nos laboratrios, nosConta, ainda, com laboratrioscursos, na orientao e preparaopara o ensino de qumica, fsica ede trabalhos para feiras de cincia biologia em cursos bsicos, ofere-ou nas apresentaes de teatro ecidos a 250 alunos por semestreshows cientficos.(80 horas/aula). Mantm um cur-Fundado em 1999, o espao deso de frias intensivo para alunosdivulgao cientfica e tecnolgi-e professores do ensino mdioca da Universidade Federal do Cea-e um grupo de teatro cientfico,r procura estimular a curiosidadeque apresenta peas em eventos,pela cincia, cultura e tecnologia, escolas etc. Tambm possui ummostrando suas relaes com o grupo de shows de cincias itine-cotidiano e promovendo a inter- rante que se apresenta a convite.disciplinaridade entre as diversasreas do conhecimento.Rua Paulino Nogueira, 315, bl. 1, trreo, Benfica Fortaleza, CE, CEP 60020-270 Tel. (85) 3366-7375 / 3366-7376Fax (85) 3366-7282 [email protected] Visitao segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h(com agendamento) Entrada francaAssociada ABCMC30 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 23. Laboratrio de Divulgao Cientfica Ilha da Cincia Cercada de cincia por todosHoje, fazem parte das ativida-os lados, essa ilha est longe de des, alm do Mirim de Fsica, pa-ser isolada. Com uma programaolestras de divulgao cientfica, or-de divulgao cientfica que extra- ganizao de exposies cientfi-pola os limites do estado, realiza con- cas, orientao para exposies eferncias e mostras cientficas emfeiras de cincias e cursos de for- Maranhobairros, shopping centers, escolas, mao para professores.congressos e aldeias indgenas.A Ilha da Cincia confecciona Vinculada ao Departamento de seu prprio material didtico eFsica da Universidade Federal do constri experimentos sob enco-Maranho (UFMA), nasceu de umamenda para outros centros e mu-iniciativa em mbito nacional deseus de cincia do pas. Seu es-divulgao da cincia. Teve comopao constitudo de salo paraprimeira atividade, em 1992, o Cur- exposio permanente, sala deso Mirim de Fsica, com o objetivocomputao e auditrio. Quandode difundir o conhecimento cien-solicitada, leva seus experimentostfico na comunidade local, popu- para desenvolver atividades nolarizando e desmistificando a cin- interior do estado.cia e a tecnologia.Av. dos Portugueses, s/n, Campus Universitrio do BacangaCentro de Cincias Exatas e Tecnologia Depto. de Fsica, s. 101, bl. 3So Lus, MA, CEP 75080-580 Tel. (98) 2109-8290 / 2109-8222Fax (98) 2109-8200www.abcmc.org.br/[email protected] a sexta 8:00h s 22:00h sbados e domingos com agendamentoEntrada franca Associado ABCMC Nordeste 31 24. Jardim Botnico de Joo Pessoa Benjamim MaranhoUm imenso corao verde no Sua composio fitolgica meio da cidade. Essa a imagem formada por um complexo flors-para quem v do alto o jardim tico, em que h participao debotnico da capital paraibana, co-elementos no s da Mata Atln-nhecido como Mata do Buraqui- tica, como tambm espcies danho. Localizado prximo ao centro flora amaznica e da Hilia Baia-Parabada cidade, na formao geolgicana. Representantes da fauna brasi-do Baixo Planalto Costeiro, o leira tambm habitam o local, prin-maior remanescente contnuo decipalmente aves e insetos. Entre osMata Atlntica da Paraba. cor- mamferos, destacam-se preguias,tado pelo rio Jaguaribe, que, repre-saguis, cutias, raposas e morcegos.sado, forma o Aude do Buraqui- No grupo dos rpteis, as cobras e osnho, responsvel por parte do lagartos apresentam considervelabastecimento de gua de Joo variedade.Pessoa.Possui um prdio administra-Seus esforos esto concen- tivo, um centro de visitantes, umtrados na conservao da Mata salo de exposies e uma casaAtlntica do Nordeste. Coordena onde funcionam o laboratrio dee conduz aes e programas de botnica, o ncleo de educaopesquisa e educao ambiental,ambiental e a biblioteca. Os visitan-desenvolve e mantm coleestes podem usufruir do espao pordocumentadas de plantas da Ma-meio de incurses guiadas pelasta Atlntica e outros espcimes 12 trilhas existentes no local.botnicos apropriados zona cli-mtica da regio. Av. Pedro II, s/n, Mata do Buraquinho, Torre Joo Pessoa, PB, CEP 58040-440Tel. (83) 3218-7880 / 3218-7883Fax (83) 3218-5585www.sudema.pb.gov.br [email protected] Visitao segunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados 8:00h s 12:00hEntrada franca32 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 25. Planetrio da Fundao Espao Cultural da Paraba Pessoas de todas as idades eAlm das projees na cpu-de todos os nveis de escolaridadela, o espao oferece exposies,esto convidadas a realizar uma oficinas, palestras e cursos infanto-viagem espacial. O embarque fei-juvenis de astronomia.to na cpula de 130 lugares do Pla-Desenvolve, ainda, a Semananetrio da Fundao Espao Cultu- de Astronomia e programas para Parabaral da Paraba (Funesc).estudantes dos nveis fundamental Inaugurado em 1982, o plane- e mdio e o pblico em geral.trio tem como finalidade principala divulgao e popularizao daastronomia e das cincias afins. Av. Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho Joo Pessoa, PB, CEP 58042-100 Tel. (83) 3211-6263 Fax (83) [email protected] a sexta 8:00h s 18:00hsbados e domingos 14:00h s 18:00hEntrada pagaAssociado ABP Nordeste 33 26. Vale dos Dinossauros O Vale dos Dinossauros As pegadas fossilizadas variamum dos mais importantes stiosde cinco centmetros possivel-paleontolgicos do mundo, com mente de dinossauros de tamanhocerca de 50 tipos de pegadas de semelhante ao das galinhas deanimais pr-histricos, espalhadashoje at 40 centmetros de com-por toda a bacia sedimentar doprimento a exemplo das pega-Parabario do Peixe, em uma extenso das de um iguanodonte de quatrode 700 quilmetros quadrados no toneladas, cinco metros de enver-alto serto da Paraba. gadura e trs metros de altura. A Ali viveram estegossauros, a-maior parte das pegadas pertencelossauros, iguanodontes e inmerasa dinossauros carnvoros.outras espcies de dinossauros,Uma das trilhas mais visitadasentre 250 e 65 milhes de anos a- pelos turistas e estudiosos que visi-trs. Eles desapareceram, mas seustam o Vale dos Dinossauros est norastros ficaram gravados no barro leito do rio do Peixe, na localidadede lagoas e na areia de rios em pe- denominada Passagem das Pedras,rodos chuvosos. Na seca, as pega-no stio Ilha, municpio de Sousa.das se solidificaram, resistiram schuvas seguintes, ganharam novascamadas de areia e barro trazido pe-Fontes:las enchentes, e hoje, fossilizadas,www.valedosdinossauros.com.brcontam a pr-histria da regio.http://acd.ufrj.brAlto Serto Paraibano Sousa, PB (444km da capital) Acesso pela BR 230 Tel. (83) 3522-3055 / 3522-1724 9903-9814 (Secretaria de Turismo) www.valedosdinossauros.com.br Visitao diariamente 7:00h s 16:00h Entrada franca 34CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 27. Espao Cincia MuseuInterativo de Cincia Um museu a cu aberto. Lo- Exposies e um Centro Educacio-calizado em uma rea privilegiada nal equipado com laboratrios dede 120.000 metros quadrados,matemtica, fsica, qumica, biolo-perto do mar e entre as cidades degia e informtica. Tambm possuiRecife e Olinda, em pleno mangue- dois observatrios astronmicosPERNAMBUCOPernambucozal pernambucano, as principais localizados fora da sua sede naatraes do Espao Cincia soTorre Malakoff, no Recife Antigo, eoferecidas em rea descoberta, em no Alto da S, em Olinda.contato com a natureza.Em uma concepo de edu- O espao, que completou dezcao que vai alm dos limites daanos em 2004, ganhou de aniver- sua sede, promove eventos, cur-srio a execuo de um plano de sos, oficinas, feiras e encontros deexpanso de sua estrutura fsica. cincias em escolas, shopping cen-Est organizado em duas trilhas:ters, universidades, parques, hospi-a Ecolgica e a da Descoberta. Atais e at nas ruas, atraindo grandeEcolgica explora a beleza do pblico. A inteno divulgar a pro-manguezal e os conceitos de meioduo cientfica nas escolas, capa-ambiente. citar professores e envolver comu- A Trilha da Descoberta dividi- nidades, tratando de assuntos deda em cinco reas temticas: gua,interesse geral ou de temas atua-Movimento, Percepes, Terra elizados em cincia, tecnologia eEspao. Conta com um Pavilho demeio ambiente. Complexo de SalgadinhoOlinda, PE, CEP 53111-970Tel. (81) 3301-6140Fax (81) 3301-6141www.espacociencia.pe.gov.br [email protected] Visitao segunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados e domingos 13:30h s 17:00h Observatriossegunda a domingo 16:00h s 20:00h Entrada paga Associado ABCMC Nordeste 35 28. Jardim Botnico do RecifeUm testemunho vivo da bio- tem plantas de diversas texturas e diversidade da Mata Atlntica, oaromas com placas de identificao Jardim Botnico do Recife foi cria- em braille. do, em 1960, a partir da reformu-Possui, ainda, um orquidrio lao do Parque Zoobotnico dopara visitao, produo e permutaPernambuco Curado, que fazia parte do antigo de orqudeas e um meliponrio de Instituto de Pesquisa Agropecuriaabelhas nativas. No viveiro, so do Nordeste. Desde 1979, admi-produzidas mudas de essncias nistrado pela prefeitura da cidade. florestais, principalmente nativas,Sua mata constitui parte de um para emprego na recuperao de corredor florestal de Unidades de reas degradadas e arborizao da Conservao Municipais. Desen-cidade. volve atividades em educao am- A instituio cumpre papel im- biental, como caminhadas ecol- portante para o banco de germos- gicas, exposio permanente sobre plasma de mata atlntica da re- a Mata Atlntica, exibio de v- gio. As realizaes nas reas de deos com temas ambientais e visi- pesquisa cientfica, conservao tas aos viveiros de plantas medi- e educao ambiental possibilita- cinais e florestais.ram a admisso do jardim na RedeO jardim botnico conta comBrasileira de Jardins Botnicos e, um jardim sensorial, voltado a pes- por intermdio dessa, na Botanic soas com necessidades especiais,Gardens Conservation International. que percebem o mundo de uma forma diferente, utilizando os ou- tros sentidos. Nesse jardim, exis-BR 232, Km 7, Curado Recife, PE, CEP 50000-230 Tel. (81) 3232-2529www.recife.pe.gov.br/meioambiente/jb_apresentacao.php [email protected] Visitaotera a sexta 8:30h s 15:30h Entrada franca 36 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 29. Parque Estadual Dois IrmosUm parque, um zoolgico e um Na rea do parque, foi fundado,horto florestal formam o complexoem 1916, o Horto Florestal de Doisdo Parque Estadual Dois Irmos,Irmos, nas terras que pertenciamque ocupa uma rea total de 387,4ao Engenho Dois Irmos, de Ant-hectares da cidade do Recife, em nio e Toms Lins Caldas, um dosPernambucoPernambuco.primeiros fundados no Brasil, emUma visita ao parque um1577.convite para conhecer melhor o Em 1939, foi criado o Jardimecossistema da regio, com suasZoobotnico de Dois Irmos, pas-plantas e seus animais nativos, co-sando a se chamar Parque Doismo preguias, saguis, quatis e uma Irmos, em 1997. O parque se des-enorme variedade de pssaros. Ao taca, hoje, por suas atividades nastodo, so cerca de 850 animais,reas de educao ambiental e re-entre aves, rpteis e mamferos de produo de animais em cativeiro.mais de 120 espcies. Praa Farias Neves, s/n, Dois IrmosRecife, PE, CEP 52171-011 Tel. (81) 3301-6518 Fax (81) 3441-7696www2.parquedoisirmaos.pe.gov.br/web/parque Visitaodiariamente 8:00h s 16:00h Entrada paga(exceto escolas pblicas estaduais) Associado SZB Nordeste37 30. Fundao Museu do Homem Americano Um encontro emocionante e o percurso, o visitante conhece aimperdvel com a pr-histria. O histria da escavao do Boquei-patrimnio arqueolgico do Par-ro da Pedra Furada, stio arqueo-que Nacional Serra da Capivara,lgico mais antigo das Amricas.gerido pela fundao, constitu- No mezanino, esto expostas pe-do por cerca de 700 stios de pin- as pr-histricas, urnas funerriasturas rupestres pr-histricas, come esqueletos. Nas ltimas salas, soPiauat 12.000 anos, gravadas em pare- apresentados os ossos, as ima-des de rocha. As pinturas repre-gens desenhadas e a descriosentam aspectos do dia a dia, ritosda megafauna que viveu na re-e cerimnias dos antigos habitantesgio. A exposio se encerra comda regio, alm de figuras de ani- a biodiversidade atual.mais, alguns j extintos.Alm de preservar o parque, a Declarado Patrimnio Mundialfundao, criada em 1998, desen-pela UNESCO, o parque foi criado,volve pesquisa sobre a interaoem 1979, com a finalidade de pre-dos grupos humanos e o ambien-servar esse patrimnio arqueolgico, te, desde a pr-histria aos diasparcialmente aberto visitao. atuais, e carrega a misso de sen- A exposio permanente se sibilizar a populao para a pre-inicia com uma viso da evoluo servao da regio. Para isso,dos homindeos, uma apresentao promove palestras, encontros edas teorias de povoamento dasseminrios.Amricas, seguida da vida do ho-mem na regio durante o Pleisto-ceno e no Holoceno. ContinuandoCentro Cultural Srgio Motta, Campestre So Raimundo Nonato, PI, CEP 64770-000Tel./Fax (89) 3582-1612www.fumdham.org.br [email protected] Visitao tera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada paga38 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 31. Museu Cmara CascudoO Museu Cmara Cascudo temEm 1969, instalou-se na sede defi-por misso a conservao, inves-nitiva, ocupando uma parte do ter-tigao, exposio e divulgao reno da Sociedade de Assistnciado patrimnio histrico, natural eaos Filhos de Lzaros, no bairro doRio Grande do Nortecultural do Rio Grande do Norte Tirol.sob sua guarda. O museu presta servios cien-Vinculado Universidade Fe-tfico-culturais comunidade localderal do Rio Grande do Norte, foi e aos visitantes de outras locali-fundado em 1961, como Instituto dades, por meio de suas atividadesde Antropologia, por iniciativa dode ensino, pesquisa e extenso,ento reitor Onofre Lopes e dos bem como do atendimento aoprofessores Lus da Cmara Cascu- pblico em suas exposies. Seudo, Jos Nunes Cabral de Carvalho,acervo formado principalmenteNivaldo Monte e Verssimo de Melo.por colees arqueolgicas, geo-A ideia inicial era formar, nalgicas e paleontolgicas e serveuniversidade, um grupo de trabalhode suporte ao desenvolvimentointeressado no estudo de algumase atualizao das atividades cien-reas ainda pouco exploradas no tficas e pedaggicas do estado.estado, como a paleontologia, ageologia do quaternrio, a antro- Fonte:pologia cultural e a arqueologia. www.mcc.ufrn.brAvenida Hermes da Fonseca, 1.398, Tirol Natal, RN, CEP 59015-001 Tel. (84) 3222-0923 / [email protected] a sexta 8:00h s 11:30h e 14:00h s 17:30hsbados e domingos 13:00h s 17:00hEntrada paga(exceto estudantes e professores de escolas pblicas) Nordeste39 32. Museu de Paleontologia Vingt-Un Rosado O Museu de Paleontologia da Desde ento, muitos pesqui-Escola Superior de Agricultura de sadores brasileiros e estrangeirosMossor (ESAM) foi criado com o vieram a se interessar pelo estudoobjetivo de expor as colees dedos fsseis do estado.Rio Grande do Nortefsseis existentes nessa escola, O Museu de Paleontologiafruto de alguns anos de trabalhoVingt-Un Rosado ocupa, atualmen-de campo realizado pelo setor dete, o pavimento superior do Edif-geologia. cio Ezequias Pegado Cortez, no Esses trabalhos foram viabili- campus da ESAM, e conta com cin-zados por iniciativa de Vingt-Unco salas, que ocupam uma rea deRosado, grande incentivador da136 metros quadrados. Trs dessaspaleontologia no Rio Grande dosalas so destinadas a exposiesNorte. Em 1961, devido a seu em-e duas, a atividades de preparaopenho, foi realizado o II Congres-de fsseis e pesquisa.so Brasileiro de Paleontologia, emMossor, ocasio em que foram fir-Fonte:madas as diretrizes da Sociedadehttp://acd.ufrj.brBrasileira de Paleontologia.Escola Superior de Agricultura de MossorAv. Francisco Mota, ed. Ezequias Pegado Cortez(Admin. Central) Mossor, RN, CEP 59625-300Tel. (84) 3315-1734 Visitao com agendamento Entrada franca 40CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 33. Planetrio de Parnamirim O Planetrio de Parnamirim As visitas guiadas ao planet-deu o pontap inicial s suas ativi- rio so orientadas por um profes-dades em janeiro de 2009. Vin- sor astrnomo, que d uma ver-culado Prefeitura Municipal de dadeira aula de astronomia nasRio Grande do NorteParnamirim, o espao est prepara- sesses escolares e sesses espe-do para receber estudantes, profes-ciais voltadas para pessoas comsores, turistas e pblico em geral.necessidades especiais. A institui- Realiza sob sua cpula sesseso tambm oferece programa deescolares, especiais e pblicas ecapacitao de mediadores.oferece cursos de astronomia pa-ra jovens, professores e o grandepblico, no intuito de enriquecer oconhecimento cientfico e cultural,por meio de pesquisa, msica, ci-nema e literatura. Av. Castor Vieira Rgis, s/n, Cohabinal Parnamirim, RN, CEP 59140-840Tel. (84) [email protected] Visitao tera a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h sbados 15:30h s 17:00h Entrada paga (exceto escolas municipais e estaduais)Nordeste 41 34. Casa de Cincia e Tecnologia da Cidade de Aracaju Integrante da mais nova ge-O outro a Experimentoteca,rao de centros de cincia do que abriga um complexo de varia-Brasil, a Casa de Cincia e Tecnolo- dos experimentos interativos quegia da Cidade de Aracaju (CCTECA)abordam conceitos de diversas -foi criada, em 2009, com o objetivoreas do conhecimento, entre elasde divulgar a cincia ao grande p-a fsica e a matemtica. Esse espa-Sergipeblico do estado de Sergipe.o conta, ainda, com uma sala de Possui uma rea total de 558informtica com dez computadores.metros quadrados, distribudos em A CCTECA desenvolve ativida-dois espaos principais. Um delesdes de educao cientfica voltadas o planetrio, com 31 lugares e ao grande pblico com o uso deprojetor digital, onde os visitan- experimentos interativos e didti-tes so apresentados aos conheci-cos, alm de oferecer sesses di-mentos e aos encantos do cu.rias em seu planetrio.Av. Oviedo Teixeira, s/n, JardinsAracaju, SE, CEP 49026-100Tel./Fax (79) 3217-3370 [email protected] Visitaotera a sexta 9:00h s 17:00hsbados e domingos 14:00h s 17:00h Entrada franca 42CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 35. Museu de Arqueologia de XingO Museu Arqueolgico de Xin-A unidade museolgica com-g (MAX) foi criado para estudar, posta, ainda, por um auditrio, on-preservar e divulgar o conhecimen-de so exibidos vdeos e exposi-to sobre a pr-histria do homemes audiovisuais relacionados aosbrasileiro, especialmente daquelestemas tratados no museu, e umaque viveram na regio do baixo Sorea para exposies temporriasSergipeFrancisco, muito antes da chegada sobre assuntos diversos.dos portugueses ao Brasil.J a unidade de pesquisa de-O museu tem duas reas prin-senvolve estudos arqueolgicoscipais: a unidade museolgica e a em vrias linhas: O So Francisco eunidade de pesquisa. Na primeira, seu povoamento pr-histrico, Auma exposio permanente conta, representao grfica em Xing,de forma didtica, um pouco sobre Os stios arqueolgicos, Os ani-a cultura e os hbitos dos povosmais pr-histricos da regio depr-histricos da regio. Essa uni- Xing, entre outras. Os resultadosdade encontra-se dividida por as- dessas pesquisas constituem os in-sunto: arte rupestre (pinturas e gra- gredientes principais do que ex-vaes na pedra), material ltico posto no museu.(em pedra), material cermico ematerial malacolgico (conchas eFonte:ossos). www.max.org.brRodovia Canind, Piranhas, Trevo da UHE, Xing Canind do So Francisco, SE, CEP 43200-000 Tel. (79) 2105-6448 Fax (79) 2105-6453 www.max.org.br [email protected] Visitaoquarta a domingo 9:00h s 16:30h Entrada paga Nordeste43 36. Centro de Pesquisas Museolgicas Museu Sacaca Vinte mil metros quadrados de dos castanheiros, o monumentoexposio a cu aberto e ambientes marabaixo, a casa da farinha, a casadiversos do ao visitante do Mu- dos Waipi, a praa das etnias e aseu Sacaca a oportunidade de vi- praa do Sacaca, onde possvelvenciar as diferentes realidades se deliciar com a comida e os sor-das comunidades tradicionais davetes de frutas da regio.Amaznia. Conta, ainda, com outras atra- Inaugurado em 2002, o museu es, como a maloca multiuso, on- tambm um espao de divulgao de acontecem as sesses de cpu-dos trabalhos realizados pelo Ins- la do planetrio mvel Maywakatituto de Pesquisas Cientficas e Tec- e as apresentaes do grupo cul-nolgicas do Estado do Amap.tural; a casa Aracy MontAlverne,Todas as aes que promove pes-destinada leitura e pesquisa; aquisa, preservao e divulgao casa das exposies, destinada abuscam a interao entre o saber mostras de curta e longa durao; ecientfico e o saber popular dos po- a casa da criao. Os projetos EntreiAmapvos amaznicos.na Roda e Conhecendo o Museu e Entre os espaos de visitao,os ciclos de palestras ministradasdestacam-se o stio arqueolgico por professores do instituto tam-Marac, a casa do ribeirinho, a casa bm fazem parte das atividades. Av. Feliciano Coelho, 1.509, Trem Macap, AP, CEP 68900-260Tel. (96) 3212-5361Fax (96) 3212-5362 www.iepa.ap.gov.br [email protected] tera a domingo 9:00h s 18:00h Entrada franca Associado ABCMC 48CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 37. Bosque da Cincia Inaugurado, em 1995, como de lazer com carter sciocientfi-parte das comemoraes do 40co e cultural, propiciando aos visi-aniversrio do Instituto Nacional de tantes interesse pelo meio ambien-Pesquisas da Amaznia (INPA), ote, alm de atrativos tursticos eBosque da Cincia tornou realidade entretenimento entre eles, tan-um antigo sonho do instituto: abrirque de peixe-boi, viveiro de arira-suas portas ao pblico.nhas e jacars. O bosque foi projetado para fo- Com uma rea de, aproxima-mentar e promover o desenvol-damente, 13 hectares, o bosquevimento do programa de Difuso possui trilhas educativas que doCientfica e de Educao Ambien- acesso s atraes do espao etal do INPA, ao mesmo tempo pre- oferecem informaes em relaoservando os aspectos da biodiver- fauna, flora e aos ecossistemassidade existente no local. amaznicos ali presentes. Um de seus objetivos ofere-Amazonascer populao uma nova opo Fonte: http://bosque.inpa.gov.br Av. Andr Arajo, 2.936, Petrpolis Manaus, AM, CEP 69083-000Tel. (92) 3643-3192Fax (92) 3643-3192 http://bosque.inpa.gov.br/principal.htm [email protected] Visitao tera a sexta 9:00h s 12:00h e 14:00h s 17:00hsbados, domingos e feriados 9:00h s 16:00h Entrada paga(exceto grupos escolares com agendamento) Associado ABCMC Norte 49 38. Zoo Tropical Manaus Um zoolgico no meio da flo-Alm de apresentar a fauna a- resta, o Zoo Tropical Manaus res- maznica aos hspedes do hotel e gata os animais que, por diferentes comunidade local, o zoolgico motivos, no podem retornar aos desenvolve um programa de edu- seus habitats naturais na selva.cao ambiental, visando cons- Inaugurado em 1976, o zoo-cientizao dos visitantes quanto lgico pertence ao Tropical Hotel necessidade de conservao da Manaus, que construiu, em uma -fauna local. rea de 22.000 metros quadrados, O espao guarda algumas es- 15 recintos para abrigar os animais pcies em perigo de extino, co- em exposio. O espao conta, ain-mo a ona-pintada, a jaguatirica, o da, com uma rea conhecida co-macaco-aranha-da-barriga-branca mo Praa das guas, onde se en- e o mutum-cavalo. contram os rpteis do zoolgico.Amazonas Av. Coronel Teixeira, 1.320, Ponta NegraManaus, AM, CEP 69037-000 Tel. (92) 2123-5246 Fax (92) 3658-3034 [email protected] Visitao diariamente 8:00h s 17:00h Entrada francaAssociado SZB50CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 39. Bosque Rodrigues Alves Com 150.000 metros quadra-pcies silvestres, especialmente asdos de extenso, o Bosque Rodri- que esto ameaadas. O bosquegues Alves uma importantepossui, ainda, milhares de esp-reserva natural de espcies vege-cies cultivveis de importncia eco-tais da floresta de terra firme do nmica e seus correspondentes sil-esturio amaznico. formado porvestres, como plantas frutferas euma floresta primria de terra medicinais.firme preservada desde o finalA fauna constituda por es-do sculo XIX, representativa da pcies brasileiras, tambm encon-flora regional. A grande maioria tradas na regio amaznica, abran-da vegetao oriunda de mata gendo animais em liberdade, ca-virgem antiga e h, tambm, algu-tiveiro e semicativeiro. Entre as es-mas plantas exticas, que forampcies da fauna livre, esto aves,introduzidas posteriormente. mamferos, rpteis, anfbios, inse- Entre as colees, esto mais tos e moluscos.de 80.000 espcies de plantas A instituio desenvolve, porParvasculares, principalmente orqu-meio de seus tcnicos, pesquisasdeas, cactos e outras suculentas,em diversas linhas.palmeiras, bulbosas, conferas e r-vores de regies temperadas e es- Av. Almirante Barroso, 2.453, Bairro do MarcoBelm, PA, CEP 66093-020 Tel. (91) 3241-6332 / 3241-6169Fax (91) 3242-0096www.belem.pa.gov.br/semma/bosque [email protected] tera a domingo e feriados 8:00h s 17:00hEntrada paga Norte 51 40. Museu Paraense Emlio GoeldiO sculo XIX foi o auge dascincias da informao e oferece expedies de naturalistas Ama- servios educativos, para distintos znia. Foi nesse contexto que inte- pblicos, que abordam temas de lectuais interessados no estudo dacincia e cultura. natureza e da cultura amaznica O museu recebe, alm da po- criaram, em 1866, em Belm, a As- pulao local, turistas e pesqui- sociao Philomatica, a primeira se-sadores de todo o pas e do mundo. mente do Museu Paraense EmlioO grande atrativo dar um passeio Goeldi. no amplo parque zoobotnico. Atualmente, um dos maiores nesse espao que so realizadas museus brasileiros, com cerca deexposies de longa durao 4,5 milhes de objetos tombados,que ficam em cartaz de dois a qua- reunidos em 17 grandes colees.tro anos e temporrias, alm de Entre as diversas atividades quediversas mostras itinerantes ou realiza, destacam-se a pesquisa vinculadas a eventos cientficos e cientfica, a ps-graduao e a con-de divulgao. Tambm possui umPar servao de acervos.campus de Pesquisa, em Belm, eAlm disso, desenvolve proje-uma Estao Cientfica, na Floresta tos e estudos nas reas de comu-Nacional de Caxiuan. nicao, educao, museologia e Av. Magalhes Barata, 376, So Brs Belm, PA, CEP 66040-170 Tel./Fax (91) 3249-6373 [email protected] Visitaotera a domingo 9:00h s 17:00h Entrada pagaAssociado ABCMC52 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 41. Parque de Cincias Um museu interativo de cincia sensibilizar a populao para o usoque pudesse contribuir, por meiocorreto da gua potvel.de diversas aes, para a melhoriaJ o Incentivo Iniciao Cien-do ensino de cincia e da qualidade tfica destinado aos alunos quede vida das comunidades locais. voluntariamente integram o grupoFoi dessa demanda que nasceu, de guardies do meio ambiente,em 1995, o Parque de Cincias,no qual recebem reforo de conhe-localizado em um espao natural cimento em diversos assuntos vol-de 2,5 hectares de rea verde, na tados cincia.Vila dos Cabanos.O parque tambm oferece cur- As atividades desenvolvidassos de astronomia e para formaoso variadas e atingem um pbli-de monitores em centros e museusco amplo e diversificado. Na Aula de cincia; realiza exposies, pa-Passeio, professores e alunos dolestras em escolas e atividades cien-ensino fundamental e mdio par- tficas em praas pblicas. Entre asticipam de atividades ldicas, em atividades culturais, destaca-se aParque so trabalhados contedos apresentao de grupos e orques-extraclasse previamente elabora-tra de cmara.dos. O Movimento de Cidadaniapelas guas um passeio cicls-tico, cujo objetivo esclarecer eAv. Dom Romualdo Coelho, q. 372 Vila dos Cabanos Barcarena, PA, CEP 66447-000 Tel./Fax (91) [email protected], quintas, sbados e domingos9:30h s 16:30hEntrada paga Associado ABCMCNorte53 42. ESPRITO SANTO 43. Escola da Cincia Biologia e HistriaDemocratizar a cincia e per-espao, o visitante pode conhecer mitir, de forma ldica e interativa,as caractersticas do relevo de o acesso da populao aos conhe-Vitria, os stios arqueolgicos, as cimentos sobre os ecossistemas ereas de aterro, as reas verdes e o patrimnio histrico do Espritominiaturas de prdios histricos, Santo. Com essa proposta, a Secre-que esto expostas em uma ma- taria Municipal de Educao con-quete. Artefatos arqueolgicos, co- cebeu a Escola da Cincia Biolo-mo lana, machadinha e outros gia e Histria, que funciona no Sam-instrumentos cortantes, compem bo do Povo.o Espao da Pr-Histria, que des-No primeiro andar do prdio, taca esse perodo da histria de so representados, por meio deVitria. uma exposio viva, trs ecossis-Um dos objetivos principais da temas aquticos do Esprito Santo.escola estimular a conscincia e So cinco aqurios: dois de guaas aes de preservao ambiental. salgada, dois de gua doce e um Para isso, foi montado o Espao da de manguezal, com simulao deEducao Ambiental, que, por meio mar. Nesse mesmo local, so re-de atividades diversas, envolve o criados ambientes de fauna e florapblico de forma interativa. da Mata Atlntica e da Restinga, apresentando, inclusive, algumas espcies ameaadas de extino, como, por exemplo, a jaguatirica e o jacar-de-papo-amarelo.Esprito SantoNo segundo andar, a rea est reservada aos aspectos histricos de Vitria e do Esprito Santo. Nesse Av. Drio Loureno de Souza, 790 Sambo do Povo, Mrio CypresteVitria, ES, CEP 29026-080Tel. (27) 3332-1612Fax (27) 3381-6994 www.vitoria.es.gov.br/ecbh [email protected] a sbado 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos e feriados14:00h s 18:00hEntrada franca Associada ABCMC 58CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 44. Escola da Cincia Fsica A Secretaria de Educao de Tambm so realizadas expo-Vitria adverte: quem visitar a Es- sies temporrias, oficinas e mi-cola da Cincia Fsica vai ficarnicursos para professores, estudan-de cabelo em p, literalmente. E, tes e pblico em geral.ainda: sua sombra poder ser con-No auditrio, o visitante conhe-gelada! srio!ce, por meio de slides, um pouco No espao, localizado no Par-da histria de Vitria e do prdioque Moscoso, o visitante encon- que abriga a escola. Tombado pe-tra 43 instrumentos cientficos que lo Patrimnio Histrico Estadual edesmistificam a fsica como uma restaurado pela prefeitura de Vi-disciplina complicada, por meio detria, a prpria construo da d-estratgias ldicas e interativas.cada de 1950 registra um poucoAps conhecer os instrumentos,dessa histria.com a ajuda de monitores, o visi-tante poder explorar alguns prin-cpios, como inrcia, transforma-es de energia, propagao dosom, gravitao, formao de ima-gens, entre outros. Esprito SantoRua Jos de Anchieta, s/n Parque Moscoso, Centro Vitria, ES, CEP 29018-270 Tel./Fax (27) 3233-3556www.vitoria.es.gov.br/secretarias/[email protected] Visitaotera a sbado8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos e feriados 14:00h s 18:00hEntrada francaAssociada ABCMC Sudeste59 45. Museu de Biologia Professor Mello LeitoSo 80.000 metros quadrados Integrado ao Instituto do Patri- de pura Mata Atlntica, em plenamnio Histrico e Artstico Nacio- regio onde o menino Augustonal desde 1984, o museu dedica-se Ruschi passeava pelas matas e ob- ao estudo, pesquisa e difuso da servava plantas e insetos. Anos biodiversidade do Esprito Santo, mais tarde, o naturalista capixabapreservao e ao enriquecimento ficaria famoso pelos seus estudos das suas colees cientficas, patri- com colibris habitantes frequen-mnio fsico e cultural, bem como tes da regio.ao desenvolvimento de aes vol-Visitado durante todo o anotadas para a conservao do meio por milhares de turistas e estudan- ambiente. tes, o museu foi criado em 1949 eSeu valioso acervo tem atrado constitui um dos marcos da luta doa ateno de pesquisadores de to- naturalista Ruschi pela preservao do o mundo. De suas colees, des- da natureza. Ao longo de sua vida,tacam-se as de beija-flores (cerca de ele identificou, registrou e catalo-1.700 exemplares), de morcegos gou centenas de espcies de ani-(1.300) e o herbrio (7.000 plan- mais e vegetais e teve destacadotas para estudo). As pesquisas papel na criao de parques e re- cientficas da instituio so divul- servas do estado, na conteno do gadas no Boletim do Museu de desmatamento e no alerta popu-Biologia Mello Leito e em outras lao sobre o impacto ambiental revistas nacionais e estrangeiras. dos grandes projetos industriais. O nome do museu uma homena- gem a seu professor e amigo, o m-Esprito Santo dico e zologo Cndido Firmino de Mello Leito.Av. Jos Ruschi, 4, CentroSanta Teresa, ES, CEP 29650-000Tel. (27) 3259-1182 / 3259-1696 Fax (27) 3259-1182 [email protected] Visitao tera a domingo 8:00h s 17:00h Entrada paga 60CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 46. Ncleo de Cincias O Ncleo de Cincias um pro-O ncleo oferece, s escolas egrama de difuso e popularizaoao pblico em geral, aes e pro-da cincia da Pr-Reitoria de Ex- jetos direcionados melhoria dotenso da Universidade Federal do ensino de cincias, promovendo aEsprito Santo. participao, a criatividade, a ino- Promove e apia atividades e-vao e a cidadania.ducacionais de incluso social que Entre eles, destacam-se: feiraslevam cincia e tecnologia aos mais de cincias, teatro cientfico, mos-diversos segmentos da populao.tras de vdeos, minicursos, exposi-Alm disso, dispensa ateno es-es, oficinas, laboratrio virtualpecial ao pblico jovem e a estu- de cincias e a Experimentoteca,dantes de todas as idades, bem co-que promove a educao cientficamo estabelece parcerias com esco- atravs de prticas experimentais.las do ensino fundamental e mdiodo estado do Esprito Santo.Esprito Santo Universidade Federal do Esprito Santo Campus Universitrio Alaor Queiroz Arajo Av. Fernando Ferrari, 514, GoiabeirasVitria, ES, CEP 29075-910 Tel. (27) 3335-2332 / 3335-7877Fax (27) 3335-2332www.ufes.br/~nucleoc [email protected] a sexta 8:00h s 18:00hAtividades gratuitasAssociado ABCMC Sudeste 61 47. Planetrio de VitriaAs sesses promovidas pelo Os equipamentos disponveis Planetrio de Vitria mostram apermitem mostrar, na cpula de sua beleza do cu, a grandiosidade dosala de projeo, o cu como seria Universo e a aventura do homem visto de qualquer ponto da superf- na sua explorao, sem deixar de cie da Terra e em qualquer tempo lado o conhecimento cientfico.passado, presente ou futuro. Alm Inaugurado em 1995, no campusdisso, possvel representar os mo- da Universidade Federal do Espritovimentos dos planetas, dos satli- Santo, vinculado Secretaria de tes de Jpiter e das estrelas cadentes Educao da Prefeitura de Vitriae apresentar imagens e animaes e ao Centro de Cincias Exatas dade fenmenos astronmicos. universidade. Em conjunto com o Observat-Alm de ser um espao de la-rio Astronmico da universidade, zer, disponibiliza aos visitantes infor- o Planetrio de Vitria desenvolve maes atualizadas sobre o que j se um intenso programa de atividades conhece sobre a cincia do cu e educativas, com cursos, oficinas, pa- os inmeros desafios e mistrios que lestras e exposies. Dentre elas, ele ainda guarda. Dessa forma, di- destaca-se a preparao de estu- funde os conhecimentos e estimuladantes do ensino fundamental e m- a curiosidade, a imaginao e o in-dio para a Olimpada Brasileira de teresse pelo estudo da natureza, Astronomia e Astronutica. servindo tanto para ampliar o co- nhecimento e a viso que o pblico em geral tem sobre o Universo, co- mo para complementar o ensinoEsprito Santo de cincias nas escolas. Campus da Universidade Federal do Esprito SantoAv. Fernando Ferrari, 514, Goiabeiras Vitria, ES, CEP 29075-973 Tel. (27) 3335-2489 Fax (27) [email protected] Visitao escolas segunda a sexta 8:00h s 12:00h e 13:00h s 18:00hpblico em geral sextas 19:00h / sbados 16:00h e 18:00hdomingos e feriados 16:00h, 17:00h e 18:00h Entrada franca 62 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 48. Praa da Cincia Em uma praa de 8.500 me- radas por uma longa distncia; otros quadrados, crianas, jovens,joo-teimoso, um teste de equil-adultos e idosos brincam com e-brio; o prato-giratrio, que apre-quipamentos ldicos e, ao mesmosenta as foras envolvidas no movi-tempo, aprendem conceitos de mento de giro e tem capacidadecincia. So 11 instrumentos inte- para girar seis pessoas que quise-rativos de grandes dimenses, ins- rem sentir tais foras.talados ao ar livre, que possibili- Todos os equipamentos sotam aos visitantes uma vivncia bemmonitorados por pessoas que ex-prxima com os princpios cientficos. plicam os conceitos envolvidos nos Um dos mais visitados o pla-mesmos e convidam o visitante ano inclinado. Descendo por trs ca-test-los. Alm disso, a equipe dobos de ao, colocados em alturas programa ministra oficinas e mini-distintas, o usurio pode aprender cursos para professores, estudantesum pouco sobre algumas leis da e pblico em geral.fsica. Entre as demais atraes, esto:o girotec, que simula ausncia degravidade; o elevador de mo, queexplora o sistema de roldanas; osistema solar em escala; o espelhode som, atravs do qual as pesso-as podem conversar, mesmo sepa-Esprito Santo Av. Amrico Buaiz, s/n, Enseada do Su Vitria, ES, CEP 29020-420 Tel./Fax (27) 3345-0882www.vitoria.es.gov.br/secretarias/educacao/[email protected] tera a sbado e feriados8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h domingos 14:00h s 18:00h Entrada francaAssociada ABCMCSudeste 63 49. Centro de Cincias da Universidade Federal de Juiz de ForaAos ps do Morro do Cristo,Nas exposies temporrias e carto postal do municpio de Juizpermanentes, o visitante pode con- de Fora, foi criado, em 2006, o Cen-tar, caso deseje, com a orientao tro de Cincias da Universidade Fe- de mediadores. deral de Juiz de Fora, com a misso O espao conta, ainda, com sa- de despertar nos visitantes um olharlas de trabalhos manuais, inform- mais curioso, consciente, rigorosotica e audiovisual, alm de biblio- e crtico em relao cincia. teca, oficina mecnica, planetrioQuem visitar o espao, no vai inflvel e jardim sensorial. Esse lti- encontrar respostas prontas paramo proporciona a descoberta e a questes complexas da cincia. Pa-aprendizagem de vrias caracte- ra isso, ter que arregaar as man- rsticas relacionadas diversidade gas e colocar a mo na massa nasqumica, morfolgica e adaptativa atividades prticas de laboratriodos vegetais, por meio da percep- em qumica, fsica e biologia.o pelo tato e olfato.Minas GeraisRua Visconde de Mau, 300, Santa HelenaJuiz de Fora, MG, CEP 36015-260Tel. (32) 3229-7606www.centrodeciencias.ufjf.br [email protected] a sexta 8:00h s 18:00h Entrada franca64 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 50. Centro de Pesquisas PaleontolgicasLlewellyn Ivor Price e Museu dos Dinossauros Llewellyn Ivor Price foi atrado O Centro Price hoje uma re-para Uberaba, em meados dos anosferncia para pesquisadores do1940, quando, por acaso, oper- mundo inteiro. No seu acervo fs-rios encontraram fragmentos s- sil, esto depositadas mais de 1.500seos de um dinossauro prximo peas. Depois de coletadas, so i-estao ferroviria Mangabeira, nadentificadas, preparadas e disponi-regio norte da cidade de Ubera-bilizadas para estudo.ba. O paleontlogo gacho logoJ o Museu dos Dinossauros a-percebeu que havia ali um grandetrai visitantes pela caracterstica di-stio paleontolgico e comeou anmica de sua exposio. Alm dosrealizar escavaes e estudar a fun-tradicionais painis, fotos, gravu-do os achados.ras e textos explicativos, exibe fs- Com o intuito de dar continui- seis de diversos animais da faunadade ao trabalho de Price, que dei- regional e acrescenta, a cada ano,xou a regio em 1974, a prefeiturainformaes atualizadas e exem-de Uberaba iniciou, em 1991, a im-plares fsseis inditos produzidosplantao do Centro de Pesquisa pela equipe cientfica.L. I. Price, no bairro de Peirpolis,nas instalaes da antiga estaoferroviria do vilarejo. O prdio foitotalmente reformado para abrigaros laboratrios, o alojamento dos Fontes:pesquisadores, a administrao ewww.peiropolis.com.brhttp://acd.ufrj.bro Museu dos Dinossauros. Minas Gerais BR 262, Km 784, Peirpolis Uberaba, MG Tel./Fax (34) 3359-0105Visitaosegunda a sexta 8:00h s 17:00hsbados e domingos 8:00h s 18:00hEntrada paga Sudeste65 51. Fundao Zoo-Botnicade Belo HorizonteJardim Botnico, Jardim Zool-J o Parque Ecolgico, inaugu- gico e Parque Ecolgico, tudo issorado em maio de 2004, foi cons- na mesma rea verde. Sob a ge-trudo a partir de um projeto de rncia da Fundao Zoo-Botnica desassoreamento da Lagoa da de Belo Horizonte, os trs am-Pampulha e dividido em cinco bientes oferecem ao visitante lazer reas: esplanada, bosque, centro e melhor conhecimento sobre a de apoio, rea silvestre e proteo natureza que os rodeia. ambiental.Criada em 1991, junto com o Entre outras atividades da fun- Jardim Botnico, a fundao man-dao, destacam-se projetos de tm projetos educativos, cientfi-conservao (Enriquecimento Am- cos e culturais, que visam con- biental, Lobo-guar), flora (Educa- tribuir para a preservao da fauna o para Conservao da Caatinga e da flora e para a formao do Mineira) e educao (O Jardim cidado.Botnico vai Escola), alm deO Jardim Zoolgico possui um atividades diretamente voltadas ao plantel de mais de 200 espcies depblico (Bicho da Hora, Borbole- animais da fauna brasileira e mun-trio), entre outras. dial. Concentra colees, canteiros e estufas temticas de plantas en- dmicas, exticas e ameaadas de extino. Os dois espaos esto lo- calizados em uma rea de Cerrado e Floresta Estacional Semidecdua, sendo uma parte preservada.Minas Gerais Av. Otaclio Negro de Lima, 8.000, PampulhaBelo Horizonte, MG, CEP 31365-450 Tel. (31) 3277-7100 Fax (31) 3277-7258www.pbh.gov.br/zoobotanica [email protected] VisitaoJardim Zoolgico e Jardim Botnico tera a domingo 8:30h s 16:00h Parque Ecolgicopblico geral: sexta a domingo 8:30h s 17:00hescolas (grupos agendados): tera a quinta 8:30h s 17:00h Entrada paga(exceto Parque Ecolgico)66CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 52. Laboratrio de Divulgao Cientfica Associar o conhecimento cien-realizadas no campus da UFMGtfico ao prazer da descoberta ae em outros espaos pblicos, co-proposta da equipe do Laboratrio mo shopping centers, praas, par-de Divulgao Cientfica da Uni-ques e escolas. O laboratrio pro-versidade Federal de Minas Gerais duz, ainda, livros e artigos, publi-(UFMG), em atividade desde 1998.cados em revistas nacionais e O laboratrio pesquisa e de- internacionais, sobre experimentossenvolve experimentos e protti-de baixo custo e novas estratgiaspos de baixo custo, abrangendo te-de divulgao cientfica e ensinomas da fsica, qumica, matemticade cincia.e tecnologia. A ideia usar esseDestaque para o livro Fsicamaterial em atividades ldicas emais que divertida, publicado pelainterdisciplinares, para professoresEditora da UFMG, com cerca dee alunos do ensino fundamental e100 experincias, que foi lanadomdio e para o pblico em geral.na Alemanha, pela Editora Aulis Entre as atividades, esto: ex-Verlag Deubner, e em breve terposies interativas, shows deuma verso em ingls.cincias, oficinas e teatro cientfico,Minas Gerais Av. Antonio Carlos, 6.627 Campus Pampulha, Pampulha,Belo Horizonte, MG, CEP 31270-901 Tel. (31) 3499-5675 / 3499-6604 Fax (31) 3499-5600 www.fisica.ufmg.br/[email protected] a sexta 8:00h s 17:00h Entrada francaAssociado ABCMC Sudeste 67 53. Museu Arqueolgico da Regiode Lagoa Santa LapinhaUma visita ao Museu Arqueo-Os instrumentos primitivos fo- lgico da Lapinha uma viagem ram aprimorados e muitos chega- ao passado histrico da regio. As ram a ter perfeio artstica, assim relquias arqueolgicas reunidas como os objetos cermicos. Exem- no museu so evidncias dos n-plares desses instrumentos e cer- veis diversos de civilizaes quemicas compem o acervo do mu- viveram naquele local. seu, que conta tambm com fsseisA importncia dos stios ar-marinhos, vegetais e de animais da queolgicos de Lagoa Santa se de-regio; coleo de minerais e pe- ve ao achado Homem de Lagoa dras preciosas de vrias cidades, Santa. Estudos comprovam a exis-estados e pases; formaes calc- tncia de homens nessa regio h rias e animais empalhados. mais de 10.000 anos. Eles habita- O museu foi fundado em 1972 vam cavernas, alimentavam-se dae organizado pelo j falecido ar- caa e da pesca. Seus instrumen- quelogo Mihly Bnya, que traba- tos e armas eram feitos de madeira,lhou na regio e a estudou durante osso queimado, conchas, pedras e cerca de 40 anos. cristais de rocha. Posteriormente, abandonaram as cavernas e se Fonte: instalaram pelos vales do rio daswww.lagoasanta.com.br Velhas.Minas GeraisGruta da LapinhaAcesso pelo Km 44 da MG-010 (direo Serra do Cip)Lagoa Santa, MG Tel. (31) 3681-1363 Visitao tera a sexta 9:30h s 16:30h sbados e domingos 9:30h s 17:00h Entrada paga68CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 54. Museu da Loucura Instalado no lendrio Hospital No espao, h tambm umaColnia de Barbacena, o Museu da galeria de arte que oferece opor-Loucura resgata a histria do pri- tunidade para exposies de artis-meiro hospital psiquitrico de Mi- tas da regio e divulgao da grifenas Gerais, criado em 1903, uma sa-Pir Cri, composta por trabalhosga de mais de um sculo de sofri-manuais e de artesanato feitosmento e excluso. Estima-se que alipelos usurios do hospital.morreram cerca de 60 mil pessoas, O Museu da Loucura, inaugu-entre homens e mulheres, vtimas rado em 1996, busca criar um elodo agravo de superlotao, aban- entre a instituio e a sociedade edono e descaso.tem a expectativa de proporcionar Circulando pelas cinco salas do a quebra do estigma contra o por-museu, o visitante se depara com tador de sofrimento mental, des-objetos, documentos, fotografias,pertando reflexes sobre as fron-sons e instrumentos cirrgicos que teiras entre a loucura e a razo.ajudam a compreender melhor oscaminhos e os descaminhos dotratamento psiquitrico estabeleci-do em Minas Gerais no incio dosculo XX. Minas GeraisRua 14 de agosto, s/n, FlorestaBarbacena, MG Tel. (32) [email protected] Visitaodiariamente 8:00h s 12:00h e 13:00h s 17:30h Entrada francaAssociado ABCMCSudeste 69 55. Museu de Artes e OfcioUm lugar de encontro do tra- O museu est instalado na Es- balhador consigo mesmo, com sua tao Central de Belo Horizonte, histria e com o seu tempo. O Mu- por onde transitam milhares de seu de Artes e Ofcio abriga e di-pessoas diariamente. , assim, um funde um acervo representativo do espao coerente com a natureza universo do trabalho, das artes e da coleo, bem prximo ao dos ofcios do Brasil, desde o pe-trabalhador. rodo pr-industrial. So ferramen- Para abrig-lo, foram restaura- tas, utenslios, mquinas e equipa- dos dois prdios antigos tombados mentos que conduzem cada visi-pelo patrimnio pblico. A sua im- tante a uma identificao com o uni-plantao incluiu, ainda, a recupe- verso do trabalho ali referenciado. rao da Praa da Estao, marcoCriado a partir da doao ao inaugural da cidade, que, cada vez patrimnio pblico de mais de mais, se consolida como espao 2.000 peas, pela colecionadora destinado a eventos e manifesta- e empreendedora cultural Angela es culturais. Gutierrez, o museu revela a riqueza da produo popular, os fazeres, os Fonte: ofcios e as artes que deram origem www.mao.org.br a profisses contemporneas.Minas GeraisPraa Rui Barbosa, s/n (Praa da Estao), CentroBelo Horizonte, MG, CEP 30160-000Tel. (31) [email protected] Visitao teras, quintas e sextas 12:00h s 19:00hquartas 12:00h s 21:00hsbados, domingos e feriados 11:00h s 17:00h grupos escolares agendados tera a sexta 9:00h s 12:00h Entrada paga(exceto escolas pblicas e ONGse, aos sbados, pblico em geral)70 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 56. Museu de Cincia e Tcnica da Escola de Minas A histria do Museu de Cin- O complexo composto porcia e Tcnica se confunde com a his- vrios museus e salas dedicadastria da Escola de Minas, criada, em a diversas reas da cincia 1874, pelo Imperador D. Pedro II,eletrotcnica, histria natural, me-com os incentivos de Gorceix, mi-talurgia, minerao, mineralogia,neralogista francs que veio ao Bra- siderurgia, topografia e astrono-sil ministrar as disciplinas de mine-mia , alm de um observatrioralogia e geologia na instituio. astronmico. Quando a Escola de Minas seA instituio possui, ainda, umauniu Escola de Farmcia para criar biblioteca especializada e oferecea Universidade Federal de Ouro visitas monitoradas s exposies,Preto (UFOP), ambas foram transfe- cursos e oficinas, alm de realizarridas para o novo campus univer- eventos com temticas relaciona-sitrio do Morro do Cruzeiro. Na das ao contedo do museu.antiga sede da escola, ficaram ins-talados os museus que formam ho-je o complexo museolgico do Mu- Fonte:seu de Cincia e Tcnica da UFOP. www.museu.em.ufop.brMinas Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Praa Tiradentes, 20, CentroOuro Preto, MG, CEP 35400-000Tel./Fax (31) 3559-3119 / 3559-1597 www.museu.em.ufop.br/[email protected] a domingo 12:00h s 17:00hObservatrio Astronmicosbados 20:00h s 22:00hEntrada paga Associado ABCMC Sudeste 71 57. Museu de Cincias da TerraAlexis DorofeefO Museu de Cincias da pblico e o museu, eles oferecem Terra Alexis Dorofeef foi criado, visitas guiadas, que devem ser em 1993, a partir da coleo de agendadas previamente. minerais e rochas da UniversidadeEntre as atividades desenvol- Federal de Viosa (UFV).vidas no museu, destacam-se osInstalado em uma casa da anti- cursos de extenso para professo- ga vila de professores da universi- res do ensino bsico, minicursos e dade, conta com dois sales para ex-oficinas de capacitao de profissio- posies de longa durao, um es- nais e estudantes e o desenvolvi- pao interativo, uma sala de expo-mento de projetos temticos em sies temporrias e outra de v- escolas. Tambm so realizadas ati- deo, com capacidade para 30 pes-vidades relacionadas a grandes soas. Possui biblioteca, que tam- eventos, como a Semana Nacional bm funciona como videoteca, ede Museus, a Primavera de Museus um amplo quintal. e a Semana Nacional de Cincia eH monitores disposio dosTecnologia. visitantes, no horrio de funciona- mento do museu. Alm de tirar d- vidas e estimular o dilogo entre oMinas GeraisVila Giannetti, casa 31Campus Universitrio UFV Viosa, MG, CEP 36570-000 Tel. (31) 3899-2662 Fax (31) 3899-2648 www.mctad.ufv.br [email protected] a sexta 8:00h s 12:00h e 14:00h s 18:00h (outros dias e horrios com agendamento)Entrada francaAssociado ABCMC72 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 58. Museu de Cincias Morfolgicas Difundir o conhecimento da vdeo, que ajudam na observaoestrutura e do funcionamento do da estrutura organizacional do cor-organismo humano a proposta po humano, em diferentes nveis.do Museu de Cincias Morfolgi-Grande parte das atividadescas, criado em 1989, no mbito de educativo-pedaggicas desen-um projeto de pesquisa do Insti-volvida com base nesse acervo.tuto de Cincias Biolgicas da Uni- Entre elas, destacam-se atividadesversidade Federal de Minas Gerais.ldicas e oficinas para estudantes Em suas exposies, explorade diferentes nveis de escolaridadediferentes formas de abordar a vi-e capacitao de professores deda, procurando reformular concei- cincias.tos sobre sade, qualidade de vi-No quesito incluso social, oda, patrimnio, educao e pre- museu desponta como uma refe-servao. rncia, desenvolvendo diferentes Fazem parte da exposio per-projetos socioeducacionais e demanente: peas anatmicas huma- pesquisa que envolvem o pbliconas, embries e fetos em diferen- infantil, adolescentes e jovens emtes estgios de desenvolvimento;situao de risco social, idosos efotomicrografias de clulas e teci- pessoas com mltiplas deficincias,dos em microscopia de luz e ele-especialmente visuais.trnica; equipamentos de udio eMinas GeraisAv. Antonio Carlos, 6.627, PampulhaBelo Horizonte, MG, CEP 31270-910Tel./Fax. (31) 3409-2776www.icb.ufmg.br/cenex/museumor.htm [email protected] Visitao tera a sexta 8:00h s 12:00h e 13:30h s 17:00hteras 18:30h s 22:00h Entrada paga Associado ABCMC Sudeste 73 59. Museu de Cincias Naturaisda PUC MinasEstimular a formao de uma O jacar-gigante o maior cro- conscincia crtica quanto neces- codilo j encontrado at hoje , rp- sidade de preservao do patrim- teis voadores e o esqueleto de um nio natural, histrico e cultural dodinossauro carnvoro que viveu na Brasil uma das misses do museu,Amrica do Sul so alguns dos per- criado, em 1983, como um espao sonagens que frequentam A era interdisciplinar da Pontifcia Uni- dos rpteis, cujo tema o domnio versidade Catlica de Minas Geraisdesses bichos sobre a Terra. (PUC Minas). Suas exposies, pes- A histria natural de Minas quisas em zoologia, paleontolo- Gerais contemplada nas exposi- gia e biologia da conservao e es Peter Lund: memrias de um atividades educativas e culturais naturalista; Cavernas: espaos sub- procuram atrair o interesse dos terrneos de vida; Arqueologia visitantes para as cincias naturais. pr-histrica mineira; Tatu gigan-O museu abriga um acervo ricote o smbolo do museu e O Cer- de zoologia, uma coleo de pa- rado mineiro sob o olhar de Gui- leontologia com mamferos domares Rosa. A fauna extica Pleistoceno da Amrica do Sul e explorada nas exposies Elefan- colees de vertebrados da faunates, Ourio-cacheiro e Baleias. atual, com anfbios, rpteis, aves e mamferos. Essas peas so as principais atraes das exposies de longa durao.Minas Gerais Av. Dom Jos Gaspar, 290, p. 40Corao EucarsticoBelo Horizonte, MG, CEP 30535-901 Tel. (31) 3319-4152Fax (31) 3319-4983www.pucminas.br/[email protected] Visitao tera a sexta 8:30h s 17:00h quintas 13:00h s 21:00hsbados e feriados 9:30h s 17:00h Entrada paga Associado ABCMC74 CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 60. Museu de Histria Natural e Jardim Botnico da UFMG Cincia, educao, meio am- H tambm espao para expo-biente e arte constituem os pilares sies temporrias e atividades sa-principais da proposta do museu zonais. O projeto 4 Estaes pro-e jardim botnico da Universidade move, a cada estao do ano, dife-Federal de Minas Gerais (UFMG). rentes eventos, que trazem vida e Criado em 1968, o complexo dinamismo ao museu.possui uma rea total de 60 hec- O museu tambm um espaotares, ocupada por Mata Atlntica,de desenvolvimento de pesquisasna qual h trilhas a serem percor-nas reas de botnica, arqueolo-ridas pelos visitantes. Alm da reagia, cartografia, museologia e arteverde, o espao conta com cinco ambiental.exposies permanentes: Mineralo-gia, Arqueologia, Paleontologia, Qu-mica na cabea e Fsica divertida.Minas GeraisRua Gustavo da Silveira, 1.035, Santa InsBelo Horizonte, MG, CEP 31080-010Tel. (31) 3409-7612 / 3409-7611Fax (31) 3409-7613www.mhnjb.ufmg.br [email protected] Visitao tera a sexta 9:00h s 12:00h e 13:00h s 16:00h sbados e domingos 10:00h s 17:00h Entrada paga Associado ABCMC Sudeste 75 61. Museu de Mineralogia Professor Djalma GuimaresO Museu de Mineralogia Prof. soais e de pesquisa do pioneiro Djalma Guimares ocupa trs anda- da geocincia brasileira. O espa- res do prdio Rainha da Sucata, o conta, ainda, com um auditrio, edificao de estilo ps-modernoutilizado para cursos e diversas que compe a paisagem da capi-atividades realizadas no museu, tal mineira.tais como visitas monitoradas eSeu acervo constitudo por exibio de filmes. cerca de 3.000 amostras de mine- O principal objetivo do museu rais, rochas, minrios, gemas, tornar conhecida dos cidados fsseis e meteoritos, sendo 80% de Belo Horizonte a produo mi- deles procedentes de terras mi- neral do estado de Minas Gerais, neiras. Parte do acervo foi herdada destacando sua importncia hist- da exposio existente na antigarica, econmica e cultural no cenrio Feira Permanente de Amostras, mineiro, nacional e internacional. extinta nos anos 1960.As amostras encontram-se organizadas no Salo da Coleo Fonte: Permanente. Na Sala Memorialhttp://portalpbh.pbh.gov.br Djalma Guimares, h objetos pes-Minas GeraisAv. Bias Fortes, 50, Centro Belo Horizonte, MG, CEP 30170-010 Tel. (31) [email protected] Visitaotera a sexta 8:00h s 17:00hsbados 9:00h s 17:00h domingos 10:00h s 17:00h Entrada franca76CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 62. Oi FuturoInaugurado em 2007, o Oi Fu-O Oi Futuro de BH conta, tam-turo de Belo Horizonte possui abm, com o Museu das Teleco-mesma vocao do seu congnere municaes. Nele, os visitantes sono Rio de Janeiro (ver p. 115): serapresentados a cones e testemu-ponto de encontro entre arte,nhos da evoluo das telecomuni-cultura, tecnologia e cidadania. O caes e suas tecnologias, um pro-complexo cultural, localizado no cesso que avana em ritmo acele-prdio da empresa Oi, na capital rado: dos telefones a manivela,mineira, composto de uma srie disco e teclado, que transportavamde espaos.apenas a voz humana, ao aparelhoA Galeria de Arte Contempo-que hoje caminha com o homem.rnea um deles. Em cada expo- O museu possui um programasio, mltiplas possibilidades soeducativo que tem como propostaexploradas, tendo como conceitodesenvolver e implantar uma aocomum a convergncia de lingua-educativa direcionada aos diversosgens. No Multiespao, o pblicotipos de pblico que frequentam omarca encontro com o pensamen- Oi Futuro e o Museu das Teleco-to, nos papos do Oi Cabea, quemunicaes, assim como dar aces-rene, quinzenalmente, perfor- so a novos e diferentes pblicosmances multimdias, oficinas e pa- atravs de programas de sensi-lestras sobre temas contempor-bilizao, integrao e informao.neos. O Teatro Klauss Vianna, porsua vez, o elo de convergnciaentre as diversas expresses ar-tsticas que convivem no centro.Minas GeraisAv. Afonso Pena, 4.001, MangabeirasBelo Horizonte, MG, CEP 30130-008Tel. (31) 3229-3131Fax (31) 3229-7696 www.oifuturo.org.br/museu Visitaotera a domingo 11:00h s 20:00h Museu das Telecomunicaestera a domingo 11:00h s 17:00h Entrada franca Sudeste 77 63. Parque da Cincia de IpatingaLocalizado em um complexoAs principais atividades de- de lazer projetado pelo paisagista senvolvidas no parque so: expo- Roberto Burle Marx, o Parque sies temporrias, substitudas se- Ipanema, o Parque da Cincia demestralmente; Astronomia no Par- Ipatinga , ao mesmo tempo, umaque, que inclui cursos e obser- atrao turstica e um convite pa- vaes telescpicas, no ms de ra a compreenso de fenmenosjunho, para estudantes e o pbli- cientficos. Inaugurado em 2000, co geral; Feira de Cincia Pequeno foi concebido dentro das polticas Inventor, na qual alunos da regio pblicas municipais para a divul-criam equipamentos que ficam ex- gao da cincia e concretizadopostos no parque, e a Semana por um convnio entre a prefei-Nacional de Cincia e Tecnologia. tura e a Universidade Federal deO espao possui, ainda, uma Viosa, por meio da Secretaria Mu- Infoteca, onde so ministradas au- nicipal de Educao, Cultura, Es-las de informtica para alunos e porte e Lazer. professores da rede municipal deParte de seu acervo fica em ensino; a Experimentoteca, um um galpo e, outra parte, ao arlaboratrio de cincias mvel livre. Os visitantes so orientadosemprestado s escolas para enri- por monitores que procuram ex- quecer as aulas de cincias; e plicar, com linguagem acessveluma minibiblioteca, com acervo e de forma ldica, os processosde cunho cientfico destinado a e os conceitos cientficos por trsprofessores. de cada experimento. Os mdulos todos interativos abrangem asMinas Gerais reas da fsica, qumica, biologia, astronomia e matemtica. Av. Burle Max, s/n, Parque IpanemaIpatinga, MG, CEP 35162-011 Tel./Fax (31) 3829-8365www.ipatinga.mg.gov.br(link Parque Ipanema)[email protected] Visitaotera a sexta 8:00h s 17:30h Entrada francaAssociado ABCMC78CENTROS E MUSEUS DE CINCIA DO BRASIL 2009 64. Parque da Cincia de Viosa literalmente um choque visi-O parque conta com salas detar o Parque da Cincia de Viosa! aula, laboratrios, uma cpula comAli, uma das principais atraes um telescpio newtoniano de 18cm uma mquina eletrosttica de de dimetro para observao eWinshurst, que recebe os visitantesum giroscpio humano. Em suadistribuindo choques eltricos.rea externa, trata da temtica am- Desde 1998, mantm expo-biental, atravs de maquete dasio permanente com experimen-bacia hidrogrfica, aqurio e bor-tos interativos que procuram mos-boletrio.trar fenmenos cientficos interes-Alm de receber visitantes,santes, de forma contextualizada serve como espao para a forma-e divertida, para que os visitanteso continuada de professores.descubram e se inspirem. A pro-Com o apoio da Universidade Fe-posta colocar a cabea para fun- deral de Viosa (UFV), pretendecionar, despertando a curiosidadeformar uma rede de museus in-e propiciando experincias bem-terativos de cincia no estado desucedidas de explorao e apro-Minas Gerais.priao do mundo fsico a pessoasde diferentes faixas etrias e grausde formao. Minas GeraisAv. P. H. Rolfs, s/n, Campus UFV Viosa, MG, CEP 36570-000Tel. (31) 3899-2699 / 3899-2499www.ufv.br/crp [email protected] a sexta 8:00h s 12:00he 14:00h s 18:00h Entrada francaAssociado ABCMCSudeste 79 65. CASA DA CINCIA CENTRO CULTURALDE CINCIA E TECNOLOGIA DA UFRJ A cincia uma importanteFoco, a exibio de filmes com interpretao do mundo que nosos mais variados temas propor- cerca e faz parte do contexto cul-ciona instigantes debates. O site tural da humanidade. Sua relaoPoranduba trar a histria da cin- indissocivel com o cotidiano trazcia e das tcnicas no Brasil. A s- questes sobre os riscos e bene-rie de livros Terra Incgnita discu- fcios que envolvem o fazer cien- te divulgao cientfica, a Revista tfico. Conhecer, refletir e interferir Cincia para Poetas rene artigos, no campo da cincia experimen-quadrinhos, entrevistas, saber po- tar e viver plena cidadania.pular e arte, explorando possibili- Perguntas, dvidas e caminhos dades de leitura, e materiais did- a serem descobertos... Nem sem- ticos so produzidos para diver- pre encontramos as respostas, mas sificar o trabalho em sala de aula. importante experimentar, paraUltrapassando seus muros, a errar e acertar, para criar novas Casa da Cincia vai a praas, bares, possibilidades. Com esse desafio, ruas e escolas, em parceria com a Casa da Cincia da UFRJ busca instituies, empresas, ONGs e o dilogo e o debate entre dife-prefeituras, realizando atividades rentes reas do conhecimento, es- como a Semana Nacional de Cincia timulando a curiosidade e o ques- e Tecnologia e Caminhos de Darwin, tionamento do pblico.um roteiro turstico, educacional Um espao onde a troca de e cientfico em cidades do estado experincias se traduz no prazer da do Rio de Janeiro por onde Charles descoberta. Exposies, audiovi-Darwin passou, em 1832, em sua viagem a bordo do Beagle.Rio de Janeiro sual, oficinas, artes cnicas, msica, palestras, seminrios, cursos, pu- blicaes, turismo cientfico... Um encontro entre arte, cincia e cul- tura, construindo uma relao mais estreita entre sociedade e conhecimento cientfico. A srie Cincia para Poetas apresenta palestras que estimulam Rua Lauro Mller, 3, Botafogo o interesse e a imaginao. NoRio de Janeiro, RJ, CEP 22290-160 Cincia por A, linguagem audio- Tel./Fax (21) 2542-7494 visual, produo cientfica, edu-www.casadaciencia.ufrj.br cao e comunicao so algun