Ihm Aula 06 Gestalt 25.03.08 E

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Gestalt: Teoria da forma Gestalt: Categorias conceituais, tcnicas visuais e percepo da forma professor Samuel Ribeiro

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  • 1. PROFESSOR SAMUEL RIBEIRO INTERFACE HOMEM-MQUINA INTERFACE HOMEM-MQUINA

2. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Especialista em Design Digital Escola Superior de Design Digital do Instituto InfnetBach. Em Sistemas de InformaoFIC Analista de Sistemas Contatos: Samuka.IHM@gmail.comComunidade:IHM Profile:samuka ribeiro FEUC Samuel Ribeiro 3. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA - GESTALT

  • Fatores Humanos

4. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt 5. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt 6. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA A palavra(plural Gestalten) um termointraduzveldo idioma alemo para o portugus.O Dicionrio Eletrnico Michaelis apresenta como possibilidades as palavras figura ,forma ,feio ,aparncia ,porte ;estatura ,conformao ;vulto ,s quais ainda se pode acrescentarestruturaeconfigurao .Tambm se pode usar forma total ou forma global . Gestalt Gestalt Gestalt 7. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Mas o que, exatamente, Gestalt ? 8. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt uma teoria - uma escola depensamento , se ficar melhor - que estudacomoosseres humanos percebem as coisas.Ela apregoa que nossa perceponose d por pontos isolados,mas, sim, por uma viso de todo . No vemos partes isoladas, masrelaes .Isto , uma parte na dependncia de outra parte.Para a nossa percepo, que resultado de uma sensao global, as partes so inseparveis do todo e so outra coisa que no elas mesmas, fora desse todo. Gestalt 9. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Todo o processo consciente, toda forma psicologicamente percebida, esta estreitamente relacionada com as foras integradoras do processo fisiolgico cerebral.A hiptese da Gestalt, para explicar a origem dessas foras integradoras, atribuir ao sistema nervoso central um dinamismo autoregulador que, procura de sua prpria estabilidade, tende a organizar as formas em todos coerentes e unificados. Essas organizaes, originrias da estrutura cerebral so, pois, espontneas, no arbitrrias, independentes de nossa vontade e de qualquer aprendizado. Gestalt 10. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Opsiclogo austraco Christian von Ehrenfels (1859-1932) lanou, em 1890, as bases do que viriam, mais tarde, a ser os estudos da Psicologia da Forma (originalmente, Gestaltpsychologie).Sua primeira constatao foi a diviso de duas espciesde qualidades da forma : * Assensveis , prprias do objeto. so as foras externas constitudas pela estimulao da retina atravs da luz proveniente do objeto. * Asformais , prprias da nossa concepo. So as foras internas, foras de organizao que estruturam as formas numa ordem determinada, a partir das condies dadas de estimulao.A Teoria da Gestalt (ou configurao) no incio do sculo XX, foi aprimorada com as idias de psiclogos alemes e austracos, como Max Wertheimer, Christian von Ehrenfels, Felix Krger, Wolfgang Khler e Kurt Koffka. Gestalt Histrico 11. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Estes pesquisadores alemes comearam a estudar as percepes visuais humanas, quer dizer, as relaes entre algo sendo observadoe as sensaes que este algo provoca em que observa, dando origem teoria Gestalt. A Teoria da Gestalt afirma que no se pode ter conhecimento do todo atravs das partes, e sim das partes atravs do todo; que os conjuntos possuem leis prprias e estas regem seus elementos (e no o contrrio, como se pensava antes);e que s atravs da percepo da totalidade que o crebro pode de fato perceber, decodificar e assimilar uma imagem ou um conceito. 12. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Foras que regem a percepo 13. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Foras que regem a percepo 14. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Foras que regem a percepo 15. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA

    • Principios da Gestalt

16. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • A Teoria da Gestalt, em suas anlises estruturais, descobriu certas leis (princpios) que regem a percepo humana das formas, facilitando a compreenso das imagens e idias.
    • Essas leis so nada menos que concluses sobre o comportamento natural do crebro, quando age no processo de percepo. Os elementos constitutivos so agrupados de acordo com as caractersticas que possuem entre si.
    • O fato de o crebro agir em concordncia com os princpios Gestlticos j poderia ser considerado a evidncia fundamental de que a Lei da Pregnncia verdadeira.
    • Principios da Gestalt

17. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • Principios da Unidade

Uma unidade pode ser consubstanciada num nico elemento, que se encerra em si mesmo, ou como parte de um todo.Ainda, numa conceituao mais ampla, pode ser entendida como o conjunto de mais de um elemento, configurando o "todo" propriamente dito, ou seja, o prprio objeto.As unidades formais, que configuram um todo, so percebidas, geralmente, atravs de relaes entre os elementos (ou subunidades) que as constituem.Uma ou mais unidades formais podem ser segregadas ou percebidas dentro de um todo por meio de diversos elementos como: pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros, isolados ou combinados entre si. 18. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • Principios da Segregao

Segregao significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais em um todo compositivo ou em partes deste todo. Naturalmente, pode-se segregar uma ou mais unidades, dependendo da desigualdade dos estmulos produzidos pelo campo visual (em funo das foras de um ou mais tipos de contrastes).A segregao pode se feita por diversos meios tais como: pelos elementos de pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros. 19. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • Principios da Segregao

Capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar oudestacar unidades formais em um todo compositivo ou partes desse todo. 20. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • Principios da Unificao

A unificao da forma consiste na igualdade ou semelhana dos estmulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto.A unificao se verifica quando os fatores de harmonia, equilbrio, ordenao visual e, sobretudo, a coerncia da linguagem ou estilo formal das partes ou do todo esto presentes no objeto ou composio. Importante salientar que, obviamente, a unificao tambm se manifesta em graus de qualidade, ou seja, varia em funo de uma melhor ou pior organizao formal.Nesse caso poder-se- atribuir ndices qualificativos numa dada leitura. Em tempo, dois princpios bsicos concorrem tambm fortemente para a unificao da organizao formal, que so as leis de proximidade e semelhana quando presentes em partes ou no objeto como um todo conforme se ver mais adiante. 21. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt

    • Principios da Unificao

Igualdade ou semelhana de estmulos. A unificao ocorre quando h harmonia, equilbrio, ordenao visual e coerncia. 22. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt SEMELHANA : Ou similaridade, possivelmente a lei mais bvia, que define que os objetos similares tendem a se agrupar.A similaridade pode acontecer na cor dos objetos, na textura, por intensidade, odor, peso, tamanho, forma etc. e se d em igualdade de condies. Estas caractersticas podem ser exploradas quando desejamos criar relaes ou agrupar elementos na composio de uma figura.Por outro lado, o mau uso da similaridade pode dificultar a percepo visual como, por exemplo, o uso de texturas semelhantes em elementos do fundo e em elementos do primeiro plano. O princpio da Semelhana 23. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da Semelhana Eventos semelhantes se agruparo entre si:O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O 24. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da Semelhana Eventos semelhantes se agruparo entre si: 25. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares so percebidos como um conjunto O princpio da Semelhana 26. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares so percebidos como um conjunto O princpio da Semelhana 27. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares so percebidos como um conjunto The "preferences window" of the Opera browser O princpio da Semelhana 28. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt PROXIMIDADE : Os elementos so agrupados de acordo com a distncia a que se encontram uns dos outros. Logicamente, elementos que esto mais perto de outros numa regio tendem a ser percebidos como um grupo, mais do que se estiverem distante de seus similares. O princpio da proximidade basicamente diz que quando vrios itens esto prximos entre si, formam uma unidade visual nica, coesa, e no mais parecero distintos.E mais: esta relao que forma o um sugere que estes elementos so relacionados, de alguma maneira. O princpio da proximidade 29. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da proximidadeElementos prximos so percebidos como um conjunto 30. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da proximidadeElementos prximos so percebidos como um conjunto 31. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da proximidadeElementos prximos so percebidos como um conjunto 32. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da proximidadeElementos prximos so percebidos como um conjunto 33. INTERFACE HOMEM-MQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princpio da proximidadeElemen