IIT/ REDE ARİNİANA Curso Técnico de Curadoria Digital 27...

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IBICT/ REDE CARİNİANA Curso Técnico de Curadoria Digital 27 /11/2014 Bibliografia sobre Ciência Aberta Anaiza C. Gaspar [email protected]

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  • IBICT/ REDE CARNANA

    Curso Tcnico de Curadoria Digital 27 /11/2014

    Bibliografia sobre Cincia Aberta

    Anaiza C. Gaspar [email protected]

  • Guia de Fontes de Informao: Grupos de Pesquisa - Rede Cariniana

    Cincia Aberta - Big Data - Gesto de Dados de Pesquisa - Curadoria Digital

    Literatura comentada, resumos traduzidos, pode ser acessada online, realizado download, de acordo com as leis de copyright de cada publicao.

    http://cariniana.ibict.br/index.php/guia-de-fontes

  • Cincia aberta - Cincia cidad - Cincia transparente

    Cincia aberta um termo guarda-chuva, que envolve mltiplos nveis e escopos de abertura, (ABLAGI; APPEL; MACEL, 2014).

    Valor do dado de pesquisa - dinamismo s atividades de CT&I;

    Maior abertura e participao da sociedade Passaporte digital para pesquisadores - redes de pesquisa e novas plataformas de servios - alunos, cientistas, professores, cidados acessando recursos cientficos de alta qualidade.

  • (data-intensive), e-Science (GRAY, 2007; BELL; HEY; SZALAY, 2009).

    e-Science - John Taylor , 2001 cincia crescentemente desenvolvida por meio de colaboraes globalmente distribudas viabilizadas pela Internet, usando grandes colees de dados, recursos computacionais em escala tera e visualizao de alto desempenho

  • Relao entre poltica cientfica e opinio pblica (IRWIN, 2001)

    Reino Unido - crise da vaca louca e alimentos geneticamente modificados -

    Consulta Pblica sobre construo social da cincia - evoluo das Biocincias - ir alm da mera sloganizao da cincia e da democracia.

    http://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfc.

    http://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfchttp://pus.sagepub.com/content/10/1/1.short?rss=1&ssource=mfc

  • E-Science resgata pesquisadores do dilvio de dados ( Hey e Trefethen , 2003)

    " e- Science" - ideia subjacente ao dilvio iminente de dados cientficos nova gerao de experimentos, simulaes, sensores e satlites - motores de busca e ferramentas de software de minerao de dados, grande nmero de anotaes - metadados de provenincia, de contedos, mtodos e processo de coleta de coleta dos dados, condies operacionais de manipulao e assim por diante.

    http://eprints.soton.ac.uk/257648/1/The_Data_Deluge.pdf.

    http://eprints.soton.ac.uk/257648/1/The_Data_Deluge.pdf

  • eScience (Sales; Sayo, 2012) DOI:10.5007/1518 - 2924.2012v17nesp2p118.

    Uso intensivo de computadores, tecnologias de rede, instrumentao avanada e simulao na pesquisa cientfica proporciona o surgimento de uma cincia inteiramente baseada nos fluxos de dados e de conjunto de objetos digitais armazenados em repositrios distribudos globalmente.

    https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p118https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p118https://periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p118

  • Dados Cientficos (Research Data) criados /usados na pesquisa

    Dados para processamento cientfico: dados atmosfricos - previso meteorolgica; dados de sensores - monitorao.

    Dados resultados do processamento automtico de objetos - histogramas de cor / fotos imagens.

    Dados-objeto da pesquisa cientifica,contribuies de redes sociais - estudos sociolgicos (RODRIGUES & SARAIVA, 2010).

  • Dados abertos da pesquisa cientfica

    (... )aqueles que esto disponveis gratuitamente na internet pblica, permitindo a qualquer usurio baixar, copiar, analisar, reprocessar, fazer a captura por software ou utiliz-los para qualquer outra finalidade, sem outras barreiras financeiras, legais ou tcnicas alm daquelas que dizem respeito prpria internet. http://pantonprinciples.org Extrato de Panton Principles: Principles for Open Data in Science.

    http://pantonprinciples.org/

  • Nivel macro das polticas pblicas

    Novas oportunidades de pesquisa so exercidas sobre os conjuntos de dados existentes, incluindo os produtos da chamada pequena cincia, gerando novas descobertas, sem passar pelo processo de coleta de novos dados, caro e dispendioso em recursos e tempo (National Science Board, 2005).

    http://www.nsf.gov/pubs/2005/nsb0540/

  • Neelie Kroes, Agenda Digital da Comisso Europeia (Roma, 2012):

    A Unio Europeia lidera o movimento do Acesso

    Livre que continuar no programa Horizonte 2020, comeando em 2014 com o e- infraestrutura, (...) sistemas de helpdesk regulares e interfaces web para tornar as redes de repositrios mais amigveis e transparentes e incluir servios avanados de busca, vincular publicaes a dados experimentais, processar e visualizar dados digitais, aplicativos de armazenamento e preservao de longo prazo.

    http://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdf

    http://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdfhttp://cordis.europa.eu/fp7/ict/e-infrastructure/docs/allea-declaration-1.pdf

  • polticas pblicas e regulamentos internacionais

    "Dados abertos da pesquisa cientfica devem ser facilmente detectveis, acessveis, avaliveis, inteligveis, teis, e sempre que possvel interoperveis com padres de qualidade especficos."

    Declarao de Ministros de Cincia do G8 em 12 de junho de 2013 https://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statement.

    https://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statementhttps://www.gov.uk/government/news/g8-science-ministers-statement

  • G8+O6

    Australia, Brazil, Canada, China, France, Germany, India, Italy, Japan, Mexico, Russia, South Africa, United Kingdom, United States.

    RDA Aliana para Dados de Pesquisa padres e diretrizes para infraestrutura global de dados de grandes projetos nacionais.

    Mecanismo de financiamento pesquisa estratgica - provedores de servios e infraestruturas de rede - pesquisadores e suas organizaes.

    ).

    https://europe.rd-alliance.org/Pages/Home.aspxhttps://europe.rd-alliance.org/Pages/Home.aspxhttps://europe.rd-alliance.org/Pages/Home.aspx

  • EUA -Escritrio de Poltica Cientfica e Tecnolgica da Casa Branca (2013)

    memorando enviado s principais agncias de fomento estabelecendo o acesso aberto a resultados de pesquisa financiada com recursos pblico, incluindo a oferta dos dados primrios em repositrios, salvo restries de confidencialidade e privacidade pessoal.

  • iCORDI Colaborao internacional de infraestrutura de dados de pesquisa

    Frum para convergncia de infraestruturas de dados globais emergentes (experts em polticas de gesto de dados).

    Plataforma de coordenao UE-EUA para interoperabilidade das infraestruturas de dados cientficos nos dois continentes.

  • EUDAT Infraestrura Europeia de Servios de Dados (1)

    Servios com recursos de armazenamento compartilhados, distribudos por 15 pases europeus - de uso geral e repositrios de dados especficos da comunidade cientifica.

    Infraestrutura de dados para mltiplos usurios: comunidades de pesquisa e indivduos.

    Solues para encontrar, compartilhar, armazenar, replicar, dados da pesquisa primria e secundria.

    http://www.eudat.eu/services

  • Eudat Servios (2)

    B2DROP identificao do dado, armazenamento e sicronizao com grandes arquivos de dados mltiplos usurios

    B2SHARE armazena e compartilha dados de pesquisa em pequena escala de diversos contextos - comunidade cientfica e cidados.

    http://www.eudat.eu/system/files/B2Services-presentation_0.pdf

  • Eudat Servios (2)

    B2SAFE servio de gerenciamento de dados de vrios domnios administrativos, abrigando repositrios departamentais com polticas definidas pela comunidade sobre seus dados de pesquisa.

    B2STAGE - servio de transferncia de conjuntos de dados de pesquisa entre os recursos de armazenamento e EUDAT (HPC) espaos de trabalho de computao de alto desempenho

  • OpenAIRE - Poltica de Open Access na Europa

    Projeto piloto (3 anos) da Comisso Europeia: infraestrutura para pesquisadores, helpdesk, rede distribuda em 27 pases.

    Comunidades temticas: requisitos, prticas, incentivos, fluxos de trabalho, modelos de dados e tecnologias para depsito, acesso e manipulao de conjuntos de dados de pesquisa em combinao com publicaes cientfica.

    http://openaccess.sdum.uminho.pt/?page_id=8

  • Cincia aberta / transparente: objetivo de longo prazo

    As prticas contemporneas de "e-science" so coerentes com o ideal da "cincia aberta?

    Normas e prticas de abertura so vitais para o trabalho das comunidades cientficas modernas, mas h restries tcnicas e institucionais.

    Diferenas conceituais entre e-science e cincia aberta: presuno indevida de que a e-science promove a colaborao cientfica aberta global.

    (SCHROEDER, R.; DAVID, P. A.; DEN BESTEN, M. L. 2008) pdf.

    http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.1317390

  • Dados primrios

    Massa de dados brutos e informaes primrias que, uma vez analisada e interpretada, serve de base para as concluses do artigo cientfico.

    Em vez de comear do zero o pesquisador pode reusar dados produzidos por outros para validar dados ou chegar a novas concluses com os dados citados, isto , abordando novos pontos de vista.

  • Reutilizao (I)

    A primeira forma pode ser vagamente definida como "referncia". Inclui casos em que os pesquisadores usam os resultados existentes como contexto vital para os dados por eles prprios coletados ou gerados, seja para ajudar a anlise ou para assegurar a qualidade do seu prprio trabalho.

    Em outros casos, os pesquisadores podem reanalisar os dados existentes para testar a replicabilidade de certos resultados - uma pedra fundamental de garantia de qualidade em pesquisa.

  • Reutilizao (II)

    Na segunda forma os pesquisadores podem realizar novas anlises sobre os dados existentes para realizar a sua prpria pesquisa original. Os dados podem ser agregados para criar novos e enormes conjuntos de dados, que podem ento ser analisados para novas ideias usando tcnicas computacionais atravs de uma rede associada e distribuda.

  • Programa FAPESP, 2014 - Pesquisa em eScience,

    Organizar, classificar e garantir acesso ao gigantesco volume de dados gerados continuamente em todos os campos de pesquisa, a fim de extrair novos conhecimentos e fazer anlises abrangentes e originais.

    Requisitos para financiamento: pesquisa em computao com outras reas do conhecimento que contribua para criao de metodologias e modelos de repositrios de dados

  • Cincia transparente

    Maro/2014, as sete revistas cientficas PLoS (Public Library of Science) Biblioteca Pblica de Cincias - condicionaram a aceitao de novos artigos divulgao pelos autores, em repositrios pblicos, dos dados de pesquisa

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/

  • Theodora Bloom - PLoS Biology, PLoS Computational Biology e PLoS Genetics

    Nosso ponto de vista simples. Garantir o acesso aos dados subjacentes deve ser parte intrnseca do processo de publicao cientfica

    30 mil artigos publicados em 2013; criadas ao longo da dcada de 2000; modelo inovador: artigos online, acesso aberto; corpo de revisores de primeira linha - alcanaram um fator de impacto comparvel aos de publicaes tradicionais.

  • PLoS Medicine Fator de impacto de 15,2 em 2012

    Em mdia, cada um de seus artigos publicados entre 2010 e 2011 teve 15,2 citaes em peridicos indexados em 2012.

    Nature Medicine - fator de impacto de 24,3.

    A PLoS - referncia internacional dissemina a ideia do depsito dos dados e cria uma demanda adicional para repositrios e modelos ( Abel Packer)

  • Desafios

    Apontar em que banco ou repositrio esto os dados primrios (os arquivos do prprio pesquisador no vale) onde revisores do artigo ou outros pesquisadores precisem avali-los.

    Dados primrios abastecem tabelas e anlises estatsticas publicadas no artigo e so indispensveis para que outros pesquisadores consigam reproduzir os mesmos achados.

    Dados protegidos por razes de segurana ou de privacidade no esto includos na exigncia.

  • Reproduo de experimentos

    O compartilhamento de dados exige conhecer a origem e entender como foram produzidos, associando aos resultados os mtodos, algoritmos ou tcnicas adotadas, e ainda ter acesso ao software necessrio para process-los, o que torna o processo bastante complexo. Sem isso, pode no ser possvel reproduzir o experimento original ou reutilizar o dado em outra pesquisa

  • Princpio da reprodutibilidade das pesquisas

    o dnamo mais importante para a criao dos repositrios de dados de pesquisa. Uma quantidade no desprezvel de descobertas cientficas acaba no sendo confirmada aps sua publicao, por problemas que incluem erros e fraudes, mas que tambm se estendem a falsos resultados positivos ou negativos obtidos de boa f.

  • Pesadelo das empresas farmacuticas e de biotecnologia

    O problema assombra pesquisadores e revistas cientficas, obrigados a cancelar publicao de trabalhos cujos resultados soavam promissores.

    Pesquisadores de uma empresa de biotecnologia, a Amgen, constataram que era possvel reproduzir apenas seis entre 53 estudos considerados marcos na pesquisa do cncer (The Economist).

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/

  • Aes de preservao

    Devem ser includas juntamente com as aes de registro dos dados de pesquisa em repositrios. Preservao de dados trata das atuais estratgias globais realizadas em colaborao com os proprietrios de dados e prestadores de servios, entidades e instituies que tm o objetivo de garantir a preservao de dados e conhecimentos em longo prazo.

  • Dados primrios no esto disponveis ao longo do tempo

    Artigo da revista Current Biology: as informaes que servem de base a artigos cientficos vo se perdendo ao longo do tempo.

    516 artigos da rea de ecologia publicados entre 1991 e 2011 os artigos publicados nos dois anos anteriores estavam acessveis, mas os publicados anteriormente caam a uma taxa de 17% ao ano.

    Cedo ou tarde, o software vai ficar obsoleto. A mdia de armazenamento aparece no mercado e em seguida desaparece.

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/.

    http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/http://revistapesquisa.fapesp.br/2014/04/24/ciencia-transparente/

  • Fim da 1a Parte