Impresso Imobiliário nº 76

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    07-Apr-2016
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  • CRONICA2 ANO VII | 2014 | N 76

    Jos Humberto Pitombeira M. E - Rua Manoel Ach, 697 - sala 02 - Ribeiro Preto - SP - Jardim Iraj - [email protected] - Tel.: (16) 3043-6118Edio e Redao: Jos Pitombeira - Joo Pitombeira | Jornalista responsvel: Joo Pitombeira MTB: 71.069/SP | Arte Final: Ney Tosca (16) 3019-2115Tiragem: 10.000 exemplares | Distribuio gratuita | Impresso: Grfica Spao (16) 3969-2904 - Sempre causando uma tima impresso

    DEL LAMA CONTABILIDADE

    Rua Amrico Brasiliense, 1318 - 3632-8434

    EXPEDIENTE - IMPRESSO IMOBILIRIO

    O dito popular afirma que cunhadono parente. Porm, ex cunhados

    podem ter uma relao to ou mais ci-vilizada que a que vivenciaram outrora,quando ningum confessava o roubo daltima cerveja ou se desculpava pelo xixina tampa da privada.

    mais ou menos o meu caso.Dia 15 de novembro de 2014, data

    festiva da Republica Nacional, fomosresolver um probleminha corriqueiro nosarredores do bairro.

    Voltando para a casa da exesposa,comentvamos a falta de conscincia/inteligncia dos engenheiros respons-veis pela ciclovia recentemente instala-da naquele bairro.

    Descendo do carro, ele, como bome velho gacho, continuou seu comen-trio enquanto eu descia do carro e tra-tava de amarrar o cadaro do p direitode meu tnis.

    Abaixado, ainda ouvia murmrios desua voz, quando ao meu lado encostauma motocicleta.

    - O relgio! O celular! A carteira! Vai,vai! Rpido!!!!

    Ah, entendi! Assalto!Como ficamos lentos nestas horas...

    Inda mais se for num dia ensolarado deum sbado, ao meio dia!

    O meliante que abordara o ex cunha-do logo chegou at mim e a vi que tudoera real. Este vinha com uma arma queme fez perceber prontamente da serie-dade do evento.

    Tudo no durou mais que dois mi-nutos. Ou menos...

    Se foram to velozmente quantochegaram.

    Depois de perder boa parte do diacancelando cartes bancrios, boletinsde ocorrncia, conversinhas com a po-lcia local e outras bobagens mais, mesobrou um tempo para devanear comestas variaes sobre o fato.

    a) - O relgio! O celular! A carteira!Vai, vai! Rpido!!!!

    - Calma! T tudo bem! Qual celular?

    - Como qual?- Filho, tenho quatro. Cada um de

    uma operadora.- Como assim?- Um o que eu uso pra trabalho, o

    outro pra minha famlia, o outro spra joguinho. que deu pau em um ea...

    - Vai logo Tio!- Ento...- E o quarto?- Amante! Ela t noiva! No posso

    dar bandeira...- Porra Tio, usa os chip porra!!! Pode

    dividir em dois celular vi!- Sabe que no tinha pensado nisso...

    essa sua gerao sabe da arte!- Bra mano, que t

    um calor do cari!!!Esse capacete me fode!

    - Ops! Desculpa a! Saem acelerados

    em desabalada carrei-ra.

    - Poxa, como nopensei nisso antes?Dois chips pra cadacelular...

    b) - O relgio! O celular! A carteira!Vai, vai! Rpido!!!!

    - Calma! T tudo bem!- E no olha pra mim! No olha pra

    mim!- Tudo bem!- No, pera a... t te reconhecendo

    vi!- H?- Cari! C no o tiozinho dos bu-

    neco mano?- Como?- sim! C o cara dos buneco que

    feiz o tiatro na minha iscola mano!- ...- A Maicol, o tiozinho dos buneco!

    Aquele l da escola das gaiola!!!Chega o outro com o revolver:- Cari para! mesmo o cara!- Into, no que !!! Os buneco d

    hora!!!

    - Tiozo, ns pirnquele tiatro vi! Cfiz tudo os persona-ge sozinho, num foino?

    - Fo-foi!- Into, num falei

    Kleberson, o cara fera!

    - Fizmo uns deze-nho da hora e monta-mo at uma uma

    pea na classe! A fessora que ajud!- Legal, e...- A Tiozo, foi mal, d o relgio. Vai

    fic pra mim! O Kleylson nem vai acre-dit!!!

    - Vamo v essas parte mano! ValeuTiozo!

    c) - O relgio! O celular! A carteira!Vai, vai! Rpido!!!!

    - Calma! T tudo bem!- Calma o caralho!!! D logo!Enquanto retiro o relgio, o mesmo

    cai no cho.Me abaixo para peg-lo.Um sujeito surge e, no nvel do cho

    vejo uma arma. Calibre 38, provavel-mente. Prateado e com colorao des-cascada.

    Noto que o dedo dele no est no

    gatilho.A partir da tudo pareceu acontecer

    em cmera lenta.Sem nem mesmo saber como, me

    levanto e meu p direito atinge commuita fora o brao armado.

    Ouo um estalo seco, como de umgalho de rvore quebrando.

    A arma rodopia no cho. Eu a pego.O individuo na motocicleta acelera efoge.

    No cho, o outro grita lancinante-mente.

    Segura com uma das mos o outrobrao, pendente, ossos mostra, san-gue jorrando...

    Por entre a viseira do capacete, vis-lumbrei seus olhos marejados e atni-tos.

    Foi neles, naqueles olhos desespera-dos que descarreguei os tiros de minhaindignao e medo.

    Voltando ao que a vida real nos d:

    a) - Comprar na feira livre: condi-mentos pra salada, tomates, laranjas,peixe fresco... e um relgio!

    b) - Algum se lembra exatamenteo que leva na carteira?

    Jeff Gennaro

    Estudo de variaes sobre o mesmo tema

    Abaixado, ainda ouviamurmrios de sua

    voz, quando ao meulado encosta uma

    motocicleta.- O relgio! O celular!

    A carteira! Vai,vai! Rpido!!!!

  • (16) 3043-6118 - 99157-1252 3

  • FALA DONA ADELAIDE4 ANO VII | 2014 | N 76Caros leitores,Desde nosso primeiro exemplar,

    h 07 anos, vimos recebendo emnosso e-mail os comentrios e par-ticipaes de Dona Adelaide.

    Algumas vezes, vrios na mes-ma edio.

    Dada sua ateno ao nosso tra-balho, sua perspiccia, lucidez ehumor sobre os mais variados as-suntos, decidimos publicar suasopinies, mas no sem antes sabermais sobre esta nossa longeva e ge-nerosa leitora.

    Dona Adelaide nasceu em 1915.Creiam, aos 99 anos, dita ao seu bis-neto suas mensagens e exige que omesmo nos mande exatamente oque ditou.

    Quando indignada, costuma pra-guejar e soltar alguns improprios.Deixamos bem claro que suas opi-nies nem sempre coadunam comnossa linha editorial.

    Porm, em respeito aos nossosleitores e a liberdade de expresso,publicamos na integra suas opinies.

    Fala Dona

    Adelaide!

    Mio bisneto veio onte me diz quet triste, t cansado.

    Nim lembro o nome dele, mais me

    Escreva-nos com sua opinio sobreas posies de Dona Adelaide,

    seja tambm nosso colaborador.Nosso endereo para este espao:[email protected]

    disse que tem 30 ani.Te juro que tem vis que nem que-

    ro fal pra num passa raiva. Mais des-pois pensei: Trinta ani e j desistiu...

    Em mio tempo, trinta ani era horade entreg a alma a Dio.

    Tudo mundo j tinha tido filho,passado por guerra, comido o po quio dibo amass!Hoje, se tem o can-sao do resto dostempo!

    Parece que elescarregaro o mundonas costa!

    Notro dia, tavachateada eu.

    Nim a novela da tarde me fazia fe-liz. Tinha visto das primeira vez e lem-brava cumo terminava... Perdeu a gra-a.

    Into, a moa que me cuida, pove-rela, como amo ela...

    Into, ela fal que o cachorro nos-so, que chama Gato, tava com dor debarriga! Nunca intendi porque o ca-chorro chama Gato!

    V bene... bo, diz que o cachorroGato tava com lumbriga!

    Eu disse, d pra ele a erva cidrera!Mas no tinha. A ela me lev no

    quintal e nis plantamo uma mudaque ela compro na fra! Dmo pra elee ele sar!

    Fiquei feliz de plant a erva e defaz o Gato feliz!

    Ai, se tudo o que nis sofre s ti-nha que ter a erva pra cuid...

    Era s plant e esper um pouqui-nho pra resorv...

    Ma non assim que se faiz a vida.A vida se faiz de faz a vida!

    Acho que t cansada dela. Cosamia.

    Ma esse stronzome vem chor as pi-tanga:

    Bisa, t cansado diistud! T cansado ditrabai! M me cume-o ont !!!

    Tem casa, comida,rpa lavada!

    Pega dinhro imprestado com a fa-mlia intra, at da empregada!

    Ma non assim que sefaiz a vida. A vida sefaiz de faz a vida!

    Acho que t cansadadela. Cosa mia.

    E pensa que ele paga??? Um cazzo!!!Ainda se faiz de cego pra num ir praguerra!

    Falei com a av dele e a nirguminadisse que ele ainda um dolecenti!!!

    Ma qu dolecenti??? Cum trintaniio j era quase av!!! Farabuto!!

    Vai peg numa enxada!Bo... Daqui a poco j natal.Vamo fica em paiz!Benedeto Dio.Baci per tutti!Escreveu o que eu mandei? Ento,

    manda.

  • (16) 3043-6118 - 99157-1252 5

  • DIRIO DA CONSTRUO6 ANO VII | 2014 | N 76

    Cobrir uma varanda, gazebo ou ojardim de inverno com um teto

    translcido mantm a sensao de in-terao com o exterior, ao mesmotempo que protege o local de intem-pries.

    Somar transparncia e luminosida-de sem prejudicar o conforto trmicorequer um projeto que especifique aopo adequada a circuntncia. Du-rante a maior parte do dia, a cobertu-ra fica exposta radi-ao solar - compos-ta de 1 a 5% de raiosultravioleta (UV), de41 a 45% de luz vis-vel e de 52 a 60% deinfravermelho (IV). Oultravioleta no re-presenta calor nemluz, mas deve ser evi-tado porque degrada ealtera a cor dos ma-teriais. A luz visvelgarante claridade natural, porm seuexcesso pode cansar. J o raio infra-vermelho uma fonte de calor no cap-tada pelo olho humano. Quando es-colhida corretametne, a cobertura con-segue controlar as trs radiaes con-forme a necessidade do ambiente e daregio. Um parmetro que ajuda a ava-liar tecnicamente os materiais est ocoeficiente de sombreamento, ndiceque varia de zero (sombra) e um (sol),indicando quo sombreado e fresco fi-car o local protegido.

    O policabornato e o vidro lamina-

    do, ambos com tratamento refletivoou de reteno de infravermelho, soas solues com os melhores desem-penho trmico e controle da luz paraesse uso. Leve, o policarbonato aceitaestrutura delgada (mais barata), teminstalao simples e por ser curvadoa frio na prpria obra. Ultraresistentea impactos (at 250 vezes mais do queo vidro laminado), ele no propagachamas e autoextinguvel. Consegue

    suportar temperaturamxima de 120 Csem estragar. Emcontrapartida, o vidrolaminado, compostode duas chapas uni-das p