Influências espirituais negativas!

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Apresentao do PowerPoint

Influncias Espirituais Negativas Leonardo Pereira

A influncia que os Espritos exercem sobre os nossos pensamentos e aes no dia-a-dia muito maior do que ns imaginamos, porquanto em muitas vezes so eles que nos dirigem. 1

Influem os espritos em nossas vidas e atos.

A influncia que os Espritos exercem sobre os nossos pensamentos e aes no dia-a-dia muito maior do que ns imaginamos, porquanto em muitas vezes so eles que nos dirigem. Essa influncia pode ser boa ou m, oculta ou ostensiva, fugaz ou duradoura, mas, em qualquer situao, ela s se concretiza por meio da sintonia que se estabelece entre os indivduos.

Mais que imaginais , de ordinrio so eles que vos dirigem. AK

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Meio scio/cultural Espiritual Bagagemreencarnatria

Uma forma de distinguir os nossos pensamentos dos que nos so sugeridos compreender que, normalmente, nosso o primeiro pensamento que nos ocorre. Mas, o mais importante saber que, independentemente de sugestes ou no, a responsabilidade pelos atos nossa, cabendo-nos o mrito pelo bem que da resultar ou o demrito se a ao for negativa.

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Por que no percebemos?

Allan Kardec explica: Se fosse til pudssemos claramente distinguir nossos prprios pensamentos daqueles que nos so sugeridos, Deus nos teria dado o meio, assim como nos d o de distinguir entre o dia e a noite. Quando algo fica impreciso, que assim convm ao nosso benefcio (O Livro dos Espritos, nota questo 462).4

OBSESSO

Domnio que alguns Espritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca praticado seno pelos Espritos inferiores, que procuram dominar.Allan Kardec LM, cap. 23

Vrias so as gradaes :

Encarnado para encarnadoDesencarnado para desencarnadoEncarnado para desencarnadoDesencarnado para encarnadoObsesso reciproca

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O QUE DA MARGEM A OBSESSO ?

Obsesso e desobsesso Suely Caldas Schubert

O que d azo a obsesso? 6

A causa de todas as obsesses a imperfeio moral, do mesmo modo que as doenas resultam das imperfeies fsicas, que tornam o corpo acessvel s influncias perniciosas exteriores,

a obsesso sempre o resultado de uma imperfeio moral, que d acesso a um Esprito mau.

Kardec, no captulo XXVIII de O Evangelho segundo o Espiritismo

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O problema da obsesso, sob qualquer aspectoconsiderado, tambm problema do prprio obsidiado.

Manoel P. de Miranda Nos Bastidores da Obsesso

Pensamento e vida Emmanuel / Chico Xavier - Obsesso

Observando-se a mediunidade como sintonia, a obsesso oequilbrio de foras inferiores, retratando-se entre si.

No h, por isto, obsesso unilateral. Toda ocorrncia destaespcie se nutre base de intercmbio mais ou menos completo.Quanto mais sustentadas as imagens inferiores de um Espritopara outro, em regime de permuta constante, mais profundo opoder da obsesso, de vez que se afastam da justa realidade para ocircuito de sombra em que entregam a mtuo fascnio.

Toda obsesso comea pelo debuxo vago do pensamento alheioque nos visita, oculto.Hoje um pingo de sombra, amanh linha firme, para, depois,fazer-se um painel vigoroso, do qual assimilamos apelosinfelizes que nos aprisionam em turbilhes de trevas.8

DesejoHbito Vcio

mais fcil explicar sua origem e como se manifesta do que conceituar o que . H vrias respostas, talvez mais de uma correta. A maioria est ligada ao que nos movimenta e d vida.

Propsitos e aspiraes Emmanuel Pensamento e vida .

Hbito uma esteira de reflexes mentais acumulados, causando constante induo a rotina. Emmanuel = Pensamento e vida

Vcio = Sob qualquer aspecto considerado, o vcio - esse condicionamento pernicioso que se impe como uma "segunda natureza" constritora e voraz - deve ser combatido sem trgua desde quando e onde se aloje.Classificado pela leviandade de muitos de seus medos como de pequeno e grande porte, surge com feio de "hbito social" e se instala em currculo de longo tempo, que termina por deteriorar as reservas morais, anestesiando a razo e ressuscitando com vigor os instintos primevos de que se deve o homem libertar.(Do livro Aps a Tempestade, psicografado por Divaldo Pereira Franco - Editora LEAL)9

Vontade:Desejo Inteligncia Memria Imaginao

Uma forma de distinguir os nossos pensamentos dos que nos so sugeridos compreender que, normalmente, nosso o primeiro pensamento que nos ocorre. Mas, o mais importante saber que, independentemente de sugestes ou no, a responsabilidade pelos atos nossa, cabendo-nos o mrito pelo bem que da resultar ou o demrito se a ao for negativa.

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Superconsciente = meta ou ideal ( aspiraes , projetos).

Consciente o presente ( hoje e agora )

Subconsciente o passado ( experincias boa s ou ruins )11

Projetar o bem na fase infantil para contrapor a balana da personalidade nova e a bagagem antiga.

ID = criana interior

Ego o eu atual

Superego - o fiscal e crtico ( responsvel pela culpa).

Instintos primrios 12

Desejo:Sim, aprendemos nas escolas de vingadores que todos possumos, alm dos desejos imediatistas comuns, em qualquer fase da vida, um desejo-central ou tema bsico dos interesses mais ntimos. Andr Luiz, no livro Ao e Reao, explica como se d esse processo, atravs das palavras do Esprito Leonel, um obsessor:

Desse modo, fcil conhecer a natureza de qualquer pessoa, em qualquer plano, atravs das ocupaes e posies em que prefira viver. Assim que a crueldade o reflexo do criminoso, a cobia o reflexo do usurrio, a maledicncia o reflexo do caluniador, o escrnio o reflexo do ironista e a irritao o reflexo do desequilibrado, tanto quanto a elevao moral o reflexo do santo... Conhecido o reflexo da criatura que nos propomos retificar ou punir , assim, muito fcil superaliment-la com excitaes constantes, robustecendo-lhe os impulsos e os quadros j existentes na imaginao e criando outros que se lhes superponham, nutrindo-lhe, dessa forma, a fixao mental. Com esse objetivo, basta alguma diligncia para situar, no convvio da criatura malfazeja que precisamos corrigir, entidades outras que se lhe adaptem ao modo de sentir e de ser, quando no possamos por ns mesmos, falta de tempo, criar as telas que desejemos, com vistas aos fins visados, por intermdio da determinao hipntica. Atravs de semelhantes processos, criamos e mantemos facilmente o delrio psquico ou a obsesso, que no passa de um estado anormal da mente, subjugada pelo excesso de suas prprias criaes a pressionarem o campo sensorial, infinitamente acrescidas de influncia direta ou indireta de outras mentes desencarnadas ou no, atradas por seu prprio reflexo. E, sorrindo, o inteligente perseguidor disse, sarcstico: Cada um tentado exteriormente pela tentao que alimenta em si prprio.13

Por isso, alm dos pensamentos vulgares que nos aprisionam a experincia rotineira, emitimos com mais frequncia os pensamentos que nascem do desejo-central que nos caracteriza, pensamentos esses que passam a constituir o reflexo dominante de nossa personalidade. Andr Luiz, no livro Ao e Reao, explica como se d esse processo, atravs das palavras do Esprito Leonel, um obsessor:

Desse modo, fcil conhecer a natureza de qualquer pessoa, em qualquer plano, atravs das ocupaes e posies em que prefira viver. Assim que a crueldade o reflexo do criminoso, a cobia o reflexo do usurrio, a maledicncia o reflexo do caluniador, o escrnio o reflexo do ironista e a irritao o reflexo do desequilibrado, tanto quanto a elevao moral o reflexo do santo... Conhecido o reflexo da criatura que nos propomos retificar ou punir , assim, muito fcil superaliment-la com excitaes constantes, robustecendo-lhe os impulsos e os quadros j existentes na imaginao e criando outros que se lhes superponham, nutrindo-lhe, dessa forma, a fixao mental. Com esse objetivo, basta alguma diligncia para situar, no convvio da criatura malfazeja que precisamos corrigir, entidades outras que se lhe adaptem ao modo de sentir e de ser, quando no possamos por ns mesmos, falta de tempo, criar as telas que desejemos, com vistas aos fins visados, por intermdio da determinao hipntica. Atravs de semelhantes processos, criamos e mantemos facilmente o delrio psquico ou a obsesso, que no passa de um estado anormal da mente, subjugada pelo excesso de suas prprias criaes a pressionarem o campo sensorial, infinitamente acrescidas de influncia direta ou indireta de outras mentes desencarnadas ou no, atradas por seu prprio reflexo. E, sorrindo, o inteligente perseguidor disse, sarcstico: Cada um tentado exteriormente pela tentao que alimenta em si prprio.14

"Sempre que voc experimente um estado de esprito tendente ao derrotismo, perdurando h vrias horas, sem causa orgnica ou moral de destaque, avente a hiptese de uma influenciao espiritual sutil.

ainda o prprio Andr Luiz quem nos elucida sobre o incio do processo obsessivo, na mensagem Influenciaes Espirituais Sutis, do livro Estude e Viva15

dificuldade de concentrar ideias em motivos otimistas;

16

ausncia de ambiente ntimo para elevar os sentimentos em orao ou concentrar-se em leitura edificante;

17

indisposio inexplicvel, tristeza sem razo aparente e pressentimentos de desastre imediato;

18

aborrecimentos imanifestos por no encontrar semelhantes ou assuntos sobre quem ou o que descarreg-los;

19

pessimismos sub-reptcios, irritaes surdas, queixas, exageros de sensibilidade e aptido a condenar quem no tem culpa;

20

interpretao forada de fatos e atitudes suas ou dos outros, que voc sabe no corresponder realidade;

21

hiperemotividade ou depresso raiando na iminncia de pranto;

22

nsia de investir-se no papel