Informativo da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - SP n 151

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Artéria lusória: variação anatômica onde a artéria subclávia direita tem origem como último ramo do arco da aorta

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  • | 1Binio 2012 / 2013 N 151 - JULHO 2013

    Pg.: 14Pg.: 12Pg.: 05

    IMAGEM DO MS NOTCIASREUNIO CIENTFICA

    Impresso fechado pode ser aberto pelo ECT

    Informativo da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - SP

    No dia 27 de junho foram apresentadas duas importantes aulas durante o encontro. Confira!

    Veja o contedo colaborativo desta edio

    D um giro pelos principais acontecimentos na rea da Sade

    Dr. Marcelo Moraes ser o prximo presidente da Regional So Paulo

    Sempre ativo na SBACV-SP e ligado diretamente s questes administrativas da entidade, Marcelo indicado para assumir a presidncia da Regional na Gesto 2014/2015

  • 2 |

    E xpediente

    2012Presidente:Adnan NeserVice-Presidente:Adilson Ferraz PaschaSecretrio Geral:Arual GiustiVice-Secretrio:Nilo M. IzukawaTesoureiro Geral:Marcelo Calil BurihanVice-Tesoureiro:Joo Antonio CorraDiretor Cient co:Rogrio A. NeserVice-Diretor Cient co:Walter Campos JniorDiretor de Publicaes:Jorge Agle KalilVice-Diretor de Publicaes:Alberto Jos Kupcinskas Jr.Diretor de Defesa Pro ssional:Salomo GoldmanVice-Diretor de Defesa Pro ssional:Marcos Augusto de Arajo FerreiraDiretor de Patrimnio:Francisco Cardoso Brochado NetoVice-Diretor de Patrimnio:Newton de Barros Jr.

    Presidente da Gesto Anterior:Calgero Presti

    Conselho Fiscal:Ivan de Barros GodoyJos Carlos IngrundLeonardo Hisao Hirose Armando Lisboa CastroCarlos Eduardo Pereira Rubem Rino

    Conselho Superior:Antonio Carlos Alves SimiBonno van BellenCid J. Sitrngulo JrFausto Miranda JniorFrancisco Humberto A. Ma eiJoo Carlos AnacletoJos Carlos Costa Baptista-SilvaPedro Puech-LeoRoberto SacilottoValter Castelli JniorWolfgang Zorn

    Seccionais:

    ABC - Sidnei Jos GalegoAlto Tiet - Adalcindo Vieira Nascimento Filho

    Baixada Santista - Mariano Gomes da Silva FilhoBauru Botucatu - Marcone Lima SobreiraCampinas Jundia - Carla A. Faccio BosnardoFranca - Daniel Urban RaymundoMarlia - Marcelo Jos de AlmeidaPresidente Prudente - Cesar Alberto T. MartelliRibeiro Preto - Edwaldo Edner JovilianoSo Carlos - Araraquara - Michel NasserSo Jos do Rio Preto - Daniel Gustavo MiquelinSorocaba - Lus Carlos Mendes de BritoTaubat So Jos dos Campos - Ricardo de A. Yoshida

    Departamentos:

    Doenas Linfticas - Jose Maria Pereira de GodoyDoenas Arteriais - Andr SimiDoenas Venosas - Henrique Jorge Guedes NetoAngiorradiologia e Cir. End. - Armando de C. LobatoCirurgia Exper. e Pesquisa - Jose Dalmo de Arajo FilhoTrauma Vascular - Rina Maria P. PortaMultimdia e Diag. por Imagem - Alexandre C. M. AmatoMarketing e Informtica - Antonio Eduardo ZeratiEventos - Reinaldo Mulatti e Candido Ferreira da FonsecaAssessoria de Sade - Carlos Eduardo Varela Jardim

    2013

    Folha Vascular um rgo de divulgao mensal da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular - So Paulo. Edio: Way ComunicaesLtda. - Rua Cotox, 303 - Cj 16 - CEP: 05021-000 - So Paulo - SP - Tel/Fax: (5511) 3862-1586 Jornalista Responsvel: Junia Chaves Mtb 0066409/SP Redao: Bete Faria Nicastro / Junia Chaves / Stfanie Rigamonti Reviso: Alessandra Nogueira Tiragem: 3.100 exemplares Produo: ES Design (11) 3739-0230 Correspondncia para a Folha Vascular como sugestes, dvidas, trabalhos cient cos ou eventos a serem divulgados podem ser encaminhados para: SBACV-SP - sede - Rua Estela, 515 - Bloco A - Cj. 62 - Paraso - CEP 04011-904 - So Paulo - SP - Brasil - Tel/Fax: (5511) 5087-4888 e-mail: [email protected] Site da Regional So Paulo: www.sbacvsp.com.br Diretor de Publicaes da SBACVSP - Dr. Jorge Agle Kalil Rua Itapeva 240, Cj. 1605 Bela Vista - CEP: 01332-000 So Paulo SP Brasil Tel.: (5511) 3253-3034 e-mail: [email protected] Permite-se a reproduo de textos se citada a fonte. Acesse: www.sbacvsp.com.br Crdito (Capa): Gabriela Joy (gabrielajoy.com)

    Dr. Adnan NeserPresidente da SBACV-SP 2012-2013

    E ditorial

    Diretoria Binio

    A Medicina brasileira est enfrentando uma si-tuao extremamente delicada em razo de cres-centes presses do poder executivo. Tem-se a impresso de que o clamor das ruas precipitou a ne-cessidade de se encontrar um bode expiatrio para minimizar a responsabilidade do governo quanto m qualidade dos servios de sade, uma vez que hospitais e instituies de ensino federais e mesmo municipais e estaduais encontram-se em condies precrias. O esteio do sistema est nos hospitais fi-lantrpicos, em sua grande maioria representados pelas Santas Casas e congneres, que vivem em aperto financeiro lamentvel pelo crescimento da dvida que permanente em milhes de reais.

    impossvel sobreviver com os repasses do SUS que jamais se aproximam da inflao hospitalar, bem superior propalada pelo governo. Obvia-mente, no o nmero de mdicos a causa deste momento catico em que a sociedade reclama pela qualidade. impossvel manter a universalidade do atendimento frente carncia de leitos hospitalares e infraestrutura condizente com o respeito devido ao ser humano, principalmente quanto aos cuida-dos to necessrios para manuteno do padro de qualidade exigido por quem tenha um mnimo de discernimento.

    Como se no bastassem as mazelas, sobejamen-te conhecidas, qual coelho repentinamente retirado da cartola, ressurge o servio civil obrigatrio com a criao de mais um ciclo no curso mdico, es-

    tendendo-se para oito anos o tempo de formao a partir de 2015 para instituies de ensino pblicas ou privadas. Ressalte-se que a ideia no nova nem original, porm a roupagem . Caber ao Conselho Nacional de Educao desarmar ou no a bomba com quilotons suficientes para um estrondo inima-ginvel.

    Da mesma forma, causou e continua causando repercusso a importao de mdicos estrangeiros. As manifestaes dos rgos representativos da classe mdica no foram contrrias vinda destes profissionais desde que se submetam ao Revalida, da mesma forma que qualquer brasileiro que mi-gre para qualquer pas, tambm, deve se submeter a uma avaliao de conhecimento e da lngua do pas. A Ordem dos Mdicos de Portugal e Espanha solicitaram maior clareza na proposta do Ministrio e alertaram para a possibilidade de pouca aceitao pelos profissionais. Cada vez mais parece uma cor-tina de fumaa com o propsito de encobrir o ver-dadeiro motivo: repatriar brasileiros formados em pases da Amrica Latina e mais apropriadamente Cuba. Aproximadamente 25 mil brasileiros esto estudando fora e os formados tm tido alto ndice de reprovao nos exames nacionais.

    Enquanto o debate est focado em tais temas, aps tramitao de 12 anos no Congresso e inme-ras audincias pblicas, a Lei que regula a profis-so mdica sancionada pela presidente com vetos suficientes para desagradar a todos os mdicos, aos

    quais competem as maiores responsabilidades le-gais. Tal situao estimula a lembrana de rico Verssimo em Incidente em Antares com a greve dos coveiros que impedia o sepultamento dos mor-tos da cidade. Paralisao mdica utpica, portan-to, o que fazer?

    A mobilizao da categoria de extrema impor-tncia para demonstrar a insatisfao com as acin-tosas medidas adotadas com critrios unicamente eleioeiros, em vez de planejamento adequado e o dilogo preciso com as entidades.

    Para amenizar o prometido aumento das bolsas dos mdicos residentes para R$ 2.976,00, acena-se com um possvel subsidio para custeio mensal s instituies mantenedoras dos Programas de Residncia Mdica, baseado na Portaria 1248/MS e Edital 29 do Pr-Residncia do Ministrio da Sade. Oxal todos possam contar com este auxlio para suavizar um pouco as agruras que se aproxi-mam velozmente.

    A Regional ter a eleio para a Diretoria ainda na regra clssica consagrada no Estatuto no modi-ficado e que mantm a Assembleia convocada para este fim, aps um ms da eleio da Nacional. At o momento, apresentou-se o Dr. Marcelo Rodrigo de Souza Moraes que se dispe a trabalhar por nos-sa Sociedade com o mesmo empenho dos anteces-sores. Seja bem-vindo.

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    D efesa profissional

    Escrevemos sob impacto das manifestaes que esto ocorrendo em todo o territrio nacio-nal, e atnitos, como os polticos, o governo e setores menos informados do Brasil.

    Os fatos demonstram que h um nvel de in-satisfao crescente em nossa sociedade com a atual situao. As exploses de vrias deman-das mostram que o povo brasileiro no est satisfeito com os servios que recebem do Es-tado. O estopim foi o aumento de 20 centavos nas passagens do transporte, mas espalhou-se por vrios setores da sociedade.

    Clamam por melhor transporte, melhor educao, menos corrupo, mais justia, menos inflao, enfim parece que de repente o Pas acordou. evidente que o aparente bem-estar estava camuflando crescente degradao na poltica brasileira.

    Os polticos foram julgados pelo caso do mensalo, dez anos aps condenados e perma-necem nos seus postos, preparando ainda sa-das honrosas, ou, pior, esquentando forno para transformar tudo em pizza.

    Bilhes esto sendo gastos em estdios fa-ranicos enquanto os doentes morrem nos corredores dos hospitais, degradados, desatu-alizados, sucateados.

    As entidades mdicas j vinham alertando e denunciando esse estado de coisas h mui-

    to tempo. Multiplicam-se os casos de falta de mdicos nas emergncias das periferias e v-rios so os casos de revoltas com depredaes e agresses aos mdicos e enfermagem.

    O que fez o governo federal? Achou a fr-mula mgica para resolver: importao de mdicos estrangeiros. H um ano que viemos debatendo a questo. A prpria presidente re-cebeu o CFM, AMB, FNM e aps horas de debates concordou em sustar as providncias at receber as propostas das entidades. Mas em seguida foi aos meios de comunicao com o mesmo objetivo: jogar a responsabilidade da misria na sade em cima dos mdicos. Estes no so importantes na eleio que se apro-xima, pois sempre foram contra o partido no poder.

    Sabem por qu o Lula chama a Dilma de me do PAC? Porque PAC quer dizer: Plano de Auxlio aos C