Ingls - Descritores e interven§£o.2 material

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Matriz de Referncia Propostas de Interveno Pedaggica de Lngua Inglesa a partir da Matriz de Referncia de Lngua Portuguesa Eixo Temtico I Lngua Inglesa Compreenso de escrita (leitura) Tpico I Procedimentos de Leitura II Implicaes do suporte, do gnero e/ou do enunciador na compreenso do texto Tpico Detalhamento das habilidades Descritores Gneros/Tipos Sugestes de Atividades de Leitura Leitura individual, dupla ou coletiva. Pausa protocolada.

1. Compreenso 1.1 - Identificar (fazendo uso de D0 Compreender Pequenos textos do dia a dia; das condies skimming) o tema geral do texto e frases ou partes que msicas, poemas, charges, de produo do estabelecer alguns aspectos de suas compem o texto. tirinhas, textos didticos. texto escrito de condies de produo (o gnero a gneros textuais que pertence, funo D1 Identificar o diferentes. sociocomunicativa, finalidade, suporte, tema ou o sentido autor, data e local de publicao). global de um texto. 1.2 - Estabelecer relaes entre D8 Interpretar texto gnero (finalidade do texto, pblico- que conjuga alvo, etc. ) e os recursos lingusticos e linguagem verbal e no lingusticos (salincias grficas ) no-verbal utilizados pelo autor. 1.3 Integrar informao verbal e noverbal na compreenso global do texto escrito de vrios gneros.

Estratgias O professor trabalhar com frases em ingls do dia a dia; de Atravs das frases ele ir ensinar os alunos a fazerem pequenos textos; Interveno O aluno ir treinar a fala oral individual, em dupla ou coletivamente; Propor ao aluno leitura individual do texto; Logo em seguida em dupla fazer uma leitura e discutir sobre o assunto; Fazer uma leitura coletiva para interagir com todos os colegas; Destacar no texto, juntamente com os alunos palavras ou expresses que possibilitem identificar o tema/ideia central do texto. interessante nesse caso utilizar o Skimming (olhada rpida)

Frases do dia a dia Ex: Hello, my name is Carol. Good Morning, Suzan. Hi Paul, How are you? Nice to meet you, Peter. Thank you. (pequenas frases que ajudam o aluno na construo de pequenos textos ) Text Hello, my name is Carol. My name is Peter. Nice to meet you, Carol. Nice to meet you too, Peter. This is Paul. He is from Brazil. How are you Paul? I am fine, thanks. Bye. See you later.

Poems

Sometimes you have to be a part from people you love, but that doesnt make you love them any less. Sometimes you love them more.

SONG

A Bela E a Fera - Something There informe o(s) compositor(es)[Bela:] There's something sweet And almost kind But he was mean and he was coarse and unrefined And now he's dear And so I'm sure I wonder why I didn't see it there before [Fera:] She glanced this way I thought I saw And when we touched she didn't shudder at my paw

No it can't be I'll just ignore But then she's never looked at me that way before [Bela:] New and a bit alarming Who'd have ever thought that this could be? True that he's no Prince Charming But there's something in him that I simply didn't see [Lumiere:] Well, who'd have thought? [Mrs Potts:] Well, bless my soul [Cogsworth:] Well, who'd have known? [Mrs Potts:] Well, who indeed? [Lumiere:] And who'd have guessed they'd come together on their own? [Mrs Potts:] It's so peculiar. Wait and see [Lumiere and Cogsworth:] We'll wait and see [All three:] A few days more There may be something there that wasn't there before [Cogsworth:] You know, perhaps there's something there that wasn't there before [Mrs Potts:] There may be something there that wasn't there before

Tpico

Detalhamento das habilidades

Descritores

Gneros/ Tipos

Sugestes de Atividades de Leitura

2 - Localizao de informao especfica no texto escrito de gneros textuais diferentes.

2.1 - Localizar informao especfica (scanning), de acordo com os objetivos de leitura dos vrios gneros textuais.

D6 Identificar o gnero de um texto. D7 Identificar a funo de textos de diferentes gneros.

2.2 - Identificar as partes principais do texto, o assunto D11 Reconhecer relaes lgico-discursivas geral de cada pargrafo e as presentes no texto, articulaes de sentido entre eles.

marcadas por conjunes, advrbios, etc. Propaganda, 2.3 - Identificar e/ou localizar charges, histria em as caractersticas bsicas de quadrinhos, reportagens, cada gnero textual, tendo entrevistas.em vista a compreenso global do texto.

2.4 - Identificar e/ou localizar caractersticas lexicais e sintticas de alguns dos tipos textuais (injunes, descries, narraes), tendo em vista a compreenso

D03 Inferir informaes implcitas em um texto.

global do texto. 2.5 - Identificar e/ou localizar caractersticas lexicais e sintticas de algumas das articulaes textuais numerao, sequncia ), tendo em vista a compreenso global do texto.

Estratgias O professor dever explorar os seguintes aspectos presentes no texto; elementos no-verbais ( layout da pgina, ttulos e subttulos, legendas, etc.), os cognatos, as palavras conhecidas, as repetidas, as palavras-chaves. Todos esses recursos de Interveno ajudam o aluno a construir informaes explcitas que facilitam na compreenso do texto.

Tpico

Detalhamento das habilidades

Descritores

Gneros/ Tipos

Sugestes de Atividades de Leitura

3 Coerncia e 3.1 Estabelecer D6 Identificar o gnero de Entrevistas, reportagens, convites, coeso no relaes entre termos, um texto. bilhetes, cartas processamento expresses e ideias do texto escrito que tenham o mesmo D7 Identificar a funo de de gneros referente, de modo a textos que conjuga diferentes. construir os elos

linguagem coesivos (lexicais e verbal. gramaticais) em gneros textuais diferentes.

verbal

e

no-

Estratgias Utilizar o Scanning (localizao rpida de informao do texto); de Interveno

CARTA INFORMAL (1)

Elementos da linguagem oralCelina Bruniera Especial para a Pgina 3 Pedagogia & Comunicao Quando a internet surgiu, muita gente dizia que era o fim da era do papel. A mdia eletrnica dava mais um grande passo para revolucionar as formas de comunicao. J se havia dito algo parecido na poca da inveno da TV, quando o rdio ocupava lugar central nas casas e na vida das pessoas. Mas, se o surgimento da televiso no fez o rdio desaparecer, do mesmo modo o papel e os meios que dependem dele, tambm conseguiram garantir sua presena no mundo ciberntico. A ponto de sabermos que hoje - aps a criao da Internet -, o consumo de papel cresceu, em vez de diminuir. Ao longo da histria, os homens aprenderam a dar novos significados a coisas antigas. Com os gneros textuais, isso tambm aconteceu. Com o surgimento de novos meios de comunicao, recriamos os textos. Mas notamos que a nossa histria fica mais marcada pela coexistncia desses textos, do que pela superao de alguns em relao a outros. A carta e o e-mail H alguns anos, acreditava-se que o advento do correio eletrnico causaria uma crise na correspondncia tradicional. Pensava-se, tambm, que o gnero carta estaria com os dias contados. Mas j se vo aproximadamente dez anos e esse gnero textual no s sobreviveu bravamente, como serviu de modelo para a criao de sua modalidade eletrnica: as mensagens transmitidas via e-mail. As cartas tradicionais no deixaram de existir com o advento da internet. E alm de continuarem exercendo sua funo social, podem ser tematizadas para nos ajudar a ampliar nosso conhecimento lingstico de modo geral e - como propomos aqui - servir de fonte para o aprendizado do ingls. Vamos refletir sobre a presena de marcas da linguagem oral nas cartas informais, aquela que se trocam entre amigos e parentes. Leia o texto que segue e tente localiz-las.

14, Victoria Road. London, N.W.6 12th December, 2004. Dear Carolina, Thank you for your letter. It was lovely to hear from you and yes, I'd really like to come and stay next holidays. You know how much I love spending my winter holidays with you and your family in Rio. Mainly when in England the weather is so bad. I'll follow your suggestion and arrive for the New Year's Day. I really think it'll be great to see the fireworks in Copacabana. Do you remember Harry? That guy I introduced you when you were here last July? Well, I met him at a party the other day. I told him I was thinking of going to Brazil and stay with you. Do you believe he said he's also going to Rio in January? We can meet

and do something together, can't we? Anyway, we can talk about it later and I'll give more of my news when I see you. Must rush now because I have an English exam at school. I'm looking forward to the holidays. Give my best wishes to your parents. Love, Pat.

Ao escrevermos um texto, temos uma inteno. Na carta reproduzida aqui, Pat escreve para Carolina para dizer que aceita o convite da amiga. Vem ao Brasil para passar as frias. Geralmente, no primeiro pargrafo de uma carta que expressamos o motivo que nos leva a escrev-la. Marcas da linguagem oral Veja que Pat inicia o texto agradecendo uma carta recebida de Carolina, na qual provavelmente a amiga fez o convite, e dizendo aceitar sua sugesto para passar o Ano Novo no Rio. E observe, tambm, que j nesse pargrafo, o texto apresenta marcas da linguagem oral, como pode ser visto em "and yes, I'd really like to come". Note que o mesmo acontece nos outros pargrafos. No segundo, tem-se "well, I met him" e uma srie de perguntas que fazemos quando estamos na presena do nosso interlocutor. Nessas situaes que usamos, por exemplo, a expresso "do you believe". No terceiro pargrafo, as expresses "I'll give more of my news" e "must rush now" so outros exemplos da comunicao oral e seriam inadequadas em textos mais formais. Mas encontram lugar na troca de correspondncia entre amigos. Alm das cartas informais permitirem o uso de expresses tpicas da linguagem oral, nelas o remetente pode fazer uso de abreviaturas. o caso de "I'll follow", "I'd really like", "he's also go