integraçã · PDF fileaos montes aparecem. O momento exige que saibamos separar...

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    integraoED. 112 | ANO IV - DE 20 A 31 DE JULHO DE 2017

    SEMANRIO INTEGRAO LTDA MECNPJ: 22.997.926/0001-36

    Rua Senador Pinheiro Machado, 1794, Sala 01 - Centro. Guarapuava PR

    DIRETORA COMERCIALLourdes Dangui Pinheiro

    JORNALISTA RESPONSVEL, REDAO E EDIO GERAL

    Ana Jlia TielletMTB. 12758 DRT/RS

    COLUNISTASClaudio Andrade,

    Joo Nieckars, Lourdes Leal, Ricardo Pedrosa Alves, Victor

    Andrade, Valdir Michels, Hlvio

    Mariano e Manuel Moreira da Silva.

    (42) 3035-1234 e (42) 99111-9195

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    Pinheiro Machado, 1794, Sala 01 - Centro. Guarapuava PR

    A grande pergunta que se faz : vai dar tempo de Lula concorrer Presidncia da Repblica?

    Crticos e simpatizantes tendem a pensar diferente. Especulaes aos montes aparecem. O momento exige que saibamos separar juzo de valor e juzo de fato. Infelizmente o brasileiro nunca foi bom nisto.

    A imprensa no quer esperar e se antecipa. Busca informaes, faz questes a autoridades estratgicas e apresenta informes aos leitores.

    Tecnicamente falando, as portas estaro fechadas para Lus Incio. Lendo e relendo a sentena do Juiz Moro, dificilmente a defesa promo-ver alguma mudana no resultado final. O Partido dos Trabalhadores sabe disto. Por outro lado, politica-mente, Lula, o Partido e seus mi-lhes de simpatizantes esperneiam e se movimentam.

    J se pode ler nas entrelinhas e nas linhas a posio da esquerda tradicional brasileira: Lula ser can-didato, ou, Lula ser preso poltico.

    Poucas pessoas do senso comum esto qualificadas para diferenciar expresses como preso poltico ou

    VAI DAR TEMPO?

    Neste vazio, nomes pipocam. Nomes esperados, nomes rejeita-dos, nomes suspeitos, mas nenhum que venha ao verdadeiro encontro do que anseia a populao e que rena qualidades polticas e pesso-ais de enfrentar o maior desafio do pas em tempos sombrios. de es-perar nomes que j estejam filiados em siglas tradicionais ou pequenas.

    Fugindo do trivial, outros nomes so ventilados com grande poten-cialidade.

    Mesmo assim, nomes no filia-dos tambm figuram. o caso do ex-ministro Joaquim Barbosa. Qua-lificado, aposentado, afrodescen-dente, Juiz, cidado brasileiro. Teria coragem? A poltica tradicional per-mitiria?

    H ainda especulaes consis-tentes sobre o nome do atual minis-tro Henrique Meirelles, apoiado pelo setor econmico e soberano do pas.

    O fato que no sabemos o que vai acontecer. Alis, faz tempo. Como bem frisou um dia o filsofo brasileiro Marcos Nobre: as coisas se decidem dia a dia, hora a hora, mi-nuto a minuto. Tudo est fraturado.

    poltico preso. Ora, preso poltico aquele indivduo que foi condena-do priso por exprimir opinies ou praticar atos que no estejam em concordncia com o regime polti-co em vigor no pas. Poltico preso o indivduo condenado priso pela prtica de lavagem de di-nheiro, evaso de divisas, peculato, corrupo passiva ou ativa, gesto fraudulenta, falsidade ideolgica, formao de quadrilha, etc.

    A verdade desta diferena no que diz respeito a Lula est na ca-bea de cada um. Tudo depende de onde se fala e para quem se fala.

    E se no der tempo de Lula participar do pleito, que tipo de re-sultado eleitoral poderemos ter? O que poder acontecer? Quem po-der beneficiar-se ou no? Como responder tais questes?

    O Partido dos Trabalhadores ensaia no apresentar nome subs-tituto por muitas razes, a saber: manter o nome do Partido como promessa para um novo pleito; te-mor de queimar o filme e, princi-palmente, protesto ao que chama de a grande injustia.

    CLAUDIO CSAR DE ANDRADE, DOUTOR

    EM HISTRIA E SOCIEDADE E

    PROFESSOR DO DPTO. DE FILOSOFIA

    DA UNICENTRO.

    EDITORIAL POLTICO

    bopComunicao

    e Marketing

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    integraoED. 112 | ANO IV - DE 20 A 31 DE JULHO DE 2017

    JARARACA AO INVS DE PAZ E AMOR

    O ex-presidente Lula aproveitou as ligaes de aliados para dar um recado claro: No vou esmorecer. No PT proibido falar em plano B. A sigla avalia que Sergio Moro calculou mal no s a pena, mas tambm o timing da condenao do petista. Vai estimular a comparao com escndalos recentes, como a mala de propina de Rodrigo Rocha Loures, e reafirmar que, se necessrio, ir ao STF pelos direitos polticos de Lula. S veem dois cenrios: ou ele ser candidato ou preso poltico.

    QUANTO PIOR, MELHOR.

    Aliados de Michel Temer dizem que a condenao de Lula favorece o presidente em ao menos dois pontos: divide o noticirio negativo sobre a crise e reacende o esprito de corpo do Congresso por dar flego ao discurso de que h uma ofensiva contra a poltica.

    UMA AVENIDA PELA FRENTE

    A chance real de o petista candidato mais competitivo nas pesquisas sobre a eleio de 2018 ficar inelegvel muda

    fortemente a equao que norteia as estratgias de siglas que tm pr-candidatos. O PSDB, por exemplo, perderia seu principal antagonista. Marina ressuscita. lvaro Dias articula. Ciro Gomes intensifica. Tucanos que esto intimamente conectados disputa pelo Planalto confessam que o melhor cenrio seria Lula candidato e derrotado. S assim,

    SER DIFERENTE ?

    Num momento em que vrios integrantes do MPF so criticados pelo exibicionismo, o ex-procurador-geral Roberto Gurgel, aliado de Raquel Dodge, disse que a nova chefe da PGR personifica a principal caracterstica do trabalho do Ministrio Pblico: a sobriedade.

    TEMER JOGA COM O TEMPO

    O Financial Times desta segunda-feira tenta explicar aos seus leitores Como Michel Temer poderia ser processado por corrupo. Em agosto, a Cmara dos Deputados poderia liberar o processo, que ento voltaria ao Supremo. Este, sem previso de data, deve decidir se aceita. Se e quando isso acontecer, ele deixa o cargo interinamente. Se condenado,

    eleio indireta. Avisa o jornal: O processo todo poderia levar sete meses ou mais.

    O POVO NO PERDOA.

    O protesto com direito a chuva de ovos nos noivos e convidados realizado durante o casamento da deputada estadual do Paran Maria Victoria (PP) repercutiu na imprensa internacional. A parlamentar filha do ministro da Sade do governo Michel Temer, Ricardo Barros (PP), e da vice-governadora do estado, Cida Borghetti (PP). A manifestao ocorreu na ltima sexta-feira (14), na regio do Largo da Ordem, no Centro de Curitiba, com enfrentamento entre manifestantes e a Polcia Militar (PM).

    QUASE NINGUM ESCAPA

    O Brasil virou pelo avesso. Lula condenado priso. Temer ameaado de afastamento. Mais denncias no forno de Janot. Congresso, partidos, polticos com poucas excees, todos enlameados. No Paran, o governador Beto Richa enrolado com trs inquritos no STJ e j com delao premiada da Operao Quadro Negro homologada pelo ministro Luiz Fux, do STF. Outros polticos paranaenses fazem-lhe companhia.

    PARCLITO

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    integraoED. 112 | ANO IV - DE 20 A 31 DE JULHO DE 2017

    EROS LOSSO

    G.R.E. MADEIRIT - AMADOR 1958 Em p: Zeca Maria, Vivi, Pateta, Budu, Janguinho, Pererea e Sarandi.Agachados: Cid Tratz, Pilica, Ranilson, Leto e Nedes

    GUARAPUAVA E.C. - PROFISSIONAL 1980 Em p: lvaro, Zequinha, Dirceu Pato, Chapec, Paulo Gara e Alcir.Agachados: Paulo Borges, Jorge Costa, Juti, Z Miguel e Joozinho.

    GRMIO OESTE - TAA PARAN 1978Em p: Joozinho, Claudemir, Checo, Cinelndia, Gacho, Carlinhos Binico, Darci Massuqueto e Pontes.Agachados: Irineu Cabeleira, Csar Salada, Pedro Moraes, Elizeu Veinho, Verstil e Campina.

    NOSSOS COLABORADORES

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    MUSEU DO

    Guarapuava - ParanESPORTE

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    integraoED. 112 | ANO IV - DE 20 A 31 DE JULHO DE 2017

    LOURDES DE FIGUEIREDO LEAL,

    FARMACUTICA

    A Sade Ocupacional um ramo da Medicina que atua na preveno de doenas e problemas causados pelo ambiente e rotina de trabalho. Seu principal objetivo promover o bem-estar fsico, mental e social dos colaboradores no exerccio de suas ocupaes.

    A Organizao Mundial da Sade (OMS) enfatiza que finalidade dos servios de Sade Ocupacional pro-porcionar as condies necessrias para garantir o mais elevado grau de qualidade de vida no trabalho, prote-gendo a sade dos funcionrios atra-vs da preveno de acidentes e