Interação verba lou_trabalho lgg-cognitivopsíquico_ou_ou

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    10-Jul-2015
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  • INTERAO VERBAL ou TRABALHO LINGSTICO-COGNITIVO/PSQUICOouINTERAO SOCIAL ou TICA E EMOO

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    Bakhtin critica o subjetivismo individualista representado pelos romnticos que por sua vez reagiram ao estrangeirismo imposto pelos Renascimento e Classicismo

    Enunciao como - monolgica (ato puramente individual, expresso da conscincia, de desejos, intenes etc);

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEMEXPRESSO = CATEGORIA GERAL E SUPERIOR, ENGLOBA A ENUNCIAO / ATO DE FALA;

    PARA BAKHTIN A EXPRESSO

    TUDO AQUILO QUE, TENDO SE FORMADO E DETERMINADO DE ALGUMA MANEIRA NO PSIQUISMO DO INDIVDUO, EXTERIORIZA-SE OBJETIVAMENTE PARA OUTRO COM A AJUDA DE UM CDIGO DE SIGNOS EXTERIORES.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    EXPRESSO: Contedo interno eObjetivao exterior para algum ou para si mesmo

    COMPREENSO inverso da expresso

    Teoria da expresso supe um certo dualismo entre o que interior e o que exterior, j que tudo que expresso procede do interior para o exterior.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    O contedo a exprimir e sua objetivao externa so criados a partir de um nico e mesmo material, pois no existe atividade mental sem expresso semitica.

    Assim, preciso eliminar o princpio de uma distino qualitativa entre contedo interior e expresso exterior.

    O centro organizador e formador no se situa no interior, mas no exterior.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    No a atividade mental que organiza a expresso, mas, ao contrrio a expresso que organiza a atividade mental, que modela e determina a sua orientao.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    EXPRESSO/ENUNCIAO

    EM QUALQUER UM DE SEUS ASPECTOS DETERMINADA PELAS CONDIES REAIS DE OCORRNCIA, OU SEJA, PELA SITUAO SOCIAL MAIS IMEDIATA.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    Enunciao o produto da interao de dois indivduos socialmente organizados e, mesmo que no haja um interlocutor real, este pode ser substitudo por um representante mdio do grupo social ao qual pertence o locutor.

    A palavra dirige-se a um interlocutor. funo da pessoa desse interlocutor.Varia segundo hierarquia social (pessoas do mesmo grupo social d-se de um jeito, se no d-se de outro), assim, os traos sociais, mais ou menos estreitos, do o tom da interao verbal.

  • MARXISMO E FILOSOFIA DA LINGUAGEM

    O mundo interior e a reflexo de cada indivduo tem um auditrio social prprio bem estabelecido, em cuja atmosfera constroem suas dedues interiores, suas motivaes, apreciaes etc.

    Quanto mais aculturado for o indivduo (miscigenao/interpenetrao cultural), mais o auditrio em questo se aproximar do auditrio mdio da criao ideolgica; MASo interlocutor ideal no pode ultrapassar as fronteiras de uma classe e de uma poca bem definida.

  • Trabalho lingstico-cognitivo

  • TRABALHO LINGSTICO-COGNITIVO/PSQUICO

    A funo reguladora da linguagem (VYGOTSKY, 1934/87; LURIA, 1979) no algo j estruturado, prvio a qualquer experincia significativa de vida em sociedade ou fruto da ontognese (natural), ela um processo que se constitui nas interaes entre os homens, principalmente, por meio das interaes verbais.

  • TICA EMOO

    BIOLOGIA DO CONHECIMENTOSuperao da premissa bsica do pensamento ocidental (as dicotomias explicativas), por isso, prope :

    continuidade do biolgico e do social/cultural; entrelaamento do racional/emocional

  • TICA EMOO

    EMOO: DISPOSIO CORPORAL QUE ESPECIFICA DOMNIOS DE AO

    AMOR: EMOO QUE PERMITE A ACEITAO DO OUTRO COMO LEGTIMO OUTRO NA CONVIVNCIA; CONVIVNCIA DE ORGANISMOS SEM COMPETIO

  • TICA EMOO

    NO A RAZO QUE NOS LEVA A AO, MAS A EMOO (DESEJO DE TER OU OBTER);

    TER UMA DIFICULDADE PARA FAZER, IMPLICA UMA DIFICULDADE NO QUERER, QUE FICA OCULTA PELA ARGUMENTAO SOBRE O FAZER

  • TICA EMOO

    H UM ENTRELAAMENTO DE EMOES E DE LINGUAGEM = CONVERSAR

    Os seres humanos vivemos em diferentes redes de conversaes que se entrecruzam em sua realizao na nossa individualidade corporal

  • TICA EMOO

    O peculiar do humano no est na manipulao, mas na Linguagem e no seu entrelaamento com o emocionar.

    LINGUAGEM NO APENAS UM SISTEMA SIMBLICO DE COMUNICAO; MAS UM OPERAR EM COORDENAES CONSENSUAIS (AES ENTRELAADAS E CONSTRUDAS NA PARTILHA)

  • TICA EMOO

    AS PALAVRAS SO NS NAS REDES DE COORDENAO DE AES E NO REPRESENTANTES ABSTRATOS DE UMA REALIDADE INDEPENDENTE DE NOSSOS AFAZERES...

    AS PALAVRAS NO SO INCUAS

    AS PALAVRAS QUE USAMOS REVELAM NOSSO PENSAR E PROJETAM NOSSO FAZER

  • TICA EMOO

    (...) As conversaes, como um entrelaamento do emocionar e do linguajar em que vivemos, constituem e configuram o mundo em que vivemos como um mundo de aes possveis na concretude de nossa transformao corporal ao viver nelas. Os seres humanos somos o que conversamos, e assim que a cultura e a histria se encarnam em nosso presente . conversando as conversaes que construiremos a democracia. (MATURANA, p. 91)