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    07-Apr-2016
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  • IV UNIDADE - HISTRIACONTEDO PROGRAMTICO

    RENASCIMENTO E HUMANISMO

    AS MONARQUIAS NACIONAIS EUROPIAS

    OS ESTADOS MODERNOS E O ABSOLUTISMO

    REFORMA E CONTRA-REFORMA

    PERIODIZAOIDADE MODERNA

    FIM DO IMPRIO BIZANTINOSURGIMENTO DO CAPITALISMO MERCANTILAFIRMAO DO PODER ECONMICO DA BURGUESIAUNIFICAO DO PODER POLTICO DOS REIS CRIAO DO ESTADO MODERNOREFORMA PROTESTANTERENASCIMENTO COMERCIAL, CULTURAL E CIENTFICO

  • UMA REVOLUO CHAMADA RENASCIMENTOSCULO XIV: RENOVAO CULTURAL DE FORTE INFLUNCIA GRECO-ROMANA, QUE REJEITAVA A CULTURA MEDIEVAL, PRESA AOS PADRES DA IGREJA CATLICAO RENASCIMENTO FOI A TRANSIO DA SOCIEDADE FEUDAL PARA A SOCIEDADE MODERNA

    RAZES DO RENASCIMENTO:CRESCIMENTO DAS CIDADES

    DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES INTELECTUAIS E ARTSTICAS NAS CIDADES MAIS RICAS

    RESSURGIMENTO DO COMRCIO: A BURGUESIA PASSA A ACUMULAR RIQUEZAS

    INOVAES TCNICAS: BSSOLA MAGNTICA, PLVORA, RELGIO MECNICO, IMPRENSA, ETC.

    CRTICA VISO RESTRITA DA IGREJA

    ABSOLUTISMOCARACTERSTICAS DO RENASCIMENTO

    INDIVIDUALISMO: CAPACIDADE DO SER HUMANO DE FAZER ESCOLHAS LIVREMENTE

    RACIONALISMO: A RAZO COMO PRINCIPAL INSTRUMENTO PARA COMPREENDER O UNIVERSO E A NATUREZA O QUE IMPULSIONOU O CONHECIMENTO NAS REAS DA: ASTRONOMIA, MATEMTICA, FSICA, MEDICINA, LITERATURA, GEOMETRIA, PINTURA, ARQUITETURA, ENGENHARIA, FILOSOFIA, FSICA ETC.

    HUMANISMO:O SER HUMANO O CENTRO DAS PREOCUPAES E INDAGAES, POIS OBRA SUPREMA DE DEUS (ANTROPOCENTRISMO)

    CLASSICISMO: VALORIZAO DA CULTURA GRECO-ROMANA ABAFADA PELA IDADE DAS TREVAS

    JUSTIFICAVAM O GOVERNO CENTRALIZADO ATRAVS DE IDIAS COMO O DIREITO DIVINO DOS REIS

    HEDONISMO: VALORIZAO DO CORPO E DOS PRAZERES TERRENOS E ESPIRITUAIS

    NATURALISMO: ESTIMULOU O DOMNIO DO HOMEM SOBRE A NATUREZA

  • O RenascimentoRenascena Italiana foi como ficou conhecida a fase de abertura do Renascimento, um perodo de grandes mudanas e conquistas culturais que ocorreram na Europa, entre o sculo XV e o sculo XVI. Este perodo marca a transio entre a Idade Mdia e a Idade Moderna.Surgem novos conceitos ligados ao Humanismo, Naturalismo e Classicismo.

  • Quais as razes para ser na Itlia?A Itlia reunia, no sculo XV, condies que favoreciam o desenvolvimento cultural: Era constituda por Estados autnomos. Entre eles estabeleceu-se uma verdadeira rivalidade: todos pretendiam ter os mais belos palcios e igrejas, os artistas e os pensadores mais clebres. - Abundam na Itlia os vestgios da arte greco-romana que viria a inspirar numerosos artistas. Por sua vez, as bibliotecas dos mosteiros guardavam cpias de muitas obras da Antiguidade, que os intelectuais estudavam. - Muitas cidades italianas tinham se tornado centros de comrcio. Graas a essa prosperidade, os grandes senhores nobres e eclesisticos e os ricos burgueses apoiavam os escritores e os artistas. Estados italianos no Renascimento

  • Centro do RenascimentoA referncia inicial centrada na zona da Toscana, nas cidades de Florena e Siena. Espalhou-se depois para o sul, tendo um impacto muito significativo sobre Roma, que foi praticamente reconstruda. Espalhou-se depois para o resto da Europa.

    Vista de Florena, dita de la Catena, Museu de Florena, 1470-1490

  • Florena, o bero do RenascimentoFlorena era umas das mais prsperas cidades italianas.

    Os negociantes e financeiros, apreciadores das belas artes, criaram sua volta um ambiente favorvel aos artistas.

    Entre as famlias mais ricas de Florena contavam-se os Mdicis, que acabaram por controlar o governo da cidade e tornar-se mecenas generosos.

    Sob o seu governo, Florena transformou-se na capital das artes: ali trabalharam inmeros arquitetos, escultores e pintores famosos.

  • Os mais importantesSurgiram os nomes mais destacados do Renascimento e que influenciaram toda a obra ocidental posterior: Leonardo da Vinci (1452-1519) e Miguel ngelo (1475-1564).

    Pintor, escultor, arquiteto, engenheiro e cientista, Leonardo da Vinci foi importante, principalmente, na pintura onde introduziu o conceito de perspectiva atmosfrica.

    Michelangelo, pintor, escultor, arquiteto e poeta, transformou-se em um dos maiores criadores que o mundo j conheceu.

  • CRISE DO FEUDALISMO : FORMAO DO ESTADO MODERNOIDADE MDIA: PODER DESCENTRALIZADO / SENHOR FEUDAL

    CRISE NA EUROPA OCIDENTAL NO FIM DA IDADE MDIA: GUERRAS, FOME, PESTE, ENRIQUECIMENTO DA BURGUESIA

    ALIANA BURGUESIA MERCANTIL E FINANCEIRA (COMERCIANTES E BANQUEIROS) COM OS REIS

    Os reis queriam mais poder pra si, a burguesia reivindicava segurana e liberdade para seus negcios, os senhores feudais se negavam a renunciar seus privilgios, a Igreja lutava para manter a posio que havia conquistado desde a Idade Mdia. Para fortalecer seu poder, o rei jogava com esses interesses, favorecendo ora um, ora outro entre diversos grupos sociais. Com o apoio financeiro da burguesia, o rei pde formar uma burocracia personalizada a favor do Estado, justificou e legitimou o seu poder absoluto utilizando o Direito Romano e o apoio intelectual de juristas de formao universitria, formou exrcitos permanentes, dispensando a nobreza dos laos de vassalagem e suserania, e, aos poucos, imps sua autoridade sobre territrios cada vez mais vastos, fixando fronteiras. Dentro desses novos limites, prevaleceram idiomas oficiais e a cobrana de tributos assim como o controle da justia tambm ficaram nas mos do monarca.

  • O ESTADO MODERNO NA FRANA, INGLATERRA, ESPANHA E PORTUGAL

    ESTADOSMODERNOSFRANAINGLATERRAESPANHAPORTUGAL

    PRINCIPAIS

    ACONTECIMENTOSGUERRA DOS CEM ANOS: FRANA X INGLATERRA

    (FRANA: AFASTAR FLANDRES DO CONTROLE INGLS / INGLATERRA: REIVINDICAVA A SUCESSO DO TRONO FRANCS)

    CONSEQUNCIA DA GUERRA, A FRANA PASSOU A TER UM EXRCITO PERMANENTE E UM IMPOSTO DESTINADO A GARANTIR A MANUTENO DA FORA ARMADA

    IDIOMA FRANCSNORMANDOS: FEUDALISMO CENTRALIZADO

    RELAES CONFLITUOSAS ENTRE REI, NOBREZA E IGREJA1258: PARLAMENTO

    PARA TAMBM LIMITAR O PODER DA NOBREZA E DO CLERO O REI PROMOVEU O INGRESSO DA BURGUESIA NO PARLAMENTO: CMARAS: DOS COMUNS / DOS LORDES

    GUERRA DAS DUAS ROSAS: YORK X LANCASTER TUDORHENRIQUE VIIIGREJA ANGLICANARECONQUISTA: EXPULSO DOS RABES MUULMANOS DA PENNSULA IBRICA: REINOS CRISTOS DE LEO, ARAGO E CASTELA

    CASAMENTO DE FERNANDO DE ARAGO E ISABEL DE CASTELA

    REINO CATLICO, A COROA IMPS A CONVERSO OU O ABANDONO DO REINO AOS JUDEUS

    FORTALECIMENTO DA ESPANHA: EXPEDIO DE COLOMBO AMRICACONDATO PORTUCALENSE LIGADO POR LAOS DE VASSALAGEM AO REINO DE LEO E CASTELA

    HENRIQUE DE BORGONHA AUTOPROCLAMOU-SE REI DE PORTUGAL, TORNANDO-O REINO INDEPENDENTE

    CORTES GERAIS: FAMLIA REAL, CLERO E NOBREZA

    REVOLUO DE AVIS: D. JOO I APOIADO PELA BURGUESIA E POLO POVO

    EXPANSO MARTIMA

  • Na Baixa Idade Mdia (sculos XI a XV), a ampliao do comrcio levou a recm-formada burguesia a se sentir tolhida em suas ambies.

    A economia urbana no mais atendia demanda a se fazia necessrio a formao de um mercado nacional liberto dos entraves feudais.

    Tal necessidade levou a burguesia a apoiar a realeza em suas pretenses centralizadoras contra a poderosa nobreza feudal possuidora de privilgios seculares.

    A grande crise feudal dos sculos XIV e XV e a crescente riqueza mvel enfraqueciam progressivamente a nobreza feudal, apoiada na riqueza fundiria.

    A ORIGEM DO ABSOLUTISMO

  • Tudo isso acelerou o processo de concentrao de poderes em mos dos Reis que, alm do apoio poltico e material da burguesia, ansiosa de privilgios, contou com a justificao terica da obra dos legistas burgueses, baseados no revigorado Direito Romano, possibilitando a constituio legal do edifcio poltico-administrativo do Estado Nacional Moderno.

    Nesse longo e desigual processo, a primeira fase foi de centralizao poltico-administrativa.

    Em uma segunda etapa, ou mesmo paralelamente, encontramos a tendncia ao absolutismo: O rei recebia seus poderes pela graa divina. A Monarquia Absoluta de direito divino o trao marcante da Era Pr-Capitalista, usualmente chamada de Idade Moderna. "

  • Como vimos, no sistema feudal predominavam as relaes servis de produo. No capitalismo, definem-se as relaes assalariadas de produo; h a ntida separao entre aqueles que detm os meios de produo e os que apenas possuem de seu a fora de trabalho.

    Alm desse elemento essencial, o capitalismo tambm se caracteriza pela produo destinada ao mercado, pelas trocas monetrias, pela organizao racional e sistemtica do trabalho e pelo esprito de lucro.

    Dos fins da Idade Mdia at hoje, a sociedade capitalista passo, por quatro fases bem distintas:

    Pr-Capitalismo Capitalismo Comercial Capitalismo Industrial Capitalismo Monopolista-Financeiro

    Feudalismo X Capitalismo

  • QUARTO DE LUS XIV, DA FRANA

  • Lus XIV

  • FAMLIA DO REI CARLOS IV, DAESPANHA

  • DORMITRIO REAL NO PALCIO DE VERSALHES

    BARROCO

  • Retrato de um artista annimo do rei D. Sebastio em 1565, quando tinha 11 anos. A sua cruzada contra os muulmanos de Marrocos levou a uma crise no trono portugus que acaba por levar Unio Ibrica.

  • Joana D'arc uma destas grandes figuras histricas cujo retrato sempre fiel sua imagel real. Ela foi responsvel por grandes vitrias dos franceses na Guerra dos Cem anos (1337 - 1453). Esta Joana de aspecto solene, retratada por um artista annimo franco-flamenco, aparece num livro de poemas manuscrito por Carlos de Orlees.

  • Leonardo da Vinci Dominou com sabedoria um jogo expressivo de luz e sombra, gerador de uma atmosfera que parte da realidade mas estimula a imaginao do observador. Foi possuidor de um esprito verstil que o tornou capaz de pesquisar e realizar trabalhos em diversos campos do conhecimento humano.