Jornal abril 2015

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  • Parquia So Judas Tadeu e So Joo Batista Abril 201512

    Abril: Semana Santa e Festa Paroquial de Pentecostes

    Comeamos o ms de abril celebrando o mistrio central da nossa f o Trduo Pascal. Gostaria de convidar a todos a participarem e viverem junto de Jesus a sua Paixo,

    Morte e Ressurreio.Na quinta-feira santa, pela manh,

    teremos na Catedral de Florianpolis a Missa do Crisma Missa na qual todos os padres da Arquidiocese se renem com o Arcebispo, Dom Wilson, celebrando juntos a instituio da Eucaristia e tambm a instituio do sacerdcio. Celebremos juntos com os nossos sacerdotes (padres) este dia to especial. noite teremos a Missa do Lava-Ps, iniciando o Trduo Pascal.

    Na sexta-feira Santa, dia de jejum

    Editorial

    ComunidadesFique por dentro das notcias de sua comunidade. PG. 9

    e abstinncia, teremos a celebrao da Paixo do Senhor e depois todos esto convidados a levar, em procisso, uma cruz at o campo da AERPI, onde teremos a Encenao da Paixo feita por jovens de toda a parquia.

    Finalmente no sbado celebraremos juntos a Viglia Pascal, ressuscitando com Cristo.

    Na segunda semana do ms tambm teremos festa celebraremos a Festa Paroquial de Pentecostes. O Trduo da festa ser da quarta at a sexta-feira, no Brejaru, com a presena da Corte Imperial.

    Na sexta noite ainda teremos uma sopa no salo da Matriz o custo de apenas um quilo de alimento que ser destinado aos trabalhos da Ao Social.

    No sbado viremos em carreata do Brejaru at a Capela do Jardim Eucaliptus e de l, junto com a corte, padrinhos, bandeireiras e todos os fi is, viremos em procisso at a Matriz.

    FormaoConhea mais sobre os Dogmas Catlicos.PG. 3

    Cronograma ParoquialSaiba o que acontece neste ms em nossa parquia. PG. 6

    No Domingo teremos a procisso da quadra da AERPI at a Igreja Matriz, a Santa Missa da Festa e depois o tradicional almoo festivo. No domingo da Festa ser realizado o envio das bandeireiras, que a partir deste dia visitaro as famlias de todas as comunidades da nossa Parquia peo a todos que possam receb-las bem e deixar o Esprito Santo entrar na sua casa.

    Ainda neste ms, tenhamos especial ateno a dois acontecimentos. O primeiro a Assembleia Geral dos Bispos do Brasil peo especial orao a todos pela nossa Igreja e pelos nossos bispos neste dia. Tambm comearemos neste ms o envio dos padrinhos do Ministrio da Evangelizao cada padrinho ser responsvel por algumas famlias da nossa parquia. Esperamos ter muitos padrinhos, para que possamos levar a alegria de Cristo a todos aqueles que necessitarem de ns.

    Padre Hlio Luciano

  • Parquia So Judas Tadeu e So Joo Batista Abril 20152

    Leigo o membro da Igreja que, mesmo no pertencendo hierarquia, participa do sacerdcio real pelo batismo.

    De fato, a imensa maioria dos cristos formada pelos leigos. Mostrar a importncia da atuao dos leigos na Igreja foi uma das novidades do Conclio Vaticano II. So principalmente os leigos que apresentam o rosto da Igreja para o mundo.

    O que pensa o Vaticano II sobre o laicato pode ser encontrado na Lumen Gentium, na Gaudium st Spes, na Apostolicam Actuositatem, na Ad Gentes (documentos apresentados pelo Conclio).

    Os textos do Conclio ressaltam a ndole secular do leigo, ou seja, sua presena no mundo.

    O Conclio tambm supera uma postura que considerava o leigo em uma posio hierarquicamente inferior.

    O fundamental que todos so incorporados a Cristo no Batismo. Desse modo, somos chamados a servir a todo o povo de Deus.

    Dom Wilson Tadeu Jnck

    Os leigos na Igreja

    Jornal Parquia em Foco - Tiragem: 2.000 exemplares Rua: Joo Febrnio de Oliveira, N 65 - Ponte do Imaruim - Palhoa - SC - CEP 88130-385 E-mail: [email protected] - Site: www.paroquiaponte.com.br - Telefone: (48) 3242-1544

    Palavra do BispoBoa Pscoa!

    Ressoa na Igreja espalhada por todo o mundo o anncio do anjo s mulheres: No tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucifi cado; no est aqui, pois ressuscitou (...). Vinde, vede o lugar onde jazia (Mt 28, 5-6).

    Este o ponto culminante do Evangelho, a Boa Nova por excelncia: Jesus, o crucifi cado, ressuscitou! Este acontecimento est na base da nossa f e da nossa esperana: se Cristo no tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a misso da Igreja via esgotar-se o seu mpeto, porque dali partiu e sempre parte de novo. A mensagem que os cristos levam ao mundo esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas Deus Pai ressuscitou-O e f-Lo Senhor da vida e da morte. Em Jesus, o Amor triunfou sobre o dio, a misericrdia sobre o pecado, o bem sobre o mal, a verdade sobre a mentira, a vida sobre a morte. Por isso, ns dizemos a todos: Vinde e vede. Em cada situao humana, marcada pela fragilidade, o pecado e a morte, a Boa Nova no apenas uma palavra, mas um testemunho de amor gratuito e fi el: sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, permanecer junto de quem a vida feriu, partilhar com quem no tem o necessrio, fi car ao lado de quem est doente, idoso ou excludo... Vinde e vede: o Amor mais forte, o Amor d vida, o Amor faz fl orescer a esperana no deserto.

    Com esta jubilosa certeza no corao, voltamo-nos para Vs, Senhor ressuscitado!

    Papa Francisco

    Palavra do Papa

    A Boa Nova ... um testemunhoooo ddddde amor gratuitoooo

    e fi el!

    Parquia So Judas Tadeu e So Joo BatistaAbril 2015 11

  • Parquia So Judas Tadeu e So Joo Batista Abril 201510

    Coluna JovemO Ms de Abril traz a todos ns uma emoo a mais.

    A Morte e Ressurreio de Cristo nos convida a participar de um momento muito especial!

    Jovens de nossa parquia esto motivados e se mobilizam a participar do Teatro da Paixo de Cristo, um marco grandioso para todos!

    gratifi cante ver quantas pessoas esto empenhadas nesse processo, e tudo isso para mostrar o quanto nossa f inabalvel.

    J dizia o Papa Francisco na sua vinda ao Brasil: A juventude a janela pela qual o futuro entra no mundo e, por isso, nos impe grandes desafi os.

    Essa frase diz tudo sobre esse momento, pois um desafi o enorme fazer com que tudo fi que perfeito mas, quando temos fora de vontade, persistncia, foco, tudo se torna inexplicvel e fabuloso. Presenciar os jovens da parquia envolvidos em uma mesma causa demais!

    Kiara da Silva / Wincius TavaresGrupo de Jovens Anjos da F - Matriz

    Os jovens de nossa parquia esto se organizando para irem Jornada Mundial da Juventude na Polnia, em 2016.

    A parquia pretende enviar, pelo menos, 5 jovens!Para eles, a realizao de um grande sonho! E para conseguir o dinheiro necessrio para a viagem

    (em torno de R$ 6.500,00 por pessoa), eles esto se mobilizando na venda de trufas e doces ao fi nal das missas, rifas, vendas nas festas das comunidades, jantares etc.

    Contamos com seu apoio e contribuio!Agradecemos aos que j esto colaborando!

    Jovens da Parquia se mobilizam para irem Jornada Mundial da Juventude

    Cesta doada e sorteada na Festa de So Jos no Frei Damio

    no dia 22/03

    Parquia So Judas Tadeu e So Joo BatistaAbril 2015 3

    Forao II - Dogas

    No corao da Igeja - Ano Santo da Misericrdia

    Dando sequncia ao primeiro artigo da srie sobre os Dogmas da Igreja, iniciamos retomando parte das ideias do texto anterior com as palavras do Catecismo da Igreja Catlica, nas quais fi ca evidente a relao da vida espiritual com os dogmas:

    Os dogmas so luzes no caminho de nossa f que o iluminam e tornam seguro. Na verdade, se nossa vida for reta, nossa inteligncia e nosso corao estaro abertos para acolher a luz dos dogmas da f. Os laos mtuos e a coerncia dos dogmas podem ser encontrados no conjunto da Revelao do Mistrio de Cristo (Catecismo da Igreja Catlica - CIC, n.89).

    Luzes para nosso caminho de f! Com esta motivao, a Igreja indica que os dogmas so como esclarecimentos, luzes necessrias vida de f dos cristos. Ciente de sua misso de perpetuar e transmitir o mistrio da Revelao, desde o incio a Igreja sentiu a incumbncia de comunicar aos fi eis a compreenso correta das verdades de f. Para tanto, o Magistrio da Igreja, isto , os bispos em comunho com o sucessor de Pedro, o Papa, tem a prerrogativa de defi nir dogmas, propondo-os ao povo, que os recebe numa adeso fi ducial. Tais defi nies ocorrem, principalmente, nos Conclios da Igreja (cf. CIC, n.85-88).

    No sculo IV, como fruto de muitas questes teolgicas advindas de discusses anteriores, importantes Conclios foram convocados na Igreja, que nos relegaram signifi cativas

    defi nies dogmticas. A regra de f mais antiga e difundida, professada no Smbolo ou Credo dos Apstolos (que muitas vezes recitamos: Creio em Deus Pai todo-poderoso...), era uma referncia de frmulas para expressar as verdades centrais da salvao. Mas um Smbolo de F no ter s funo litrgico-catequtica: logo fi car evidente a importncia da funo doutrinal de um Smbolo. Neste contexto, surgiram outras ideias teolgicas e, por conseguinte, alguns erros de doutrina, levando a Igreja a uma formulao mais elaborada do dogma trinitrio (cf. CIC, n.250).

    De forma particular, os Conclios do sculo IV afi rmaram dois pontos cruciais quanto ao dogma da Trindade: dirimindo os confl itos com a heresia do Arianismo, defendeu-se a divindade do Filho, no chamado Conclio de Niceia, em 325. Ademais, aps este Conclio, tambm a f no Esprito Santo, terceira pessoa da Santssima Trindade, comeou a ser posta em questo, sobretudo por outras correntes herticas, chamadas de pneumatistas (arianismo r