jornal cidadao 205

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jornal cidadao 205 edicao

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  • Novas, o acumulado dos primeiros dias de 2012 no chega a assustar, mas o solo en-charcado devido s constantes chuvas no ms de dezembro preocupa: o solo enchar-cado pode trazer deslizamentos e o asfalto fica esburacado em muitos pontos. Foram 286,6 milmetros no ltimo ms, sendo 79,4 milmetros s no dia 28.

    A estao das chuvas comea a preo-cupar a populao, que assiste a tragdias acontecidas em outros estados, como o caso de Minas e do Rio de Janeiro, com apreenso. Em Gois, Morrinhos e Inhu-mas receberam um grande volume de precipitaes nos primeiros dias do ano e esto em estado de alerta. Em Caldas

    Apesar de ser a estao mais espera-da do ano, o vero pode ser um grande vilo, isso porque as altas temperaturas e as chuvas caractersticas desse perodo aumentam o nmero de locais com gua parada e facilitam o depsito de ovos do mosquito da dengue.

    A poca de chuvas sempre traz benefcios para a qualidade do ar e para as colheitas, mas tambm traz prejuzos como as enxur-radas e os danos malha asfltica. Este ano no foi diferente, e Caldas Novas j comea a colecionar buracos nas ruas, que muitas ve-zes se assemelham a crateras.

    O estado de Gois rece-ber este ano cerca de R$ 3,5 milhes do Ministrio da Sade para reforar o combate Dengue. O Mi-nistrio da Sade aprovou 63 projetos municipais con-tra a doena no estado. No pas, 1.159 cidades foram selecionadas. A medida per-mitir que os municpios re-cebam 20% a mais do que os repasses regulares do Teto de Vigilncia e Promoo Sade.

    A cidade de Gois Velho (GO), a 142 quilmetros de Goinia, est em estado de alerta por causa das chuvas que atin-gem a regio. A Defesa Civil elaborou um

    At o dia 9 de janeiro o Presidente da Assemblia Legislativa de Gois, Dep. Jardel Sebba (foto), assume interinamente o governo de Gois, enquanto Marconi Perillo est em frias. Na tera-feira, 3, em seu segun-do dia de despachos como governador interino, Jardel Sebba (PSDB), comeou com um rpido caf da manh, oferecido representantes de veculos de comunicao regionais. importante prestigiar os valorosos profis-sionais que divulgam o potencial e os problemas enfren-tados pelos municpios goianos, comentou.

    O aumento de R$ 77 no salrio mnimo (ganho real de 9,2%) deve levar mui-tos trabalhadores a colocar em dia as prestaes, zerar emprstimos e recuperar o crdito. Este fato deve favo-recer a diminuio geral da inadimplncia que em 2011 alcanou 7,3% dos emprs-timos. Se o comportamen-to for generalizado, haver um grande benefcio para a economia: cairo os juros ao consumidor, destacam especialistas.

    Entre janeiro e dezembro do ano passado, a venda de automveis e veculos comerciais leves cresceu 2,9% em compa-rao ao mesmo perodo de 2010. Segun-do balano divulgado na quarta-feira, 4,

    CIDADES: CElg DEvolvE rEpASSE rEtIDo A prEfEIturAS pgina 6

    Cidade enfrenta fortes chuvase clima instvel

    CrESCE A vEnDA DE AutomvEIS E DE vECuloS ComErCIAIS lEvES

    pela Federao Nacional da Distribuio de Veculos Automotores (Fenabrave), as vendas de automveis e veculos comer-ciais leves totalizou 3.425.596 unidades em 2011. pgina 5

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    Chuvas e altastemperaturas aumentamrisco de dengue

    Comea operaotapa-buracosem Caldas novas

    pgina 4 pgina 4

    goIS vElho ESt Em AlErtAplano de evacuao de parte do centro histrico, caso o volume de gua do Rio Vermelho suba alm do esperado.

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    governador interinoJardel Sebba cumpreextensa agenda

    SECrEtrIoS SAEm DE frIASpgina 3

    pgina 3

    novo salriomnimo devediminuirinadimplncia

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    Combate dengue

    Aumentadorepassepara gois eCaldas novas

    pgina 6

  • os recursos naturais, e que estes so extremamente frgeis.

    Como definir ento o Ethos Caldasnovense? Entende-se por Ethos o esprito de um povo, seu estilo ou jeito de ser, que deve basear-se na tradi-o, mas incorporando as mudanas. Neste caso, as mudanas ainda so superficiais, e o Ethos cal-dasnovense formado to somente pela herana do tempo dos exploradores, dos coronis, dos aventu-reiros, e o que se v hoje ainda um caos eferves-cente de oportunidades pouco aproveitadas.

    Contrariando o ne-gativismo dos pargrafos anteriores, tambm vis-vel que Caldas Novas re-ne belas paisagens, enor-me potencial turstico, clima agradvel a maior parte do ano, imveis a preos acessveis, etc. Seus problemas apresentam-se em pequena escala, se comparada s grandes cidades, que submergem em seu prprio lixo e de-predao e do origem a legies de desempregados, viciados, moradores de rua e enfrenta todo tipo de desigualdade social, entranhadas de uma for-ma muito mais complica-da de se resolver.

    Uma soluo para o Ethos Caldasnovense? Aprimorar o sentido de hospitalidade, uma vez que migrao e turismo so grande parte de sua constituio, desenvol-vendo uma relao mais saudvel com essa natural tendncia a atrair visi-tantes.

    Fazer com quem j est aqui queira fazer algo pelo municpio, desenvolvendo verdadei-ro esprito de cidadania, disseminando a consci-ncia de que somente a mobilizao social poder fazer de Caldas Novas um lugar onde todos tenham boas oportunidades de se desenvolver e produzir coisas boas para si e para as geraes futuras.

    E tambm fazer com quem passe por aqui, no pense que est em uma cidade sem lei, em um re-fgio paradisaco no qual pode fazer o que bem entender, deixando para trs apenas suas embala-gens usadas e seu dinhei-ro de frias, mas que seja bem tratado e trate bem nossa cidade, levando uma impresso positiva e realmente divulgando as potencialidades de Caldas Novas para outros turistas.

    Renata Manzano Reis, joRnalista paulistana

    Radicada eM caldas novas desde 2006, gRaduada eM

    coMunicao socialpela univeRsidade

    so judas tadeu sp.

    cenas

    resumidas

    A chuva e a falta de atra-es para o rveillon no foram motivo de desnimo para as milhares de pes-soas que se reuniram na regio central de Caldas Novas na hora da virada. A animao ficou por con-ta dos fogos que ilumina-ram o cu da cidade em diversos pontos, promovi-dos pela Prefeitura e pela rede de Hotis.

    REDAO: Av. das Naes, Qd. 17 Lt. 11Jardim dos Turistas - Caldas Novas - Gois

    O Jornal Cidado uma publicao do Grupo I9 Grfica & Brindes e Editora LTDA

    INFORMAO COM RESPONSABILIDADE

    Helen Cristina CandidoDiretora Geral e Financeira

    Rodermil PizzoJornalista Responsvel

    Agncia ThoriumRedao e Editorao

    Dr. Nelson B. AlmeidaOAB/GO 5.179

    Dr. Ernani Teixeira

    Departamento Jurdico

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    CRA GO/TO 5792 [email protected]

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    MTb JP 19.387/SP

    O JORNAL CIDADO NO SE RESPONSABILIZA PELOS CONCEITOS E OPINIES EMITIDOS NOS ARTIGOS ASSINADOS.

    Analisar uma cidade como Caldas Novas no fcil. Entende-se que o olhar estrangeiro tenha cer-ta dificuldade em defini-la, requisitando algum tempo de observao e experimen-tao in loco. J o olhar nativo, que teoricamente poderia faz-lo com maes-tria, muitas vezes encontra-se mergulhado em teorias no comprovadas, crendi-ces, pouca objetividade.

    Caldas Novas surgiu da explorao de suas poten-cialidades, um pouco como o Brasil, aonde quem aqui chegava buscava ouro e pe-dras preciosas, e descobriu por acaso as guas quentes. E no modelo de colnia de Portugal, como a maioria das cidades, foi explorada sem ser planejada.

    Surge uma fazenda aqui, outra ali, casas de banhos particulares, casas com gua quente para uso domstico e alguns peque-nos empreendimentos, pois Caldas Novas ficava no corao do Brasil, em lugar de difcil acesso. S os mais aventureiros se arriscavam.

    Passadas as dificuldades iniciais, depois da cons-truo de uma importante ponte, o progresso veio che-gando devagarzinho e a ci-dade foi passando pela mo de famlias tradicionais, e devido ao empreendedoris-mo de alguns patriarcas, foi tomando forma.

    Desde ento, o que assis-timos uma luta constante por um equilbrio, entre os poucos nativos e os muitos migrantes, na tentativa de sugar dos milhares de turistas o seu po de cada dia, e tambm sugar desta terra o seu sustento, mas sem investir, sem plantar, buscando apenas extrair. Tudo isso com uma plu-ralidade de questes, que envolvem desde a falta de qualificao da mo de obra at a poltica baseada no puxar de tapetes.

    Caldas Novas no tem o leque de opes de qua-lificao como tem uma grande cidade. Os cursos superiores so em pequeno nmero, os tcnicos so praticamente inexistentes, os profissionais no tem treinamento e os empre-gos, que se concentram no comrcio e hotelaria, so muitas vezes temporrios e sazonais.

    A poltica ainda enga-tinha, recm-sada do co-ronelismo, segue os moldes do clientelismo, no qual a proximidade do gestor com a populao gera bene-ficiados aqui e ali, sem a valorizao de profissionais com know-how para tocar a administrao de uma forma mais adequada.

    Os empreendimentos investem em si prprios e ainda pouco fazem pelo municpio em questo de sustentabilidade, ignoran-do que a maior riqueza so

    Ethos Caldasnovenseartigo

    FOTO

    S: Divulgao

    Nei BastosDiretor Administrativo

    CRA GO/TO 1546

    Novos gabineteso expediente na cmara de caldas novas durante

    o ms de janeiro ser somente administrativo, ou seja, estar fechada para o pblico, retornando normali-dade em fevereiro. alm disso, o legislativo Municipal passar a contar com 15 parlamentares, que sero eleitos nas eleies municipais de outubro desse ano. diante deste fato o presidente do poder legislativo, ve-reador andr Rocha (psc) (foto) ter de construir mais cinco gabinetes a fim de abrigar os novos vereadores. tudo indica que os novos gabinetes sero construdos no seguimento do gabinete da presidncia, espao sufi-ciente para a obra, sem alterar a rea de estacionamen-to. a disposio das mesas do plenrio