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10 de abril de 2015

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  • Josielma Ramos, a moradora e poetisa de Santana de Parnaba

    DISTRIBUIO GRATUITASEXTA-FEIRA, 10 DE ABRIL DE 2015DESDE 1991 NMERO 1175

    DIRETOR: WANDERLEY BERROCOZO A marca da comunicao

    24 anos

    CORREIOPAULISTA

    VITOR HUGO

    O estranho mundo do espetacular Steve JobsPgina 10

    Dicas de como estar na moda na estao Outono/InvernoPgina 9

    CORREIO 2

    INSIDE

    Rochdale dever ganhar Feira Noturna em breve

    OSASCO

    VLEI

    ENERGIA

    MORADIA

    Molico Osasco pode chegar a mais uma fi nal da Superliga

    Eletropaulo distribui geladeiras para pessoas de baixa renda

    Minha Casa, Minha Vida vai sortear 181 apartamentos em Itapevi

    Nesta sexta-feira,10, s 22h, o time de vlei Molico/Osasco, enfrenta, em segunda partida vlida pelo playoff da semifinal da Superliga, o Sesi/SP, no Ginsio de Esportes Professor Jos Liberatti. Uma vitria leva o time para a final da Superliga. A torcida foi convidada para apoiar a equipe e doar agasalhos para a campanha de Osasco. Pg. 11

    A distribuio faz parte do projeto de eficincia energtica, por meio do qual so realizadas trocas de lmpadas incandescentes por fluorescentes, substituio de geladeiras por modelos mais econmicos - para os clientes beneficiados pelo programa de Tarifa Social de Energia Eltrica. Pg. 6

    As moradias populares sero direcionadas s famlias que vivem em condies de vulnerabilidade, com renda de at R$ 1.600. O empreendimento, localizado no bairro de Ambuit, prev que cada um dos apartamentos ter rea til de 41,42 m. O Villgio Ambuit oferecer ainda estrutura habitacional como iluminao pblica, redes de energia, gua e esgoto, alm de rea de lazer e centro comunitrio. Pg. 7

    Na ltima quarta-feira, 8, foi realizada a primeira edio da Feira Noturna do Jardim das Flores. Milhares de pessoas passaram pelo local que fica ao lado do

    Sesc na avenida Sport Clube Corinthians Paulista. O diferencial da feira foi a praa de alimentao que reuniu vrios tipos de gastronomia, entre elas a russa. O preo

    das frutas em comparao com as feiras diurnas o mesmo. Os feirantes acredi-tam que muitas pessoas voltaro a fazer feira com este novo horrio. Pg. 5

    Cerca de 95 cidades disputaram 30 vagas para o Miss So Paulo, esbanjando beleza e elegncia. As misses

    Daniella Figueiredo de Barueri (foto esquerda) e Marcella Delagatti de Santana de Parnaba foram selecionadas entre as 30 beldades escolhidas para o Miss So Paulo 2015. Osas-co ter uma representante no Miss So Paulo, mas na versso Teen. Lara Drago vai disputar em maio uma vaga no Miss Brasil da categoria. Pg. 14

    Barueri e Parnaba disputam

    o Miss So Paulo

    Escola mostra projeto contra falta de gua

    CRISE HDRICA

    Os alunos do curso tcnico em Logstica da ETEC Professor Andr Bogasian, no bairro Bonfim, apresentaram um projeto de reaproveitamento de gua. Pg 6

    Valmir Prascidelli fala pela primeira vez no Congresso

    FEDERAL

    O poltico fez um balano dos seus primeiros meses de mandato e apontou os desafios e lutas para os prximos anos. No discurso falou sobre o crescimento econmico e a incluso social nos doze anos de governo do PT. Pg 3

    Aproveite asmais de 180 Oportunidades de fazer bons negcios

    B TAF RAB TAB TAB TAF RAF RA

    INSIDE

    Cerca de 95 cidades disputaram 30 vagas para o Miss So Paulo, esbanjando beleza e elegncia. As misses

    Daniella Figueiredo de Barueri (foto esquerda) e Marcella Delagatti de Santana de Parnaba foram selecionadas entre as 30 beldades escolhidas para o Miss So Paulo 2015. Osas-co ter uma representante no Miss So Paulo, mas na versso Teen. Lara Drago vai disputar em maio uma vaga no Miss Brasil da categoria. Pg. 14

    Barueri e Parnaba disputam

    o Miss So Paulo

    poetisa de Santana de Parnaba

    A escritora de 26 anos j lan-ou Vises Poticas, ttulo de seu primeiro livro e Como vejo o mundo, nome dado ao seu Blog. Estudante de letras, a autora j tem um novo projeto para ser publi-cado. Josielma se defi ne como uma pessoa de opinio e alto senso crtico. O gosto pela literatura comeou com os pais. Pg. 8

    DOCUMENTRIO

  • Sexta-feira, 10 de abril de 201502

    Editora Correio do Povo S/S Ltda. CNPJ 59.061.457/0001-59 - Fundado em 26 de julho de 1991

    Rua Rui Barbosa, 105 - Centro - Osasco - SP - CEP: 06018-000 Fone/Fax: 3681.0914 - 3682.7032 jornal@correiopaulista.com www.correiopaulista.com

    Diretor: Wanderley Berrocozo - wanderley@correiopaulista.com

    Diretor Administrativo: Vitor Hugo Rugani Berrocozo - comercial@correiopaulista.com

    Editor: Robson Donizete - jornal@correiopaulista.com

    Jornalista Responsvel: Wanderley Berrocozo (MTB n 67.446/SP)

    Designer Grfi co: Gustavo Prachedes - arte@correiopaulista.com

    Impresso: OESP Grfi ca

    Colaboradores: Erika Gentille, Luciano Pires, Luis Marcelo Bigatto, Natlia Teles,

    Eliabe Vicente, Jos Luiz Tejon, Luis Pires, Luiz Carlos Jnior, Nilson Martins, Oscar

    Buturi, Reinaldo Vaz e Talita Bortolussi.

    As matrias, colunas ou artigos assinados no representam, necessariamente,

    a opinio deste jornal, sendo de inteira responsabilidade dos autores.

    Os colunistas e colaboradores no possuem vnculo empregatcio com o jornal.

    21 anos

    CORREIOPAULISTA

    Terceirizao uma boa opo?

    A validade da terceirizao da forma que est (atividade meio) j prejudicial, pois paga salrios mais baixos do que os "efetivos" recebem, trazendo inclusive

    uma forma de excluso dentro da organizao, pois os terceirizados so por vezes excludos, e no raro, so inclusive impedidos de manter contato com os efetivos, afinal de contas, no pode haver qualquer indcio de subordinao para no caracterizar relao de emprego, como todos sabemos.

    No mais, alm de o terceirizado ficar margem da organizao empresarial, este pode ser transferido a qualquer momento de local de trabalho, trazendo--lhe alm dos prejuzos financeiros (baixos salrios), prejuzos sociais, pois nem ao menos pode criar vnculos sociais, to importantes para qualquer ser humano, o que s possvel atravs de um convvio dirio e constante.

    Alm disso, como no esto sob a responsabili-dade do tomador, ficam mais sujeitos a acidentes de trabalho e doenas ocupacionais, o que por sua vez gera mais transtornos, pois nesses casos, o tomador

    buscar se eximir da culpa, afinal, a responsabilidade do gerador da mo-de-obra (que muitas vezes no tem capital prprio, pois s vive do lucro sobre o que o tomador lhe paga por empregado), e em uma eventual ao trabalhista, imagine a dificuldade do trabalhador em buscar testemunhas para o caso, posto que como pode mudar de local de trabalho constantemente, pode ocorrer de nem lembrar de algum colega de trabalho que tenha acompanhado o que lhe ocorreu, j que no houve tempo nem de saber seu nome.

    Fato que a terceirizao como atividade meio j deveria ser extinta, pois s traz prejuzos aos empregados e incentiva a explorao, acompanhada da falta de responsabilidade de quem efetivamente explora, ou seja, a tomadora.

    Estend-la a todas as reas, como visa o projeto, significa dizer que o ser humano enquanto trabalha-dor no passa de nmero, e deve ser cada vez mais explorado, trabalhar em condies precrias e com baixos salrios, com o plus de a figura do empregador definida to claramente na CLT no mais "assumir

    os riscos da atividade".

    claro que existem empresas que acreditam na fora dos recursos humanos e realmente querem investir nele, mas se a terceirizao for aberta a qual-quer setor da empresa, ser tentador terceirizar tudo, afinal de contas, a empresa s se preocupar em pagar a empresa de mo-de-obra, no se preocupando em treinamentos, investimentos, garantir segurana, e ainda promover algum terceirizado, afinal de contas, na prxima semana ele poder estar em outro local, algo totalmente aceitvel na terceirizao.

    O que todos precisam saber, que a terceiri-zao pode atingir a TODOS OS BRASILEIROS EMPREGADOS, portanto, dever de todos lutar contra a aprovao dessa PL que s traz prejuzos a grande maioria da populao brasileira, ou seja, os trabalhadores, em benefcio de alguns poucos Empregadores, que podero explorar mais e lucrar ainda mais com a fora da mo-de-obra trabalhadora, algo inadmissvel nos dias de hoje, j que no estamos mais no tempo da escravido, ou pelo menos, essa no considerada legal.

    OPINIO

    Tenho encontrado um clima de desnimo, desmotivao e frustrao nas visitas a meus clientes e amigos, o que compreensvel diante da sucesso de notcias alarmantes nestes dias de escndalos, crise poltica, moral e institucional. Tentado a cair na mesma situao depressiva, lembrei de uma histria deliciosa.

    Na TV, uma entrevista com os nossos corredores que foram medalha de prata no revezamento nas Olimpadas de Sidney em 2000: Claudinei Quirino, Andr Domingos, Edson Luciano e Vicente Lenilson. L pelas tantas, vem a histria. Em Presidente Prudente, onde treinavam, um ladro pulou o muro do quintal para roubar umas roupas que estavam no varal. Foi surpreendido e os atletas saram correndo atrs do bandido.

    O ladro, apavorado com aqueles neges, pulou o muro e correu pela rua, com os nossos atletas atrs e escapou!

    P, o cara era muito rpido disse gargalhando um dos corredores medalha de prata na Olimpada!

    Sacou?Rarssimas pessoas conseguem ter performance fora

    da mdia num ambiente de segurana e tranquilidade. na fronteira do perigo que est a motivao, a exploso de adrenalina para superar suas limitaes. Foi isso que fez o ladro ganhar dos campees olmpicos na corrida.

    O medo provocado pela crise uma experincia interessante. No sei como com voc, mas comigo, quando bate aquele frio no estmago, o alerta de perigo, em vez de ficar paralisado sou empurrado para as oportunidades. Quando em situao de risco, e sabendo disso, me