Jornal Paróquia São Cristóvão

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Edição do Mês de Setembro

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  • Informativo Mensal da Parquia de So Cristvo | Ano 2 | N 32 | Setembro de 2010

    VariedadesPgina 14

    Renovao das Promessas do Batismo Pginas 8 e 9

    Dia do CatequistaPgina 4

    Deus no escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.

    O Retiro Espiritual dos Catequistas aconteceu nos dias 30/31 de julho e 1 de agosto, na Casa de Retiros de Rio dos Cedros, do qual participaram sessenta catequistas, e que teve como Orientador Espiritual o Padre Marcelo Telles,

    Proco da Parquia Nossa Senhora Aparecida, do bairro Procasa, de So Jos. Pgina 15

  • 2 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    Editorial

    Exp

    edie

    nte O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para Parquia So Cristvo. Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040

    Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681

    Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Leandro Jos Monteiro, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Setor da Juventude, Jos Hermnio de SantAnna, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria e Paulo Cardoso.

    Organizao: Proco: Pe. David Antnio Coelho Rita de Cssia dos Santos Silva

    Diretor: Carlos Bittencourt

    Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros - Itaja /

    Fone: 47 3341-1408

    Diagramao: Solange Alves ([email protected])

    PROCLAMAS DE CASAMENTOSSETEMBRO/2010

    Jornalista Responsvel: Paulo Henrique de Moura - DRT SC 03432JP

    Na edio do Jornal da Parquia do ms de setembro de 2009, como editorial fizemos um comentrio enfocando a importncia da gua. Foi dito que muito mais im-portante do que alimento, vesturio e outros modernos benefcios coloca-dos disposio do ser humano para que vivam dias melhores. Assistindo o Jornal da Manh do ltimo dia 19 de agosto, chamou minha ateno a colocao de um grupo de cientistas reunidos em congresso, tratando so-bre o problema da desertificao de muitas reas do planeta, enfocando em especial a regio norte e nordeste do Brasil, que sofrem srias agresses por causa do desmatamento e quei-madas praticadas, cujas conseqn-cias esto levando para uma situao irreversvel: vai virar deserto. Quanto tempo levar para isso acontecer no se sabe, mas o quadro da desolao aumenta dia-a-dia, ano-a-ano.

    Pensando na terra, na gua, nas questes graves das queimadas e dos desmatamentos lembrei que o dia 21 de setembro, quando comea-r a primavera, o dia da rvore. O que representa a rvore para voc? a madeira do bero das crianas. A cama sobre a qual nos deitamos para dormir e descansar. A mesa em que nos sentamos ao redor para fazer re-

    feio. a sombra que nos abriga do calor do sol. refgio para os animais e para os pssaros que vivem nas in-tempries. alegria da paisagem. a cabeleira das montanhas, o marco do caminho. o papel dos nossos livros, cadernos, jornais... Exala perfumes segundo sua espcie. Torna o ar res-pirvel, alegra nossos olhos com suas cores e sacia nossa fome com seus frutos.

    Bem cuidada e respeitada im-pede o avano do deserto, a eroso das encostas de rios e de montanhas. A poluio do ar evita enchentes, a seca e ameniza a fria do vento. No seu mundo, a floresta gigante inve-jvel. Nos descampados sombreiros procurados. Nas cidades so coisas raras e onde existem pouco valori-zadas. Se tem vida ser vivente. Se tivesse o dom da fala iria agradecer os que a protegem e cultivam, os que impedem que mos utilizem macha-dos e outros instrumentos cortantes impunemente, sem planejamento para reflorestamento. A rvore faz parte de nossa vida do comeo at o fim. Quando aqui chegamos foi nos-so bero. Na nossa partida ser nosso caixo. Por tudo que representa em benefcios, no seu dia, se possvel for, plante uma nova rvore.

    Ela agradece.

    O Nubente:Marlon Poli, solteiro, filho de Vilmar Poli e de Joceli Justino Poli, residente na rua Maringela Fabeni, 130 bairro Espinheiros, em Itaja-SC com 23 anos; A Nubente:Alice Maria do Esprito Santo Neta, solteira, filha de Valmir Manoel do Esprito Santo e de Regina Santos Esprito Santo, residente na rua Maringela Fabeni, 130 no bairro Espinheiros em Itaja-SC com 36 anosCasam-se em setembro/2010

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    O Nubente:Robson Costa Jos, solteiro, filho de Ailton Jos e de Jucelia Costa Jos, residente na rua Arnaldo Emilio Daloquio, 310 em Cordeiros, Itaja-SC com 26 anos; A Nubente:Francielle Priscila Feller, solteira, filha de Jos Carlos Feller e de Roseli Santana Feller, residente na rua Francisco Olegrio dos Santos, 231 em Cordeiros Itaja-SC, com 24 anosCasam-se em setembro/2010

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    O Nubente:Mayckon Vieira, solteiro, filho de Godoberto Vieira e de Terezinha Doraci Linhares, residente em Gensio Vieira, 150 Espinheiros Itaja-SC, com 19 anos;A Nubente:Francielle Gardini, solteira, filha de Jose Amaro Gardini e de Claudia Cardoso, residente na rua Gensio Vieira, 150 Espinheiros - Itaja-SC, com 16 anos;Casam-se em setembro/2010.

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    O Nubente:Valdeir Lucati Martins, solteiro, filho de Juventino Martins e de Emilia Lucati Martins, residente na rua Csar Augusto Daloquio, 3310 fundos, em Salseiros Itaja-SC, com 30 anos;Nubente:Sandra Mara Reicharts, solteira, filha de Cirineu Reicharts e Marilene Miranda Reicharts, residen-te na rua Jose Francisco Laurindo, 2020 apto 02 So Domingos - Navegantes-SC, com 30 anos;Casam-se em setembro/2010

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 3

    Palavra do Pastor

    Dom Murilo S.R. Krieger, scjArcebispo de Florianpolis

    Temos necessidade de Ti

    Jesus escandalizou os fariseus ao comer com os publicanos e os pecadores com a mes-ma familiaridade com que comia com eles. Contra os que, dentre os fariseus, estavam convencidos de serem justos e desprezavam os outros (Lc 18,9), Jesus afirmou: Eu no vim chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento (Lc 5,32). Foi mais longe ao proclamar diante dos fariseus que, sendo o pecado universal, os que pretendem no necessitar de salvao esto cegos para sua prpria cegueira. Assim o Catecismo da Igre-ja Catlica resume a necessidade que temos de Jesus Cristo, o Filho de Deus e Salvador (n. 588). Mas, quem Jesus Cristo, esse dom do Pai? uma pergunta que nunca ser res-pondida satisfatoriamente, por dois motivos: dada a riqueza de nosso Senhor e Salvador, quando pensamos ter uma idia clara a seu respeito, nos lembramos de uma palavra sua, de um milagre que fez, de uma graa que re-cebemos... E isso nos faz descobrir que co-nhecemos pouco, muito pouco, da riqueza de seu Corao. Um outro motivo: desde que ele prprio levantou algumas perguntas a seu respeito - Quem dizem que eu sou? E vs, o que dizeis de mim? -, muitos descobriram que responder-lhe posicionar-se, revelar o prprio corao, e nem todos gostam de co-nhecer a prpria verdade.

    Telogos, escritores, artistas e poetas po-dem ajudar-nos a responder quem Jesus Cristo. o caso do literato italiano Giovanni Pa-pini (1881-1956), que na primeira fase de sua vida era um escritor anti-religioso, anticristo e confessadamente ateu. Tendo se convertido ao catolicismo em 1920, conservou sempre um estilo polmico e arrebatado. Em 1921, escreveu um livro sobre Jesus Histria de Cristo-, que termina com a seguinte orao:

    Cristo, temos necessidade de ti, s de ti e de ningum mais. S tu, que nos amas, podes

    ter por ns, sofredores, a piedade que cada um no sente por si mesmo. S tu podes sen-tir quo grande, quo imensamente grande, a necessidade que temos de ti neste mundo, nesta hora do mundo...

    Todos necessitam de ti, mesmo os que te ignoram. O esfaimado julga procurar po e tem fome de ti. O que tem sede imagina que quer gua, e tem sede de ti. O enfermo tem iluso de desejar a sade, e seu mal tua au-sncia. Todo aquele que no mundo procura o belo, procura-te sem o saber, pois tu s a beleza ntegra e perfeita. Aquele que nos seus pensamentos investiga a verdade digna de conhecimento, busca a ti. Quem estende os braos para a paz, estende os braos para ti, que s a nica paz onde os coraes podem repousar. H os que te chamam, sem o saber que a ti que chamam, e o seu clamor indi-zivelmente mais doloroso que o nosso...

    Sabes quo grande , nos tempos em que vivemos, a necessidade de teu olhar e de tua palavra. Sabes que um s de teus olhares pode transformar nossas almas; que tua voz pode arrancar-nos do lixo das nossas misrias. Sa-bes, melhor e mais profundamente que ns, que tua presena urgente nestes tempos que te desconhecem. Vieste da primeira vez para salvar; nasceste para salvar; falaste para salvar; foste crucificado para salvar. Tua arte, tua obra, tua misso, tua vida salvar. E temos hoje, nestes dias sombrios e malignos, nestes anos que so um amontoado de horror e de dor, temos necessidade, sem demora, de ser salvos...

    Esperamos-te. Esperamos-te cada dia, apesar de nossa indignidade. Todo amor que pudermos espremer de nossos coraes sofri-dos ser para ti, Crucificado, que foste tortu-rado pelo amor que tens por ns, e que agora nos torturas com a violncia de teu amor um amor que ningum pode abafar.

    medida que tomamos cons-cincia de que somos Igreja, que professamos a mesma f em Jesus Cristo, medida que queremos per-manecer unidos a Jesus Cristo pela prtica do amor fraterno, tambm vamos nos sentindo responsveis uns pelos outros.

    Esta co-responsabilidade nos ajuda compreender que alm da Famlia de Sangue fazemos parte da Famlia Divina, a Igreja, que nos aju-da ser mais comungantes da vonta-de do Esprito Santo.

    Ao reconhecermos este paren-tesco, cuja compreenso torna-se cada vez mais esclarecida sempre que mantermo-nos unidos, deve-mos reconhecer tambm que a oferta do dzimo est intimamente ligada a este compromisso, e que pelo dzimo expressamos concreta-mente nossa preocupao com as necessidades da comunidade que costumeiramente participamos dos servios religiosos e de pastorais.

    A oferta do dzimo s tem sen-tido se o fim ltimo o bem espi-ritual, pastoral e social de todos que fazem parte da comunidade. A oferta do dzimo no deve ser direcionada para investimentos lu-crativos. Sua principal finalidade manter o patrimnio religioso da(s) comunidade(s). Quanto as pessoas que prestam servios permanente nas comunidades, e que so regis-tradas como funcionrios(as), tm direito a remunerao. O que no pode, e por isso no correto, to-mar do valor arrecadado, e que ex-pressa sacrifcio de muitos, para se obter vantagens.

    Nossas comunidades, graas ao bom Deus, tem demonstrado boa conscincia com o que recebem dos(a) nossos(as) amados(as) dizi-mistas. Estamos reformando nossos

    Templos de Orao, construindo salas que se destinam a formao catequtica, adequando nossos equipamentos de acordo com as orientaes litrgicas e pastorais, e muito mais. O objetivo deve ser sempre a total realizao dos paro-quianos.

    Estas consideraes mostram como o dzimo assume uma dimen-so privilegiada dos nossos compro-missos financeiros. Ao reconhecer o senhorio de Deus com o olhar vol-tado para a comunidade, tornamo-nos mais do que coadjuvantes, tor-namo-nos agentes providentes que ajudam acontecer a evangelizao.

    importante saber onde est sendo investido o seu dzimo, pois como membro do corpo de Cristo, a Igreja, e responsvel pelo bem deste corpo, voc tm o direito de acom-panhar os projetos que esto sendo executados, e se os valores corres-pondem.

    O dzimo sem uma viso comu-nitria, perde seu sentido. Sem o olhar da comunidade e sem objetivo claro voltado para o bem da mesma, de nada serve. Deus quer nosso d-zimo para que seus filhos possam usufruir de benefcios que favore-am melhor agilizao dos trabalhos das pastorais.

    Voc, querido(a) paroquiano(a) dizimista, est vendo o quanto es-tamos fazendo de bom em favor de sua comunidade. Fique tranqilo(a). Sua oferta, sua doao, est sendo administrada com responsabilida-de.

    Se voc apresenta seu dzimo pelo envelope mensal, no esquea de retir-lo, no 1 Domingo de cada ms, no balco da Pastoral do Dzi-mo, e devolv-lo, com sua oferta, em uma das Celebraes da Eucaris-tia e da Palavra do 2 Domingo.

    DZIMOEXPRESSO FORTE DE COMUNIDADE

  • 4 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    Em nossa Parquia foi comemorado na noite do dia 21 de agosto, porque no dia 29 aconteceu uma atividade formativa para os que sero Crismados dia 05 de setembro.

    O importante que nossos catequistas da 1 Eucaristia, da Crisma e do Batismo compareceram em grande nmero para participarem da Santa Missa de Ao de Graas, e depois, no Salo Paroquial, do saboroso jantar que lhes foi oferecido com muito amor,

    como tambm o singelo presente, o qual muitos elogiaram e agradeceram.

    PARQUIA EM AO

    DIA DO CATEQUISTA

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 5

    [email protected]://marcioreiser.blospot.com

    Marcio Antonio Reiser O.F.S

    A NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA

    08 DE SETEMBRO

    PARABNS VIRGEM MARIAHoje o teu dia: Nasceste; Vieste

    sem mancha luz: com teu natal tu nos deste o teu filho Jesus.

    Durante o ano, quando celebramos as festas maria-nas, e cada dia em vrias ocasies, ns, os cristos, pen-samos muitas fezes na Stma. Virgem. Ela a criatura, por excelncia, privilegiada na histria da salvao, porque foi em Maria que o verbo se fez carne e habitou em ns.

    Hoje o dia em que Deus comea a pr em prtica o seu plano eterno, pois era necessrio que se construsse a casa, antes que o rei descesse para habit-la. Uma linda casa, porque, se a sabedoria constri uma casa com sete colunas trabalhadas, este palcio, que Maria, est ali-cerado nos sete dons do Esprito Santo.

    ONDE NASCEU A VIRGEM MARIA?

    A disputa recai sobre trs grandes cidades; Belm, Sforis ou Jerusalm, afinal qual das trs teve a honra de ter sido o local do nascimento.

    A primeira Belm. Deve-se essa tradio ao fato de Nossa Senhora ser da estirpe real, da casa de Davi. Tal hiptese no se sustenta.

    Outra tradio nos diz que ela nasceu em Sforis a poucos quilmetros ao norte de Belm, pois seus pais Ana e Joaquim l residiram. Tambm, s por esse fato, tal hiptese no se sustenta.

    A hiptese mais aceita por um grande nmero de historiadores, a de que a Virgem Maria nasceu em Je-rusalm.

    Uma antiga tradio nos diz que seus pais moravam em Jerusalm, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Baslica de Santa Ana, e foi ali que nasceu a

    sempre Virgem Maria.Na Igreja, somente em trs casos comemoramos o

    dia do nascimento: o de Jesus Cristo, o de Nossa Senhora e o de Joo Batista.

    Diz-se que a festa da natividade, teve incio no oci-dente no ano de 430 por iniciativa de So Maurlio. A tradio nos diz que um respeitado senhor de Angers na Frana, encontrava-se na pradaria de Marillais, na noite de 08 de setembro daquele ano, quando ouviu os anjos cantando no cu, perguntou-lhes qual o motivo do cnti-co, responderam-lhe que cantavam em razo do aniver-srio de Nossa Senhora.

    A comemorao espalhou-se rapidamente por toda a Igreja, porm somente no ano de 1245, durante o Con-clio de Lyon que o Papa Inocncio IV estendeu oficial-mente a festividade a toda igreja.

    A pequena princesa era acalentada em seu sono por seus orgulhosos pais; afinal era a to esperada por eles. Dizem que os anjos de Deus montavam guarda junto ao seu bero, e que para ela entoavam as mais belas melo-dias para embalar seus sonhos.

    Dia 08 de setembro, exatamente nove meses aps a comemorao da Imaculada Conceio de Maria, a igre-ja celebra a sua natividade. Maria o elo de ligao entre a trindade e a humanidade.

    Com o nascimento da Virgem Maria cumpria-se a profecia de Isaas que diz: Da cepa dez vezes secular de Jess, da raiz de Davi, brotar um novo ramo... e desse ramo, mais tarde brotar o verbo de Deus encarnado, o Cristo Jesus.

    A bela menina de olhos vivos, e encantadores, a to-dos cativava, e conforme os versos do beato Jos de An-chieta lemos; Contempla! Ei-la que nasce essa menina de beleza encantadora cujo olhar clareia o mundo em trevas mergulhado.

    Deram-lhe o nome de Maria!No antigo testamento somente uma mulher tinha o

    nome de Maria. A irm de Moiss. Essa Maria (Mirjam ou Mirian) era venerada pelo povo Hebreu. J no novo testamento encontramos, alm da me de Jesus, muitas outras.

    Na lngua egpcia, Maria (Mery ou Meryt), significa-va: muito amada, j no Hebraico Miriam=Maria sobe-rana.

    O teu nascimento Virgem Maria, nos trouxe a cer-teza da salvao.

    Feliz Aniversrio!

  • 6 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    A msica a servio da comunidade

    Agnes MariaMembro do Grupo de Cnticos Litrgicos

    da Parquia So Cristvo - Matriz

    Paulo Cardoso - Ministro da Sagrada Comunho

    Celebrando a Unidade da FamliaQuando um homem e uma mulher prometem permanecer juntos como

    uma s carne e honrar o matrimnio eles criam um vnculo que no pode ser facilmente rompido. (Eclesiastes 4:12).

    Setembro: ms da Bblia. Nesta edio voc vai conferir algumas passagens Bblicas que relatam a importncia da msica desde os tempos mais antigos da humanidade.

    O primeiro relato bblico confirmando isto encontra-se no livro de Gnesis 4.21: O nome de seu irmo era Jubal; este foi o pai de todos que tocam

    harpa e flauta. Baseado neste verso, acreditamos que Jubal, o sexto descendente de Caim, foi o criador da msica instrumental...

    Alguns Instrumentos Musicais na Bblia:

    SALTRIO - Instrumento de cordas para acompanhar a voz (Salmo 33.2;144.9).

    Era uma espcie de alade, semelhante viola, mas de forma triangular ou trapezoidal;

    CMBALOS - Instrumentos de percusso for-mados por dois pratos

    ALADE - Instrumento de corda, semelhan-te viola. a traduo da vulgar palavra he-braica nebel. Nebel a maior parte das vezes traduzido pelo termo saltrio. As cordas eram tocadas com os dedos (Isaas 5.12; 14.11; Ams 5.23; 6.5);

    TAMBORINS - Pequenos tambores. Ainda hoje as mulheres do Oriente danam ao som do tamborim. (ver: xodo 15.20; 2 Samuel 6.5; J 21.12);

    HARPA - o mais antigo instrumento musi-cal que se conhece, existindo j antes do dilvio (Gnesis 4.1). A palavra hebraica kinnor, que se acha traduzida por harpa, significa provavel-mente a lira. Os hebreus faziam uso dela, no s para as suas devoes, mas tambm nos seus passatempos. Nas suas primitivas formas parece ter sido feita de osso e da concha de tartaruga. Que a harpa era um instrumento leve na sua construo, claramente se v no fato de ter Davi danado enquanto tocava, assim como tambm fizeram os levitas (1 Samuel 16.23; e 18.10).

    No era usada em ocasies de tristeza (J 30.31; Salmo 137.2).

    Tcnica Musical bem vista na Bblia:

    Cantar harmoniosamente (Salmo 47.7): Deus o rei de toda a terra; salmo dia com harmonioso cntico.

    Pessoas que tocam bem so sempre priori-dade, primeiros da lista (1 Samuel 17.18): Disse Saul aos seus servos: Buscai-me, pois, um ho-mem que saiba tocar bem e trazei-mo. Ento, respondeu um dos moos e disse: Conheo um filho de Jess, o belemita, que sabe tocar e for-te e valente, homem de guerra, sisudo em pala-vras e de boa aparncia; e o Senhor com ele.

    Haviam pessoas treinadas em msica (I Cr-nicas 15.22: Quenanias, chefe dos levitas m-sicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era entendido nisso).

    Tocar bem ao Senhor (Salmo 33.3): Cantai-lhe um cntico novo; tocai bem e com jbilo; na edio Almeida diz: Entoai-lhe novo cntico, tangei com arte e com jbilo.

    Alguns trechos falando sobre a importncia da msica como

    instrumento de Deus:E quando o esprito maligno da parte de

    Deus vinha sobre Saul, Davi tomava a harpa, e a tocava com a sua mo; ento Saul sentia alvio, e se achava melhor, e esprito maligno se retira-va dele (I Sm 16:23).

    E Davi ordenou aos chefes dos levitas que designassem alguns de seus irmos como can-tores, para tocarem com instrumentos musicais, com alades, harpas e cmbalos, e levantarem a voz com alegria (I Cr 15:16).

    Quando os trombeteiros e os cantores esta-vam acordes em fazerem ouvir uma s voz, lou-vando ao Senhor e dando-lhe graas, e quando levantavam a voz com trombetas, e cmbalos, e outros instrumentos de msica, e louvavam ao Senhor, dizendo: Porque ele bom, porque a sua benignidade dura para sempre; ento se encheu duma nuvem a casa, a saber, a casa do Senhor (II Cr 5:13).

    Ora, na dedicao dos muros de Jerusalm buscaram os levitas de todos os lugares, para os trazerem a Jerusalm, a fim de celebrarem a dedicao com alegria e com aes de graas, e com canto, cmbalos, alades e harpas

    (Ne 2:27).Louvai ao Senhor! Louvai a Deus no seu

    santurio; louvai-o no firmamento do seu po-der! Louvai-o pelos seus atos poderosos; lou-vai-o conforme a excelncia da sua grandeza! Louvai-o ao som de trombeta; louvai-o com sal-trio e com harpa! Louvai-o com adufe e com danas; louvai-o com instrumentos de cordas e com flauta! Louvai-o com cmbalos sonoros; louvai-o com cmbalos altissonantes! Tudo quanto tem flego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor! (Sl 150).

    Alicerce Slido

    Para uma casa durar muito tempo, ela precisa de um alicerce slido. O mesmo se aplica famlia, que, para ser bem sucedida, precisa estar alicerada sobre uma fonte de orientao que realmente funciona.

    Hoje em dia, no faltam livros, revistas e programas de TV que do conselhos matrimoniais, talvez recomendando que um casal com problemas fique junto, ao pas-so que outros talvez recomendem que esse mesmo casal se separe. E, s vezes, os prprios conselheiros mudam de ideia sobre esse tipo de assunto. Por exemplo, em 1994, uma famosa teraputa especializada em problemas da adolescncia escreveu que anteriormente ela mesma pensada que Era melhor um filho morar com os pais separados felizes do que com os pais casados infelizes e que divorciar era melhor do que permanecer num casamento ruim. Mas aps duas dcadas de experincia, essa teraputa mudou de opinio. Ela contou: o divrcio deixa muitos filhos arrasados.

    As opinies podem mudar, mas os melhores conselhos disponveis sempre refleti-ro de alguma maneira os princpios encontrados na Palavra de Deus, a Bblia. Depois de ler esta srie de artigos. Famlias como todas as outras encontram problemas. A diferena que a Bblia as ajudou a construir um alicerce slido para seu casamento e vida familiar. Isso era de se esperar, pois o Autor da Bblia, Deus, foi quem originou a famlia. (Ver 2 Timteo 3:16, 17)

    Meus irmos estejam decididos a colocar os princpios bblicos em prtica em sua vida familiar.

    A Bblia na famlaFamlias paroquianas, o Senhor se alegra com a famlia unida, e aceita o louvor

    dos coraes que esto em comunho:

    Tributai ao Senhor, famlias dos povos, tributai ao Senhor a glria e a honra (Salmo 95, 7)

    30 de Setembro dia da Secretria!

    A famlia paroquiana agradece o empenho das secretrias paroquiais, que trabalham com amor, zelo e carinho, ajudando a construir e a unir cada vez mais as famlias de nossa comunidade.

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 7

    Av. Reinaldo Schmithausen, 3635 Cordeiros - Itaja - SC

    PARQUIA EM AO

    Na noite do ltimo dia 13 de agosto na Igreja Matriz So Cristvo aconteceu a Celebrao do Batismo de 11 (onze) crianas que freqentam a catequese, e que nos prximos dois meses estaro recebendo a 1 Eucaristia numa de nossas comunidades. Foi uma celebrao muito bonita at porque, por se tratarem de crianas que foram preparadas durante os dois anos de catequese, estavam conscientes do que estavam fazendo e recebendo. Aqui na Parquia

    So Cristvo segue essa poltica, a criana que vem para a catequese, que ainda no batizada, deve freqentar os encontros catequticos com normalidade, e depois de bem orientadas e preparadas recebem o Sacramento do Batis-mo antes da Celebrao da Renovao das Promessas do Batismo. Alguns pais, em princpio ficam chateados, mas com o tempo vo compreendendo, e no dia marcado ficam emocionados e agradecidos.

    CRIANAS DA 1 EUCARISTIA FORAM BATIZADAS

  • 8 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    Fone (47) 3341 3200Rod. BR101|Km 121| Galpo So Vicente

    Itaja | SCe-mail: [email protected]

    A Parquia So Cristvo viveu duas tardes de sbado, ao lon-go do ms de agosto, que fo-ram muito bonitas, alegres, e ungidas. Foram as tarde dos dias 14, 21 e 28 de agosto, em que aconteceram as Ce-lebraes Festivas da Renovao das Promessas de Batismo das Crianas que estaro recebendo a 1 Eucaristia em nossas comunidades at o final do ms de novembro, e dos adolescentes, jovens e adultos que iro receber o Sa-cramento da Crisma no prximo dia 05 de setembro.

    No total foram quase 500 (quinhen-

    RENOVAO DAS PROMESSAS DE BATISMO

    DIA 21 DE AGOSTO

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 9

    Av. Reinaldo Schmithausen, 3635 - Cordeiros - Itaja

    RENOVAO DAS PROMESSAS DE BATISMORENOVAO DA CRISMA

    tos) o nmero dos que participaram das celebraes. Porque aconteceram na Igreja Matriz So Cristvo e antes das celebraes festivas da 1 Eucaristia e Crisma, se antes se fazia a Renovao do Batismo na mesma solenidade?

    Porque uma coisa diferente da outra. Devem ser bem preparadas e ce-lebradas em separado. Onde acontece Renovao e 1 Eucaristia, Renovao e Crisma, a preocupao sempre com a Renovao, tornando os Sacramentos coisas secundrias. Se como est se fa-zendo o correto, que no futuro conti-nuem fazendo assim.

  • 10 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    CAPELINHAS DA ME PEREGRINA

    Na noite do ltimo dia 14 de agosto, na Festa da Assuno de Maria, durante a Santa Missa das 18h30min, na Igreja Matriz So Cristvo aconteceu a entregas das 10 primeiras Capelinhas da Me Peregrina, e o envio missionrio dos

    responsveis pelos 10 grupos de 30 famlias cada um, somando um total de 300 famlias recebendo o pequeno oratrio em suas casas. o comeo. Acreditamos que pouco-a-pouco muitas outras famlias estaro sendo

    relacionadas para participarem dessa singela espiritualidade que, por todo lado onde acontece muito bem tem levado para dentro das casas onde moram as Famlias Crists.

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 11

    O QUE LITURGIAVILI MASCHIO

    Coordenador Paroquial de Liturgia

    Fonte. DUARTE, Pe. Luiz Miguel. Conhea mais para celebrar melhor. So Paulo: Paulus, 1996.

    Nahor Lopes de Souza Jnior

    Os livros da BbliaJuzes

    Leitoras e leitores! Chegamos ao stimo livro da Bblia. O ttulo do livro remonta forma de go-verno tpica das antigas tribos semitas. Notem bem que isso no foi exclusividade do povo hebreu, mas tambm dos antigos rabes e mesopotmicos.

    Segundo os biblistas, o Livro dos Juzes (Shoftim, em hebraico) foi escrito durante a poca da constru-o do templo de Salomo e aps o exlio babilnico, mostrando realmente o descontentamento do povo com a monarquia.

    O tema do livro a vida do povo hebreu aps a Assembleia de Siquem (vista na reflexo do jornal passado, sobre o Livro de Josu). O povo precisou se organizar politicamente e militarmente para defen-der suas terras e sua f. A diviso do livro a seguin-te:

    1 2,5: Primeira Introduo. O povo se insta-lando no local.

    2,6 3,6: Segunda Introduo. Fim de Josu e anlise do local e poca (viso histrica).

    3,7 16: Histria dos Juzes de Israel. Ao todo so 13 mais 1 que tomou o poder como rei: Otoniel, Aod, Samgar, Dbora e Barac, Gedeo e Abimelec (rei), Tola, Jair, Jeft, Abes, Elon, Abdon e Sanso.

    17 21: Apndices. Tradies soltas das tri-bos de D e Benjamin.

    Os acontecimentos mostrados em Juzes se situam entre 1200 at 1000 a.C, num perodo pr-monrquico. provavelmente o livro mais poltico da Bblia, pois questiona as estruturas polticas dos estrangeiros, fortalecendo as tribos em torno de Yahweh. Os juzes eram lderes militares, mas julga-vam o povo em questes de justia, zelando pela or-ganizao tribal. A monarquia sempre vista como um mal, no sendo projeto de Deus.

    A organizao tribal dos juzes de Israel ca-racterizada em 3 aspectos: a) solidariedade econ-mica: no havia acmulo de bens, nem tributos; b) poder partilhado: no h centralizao, o juiz volta sua vida normal em tempos de paz; c) leis a servi-o da vida. O livro de Juzes ensina aos israelitas que a opresso castigo da impiedade e que a vitria consequncia do retorno a Deus. As vitrias dos isra-elitas so ponto de uma fidelidade promessa divina em terra e trabalho.

    Alguns belos trechos selecionados para voc ler melhor o livro de Juzes:

    Jz 5,1-31: Cntico de Dbora e Barac aps a vitria dos israelitas sobre Ssara. Mostra que os humildes e simples, ajudados por Deus, podem derrotar os pode-rosos. Como questionamos a atual burguesia? Ou no questionamos?

    Jz 9,7-15: Discurso de Joato, em forma de parbo-la. Fala de rvores que que-riam eleger uma delas para reinar sobre ela. O sentido dessa parbola est no senso

    poltico e participao na sociedade que todos de-vemos ter.

    Js 13 - 16: A histria de Sanso. Talvez a par-te mais conhecida do livro de Juzes, principalmente pelo seu envolvimento com Dalila. um relato de tradio oral da tribo de D, colocado posteriormen-te no livro. Uma histria de valores, trabalhando principalmente o problema da confiana.

    O Livro de Juzes cai como uma luva ao atual pro-blema da poltica no Brasil. Enquanto que o povo de Deus, na sua fidelidade Aliana, manteve-se firme no projeto tribal, como estamos ns atualmente? Quantos religiosos compactuaram com o nazismo, o fascismo e as ditaduras? Ser que somos realmen-te juzes, julgando valores da justia ou a aliena-o poltica tomou conta de nossas mentes? Esses questionamentos servem para acordarmos que, por mais diferentes que sejam os regimes polticos, ne-nhum deles dar conta da complexidade dos valores estabelecidos. As alianas frustradas dos filisteus e

    cia. mostradas em Juzes s nos fazem provar essa teoria. A par-tir da leitura de Juzes devemos mostrar que o atual sistema, o capitalismo neoliberal, injusto, pois no promove a solidarieda-de, o poder partilhado e as leis a favor da vida. Continuaremos a votar em candidatos que pro-movem o latifndio e a concen-trao demasiada de renda? Julgaremos com prudncia nes-sas eleies ou vamos continuar com o veneno sutil do diablico neoliberalismo?

    Liturgia no apenas uma encenao da vida, pai-xo, morte e ressurreio de um tal de Jesus de Nazar. Liturgia no cerimnia, nem folclore, muito menos patri-mnio cultural da sociedade, liturgia o ponto central na preparao de uma celebra-o crist.

    Sempre iniciamos as nossas celebraes com o sinal-da-cruz, pois na liturgia o Pai realiza o mistrio de sua vontade entregando seu Filho bem-amado e seu Esp-rito Santo para a salvao do mundo e para a glria do seu nome.

    No Egito, na antiguidade, Deus passou no meio do povo e libertou-o. H dois mil anos, Deus se fez homem em Jesus Cristo que pregou definitiva-mente consigo na cruz todos os nossos pecados e nos libertou da morte, nos libertou da escravido do mal, nos deu uma nova vida, de amor, de paz e de justia.

    Deus passa no meio de ns pela liturgia. Pscoa significa passagem. Liturgia Pscoa!

    A palavra liturgia significa originalmente obra pblica, servio da parte do povo em favor do povo. Na tradio crist, ele quer significar que o povo de Deus torna parte na obra de Deus. Pela liturgia, Cristo, nosso redentor e sumo sacerdote, continua em sua Igreja, com ela e por ela, a obra de nossa redeno.

    A LITURGIA: OBRA DA SANTISSIMA TRINDADENa liturgia da Igreja, Deus Pai bendito e adorado como a fonte de todas as

    bnos da criao e da salvao, com as quais nos abenoou em seu Filho, para dar-nos o Esprito da adoo filial.

    A obra de Cristo na liturgia sacramental porque seu mistrio de salvao se torna presente nela mediante o poder de seu Esprito Santo; porque seu corpo, que a Igreja, como que o sacramento (sinal e instrumento) no qual o Esprito Santo dispensa o mistrio da salvao; porque por meio de suas aes litrgicas a Igreja peregrina j participa, por antecipao, da liturgia celeste.

    A misso do Esprito Santo na liturgia da Igreja preparar a assemblia para encontrar-se com Cristo; recordar e manifestar Cristo f da assemblia; tornar pre-sente e atualizar a obra salvifica de Cristo por seu poder transformador e fazer fruti-ficar o dom da comunho na Igreja.

    A Missa uma reunio da grande famlia de Deus, que agradece e louva ao Senhor, pede perdo por seus pecados e se alimenta com o corpo de Jesus, que nos revigora e d foras ao Esprito para levarmos avante a nossa misso de catlicos. A liturgia tambm se faz presente na Santa Missa, com a organizao e preparao a fim de que todas as intenes alcancem aqueles que dela participam na busca do alimento para sua f, para sua vida.

    LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

  • 12 Parquia de So Cristvo |SETEMBRO | 2010

    Dic. Vital Feller

    O ms de setembro considerado o ms da Bblia, da Sagrada Escritura, a carta magna dos

    cristos, mas precisamente neste ano, comemorado no dia 26

    de setembro, por isso queremos fazer uma breve colocao como

    a Bblia foi escrita.

    Na condescendncia de sua bondade, Deus, para revelar-se aos homens, fala com eles em palavras humanas: A Pa-lavra de Deus, expressada em lnguas humanas, se faz semelhante linguagem humana, como a Palavra do Eterno Pai, assumindo a nossa frgil condio humana, se fez semelhante aos ho-mens (DV 13).

    Deus o autor da Sagrada Escritura. As verdades reveladas por Deus, que esto con-tidas e se manifestam na Sagrada Escritura, se consignaram por inspirao do Esprito Santo. Ele inspirou os autores humanos dos livros sa-grados.

    A Tradio apostlica fez a Igreja discernir quais escritos constituem a lista dos Livros San-tos. Esta lista integral chamada Cnon das Es-crituras. Cnon vem da palavra grega kanon que significa medida, regra.

    O Cnon compreende para o Antigo Testa-mento 46 escritos e 27 para o Novo. Estes so: Gnesis, xodo, Levtico, Nmeros, Deuteron-mio, Josu, Juzes, Ruth, os dois livros de Sa-muel, os dois livros dos Reis, os dois livros das Crnicas, Esdras e Neemias, Tobias, Judith, Es-ther, os dois livros dos Macabeus, J, os Salmos, os Provrbios, o Eclesiastes, o Cntico dos Cn-ticos, Sabedoria, Eclesistico, Isaas, Jeremias, Lamentaes, Baruc, Ezequiel, Daniel, Osias, Joel, Ams, Abdias, Jonas, Miquias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, para o Antigo Testamento.

    Para o Novo Testamento, os Evangelhos de Mateus, de Marcos, de Lucas e de Joo, os Atos dos Apstolos, as Epstolas de Paulo aos Romanos, a primeira e segunda aos Corntios,

    SETEMBRO MS DA BBLIA No ltimo dia 23 de agosto a Comunidade Paroquial So Cristvo vibrou com a co-

    memorao dos 35 anos de vida de Pe. Silvano Joo da Costa scj Vi-grio Paroquial, lembrando, como se inicia uma hestorinha encanta-da, o que aconteceu a muitos e muitos anos atrs, o dia que ainda estando no ventre da querida Me, Dona Ins, disse SIM luz da vida,

    aos Glatas, aos Efsios, aos Filipenses, aos Co-lossenses, a primeira e segunda aos Tessaloni-censes, a primeira e segunda a Timteo, a Tito, a Filemos, a Epstola aos Hebreus, a Epstola de Thiago, a primeira e segunda de Pedro, as trs Epstolas de Joo, a Epstola de So Judas e o Apocalipse.

    Os idiomas da Bblia

    So trs as lnguas originais da Bblia: HE-BREU, ARAMAICO E GREGO.

    Em Hebreu foi escrito:- a maior parte do Antigo Testamento.

    Em Aramaico foram escritos:- Tobias- Judith- Fragmentos de Esdras, Daniel, Jeremias e do Gnesis- o original de So MateusEm Grego foram escritos:- o livro da Sabedoria - o II Macabeus- o Eclesistico- partes de Esther e de Daniel- o Novo Testamento, menos o original de So Mateus.

    aparecendo no palco do universo como PESSOA HUMANA, nica, exclusiva, irrepetvel, insubstitu-vel, intransfervel, irreversvel e eternamente inestinguvel.

    Padre Silvano tem sido uma bno para a Parquia So Cris-tvo. Sua chegada e presena, juntamente com os Padres He-reno e Arcngelo, como tambm dos Diconos Permanentes An-tnio, Adilson e Vital, auxiliando nosso Proco Pe. David, nos mui-tos trabalhos celebrativos, pas-torais e administrativos, faz que todos os paroquianos vivam com mais alegria sua f.

    A Parquia So Cristvo se alegrou com a comemorao do aniversrio de nascimento do Pa-dre Silvano. Os sentimentos ale-gres brotaram da considerao daquilo que Padre Silvano e seus queridos pais e irmos, tambm Padres, so para a Igreja. feliz Ani-versrio.

    Feliz Aniversrio!

    ANUNCIE NO JORNAL DA PARQUIA

    SO CRISTVO.(47) 3348.3040 | 8405.9681

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 13

    Avenida Reinaldo Schmithausen, 1080 - Cordeiros

    NOSSA CARA - COMUNIDADE

    Aconteceu nos dias 06, 07 e 08 de agosto. Como sempre, depois da Festa de So Cristvo, um dos maiores acontecimentos religiosos da Parquia. Estava muito bem organizada e tudo aconteceu como o planejado pela diretoria do Conselho de Pastoral e Econmico da Comunidade de Salseiros. Alm do bingo e de outras atividades recreativas prprias das festas da Igreja, as cele-braes foram muito bem preparadas e concorridas. Mas no domingo da festa, as emoes foram muitas, comeando com a solene entrega das Bandeiras da Fes-ta e da bno dos cavaleiros, na Igreja Matriz So Cristvo, de onde saram em procisso at a capela do Senhor Bom Jesus, em Salseiros. A chegada dos cavalei-ros com as bandeiras do Brasil, do Estado, do Municpio, do Vaticano, da Parquia e da Capela, foi emocio-nante. A Santa Missa, tambm de homena-gem aos pais. Tudo aconteceu em paz. Os pequenos contratem-pos foram contornados e a festa deu um gran-de resultado: a unio de todas as famlias de Salseiros e da regio.

    Aconteceu no ltimo dia 15 de agosto. Foi uma festa muito ungida e tambm de emoes porque naquele dia estava sendo en-tregue Comunidade de So Roque a bonita escadaria, to sonhada e pro-metida por muitos, toda em pedra, com iluminao. A maior parte do custo foi um presente ofertado por um grande amigo da Parquia. Quem esse ami-go? algum que gosta de ajudar sem exigir seu nome mencionado. Por essa e por outras doaes sempre receba de Deus o que sempre necessita para continuar trabalhando pelo bem estar de muitas famlias de nossa regio, que a sade, a sabedoria e muita paz. Trata-se de uma pessoa humilde e muito generosa. Tambm a Capela de So Roque recebeu da Prefeitura

    FESTA DO SENHOR BOM JESUS FESTA DE SO ROQUE

    Municipal o asfaltamento da entrada secundria, favorecendo com essa obra melhor acesso para as pessoas que participam das muitas atividades religiosas e recreativas que aconte-cem. Esto de parabns os membros da diretoria do Conselho de Pastoral e Econmico da Comunidade de So Roque pelos muitos esforos em ga-rantir ambiente de melhor qualidade para todos.

  • 14 Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010

    VariedadesCATEQUESE BATISMAL

    Comunicamos aos Pais e Padri-nhos que preci-sam se preparar para o Batismo de seus filhos e afilhados, que ao longo do ms de setembro sero realizados encon-tros de prepara-o:

    Dia 04, S-bado, na Igreja Matriz So Crist-vo, situada Rua Odlio Garcia, em

    Cordeiros, com incio s 13h 30min; Dia 11, Sbado, na Capela Nossa Senhora do

    Perptuo Socorro, situada Rua Selso Duarte Morei-ra, no Votorantin, com incio s 13h 30min;

    Dia 18, Sbado, na Capela Cristo Rei, situada na Rua Rondnia, no Costa Cavalcante, com incio s 13h 30min.

    As inscries podero ser efetuada no dia e local anunciado entre 13 s 13h30min. Os participantes, como contribuio, so convidados a ofertar um quilo de mantimento de primeira necessidade, que poste-riormente sero encaminhados aos mais pobres na forma de cesta bsica.

    PRIMEIRAS COMUNHES DE SETEMBRO E OUTUBRO

    11/09 Sbado 18h30min na Capela Cristo Rei Rua Rondnia Costa Cavalcante.

    12/09 Domingo 08h30min na Capela San-ta Paulina Portal I.

    18/09 Sbado 18h30min na Capela N. Sra. Aparecida Espinheirinhos.

    19/09 Domingo 09h30min na Capela San-ta Luzia Espinheiros.

    25/09 Sbado 19h30min. Capela So Jos Jardim Progresso.

    26/09 Domingo 08h30min. Capela Bom Jesus Salseiros.

    09/10 Sbado 19h30min. Capela So Fran-

    cisco So Roque. 16/10 Sbado 19h30min Capela N. Sra. do

    Perptuo Socorro Votorantin. 17/10 Domingo 08h30min Capela Imacu-

    lada Conceio Murta. 24/10 Domingo 09h30min. Capela Santa

    Maria Jardim Esperana.

    FESTAS DE SETEMBRO E OUTUBRODias 11 e 12/09 - Festa de N. Sra. do Caravgio

    - na Capela do Divino Volta de Cima. Dia 04/10 Festa de So Francisco de Assis

    So Roque. Dias 09 e 10/10 Festa de Nossa Senhora Apa-

    recida Espinheirinhos.

    CONCENTRAO MARIANA PAROQUIAL

    Anunciamos e convidamos antecipadamente to-dos os paroquianos para participarem da Concentra-o Mariana Paroquial, dia 12 de outubro, tera-feira, que acontecer na Capela Nossa Senhora Aparecida, situada na Comunidade de Espinheirinhos, em Itaja.

    s 09 horas da manh, da Capela Santo Antnio de Espinheiros sair a Caravana dos Devotos trazendo a veneranda imagem de Nossa Senhora da Conceio Aparecida, para a Santa Missa Festiva que ter incio s 10 horas da manh.

    Tambm, para manifestar nossa alegria em po-der celebrar mais um memorvel Dia da Padroeira do Brasil, s 12 horas, convidamos para que todas as fa-mlias Catlicas soltem um ou mais foguete(s).

    ATENO LIDERANAS DA PARQUIA

    Dia 17 de setembro, sexta-feira, no Salo Paro-quial da Igreja Matriz So Cristvo, com incio s 19h 30min, acontecer mais uma reunio do CPP - Con-selho de Pastoral Paroquial.

    Todos os Coordenadores e Tesoureiros dos CPCs - Conselhos de Pastoral das Comunidades, como tambm todos os Coordenadores dos Ministrios e

    das Pastorais: da Liturgia, dos Cnticos Litrgicos, do Dzimo, dos Coroinhas, da Comunho, da Catequese de Adultos, Catequese da Crisma e Catequese da Eu-caristia, dos Grupos Bblicos em Famlia e da Juven-tude.

    Dos Movimentos Catlicos: de Irmos, da Reno-vao Carismtica Catlica, do Apostolado da Orao, da Legio de Maria e da Ao Social, sos especial-mente convidados participar. Na reunio iremos de-terminar datas e atividades para o ano 2011.

    MINISTROS DA COMUNHOA voc que serve a Igreja como Ministro(a) da

    Comunho nas Comunidades da Parquia So Crist-vo, de Cordeiros, Itaja, convidado comparecer na Reunio Mensal, dia 19 de setembro, que inicia com a Santa Missa das 18h30min., na Igreja Matriz So Cristvo.

    Nesta ocasio sero provisionados os novos cola-boradores que se prepararam durante o ms de Ju-lho.

    TARDE DE LOUVORComunicamos e convidamos os Grupos de Orao

    da Renovao Carismtica Catlica para participarem da Tarde de Louvor, dia 26 de setembro, na Capela Nossa Senhora Aparecida, da localidade de Espinhei-rinhos, em Itaja, com incio s 13h30min.

    No h necessidade de fazer inscrio. Basta com-parecer. Todos sero muito bem vindos.

  • Parquia de So Cristvo | SETEMBRO | 2010 | 15

    O ms das Vocaes na Parquia So Cristvo foi um ms muito ungido. Comeou com o Retiro Es-

    RETIRO ESPIRITUAL

    piritual dos Catequistas que aconteceu nos dias 30/31 de julho e 1 de Agosto, na Casa de Retiros de Rio dos Cedros, do qual participaram sessenta catequistas, e que teve como Orientador Espiritual o Padre Marcelo Telles, Proco da Parquia Nossa Senhora Aparecida, do bairro Procasa, de So Jos.

    O Retiro, segundo o testemunho daqueles (as) que participaram foi uma bno e graa especial. Para a Parquia no deixou de ser a mesma coisa, pois estavam presentes, participando, Catequistas de todas as comunidades, favorecendo entre todos(as) um forte lao de amizade e de compromisso com a unidade paroquial.

  • No ano que o nosso Movi-mento dedica-se Palavra, a Editora RCCBRASIL lana obras que falam sobre as formas de Deus interagir com o seu povo: atravs das Sagradas Escrituras, da orao, do Magistrio da Igreja.

    Na obra Cartas de Deus, um eterno apaixonado por voc, de Roberto Martins, nos deparamos com cartas que comunicam direta-

    Renovao Carismtica Catlica

    XIII CONGRESSO ARQUIDIOCESANO DA RCC10, 11 E 12 DE SETEMBRO

    TEMA:CELEBRANDO PENTECOSTES

    PREGADORES:IRONI SPULDARO

    LUCIMAR MAZIEROPE. NILSON MOTA

    ANIMAO:BANDA AMADOS DO ETERNO

    LOCAL: CEAR ( CENTRO DE EVANGELIZAO ANGELINO ROSA)

    AREIAS DE BAIXO GOV. CELSO RAMOS - SC

    Todos ns recebemos da sua plenitude graa sobre graa. (JO 1,16)

    Dia 19 de setembro

    s 13h30min

    Pregadora: Helena

    IGREJA CRISTO REI

    Deus se comunica conoscomente o gran-de Amor de Deus por ns. Estas corres-p o n d n c i a s retratam ex-p e r i n c i a s vividas por vrios personagens bblicos, e que hoje podem ser vividas por cada um de ns.

    Os autores Srgio Henrique Spe-ri e Ana Paula Geric Speri tambm nos do subsdios para a nossa co-municao com Deus. No livro Abri Senhor os meus lbios e minha boca anunciar o vosso Louvor (Sl 50,17), eles nos trazem uma ajuda para compreender melhor a orao de louvor. Os autores oferecem mais de 300 motivos de louvor, alm de indicarem caminhos para que a ora-o de louvor seja dinmica e con-tnua.

    No livro Comunicao na pers-pectiva da Igreja Catlica, Lcia Ins Ugoski Volcan Zolin faz uma anlise sobre os Documentos do Magistrio da Igreja sobre Comuni-cao, evidenciando como os meios de comunicao, assim como as de-mais realidades humanas, podem receber luzes da f.

    TARDE DE LOUVOR