Jornal Paroquial de Dezembro de 2012

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JORNAL PAROQUIAL PARÓQUIA SÃO JUDAS TADEU ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS Jornal informativo Paroquial – Pastoral da Comunicação Ano 1 – Edição 2 –Dezembro 2012 O NATAL SE APROXIMA É Natal, é tempo de paz. Nosso Deus, pequenino se faz. Lá no céu, anjos cantam também. Um menino nasceu em Belém. Noite de paz. Noite de luz. Nasceu na terra o menino Jesus. Na pobreza, nasce O Rei. Deus menino, Pobre se fez. Com Maria e com José. Santa Família, de Nazaré.

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Jornal Paroquial

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JORNAL PAROQUIAL PARÓQUIA SÃO JUDAS TADEU

ARQUIDIOCESE DE CAMPINAS

Jornal informativo Paroquial – Pastoral da Comunicação Ano 1 – Edição 2 –Dezembro 2012

O NATAL SE APROXIMA

É Natal, é tempo de paz. Nosso Deus, pequenino se faz.

Lá no céu, anjos cantam também. Um menino nasceu em Belém.

Noite de paz. Noite de luz. Nasceu na terra o menino Jesus.

Na pobreza, nasce O Rei. Deus menino, Pobre se fez.

Com Maria e com José. Santa Família, de Nazaré.

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EDITORIAL NATAL É TROCA DE DONS

EXP

EDIE

NTE

Paróquia São Judas Tadeu Arquidiocese de Campinas

Endereço: Rua Madalena Barbosa Ferreira, 345 Vila Lemos - Campinas – SP CEP: 13100-486

Fones: (19) 3255-4799 3388-7371 E-mail: [email protected]

Pároco Responsável Pe. Mauro Osório de Carvalho

Vigários paroquiais Pe. João Gomes da Silva

Pe. Henri Le Gal

Pastoral da Comunicação Colaboradores editoriais:

André Benitez

Ir. Cláudia Valéria Chaves

Cleuby Santos

Thiago Nunes

Hamilton Couto

Andréia Silva

Danilo

Atendimento Secretaria: Segunda a quinta:

8h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00

Sexta e sábado: 8h00 às 12h00

Atendimento do Padre:

Terça-feira: 15h00 às 16h00

Sábado: 8h30 às 11h30

Matriz São Judas Tadeu

Missas: Quarta-feira: 20h00 Domingo: 7h30 e 19h30

Dia 28 do mês:7h00 e 20h00 Primeira sexta-feira: 7h00

Inspirou-me para o título deste editorial a oração sobre as oferendas do dia de Natal. Na oração en-contramos a seguinte frase: “Os céus e a terra tro-cam os seus dons”. A utilização do verbo trocar no nosso relacionamento humano, em geral, soa com certa estranheza. O emprego dele no mundo dos objetos é comum. Por exemplo, com frequência ouvimos de alguém: ontem no nosso trabalho houve troca de presentes ou o meu pai trocou o carro. Em geral o relacionamento humano é mar-cado por trocas de objetos. A troca simbólica depende de alguns fatores humanos e de maturidade na fé.

Tornou-se hábito no Natal a correria às lojas para comprar objetos. Essa seria a maneira mais simples e direta para dizer a alguém “eu gosto de você”. Um objeto pode estar cheio de significados cuja compreensão escaparia às pessoas, pois, além do valor estético e monetário, existe a dimensão simbólica. Nem sempre ela está presente, pois o simbólico depende de valores como família, formação, história pessoal, ética, amor, carinho, responsabilidade. Caso contrário, o objeto não passa de algo frio, sem valor simbólico, não significando nada na vida de alguém. Não seria mais do que um sinal que desvelaria os vínculos empobrecidos entre as pessoas.

O dom é da ordem do Divino. Ele é simbólico. Coloca-nos num outro plano que não é só o sensível, mas prioritariamente o espiritual. Maria expressou esse estado de ser numa das orações mais belas da Bíblia: “A minha alma engrandece ao Senhor, e meu espírito exulta em Deus em meu Salvador, porque olhou para humilhação de sua serva” (Lc 1, 46). O dom de Deus se dá em cada batizado, no mundo e no meio do povo. O dom passa necessariamente pela fé que expressamos pela fala e pela linguagem que brotam do nosso testemunho cristão.

A troca de dons se dá no campo da fé. Se ela for realmente autêntica, potencializa-nos. Todo bom encontro de certa forma nos fortalece e nos cura. Os Reis Magos: Baltazar, Belchior e Gaspar foram oferecer ao me-nino ouro, mira e incenso. Jesus depois de curar alguém dizia, “vá em paz porque a tua fé te curou”. Qual o valor simbólico dos três dons que os reis levaram ao menino para a história da salvação? Os dons do está-bulo, da manjedoura e dos animais como aconchego para o Salvador da humanidade, o que significam num mundo marcado pala ganância do dinheiro, pela fome, violência, desemprego e o desejo desenfreado pelo luxo, pelo supérfluo?

O tempo do advento nos oferece espaço e concede-nos um clima opor-tuno para trocarmos dons. As famílias se reúnem para a novena do Na-tal. No trabalho podemos ampliar a nossa amizade e nossa gratidão. A Igreja nos convida à celebração da misericórdia e à Eucaristia. A Liturgia nos oferece elementos para discernir as coisas terrenas e ajuda-nos a valorizar as coisas do alto, os dons. O encontro com Jesus no seio da Família de Nazaré potencializou os Reis Magos para seguir peregrinan-do. Hoje somos nós que nos encontramos com Jesus, Maria e José. Eles nos nutrem na fé para seguirmos peregrinando de olhos fixos no Ema-nuel, Deus conosco.

Desejo a todos um natal repleto de alegria no Senhor.

Pároco: Pe. Mauro Osório de Carvalho, a.a.

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Natal, uma estrela de esperança que brilha no coração das pessoas...

hegamos ao fim de mais um ano!!! E, com ele, re-novam-se as esperanças

no futuro, refazem-se os pla-nos, plantam-se na alma as sementes de Paz e Amor que desejamos ver crescer no meio de nossas famílias e comuni-dades. As festas automaticamente já acontecem, por força de tradi-ção. Para muita gente não pas-sa disso: presentes, festas, me-sas fartas... Será que vai haver lugar para o menino que vai nascer? Melhor seria se todos compre-endessem o verdadeiro signifi-cado desta data. Mais uma vez Deus vem até nós na forma de uma criança... Celebramos o nascimento de Jesus. Nossos corações se voltam a Belém para adorar o Menino do Pre-sépio, em quem se concentra a esperança da humanidade. Por isso, esta noite é clara como o dia, pois este Menino é a Luz que ilumina os povos e liberta todos os prisioneiros da morte. É preciso abrir a mente e o co-ração para a graça, pois Deus

está mandando seu próprio Filho para nos salvar. Este gesto de entrega nos obriga a alargar o coração e abrigar nele não apenas aque-les que nos são mais próximos, mas também os que são dife-rentes de nós: A presença do Senhor traz es-perança aos nossos corações. O ser humano carece de espe-rança. Seu ser foi moldado para viver com esperança. E a maior demonstração de esperança entre nós, foi e continuará sen-do a presença de Deus aqui, hoje, pelo seu Espírito Santo. A presença do Senhor entre nós é oportunidade de restau-ração. O pecado fez o homem tornar-se culpado diante de Deus. Afastado de Deus o homem corrompe-se, precisa ser res-taurado ao estado original em que foi criado, puro, bom, per-feito. Jesus veio na mesma condição nossa, como homem, a fim de nos restaurar para Deus. Isto só acontece median-te a vinda de Jesus para dentro do nosso coração. Para assim

suceder, o homem precisa aceitar Jesus no coração. Você já fez isso? A presença do Senhor na terra é sinal de paz. Deus oferece aos homens a sua paz pessoal. Jesus é a encarna-ção da paz. Só em Jesus o ho-mem recebe paz verdadeira e perene. Que em 2013 possamos em nossas comunidades trabalhar para o crescimento do reino trazendo este espírito: de paz, esperança e principalmente com os corações renovados para acolher todas as mudan-ças que se fizerem necessá-rias... Feliz Ano novo!

Ir Cláudia Irmãs de Nossa Senhora da Ressurreição

C

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O Advento

No último domingo de no-vembro tem início o Tempo do Advento, que é um período de preparação para a solenidade do Natal, sendo composto de quatro Domingos. O advento é o tempo próprio para a devoção mariana especialmente a partir do dia 17 de dezembro. Ele é também um tempo favorável para a conversão, por isso tam-bém marcado pelas celebrações penitenciais e pelas confissões

individuais que nos preparam para a vivência do Natal.

O Advento é marcado por alguns símbolos como: o uso moderado das flores, a coroa do advento, as velas e o presé-pio. É um momento quando as flores são usadas com modera-ção, exceto no terceiro domin-go do Advento conhecido co-mo o da Alegria. Outro símbolo deste período é a coroa do Ad-vento, em forma circular, que

simboliza o Eterno Deus sem início e sem fim; os ramos ver-des que significam a esperança que temos Nele e Naquele que Ele enviará o Filho; a fita verme-lha que simboliza o amor de Deus, razão pela qual Ele um de nós em Jesus. As velas simboli-zam a vida que o Filho traz com Ele, e são acesas uma cada do-mingo do Advento. A do primei-ro domingo (cor roxa) simboliza o perdão dado por Deus à hu-

manidade, em Adão e Eva; a do segundo domingo (cor roxa) simboliza a fé de Abraão e de outros patriarcas, a quem foi anunciada a salvação; a do ter-ceiro domingo (cor rosa) simbo-liza a alegria do rei Davi, a quem Deus prometeu uma aliança para sempre e, a do quarto do-mingo (cor roxa) simboliza os profetas que anunciaram a vida de Jesus.

Um símbolo importante no Natal é o presépio, que a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu: uma man-jedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o menino Jesus. Esse presépio é montado no primeiro domingo. Por isso, desejo a todos um fru-tuoso Advento e um santo Na-tal, onde o menino Deus possa nascer em nossos corações.

Luciano Magela de Oliveira

Seminarista Assuncionista

Curiosidades sobre o Advento

A coroa do Advento é o

primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens ver-des, sua forma simboliza a eternidade e sua cor repre

senta a esperança e a vi-

da. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo tanto do amor de Deus por nós co-mo também de nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.

No centro do círculo se co-locam as quatro velas para se acender uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva à oração, e simbolizam as quatro manifestações de Cristo: 1º) Encarnação, Jesus Histórico;

2º) Jesus nos pobres e necessi-tados; 3º) Jesus nos Sacramentos; 4º) Parusia: Segunda vinda de Jesus.

No Natal se pode adicio-nar uma quinta vela branca, até o término do tempo natalino e, se quisermos, podemos pôr a imagem do Menino Jesus junto à coroa: temos que nos atentar, porém, que o Natal é mais im-portante do que a espera do Advento.

Fonte:

www.cancaonova.com/portal/canais/

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Pastoral da Juventude rumo à Jornada Mundial da Juventude

De 23 a 28 de julho de 2013 acontecerá a Jornada Mundial da Juventude, na ci-dade do Rio de Janeiro, e os jovens de nossa paróquia já estão se movimentando para participarem deste evento que trará toda a juventude da Igreja Católica para o Brasil. Vamos conhecer um pouco mais sobre esse grande evento de nossa igreja?

COMO SURGIU A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE? Em 1984 foi celebrado na Praça São Pedro, no Vaticano, o

Encontro Internacional da Juventude com o Papa João Paulo II, por ocasião do Ano Santo da Redenção. Na ocasião, o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada

O ano de 1985 foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacio-nal de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a insti-tuição da Jornada Mundial da Juventude.

Todos os anos ela acontece em âmbito diocesano, celebrada no Domingo de Ramos e, com intervalos que podem variar entre dois e três anos, são feitos os grandes encontros internacionais.

A primeira Jornada Mundial da Juventude, realizada em Ro-ma em 1986, teve como lema “Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês”(1Pd 3, 15). A celebração aconteceu em âmbito diocesa-no.

A CRUZ PEREGRINA A cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes:

Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, e muitos a chamam de Cruz dos Jovens por-que ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os luga-res e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um sím-bolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a rece-

beu, em nome de toda a juventude, foram os jo-vens do Centro Juvenil Internacional São Louren-ço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa na-quela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunci-em a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção” (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).

JUVENTUDE ATUANTE · Eventos 2012

Caminhada Paroquial

Intercomunitária · 21/10 Teatro da Paixão de Cristo

06/04 Curso de Inverno · de 16 a 20/07 Missa do Padroeiro

São Judas Tadeu · 28/10

Elementos que compõem o logo da Jornada

A JUVENTUDE ESTÁ VENDENDO A CA-MISETA OFICIAL DA PARÓQUIA, RUMO

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Vida religiosa na Paróquia

“De fato o corpo é um só, mas tem muitos membros” (I Cor12,12) Nós noviças das Irmãs Oblatas da Assunção, estamos

vivendo experiências únicas e inesquecíveis, buscando na diversidade, aprender na escola do Mestre a nos colocar a disposição para responder melhor ao seu chamado, apro-fundando assim nossa espiritualidade e carisma.

Vivendo em comunidade nos enriquecemos mutua-mente, indo além de nossas culturas, ultrapassando nos-sas fronteiras e dessa maneira construindo a unidade.

Noviciado é um tempo de aprofundamento com Deus, de conhecer a esse Jesus de Nazaré que nos convida a estar com Ele e segui-lo. É tempo de conhecer a nós mesmas, também é muito rica a experiência que temos com outros noviços e noviças que estão fazendo a mesma experiência, buscando responder ao apelo de Deus em suas vidas. É um tempo privilegiado na forma-ção religiosa, de recolher as ferramentas para construir o alicerce de nossa casa, da escolha que queremos assumir para a vida.

É claro que o contato com o povo é de suma importância para a nossa caminhada, pois a oração nos leva a ação.

Resta-nos, então, agradecer de coração a cada paroquiano (a), que por todo o apoio e incentivo, e acima de tudo pelas orações nos ajudam em nossa caminhada e pedimos junto a Virgem Maria as mais copiosas bên-çãos de Deus sobre suas vidas e famílias.

Fátima, Nilza, Blanca e Cristiane

Irmãs Oblatas da Assunção

Paróquia em Ação A Associação Assistencial Promocional e Educacional (APER) é a mantenedora do

Núcleo Ressurreição que fica no Jardim Carlos Lourenço em Campinas e foi criada

com o objetivo de contribuir para a diminuição dos problemas sociais da população

dos bairros: Santa Eudóxia, Tamoio, Carlos Lourenço, Itatiaia, São Fernando, Oro-

simbo Maia e adjacências, priorizando as crianças e os adolescentes. Através de

suas ações e projetos, desde a sua criação, aproximadamente 3.000 crianças/adolescentes foram beneficiadas.

Em 2012 foram oferecidas diversas oficinas a 140 crianças e adolescentes, para que pudessem desenvol-

ver: a leitura/escrita (português), o máximo de sua capacidade motora: capoeira, vôlei e futsal (esportes), de-

senvolvimento mental: Pintura em tecido, teatro, artes e musica (atividades lúdicas) para que pudessem assim,

modificar a história de suas vidas. Oferecer atividades lúdico-esportivas como forma de contribuir para melho-

rar a qualidade de vida de crianças e adolescentes de baixa renda e promover oficinas socioeducativas que co-

laborem para aprimorar as habilidades de cada um e fortalecer a consciência cidadã é fazer acontecer nosso

carisma “promover vida comungante”.

No dia 20 de dezembro faremos a nossa festa de natal. A festa do Deus Menino que veio fazer morada

entre nós. Natal é a certeza que Deus, o Emanuel, está conosco. O momento será de alegria. Caso você queira

tornar o natal de uma criança mais feliz entre em contato conosco.

Que a estrela de Belém continue a brilhar. E que o menino Jesus motive você a participar da construção da no-

va humanidade. Que ele aponte o caminho da Boa Nova da Salvação, para promover a paz, justiça e solidarie-

dade. Contamos com sua ajuda e participação. Desde já agradecemos. Núcleo Ressurreição de Assistência Social

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Celebrando nossa História

A Padroeira: Sagrada Família é a devoção à família de Jesus de Nazaré composta por Jesus, Maria e José. A sua festa é ce-

lebrada no primeiro domingo após o Natal. A devoção à Sagrada Família começou a ter grande popularidade no sé-culo XVII, quando os cristãos começaram a prestar atenção ao fato de que Jesus, o Filho de Deus, desceu do céu e se fez homem dentro de uma família comum. Seus pais eram pessoas comuns, simples, trabalhadores, como tantas famílias espalhadas pela nossa comunidade. Maria, uma dona de casa, José um carpinteiro e Jesus, um filho exem-plar e obediente, uma família feliz e simples.

Toda família é chamada a seguir o exemplo da Sagrada Família. A Sagrada Família vive por Deus e para Deus. O seu projeto é sempre fazer a vontade de Deus. O Papa Leão XIII escreveu: “Os pais de família têm em São José um modelo admirável de vigilância e solicitude paterna; as mães podem admirar na Virgem Santíssima um exemplo insigne de amor, de respeito e de submissão; os filhos têm em Jesus, submisso a seus pais, um exemplo divino de obediência”.

Como mulher temente a Deus, Maria sempre disse Sim: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra”.1 Acompanhando seu Filho por toda a história da nossa Salvação, Maria nos dá todos os exemplos de como seguir Jesus para chegar a Deus. Viveu toda a sua vida dedicada a Jesus, ajudando a prepará-lo para tudo o que tinha que viver e sofrer cumprindo tudo aquilo que o Pai havia designado. Maria estava presente no primeiro milagre realizado por Jesus nas Bodas de Canaã onde ela deu uma recomendação que serve para todo cristão: “Fa-zei tudo o que Ele vos disser”. Esse pedido de Maria continua vivo até hoje. Maria também estava presente no iní-cio da Igreja, após a Ascensão de Jesus e continua até os dias de hoje, intercedendo por nós.

São José, homem justo, pai e esposo fiel, carpinteiro, trabalhador, obediente aos pedidos e ordens de Deus. Um Anjo apareceu a São José e disse: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por tua mulher, porque o que dela vai nascer é obra do Espírito Santo de Deus”.2 José Foi sempre o protetor de Maria e Jesus, e com o trabalho simples dava sustento para a Sagrada Família. Quando Herodes quis matar Jesus, José recebeu uma ordem de Deus para fugir para o Egito para proteger Jesus, e ele imediatamente obedeceu. Trabalhador humilde, e santo, foi escolhido por Deus para um grande compromisso, o de ser pai do Deus vivo salvador e redentor dos nossos pecados, homem puro José respeitou Ma-ria, segundo a vontade de Deus.

Jesus Cristo o Filho de Deus, o Verbo Eterno que se fez carne e habitou entre nós. A prova maior do amor de Deus por nós, como diz São Paulo: “Ele aniquilou-se a si mesmo deixando sua condição divina e assumindo a condição huma-na”. Jesus viveu uma vida comum, até se manifestar ao mundo. Foi obediente a seus pais, um filho exemplar. Ele viveu como filho, humano, precisou da ternura, do cuidado e do carinho de seus pais. Durante a maior parte de sua vida terre-na, Jesus viveu numa família humana comum, a Sagrada Família de Nazaré.

A Comunidade: Em nossa Paróquia temos a comunidade Sagrada Família, que

começou suas atividades por volta de, 1974, com movimentos missi-onários e evangelização realizava as missas e celebrações nas casas, depois de muita fé trabalho no ano de 1982, conseguiu construir sua capela atual que fica situada na Rua Central, Viela 19, 381 Jd. Parana-panema. Em seu dia-dia de luta e evangelização a comunidade reali-za um forte trabalho nas pastorais da criança, saúde e na pastoral litúrgica, hoje vem desenvolvendo muito bem o grupo de oração e o terço todas as quintas-feiras. Nesse mês de Dezembro vamos come-morar a festa da Sagrada Família, e devemos fazer uma reflexão, pois estamos vivendo em um tempo onde a construção da família vem perdendo o seu valor e o matrimo- nio abençoado por Deus entre o Homem e a Mulher vem sendo banalizado pelo divorcio, e por modelos uniões que certamente não agradam a Deus, por isso devemos cada vez mais orar e trabalhar para que nossas famílias sigam o exemplo da Sagrada Família e que no mun-do inteiro a família seja sempre um alicerce para vida cristã. Vivendo uma vida plena e simples baseada na caridade, na oração e na vivencia da Eucaristia nosso espelho há de ser a Sagrada Família.

Parabéns Comunidade Sagrada Família pelos seus mais de 30 anos dedicados ao trabalho e Evangelização.

1 Evangelho de São Lucas: Cap. 1 – V. 38. Bíblia Sagrada; Ed. Pastoral. Editora Paulus, São Paulo. 1990.

2 Evangelho de São Mateus: CAp.1 – V. 20. . Bíblia Sagrada; Ed. Pastoral. Editora Paulus, São Paulo. 1990.

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A Padroeira: Santa Luzia nasceu na cidade italiana de Siracusa. Era de uma família cristã e era considerada como uma das jovens

mais belas de sua cidade. Seu pai morrera quando ela tinha 5 anos. Sua mãe sofria de graves hemorragias internas. Luzia tinha uma grande convicção cristã, a que a fez consagrar-se ao Senhor Jesus, e oferecer sua vida e sua castidade perpetu-amente.

Um dia ela e sua mãe foram peregrinar a cidade onde se encontrava o corpo de Santa Águeda, que morrera por não se converter aos ídolos pagãos. O Evangelho pregado nesse dia foi o da mulher que sofria com hemorragias internas iguais a da mãe de Luzia. Luzia então pensou: "Se aquela mulher ao tocar nas vestes do Senhor ficou curada, será que Santa Águeda não pedirá ao Senhor que cura minha mãe da mesma forma daquela mulher?" Ela então disse a sua mãe que esperassem todos saírem da Igreja, para elas irem rezar junto ao corpo da Santa. Durante esse meio tempo Luzia dormiu, e em êxtase sonhou que anjos rodeavam Santa Águeda, e que a mesma disse-lhe: "Luzia minha irmã, porque pedes a mim uma coisa que tu mesma podes conceder?" Luzia rapidamente saiu do êxtase e despertou do sonho. Foi procurar sua mãe a qual lhe disse que tinha sido curada. Luzia aproveitou esse momento para revelar a mãe que tinha feito um voto de castidade a Jesus, e que iria distribuir todos os seus bens aos pobres. Ao realizar tais atos Luzia foi de-nunciada por ser cristã. A Corte Imperial mandou chama-la e tentou convence-la a se converter aos ídolos pagãos, mas Luzia se mostrou cheia do Espírito Santo em frente ao Imperador Diocleciano. Ele vendo que nada a convertia fez inúme-ras coisas cruéis com ela. Entretanto devido a sua inabalável fé e sua vida de oração durante o Martírio de Luzia o Espírito Santo se manifesta realizando milagres.

O primeiro milagre se deu quando o Imperador ordenou que entregassem Luzia para servir em uma casa de prosti-tuição, mas tamanha era a força que estava com a pura Luzia que nem os mais fortes soldados e nem uma juntas de boi conseguiram tira-la do local do julgamento, dessa forma foi ordenado que fosse colocado fogo em Luzia, prestes a ser queimada viva a jovem fez a seguinte oração: "Ó Senhor Deus, Jesus Cristo meu Rei, não deixai que essas chamas me façam mal algum." As chamas não queimaram Luzia, nem mesmo deixaram vermelhidão no seu corpo, e por isso retira-ram ela de dentro do fogo. Como tudo isso não tinha dado certo, fizeram o castigo mais cruel, Luzia não se convertia de jeito nenhum aos falsos deuses, e por isso um soldado, a mando do imperador, arrancou-lhe os olhos de sua face, e en-tregou os olhos em um prato a Luzia, mas milagrosamente ao entregar o prato com os olhos de Luzia, no rosto da mesma, nasceram-lhe dois lindos olhos, sãos e perfeitos e mais lindos do que os outros. Vendo que nada a convencia de converte-se ao paganismo, o Imperador decretou a pena de morte a Luzia, a ordem era para que decepasse sua cabeça, mesmo diante da morte certa Luzia não negou a Jesus Cristo e se manteve fiel, furioso com a fé e a força da oração de Luzia o soldado cortou sua cabeça no momento que Luzia dizia: "Deus com o meu martírio quero te glorificar e te exaltar para todo o sempre. Amém.". Era 13 de Dezembro do ano de 304 D.C. Os cristãos recolheram seu corpo puro e a sepultaram nas catacumbas de Roma. Sua fama de Santa se espalhou por toda a Itália e Europa, e a partir daí começou-se a grande devoção a Santa Luzia de Siracusa.

A Comunidade: O nome Luzia é uma derivação do la- tim da palavra Luz, e dessa forma Santa

Luzia é para nós um exemplo de iluminação, como vimos na história de vida de Santa Luzia ela deve ser para nós também um exemplo de Caridade; Fé; perseverança e um exemplo de vida de oração. Em nossa Paróquia temos a Comunidade Santa Luzia, sua história também é um exemplo de Fé; Trabalho, perseverança e de Evange-lização, essa comunidade iniciou suas ativi- dades em um Bar, o Bar do Zezinho, um local que muitas vezes é associado ao con- traste de uma vida cristã, mas iluminada pela luz de Santa Luzia a comunidade evan- gelizou trabalhou, semeou e produziu frutos a partir do trabalho de toda a comu- nidade e do PE. Fidelis que de mãos dadas com os fiéis acompanhou e deu supor- te para o trabalho da comunidade. Logo as missas e celebrações passaram a ser reali- zadas nas casas e isso foi fortalecendo cada vez mais o sentimento de união dos moradores, mais tarde o PE. João Bosco doou um terreno e toda a comunidade se envolveu para que no ano de 1999 ficas-se pronta a Capela atual. A Comunidade Santa Luzia está localizada na Rua Serra Dourada S/N. JD. das Andorinhas, atuan-do fortemente em diversas pastorais. A festa de Santa Luzia é comemorada no dia treze de Dezembro, uma data muito próxima da festa de Natal, data em que comemoramos o nascimento de Jesus, o rosto humano de Deus que chegou de forma humilde, viveu de forma humilde e concretizou o amor do Pai pelos homens em seu sacrifício por nossos pecados. O exemplo de Santa Luzia nos mostra que precisamos buscar a iluminação, precisamos ser firmes na fé e orar sem cessar para estarmos purificados e preparados para mais um ano celebrar o Cristo que nasce entre nós.

Parabéns a Comunidade Santa Luzia que comemora mais um ano dedicado ao serviço na Obra de Deus.

André Benitez

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Dízimo: Semente da comunidade

No dia 03 de novembro a Paróquia São Judas Tadeu se alegrou em receber o leigo missionário José Antônio Fon-seca, que a mais de vinte anos trabalha com animações litúrgicas em celebração do dízimo no Brasil e no exterior. Com uma linguagem dinâmica e um material próprio, fez-nos refletir o nosso compromisso com Deus e com a comunidade cristã. Ele ressaltou a importância do dízimo, o qual mantém os gastos da paróquia. O missionário refletiu também sobre a devoção a Nossa Senhora do Dízimo¹, imagem esta que nos remete a uma interio-rização, que nos direciona ao próximo, nosso compromisso com aqueles que necessitam do pão da palavra.

Reginaldo de Carvalho Nogueira

Seminarista Assuncionista

¹ A história de Nossa Senhora do Dízimo nasceu em Maputo, capital de Moçambique no ano de 2009, quando estavam naquele país africano dois missionários do MEAC; Fonseca e Bruno. Em conversa com Padre Rômulo e Padre José Geraldo falavam sobre a dura realidade de um povo que sobrevive com 70 dólares mensais e sobre Maria Santíssima que administrava, como dona de casa, o orçamen-to de José, carpinteiro. Ao final da conversa, espontaneamente Padre Rômulo disse: “Nossa Senhora do Dízimo, rogai por nós!”, tendo em suas mãos a imagem acima. A imagem foi doada ao missioná-rio Fonseca que a trouxe ao Brasil, tendo acompanhando-o em todas as missões no Brasil. No dia 18 de fevereiro de 2011, em audiência com Dom Fernando A. Figueiredo, bispo da diocese de Santo Amaro (SP), Fonseca recebeu a aprovação eclesiástica para divulgar Nossa Senhora sob o título de “Nossa Senhora do Dízimo”, Na mesma ocasião, Dom Fernando aprovou, também, a oração a Nossa Senhora do Dízimo. Então a partir de agora, os devotos de Nossa Senhora podem também invocá-la sob esse título, de forma especial os dizimistas e os agentes que trabalham na Pastoral do Dízimo.

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Dizimistas aniversariantes de Dezembro

Dia Nome Dia Nome Dia Nome

1 Maximiro Ferreira 14 Neuza Modesto 21 Jerusalina A. Aparecida de Souza Costa

1 Silvana Terezinha Vieira 15 Ana Gabrielle de Souza Alcantara 21 Maria Lopes Lira

2 Francisco da Silva 15 Cristiano Alves da Silva 21 Pedro Modesto

2 Maria dos Anjos de Carvalho 15 Irene Gonçalves Kauffman 22 Donizete Aparecida de Lima

2 Neide de Maria Jesus 15 Manoel Colaço 23 Ramon Mendes Costa

3 Rafael Bobliano 15 Maria Aparecida B. Pereira 24 Alcides Laranjeira Silva

4 Olivia Aparecida Oliveira Siqueira 15 Reinaldo Torres Alves Pereira 24 Lazaro de Oliveira Couto

5 Divino Menegaço 15 Suzana Nery da Silva Simone 25 Ivonete Montesele Piovezani

6 Aparecido Domingues 16 Lucilia de A. M. Tavares de Jesus 25 Natalino Moreira de Souza

7 Anesia Dias Paiva 16 Vania Helena Reame Pietrobon 25 Roseli Alves Pereira da Souza

8 Conceição R. Pinheiro Boto 17 Waldir Manfio 26 Ademilson Marin da Silva

8 Maria Conceição Cardozo Silva 18 Edna Morelatto Machado 26 Clovis Jacinto

8 Valmir Teixeira 18 João Batista da Silva 27 Maria das Dores Araujo

8 Wagner Cesar dos Santos 18 Leda de Souza Silva 29 Edson Adão Wagner

9 Deuvete Oliani Mariano 19 Adriana Atanasio dos Santos 29 Elizabete Aparecida R. Françoso

10 Aparecida Soares 19 Dirce A. Regolin Ortigosa 29 Irene Alves Felicio

10 Fatima Maria Paula Araújo 20 Heliana de Fátima Silva 29 Lazara Lopes Bazzetto

12 Luiz Antonio Lopes 20 José Angelo de Souza 29 Rosana Aparecida Rodrigues Fiorentino

12 Maria Monteiro de Aguiar 20 Luis Carlos dos Santos 30 Denilson Marques Lourenço

13 Lucia Maria Casarini Rui da Silva 21 Adriana da Silva Moraes 30 Maria Perpetua Barros Santos

13 Maria Lucia Martins de Melo 21 Aparecida Pereira Modesto 31 Aparecido Ferreira Lima

13 Maria Lucia Martins dos Reis

Agenda Paroquial – Dezembro de 2012

02 Assembleia Paroquial 09 Batismo Matriz - 11horas 10 CPP (Conselho Pastoral Paroquial) 10 Aniversário Ordenação Pe Mauro 13 Missa Padroeira Santa Luzia 15 Confraternização - Divino Espírito Santo. 16 Natal comunidade Maria de Nazaré

16 Missa 11h00 - Nossa Senhora da Assunção 16 Confraternização - Com. São João Batista. 17 CPA 24 Missa da noite de Natal:

20hs – Matriz 29 Bingo e Festa Sagrada Família 30 Missa Padroeira Sagrada Família.

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Page 11: Jornal Paroquial de Dezembro de 2012

Votos Perpétuos do Ir. Wellington

No dia 11 de Novembro, a Congregação dos Religiosos da Assunção e a paróquia São Judas

Tadeu se alegraram ao celebrar a profissão perpétua do Ir. Wellington Barbosa Dias. Ele teve a

companhia, neste momento tão especial em sua vida, de toda sua família, dos amigos e paro-

quianos. A Cerimônia foi realizada na Matriz São Judas Tadeu cuja presidência foi do Provincial

Pe. Luiz Carlos de Oliveira, Religiosos Assuncionistas.

Nossos parabéns ao Ir Wellington. Muita fidelidade à sua vocação. Pastoral da Comunicação

Ordenação Sacerdotal do diácono Célio Firmo

No dia 24 de Novembro, o Diácono Célio Firmo, recebeu a Orde-nação Sacerdotal. Ele teve a presença calorosa de seus familiares e amigos. Seus conterrâneos o acolheram com muito carinho e alegria. As paroquias dos Agostinianos da Assunção enviaram representas para participar de mais uma graça concedida pelo nosso bom Deus.

Toda cidade de Laranjal, MG estava em festa. Havia muitas faixas nas casas e comércios parabenizando o filho da terra que seria ungido presbítero pela imposição das mãos do senhor bispo Dom José Geral-do da Cruz a.a. Ao padre Célio graças e bênçãos.

Pastoral da Comunicação

Page 12: Jornal Paroquial de Dezembro de 2012

Encontro de jovens na Comunidade São Lourenço no dia 20 de outubro

10ª Caminhada Intercomunitária no dia 21 de outubro

Site Paróquia São Judas Tadeu www.paroquiasjtcampinas.com

Nosso site está sendo reformulado para que possamos também através dele levar o Evangelho a toda nossa paróquia.