Ju­zo Final e Nova Cria§£o

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    04-Jul-2015
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    Spiritual

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Apresentação didática sobre os Novíssimos coletivos

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  • 1. Curso de Escatologia (10)Juzo Final, Novo Cu e Nova TerraAfonso Muradwww.afonsomurad.blogspot.com

2. Juzo Final Nelson CavaquinhoO sol h de brilhar mais uma vezA luz h de chegar aos coraesDo mal ser queimada a sementeO amor ser eterno novamente o Juzo Final, a histria do bem e do malQuero ter olhos pra ver, a maldade desaparecer.(Analise esta msica e identifique os elementossimblicos que apontam para a crena crist sobre oJuzo Final) 3. Recordando: nico evento com vrias facetasParusia Ressurreio Juzo FinalNova criao 4. JUZO FINAL: VITRIA! O verbo hebreu "safat" significa "julgar" e "governar".Quando Deus intervm na histria, Ele julga. Sua interveno tem dupla vertente: salvfica e judicial,com predominncia na primeira, j que o juzo de Deusdirige-se para a salvao. Mt 25,31ss, Lc 10,18; 2 Tes 2,8: o juzo ser a vitriadefinitiva de Cristo sobre os poderes hostis. Parusia ejuzo aparecem indissoluvelmente unidos. A parusia, como instaurao consumada do reino deDeus o juzo, que traz consigo o gozo do triunfo. Longede estimular o temor, d alegria (1 Jo 4,17s). 5. O equvoco: mentalidade forense 6. Uma viso pentecostal do juzo 7. Por presso da mentalidade jurdica latina, a atitudeesperanada frente ao juzo como ato da salvaocedeu terreno concepo do juzo como ato dedeciso. O dia do Senhor se transforma no "dia da ira". No sedestaca mais a confiana na certeza da vitria deCristo, mas a angstia e a insegurana diante de umaprovvel sentena. Hoje, deve-se recuperar a compreenso original dojuzo como interveno decisiva e consumadora doCristo salvador. A parusia revela a verdade das pessoas e da histriacoletiva, que a opacidade da histria no deixaperceber. 8. Ressurreio dos mortosA ressurreio de Cristo a confirmao da esperana de queDeus no abandona os seus eleitos ao poder da morte.2 Cor 5,1-5: polmica anti-gnstica. Paulo refuta a concepodesencarnada da salvao, na qual a "desnudez" da almaseria o bem supremo. No se trata de "desvestir", mas sim derevestir. A esperana crist no reside na libertao docorpo, mas na sua transformao.O paralelo entre a ressurreio de Cristo e a nossa: 1 Cor6,14; 2 Cor 4,14; Rom 8,11; Col 1,18. Cristo "transfigurareste miservel corpo nosso num corpo glorioso como o seu"(Fil 3,21; Cf. Rom 8,23; Ef 2,5-7.10; 4,22-23; Col 3,4). 9. Ressurreio no smbolo apostlicoA ressurreio um evento escatolgico:no ltimo dia, no fimdo mundo, com a chegada de Cristo,A ressurreio um eventouniversal: todos os homens ressuscitaro, justos e pecadores. H identidade somtica, pois osmortos ressuscitam com seus corpos (transformados) 10. Ressurreio da carne?A mensagem central daressurreio consiste em queDeus, criando o homem e amulher, os quer como humanos, eno como simples esprito. Visaum interlocutor perenementevlido, um pessoa capaz de darrespostas. E a ressurreiogarante a eficaz seriedade destepropsito criador, ao incluir acorporeidade (Ruiz de La Pea) 11. Dimensocristolgica da ressurreio final Deus vem ao encontro da pessoa humana at na morte. Angulo cristolgico: o amor de Cristo, manifestado na suavida, morte e ressurreio, tem fora salvfica que atinge atodos. Deus nos ressuscitar como fez com Cristo, o primognitoentre os irmos. A ressurreio de Cristo no est completa at que "os seus"ressuscitem. 12. Ressuscitaremos...porque Cristoressuscitou como imagemmembros do do seu Corpo. Ressuscitado 13. Ressurreio do corpo Os smbolos de f apresentam diversas formulaes:ressurreio do corpo, da carne, e dos mortos. No setratando de reanimao de cadver, a melhor frmula a terceira. Somos corpo. A esperana crist promete a plenificaopara sempre no de uma parte do ser humano, mas dapessoa como unidade, do "eu". Ressuscitar com o mesmo corpo significa "recobrar aprpria vida em todas as suas dimensesautenticamente humanas; no perder nada de tudoaquilo que agora constitui e individualiza a cada homeme mulher. Este corpo transparecer melhor do quenunca a identidade da pessoa 14. Ressurreio Final!A plenificao da pessoa acontece com a consumao dasociedade e do mundo, pois o indivduo ser social e fazparte do cosmos. 15. possvel o triunfo de Deus neste mundo? SIM NO 16. Respostas no crists Kardecista: pela evoluo dos espritos, atchegar ao nvel mais elevado de iluminao detoda a humanidade. Marxista: a utopia possvel da sociedade semclasses, o socialismo. Esoterismo e Nova Era: a era de Aquriochegou! 17. Esperanas crists Milenarismo: espera-se mil anos de paz nomundo, para os eleitos de Deus. Neopentecostalismo: a vitria de Deus acontece nosucesso individual neste mundo. Teologia da Libertao: a nova sociedade, semexcludos, o comeo do Reino neste mundo. Videntes modernos: o novo mundo vem pelainterveno extraordinria de Deus e a adesoreligiosa dos justos. Sntese do Vaticano II: H relao de convergncia ediferena entre progresso humano e consumaodo Reino. Ao final, permanecero o amor e sua obra. 18. Novo Cu e nova Terra Vi ento um novo cu e uma nova terra. O primeiro cu e aprimeira terra passaram, e o mar j no existe. Vi tambmdescer do cu, de junto de Deus, a Cidade Santa, uma Jerusalmnova, pronta como esposa que se enfeita para o seu amado.Ouvi: Esta a morada de Deus com a humanidade. Eles sero oseu povo e ele, o Deus-com-eles, ser o seu Deus. Ele vaienxugar toda lgrima dos olhos deles, pois nunca mais havermorte, nem luto, nem grito, nem dor. Sim, as coisas antigasdesapareceram. Aquele que est sentado no trono declarou:Eis que fao novas todas as coisas (Ap21,1-5). No vi na cidade nenhum templo, pois seu Templo o Senhor.No precisa de luz, pois a glria de Deus a ilumina (Ap 21,22s). 19. Nova criao e juzo final Tenho certeza de que os sofrimentos presentes no tm proporo com aglria futura que vai se revelar em ns. Porque a criao, em contnuosdesejos, espera esta revelao dos filhos de Deus (..) As criaturas esperam serlibertados da escravido da corrupo para participarem da liberdadegloriosa dos filhos de Deus. A criao geme at agora, como que em dores departo. E no s ela, mas ns tambm, que possumos o Esprito como primeiraddiva de Deus, gememos interiormente, esperando a filiao adotiva, aredeno do nosso corpo. Ns fomos salvos na esperana ... (Rom 8,18-24). O mesmo Senhor Jesus descer do cu, quando for dado um sinal, o grito doAnjo, o toque da trombeta divina e o mortos ressuscitaro primeiro, pelopoder de Cristo. Depois, ns, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatadosjuntamente com eles por entre as nuvens, nos ares, ao encontro do Senhor, eestaremos para sempre com ele. Portanto, consolem-se mutuamente comestas palavras (1 Tes 4,13-18). 20. Juzo Final, Parusia e Glorificao do Cosmos Juzo Final, parusia e nova criao so diferentes dimenses do mesmo evento, relacionados com o gesto ltimo e definitivo de Deus sobre toda a histria humana. J comeam a se realizar no encontro festivo de cada ser humano ressuscitado pelo Senhor, mas ter uma consumao coletiva.- Juzo Final: ltima palavra de Deus sobre a humanidade. Fim do mal, triunfo definitivo do Bem.- Parusia: Encontro da humanidade com o Cristo glorificado, que vem ao seu encontro.- Nova criao: A natureza tambm ser transformado por Deus no fim dos tempos.- Ressurreio Final: realizao total da Vida, tranformando a matria. 21. Afonso MuradMaterial didtico e instrucional,destinado a estudantes de teologia. Verso 2012-a