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  • JLIO CSAR AYRES FERREIRA FILHO

    Repercusso funcional da disfuno endotelial venosa na hipertenso arterial sistmica -

    correlao entre funo endotelial e complacncia venosas e dbito cardaco

    Tese apresentada Faculdade de Medicina da

    Universidade de So Paulo para obteno do

    ttulo de Doutor em Cincias

    rea de concentrao: Cardiologia

    Orientadora: Profa. Dra. Fernanda Marciano

    Consolim-Colombo

    So Paulo 2011

  • Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)

    Preparada pela Biblioteca da Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo

    reproduo autorizada pelo autor

    Ferreira Filho, Jlio Csar Ayres Repercusso funcional da disfuno endotelial venosa na hipertenso arterial sistmica : correlao entre funo endotelial e complacncia venosas e dbito cardaco / Jlio Csar Ayres Ferreira Filho. -- So Paulo, 2011.

    Tese(doutorado)--Faculdade de Medicina da Universidade de So Paulo. Programa de Cardiologia.

    Orientadora: Fernanda Marciano Consolim-Colombo.

    Descritores: 1.Hipertenso 2.Endotlio vascular 3.Complacncia (Medida de distensibilidade)

    USP/FM/DBD-052/11

  • A vida combate,

    Que os fracos abate,

    Que os fortes, os bravos,

    S pode exaltar.

    Cano dos Tamoios

    Gonalves Dias

  • DEDICATRIA

  • minha mulher, Maria Susane Filgueira Barreto Ferreira,

    que sempre esteve ao meu lado, acreditando, apoiando,

    colaborando e me incentivando, incansavelmente e de forma

    incondicional, durante todo o meu percurso.

    minha me, Virgnia Maria de Carvalho Mendes Ferreira,

    por ter me ensinado desde o incio o verdadeiro significado

    da Vida, fazendo-me entender o valor das palavras e aes.

    A meu pai, Jlio Csar Ayres Ferreira, por ter me feito

    entender desde criana que Carter fundamental para um

    homem e que uma boa recompensa s vem aps um rduo

    trabalho. Nada vem por acaso.

  • AGRADECIMENTOS

  • minha orientadora, Profa. Dra. Fernanda Marciano Consolim-Colombo, por

    sempre me incentivar e colaborar para o meu crescimento no mundo da

    Cincia.

    A todos os amigos do Laboratrio de Hipertenso e da Experimental que,

    das mais diferentes formas, contriburam com a minha pesquisa.

    Aos amigos do Sul (Antnio Marcos e Luis Signori) que tanto contriburam

    com seus conhecimentos para a realizao desse projeto.

    Aos meus avs: Jos Luiz (in memoriam), Enedina Carvalho (in memoriam),

    Joo Ferreira (in memoriam) e Haydee Ferreira. Sou um pouco de cada um

    deles.

    s minhas irms Mayra e Maysa pelo apoio e dedicao irrestrita.

    Aos meus pacientes, pois, sem eles, no haveria sentido algum qualquer

    avano tecnolgico e cientfico em prol da sade e do bem-estar da

    humanidade.

    A Deus, por guiar o meu caminho.

  • Esta tese est de acordo com as seguintes normas, em vigor no momento

    dessa publicao:

    Referncias: adaptado de International Committee of Medical Journals

    Editors (Vancouver)

    Universidade de So Paulo. Faculdade de Medicina. Servio de Biblioteca e

    Documentao. Guia de apresentao de dissertaes, teses e monografias.

    Elaborado por Anneliese Carneiro da Cunha. Maria Julia de A. L. Freddi,

    Maria F. Crestana, Marinalva de Souza Arago, Suely Campos Cardoso,

    Valria Vilhena. 2 Ed. So Paulo: Servio de Biblioteca e Documentao;

    2005.

    Abreviaturas dos ttulos dos peridicos de acordo com List of Journals

    Indexed in Index Medicus.

  • SUMRIO

  • LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

    LISTA DE TABELAS

    LISTA DE FIGURAS

    LISTA DE GRFICOS

    RESUMO

    SUMMARY

    1 INTRODUO......................................................................................... 1

    2 REVISO DE LITERATURA.................................................................... 6

    2.1 Conceitos ......................................................................................... 7

    2.2 Epidemiologia ................................................................................... 9

    2.3 Fisiopatologia da HAS .................................................................... 10

    2.3.1 Sistema simptico .............................................................. 10

    2.3.2 HAS e endotlio vascular ................................................... 11

    2.3.3 HAS e sistema venoso ....................................................... 14

    3 JUSTIFICATIVA..................................................................................... 17

    4 OBJETIVOS........................................................................................... 19

    4.1 Objetivo geral ................................................................................. 20

    4.2 Objetivos especficos...................................................................... 20

    5 CASUSTICA E MTODOS................................................................... 22

    5.1 Casustica....................................................................................... 23

    5.2 Mtodos.......................................................................................... 25

    Fase 1 - Avaliao hemodinmica e da VFC e VPA no basal e

    em resposta ao Tilt test ................................................... 26

    Fase 2 - Avaliao da capacitncia e complacncia venosas

    do antebrao pela tcnica da pletismografia ................... 31

    Fase 3 - Avaliao da funo endotelial venosa pela tcnica de

    DHV................................................................................. 35

    6 ANLISE ESTATSTICA........................................................................ 39

    7 RESULTADOS....................................................................................... 42

    7.1 Avaliao do padro hemodinmico............................................... 46

    7.2 Avaliao da VCF e da VPA........................................................... 49

  • 7.3 Capacitncia e complacncia venosas........................................... 52

    7.4 Avaliao da funo endotelial venosa .......................................... 54

    8 CORRELAES ................................................................................... 59

    8.1 Correlao entre a complacncia venosa e a funo endotelial

    venosa............................................................................................ 60

    8.2 Correlaes entre a funo endotelial venosa com o Cl e o PRI.... 62

    8.3 Correlaes entre a complacncia venosa com o Cl e o PRI......... 64

    8.4 Correlaes entre a complacncia venosa e componente LF da

    PAS (modulao simptica da presso arterial atividade

    simptica) ....................................................................................... 66

    9 DISCUSSO.......................................................................................... 68

    10 LIMITAES DO ESTUDO................................................................... 79

    11 CONCLUSO ........................................................................................ 82

    12 ANEXOS................................................................................................ 84

    13 REFERNCIAS ..................................................................................... 95

  • LISTAS

  • LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS Ach dose Dose de acetilcolina

    Ach% Emax Dilatao mxima com acetilcolina

    bpm batimentos por minuto

    CI ndice cardaco

    componente LF da PAS Componente de baixa freqncia da variabilidade da presso arterial sistlica

    DC dbito cardaco

    DCV doenas cardiovasculares

    DHV dorsal hand vein technique

    ED70 Dose de fenilefrina para venoconstrio de 70% da veia em relao ao valor basal

    EDRF Fator Relaxante derivado do endotlio

    FC freqncia cardaca

    Fenil dose Dose de fenilefrina

    FR fatores de risco

    GC Grupo Controle

    GH Grupo Hipertenso

    HAS Hipertenso Arterial Sistmica

    HF Componente de alta frequncia

    HF% Porcentagem de alta freqncia

    Hz Hertz

    IMC ndice de massa corprea

    IP intervalo de pulso

    l/min litros/minuto

    l/min/m2 litros por minuto por metro quadrado

  • LF Componente de baixa frequncia

    LF % Porcentagem de baixa freqncia

    M2 Metros por quadrado

    Minuto Min

    ml Mililitro

    ml/min Mililitro por minuto

    mmHg milmetros de mercrio

    Nitro dose Dose de nitroprussiato de sdio

    Nitro Emax Dilatao mxima com nitroprussiato de sdio

    NO xido ntrico

    NOS Sintase do xido ntrico

    PA presso arterial

    PAD presso arterial diastlica

    PAM presso arterial mdia

    PAS Presso arterial sistlica

    PRI ndice de resistncia vascular perifrica

    RVP Resistncia vascular perifrica

    SF Soro fisiolgico

    SVI ndice de volume sistlico

    TCLE Termo de consentimento livre e esclarecido

    Tilt test manobra de modulao de volume

    V1 volume represado quando a veia era submetida a uma presso de 10mmHg

    V4 volume represado quando a veia era submetida a uma presso de 40mmHg

    VFC Variabilidade da frequncia cardaca

    VPA Variabilidade da presso arterial

  • LISTA DE TABELAS

    Tabela 1 Classificao da PA de acordo com a medida casual no consultrio ................................................................................ 8

    Tabela 2 - Variveis antropomtricos gerais dos Grupos Con