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1 LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA

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  • 1. 1 LAUDO TCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA

2. 2 LAUDO TCNICO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE SOLICITANTE: UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA OBJETIVO: O presente Laudo Tcnico trata de avaliao pericial conclusiva sobre as condies de exposio do servidor da Universidade Federal Rural da Amaznia UFRA, aos agentes insalubres e perigosos, com a finalidade enquadrar a(s) atividade(s) analisada(s), nos termos das Normas Regulamentadoras (NRs) ns 15 e 16 e seus respectivos Anexos regulamentados pela Portaria n 3214/78, e nos termos da Lei n 7.369 de 20 de Setembro de 1985, regulamentada pelo Decreto Federal n 93.412. MISSO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA: A Universidade Federal Rural da Amaznia UFRA, entidade com personalidade jurdica de direito pblico, instituda pela Lei n 10.611 de 23/12/2002, cujo marco inicial foi a Escola de Agronomia da Amaznia EAA, 1951, transformada em 1972 pelo Decreto N 70.268 em Faculdade de Cincias Agrrias do Par FCAP, vinculada ao Ministrio da Educao, tem como misso formar profissionais de nvel superior, desenvolver e compartilhar cultura tcnico-cientfica atravs de pesquisa e extenso, oferecer servios comunidade e contribuir para o desenvolvimento econmico, social e ambiental da Amaznia, dotada de autonomia didtico-cientfica, administrativa e de gesto financeira e patrimonial, de acordo com a legislao vigente. 3. 3 SUMRIO Assuntos e Setores Avaliados Pginas CARACTERIZAO DA UNIVERSIDADE 4 INTRODUO 5 FORMADE AVALIAO 6 AVALIAO DOS SETORES 7 a 67 Reitoria 7 Vice Reitoria 8 Diviso de Vigilncia 9 Pro Reitoria de Ensino - PROEN 10 Refeitrio da Universidade - PROEN 11 a 13 Superintendncia de Documentao e Informao - Biblioteca - PROEN 14 Diviso Editorao e Grfica - PROEN 15 Pr-Reitoria de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnolgico - PROPED 16 Pr-Reitoria de Extenso - PROEX 17 a 19 Pr-Reitoria de Planejamento e Gesto - PROPLAGE 20 Diviso Qualidade de Vida, Sade e Segurana/ PROPLAGE 21 a 22 Servios Mdico e Odontolgico/PROPLAGE 23 Diviso de Almoxarifado/PROPLAGE 24 a 25 Prefeitura/PROPLAGE 26 Carpintaria/Prefeitura/PROPLAGE 27 a 28 Eltrica/Prefeitura/PROPLAGE 29 a 34 Hidrulica/Prefeitura/PROPLAGE 35 a 36 Pintura/Prefeitura/PROPLAGE 37 Transportes/Prefeitura/PROPLAGE 38 Manuteno de Aparelhos pticos/Prefeitura/PROPLAGE 39 Instituto de Cincias Agrrias - ICA 40 a 46 Instituto Ambiental e Recursos Hdricos - ISARH 47 a 52 Instituto de Sade e Produo Animal - ISPA 53 a 60 Instituto Ciberespacial - ICIBE 61 Campus de Parauapebas 62 a 64 Campus de Paragominas 65 a 66 Campus de Capito Poo 67 EQUIPAMENTOS DE AVALIAO QUANTITATIVA 68 TABELA RESUMO DOS CASOS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE DA UFRA 69 DEFINIES LEGAIS 70 QUALIFICAO E ASSINATURA DO RESPONSVEL TCNICO 71 4. 4 CARACTERIZAO DA UNIVERSIDADE Razo Social UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZNIA Endereo Av. Tancredo Neves, 2501 Bairro Montese Municpio Belm Estado Par CEP 66.077-530 C.N.P.J 05.200.001/0001-01 Cdigo CNAE 84.11-6-00 Ramo de Atividade Administrao Pblica Grau de Risco 1 Grupo C-33 Horrio de Funcionamento 07h30 s 17h30 Reitor Professor Dr. Sueo Numazawa 5. 5 INTRODUO 1 - Definio de insalubridade. Como o prprio nome diz, insalubre algo no salubre, doentio, que pode causar doenas ao trabalhador por conta de sua atividade laboral. A insalubridade definida em funo do tempo de exposio ao agente nocivo, levando em conta ainda o tipo de atividade desenvolvida pelo empregado no curso de sua jornada de trabalho, observados os limites de tolerncia, as taxas de metabolismo e respectivos tempos de exposio. Assim, so consideradas insalubres as atividades ou operaes que por sua natureza, condies ou mtodos de trabalho, expem o empregado a agentes nocivos sade, acima dos limites de tolerncia fixados em razo da natureza, da intensidade do agente e o tempo de exposio aos seus efeitos. 1.2 - Diferena entre risco e insalubridade. Risco pode ser definido como a possibilidade dos efeitos de uma ocorrncia, em termos de sua probabilidade e da magnitude de suas conseqncias, causarem dano a algum. A constatao do risco no ambiente de trabalho, no se baseia na simples presena de um objeto no ambiente de trabalho, relacionado a um determinado agente. Por insalubridade, entende-se a propriedade de um agente, conforme o seu processo, que cause dano. Ou seja, insalubridade a materializao do risco. O Reconhecimento da insalubridade um processo com base cientfica, que consiste na identificao e caracterizao dos perigos, pela a avaliao ambiental da exposio, pelas atividades e pelos efeitos dos riscos. 1.3 - Diferena de risco ambiental dos riscos de acidentes e ergonmicos. Apesar dos riscos ergonmicos e riscos de acidentes trazerem danos sade e a integidade fsica do trabalhador, eles no so classificados pela NR 15 para gerarem adicionais de insalubridade, diferentemente dos riscos fsicos, qumicos e biolgicos que so conhecidos como RISCOS AMBIENTAIS, mas ainda assim, esses riscos ambientais, precisam estar na relao e na forma da NR 15. Exemplo de riscos de acidente ou ergonmico, mas que no esto na NR 15: Mordidas de animais, acidente de carro, afogamento, tiro de revlver, quedas, queimaduras, carregamento de peso, armazenamento de materiais qumicos, exceto combustveis em grandes quantidades, entre outros. Exemplo de riscos ambientais, mas que no esto na NR 15: microorganismos das poeiras de livros, microorganismos de vegetais, de animais saudveis, de ar condicionado, agrotxicos dos princpios ativos no relacionados na NR 15, limpeza de banheiros, poeiras vegetais, exceto bagao da cana em grande escala, microorganismos de pragas, contato eventual com microorganismos de terrenos e dejetos, entre outros. Os casos acima ficaro como abordagem para o Programa de Preveno de Riscos Ambientais PPRA, previsto na NR 09 pelo MTE, pois, apesar de no gerarem adicional de insalubridade, devem ser avaliados para a preveno contra os riscos ocupacionais. 2 - Para gerar adicional, no basta ser insalubre, a insalubridade tem que ser conforme legislao. Como a legislao estabelece quais os agentes considerados nocivos sade, no o que consideramos insalubre, que far o empregado ter direito ao respectivo adicional. preciso que a atividade apontada pelo laudo pericial como insalubre esteja prevista na relao oficial elaborada pelo Ministrio do Trabalho. A discriminao dos agentes considerados nocivos sade bem como os limites de tolerncia mencionados esto previstos nos anexos da Norma Regulamentadora NR-15, aprovada pela Portaria 3.214/78, com alteraes posteriores. 6. 6 2.1 - Base legal para caracterizao da atividade. Uma vez caracterizada a atividade como insalubre, conforme sua natureza e condies, as fontes dos agentes tm que estar arroladas na NR 15 para fundamentar o adicional de insalubridade, conforme dito anteriormente, pois, mesmo considerando a atividade insalubre, no possvel atribuir o adicional de insalubridade se a mesma no estiver relacionada na legislao em vigor, em relao via e a fonte do agente. 3 - Valores de adicionais de insalubridade. O exerccio de trabalho em condies insalubres, cujos agentes se encontram acima dos limites de tolerncia ou esto na forma estabelecidas pelo Ministrio do Trabalho, assegurar a percepo de adicional respectivamente de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento), segundo se classifiquem nos graus mximo, mdio e mnimo, conforme prev artigo 192 da CLT. E no regime RJU, as percepes de adicionais so respectivamente de: 20% (vinte por cento), 10% (dez por cento) e 5% (cinco por cento), segundo se classifiquem nos graus mximo, mdio e mnimo. 4 - Definio de Periculosidade Da mesma forma, ocorre com a atividade periculosa, que pode ser confundida com riscos de acidentes. Embora, a periculosidade no deixa de ser um acidente de trabalho, ela precisa ser caraterizada conforme as atividades, reas, quantidades e distncias definidas na NR 16, e no Decreto Federal 93.412. de 1986 FORMA DE AVALIAO 1 - Avaliao qualitativa. A avaliao ambiental foi realizada em cada SETOR, observando cada processo de trabalho, onde se utilizou a inspeo audiovisual, entrevistas e coleta de informaes dos trabalhadores para analisar a INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE, e avaliaes quantitativas para analisar a INSALUBRIDADE. No caso de agentes fsicos (rudo intermitente e calor) realizou-se a avaliao atravs de equipamentos de medio instantnea e certificando-se sobre o tempo de exposio, informado pelos trabalhadores, e das medidas de controle adotadas. No caso de agentes qumicos, certificou-se da quantidade de produtos qumicos utilizados na atividade, do tempo de exposio, das condies e forma de exposio e das medidas de controle adotadas. No caso de agentes biolgicos (microorganismos), foi analisado a fonte dos agentes, em relao a legislao, que prev insalubridade somente para os agentes definidos nas fontes e condies da NR 15, anexo 14. No caso de Periculosidade, foram avaliadas as atividades, os agentes, as quantidades e as reas definidas na legislao. 2 - Avaliao quantitativa. A avaliao quantitativa dos agentes insalubres foi realizada, nos agentes indentificados na avaliao qualitativa. A avaliao foi realizada atravs de equipamentos de medio conforme metodologias previstas da FUNDACENTRO. Foi quantificada a dose de rudo intermitente no setor de carpintaria e marcenaria, onde so iminentes as fontes ruidosas. Foi realizada a quantificao calor no Refeitrio e no Laboratrio Tecnologia de Produtos Florestais. Foi quantificada as concentraes de agentes qumicos, certificando-se da dose mdia absorvida pelos trabalhadores, em alguns laboratrios dos Institutos do ICA, ISPA E ISARH, onde foi adotado a amostragem por grupo homogneo, que se expem a agentes qumicos nos laboratrios desta Universidade. 7. 7 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Reitoria Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria e divisrias de eucatex, piso em taco de madeira, forro de chapa metlica e p direito 3,00 m. Composta Por: -Chefia de Gabinete, - Assessoria Jurdica; - Assessoria de Assuntos Estratgicos; - Assessoria de Cooperao Interinstitucional e Internacional; - Assessoria de Comunicao; - Secretaria Geral e dos CONSELHOS SUPERIORES; - COMISSO PERMANENTE DO PESSOAL DOCENTE CPPD; - COMISSO PERMANENTE DO PESSOAL TCNICO ADMINISTRATIVO CPPTA; - Auditoria Interna; - Unidades descentralizadas. Cargo Quant. Atividades Assistente em administrao 09 Realizar servios administrativos. Auditor 01 Realizar servios administrativos. Contador 02 Realizar servios administrativos. Servente de limpeza 01 Realizar a limpeza do setor. Engenheiro rea 01 Realizar servios administrativos. Recepcionista 01 Realizar servios burocrticos e de secretariado. Assessor CD 4 02 Realizar servios administrativos. Procurador federal 01 Realizar servios administrativos. Professor titular DE-M 01 Realizar servios de ensino pesquisa e extenso. Cozinheiro 01 Realizar servios administrativos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerada pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades no so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 8. 8 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Vice - Reitoria Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria e divisrias de eucatex, piso em taco de madeira, forro de chapa metlica e p direito 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Vice Reitor 01 Exercer a Reitoria nos afastamentos e impedimentos do reitor; coordenar por delegao do reitor, as atividades de rgos da reitoria; e exercer as atividades e funes que lhe forem delegadas pelo Reitor. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerada pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades no so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 9. 9 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Diviso de Vigilncia Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria e divisrias de eucatex, piso em taco de madeira, forro de chapa metlica e p direito 3,00 m. Composta Por: Gerncia de Vigilncia e guaritas dos postos de vigilantes. Cargo Quant. Atividades Gerente de Vigilncia 01 Servios Administrativos, controle do pessoal, controle de escal de servio e responsvel por salvaguardar o patrimnio, bem como, os funcionrios da UFRA Vigilante 40 Zelar pelo patrimnio pblico e realizar escala de trabalhos dos vigilantes e coordenar os vigilantes. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerada pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades no so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Decreto federal 93.412. Portanto, todos trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 10. 10 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Pro Reitoria de Ensino - PROEN Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso em paviflex, forro de laje de concreto macia e p direito 3,00 m. Composta pela Coordenadoria do Curso de Graduao em Engenharia Florestal, Coordenadoria do Curso de Graduao de Medicina Veterinria, Superintendncia Acadmica de Ensino, Comisso de Processo Seletivo, Superintendncia de Documentao e Informao - Biblioteca, Diviso Editorao e Grfica, Diviso de Ensino e Acesso, Diviso Refinanciamento e Emprstimo, Diviso de Controle Acadmico, Diviso de Apoio Pedaggico, Coordenadoria do Curso de Graduao de Engenharia de Pesca e Coordenadoria do Curso de Graduao em Zootecnia, a edificao apresenta boas condies sanitrias e de conforto no local de trabalho. Cargo Quant. Atividades Professor ADJ.4 DE-M 04 Realizar servios de ensino pesquisa e extenso. As atividades foram analisadas no Instituto respectivo. Professor ADJ.2 DE-D 02 Realizar servios de ensino pesquisa e extenso. As atividades foram analisadas no Instituto respectivo. Professor Assoc. V001 DE-D 01 Realizar servios de ensino pesquisa e extenso. As atividades foram analisadas no Instituto respectivo. Tcnico em assuntos educacionais/Gerente da Diviso de Apoio Pedaggico 01 Gerenciar as atividades da Diviso de Apoio Pedaggico. Professor ADJ.3 DE-E 01 Realizar servios de ensino pesquisa e extenso. As atividades foram analisadas no Instituto respectivo Auxiliar administrativo 01 Realizar servios administrativos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades no so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 11. 11 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Refeitrio da Universidade - PROEN Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso cermico, forro de laje de concreto macia e p direito de aproximadamente 3,50 m. Cargo Quant. Atividades Cozinheiro 03 Realizar atividades de confeco de refeies. Auxiliar de nutrio 01 Auxiliar nas atividades da cozinha. Ajustador mecnico 02 Auxiliar nas atividades da cozinha e armazenar e distribuio de alimentos na cozinha. Nutricionista 01 Supervisionar as reas do refeitrio, coordenar funcionrios do refeitrio, requerer materiais e manuteno para o refeitrio. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os trabalhadores deste setor exercem atividades expostos temperaturas elevadas num perodo de quatro horas aproximadamente por dia. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Cientfico: Conforme medio quantitativa realizada no pior perodo de exposio do trabalhador, conforme preconiza a NHO 6 da Fundacentro, constatamos as seguintes temperaturas em IBUTG (ndice de Bulbo mido e Termmetro de Globo): 1 - Local de lavagem de loua: 27,3C 2 - Local de corte de legumes: 32,0C 3 - Local junto ao fogo ligado 37C 4 - Qualquer outro ponto da cozinha 28,6C 5 - Sala da gerncia: 23,4C Consideramos todas atividades da cozinha como atividade moderada, cujo descanso no espao de uma hora no ocorre, Portanto, consideramos as atividades como trabalho contnuo, ou seja, os trabalhadores permanecem no ambiente de calor pela necessidade do servio, logo, a atividade contnua. A temperatura admissvel para trabalho contnuo de atividade moderada de at 26,7C, sendo que a menor temperatura da cozinha foi de 27,3C. Portanto, todos trabalhadores que permanecem no ambiente da cozinha sofrem os danos provocados pelo calor. Em relao a funo da nutricionista, que realiza a gerncia do setor, observamos as seguintes situaes: A nutricionista informou que executa atividade durante 30 (trinta) minutos dentro da cozinha, e 30 (trinta) minutos dentro da sala de gerncia num intervalo de 60 (sessenta) minutos, logo, faremos abaixo as seguintes consideraes: 12. 12 Calcularemos a taxa mdia de matabolismo da trabalhadora e a temperatura mdia no intervalo de 60 (sessenta) minutos de trabalho. Mmdia = Mt x Tt + Md x Td/60 = 125 x 30 + 150 x 30 = 137,5 Kcal/h Sendo: Mmdia - taxa mdia de metabolismo, Mt - taxa de metabolismo no local de trabalho. Tt - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de trabalho. Md - taxa de metabolismo no local de descanso. Td - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de menor temperatura. 60 - quantidade de minutos no interval de uma hora. IBUTG mdio = IBUTGt x Tt + IBUTGd xTd/60 = 32,0 x 30 + 23,4 x 30 = 29,85C/h Sendo: IBUTGt - valor do IBUTG no local de trabalho. IBUTGd - valor do IBUTG no local de descanso. Tt e Td - como anteriormente definidos. 60 - como anteriormente definido. Pelo memorial de clculo exposto acima, conclue-se uma pequena margem menor de 1C abaixo da temperatura permitida que de 30,5C para metabolismo at 175Kcal, conforme NR 15. Portanto, considerando as condies variadas que possam ocorrer em outros momentos de exposio, e a constante variao da temperatura que a servidora se expe, conclumos que a atividade da trabalhadora insalubre. Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades de todos trabalhadores deste setor so consideradas insalubres, e fazem jus ao adicional de insalubridade em grau mdio, conforme Norma Regulamentadora 15 anexo 3. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Dec. 93.412/86. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de periculosidade. MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVA 1 - Incentivar o consumo de gua; 2 - Propor rodzio para descanso; 3 - Realizar exames mdicos peridicos conforme PCMSO; 4 - Refazer o layout do refeitrio, de modo que no tenha parede no extremo oposto cozinha. EQUIPAMENTO DE PROTEO COLETIVA - EPC 1 - Instalar coifa com duas sadas de exausto; 2 - Abrir e aumentar aberturas de janelas com telas milimtricas; 3 - Instalar mais exaustores na parede com telas. 13. 13 AVALIAO QUANTITATIVA DE CALOR Empresa/rgo: Setor Agente Avaliado Universidade Federal Rural da Amaznia - UFRA Cozinha do Refeitrio Calor Metodologia adotada Data Horrio NHO 06 da Fundacentro 20/11/2010 09h00 s 10h00 Trabalhadores Expostos Funo Grupo Homogneo Cozinheiro Todas funes da cozinha Fonte Geradora Chama de fogo do fogo a gs Dados do Equipamento de Medio Equipamento Fabricante Modelo Data da Calibrao N do Certificado Termmetro de Globo Digital Extrech (USA) HT30 12/05/2010 12362/2009 Condies de trabalho e Valores Existentes Tipo de Atividade Tempo de trabalho (Min) Tempo de descanso (Min) Temperatura no local de descanso (C) Temperatura mdia em IBUTGno local de trabalho (C) Temperatura em IBUTG Admissvel NR 15 - Anexo 3 (C) Contnua 240 - - 32,0 26,7 Processo de Operao das atividades: Preparar alimentos em fogo industrial a gs, cortar e lavar alimentos, armazenar produtos alimentcios, limpar cozinha e servir refeies. Dados do Equipamento de Proteo Individual EPI Existente Nome Tipo de Material CA No H No H No H Dados do Equipamento de Proteo Coletiva Existente Exaustores, Ventiladores e Janelas 14. 14 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Superintendncia de Documentao e Informao - Biblioteca - PROEN Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso paviflex, forro de laje de concreto macia e p direito de aproximadamente 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Recepcionista 03 Atender o usurio da biblioteca, limpeza e organizao de acervos e realizar servios burocrticos e de secretariado. Assistente em administrao 09 Atender o usurio da biblioteca, limpeza e organizao de acervos e realizar servios burocrticos. Auxiliar de agropecuria 05 Atender o usurio da biblioteca, limpeza e organizao de acervos e atender o guarda-volumes da biblioteca, realizar trabalhos de impresso, encadernao, reprografia e revelao de chapas de alumnio e auxiliar nas atividades da cozinha do RU. Bibliotecrio documentalista 03 Catalogar, conferir e indexar livros, teses, dissertaes e folhetos e realizar computao bibliogrfica. Telefonista 01 Atender o usurio da biblioteca, limpeza e organizao de acervos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. No h caracterizao de insalubridade na NR 15 para fungos e poeiras de livros. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades no so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 15. 15 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Diviso Editorao e Grfica - PROEN Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso paviflex, forro de laje de concreto macia e p direito de aproximadamente 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Impressor 03 Elaborar relatrio mensal do setor grfico, atender o pblico, regular e operar mquinas de xerografia, organizar e encadernar materiais impressos. Auxiliar de agropecuria 01 Elaborar relatrio mensal do setor grfico, atender o pblico, regular e operar mquinas de xerografia, organizar e encadernar materiais impressos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. O risco qumico est relacionado com manuseio de produtos qumicos e absoro de seus vapores quando estes so itensos no ambiente. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 16. 16 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Pr-Reitoria de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnolgico - PROPED Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso em taco, forro de laje de concreto macia e p direito 3,50 m. Composta pela Coordenadoria do Curso de Mestrado em Agronomia, Coordenadoria do Curso de Doutorado em Cincias Agrrias, Coordenadoria do Curso de Mestrado em Cincias Florestais, Coordenadoria de Ps Graduao, Diviso de Pesquisa, Desenvolvimento e Tecnologia e Diviso de Ps Graduao e Diviso de Projetos/Captao de Recursos, a edificao apresenta boas condies sanitrias e de conforto no local de trabalho. Cargo Quant. Atividades Auxiliar em agropecuria 01 Executar atividades de contnuo. Assistente em administrao 02 Realizar servios administrativos e burocrticos. Professor/Pr-Reitoria 01 Planejar atividades de pesquisas e desenvolvimento, elaborar relatrio das atividades e atos normativos, realizar articulaes interna e externa de interesses da Instituio e da Pr-Reitoria. Professor/Pr Reitor-Adjunto 01 Gerenciar os recursos humanos da Pr-Reitoria, representar a Pr-Reitoria, apoiar na elaborao do relatrio anual, o planejamento financeiro e promover programas/atividades. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 17. 17 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Pr-Reitoria de Extenso - PROEX Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso em paviflex, forro de laje de concreto macia e p direito 3,00 m. Composto por: Diretoria da Extenso, Diviso de Extenso, Diviso de Estgio e Diviso de Eventos Tcnico-Cientficos, Colegiado da Pr-Reitoria de Extenso, Pr-Reitoria Adjunta de Extenso, Centro de Assuntos Comunitrios e Superintendncia Acadmica de Extenso. Cargo Quant. Atividades Pr-Reitor de Extenso 01 Planejar atividades de extenso, elaborar relatrio das atividades e atos normativos, realizar articulaes interna e externa de interesses da Instituio e da Pr-Reitoria de Extenso, disseminar cultura e articular com a sociedade em temas ligados Extenso. Pr-Reitor Adjunto 01 Gerenciar os recursos humanos da pr-Reitoria de Extenso, representar a Pr-Reitoria, apoiar na elaborao do relatrio anual, elaborar com as divises dos departamentos de extenso e Pr-Reitor, o planejamento financeiro, controlar e zelar pelo patrimnio da Pr- Reitora, apoiar o Pr-Reitor, divises e superviso com o monitoramento dos programas/atividades e promover programas/atividades. Impressor/ Assessor da diviso de eventos tcnicos cientfico 01 Planejar, divulgar, organizar, coordenar e executar eventos de extenso, realizar mobilizao interna e externa, apoiar a organizao e coordenar cursos e atividades de extenso, confeccionar avisos, foldes e cartazes e organizar apostilas. Engenheiro rea/Chefe da diviso de eventos tcnicos cientfico da PROEX 01 Planejar, divulgar, organizar, coordenar e executar eventos de extenso, prestar orientao tcnica e instrutoria em reas especializadas ranicultura e criao de patos, atender a comunidade interna e externa, elaborar documentos administrativo, representar a Pr- Reitoria de Extenso/UFRA em reunies, eventos e comisses na comunidade interna e externa e responsvel tcnico pelo projeto de criao de patos da UD Vrzea. Auxiliar de agropecuria 05 Limpeza em geral, entrega de documentos e apoio em cursos e eventos de extenso. 18. 18 Engenheiro rea/ Superintendente Acadmica de Extenso/ Chefia da Diviso de Extenso 03 Participar da elaborao do planejamento institucional relativo rea de extenso universitria, orientar e acompanhar registros e controlar atividades de extenso, coordenao e/ou participao na elaborao de relatrios, documentos institucionais, assessorar divises de eventos tcnico-cientfico e estgio, atender a comunidade interna sobre as atividades de extenso, participar do planejamento, organizar, coordenar, executar e controlar atividades/aes extensionistas, elaborar projetos e documentos tcnicos, atender a comunidade interna e externa, elaborar documentos administrativo; substituir o Pr-Reitor, representar a Pr- Reitoria de Extenso/UFRA em reunies, eventos e comisses especficas na comunidade interna e externa e divulgar e mobilizar referentes aos assuntos de extenso na comunidades. Engenheiro rea 01 Promover transferncia de tecnologia atravs da incubao de empreendimentos solidrios articulada com polticas pblicas integradas, contribuir no processo de organizao social de trabalhadores oriundo do Programa de Gerao de Trabalho, Emprego e Renda no Estado do Par, promover a formao e capacitao de trabalhadores oriundo do Programa de Gerao de Trabalho, Emprego e Renda no Estado do Par, disponibilizar tecnologia no mbito da auto-gesto dos empreendimentos solidrios nas diversas reas de conhecimento, apoiar iniciativas de inovao tecnolgica dos processos produtivos dos empreendimentos solidrios, estimular a produo de conhecimento voltado para a Economia Solidria com a insero de pesquisadores, alunos de graduao e ps-graduao visando subsidiar o acompanhamento e a avaliao do desenvolvimento de polticas pblicas voltada gerao de trabalho e renda, fortalecer e apoiar a formulao de polticas pblicas e a criao de redes de cooperao entre os empreendimentos solidrios, movimentos sociais e instituies de apoio economia solidria. 19. 19 Assistente em administrao 04 Elaborar relatrios, fichas de acompanhamento relativo a estgio de extenso e solicitao de estgio, elaborar relatrio anual de estgio e instrumento de controle, controlar arquivos de emisso de certificados e documentos, identificar vagas de estgio dentro e fora da UFRA, divulgar e oferecer vagas na UFRA e de parceiros, realizar inscrio e seleo de candidatos, acompanhar e controlar estagirio, monitorar convnios, administrao e controle de seguro de vida dos estagirios, captar e articular vagas de estgio, gerenciar e controlar bolsa de extenso para alunos da UFRA e de outras instituies e normalizar as polticas de estgios. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 20. 20 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Pr-Reitoria de Planejamento e Gesto - PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso em taco, forro de PVC e p direito 3,00m. Composta pela Superintendncia Administrativa e Financeira, Diviso de Patrimnio e Material, Superintendncia de Gesto e Desenvolvimento de Pessoas, Diviso Administrativa, Diviso Capacidade e Desenvolvimento, Diviso Financeira, Diviso Contbil, Superintendncia de Planejamento e Oramento, Diviso de Planejamento e Oramento, Diviso de Tecnologia da Informao, Superintendncia de Patrimnio e Materiais, Diviso de Compras, Diviso de Patrimnio, Diviso de Licitao, a edificao apresenta boas condies sanitrias e de conforto no local de trabalho. Cargo Quant. Atividades Contador 04 Realizar atividades administrativas Tcnico em tecnologia da informao 02 Realizar atividades administrativas Auxiliar em administrao 03 Realizar atividades administrativas Recepcionista 03 Realizar atividades administrativas Assistente em administrao 20 Realizar atividades administrativas Tcnico em contabilidade 01 Realizar atividades administrativas Analista de tecnologia da informao 07 Realizar atividades administrativas Administrador 04 Realizar atividades administrativas Recreacionista 01 Realizar atividades administrativas Tcnico em assuntos educacionais 02 Realizar atividades administrativas Secretrio executivo 02 Realizar atividades administrativas Engenheiro rea (Eletricista) 01 Realizar atividades administrativas Auxiliar de agropecuria 01 Realizar atividades administrativas ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerada pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 21. 21 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Diviso Qualidade de Vida, Sade e Segurana/ PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso cermico, forro de PVC e p direito 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Assistente social 01 Atuar de sade e qualidade de vida, coordenar e desenvolver atividades e projetos, acompanhar licenas mdicas, visitas domiciliares e hospitalares e acompanhar pacientes em tratamentos mdicos. Psicloga 02 Atuar de sade e qualidade de vida, coordenar e desenvolver atividades e projetos, acompanhar licenas mdicas, visitas domiciliares e hospitalares, acompanhar pacientes em tratamentos mdicos, participar de comisso de avaliao constitucional e realizar avaliao scio econmica de discentes com relao aos programas de assistncia ao estudantes. Recepcionista 01 Realizar a limpeza do setor e servios de copeira. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, os trabalhadores informaram que fazem visitas frequentes a pacientes com diversos tipos de doenas, acompanham pacientes em hospitais, permanecem em ambientes hospitalares com a presena de doentes durante a sua jornada de trabalho. Embora esta atividade no ocorra todos dias, consideramos tais atividades como riscos para sade e integridade fsica dos trabalhadores. CONCLUSO Fundamento Cientfico: As fontes de microorganismos que podem atingir as psiclogas e a assistente social se encontram: nas mucosas nasais e orais dos pacientes visitados, em caso de infeco, produzindo uma grande quantidade de microorganismos. Os espirros e a emisso de perdigotos projectam gotculas aerotransportadas de secrees naso- faringeas (gotculas de Flgge, com um tamanho roda de 5 m.) potencialmente infectantes. As gotculas que se encontram em suspenso no ar ambiente e vo ser inaladas pelas pessoas na vizinhana imediata (os sujeitos atingidos so infectados por inalao do aerossol produzido pelas pessoas contaminadas ou infectadas a uma distncia que pode ir at aos 2 m.). Imagina-se sem dificuldade que o ar hospitalar no fuja a esta propagao de microorganismos. O ar ambiente pode ser a origem para o homem de infeces especficas, infeces nosocomiais contradas especificamente no recinto hospitalar. Em certas zonas do hospital pode mesmo produzir-se uma concentrao de germens potencialmente patognicos, e que por vezes adquirem um poder de resistncia aos tratamentos anti- infecciosos. Os agentes responsveis pelas infeces transmissveis por via area so: as microbactrias, as legionelas e certos vrus. 22. 22 Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades das Psiclogas e da Assistente Social so consideradas insalubres, conforme Norma Regulamentadora 15, anexo 14, e fazem jus ao adicional de insalubridade em grau mdio. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de periculosidade. MEDIDAS DE CORREO EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL - EPI Em contatos com pacientes utilizar os seguintes EPIs: 1-Luvas (de procedimento, estreis); 2- Mscaras (cirrgicas, N95); 3-Jaleco descartveis; 4- Protetor facial; 5- Sapatos e botas. ADMINISTRATIVA 1-Realizar exames mdicos peridicos conforme PCMSO; 2-Orientar para lavagem das mos aps as visitas aos pacientes. 23. 23 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Servios Mdico e Odontolgico/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso em taco, forro de PVC e p direito 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Mdico 01 Homologar atestados mdicos. Dentista 01 Atividades de assistncia odontolgica, cuja servidora aguardava o funcionamento do setor de odontologia para desempenhar as atividades. Servente de limpeza 01 Realizar atividades de tcnica de enfermagem e auxiliar o mdico. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, e informaes de trabalhadores, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. No havendo contato com pessoas com doenas infectocontagiosa, ou seus objetos, a NR 15 no caracteriza a atividade como insalubre, no h caracterizao de insalubridade tambm, para o contato eventual com pacientes. CONCLUSO Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16 e seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de insalubridade e periculosidade. 24. 24 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Diviso de Almoxarifado/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao de alvenaria, piso cermico, forro chapa metlico e p direito 3,00 m. Composto por: Seo de Aquisio, Seo de Patrimnio, Seo de Almoxarifado. Cargo Quant. Atividades Assistente em administrao 02 Atividades relacionadas confeco de processos, compras e aquisies das diversas unidades solicitantes da Ufra. Assis. Administrao Gerente 02 Gerenciar a seo de almoxarifado, elaborar relatrio e supervisionar funcionrios do setor de almoxarifado. Auxiliar de agropecuria 01 Atividades relacionadas ao atendimento das diversas unidades da Ufra quanto liberao de material permanente e ao tombamento desses materiais quando distribudos. Economista 01 Realizar previses de alterao de procura de bens e servios, preos, taxas, juros, situao de mercado de trabalho e outros interesses econmicos e traar planos econmicos, baseando-se nos estudos e anlises efetuados e em informes coletados sobre os aspectos conjunturais e estruturais da economia. Auxiliar em administrao 01 Atividades relacionadas confeco de processos, compras e aquisies das diversas unidades solicitantes da Ufra. Auxiliar de servios gerais 01 Atividades relacionadas ao atendimento das diversas unidades da Ufra quanto liberao material permanente e ao tombamento desses materiais quando distribudos. Recepcionista 01 Atividades relacionadas ao atendimento das diversas unidades da Ufra quanto liberao de material permanente e ao tombamento desses materiais quando distribudos. Recepcionista 01 Atividades relacionadas ao atendimento e recebimento de material de consumo. Almoxarife/Gerente 01 Gerenciar a seo de almoxarifado, elaborar relatrio e supervisionar funcionrios do setor de almoxarifado. Tcnico em contabilidade 01 Atividades relacionadas confeco de processos, compras e aquisies das diversas unidades solicitantes da Ufra. Telefonista 01 Atividades relacionadas ao atendimento e recebimento de material de consumo. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. Periculosidade: Conforme avaliao realizada, constatamos condies de periculosidade devido ao manuseiode de cilindros de gases inflamveis. 25. 25 CONCLUSO Fundamento Cientfico: Conforme inspeo realizada, observamos que os botijes de gasaes liquefeitos de petrleo (GLP) esto armazenados em local prprio e devido. Os riscos no esto relacionados ao local, esto relacionados aos trabalhadores que manipulam os botijes. Os gases comprimidos em cilindros de paredes metlicas, especialmente construdos e testados para este fim apresentam riscos especiais. Todo cilindro de gs comprimido contm uma grande quantidade de energia. Quando esta energia aliviada inadequadamente, ela pode provocar srios acidentes. Os gases por si s j so perigosos porque podem causar incndios. Os gases comprimidos, nesta condio possuem propriedades nicas que no so comuns aos slidos e lquidos. Estas propriedades so: Baixo ponto de ebulio, que permite unha rpida difuso do gs e rpida elevao de presso dentro do cilindro Este baixo ponto de ebulio pode causar queimaduras de frio, quando alguns gases comprimidos entram em contato com tecidos do corpo; Baixo ponto de fulgor, sempre abaixo da temperatura ambiente. O risco mais comum associado presso envolve o vazamento dos gases. Alm disto, quando h uma grande elevao de presso, provocando uma descompresso explosiva na cabea do cilindro que passa a atuar como um mssil desgovernado. Este evento pode criar uma atmosfera explosiva trazendo conseqncias fatais ao trabalhador que tem acesso aos botijes, ao trabalhador que armazena, manipula e distribue os botijes. Fundamento Legal: Conforme inspeo realizada, observou-se que os trabalhadores que executam atividades de manipulao dos botijes de gases inflamveis, de forma intermitente e habitual fazem jus ao adicional de periculosidade conforme NR 16 Anexo 2. MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVA 1 - Inspecione os cilindros para assegurar-se de que esteja em boas condies, para determinar se existe ranhuras, arqueamentos ou queimaduras por maarico, crateras isoladas ou reas corrodas. Se for observado qualquer defeito, isole o cilindro dos outros que estiverem bons e entre em contato com o fornecedor sobre os problemas registrados. 2 - Armazene os cilindros em locais frescos e bem ventilados. No guarde substncias inflamveis e fontes de ignio na mesma rea. Armazene-os na posio vertical, e afastados da luz solar direta, onde possam estar sujeitas as aes climticas. Guarde-os afastados de trfego e passagem de pedestres e acorrente-os numa estrutura firme para evitar que caiam. 3 - Use sempre um carrinho de mo para transportar gases comprimidos. Amarre-os. 4 -No transporte cilindros em veculos fechados. 5 -Mantenha os cilindros acorrentados no lugar (ou presas de outra forma) durante todo o tempo; 6 -Mantenha a tampa do cilindro firme no lugar, at que voc esteja pronto para usar o gs comprimido; 7 -Aterre os cilindros que contenham gases inflamveis; 8 -Use os cilindros somente na posio vertical; 9 - Redizir ao mximo o nmero de trabalhadores que manipularo cilindros de GPL; 10 - Insatalar dois extintores de CO2 na porta da cases de gases do lado de fora. Algumas consideraes sobre o GLP: GLP - Gs Liquefeito de Petrleo, conhecido como gs butano. Comumente usado em processo de queima, porm sua chama no to quente, exigindo um consumo maior. Por ser mais pesado que o ar quando h vazamento ele se aloja em locais mais baixos, ocorrendo risco de exploses. Seu cheiro caracterstico de mercaptana um sinal evidente de vazamentos. 26. 26 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria e divisrias de eucatex, piso cermico, forro em madeira e p direito 3,50m. Composto por: Diviso de Servios Gerais, Seo de Mquinas e equipamentos Agrcolas, Seo de Urbanismo e Seo de Obras. Cargo Quant. Atividades Prefeito/Tcnico em telefonia 01 Gerenciar a manuteno predial e limpeza na sede e campus da UFRA, delegar funes, fiscalizar, supervisionar trabalhos em subestao e participar de reunies, analisar projetos e contratos. Vice Prefeito/Auxiliar de agropecuria 01 Responsvel pelos servios de manuteno e infra-estrutura, supervisionar servios, supervisionar trabalhos em subestao, expedir tarefas e coordenar funcionrios da manuteno da UFRA. Desenhista/Projetista 01 Elaborar e realizar desenhos arquitetnicos e auxiliar em projetos e oramentos de obras. Assistente em administrao 03 Secretariar a sede da Prefeitura, responsvel por contratos e convnios e realizar registros de empresas. Engenheiro civil 03 Elaborar projetos, relatrios e oramentos de obras e fiscalizar obras. Engenheiro eletricista 01 Fiscalizar obras e servios, gerencia a equipe de eletricistas, freqentando as mesmas reas de riscos que estes profissionais freqentam no seu dia a dia. Pregoeiro 03 Realizar e coordenar licitaes. Presidente da comisso de licitao 01 Realizar e coordenar licitaes. Recepcionista 01 Realizar trabalhos burocrticos e despachar documentos. Arquiteta e urbanista 01 Elaborar projetos, relatrios e oramentos de obras. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Cientfico: Ao passar pelo corpo humano a corrente eltrica danifica os tecidos e lesam os tecidos nervosos e cerebrais, provoca cogulos nos vasos sanguneos e pode paralisar a respirao e os msculos cardacos. A corrente eltrica pode matar imediatamente ou pode colocar a pessoa inconsciente, a corrente faz os msculos se contrarem a 60 ciclos por segundo, que a freqncia da corrente alternada. A sensibilidade do organismo a passagem de corrente eltrica inicia em um ponto conhecido como Limiar de Sensao e que ocorre com uma intensidade de corrente de 1m A para corrente alternada e 5m A para corrente contnua. Fundamento Legal: Conforme informao do Pr-Reitor Adjunto no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de insalubridade, conforme NR 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, de acordo com a informao do Pr-Reitor Adjunto, o engenheiro eletricista gerencia a equipe de eletricistas, freqentando as mesmas reas de riscos que estes profissionais freqentam no seu dia a dia. Portanto, o trabalhador se enquadra na atividade e operaes perigosas conforme Decreto Federal 93.412. Portanto, o engenheiro eletricista deste setor faz jus ao adicional de periculosidade. MEDIDAS DE CORREO TREINAMENTO: 1. Todo funcionrio que realizar trabalhos de manuteno em equipamentos e instalaes eltricas devem ter treinamento especfico de 40 horas, conforme NR10. 2. Dever ser feita uma reciclagem a cada 2 anos com o contedo e carga horria determinado pelo Departamento de Segurana do Trabalho em conjunto com a chefia / responsvel da Manuteno Eltrica. 27. 27 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Carpintaria/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso de argamassa de cimento, cobertura de telha de barro e p direito 4,50 m. Cargo Quant. Atividades Carpinteiro 02 Confeccionar e montar mveis, realizar manuteno em mveis, telhados e estbulos, polir e colar frmica e confeccionar divisrias em lambril. Marceneiro 02 Confeccionar e montar mveis, realizar manuteno em mveis, telhados e estbulos, polir e colar frmica e confeccionar divisrias em lambril. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionados com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao quantitativa realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que existem rudos que ultrapassam os limites permitidos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Cientfico: A exposio diria permanente, ou de forma intermitente dos trabalhadores, ao rudo, pode agredir as vias auditivas do trabalhador. O rudo atua atravs do ouvido sobre os sistemas nervosos central e autnomo. Quando o estmulo ultrapassa determinados limites, produz-se surdez e efeitos patolgicos em ambos os sistemas, tanto instantneos como diferidos. A nveis muito menores, o rudo produz incmodo e dificulta, ou impede a ateno, a comunicao, a concentrao, o descanso e o sono. A reiterao destas situaes pode ocasionar estados crnicos de nervosismo e stress, o que por sua vez, leva a transtornos psicofsicos, doenas cardiovasculares e alteraes do sistema imunitrio. A diminuio do rendimento profissional, os acidentes de trabalho e de trfego, certas condutas antisociais. Os trabalhadores no tem programa de preveno para controle e neutralizao do agento, portanto, sofrem os efeitos do risco relacionado a presso auditiva. Fundamento Legal: Conforme avaliao quantitativa no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas insalubres em relao elevada presso auditiva, e fazem jus ao adicional de insalubridade em grau mdio, conforme Norma Regulamentadora 15, anexo 1. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Decreto. 93.412. Portanto, os trabalhadores no fazem jus ao adicional de periculosidade. MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVA 1 - Realizar o monitoramento atravs de exames mdicos determinados pelo PCMSO; 2 - Aplicar treinamento de uso e conservao de EPI; 3 - Fiscalizar o uso de EPI; 4 - Promover o programa de proteo auditiva. EQUIPAMENTO DE PROTEO COLETIVA EPC 1 - Fornecer protetor auricular tipo concha e protetor auditivo tipo plug, cujo fator CA tenha fator de atenuao (NRRsf) = 22. 28. 28 AVALIAO QUANTITATIVA DE RUDO INTERMITENTE Nome da Empresa/rgo: UFRA Setor: Carpintaria /Prefeitura Data: 10/11/2010 Tipo de Rudo: Intermitente Fonte Geradora: Equipamentos eltricos Exposio: 240 Min/Dia Funo: Carpinteiro Nome: Luiz Cleto de Lima Metodologia: NHO 01 Grupo Homogneo Nome Funo Silvio Paz Marceneiro Alfredo Garcia Lima Marceneiro Jos Maria machado Carpinteiro Dados do Equipamento de Proteo Individual EPI existente Protetor auditivo tipo Marca / Modelo N CA No H No H No H Dados do Equipamento de Proteo Coletiva - EPC - Dados da Dosimetria Tipo de atividade Horrio inicial Horrio Final Serrar, lixar e moldar madeira 14:10h 16:10h Valores existentes Dose Mdia dB Atenuao do EPI dB Valor Normativo para 240 min. dB Dose de exposio dB 100.5 0.0 90 100.5 Vide Histograma em anexo 29. 29 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Eltrica/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso de argamassa de cimento, cobertura de telha plan e p direito 3,50m. Cargo Quant. Atividades Eletricista 03 Realizar manuteno de redes eltricas e subestao, servios de almoxarifado e controle administrativo. Mestre em edificao e infraestrutura 01 Realizar manuteno de redes eltricas e subestao, supervisionar atividades de eltrica, expedir tarefas e conduzir veculo da manuteno. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. Periculosidade: De acordo com a avaliao realizada constatamos que o trabalhador executa atividade de manuteno de subestao e cabines de distribuio em operaes integrantes do sistema de potncia de forma permanente. CONCLUSO Fundamento Cientfico: Ao passar pelo corpo humano a corrente eltrica danifica os tecidos e lesam os tecidos nervosos e cerebrais, provoca cogulos nos vasos sanguneos e pode paralisar a respirao e os msculos cardacos. A corrente eltrica pode matar imediatamente ou pode colocar a pessoa inconsciente, a corrente faz os msculos se contrarem a 60 ciclos por segundo, que a freqncia da corrente alternada. A sensibilidade do organismo a passagem de corrente eltrica inicia em um ponto conhecido como Limiar de Sensao e que ocorre com uma intensidade de corrente de 1m A para corrente alternada e 5m A para corrente contnua. Fundamento Legal: Com relao periculosidade, foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, para os trabalhadores que de fato executam atividades de manuteno eltrica em sistema de potncia de forma habitual e intermitente. Portanto, conclumos que os trabalhadores deste setor, que realizam as atividades de manuteno eltrica fazem jus ao adicional de Periculosidade, conforme Decreto N 93.412 de 14/10/1986. Quadro de Atividades / rea de Risco. Com relao insalubridade, conclumos que as atividades e as condies de trabalho declaradas no so consideradas insalubres, conforme NR 15 e seus anexos. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de insalubridade. 30. 30 MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVAS 1. Somente podem ter acesso a instalaes e equipamentos eltricos de qualquer natureza, para realizao de servio nos mesmos, profissionais qualificados, habilitados, treinados e autorizados pela chefia do setor de Manuteno. 2 As escadas utilizadas em servios de eletricidade, devem ser confeccionadas com material de fibra de vidro ou outros isolantes; 3. proibido o acesso ou permanncia de pessoas no autorizadas em ambientes prximos a partes onde estejam sendo realizados servios de reparos nas instalaes eltricas; Para tanto, esses locais devem ser devidamente isolados e sinalizados, com cones, fitas e material que seja necessrio, pelo responsvel do trabalho. 4. As instalaes e equipamentos eltricos devem ser inspecionados periodicamente, por profissionais qualificados, designados pela chefia da Manuteno da rea, nas fases de execuo, reforma, ampliao, operao e manuteno. 5. O espao de trabalho situado nas reas contguas de partes eltricas expostas, no deve ser utilizado como passagem. 6. terminantemente proibida a guarda de objetos estranhos s instalaes eltricas prximo das partes condutoras das mesmas, e no interior de painis. 7. Durante a construo e reparos de instalaes eltricas, ou obras de construo civil prximas de instalaes eltricas sob tenso, devem ser tomados cuidados especiais quanto ao risco de contatos acidentais e de induo eltrica. 8. Para garantir a ausncia de tenso no circuito eltrico, durante todo o tempo necessrio para o desenvolvimento dos servios em eletricidade, os dispositivos de comando devem estar sinalizados e bloqueados (procedimento de bloqueio de equipamentos), bem como aterrados. 9. Quando da realizao de servios em locais midos ou molhados, bem como quando o piso oferecer condies propcias para conduo de corrente eltrica, devem ser utilizados cordes eltricos alimentados por transformador de segurana, ou por tenso eltrica no superior a 24 volts. 10. Todas as partes das instalaes eltricas devem ser projetadas e executadas de modo que seja possvel prevenir, por meios seguros, os riscos de choque eltrico, incndio, exploso, e outros tipos de acidentes. 11. As partes de instalaes eltricas a serem operadas, ajustadas ou examinadas, devem ser dispostas de modo a permitir um espao suficiente para o trabalho seguro. 12. As partes das instalaes eltricas no cobertas por material isolante, na impossibilidade de conservar distncias que evitem contatos casuais, devem ser isoladas por obstculos que ofeream resistncia adequada. 13.Toda instalao eltrica ou pea condutora que no faa parte dos circuitos eltricos, que eventualmente possa ficar sob tenso, deve ser aterrada, desde que esteja em local acessvel a contatos. 14. O sistema de aterramento das sub-estaes, cabines primrias,fornos, bem como dos pra-raios em geral, deve passar por manuteno peridica, para que sejam corrigidos eventuais problemas de continuidade, resistncia de terra e outros que influenciem negativamente a segurana do equipamento e do pessoal. 31. 31 15. As instalaes eltricas, quando a natureza do piso exigir e sempre que tecnicamente possvel, devem ser providas de proteo complementar, atravs de controle distncia, manual e ou automtico. 16. As instalaes eltricas sujeitas a maior risco de incndios e exploso, devem ser projetadas e executadas com dispositivos automticos de proteo contra sobrecarga e sobre tenso, alm de outras complementares, de acordo com as prescries sobre o assunto previstas nas normas vigentes da ABNT. 17. Os ambientes das instalaes eltricas que contenham risco de incndio, devem dispor de proteo contra o fogo. 18.As partes das instalaes eltricas sujeitas acumulao de eletricidade esttica, devem ser convenientemente aterradas. 19. Em caso de princpio de incndio em instalaes eltricas, somente podem ser usados extintores do tipo "CO2" ou "P Qumico"; Em caso de emergncia o PAE (Plano de Atendimento a Emergncia) deve ser acionado. 20. Os transformadores e capacitores devem ser instalados, considerando-se as recomendaes do fabricante, no que se refere localizao, distncia de isolamento e condies de operao, e ter sua carcaa aterrada. 21. Os transformadores e capacitores devem ser instalados, preferencialmente, em rea externa s edificaes destinadas a trabalho. 22. No caso de necessidade de instalao de transformadores e capacitores no interior de edificaes destinadas a trabalho, recomenda-se que os mesmos sejam do tipo "a seco". 23. Recomenda-se que os transformadores e capacitores a leo, localizados no interior de edificaes destinadas a trabalho, sejam instalados em locais bem ventilados, construdos de materiais incombustveis, providos de porta corta-fogo, de fechamento automtico. 24. Os postos de medio, proteo e transformao de energia eltrica devem obedecer s prescries tcnicas especficas e, em especial, quelas referentes a espao de trabalho, iluminao e isolamento de ferramentas. 25. Os dispositivos de desligamento, manobra e bloqueio de circuitos eltricos devem ser projetados e instalados considerando-se as normas da ABNT especficas e NR-10 e, em especial, as referentes localizao, sinalizao, comando e identificao. 26. Todo motor eltrico deve possuir dispositivo de proteo. 27. As sub-estaes e cabines primrias devem estar sempre com a porta de acesso trancada , e sinalizada com placa "Perigo - Alta Tenso. 28. O acesso s reas descritas no item anterior, s permitido a profissional habilitado, treinado e autorizado pela chefia da Manuteno e com acompanhamento de outro profissional. 29. Os painis e quadros eltricos devem ser mantidos trancados e dotados de fechadura tipo padro. 30. Todas as edificaes devem ser protegidas contra descargas eltricas atmosfricas, considerando-se para tanto, as prescries referentes localizao, condies de ligao a terra, zona de proteo dos pra-raios e inspees peridicas. 32. 32 31. As baterias fixas de acumuladores devem ser instaladas em locais ou compartimentos providos de piso de material resistente a cidos e dotados de ventilao adequada; tais locais ou compartimentos, devem ser situados parte do restante das instalaes, bem como ter seu circuito de iluminao prova de exploso eltrica. 32. Em locais onde possa ocorrer concentrao de gases inflamveis, as instalaes e equipamentos eltricos, inclusive os portteis, devem ser obrigatoriamente blindados; 33. Os circuitos eltricos com finalidades diferentes, tais como telefonia, sinalizao, terminais, controle, dentre outros, devem ser instalados observando-se cuidados especiais quanto a sua separao fsica e identificao. 34. proibido o trabalho de apenas uma pessoa em reas confinadas e/ou subestaes, inclusive em casos de plantes ou finais de semana. 35. proibido o trabalho de menores (aprendizes/estagirios) diretamente em contato com instalaes eltricas; o aprendiz deve apenas acompanhar o trabalho do profissional qualificado. O funcionrio que estiver frente do trabalho responsvel pelo acompanhante. O acompanhante deve estar provido de todos os EPI`s necessrios. TREINAMENTO: 1. Todo funcionrio que realizar trabalhos de manuteno em equipamentos e instalaes eltricas devem ter treinamento especfico de 40 horas, conforme NR10. 2. Dever ser feita uma reciclagem a cada 2 anos com o contedo e carga horria determinado pelo Departamento de Segurana do Trabalho em conjunto com a chefia / responsvel da Manuteno Eltrica. RESPONSABILIDADES: Departamento de Recursos Humanos 1. O Departamento de Recursos Humanos responsvel por observar para que somente profissionais portadores de curso especfico, ministrado ou reconhecido pelo sistema oficial de ensino, sejam selecionados para as funes de eletricista, 1/2 oficial eletricista, eletricista eletrnico, instrumentista eletrnico e demais funes relacionadas rea eltrica. 2. Promover treinamento especfico conforme NR-10. 3. Manter no pronturio do funcionrio, disposio da fiscalizao, cpia do certificado / comprovante de qualificao do profissional da rea eltrica. Ambulatrio Mdico 1. O Ambulatrio Mdico responsvel por realizar exames mdicos admissionais nos candidatos s vagas para servios em eletricidade, de acordo com o estabelecido nas normas regulamentadora NR-07 e NR-10, da Portaria 3214/78 - MTE. 2. O Ambulatrio Mdico dever proceder periodicamente e manter arquivado no pronturio do funcionrio, de acordo com os critrios mdicos, exame mdico nos funcionrios dos setores de manuteno eltrica/eletrnica, estabelecendo se o funcionrio apto e pode continuar a exercer os servios de manuteno na rea eltrica. Segurana do Trabalho 1. O Departamento de Segurana do Trabalho, em conjunto com o Ambulatrio Mdico, responsvel por Elaborar e aplicar os cursos e reciclagens de segurana e primeiros socorros para os funcionrios que trabalhem nas manutenes eltrica/eletrnica. 2. Determinar e indicar quais os tipos de EPI`s devem ser usados pelos funcionrios. 3. As empresas contratadas que possuem prestadores de servios na funo de eletricista devero apresentar no incio de trabalho, habilitao para funo, atravs de diploma de concluso de curso ou Laudo elaborado e endossado por profissional da rea de engenharia da contratada, atestando aptido para a funo (conforme Norma Regulamentadora NR10). Vide procedimento de Gesto de Terceiros (SSO 40.06.01). 4. Exigir dos prestadores de servios que iro executar trabalhos com eletricidade, o cumprimento deste procedimento. 33. 33 Chefia do Departamento de Manuteno Eletro-Eletrnica 1. Responsabilizar-se tcnica e administrativamente pela manuteno preventiva e corretiva de todas as instalaes e equipamentos eltricos. 2. Designar somente profissionais qualificados, treinados, instrudos e autorizados para servios em instalaes ou equipamentos eltricos. 3. Contratar somente profissional habilitado para execuo de laudos, projetos, instalao e manuteno no sistema de SPDA, com emisso de ART. 4. Participar e facilitar a participao de seu pessoal nos treinamentos ministrados pela Segurana do Trabalho e Ambulatrio Mdico. 5. Emitir a PTS (Permisso de Trabalho Seguro) para os trabalhos que forem realizados sob tenso acima de 1Kv. 6. A chefia responsvel da Manuteno Eletro-Eletrnica responsvel por fiscalizar e exigir a utilizao de todos os equipamentos de proteo, coletivos e individuais, por parte do pessoal sob sua responsabilidade, em contato com atividades que envolvam instalaes ou equipamentos eltricos. 7. Determinar que todos os servios em instalaes eltricas, a princpio, sejam realizados com os equipamentos desenergizados e devidamente sinalizados, cabendo chefia, em seus diversos nveis, analisar as situaes especficas, determinando as medidas de segurana a serem adotadas em cada caso. 8. Desenvolver, nos servios sob tenso, sistema de proteo coletiva, atravs de isolamento fsico das reas, sinalizao adequada, conjuntos de aterramento e outros similares, nos trechos onde os servios estiverem sendo realizados. 10. Desenvolver, em conjunto com a Segurana do Trabalho, procedimentos e instrues visando a segurana do pessoal e preservao do patrimnio da empresa. Funcionrios que trabalham com eletricidade 1. Utilizar somente ferramentas manuais devidamente isoladas e adequadas ao trabalho (ex: alicates, chaves de fendas), sendo terminantemente proibido o uso de ferramentas inadequadas. 2. No permitido a utilizao de anis, pulseiras, relgios ou outros tipos de adornos pessoais, durante o trabalho. 3. Comunicar toda ocorrncia no programada durante o trabalho, superviso/chefia/responsvel pelo trabalho. 34. 34 EPI - EQUIPAMENTOS DE PROTEO INDIVIDUAL Fornecer os seguintes EPIs: 1. Tapetes de borracha para utilizao diante de equipamentos, em locais de manobra, de classe apropriada de tenso; 2. Luvas de borracha para alta tenso - classe I - tipo 2; 3. Luva de cobertura, para utilizao nas reas de manobra com mdia tenso, devidamente acondicionadas em caixas apropriadas; 4. Detectores de tenso para uso em redes de mdia tenso (15kv); 5. Voltmetros para verificao e testes em baixa tenso, que atendam a classe III ou IV; 6. Ampermetros de alicates para medio de corrente por induo em condutores eltricos isolados; 7. Detectores de radiao I.V. (infravermelho); 8. Vestimenta de Proteo contra arco-voltico; 9. culos de proteo; 10. Bota para eletricista; 11. Porta Ferramentas; 12. Carto de Aviso -No Acione; 13. Cinto de segurana para trabalhos em altura superior a 2,00 metros; 14. Capacete; 15. As escadas devem ser apropriadas ao trabalho com eletricidade; 16. Vara de manobra adequada tenso do trabalho- para acionamento de chaves seccionadoras. Cuidados com o EPI: 1. O cuidado e o uso adequado das luvas de borracha isolante de alta tenso so essenciais para a segurana do usurio; 2. As luvas devem ser inspecionadas visualmente antes de serem utilizadas, em cada inspeo devese incluir o interior e a superfcie externa, observar se a luva apresenta danos como: inchamento, amolecimento, endurecimento, pegajosidade ou deteriorao. Recomenda-se realizar o teste de insuflamento antes de cada utilizao; 3. No retire as luvas de sobrepor, ela protege a luva de borracha isolante de produtos que podem contamin-la, cort-la ou danific-la; 4. Evitar o contato da luva de borracha com produtos qumicos, especialmente a base de petrleo, leos, gasolina, fludos hidrulicos, inibidores, cremes, massas e pomadas para que no torne a luva inoperante, sempre que houver contato com algum desses produtos, limpe a luva imediatamente com gua e sabonete neutro e secar ao ar; 5. No utilizar nenhum tipo de adornos quando da utilizao das luvas; 6. As luvas no devem ser dobradas, enrugadas, comprimidas ou submetidas a qualquer solicitao que possa causar alongamento ou compresso. 35. 35 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Hidrulica/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso de argamassa de cimento, cobertura de telha cermica e p direito 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Bombeiro hidrulico 04 Realizar inspees, manuteno, extenso e ampliao em redes e galerias de esgotos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, todos trabalhadores informaram que todos executam atividades de limpeza em galeria de esgotos e caixas de gorduras, de acordo com a demanda deste tipo de servio. CONCLUSO Fundamento Cientfico: Conforme informaes do trabalhador e de sua chefia direta, os servios de limpeza e desentupimento em galerias de esgotos humanos, so realizados por todos trabalhadores, de acordo com as ordens de servios. O presente laudo considerou o que os trabalhadores informaram sobre a exposio dos trabalhadores microrganismos presentes nos esgotos de resduos humanos. Conforme informaes, utilizam processos de limpeza e manuteno em tubulaes e galerias. Durante os servios de manuteno fazem contato direto com galerias e tubulaes de esgotos sem interveno de equipamentos. Os microorganimos presentes nos resduos podem ser absorvidos pela pele e consequentemente pela via oral do trabalhador representando fonte de contaminao para o mesmo. A situao de risco pode assumir maiores propores quando do extravasamento de esgoto. Os principais microrganismos presentes so fungos, bactrias e vrus que podem causar enfermidades agudas ou crnicas. Dentre as enfermidades agudas predominam as doenas infecciosas diarricas, hepticas e respiratrias. As crnicas so representadas principalmente pela asma brnquica e pela alveolite alrgica. Conclumos que o tipo de atividade no factvel neutralizao do risco por nenhum tipo de medida, apenas as medidas de correo propostas, so para diminuir a probabilidade do efeito do risco, mas no para extingui-lo. A insalubridade ocorrer, desde que, ocorra atividade em contato direto com resduos humanos, sem interveno de algum equipamento que separe o trabalhador da fonte contaminante. Fundamento Legal: Portanto, conclumos que os trabalhadores que executam atividade em contato direto com resduos de esgotos faro jus ao adicional de grau mximo, conforme NR 15, anexo 14 da Lei 6.514, regulamentada pela Portaria 3.214 de 8 de Junho de 1978 do MTE. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Decreto Federal 93.412. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de Periculosidade. 36. 36 MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVA 1- Se for possvel, reduzir o nmero de trabalhadores para o desempenho da atividade, afim de, diminuir o nmero de trabalhadores expostos. 2- A Universidade deve propiciar condies adequadas para cuidados rigorosos com a higiene pessoal, incluindo banho ao trmino da jornada de trabalho, fornecimento de uniformes para troca diria, com higienizao a cargo da Universidade, alm da disponibilizao de vestirios dotados de armrios individuais de compartimento duplo, com sistemas isolados para recepo da roupa suja e uso de roupas limpas. 3- Elaborar protocolo de imunizao, com prvia avaliao sorolgica dos trabalhadores com possibilidade de exposio aos vrus das hepatites, ou outras doenas passiveis de proteo por meio de vacinao, aprovada pela autoridade competente. 4 -Promover adequado acompanhamento mdico, incluindo a realizao de exames parasitolgicos e microbiolgicos de fezes, sorologia para leptospirose e hepatites por ocasio das avaliaes mdicas, conforme o PCMSO da NR 7. EQUIPAMENTO DE PROTEO COLETIVA - EPC 1- Adotar medidas de proteo coletiva contra quedas em tanques de tratamento de esgoto (guarda corpo) para impedir o contato com dejetos orgnicos. EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL EPI 1- Fornecer macaco impermevel; 2- Proteo respiratria e ocular para aerodispersides de material orgnico proveniente das galerias de esgoto; 3- Luvas descartveis de PVC. 37. 37 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Pintura/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso de argamassa de cimento, cobertura de telha cermica e p direito 3,00 m. Cargo Quant. Atividades Pintor de rea 02 Realizar trabalhos de pintura com pinceis em estrutura metlica, alvenaria e estrutura de madeira e aplicar massa de acabamento em paredes. Pedreiro 02 Executar servios de alvenaria em fossas esgotadas e caixas de gorduras. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os trabalhadores manipulam hidrocarbonetos aromticos em exposio permanente para realizar pintura com tintas esmaltes, vernizes e aplicao de solventes. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Fundamento Cientfico: Os hidrocarbonetos aromticos (benzeno, tolueno, acetato), integrantes das tintas usadas nas atividades de pintura, so metabolizados pelo sistema microssoma heptico, tendo metabolismos excretados na urina. O benzeno pode ser eliminado pelos pulmes ou metabolizado no fgado e excretado conjugado com sulfato ou glicurondeo. O tolueno, menos txico que o benzeno, rapidamente metabolizado a cido benzico, conjugado e excretado com glicnia como cido hiprico, na urina. Quando aspirados podem causar edema pulmonar, pneumonite qumica e hemorragias nos pulmes. A inalao de vapores causa irritao brnquica, tosse e edema pulmonar. Ao atingirem a circulao, provocam depresso do SNC. O estado de coma que produzem, caracteriza-se por tremores, hiper atividade de reflexos e, s vezes, convulses. Provocam tambm: Oligosperma(diminuio no nmero de espermatozides) e o surgimento de espermatozides anormais. Fundamento Legal: Conforme avaliao qualitativa, conclumos que as atividades so insalubres. Portanto, os trabalhadores deste setor fazem jus ao adicional de insalubridade em grau mdio de acordo com a Norma Regulamentadora (NR) 15, anexo 13. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de periculosidade. MEDIDAS DE CORREO EQUIPAMENTO DE PROTEO INDIVIDUAL EPI Fornecer o seguinte EPI: 1 - Respiradores de proteo nasal, podendo haver um ou dois filtros. A sua cinta de quatro pontas, propicia uma melhor fixao, gerando uma melhor proteo e conforto ao usurio. 38. 38 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Transportes/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso cermico, na rea administrativa forro de PVC e p direito 2,50m e garagem cobertura de telha cermica e p direito 6,00m. Cargo Quant. Atividades Auxiliar administrativo 01 Controlar escala diria dos motoristas, abastecimento e roteiro e digitar documentos. Motorista/Gerente da sesso de transportes 01 Gerenciar a seo de transportes, elaborar relatrio de viagens e combustveis, supervisionar funcionrios e terceirizados do setor de transportes, coordenar consumo de materiais e realizar abastecimento de veculos. Motorista 07 Conduzir veculos pequenos, mdio e grande porte. Tratorista 01 O servidor se encontra afastado devido a tratamento mdico. Mecnico 01 Reparar tratores e eventualmente lubrificar motores com leo diesel. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. Periculosidade: Conforme inspeo no local de trabalho ficou constatado que o trabalhador executa atividades de abastecimento de veculos com lquidos inflamveis. CONCLUSO Fundamento Cientfico: O combustvel que o trabalhador utiliza para abastecer os veculos automotores tem ponto de fulgor como lquido inflamvel inferior a 70C e presso de vapor inferior a 2,8 Kg/C, na qual, poder liberar vapores em quantidades suficientes para que a mistura de vapor e ar logo acima de sua superfcie propague uma chama, a partir do contato com uma fonte de ignio. Considerando a temperatura mdia ambiente numa regio de 25C e ocorrendo um vazamento de um produto com ponto de fulgor de -43C a 38C, significa que o produto nessas condies pode se inflamar, bastando apenas uma fonte de ignio para que haja a ocorrncia de um incndio ou de uma exploso que pode trazer risco de morte ao trabalhador. Fundamento Legal: Conforme avaliao no ambiente de trabalho fomos informados pelo gerente de transportes, que o mesmo executa atividade de abastecimento de veculos com leo e gasolina, caracterizado como lquido inflamveis. Portanto, conclumos que o trabalhador na funo de gerente do setor de transportes faz jus ao adicional de periculosidade, conforme prev a Norma Regulamentadora 16, Anexo 2. Com relao insalubridade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade. Portanto, os trabalhadores deste setor no fazem jus ao adicional de insalubridade conforme NR 15 e seus anexos. MEDIDAS DE CORREO ADMINISTRATIVA 1 Realizar inspeo no tanque de armazenamento de combustvel para adequ-lo conforme os padres da NR 20. 39. 39 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Manuteno de Aparelhos pticos/Prefeitura/PROPLAGE Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso cermico, forro de madeira e p direito 3,00m. Cargo Quant. Atividades Auxiliar em administrao 01 Realizar manuteno em equipamentos eletrnicos e pticos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes qumicos com concentrao mxima, relacionada com a natureza e o tempo de exposio ao agente, que cause dano sade do trabalhador, durante sua jornada de trabalho. Risco Fsico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. Risco Biolgico: Conforme avaliao realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que os agentes biolgicos no se apresentam com a natureza considerados pela legislao como insalubres. CONCLUSO Conforme avaliao no ambiente de trabalho, conclumos que as atividades so consideradas salubres, conforme Norma Regulamentadora 15 e seus anexos. Com relao periculosidade, no foram encontradas condies para o enquadramento de atividade e operaes perigosas, conforme Norma Regulamentadora 16, seus anexos e Dec. 93.412. Portanto, o trabalhador no faz jus ao adicional de insalubridade e Periculosidade. 40. 40 IDENTIFICAO DO LOCAL, CARGOS E ATIVIDADES SETOR: Instituto de Cincias Agrrias - ICA Descrio do ambiente: Edificao em alvenaria, piso cermico, forro de PVC e p direito 2,20 m. Composto por: Diretoria, Vice-Diretoria, Gerencia Administrativa, Laboratrio de Anlise de Sementes, Casa de Vegetao, Laboratrio Tecnologia de Produtos Florestais, Laboratrio de Cincias do Solo, Laboratrio de Proteo de Plantas e UD Vrzea. Cargo Quant. Atividades Professor Assist. 03 Realizar atividades de ensino, pesquisa e extenso. Engenheiro de rea 13 Realizar servio de manuteno de viveiros de plantas ornamentais e de jardins da UFRA, produzir de plantas ornamentais, realizar cronograma de aplicao e manipulao de fungicida, herbicida, adubos minerais e orgnicos e auxiliar aulas prticas e pesquisa. Engenheiro florestal 01 Realizar servio de manuteno de viveiros florestais, produzir de mudas de essncias florestais, planejar e executar atividades que envolvem a aplicao de fungicida, herbicida, adubos minerais e orgnicos, auxiliar aulas prticas, realizar podas com motosserra eventualmente e realizar inventrio florestal e plano de manejo florestal. Laboratorista 01 Realizar anlise granulomtrica e de densidade da partcula, efetuar leitura dos extratos obtidos com os respectivos cidos em aparelho de absoro atmica e realizar destilao de nitrognio em aparelho destilador. Auxiliar de agropecuria 30 Realizar limpeza em casa de vegetao e destorroamento de solo na casa de secagem de solo, manter e limpar dependncias do Setor Cincias Florestais, realizar limpeza no depsito de adubo, preparar rea do campo para experimento de professores e alunos, aplicar inseticida e herbicida, executar quebra de dormncia, realizar inventrio florestal em reas alagadas. Professor ADJ 03 Ministrar aulas prticas e realizar pesquisa e anlises qumicas. Professor ADJ 10 Ministrar aulas prticas e realizar pesquisa e anlises qumicas. Assistente de laboratrio 05 Preparar meio de cultura para isolamento de microrganismo patognicos e no patognicos, manusear solues qumicas, realizar lavagem de material contaminantes e vidrarias e preparar reagentes com fenol, manusear autoclave. Tcnico de laboratrio 06 Preparar meio de cultura vegetal para isolamento de microrganismo patognicos e no patognicos, manusear solues qumicas, realizar lavagem de material contaminantes e vidrarias e preparar reagentes com fenol, manusear autoclave. Professor ADJ.1 DE-D 06 Realizar aulas prtica e desenvolvimento de pesquisa, realizar anlise qumica e microbiolgica, preparar meio de cultura para isolamento patognico e no patognico e destilar nitrognio em aparelho destilador. Assistente em administrao 02 Realizar servios administrativos e burocrticos. 41. 41 Professor Ass.3 DE-M 03 Ministrar aulas prticas, realizar pesquisa e anlises qumicas. Professor Assoc. V 002 DE-D 06 Ministrar aulas prticas, realizar pesquisa e anlises qumicas. Auxiliar de administrao 02 Realizar servios burocrticos e de secretariado. Professor ADJ.2 DE-D 07 Ministrar aulas prticas, realizar pesquisa e anlises qumicas. Tcnico em tecnologia de informao 01 Realizar servios de informtica. Professor Ass. 2 DE-M 01 Ministrar aulas prticas e realizar pesquisa e anlises qumicas. Professor ADJ.4 DE-D 01 Fixar material botnico, preparar lminas histolgicas, realizar expurgo e conservao de material botnico. Professor Ass. 1 DE-M 01 Ministrar aulas prticas e realizar pesquisa e anlises qumicas. Professor titular 01 Realizar manuteno de viveiros de plantas frutferas, elaborar cronograma de aplicao e manipulao de fungicida, herbicida, adubos minerais e orgnicos e realizar aulas prticas de campo e manuteno de reas de produo de fruteiras e hortalias. Tcnico e Meteorologista 01 Ministrar aulas prticas e realizar pesquisa e anlises qumicas. Recepcionista 02 Realizar limpeza: em casa de vegetao e na casa de moinho, realizar limpeza e destorroamento de solo na casa de secagem de solo, efetuar manuteno e limpeza nas dependncias do Departamento de Cincia do Solo, realizar limpeza no depsito de adubo, preparar rea do campo para experimento de professores e alunos e realizar manuteno e distribuio de adubos. ANLISE QUALITATIVA Risco Qumico: Conforme avaliao quantitativa realizada no ambiente de trabalho, constatou-se riscos qumicos somente para os trabalhadores que manipulam o produto qumico formaldedo nas condies especificadas neste Laudo. Os agrotxicos aplicados para controle das plantaes que visam produzir amostras de pesquisas, no esto relacionados nas classes dos organoclorados, organofosforados e cido carbnico descritos na NR 15. Consideramos que os processos de queima de madeiras para anlises laboratoriais no LPTF, no ter nenhuma influncia na sade e integridade fsica do trabalhdor, haja visto, ser uma operao de pequena monta, em local arejado e realizado dentro de equipamentos que mantm contidos seus agentes. Risco Fsico: Conforme avaliao quantitativa realizada no ambiente de trabalho, constatou-se que no existem agentes fsicos que atinjam os limites mximos de exposio. O calor decor