Livro - Fundações Teoria e Prática FALCONI

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    06-Jul-2016
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teoria y practica de fundaciones

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  • FUNDAES Teoria e prtica Editores W a l d e m a r H a c h i c h , Freder ico F. Fa lconi , J o s Luiz Saes, Rgis G . Q . Frota, Ce lso S. C a r v a l h o e S u s s u m u N i y a m a

  • FUNDAES Teoria e prtica Editores Waldemar Hachich, Frederico F. Falconi, Jos Luiz Saes, Rgis G. Q. Frota, Celso S. Carvalho e Sussumu Niyama

  • FUNDAES: TEORIA E PRTICA

    Copyright Editora Pini Ltda. Todos os direitos de reproduo ou traduo reservados pela Editora Pini Ltda.

    Dados Internacionais de Catalogao na Publicao [CIPJ [Cmara Brasileira do Livro, SR Brasil)

    Fundaes : teoria e prtica. 2. ed. - - S o Paulo: Pini, 1998.

    Vrios autores. Vrios editores tcnicos Bibliografia. ISBN 85-7266-098-4

    1. Fundaes

    98-3216 CDD-624.15

    ndices para catlogo sistemtico:

    1. Engenharia de fundaes 624.15 2. Fundaes : Engenharia 624.15

    Coordenao dc livros: Raquel Cardoso Reis Projeto grfico e servios editoriais: d'AZ F.ditorao Eletrnica S/C Lida. Paginao (24' edio ): Lcia Lopes Capa: Lcia Lopes Reviso: Roberto Carlcssi

    Editora Pini Ltda. Rua Anhaia. % 4 - CEP OI 130-900 So Paulo. SP 1-Vnc:0l I 3352-6400-Fax OI l 3352-7587 Internet: www.piniweb.com- l-mnil: [email protected]

    2 3 e d i o

    9 a t i ragem: 1 0 0 0 exemp la re s , abr/09

  • Este livro fruto d c uma feliz c o m b i n a o de idias e estmulos das diretorias d c duas associaes : a ABMS, atravs do Ncleo Regional de So Paulo, e a ABEF.

    Alguns de ns temamos inicialmente q u e o empreendimento fosse por demais ambicioso. Afinal, ainda no existia no Brasil um livro completo de Fundaes. Reunir as contribuies d c muitos autores era c o m o tentar reger uma orquestra cujos msicos estives-sem espalhados pelo Pas. Para complicar, havia seis maestros...

    Antes de mais nada, era necessrio conseguir que os editores tivessem uma viso mais ou m e n o s consensual d o livro. Em diver-sas reunies realizadas na sede da ABMS nacional os regentes conseguiram uniformizar razoavelmente sua viso da obra. O con-tedo deveria ser o estado-da-arte d c c o n c e p o , anlise, projeto, e x e c u o e monitorao de fundaes no Brasil; seria um livro c o m um significativo apelo prtico, s e m perder d e vista a base conceituai terica. Quanto forma, deveria ser um texto de refern-cia bastante completo, mas suficientemente articulado para atender tambm a sua to necessria utilizao como livro didtico.

    O livro foi organizado e m c inco partes e vinte captulos. A pri-meira parte uma sntese dos fundamentos da Mecnica dos So-los, indispensveis ao exerc c io de uma boa Engenharia de Fun-daes . A segunda parte trata das fundaes e m todas as suas mltiplas facetas. C o m o obras de fundaes so, e m geral, a c o m -panhadas de escavaes e contenes , a elas foi dedicada a ter-ceira parte. Da mesma forma, as obras complementarcs da quarta parte so por vezes indispensveis para a e x e c u o das funda-es . Finalmente, a quinta parte trata de um tema cada vez mais essencial para preservar a competit ividade: a qualidade, seus re-quisitos c procedimentos.

    A escolha dos msicos foi, talvez, a parte mais fcil da tarefa, visto q u e a capaci tao disponvel no Pas era at muito maior do q u e as possibilidades de a c o m o d a o n o tamanho previsto para o livro. A preocupao de obter co laboraes as mais significativas para a obra, viessem elas de o n d e viessem, levou ao convite a autores das mais diversas regies, apesar das dificuldades logsticas. Ainda assim, desculpamo-nos pelas inevitveis omisses .

    Nossa preocupao c o m a qualidade das contribuies nos le-vou a formar uma orquestra de verdadeiros solistas (no, este no um abominvel trocadilho)! Nessas condies , evidente q u e o maestro (maestros, no c a s o ) tem q u e exercitar plenamente as suas oxal existentes! habilidades no relacionamento humano, posto q u e os solistas s o msicos muito mais graduados e experi -

  • entes d o q u e o prprio maestro, E este livro s foi possvel graas e n o r m e c o l a b o r a o dos 50 autores q u e emprestaram seu bri-lho, e n o r m e talento e a indispensvel transpirao para levar a b o m termo a tarefa solicitada pelos editores.

    Escolhidos os msicos, era necessrio transmitir a cada um de-les a sua partitura e uma idia da partitura dos demais, bem c o m o tentar estimular o contato direto entre eles para a troca de idias sobre a interpretao da obra. Instrues mais ou menos porme-norizadas foram redigidas c diversas reunies foram promovidas com grupos d e autores, na tentativa de discutir com eles o tom da obra. A presena dos autores a essas reunies foi significativa mas no total, exatamente devido s dificuldades logsticas e s limita- e s de o r d e m e c o n m i c a .

    Alguns autores, porm, entusiasmaram-se tanto com o empre-e n d i m e n t o q u e at participaram de vrias outras reunies dos editores, o f e r e c e n d o desinteressadamente a contribuio valiosa da sua exper incia . A eles, os nossos agradecimentos.

    O s prazos para entrega dos captulos foram estabelecidos e co-meou o q u e seria o primeiro ensaio. Pretendia-se ento que um segundo, to e x t e n s o quanto o primeiro e fundamentado nos re-s u l t a d o s d e s t e , a j u d a s s e a e l iminar e v e n t u a i s d i s s o n n c i a s , d e s c o m p a s s o s e, se possvel, permitisse at m e s m o compatibilizar nuances subjetivas d c interpretao.

    Alguns pouc os autores cumpriram os prazos risca. Muitos se atrasaram um pouco . Alguns se atrasaram muito! Estvamos pre-parados para essa s i tuao e procuramos gerenci-la de forma flexvel, pois b e m sabamos q u e as contribuies dos autores eram fruto exc lus ivo da sua boa vontade, e q u e a responsabilidade da obra os obrigava a significativos sacrifcios da sua rotina de traba-lho c u de lazer.

    Adiamos a o mximo o final da primeira etapa e, em conseqn-cia. fomos forados a reduzir a o mnimo indispensvel a reviso compatibi l izadora dos consultores da Comisso Editorial. Estva-mos c ientes d c q u e isso redundaria cm um certo prejuzo para a unidade da obra e para a articulao dos diversos captulos.

    Autores que haviam cumprido os prazos foram forados a esperar muito at obterem alguma manifestao da Comisso Editorial, que tinha que aguardar a entrega das demais contribuies para tentar promover uma melhor integrao. Foi-lhes solicitado, em segui-da, q u e promovessem as alteraes sugeridas pela Comisso Edi-torial c m prazo extremamente exguo. Em todas as circunstncias c o n t a m o s c o m notvel e m p e n h o e esprito de colaborao. Se s vezes divergimos de les em algum "pianiss imo" ou "staccato" , curvamo-nos e m geral a o seu virtuosismo.

    A obra c o m e a v a a soar d c forma agradvel, mas acima de tudo era indispensvel encontrar quem patrocinasse a primeira tempo-rada. Afortunadamente, encontramos um mecenas que, com esp-rito nobre c grande desprendimento, p e r c e b e n d o o enorme valor do projeto para o meio tcnico e para a Engenharia Geotcnica nacional, do alto dos seus quase 8 0 anos, mais d c 50 dedicados Engenharia, assumiu o patrocnio. A ele, nosso reconhecimento.

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    Esta magnfica obra d e Engenharia d e Fun-daes , q u e ora vem a lume, procurou reunir num nico tratado, atravs das contr ibuies dos nossos maiores especialistas, o q u e de melhor se pratica n o Brasil neste c a m p o .

    portanto um marco da nossa Engenharia.

    Para propiciar a fruio de suas excepc io -nais qualidades, pelo meio tcnico nacional e principalmente pelo m e i o universitrio, fazia-se mister torn-la acessvel a o pblico inte-ressado.

    Pe lo a lentado da obra, bem poucos pode-riam adquiri-la, a menos q u e houvesse um patrocinador que , por amor e dedicao En-genharia, assumisse o s n u s de sua impres-so.

    Este benemr i to surgiu na pessoa d o Sr. Pelerson Soares Penido, diretor-presidente da Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, c u j o perfil tentaremos e s b o a r a seguir:

    A personalidade d o Dr. Penido se define c o m o a de um h o m e m modesto , cora joso , empreendedor . Enfim, possui as qualidades d e um lder.

    O seu lema de trabalho sempre concre to e rduo, jamais utpico. Sempre transforma suas idias e m realizaes.

    A s u a f o r a d e l d e r , o b s t i n a d o e autoconfiante, arrosta qualquer perigo quan-d o se trata d e defender o progresso.

    A sua estrela sempre brilha e ilumina o c a m i n h o dos q u e o seguem.

    Mas o grande segredo d o Dr. Penido, resi-de em sua larga exper incia n o c a m p o da Engenharia .

    A e s s e respeito, ele relata estrias interes-santssimas de sua militncia, desde a cons-truo dos tneis para a Segurana Nacional e postos de observao dos fortes Jurubatuba,

    Santa Cruz e So J o o no Rio de J a n e i r o no tempo da Segunda Guerra Mundial, at a cons-truo do Porto do Itaqui, n o Maranho, pas-sando pela reforma da Escola Nacional d e Engenharia e construo de seu anfiteatro, da capi ta l d e G o i s e da rodovia Anpol i s -Tocantins, alm d e muitas outras.

    Ampliou seu c a m p o d e ao e hoje tam-bm atua no setor imobilirio, no transporte d e passageiros, atravs da Empresa de ni-bus Pssaro Marrom S/A, na pecuria e na comercia l izao d c veculos.

    D e 1964 a 1965 o c u p o u c o m competnc ia o cargo de Secretrio de Obras na Secretaria de Servios e Obras Pblicas do G o v e r n o do Estado d c S o Paulo.

    As pessoas q u e no futuro tiverem a fe lk dade de computar esta notvel obra de Enge-nharia d c Fundaes certamente havero de se lembrar q u e foi graas bcnemerencia de Pelerson Soares Penido, empresrio emrito, q u e esta magnfica obra p d e ser amplamen-te divulgada.

  • ABMS-Associao Brasileira de Mecnica dos Solos e Engenharia Geotcnica

    Diretoria ( 1 9 9 4 - 1 9 9 6 ) Presidente: Secretrio: Tesoureiro : Secretrio execut