Mais Notícias #532

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Edição de 05 de julho de 2012

Transcript of Mais Notícias #532

  • Cezar de Carvalho deixa governo para concorrer Cmara

    Cmara Municipal ser renovada em 2013

    Com a sada de quatro dos atuais vereadores e a criao de seis novas vagas, a Casa de Leis contar com um quadro renovado na prxima legislatura, tendo dez novos edis legislando em prol da cidade o que, em nmeros, representa uma mudana de quase 60% em relao a composio atual, alvo de diversas crticas por parte da populao.

    QUINTA-FEIRA | 05 DE JULHO DE 2012Ano IX | ED. 532

    Jornalista Responsvel:Danilo Meirawww.jornalmaisnoticias.com.br

    Alunos da 5 srie de dez escolas

    foram diplomados

    Chora Ribeiro ganhou as redes h uma semana

    Competio terminou com festa no ltimo

    fim de semana

    PROERD forma mais de

    mil alunos

    Novo blog alfineta polticos

    de Ribeiro

    Malukinhos conquistam Jogos

    Solidrios

    POLTICA

    POLTICA

    CIDADE

    CIDADE

    | PG.05

    | PG.05

    | PG.14

    | PG.10ESPORTE | PG.27

    Primeiro voo de balo entra para a histria

    POLTICA | PG.05

  • A Alienao Parental nor-malmente ocorre em casos de separao de casal. A o mago-ado utiliza-se da cria comum como uma arma para atingir o outro, difamando-o, visando, assim, criar uma situao de re-jeio da criana ao genitor/a. Outra forma de alienao a provocada por pai ou me que ensina a criana a xingar o ou-tro, o que fatalmente faz com que seja quebrada a relao de respeito mtuo e a conside-rao que deve existir entre os filhos e os seus genitores.

    Para regulamentar tais fa-tos, surgiu a Lei 12.318/2010 para fazer prevalecer o inte-resse da criana que est em fase de desenvolvimento de sua personalidade, fator deter-minante para o futuro convvio em sociedade. Assim, pode haver a retirada da criana do convvio com o/a alie-nante para prevenir maiores prejuzos tanto para a criana quanto para o alienado. Essa

    Lei define alienao parental: a interferncia na formao psicolgica da criana ou do adolescente promovida ou in-duzida por um dos genitores, pelos avs ou pelos que dete-nham a criana ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilncia para que repudie genitor ou que cause prejuzo ao estabelecimento familiar ou manuteno de vnculos com este.

    O Tribunal de Justia do Rio Grande do Sul conceituou a citada Alienao: Processo para programar uma criana para que odeie o genitor, sem qualquer justificativa. Trata-se de verdadeira campanha de desmoralizao. O filho uti-lizado como instrumento da agressividade direcionado ao genitor. Assim, gerada uma srie de situaes que leva o filho a rejeitar o pai. Este pro-cesso recebe tambm o nome de implantao de falsas me-mrias. A criana levada a

    repetir o que lhe dito de for-ma repetida. O distanciamento gera contradio de sentimen-tos e a destruio do vnculo entre ambos. Restando rfo do genitor alienado, acaba o filho identificando-se com o genitor patolgico, passando a aceitar como verdadeiro tudo que lhe informado.

    Portanto, Alienao Paren-tal a campanha denegat-ria contra um dos genitores, resultante da combinao de instrues dadas criana, fazendo verdadeira lavagem cerebral. , segundo previso legal, uma conduta crimino-sa punvel nos termos da Lei 12.318/2010. No entendimento do nosso ordenamento jurdico caracteriza-se como um termo concentrado na campanha de desmoralizao de um dos ge-nitores atravs da influncia de quem detenha a guarda infantil, causadora de danos no desen-volvimento da personalidade da criana ou do adolescente.

    O meio ambiente tornou-se recentemente a bandeira de ONGs e instituies que defen-dem a sobrevivncia das espcies em seus reinos. Atitude louvvel, porm necessrio transcen-der os aspectos legais e conscientizar-se que somos parte integrante deste sistema como seres humanos que convivem com a natureza desde os tempos primitivos.

    A escala urbana con-templa: a escala do au-tomvel, do ser humano, dos espaos pblicos, edificaes, guas, cons-tantes em seu plano di-retor, entretanto, infeliz-mente me parece que a escala do automvel est em primeiro plano e a escala do ser humano encontra-se em segundo

    plano, a dimenso simb-lica da natureza integra-da a do ser humano: har-monia com a paisagem, qualidade de vida, lazer, entre outros, est a cada dia mais distante.

    As cidades constitu-das pela paisagem ur-bana, que deveriam ser planejadas por arquite-tos e urbanistas com for-mao acadmica para projetar o espao livre urbano como um ser vivo, descaracterizam-se com o resultado da criao de uma cidade distorcida e heterognea, numa com-posio catica, a qual de-fino colcha de retalhos. Dessa forma explicam-se problemas urbansticos, dentre eles: enchentes, alagamentos, sistema vi-rio catico, ocupao de reas de risco, deficin-

    cia de estacionamentos, inexistncia de acessibi-lidade, poluio visual, lixo e elementos arqui-tetnicos, urbansticos e paisagsticos incompat-veis entre si.

    Esclareo que esta anlise global fruto de uma conscincia amplia-da sobre a formao das cidades que foram dando forma a um desenho dis-torcido, e hoje sofremos as consequncias como vemos na mdia.

    Considero que a cida-de ideal no existe, ela dinmica e passvel de transformaes dirias adequando-se ao ser hu-mano e suas expectati-vas. Esta apenas uma reflexo, sendo o assunto muito extenso para ser abarcado plenamente em apenas um artigo.

    Na ltima semana, cau-sou polmica a mais nova das proibies emitidas que pode ser implantada na cidade de So Paulo, a da distribuio de alimentos a moradores de rua, pessoas em estado de vulnerabili-dade social, sob o pretexto de que todos, sem exceo, devem se dirigir a um dos nove albergues mantidos pela Administrao da Ca-pital caso queiram ajuda. A mesma regra tambm esta-beleceria punies s enti-dades que o fizessem, sob risco de sanes administra-tivas graves em caso de no cumprimento.

    Se por um lado, a Vigi-lncia Sanitria afirma que

    a prtica pode sujar a via pblica, o que uma meia-verdade, por outro os defen-sores da ajuda questionam a falta de tato para com o prximo e tambm com o direito escolha, j que eles tm o direito de no querer ir para os albergues.

    Essa s mais uma das inmeras proibies que foram implantadas nos l-timos anos, desde as mais aceitveis (dependendo do ponto de vista) at as mais estapafrdias. Comeando pela mais popular delas, te-mos a Lei Anti-Fumo. Hoje, no Estado de So Paulo, no se fuma em locais cobertos, inclusive toldos. Em que se pese o fator sade, o em-

    presrio que desejar abrir um espao exclusivo para os fumantes ter que levar sua ideia a outro estado. Alis, se ele quisesse, teria que achar meios criativos para os anncios, j que tambm h, voltando a maior cidade do Brasil, a Lei Cidade Limpa que, alm de vetar as propa-gandas, tambm o faz com eventuais manifestaes de protesto contra a Prefeitura, por exemplo, salvo em caso de autorizao que dificil-mente seria emitida para

    este caso.Dentre as que no con-

    tam com o sim popular, esto algumas que seriam cmicas, no fossem trgi-cas, como o veto ao celular dentro das agncias um endosso incapacidade de se garantir a segurana do cidado, ao ovo com gema mole, ao vinagrete na feira, ao cachorro quente nas ruas, bancas de jornal no Centro, venda de refrigerantes e sal-gados (mesmo os de massa folhada) em cantinas de es-

    colas, a doao de material reciclvel para catadores e at mesmo das bananas por dzia, bem como o anncio de ofertas em voz alta nas feiras. Isso sem falar de leis que versam sobre o bvio como aquela que probe uri-nar nas ruas...

    A enorme lista de res-tries que diga-se de pas-sagem vm aumentando assustadoramente ano a ano, deixa no ar um ques-tionamento e uma reflexo sobre o verdadeiro papel do Estado que acaba por assu-mir um papel de pai e no de gestor, como o que deve ser. Ser que essa onda de caretice generalizada, mesmo considerando que

    algumas destas regras po-dem contribuir para uma sociedade melhor, no seria uma forma de tentar moldar o brasileiro, em especial o paulista, ao que ele no , deix-lo com uma carac-terstica europeizada, afastando do brasilianismo, como se isso fosse uma do-ena, uma coisa ruim? uma discusso antropolgica que deve ser analisada com cui-dado, sempre ponderando os lados, para no se come-ter injustias. Em suma: no estamos defendendo a anar-quia, mas sim a no banali-zao das proibies e, prin-cipalmente, o direito que os cidados tm de aproveitar sua prpria cidade.

    Caretice generalizada

    Alienao parental crimeA dimenso simblica entre o homem e a paisagem urbana

    no estamos defendendo a anarquia, mas sim a no banalizao das proibies

    02

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    OPINIES 05 | julho | 2012www.jornalmaisnoticias.com.br

    ARTIGO | Carlos Antonio Loureiro / Arquiteto e Urbanista ARTIGO | Josenito Barros Meira OAB/SP 281838 advogado ps-graduado Milita na rea Cvel, Trabalhista e Desportista.

  • 03 RESUMO

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