Manejo Plantas Daninhas Em Eucalipto

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  • 7/22/2019 Manejo Plantas Daninhas Em Eucalipto

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    MANEJO INTEGRADO DE PLANTASDANINHAS EM EUCALIPTO

    Lino Roberto Ferreira

  • 7/22/2019 Manejo Plantas Daninhas Em Eucalipto

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    Por que controlar plantas daninhas no eucalipto?

    Competio pelos recursos de crescimento

    (gua, Luz e Nutrientes);

    Alelopatia;

    Parasitismo;Dificuldade nos tratos culturais e colheita.

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    DistribuioEspaamento/Densidade

    Perodos deconvivncia

    poca Durao

    Grau deInterferncia

    Espcie

    Densidade

    Espcie/Clone

    Formato dacopa

    Pitelli, 1985

    Ambiente

    Solo ManejoClima

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    Matocompetio com Capim-braquiria

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    Quais as principais plantas

    daninhas na cultura do

    eucalipto?

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    Quais as principais plantas

    daninhas na cultura do

    eucalipto?

    Biomas do Brasil

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    Regio Norte e Nordeste

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    Regio Sul e Sudeste

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    MANEJO INTEGRADO DAS PLANTAS

    DANINHAS Sistema ambientalmente correto, onde so

    usa os o os os con ec men os eferramentas disponveis para produo das

    culturas livre de danos econmicos da

    vegetao daninha competitiva

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    MANEJO INTEGRADO DAS PLANTAS DANINHAS

    BiolgicoCapinas

    Preventivo

    Roadeiras

    Enxadas rotativas

    Grades

    decontrole

    Mecnico RoadasMecanizado

    Qumico

    Cultural

    X

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    Herbicidas registrados para a cultura do eucalipto

    Nome Comum* Mecanismo de ao Recomendaes de uso

    Carfentrazona-ethil Protox Aplicao dirigida em ps-emergncia dasplantas daninhas de folhas largas

    Oxyfluorfen Protox Aplicao em pr-emergncia das plantasgramneas e folhas largas.

    Sulfentrazone Protox Aplicao em pr-emergncia das plantasgramneas e folhas largas.

    Glyphosate EPSPs Aplicao dirigida em ps-emergncia dasplantas daninhas gramneas e folhas largas

    Glufosinate-ammonium

    GS sintase Aplicao dirigida em ps-emergncia das

    plantas gramneas e folhas largas

    Fluazifop-p- butyl ACCase

    Aplicao em ps-emergncia das plantas

    gramneas

    Isoxaflutole Carotenoides Aplicao em pr-emergncia das plantas

    gramneas e folhas largas.

    Imazapyr ALS

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    GLUTAMATO

    PROTOPORFIRINOGENIO IX

    PROTOPORFIRINA IX(Luz+O )

    Local deAoPROTOPORFIRINA IX(m. cloroplasto)

    PROTOX

    Inibidores da PROTOX

    PEROXIDAO DE

    LIPDIOS

    DESTRUIO DE

    MEMBRANASCELULARES

    CLOROFILA

    [O2*]

    Ex:Ex:Ex:Ex:

    Oxyfluorfen, sulfentrazone ecarfentrazone-ethil

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    Testemunha Oxyfluorfen (4 L/ha pc)

    Sulfentrazone + Flumioxazin (1 + 0,2 kg/ha pc)Sulfentrazone (1 kg/ha pc)

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    Inibidores de Pigmentos

    Enzimas envolvidos: PDS e 4-HPPD - Fitoeno- -

    Izoxaflutole: 4-HPPD - Inibe quinonas (envolvida notransporte de eletrons) e carotenoides. branqueamento dasfolhas

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    Isoxaflutole: Sintomas em Pr e Ps-emergncia

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    Enzima EPSPs(5 enolpiruvilshikimato-

    3-fosfato sintase)GlyphosateSHIQUIMATO

    + PEP

    EPSP

    CORISMATO

    LigninaAlcalides

    eFlavonides

    Fenilalanina e TirosinaTriptofano

    Alcalides

    eFitoalexinas

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    Ao do Glyphosate

    Inibe EPSPs (enzima alvo) Acmulo de shikimato Inibe aminocidos: fenilalanina, tirosina e

    Diminui a sntese de protenas... Dreno de carbono... Sntese de amnia,

    glutamina e glutamato a nveis txicos

    Efeito cascata... Morte da planta?

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    Glyphosate + Flumioxazim

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    Roundup 7 DAA

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    r

    Roundup + Kixor - 7AA

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    Roudup + Aurora - 7 DAA

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    Como o glyphosate pode entrar em contato comas plantas de eucalipto?

    Contato do Glyphosate com o Eucalipto

    Pelo contato com as folhas recm tratadas;

    Pela deriva;

    Exsudao radicular de plantas daninhas?

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    DETALHE DO CONTATO DO HERBICIDA NO MOMENTO DAAPLICAO

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    Surgimento de brotaes com sintomas de intoxicao

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    Simulao da deriva de glyphosate em eucalipto

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    deintoxicao

    20

    25

    30

    35

    40

    45

    50

    55

    0 a 5 %

    6 a 10 %

    11 a 20%

    21 a 30%

    31 a 40%

    41 a 50%

    Dias aps aplicao

    30 75 180 270

    %

    0

    5

    10

    15

    Intoxicao pela deriva de glyphosate em plantas de eucalipto em funo dotempo aps aplicao.

    Tuffi Santos et al. (2004)

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    Graus de

    intoxicao

    (%)

    Altura(m)

    Dimetro(cm)

    Volume(m3/planta)

    Ganho emaltura (m)

    Ganho emdimetro (cm)

    0 - 5 8,970 A1/ 8,599 A 0,053 A 7,321 A 6,106 A

    6 - 10 8,960 A 8,520 A 0,051 A 7,303 A 5,967 A

    Crescimento de Plantas de Eucalipto Expostas Deriva deGlyphosate aos 360 Dias Aps Aplicao

    - , , , , ,

    21 - 30 8,660 AB 8,040 B 0,044 B 7,004 AB 5,336 B

    31 - 40 8,662 AB 7,519 C 0,039 C 7,167 AB 5,263 B

    41 - 50 8,420 B 6,767 D 0,031 D 6,846 B 4,491 C

    DMS 0,507 0,382 0,0054 0,358 0,416C.V (%) 6,27 7,67 19,01 8,08 12,11

    1/ mdias seguidas pela mesma letra na coluna no diferem entre si a 5% de probabilidade peloTeste t. Mdia de 20 plantas.

    Tuffi Santos et al. (2004)

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    lm-2s

    -1) 40

    50

    60

    Glyphosate (g ha-1

    )

    0.0 43.2 86.4 129.6 172.8

    A(mo

    0

    10

    20

    7 DAA

    21 DAA

    49,18 =Y

    96,0001,0052,0530,47 22*** =+= RXXY

    Taxa fotossinttica em plantas de eucalipto submetidas a doses crescentes de glyphosate

    Machado et al., (2009)

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    m-1s

    -1)

    2.5

    3.0

    3.5

    4.0

    4.5

    Glyphosate (g ha-1

    )

    0.0 43.2 86.4 129.6 172.8

    GS(mol

    0.0

    0.5

    1.0

    1.5

    2.0

    21 DAA 96,0000026,00156,05985,4 22* == RXXY

    69,0 =Y7 DAA

    Condutncia estomtica em plantas de eucalipto submetidas a doses crescentes de glyphosate

    Machado et al., (2009)

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    20m-2s

    -1)

    8.0

    10.0

    12.0

    14.0

    Glyphosate (g ha-1

    )

    0.0 43.2 86.4 129.6 172.8

    E(mo

    lH

    0.0

    2.0

    4.0

    6.0

    7 DAA21 DAA

    90,4 =Y95,0019,0217,12 2* == rXY

    Taxa de transpirao em plantas de eucalipto submetidas a doses crescentes de glyphosate

    Machado et al., (2009)

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    O2molH2

    O-1

    )

    4.0

    4.5

    5.0

    Glyphosate (g ha-1

    )

    0.0 43.2 86.4 129.6 172.8

    WUA(mo

    lC

    0.0

    3.0

    3.5

    21 DAA 95,000007006,0219,4 22* =+= RXXY

    7 DAA 81,00008,0170,4 2* == rXY

    Eficincia no uso das gua em plantas de eucalipto submetidas a doses crescentes de glyphosate

    Machado et al., (2009)

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    Severidade da ferrugem (Puccsinia psidii) X glyphosate

    Clone

    g ha-1 de glyphosate

    0 28,8 57,6 86,4 115,2

    G 21 S0 S0 S0 S0 S0

    531 S3 S3 S3 S2 S2

    9838 S3 S3 S3 S3 S3

    S0 e S1 so resistentes a ferrugem;

    S2 e S3 so suscetveis. Tuffi Santos et al., (2006)

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    Porcentagem de reduo de matria seca em relao testemunha em funoda porcentagem da dose recomendada (dados ainda no publicados)

    %

    %

    %

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    COMPORTAMENTO E DESTINO DOS HERBICIDASCOMPORTAMENTO E DESTINO DOS HERBICIDASSUPE

    RFCI

    Herbicidas

    FOTODEGRADAO

    Herbicidas

    VOLATILIZAO

    Herbicidas

    SOLO RUNOFF

    ABSORO

    PLANTASDEGRADAO

    QUMICA

    DEGRADAOMICROBIOLGICALIXIVIAOSORO (AD / DE)

    REMOO FSICA

    PROF