Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

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I Seja bem-vindo! Agradecemos a sua escolha pelo nosso veículo. Ao adquirir um veículo Chevrolet você tem direito a um atendimento cor- tês e uma completa oferta de serviços. Nosso principal objetivo é assegu- rar seu total entusiasmo com nossos produtos e serviços prestados pela Rede de Concessionária e Oficinas Autorizadas Chevrolet. Leia atentamente este Manual, pois ele contém todas as informações ne- cessárias para você obter o máximo conforto e manusear o seu veículo. Além das informações contidas neste Manual você poderá contar tam- bém com os seguintes serviços prestados pela Rede Autorizada Chevrolet: Centro de Atendimento ao Cliente Chevrolet Chevrolet Road Service Corsa Port início.pmd 18/11/04, 16:14 1

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I

Seja bem-vindo! Agradecemos a sua escolha pelo nosso veículo.

Ao adquirir um veículo Chevrolet você tem direito a um atendimento cor-

tês e uma completa oferta de serviços. Nosso principal objetivo é assegu-

rar seu total entusiasmo com nossos produtos e serviços prestados pela

Rede de Concessionária e Oficinas Autorizadas Chevrolet.

Leia atentamente este Manual, pois ele contém todas as informações ne-

cessárias para você obter o máximo conforto e manusear o seu veículo.

Além das informações contidas neste Manual você poderá contar tam-

bém com os seguintes serviços prestados pela Rede Autorizada Chevrolet:

• Centro de Atendimento ao Cliente Chevrolet

• Chevrolet Road Service

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II

Centro deAtendimento aoCliente Chevrolet

A sua satisfação com o seuveículo é o nosso principalobjetivoBaseados nesse princípio, fornecemos aseguir o procedimento para que seja ga-rantida a sua satisfação no atendimento eno esclarecimento de dúvidas junto à Redede Concessionárias e Oficinas AutorizadasChevrolet:

• Se o seu veículo apresentar alguma ano-malia, leve-o a uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet para queseja inspecionado e reparado.

• Em quaisquer circunstâncias que verifi-car a necessidade de ajuda adicional,queira por favor dirigir-se ao Gerente deServiço da Concessionária ou OficinaAutorizada da Chevrolet.

• No contato telefônico com o Centro deAtendimento ao Cliente Chevrolet queirapor favor informar os seguintes dados:

– Nome e telefone;

– Número de Identificação do Veículo –VIN (número do chassi);

– Nome da Concessionária ou OficinaAutorizada atendedora;

– Data da venda e quilometragem do veí-culo.

Adicionalmente, a General Motors co-loca à disposição do cliente o códigode acesso à Internet através do ende-r e ç o : w w w . c h e v r o l e t . c o m . b r ewww.meuchevrolet.com.br onde épossível obter informações sobre aempresa e seus produtos.

End. para correspondência:Av. Goiás, 1.805 – S. C. Sul – SP

CEP: 09550-900

www.chevrolet.com.brwww.meuchevrolet.com.br

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III

ChevroletRoad Service

O Chevrolet Road Service é um serviço deapoio, via telefone, exclusivo para clientesChevrolet, atendendo 24 horas por dia, 7 diaspor semana, o ano inteiro (inclusive sába-dos, domingos e feriados), na eventualidadede ocorrer uma pane* ou acidente* no veí-culo durante o seu período de garantia.

O Chevrolet Road Service é válido em todoterritório nacional e países do Mercosul(Paraguai, Uruguai e Argentina), oferecendoos seguintes serviços:

Para os casos de Pane: Conserto no local,reboque/guincho, carro reserva, transportealternativo, hospedagem, retirada do veículoconsertado, troca de pneus, abertura da portado veículo e transmissão de mensagens.

Entende-se por Pane* os defeitos de fabri-cação, de origem mecânica ou elétrica que:

(a) Impeçam a locomoção do veículo porseus próprios meios, ou a utilização docinto de segurança;

(b) Provoquem trincas e/ou quebras nos vi-dros dos veículos, bem como afetem osseus mecanismos de acionamento, im-pedindo o fechamento dos mesmos;

(c) Impeçam o deslocamento por falta decombustível não decorrente de negligên-cia do proprietário (Pane seca).

Para os casos de Acidente: Reboque/guin-cho, transporte alternativo.

Entende-se por Acidente* colisão, abalroa-mento ou capotagem envolvendo direta ou in-diretamente o veículo e que impeça o mesmode se locomover por seus próprios meios.

O cliente que estiver viajando pelo Mercosulterá à sua disposição os mesmos serviçosoferecidos pelo programa aqui no Brasil, coma vantagem de ter a cobertura em garantia demão-de-obra e peças de reposição (confor-me item Garantia – Veículo Turista), para so-mar ainda mais tranqüilidade e vantagens paraos que viajam a negócio ou como turistas.

Para utilizar os serviços comunique-se coma Central de Atendimento Chevrolet RoadService no país de ocorrência da pane esolicite o atendimento no seu idioma (portu-guês/espanhol), pelos telefones:

Brasil 0-800-702-4200

Argentina 0-800-5-55-11-15

Uruguay 0-800-11-15

Paraguay 0010 a cobrar0054-11-47-88-11-15

No ato da entrega do seu veículo novo vocêreceberá o cartão INFOCARD que, além deajudá-lo a identificar os códigos do seu veí-culo (chassi, alarme, imobilizador, chave erádio), servirá também como cartãoChevrolet Road Service.

Para maiores detalhes, leia o Manual deCondições Gerais do Programa, que veminserido no envelope de informações geraisque é entregue ao proprietário Chevrolet.

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Manual doProprietário

ConteúdoSeção Página

1 Informações gerais ................................................ 1-1

2 Bancos e sistema de segurança .................... 2-1

3 Recomendações ao dirigir o veículo ........... 3-1

4 Antes de dirigir o veículo ................................... 4-1

5 Controles e equipamentos ................................ 5-1

6 Em casos de emergência ................................... 6-1

7 Serviços de manutenção .................................... 7-1

8 Especificações ......................................................... 8-1

9 Plano de manutenção preventiva ................. 9-1

10 Índice alfabético ...................................................... 10-1

11 Certificado de garantia ........................................ 11-1

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Informações gerais 1Página

Uma palavra ao proprietário ...................................1-2

Extravio do manual do proprietário .......................1-2

Segurança em destaque .........................................1-2

Opcionais e acessórios ...........................................1-4

Proteção ao meio ambiente, economiade energia .............................................................1-5

Simbologia ...............................................................1-7

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1-2

Extravio do manual doproprietárioPara obter uma segunda via do Manual doProprietário, dirija-se a uma Concessioná-ria Chevrolet, a qual enviará uma carta àGeneral Motors do Brasil indicando o moti-vo da solicitação, número de série do veícu-lo, data de venda e quilometragem registradano hodômetro. Havendo omissão de qualquerdeste dados, o Manual não será fornecido.

Uma palavra ao proprietárioA finalidade deste Manual é familiarizá-locom o funcionamento de seu veículo e comos pequenos cuidados para que ele tenhauma vida longa, sem problemas.

E tão importante como aprender a cuidardele e manejá-lo corretamente é conheceralguns aspectos que podem comprometera Garantia, em virtude de negligência, máutilização, adaptações não autorizadas e ou-tros que tendam a afetá-la de algum modo.Por conseguinte, recomendamos a leituraatenta do Certificado de Garantia, na Se-ção 11 deste Manual.

Chamamos sua atenção também para o Pla-no de Manutenção Preventiva, na Seção 9deste Manual. Sua correta observância per-mitirá que o veículo obtenha, em qualquercircunstâncias, alto valor de revenda, pois omanterá constantemente como novo. Con-fie esse serviço – dentro ou fora do períodode Garantia – sempre a uma Concessioná-ria ou Oficina Autorizada Chevrolet. Só elapossui mecânicos especialmente treinadose equipamento específico para a correta ma-nutenção de seu veículo.

A correta manutenção do veículo contribui-rá para a redução de poluição do ar.

Segurança em destaqueEmbora todas as informações aqui regis-tradas sejam da mais alta importância parao usuário, algumas instruções deste Ma-nual são destacadas da seguinte forma:

Neste caso, o texto chama a atenção parao perigo de risco pessoal.

Neste caso o texto diz respeito à integri-dade do veículo.

Deste modo, reiteramos que todo o conteú-do deste Manual seja lido com atenção, jáque constitui uma valiosa coletânea de in-formações sobre a maneira de conduzir ra-cionalmente em qualquer condição derodagem e usufruir tudo o que de bom seuChevrolet lhe oferece.

Insistimos em que devem ser lidos e relidosaté que as advertências neles contidas fi-quem permanentemente memorizadas, parapoderem ser usadas como inestimável armacontra acidentes.

Não faça isto, ouNão permita que isto ocorra.

Você também encontrará círculos com umabarra transversal. Este símbolo significa:

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Todas as instruções contidas neste Manualsão de vital importância para sua segurançae para garantir longa vida a seu veículo.Algumas, todavia, merecem atenção espe-cial, em virtude das graves conseqüênciasque sua não observância pode representarpara a integridade física dos ocupantes epara o funcionamento do veículo. São elas:1. Uso correto do cinto de segurança

Os cintos devem ser usados por todos osocupantes dos bancos dianteiros e do ban-co traseiro, inclusive – e principalmente –pelas crianças. Isto deve ser rigorosamenteobservado mesmo em pequenos trajetos,seja no perímetro urbano ou nas rodovias.O uso do cinto de segurança já compro-vou estatisticamente sua eficácia, redu-zindo o número de mortes e de lesõesgraves em caso de acidentes. (Veja ins-truções detalhadas na Seção 2, sob Cin-tos de Segurança).

O uso dos cintos de segurança devetambém ser rigorosamente observadoem veículos equipados com sistema"Air bag", que atua como complemen-to a este sistema. O uso do cinto é con-dição necessária para que, em caso decolisão frontal, o "Air bag" proporcioneproteção adicional ao motorista ou pas-sageiro. Em caso de colisão em queocorra o acionamento do sistema "Airbag" sem que os ocupantes do veículoestejam usando o cinto de seguran-ça, o risco de ferimento ou acidentefatal aumentará consideravelmente.

2. Troca de óleo do motor nos períodosespecificadosTroque o óleo rigorosamente dentro dosperíodos ou quilometragem recomenda-dos. Esta prática prolonga a vida útil domotor de seu veículo.

A maioria dos veículos de passageiros é uti-lizada primordialmente no congestionadotrânsito urbano, com excessivo uso da mar-cha lenta, paradas e partidas freqüentes; eainda há utilização esporádica ou restrita apequenos percursos etc. Lembre-se: esteregime de trabalho – bem como o uso cons-tante do veículo em vias poeirentas – cons-titui um serviço severo, obrigando à troca doóleo do motor a cada 6 meses ou 7.500 km,o que primeiro ocorrer.Somente se a utilização do veículo ocor-rer essencialmente nas rodovias asfalta-das na maior parte do tempo é que sepode proceder à troca de óleo a cada 12meses ou 15.000 km, o que primeiro ocor-rer. (Veja instruções detalhadas na Seção7, sob Motor).Para sua tranqüilidade, habitue-se a tro-car o óleo em postos de serviço conheci-dos e procure acompanhar de perto estaoperação, para ter certeza de que o lubri-ficante utilizado esteja de acordo com aespecificação e na quantidade determina-da. Recuse óleos de tipo e marca desco-nhecidos e de embalagens já abertas.

3. Inspeção do nível de água do sistemade arrefecimentoVerifique semanalmente o nível de águado sistema de arrefecimento do motor,para evitar surpresas desagradáveis notrânsito. (Veja instruções detalhadas naSeção 7, sob Sistema de arrefecimento).

4. Verificação da pressão dos pneusExamine a pressão dos pneus pelo me-nos duas vezes por mês e sempre quefor empreender uma viagem ou aindaquando for usar o veículo com carga su-perior à de costume. Se necessário, cali-bre-o conforme a especificação. Istoaumentará significativamente sua vida útile manterá o veículo dentro dos padrõesde segurança estabelecidos no projeto. Ao

calibrar os pneus, não se esqueça de exa-minar também o de reserva. (Veja instru-ções na Seção 7, sob Rodas e pneus).

5. Informações sobre combustíveisA integridade e o rendimento do sistemade alimentação e também do motor de-pendem, em grande parte, da qualidadedo combustível utilizado.

A etiqueta acima encontra-se afixada naportinhola do bocal de abastecimento.

Se o veículo costuma permanecer imo-bilizado por mais de duas semanas ouse é utilizado em pequenos percursos,com freqüência não diária, recomenda-mos o uso de um frasco de aditivoACDelco (frasco branco), a cada 4 tan-ques completos ou 200 L de combustível.O uso de combustível diferente do especi-ficado poderá comprometer o desempe-nho do veículo, bem como causar danosaos componentes do sistema de alimen-tação e do próprio motor que não são co-bertos pela garantia.

Consulte as seções Serviços de Manuten-ção e Especificações para maiores detalhes.

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Opcionais e acessóriosEste Manual foi publicado na data indicadana contra-capa, e contém informações ba-seadas em veículo equipado com todos ositens opcionais e acessórios oferecidos pelaGeneral Motors do Brasil Ltda. para estalinha. Portanto, todas as informações, ilus-trações e especificações aqui existentesdevem ser consideradas para um veículodentro destas condições.

Caso seu veículo não possua algum dosopcionais ou acessórios apresentados nesteManual, e seja de seu interesse conhecê-los,qualquer Concessionária ou Oficina Autori-zada poderá fazer-lhe uma demonstração.Caso seja possível a instalação desteopcional ou acessório, poderá ser adquiri-do e instalado em seu veículo pelos preçosvigentes na época. Certamente, com tais in-crementos, você obterá muito mais em ter-mos de conforto, segurança e comodidade.

Para certificar-se de que seu veículo seráequipado com itens e acessórios genuínos,recorra sempre a uma ConcessionáriaChevrolet.

Devido à tecnologia do sistema eletrônicoutilizado, não instale qualquer tipo de equi-pamento elétrico que não seja genuíno noschicotes do veículo, tais como alarme, vi-dros e travas elétricas, inibidor de igniçãoe/ou combustível, sistema de áudio, comorádio e módulo de potência, sistema de ar-condicionado, iluminação auxiliar entreoutros, pois, como conseqüência, sériosdanos poderão ser causados ao veículo,como pane elétrica, falhas de comunica-ção entre os componentes eletrônicos, asua imobilização ou até mesmo incêndiodo veículo devido a sobrecargas do siste-ma, SITUAÇÕES QUE NÃO SÃO CO-BERTAS PELA GARANTIA.As Concessionárias e Oficinas Autoriza-das Chevrolet estão aptas e detém o co-nhecimento adequado à instalação deacessórios originais, os quais são compa-tíveis com o sistema eletrônico do veículo.

Notas importantes:• Este Manual, além de informações, ilus-

trações e especificações sobre o veículo,contém referência a todos os opcionais eacessórios disponíveis para esta linha deveículo. Essas informações, ilustraçõese especificações baseiam-se em dadosexistentes na data da publicação doManual.

• A General Motors do Brasil Ltda., em cons-tante busca de melhoria, reserva-se o di-reito de, a qualquer momento, introduzirmodificações em seus produtos para me-lhor atender as necessidades e expectati-vas de seus consumidores.

• Em decorrência do acima exposto, podemhaver discrepâncias entre o conteúdo des-te Manual e a configuração do veículo, seusopcionais e acessórios, podendo ocorrer,ainda, que você não encontre em seu veí-culo alguns dos itens aqui mencionados.

• A Nota Fiscal emitida pela Concessionáriaidentifica os opcionais e acessórios insta-lados originalmente em seu veículo.

• No caso de discrepância entre os itensidentificados e o conteúdo do Manual queacompanhou seu veículo, informamos quetodas as Concessionárias possuem Ma-nual de Vendas com informações, ilustra-ções e especificações vigentes na épocada produção do veículo, e que estão a suadisposição para consulta visando esclare-cer quaisquer dúvidas que você possa ter.

• A Nota Fiscal emitida pela Concessioná-ria, em conjunto com o Manual de Vendasmencionado no parágrafo anterior serãoos documentos a serem considerados noque se refere à garantia oferecida pela Ge-neral Motors do Brasil Ltda. para seusprodutos.

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Proteção ao meio ambiente,economia de energiaTecnologia voltada para o futuroOs engenheiros da GM pesquisam e cons-troem tendo em conta o meio ambiente.

No desenvolvimento e no fabrico do seuveículo, a GM usou materiais compatíveiscom o meio ambiente e, em larga escala,recicláveis. Os métodos de produção tam-bém se subordinaram à proteção ao meioambiente.

Este tipo de construção, fruto do progresso,facilita a desmontagem dos veículos e a se-paração dos materiais com vista a uma reu-tilização posterior.

Materiais tais como amianto e cádmio dei-xaram de ser utilizados. O condicionador dear funciona com um refrigerante isento dehidrocarbonetos fluorclorídricos.

As percentagens de poluentes nos gases deescape, foram reduzidas.

Na qualidade de proprietário de um veículoChevrolet, a sua contribuição para a prote-ção do meio ambiente pode ser decisiva.

Meio ambiente – dirigindoconscientementeSe você usar um estilo de condução compa-tível com o meio ambiente, poderá manter-se o nível de ruído e as emissões dos gasesde escape em limites razoáveis. A conduçãocompatível com o meio ambiente proporcio-na economia e aumenta a qualidade de vida.

Uma aceleração brusca desnecessária au-menta consideravelmente o consumo decombustível. O barulho de pneus e as rota-ções elevadas de um “arranque” aumentamo nível de ruído em até quatro vezes (*).

Logo que possível passe para a marchaseguinte. Um carro conduzido a 50 km/hem 2ª produz tanto ruído como três outrosrodando a 50 km/h em 4ª.

(*) Isto é: 18 dB(A).

dB: unidade de medida do nível de ruído (Decibel).

dB(A): Curva de avaliação normalizada (Curva deavaliação da freqüência) para a adaptação de pa-drões objetivos à capacidade de recepção do ou-vido humano. O aumento do nível de ruído em10 dB(A) é perceptível como sendo o dobro dadensidade de som.

Velocidade uniformeSempre que possível, dirija na relação detransmissão mais alta.

Em tráfego urbano, com freqüência, é pos-sível conduzir em 4ª. A 50 ou 80 km/h, em3ª, consome-se cerca de 30% mais do queem 4ª sobrecarregando-se o ambiente comum excedente de ruído.

Entre 70 e 90 km/h, em 4ª, o consumo e15% maior que em 5ª marcha.

Trânsito urbanoArranques e paradas freqüentes, como emsemáforos, aumentam bastante o consumode combustível e o nível de ruídos. Deve-seevitar as paradas desnecessárias ante-vendo-se as condições do trânsito adiante.Deve-se escolher ruas com uma boa fluên-cia de tráfego.

Mantendo as distâncias de segurança sufi-cientes e sem cortar os outros veículos,pode-se evitar muitas frenagens e acele-rações, causadoras de poluição sonora esobrecargas de gases do escapamento eque consomem muito combustível, em áre-as residenciais, e sobretudo à noite.

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Marcha lentaO motor, mesmo em marcha lenta, conso-me combustível e produz ruído. Mesmo emtempos de espera de pouco mais de um mi-nuto, é viável desligar o motor. Três minutosem marcha lenta correpondem aproximada-mente a um quilômetro percorrido.

Alta velocidadeQuanto mais alta for a velocidade maiorserá o consumo. Dirigir acelerando em de-masia consome-se muito combustível e pro-duz-se demasiado ruído. Mesmo um ligeirolevantar do pé do acelerador economizacombustível de maneira notória sem gran-de perda de velocidade.

Com o aumento de velocidade aumentamtambém os ruídos produzidos pelos pneuse pelo vento. Com a marcha mais alta en-grenada, a partir de 70 km/h o ruído dospneus é predominante.

Um veículo rodando a 150 km/h produz tan-to ruído como quatro veículos a 100 km/h,ou dez a 70 km/h.

Pressão do ar dos pneusPressão baixa dos pneus custa dinheiro deduas maneiras: mais consumo de combustí-vel e maior desgaste dos pneus. As verifica-ções devem ser efetuadas regularmenteuma vez por semana.

CargaAs cargas desnecessárias aumentam o con-sumo de combustível, em especial ao ace-lerar (tráfego urbano). Com 100 kg de cargaem tráfego urbano pode-se consumir mais0,5 l/100 km.

Bagageiro do tetoPodem aumentar o consumo em cerca de1 l/100 km devido à maior resistência queoferecem ao ar. Desmonte o bagageiro doteto sempre que não for necessária a suautilização.

Reparações e revisõesA GM utiliza, tanto nas reparações como naprodução e nas revisões, materiais compatí-veis com o ambiente.

Não execute reparações sozinho nem traba-lhos de regulagem e revisão no motor:

• Por desconhecimento poderia entrar emconflito com a legislação existente sobreproteção do meio ambiente;

• Os componentes recicláveis poderiam nãoser mais recuperados para reutilização;

• O contato com certos materiais poderiaacarretar perigos para a saúde.

Proteja-se a si próprio e aos demais ocupan-tes do veículo, recorrendo a uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet.

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SimbologiaOs símbolos que aparecem no quadro iden-tificam os controles e indicadores do painelconforme sua função. Procure familiarizar-se com eles para poder visualizar, numrelance, qualquer anormalidade no funcio-namento dos instrumentos do painel.

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Bancos e sistemas de segurança 2Página

Bancos ....................................................................... 2-2

Sistemas de proteção de três estágios ................... 2-8

Cintos de segurança ................................................. 2-9

Tensionadores mecânicos do cinto desegurança ............................................................ 2-14

Uso correto dos cintos de segurança –adultos ................................................................. 2-15

Uso do cinto de segurança durantea gestação ........................................................... 2-17

Dispositivo de retenção infantil ......................... 2-22

Air bag frontal (sistema suplementar de retenção) .. 2-30

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2-2

BancosRegulagem do assento dosbancos dianteirosPara regular o assento, puxe a alavanca paracima, desloque o banco para a posição de-sejada, solte a alavanca e fixe o banco nes-sa posição.

Nunca regule a posição do assento domotorista enquanto estiver dirigindo. Obanco poderá deslocar-se excessivamen-te, ocasionando a perda de controle doveículo.

Regulagem do encostoPara regular o encosto do assento, gire oregulador circular.

Escamoteação do encostoMova para cima a alavanca lateral do encos-to, e ao mesmo tempo, puxe o banco parafrente.

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Se precisar remover o encosto de cabeça,alivie as molas de fixação (setas).

Encosto de cabeçaPara subir ou baixar o encosto de cabeça,puxe-o para cima ou empurre-o para baixocom as duas mãos e incline-o de acordo coma necessidade (apenas nos modelos em quea regulagem seja disponível).

Os encostos de cabeça são dispositivos desegurança.

A parte superior do encosto de cabeça devesempre ficar próximo da cabeça, aproxima-damente à altura dos olhos — nunca ao níveldo pescoço.

Dirija sempre com os encostos de cabeçacorretamente ajustados.

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2-4

Bagageiro do tetoExistem 4 pontos embutidos no teto para ins-talação do bagageiro. Para acesso a essespontos pressione as tampas e mova-as nosentido indicado pela seta.

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2-5

Ao carregar o veículoAlguns pontos importantes devem ser lem-brados sobre como carregar o veículo.• Certifique-se de que a carga esteja devida-

mente presa, para que os objetos não se-jam atirados durante o percurso.

• Coloque os objetos no compartimento decarga do veículo. Tente distribuir uniforme-mente o peso.

• Não permita que crianças permaneçam noveículo sem o dispositivo de proteção in-fantil.

• Ao transportar algum objeto no interior doveículo, prenda-o sempre que puder.

• Não carregue o veículo acima dos va-lores especificados de Peso Bruto To-tal ou Peso Máximo Admissível no eixodianteiro e no eixo traseiro, pois istopoderá resultar em danos aos compo-nentes do veículo, bem como altera-ção na dirigibilidade do veículo. Isto po-derá resultar em perda de controle.Além disso, o excesso de carga podereduzir a vida útil de seu veículo.

• A garantia não cobre falha de compo-nentes ou peças causadas por exces-so de carga.

Veja informações adicionais na Seção 8, sobPlaqueta indicativa de carga.

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Dispositivos de segurançaEspelhos retrovisores externosPara segurança dos ocupantes e pedestres,os espelhos externos soltam-se das fixa-ções. Para fixá-lo em seu lugar, alinhe aparte externa do conjunto com as fixaçõesde onde ele se soltou e mantenha-a parale-la com a parte fixa da carroçaria. Encaixe-aem sua posição com uma pancada seca.

Para regulagem da posição dos espelhos,reporte-se à Seção 4, sob o título Espelhosretrovisores.

Trava de segurança para criançasPara evitar abertura das portas pelo interiordo veículo, existem travas de segurançaadicionais localizadas embaixo das fechadu-ras das portas traseiras, que podem ser acio-nadas com a própria mão, empurrando parabaixo (seta).

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Direção com sistema de proteçãocontra impactosUm conjunto de componentes deslizantes(telescópicos) e absorventes de energiacombinados com um elemento sujeito a rup-tura proporcionam uma desaceleraçãocontrolada de esforços sobre o volante, emconseqüência de impacto.

A cavidade do volante de direção forma umconjunto deformável para proteção adicional.

Tudo isto faz com que o esforço transmiti-do ao motorista pelo sistema de direção,em caso de impacto, seja diminuído, ofere-cendo uma proteção a mais ao motorista.

Pára-sóisOs pára-sóis são almofadados e podem serinclinados para cima, para baixo e lateral-mente, para proteção do motorista e doacompanhante contra raios solares.

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2-8

Para prevenir furtoO seu veículo possui vários componentesque o ajudam a prevenir furtos, tanto dopróprio veículo como de equipamentos eacessórios. Porém, estes componentes de-pendem de você para que funcionem cor-retamente.

Neste sentido, é interessante tomar certasprecauções, principalmente ao estacionaro veículo, tais como:

• Estacione-o em local iluminado, sempreque possível, e certifique-se de que to-das as portas e vidros estejam comple-tamente fechados.

• Esterce a direção para um lado para evi-tar que o veículo seja rebocado pela tra-seira.

• Trave impreterivelmente a direção e retirea chave do contato.

• Mantenha objetos que aparentam ser devalor fora de visão; guarde-os no porta-luvas ou no compartimento de bagagem.

• Trave todas as portas e certifique-se deque a tampa do tanque de combustívelesteja travada.

• Não se esqueça de ativar o sistema dealarme (se houver).

Sistema de proteção de trêsestágiosO sistema de proteção de três estágios com-preende:

• Cintos de segurança de três pontos.

• Tensionadores dos cintos nos bancosdianteiros.

• Sistema de “Air bag” para o motorista epassageiro dianteiro.

Os três estágios são acionados em seqüên-cia dependendo da gravidade do acidente.

Em pequenos acidentes envolvendo impac-to frontal e durante frenagem perigosa os dis-positivos automáticos do cinto de segurançaprendem ao banco os passageiros que esti-verem utilizando os cintos de segurança.

Num segundo estágio, os tensionadoresdos cintos de segurança nos bancos sãoacionados, puxando os fechos dos cintospara baixo, reduzindo ou eliminando folgasentre o cadarço do cinto e os corpos dosocupantes dos bancos dianteiros.

Como resultado, os cintos começam a agirmais cedo, ajudando a desacelerar os cor-pos dos ocupantes frontais de forma mais dis-tribuída, possibilitando uma redução da pres-são colocada sobre o corpo pelo cadarço.

O terceiro estágio ocorre em colisões fron-tais sérias, quando ocorre o acionamento dosistema "Air bag", inflando uma bolsa desegurança para o motorista e para o passa-geiro do banco dianteiro (quando disponí-veis), reduzindo as chances de colisão dosocupantes dos bancos dianteiros com o vo-lante, painel de instrumentos ou pára-brisas,além de complementar o processo de desa-celeração imposto pelos cintos de seguran-ça, diminuindo o deslocamento da cabeça etórax. Como resultado, haverá um risco me-nor de ocorrer morte ou lesões graves aosocupantes protegidos por este sistema.

O sistema de “Air bag” serve para completaro sistema de cintos de segurança de trêspontos e tensionadores do cinto. Os cintosde segurança devem, entretanto, sempre se-rem usados.

Certifique-se de ler a descrição dos siste-mas de proteção nas páginas a seguir.

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2-9

Cintos de segurançaO cinto de segurança é um dos mais impor-tantes meios de proteção do motorista e deseus acompanhantes. Seu uso não deve ja-mais ser negligenciado.

Antes de pôr o veículo em movimento, puxesuavemente o cinto para fora do dispositi-vo de recolhimento e encaixe na fivela.

O cinto não deve ficar torcido quando apli-cado. A parte superior do cinto, além de nãoficar torcida, deve ficar encostada ao cor-po. O encosto do assento não deve ficarexageradamente inclinado para trás.

Nos bancos dianteiros, o veículo é equipa-do com dois cintos de segurança do tiporetrátil de 3 pontos.

Nos bancos traseiros, o veículo é equipadocom cintos de segurança do tipo subabdo-minal ou com dois cintos de segurança dotipo retrátil de 3 pontos nas posições late-rais do banco e um cinto do tipo subabdo-minal na posição central.

Todos devem usar os cintosde segurançaEsta parte do Manual orienta você a usarcorretamente os cintos de segurança. Elatambém adverte sobre o que não deve serfeito com os cintos.

Os ferimentos causados por colisão po-derão ser muito piores se você não esti-ver usando o cinto de segurança. Vocêpoderá colidir com objetos no interior doveículo ou ser atirado fora dele. Na mes-ma colisão, poderá não acontecer nadadisto se você estiver usando o cinto.

Nunca se sabe quando haverá uma colisão.E havendo uma, não há como saber se elaterá maior ou menor gravidade.

Poucas são as colisões consideradas leves.Neste tipo de acidente, você não sofre feri-mentos, mesmo que não esteja protegido.Algumas colisões podem ser tão graves,que, mesmo protegida pelo cinto, uma pes-soa nela envolvida pode não sobreviver.Mas a maioria das colisões situa-se a meiotermo. Em muitas delas as pessoas, usan-do cintos, podem sobreviver e algumas ve-zes sair andando. Sem os cintos, estaspessoas poderiam ficar gravemente feridasou morrer.

Vários anos depois da instalação de cintosde segurança nos veículos, os fatos são cla-ros. Na maioria das colisões, o uso doscintos faz a diferença... e muita!

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Sentar-se em posição reclinada quando oveículo estiver em movimento poderá serperigoso. Mesmo que travados, seus cin-tos de segurança poderão não ser efica-zes se você estiver em posição reclinada.O cinto diagonal pode não ser eficaz, poisnão estará apoiado no corpo. Ao contrá-rio, estará à sua frente. Em caso de coli-são, você poderá ser arremessado,recebendo ferimentos no pescoço ou emoutros locais. O cinto subabdominal tam-bém pode não ser eficaz. Em caso de co-lisão, o cinto poderá estar acima de seuabdômen. As forças do cinto estarão con-centradas naquele local e não sobre seusossos pélvicos. Isto poderá causar sériosferimentos internos. Para obter proteçãoadequada enquanto o veículo estiver emmovimento, mantenha o encosto em po-sição vertical. A seguir, sente-se bem en-costado e use o cinto de segurançacorretamente.

Por que os cintos de segurançafuncionamQuando você esta dentro ou sobre algumtipo de veículo em movimento, a sua velo-cidade é igual à do veículo.

1. Por exemplo, se a bicicleta estiver mo-vendo-se a 16 km/h, esta será a veloci-dade da criança.

2. Ao atingir os blocos, a bicicleta parará, masa criança continuará em movimento.

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3. Considere o tipo mais simples de carro.Suponha que ele seja apenas um assen-to sobre rodas.

4. Imagine uma pessoa sobre ele em movi-mento.

5. A seguir, pare-o. O motorista não parará.A pessoa continuará em movimento atéencontrar algum obstáculo.

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6. Num veículo de verdade, o obstáculo po-derá ser o pára-brisa...

8. Ou os cintos de segurança!

Usando o cinto de segurança, a velocida-de do seu corpo diminui junto com a velo-cidade do veículo.

No momento do impacto o seu corpo élançado para frente e seus ossos maisfortes absorvem o esforço da atuação docinto. Este é o motivo da recomendaçãodos cintos de segurança.

7. Ou o painel de instrumentos...

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Eis algumas perguntas quemuitas pessoas fazem sobre oscintos de segurança — e asrespostas:• Pergunta: Se estiver usando o cinto de

segurança, não ficarei preso no veículoapós um acidente?

Resposta: Você poderá ficar — esteja ounão usando cinto de segurança. Mas vocêpoderá destravar o cinto de segurançacom facilidade, mesmo que estiver de ca-beça para baixo. Ao usar o cinto, você re-duzirá consideravelmente as chances debater a cabeça com gravidade no interiordo veículo, evitando assim ficar inconsci-ente. Com isso, as chances de estar cons-ciente durante e após um acidente parapoder destravar o cinto e sair será muitomaior se você estiver usando-o. Além dis-so, o uso do cinto evita que os ocupantesdo veículo sejam arremessados para foradeste durante o acidente, condição dealtíssimo risco de vida.

• Pergunta: Por que não são usados ape-nas ‘‘Air bag’’ para que não seja neces-sário usar cintos de segurança?

Resposta: O ‘‘Air bag’’, ou sistema desegurança inflável, é apenas um sistemasuplementar — deve ser usado em con-junto com os cintos de segurança e nãoseparadamente. Todos os sistemas de‘Air bag’’ disponíveis no mercado reque-rem o uso do cinto de segurança. Mes-mo se estiver num veículo equipado com‘Air bag’’, você deverá usar o cinto paragarantir proteção máxima. Isto é válidonão apenas nas colisões frontais, masespecialmente nas colisões laterais ououtras.

• Pergunta: Supondo-se que eu seja umbom motorista e que nunca dirija longede casa, por que deveria usar cintos desegurança?

Resposta: Pode ser que você seja exce-lente motorista, mas se envolver-se emacidente — mesmo não sendo respon-sável por ele —, você e seus passagei-ros podem sofrer ferimentos. O fato deser bom motorista não protege você dascondições fora de seu controle, como, porexemplo, os maus motoristas.

• Pergunta: É necessário usar cintos de se-gurança durante os pequenos trajetos ea baixas velocidades?

Resposta: Sim, pois as estatísticas reve-lam que a maioria dos acidentes ocorreno limite de 40 km de casa. E o maior nú-mero dos ferimentos graves e mortes ocor-re a velocidades inferiores à 65 km/h.

Os cintos de segurança devem ser usa-dos sempre e por todos.

Ajuste da altura do ponto defixação superior do cinto de3 pontos

Não ajuste a altura do ponto de fixaçãosuperior enquanto dirige.

Para fazer o ajuste, puxe um pouco o cintode seu alojamento e pressione o botão (seta).

Ajuste a altura de acordo com a sua estatu-ra. Isto é particularmente importante se ousuário que utilizou o cinto anteriormenteera de estatura mais baixa.

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Tensionadores mecânicos docinto de segurançaO sistema do cinto de segurança dos ban-cos dianteiros estão equipados com tensio-nadores mecânicos.Em caso de colisão frontal, os fechos do cin-to de segurança são puxados para baixo, atra-vés de um mecanismo de armazenagem deenergia, tensionando instantaneamente oscadarços diagonal e subabdominal.Os ocupantes do veículo são firmemente re-tidos em seus bancos em caso de acidente,proporcionando assim, uma maior proteção.

Atuação dos tensionadores mecânicosdo cinto de segurança

Uma vez atuado o tensionador mecânico docinto (o indicador de atuação amarelo do fe-cho do cinto de segurança torna-se visível),o conjunto do sistema do cinto de seguran-ça deve ser substituído em uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet.

Indicador de controle para ostensionadores do cintoQuando a ignição é ligada, a lâmpada in-dicadora se acende por aproximadamen-te 4 segundos, apagando-se em seguida. Sea lâmpada não se acender ou voltar a acen-der após 4 segundos ou, ainda vier a acen-der-se com o veículo em movimento, isto éevidência de uma avaria no sistema de “Airbag” ou nos tensionadores do cinto de segu-rança. Nestes casos o sistema de “Air bag”ou os tensionadores do cinto de segurançanão funcionarão em caso de acidente. Procu-re uma Concessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet para corrigir o defeito.

• Não é permitida a instalação ou colo-cação de acessórios não previstos paraseu veículo ou de outros objetos den-tro do raio de atuação dos tensiona-dores dos cintos, visto que poderão pro-vocar ferimentos quando acionados.

• Não faça nenhuma modificação noscomponentes dos tensionadores docinto, eles podem disparar ocasionan-do ferimentos caso sejam manuseadosincorretamente.

• Os tensionadores mecânicos dos cintossó serão acionados se as marcas ama-relas não forem visíveis nos fechos.

• Os bancos dianteiros devem ser ape-nas removidos em uma Concessioná-ria ou Oficina Autorizada Chevrolet.

• Os tensionadores do cinto são aciona-dos apenas uma vez. Ao substituí-losfaça este serviço em uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet.

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Uso correto dos cintos desegurança — adultosEstas instruções referem-se apenas a adul-tos. Se houver crianças viajando em seuveículo, veja mais adiante o título Comousar cintos de segurança corretamente —crianças.

Primeiramente, você desejará saber comque sistemas de proteção seu veículo estáequipado. Vamos começar com o bancodianteiro.

Cinto retrátil de três pontos

O cinto de segurança de 3 pontos apresen-ta um cadarço junto à coluna da porta, comuma fivela deslizante de engate, e um fechofixo do lado oposto.

Quando em uso, apresenta uma parte fixaque envolve a região subabdominal e umaparte diagonal que fica em contato com otórax acompanhando seus movimentos.

Após retirado, o cinto é recolhido, ficandolivre de sujeira e danos.

O cinto diagonal retém o movimento do tron-co só no caso de desaceleração ou paradasúbita do veículo.

Para o motorista, há cinto retrátil de trêspontos.

Posição do motorista

Veja a seguir descrição do sistema de pro-teção do motorista.

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3. Puxe suavemente a fivela deslizante parafora do dispositivo de recolhimento e ajus-te o cinto sobre o corpo sem torcê-lo.

Eis como usá-lo corretamente:

1. Feche e trave a porta.

Antes de fechar a porta, certifique-se deque o cinto esteja fora do curso desta.Se o cinto ficar preso na porta, poderáhaver danos a ele e ao veículo.

2. Ajuste o banco de forma que você possasentar-se em posição vertical.

4. Encaixe a fivela do cinto no fecho, até per-ceber o ruído característico de travamento.

5. Puxe o cadarço diagonal para ajustar ocadarço subabdominal.

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A parte subabdominal do cinto deveráestar em posição baixa e rente aos qua-dris, tocando as coxas. Em caso de coli-são, isto faz com que o impacto do cintoseja absorvido pelos ossos rígidos dapelve. Além disto, haverá menor possi-bilidade de você deslizar sob o cinto sub-abdominal. Se você deslizar sob ele, seuabdômen receberá o impacto. Isto po-derá causar ferimentos graves ou atémesmo fatais. O cinto diagonal deverápassar sobre o ombro e transversalmen-te ao tórax. Estas partes do corpo sãoas adequadas para receber os esforçosdos cintos de segurança.

Roupas volumosas podem não permitirum ajuste correto do cinto sobre o corpo.Os cintos não devem ficar apoiados con-tra objetos frágeis nos bolsos das rou-pas, tais como canetas, óculos, etc., da-do que estes podem causar ferimentosao usuário.

6. Para soltar o cinto, pressione o botão nafivela. O cinto será recolhido automatica-mente.

S-088

Uso do cinto de segurançadurante a gestaçãoOs cintos de segurança funcionam para to-das as pessoas, inclusive para as gestan-tes. Como todos os demais ocupantes, ha-verá maior chance de que gestantes sejamferidas se não estiverem usando o cinto desegurança.

Durante a gestação, sempre que possíveldeverá ser usado o cinto retrátil de 3 pon-tos. A parte da cintura deverá ser usado naposição mais baixa possível ao longo detoda gestação.

A melhor maneira de proteger o feto é pro-teger a mãe. Em caso de colisão, existemmaiores possibilidades de que o feto nãoseja atingido se o cinto de segurança esti-ver sendo usado corretamente. Para as ges-tantes, bem como para as demais pessoas,a palavra-chave para tornar efetivos os cin-tos é usá-los corretamente.

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Posição do passageiro da frente

O cinto de segurança do passageiro da fren-te, funciona de modo semelhante ao cintodo motorista.

Um teste para você

Em seqüência, apresentamos um teste paraque você possa avaliar seu senso de ob-servação quanto ao uso correto do cinto desegurança. Leia a pergunta e, antes de pas-sar à resposta, analise a figura correspon-dente e tente descobrir a anormalidade.

• Pergunta: O que há de errado nisto?Resposta: O cadarço diagonal está mui-to frouxo. Nesta posição, ele oferecerámuito pouca proteção.

Se o cadarço diagonal estiver muito frou-xo, você poderá ficar gravemente ferido.Numa colisão, você será levado muitopara a frente, o que poderá aumentar osferimentos. O cadarço diagonal deveráficar rente ao seu corpo.

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• Pergunta: O que há de errado nisto?Resposta: O cinto está travado na posi-ção errada.

Você poderá ser gravemente ferido se ocinto estiver travado em posição erradacomo esta. Numa colisão, o cinto pas-sará acima de seu abdômen. As forçasdo cinto serão concentradas nesta posi-ção e não nos ossos pélvicos. Isto po-derá causar ferimentos internos graves.Sempre trave o cinto na fivela e o maispróximo de você.

• Pergunta: O que há de errado nisto?Resposta: O cadarço diagonal é usadosob o braço. Ele deverá ser usado sem-pre sobre o braço.

Você poderá ser gravemente ferido seusar o cadarço diagonal sob o braço.Numa colisão seu corpo poderá movi-mentar-se muito para a frente, o que au-mentará a chance de ferimentos na ca-beça e no pescoço. Além disto, o cintoaplicará muito esforço às costelas, quenão são tão fortes quanto os ossos doombro. Seus orgãos internos, como o fí-gado ou o baço, também poderão sofrerlesões graves.

• Pergunta: O que há de errado nisto?Resposta: O cinto está torcido ao longodo corpo.

Você poderá ser gravemente ferido se ocinto estiver torcido. Numa colisão, vocênão terá a largura total do cinto para ab-sorver o impacto. Se o cinto estiver tor-cido, endireite-o para que ele possa fun-cionar corretamente ou solicite à suaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet para que faça os reparos ne-cessários.

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• Pergunta: O que há de errado nisto?Resposta: O cinto está rasgado.

Cintos cortados ou desfiados podem nãoproteger você numa colisão. Sob impac-to, os cintos poderão rasgar-se totalmen-te. Se o cinto estiver cortado ou desfia-do, substitua-o imediatamente.

Posição dos passageiros do bancotraseiro

É muito importante que também os passa-geiros do banco traseiro usem cinto de se-gurança.

A estatística de acidentes mostra que ospassageiros do banco traseiro, quando nãousam cinto de segurança, recebem maisferimentos nas colisões do que os passa-geiros que fazem uso deles.

Numa colisão, os passageiros do banco tra-seiro, que estiverem sem o cinto de segu-rança, podem ser atirados para fora do ve-ículo ou podem atingir outros passageirosdo veículo que estejam usando o cinto.

Posições externas do banco traseiro

Dependendo do modelo do seu veículo, asposições próximas às janelas possuem cin-tos retrátil de 3 pontos. Observe a posiçãocorreta de usá-los:

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1. Segure a placa do fecho e puxe-o em suadireção. Não deixe o cinto ficar torcido.

2. Empurre a placa do fecho para dentro dafivela até ouvir um clique.

3. Certifique-se de que o botão de destra-vamento na fivela esteja voltado paracima ou para fora, de forma que você pos-sa destravar o cinto rapidamente em casode necessidade. Puxe o cadarço diagonalpara ajustar o cadarço subabdominal.

4. Para soltar o cinto, pressione o botão nafivela. O cinto será recolhido automatica-mente.

Posição central do banco traseiro(Cinto de segurança subabdominal)

O passageiro que ocupar a posição central dobanco traseiro deverá usar o cinto subabdo-minal.

Para ajustar o comprimento. Segure o cin-to pela fivela e ajuste-o pelo cadarço.

Para colocação do cinto. Encaixe a fivelado cinto no fecho do lado oposto.

Para liberação do cinto. Comprima o botãovermelho do fecho.

Uso correto dos cintos desegurança — crianças

Há alguns dados especiais que você devesaber sobre cintos de segurança e cri-anças. Existem procedimentos especiaispara bebês, crianças pequenas e crian-ças maiores. Para a proteção de todos,observe as regras que se seguem.

Todos os ocupantes de seu veículo neces-sitam proteção. Isto inclui principalmente osbebês e todas as crianças antes que atin-jam a constituição física de um adulto.

A propósito, as crianças devem ocuparsempre o banco traseiro, observadas ain-da as condições específicas sob as quaisos menores devem ser transportados e ossistemas de proteção que devem equipar oveículo para tal fim.

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Sistema de proteção infantilMuitas empresas fabricam sistemas de pro-teção infantil para bebês e crianças.

Certifique-se de que o sistema de proteçãoinfantil a ser utilizado em seu veículo, possuietiqueta de aprovação do cumprimento dasnormas de segurança.

O sistema de proteção infantil proporcionaótima segurança para a criança em caso deimpacto e deve ser escolhido para ajustar-se ao tamanho e o peso da criança.

• Para bebês até 9 meses de idade ou pe-sando até 9 kg.

• Para crianças até 12 anos de idade oupesando até 36 kg.

Assento para bebê• Faixas de peso 0 e I: somente instalado

com a criança voltada para a traseira doveículo. Desde recém-nascido até 9 kg.

Em veículos com “Air bag” no lado do pas-sageiro ou “Air bag” lateral, o assento desegurança não deve ser instalado no bancodianteiro do acompanhante, pois existe peri-go de morte.

Instale o assento de segurança nas posi-ções laterais do banco traseiro.

Após a instalação do assento de segu-rança infantil, tente movimentá-lo em to-das as direções para certificar-se de queestá seguramente instalado.

• Crianças com menos de 12 anos ouabaixo de 150 cm de altura devemviajar somente no assento de segu-rança apropriado.

• Ao transportar crianças, use o siste-ma de proteção apropriado ao pesoda criança.

• Assegure-se de que o sistema de se-gurança esteja fixado apropriada-mente.

• Você deve observar as instruçõesde instalação e de uti l izaçãofornecidas junto com o sistema deproteção infantil.

• Não prenda objetos no sistema deproteção infantil e não cubra comoutros materiais.

• Um sistema de proteção infantil quetenha sido submetido a um acidentedeverá ser substituído.

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Assento para criançaSistema modular para várias faixas de peso:

• Faixa de peso I: de 9 até 15 kg.

• Faixa de peso II e III: de 15 kg a 36 kg.

Deve sempre ser instalado com a criançavoltada para a frente do veículo.

O assento para criança deve ser instala-do nas laterais do banco traseiro.

• Após remover a criança do veículo,fixe o assento com o cinto de segu-rança do veículo, a fim de evitar que omesmo seja lançado para frente emcaso de uma freada brusca.

• Caso não seja necessário manter oassento no compartimento de passa-geiros, remova e coloque-o no com-partimento de cargas, fixando-o comuma rede de retenção.

• Em caso de impacto com o veículo oassento deverá ser substituído.

• Antes de instalar um sistema de prote-ção infantil, leia com atenção as ins-truções fornecidas pelo fabricante dosistema.

• A não observação destas instruçõessobre os sistemas de proteção infantile das instruções fornecidas pelo fabri-cante do sistema poderá aumentar orisco e/ou severidade de ferimentos emcaso de um acidente.

• Se o assento para criança não esti-ver apropriadamente fixado, o riscoda criança ser seriamente ferida emuma colisão aumenta enormemente.

Não permita que a parte diagonal do cintode segurança fique em contato com o ros-to ou pescoço da criança. Há risco dacriança ser seriamente ferida em caso deuma colisão.

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Proteção de crianças maioresCrianças maiores, para as quais o sistemade proteção infantil tornou-se pequeno, de-verão usar os cintos de segurança do veí-culo. Se for possível escolher, a criançadeverá sentar próximo à janela, onde elapoderá usar o cinto retrátil de 3 pontos (seequipado), o qual lhe dará maior proteção.

As estatísticas de acidentes indicam queas crianças estarão mais seguras se ocu-parem o banco traseiro e estiverem usan-do os cintos corretamente.

Crianças que não estejam usando cintosde segurança podem ser atiradas para forado veículo em caso de colisões.

Crianças que não usam os cintos de segu-rança podem atingir outras pessoas que es-tejam usando os cintos.

Nunca faça isto. Nesta ilustração, duas cri-anças estão usando o mesmo cinto de se-gurança. O cinto não pode distribuir as for-ças de impacto equilibradamente. Em casode acidente, uma criança pode atingir aoutra e as duas poderão ser gravementeferidas. Cada cinto deverá ser usado porum só ocupante de cada vez.

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Outro teste para você

E agora, para estar certo de que você jásabe tudo a respeito dos cuidados com ascrianças que viajam em seu carro, mais umpequeno teste:

• Pergunta: O que se deve fazer no casoem que, ao ser utilizado por criança muitopequena, o cinto retrátil de 3 pontos ficamuito próximo de seu rosto e pescoço?

Resposta: Se a criança for muito peque-na e o cinto diagonal ficar muito próximodo seu rosto ou pescoço, coloque acriança numa posição que tenha cintosubabdominal, isto é, no banco traseiro.

Nunca permita isto! A ilustração mostrauma criança sentada no banco equipadocom o cinto retrátil de 3 pontos, mas ocadarço diagonal esta passando atrás dacriança. Se o cinto for usado desta for-ma, a criança, poderá deslizar sob o cin-to em caso de colisão. A força do cintoserá então aplicada diretamente sobre oabdômen. Isto poderá causar ferimentossérios ou até mesmo fatais.

Onde quer que a criança sente no interiordo veículo, o cadarço subabdominal deve-rá ser usado em posição baixa, acomoda-do abaixo dos quadris, quase tocando ascoxas da criança. Em caso de colisão, estaposição fará com que o esforço do cinto sejaabsorvido pelos ossos pélvicos.

Conservação e tratamento doscintosMantenha os cintos sempre limpos e secos.Para limpeza, utilize somente sabão neutroe água morna.

Verifique se os cintos não estão danifica-dos ou presos em objetos cortantes.

Não devem ser feitas modificações nos sis-temas dos cintos de segurança.

Certifique-se de que o botão de destrava-mento na fivela esteja voltado para cima oupara fora, de forma que você possa destra-var o cinto rapidamente em caso de neces-sidade.

• Todos os componentes dos cintos de-vem ser inspecionados periodicamen-te; os componentes danificados devemser substituídos.

• Um cinto que tenha sido sujeito a esfor-ços como, por exemplo, num acidente,deverá ser substituído por um novo.

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“Air bag” frontal – SistemaSuplementar de RetençãoEste sistema é identificado pela inscrição “Airbag” no volante (para o motorista) e acimado porta-luvas (para o passageiro).O sistema “Air bag” frontal é composto de:• Bolsas infláveis com geradores de gás alo-

jados no interior do volante e do painel.• Controle eletrônico com sensor de

desaceleração integrado.• Luz indicadora no painel de instrumentos.

Os cintos de segurança, cujo o uso é obri-gatório por lei, são os mais importantes equi-pamentos de retenção dos ocupantes e de-vem ser utilizados sempre. Somente com autilização dos cintos de segurança, o siste-ma “Air bag” pode contribuir para a reduçãoda gravidade de possíveis ferimentos aosocupantes do veículo em caso de colisão.

Os “Air bags” frontais são dispositivos com-plementares de segurança que, em conjuntoaos cintos de segurança dianteiros e seustensionadores, aumentam a eficiência daproteção aos ocupantes em colisões comdesacelerações muito bruscas do veículo.Sua função é a de proteger a cabeça e otórax do ocupante contra choques violentosno volante de direção ou painel em acidentesem que a proteção oferecida somente peloscintos de segurança não for suficiente parase evitar lesões graves e/ou fatais.

O “Air bag” não será acionado em impactosfrontais de baixa severidade em que o cintode segurança for o bastante para protegeros ocupantes, em impactos laterais, trasei-ros, capotamentos, derrapagens e outras si-tuações cujo ocupante não é projetado parafrente com severidade.

Um módulo eletrônico com um sensor dedesaceleração gerencia a ativação dostensionadores dos cintos de segurança e dos“Air bags”. Havendo necessidade, disparainicialmente os tensionadores dos cintos desegurança dianteiros para segurar aindamais os ocupantes nos bancos e, depen-dendo do nível de desaceleração, tambémativa os geradores de gás que inflam as bol-sas em aproximadamente 30 milésimos desegundo, amortecendo o contato do corpodos ocupantes com o volante de direção oupainel.

A explosão do dispositivo gerador de gásprovocada para inflar as bolsas de ar não éprejudicial para o sistema auditivo humano ea nuvem semelhante à fumaça formada du-rante o disparo do sistema “Air bag” nadamais é do que talco (não tóxico) cuja a fun-ção é a de minimizar o atrito entre o corpo doocupante e as bolsas de ar.

O acionamento dos tensionadores do cintode segurança ocorre em circunstânciasmenos severas que o dos “Air bags”, ouseja, podem ocorrer casos de ativaçãodos tensionadores sem que os “Air bags”sejam acionados.

A bolsa do “Air bag” é projetada para queos ocupantes toquem nela somente quan-do estiver totalmente inflada. Por isso,antes de dirigir, é aconselhável regularadequadamente os bancos dianteiros.Ajuste o assento do banco do motoristade modo que consiga, com o pé direito,pressionar até o final de curso o pedal daembreagem sem tirar as costas do en-costo do banco e o encosto tal que, comos ombros encostados e os braços esti-cados, os pulsos fiquem apoiados sobrea parte superior do volante de direção.Regule também o banco do passageiro omais para trás possível, sem prejudicar oespaço para as pernas do ocupante dobanco traseiro.

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2-27

• Os cintos de segurança devem estarcorretamente afivelados.

• Em caso de colisão em que ocorra oacionamento do sistema “Air bag” semque os ocupantes do veículo estejamusando os cintos de segurança, o riscode ferimento grave poderá aumentarconsideravelmente.

• Crianças menores de 10 anos devemsempre ser transportadas no banco tra-seiro, especialmente em veículos equi-pados com sistema “Air bag”. Além deser exigência legal, a força do inflamentodo “Air bag” irá empurrá-las de encontroao encosto do banco, podendo causargraves ferimentos.

Luz indicadora do “Air bag”Quando a ignição é ligada, a lâmpada in-dicadora se acende por aproximadamen-te 4 segundos, apagando-se em seguida. Sea lâmpada não se acender ou voltar a acen-der após 4 segundos ou, ainda vier a acen-der-se com o veículo em movimento, isto éevidência de uma avaria no sistema de “Airbag” ou nos tensionadores do cinto de segu-rança. Nestes casos o sistema de “Air bag”ou os tensionadores do cinto de segurançanão funcionarão em caso de acidente. Pro-cure uma Concessionária ou Oficina Autori-zada Chevrolet para corrigir o defeito.

Recomendações importantes:

• Não mantenha nenhum tipo de objeto entreas bolsas e os ocupantes dos bancos di-anteiros, pois em caso de acionamento dosistema "Air bag" eles podem acabar sen-do arremessados de encontro aos ocupan-tes do veículo, causando ferimentos.

• Não instale acessórios não originais novolante ou no painel, pois podem interfe-rir na trajetória da bolsa quando no seuacionamento, prejudicando o funciona-mento do sistema ou até serem arremes-sados de encontro aos ocupantes do veí-culo, causando ferimentos.

• Nunca faça alterações nos componentesdo sistema “Air bag”. Em caso de manu-seio inadequado o sistema poderá dispa-rar acidentalmente, causando ferimentosao motorista e ao passageiro do bancodianteiro.

• O sistema eletrônico que controla o sis-tema “Air bag” e os tensionadores do cintode segurança está localizado no consolecentral. Para evitar falhas, nenhum obje-to imantado deve ser colocado nas pro-ximidades do console.

• Caso o veículo sofra inundação ou ala-gamento solicite a assistência de umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet.

• A desmontagem do volante e do painelde instrumentos somente deverá ser exe-cutada numa Concessionária ou OficinaAutorizada Chevrolet.

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2-28

• O “Air bag” foi projetado para disparar so-mente uma única vez. Uma vez disparadodeverá ser substituído imediatamente enuma Concessionária ou Oficina Autori-zada Chevrolet.

• Não cole nada no volante, na coberturado "Air bag" do lado do passageiro, nemaplique neles qualquer material. Limpe suasuperfície somente com um pano úmido.

• Não viaje com objetos no colo ou entre oslábios; em caso de ativação do sistema"Air bag", o risco de ferimento ou aciden-te fatal aumentará consideravelmente.

• Quando você transferir o veículo para ou-tro proprietário, solicitamos que vocêalerte ao novo proprietário que o veículoestá equipado com o sistema “Air bag” eque ele deve consultar as informaçõesdescritas neste Manual.

• O desmanche total de um veículo equi-pado com o sistema “Air bag” não ativa-do pode ser perigoso. Solicite a assistên-cia de uma Concessionária ou OficinaAutorizada Chevrolet caso seu veículonecessitar ser sucateado.

Uso de sistema de proteçãoinfantil no banco dianteiro doacompanhante em veículos comsistema “Air bag”Veículos com “Air bag” no lado dopassageiro:

Nos veículos equipados com “Air bag” nolado do passageiro dianteiro, não se deveinstalar o sistema de proteção infantil nobanco dianteiro.

Este veículo foi desenvolvido visando,dentre outros aspectos, a total seguran-ça de seus ocupantes. Por essa razão,sua montagem na linha de produçãoutiliza parafusos com travamento quími-co, que, se por qualquer razão foremremovidos, deverão ser necessariamen-te substituídos por parafusos originaisnovos de mesmo número.Além disso, é também indispensáveluma limpeza adequada na contra-peçacom o objetivo de assegurar um perfei-to torque e uma efetiva reação físico-química dos compostos químicos quecompõem o referido travamento quan-do utilizado um novo parafuso.Portanto, recomendamos que serviços emsistemas de segurança do veículo (freios,bancos, suspensão, cintos de segurança,etc.), ou ainda serviços que indiretamenteafetem tais sistemas, sejam efetuadossempre pela Rede de Concessionárias eOficinas Autorizadas Chevrolet. Para maio-res esclarecimentos, fale com a sua Con-cessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet de preferência.

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3-1

Recomendações ao dirigir o veículo 3Página

Lista de verificações diárias do motorista .............. 3-2

Recomendações ao estacionar o veículo ................ 3-2

Dirigindo na defensiva ............................................. 3-3

Os primeiros 1.000 quilômetros .............................. 3-3

Motor ......................................................................... 3-3

Bateria e motor de partida ....................................... 3-4

Direção hidráulica ..................................................... 3-4

Transmissão manual ................................................ 3-4

Pneus ......................................................................... 3-4

Como economizar combustível ............................... 3-4

Condução sob o efeito de bebida alcoólica ........... 3-5

Gases de escapamento do motor ............................ 3-7

Embreagem ............................................................... 3-8

Freio de estacionamento .......................................... 3-8

Freio de serviço ........................................................ 3-8

Sistema de direção ................................................. 3-10

Dirigindo com segurança ....................................... 3-11

Rotação de corte de injeção de combustível ........ 3-13

Página

Perda de controle do veículo ................................. 3-13

Dirigindo fora de estrada ....................................... 3-14

Dirigindo em trechos alagados ............................. 3-20

Dirigindo à noite ..................................................... 3-21

Dirigindo na chuva ................................................. 3-22

Aquaplanagem ........................................................ 3-23

Dirigindo na neblina ............................................... 3-26

Dirigindo na cidade ................................................ 3-25

Dirigindo em vias expressas ................................. 3-25

Ao fazer longas viagens ......................................... 3-26

Hipnose da estrada ................................................. 3-27

Dirigindo em estradas montanhosase colinas.................................................................. 3-28

Estacionamento em morros ou montanhas........ 3-29

Estacionamento em descidas .............................. 3-29

Estacionamento em subidas ................................ 3-30

Estacionamento sobre material combustível ....... 3-30

Page 41: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

3-2

Recomendações aoestacionar o veículo1. Aplique o freio de estacionamento.

2. Sem acelerar o motor, desligue-o e retire achave.

3. Engrene uma marcha reduzida (1ª ou mar-cha a ré).

4. Vire a direção no sentido da guia se esta-cionar em ruas de declive acentuado, fa-zendo com que a parte anterior do pneufique voltada para a calçada. Se estacio-nar em rua de aclive, vire a direção nosentido contrário à da guia, isto é, demodo que a parte posterior do pneu fiquevoltada para a calçada.

5. Trave a direção girando o volante até ouviro ruído de travamento.

6. Feche todas as portas, vidros e defletoresde ventilação.

Lista de verificações diáriasdo motoristaAntes de entrar no veículo1. Verifique se as janelas, luzes sinalizadoras

e espelhos estão limpos.

2. Examine visualmente os pneus quanto apressão e danos.

3. Verifique se não há vazamento de algumfluido.

4. Verifique se a área atrás do veículo estádesimpedida, no caso de precisar movi-mentá-lo para trás.

Antes de movimentar o veículo1. Feche e trave todas as portas.

2. Ajuste o banco e encosto de cabeça.

3. Ajuste os espelhos retrovisores.

4. Coloque e ajuste o cinto de segurança eexija que seus acompanhantes tambémo façam.

5. Verifique se todas as luzes indicadorasque funcionam só com o sistema elétricoligado se acendem ao colocar a chave noestágio “II”.

6. Certifique-se de que a alavanca de mu-danças se encontra em ponto morto.

7. Dê a partida e verifique o funcionamentodos instrumentos.

8. Libere o freio de estacionamento.

E tenha uma “Boa Viagem”Dirija com cuidado, economicamente epoluindo o mínimo possível o meioambiente

Durante a viagem, evite tudo aquilo que pos-sa desviar-lhe a atenção.

Leia atentamente a Seção 2 sobre Seguran-ça e siga corretamente o Plano de Manuten-ção Preventiva.

Page 42: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

3-3

Os primeiros 1.000quilômetrosPara maior desempenho e funcionamentoeconômico durante toda a vida útil do seuveículo, proceda da seguinte maneira:

• Nos primeiros 1.000 quilômetros não diri-ja prolongadamente a velocidade constantemuito baixa ou muito alta.

• Use a menor marcha ao colocar o veículoem movimento ou nas subidas, para evitartrancos no motor.

• Use sempre a marcha adequada ao man-ter uma determinada velocidade.

• Evite pressionar o pedal do aceleradordurante as partidas.

• Mantenha a pressão dos pneus de acor-do com a carga do veículo conforme ins-truções na Seção 7, sob Rodas e pneus.

• Verifique o nível do óleo do motor e datransmissão com freqüência.

Motor• O motor deve aquecer com o carro em

movimento e não em marcha-lenta. Nãodirija com o acelerador no fundo enquan-to o motor não tiver atingido a temperatu-ra normal de funcionamento.

• Quando o percurso a ser percorrido forpequeno, aqueça antes o motor até o pon-teiro indicador de temperatura atingir amarca de temperatura normal de funcio-namento. Estas precauções evitam a dilui-ção do óleo lubrificante e a formação dedepósitos de goma, que prejudicam a lu-brificação e reduzem a vida útil do motor.

• Nunca dirija com o motor desligado. Vá-rios dispositivos – como o servo-freio –não atuarão, comprometendo seriamen-te a segurança.

• Não deixe o veículo sozinho por muito tem-po com o motor ligado. No caso de supe-raquecimento do motor você não seráalertado pelo indicador de temperatura,para tomar as providências necessárias.

Dirigindo na defensivaO melhor conselho que alguém pode dar so-bre dirigir é: dirija na defensiva. Inicie comum item muito importante de seu veículo:cinto de segurança. (Consulte Cinto de Se-gurança, Seção 2).

Dirigir na defensiva significa estar prontopara qualquer situação. Nas ruas das cida-des, nas estradas rurais ou rodovias, signi-fica sempre esperar pelo inesperado.

Assuma que os pedestres ou os outros mo-toristas são desatentos e cometem erros.Suponha o que eles poderão fazer. Estejapronto para os erros deles.

As colisões traseiras são os acidentes maisfáceis de se evitar. E são comuns. Mantersempre distância. Esta é a melhor manobradefensiva ao dirigir tanto na cidade como nocampo. Você nunca sabe quando o veículo asua frente vai frear ou virar repentinamente.

Page 43: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

3-4

Transmissão manual• Ao reduzir a velocidade do veículo, redu-

za a marcha para aquela imediatamenteinferior.

• Ao mudar, pise no pedal da embreagematé o fim do seu curso. Isto evitará danosa transmissão e à própria embreagem eeliminará as dificuldades de engrenamento.

Pneus• Se for necessário passar por obstáculo ou

desnível abrupto de terreno, faça-o lenta eperpendicularmente a eles. O impacto dospneus contra esses tipos de obstáculospodem causar-lhes danos imperceptíveis,mas com potencial de provocar acidentesfuturos a altas velocidades.

• Ao estacionar, não encoste as rodas nasguias de maneira que deforme os pneus.

• Para evitar derrapagens, não dirija compneus gastos; mantenha-os à pressãocorreta e reduza a velocidade quando osolo estiver molhado.

• Mantenha sempre os pneus à pressãocorreta (veja as especificações na Se-ção 8, sob Rodas e pneus), pois este é ofator mais importante no cuidado a elesdispensado, para evitar desgaste prema-turo, decorrente de superaquecimento,má dirigibilidade, aumento do consumo decombustível, etc.

Bateria e motor de partida• Em trânsito congestionado desligue, se

possível, os dispositivos que consomemmuita carga de bateria aquecedor, condi-cionador de ar, acessórios etc.

• Ao dar partida ao motor em tempo frio piseno pedal da embreagem para eliminar a re-sistência oferecida pela transmissão e, as-sim, aliviar o motor de partida e a bateria.

• Nunca dê partida ao motor por mais de 10segundos ininterruptamente. Espere 30segundos para dar uma nova partida e nãoinsista se o motor não “pegar” após algu-mas tentativas.

Direção hidráulicaSe não puder contar com a força que acionaa direção hidráulica devido a parada do mo-tor ou a falha no funcionamento do sistema,você poderá, ainda assim, esterçar, mas seránecessário usar mais energia muscular.

Cuidado com o retorno do volante da dire-ção à posição normal após as curvas, o qualé mais lento que na direção convencional.

Dirigindo em regiõesmontanhosas ou com reboqueO ventilador do radiador é de acionamentoelétrico. A potência da ventoinha não de-pende da rotação do motor. A uma rotaçãomais elevada produz-se mais calor e a umarotação mais baixa, conseqüentemente,menos calor. Por isso, em subidas, não re-duza para marchas mais baixas se o carropuder ultrapassar as dificuldades sem es-forço em marchas mais altas.

Ao sair em subidas com veículo que tracionareboque, acelere até a rotação correspon-dente ao maior torque e solte lentamente opedal da embreagem, mantendo a mesmarotação do motor.

Veja especificações de torque máximo naSeção 8, sob Motor.

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3-5

Condução sob o efeito debebida alcoólica

O consumo de bebidas alcoólicas imedia-tamente antes de dirigir é um dos maioresresponsáveis pela ocorrência de aciden-tes entre veículos.

A ingestão de álcool prejudica três funçõesvitais que uma pessoa precisa para dirigir:

• Julgamento

• Coordenação muscular

• Visão

Estatísticas mostram que em aproximada-mente metade das colisões fatais, pelo me-nos um dos motoristas estava sob o efeitodo álcool.

Qual a quantidade de álcoolconsiderado excessiva paraalguém que vai dirigir?O ideal seria que ninguém consumisse be-bida alguma antes de dirigir. Mas se for ocaso, o excesso pode ser menos do quese pensa. Embora isto varie para cadapessoa ou situação, as informações abai-xo são válidas de modo generalizado.

A quantidade de álcool no sangue de al-guém que esteja bebendo depende dequatro fatores:

• Teor alcoólico da bebida.

• Peso total da pessoa.

• Quantidade de alimentos ingeridos an-tes e durante o consumo da bebida.

Como economizar combustível• Motor regulado. Mantenha o motor sempre

regulado de acordo com o Plano de Manu-tenção Preventiva.

• Rotação do motor. Mantenha a rotação domotor dentro da faixa de maior torque (vejaespecificações na Seção 8, sob Motor).

• Velocidade uniforme e utilização de marchasadequadas:– Conduza o veículo, sempre que possível, a

velocidades constantes, evitando freadas ouarrancadas súbitas. O ideal é conduzí-lo emtorno de 80 km/h, na última marcha, ou sejaa marcha menos reduzida.

– Não acelere desnecessariamente o mo-tor quando estiver parado, ou para aquecê-lo ou antes de desligá-lo.

– Em trânsito congestionado, evite quantopossível parar e movimentar o veículo cons-tantemente, procurando antever as condi-ções do trânsito à frente.

– A altas velocidades, em que o consumo émaior, alivie, por pouco que seja, a pres-são do pedal o acelerador. Isto proporcio-na economia de combustível, sem perdaconsiderável de velocidade.

– Não estique as marchas intermediáriasnem as troque antes do tempo.

• Pressão correta dos pneus. Aumente a pres-são dos pneus quando o veículo for trafegarcarregado ou no caso de longos percursos ealtas velocidades mantidas por mais de umahora, de acordo com a tabela da etiqueta loca-lizada na coluna da porta dianteira esquerda.

• Caso normal. Evite carregar peso desnecessá-rio. Não armazene objetos no porta-malas e,de preferência, não use bagageiro, pneus mai-ores que os especificados etc., pois isto, alémde aumentar o peso do veículo, exige maioresforço do motor para vencer a resistência doar com conseqüente aumento de consumo.

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3-6

Uma pessoa que consuma algum tipo de ali-mento antes ou durante a ingestão da bebi-da apresentará uma porcentagem de álcoollevemente menor.

A nossa legislação determina que o limitemáximo de álcool no sangue é de 0,10%.O limite estará acima de 0,10% após trêsou seis doses (no período de uma hora).

Como já vimos, é claro que tudo dependeda quantidade de álcool na bebida e do pe-ríodo durante o qual esta é consumida.

Mas a capacidade de dirigir fica prejudica-da mesmo quando a porcentagem de álco-ol está bem abaixo de 0,10%. Pesquisasmostram que em algumas pessoas a capa-cidade de dirigir é comprometida quando aporcentagem de álcool aproxima-se de0,05% e que os efeitos são piores à noite.Qualquer motorista em cujo sangue se en-contre um teor alcoólico acima de 0,05% jáé considerado prejudicado. As estatísticasmostram que a possibilidade de envolver-se em acidentes aumenta consideravel-mente para os motoristas que estejam comesse nível acima de 0,05%.

Um motorista nestas condições corre o do-bro do risco de ver-se envolvido em aciden-tes. Ultrapassando os 0,10%, o perigo au-menta para 6 vezes mais; aos 0,15%, achance aumenta vinte e cinco vezes!

O organismo leva algumas horas para livrar-se do álcool. E nenhuma dose maciça decafé forte ou duchas podem acelerar o pro-cesso.

Período de tempo durante o quala bebida foi ingeridaDependendo de seu peso e do tempo que de-morar para ingerir uma quantidade debebida alcoólica, cada dose que o motoristabeber produzirá em seu sangue 0,05% de ál-cool, nas condições demonstradas no gráfico.

Conforme os dados levantados por especia-listas, uma pessoa com 82 kg de peso, in-gerindo três copos duplos de cerveja no pe-ríodo de uma hora, apresentará um teoralcoólico no sangue de ordem de 0,06%.Esta pessoa apresentará a mesma porcen-tagem de álcool se ingerir três copos de120 ml de vinho ou três doses mistas, con-tendo cada uma cerca de 45 ml de bebidaalcoólica como o uísque, gim ou vodca.

O que deve ser considerado é a quantida-de de álcool. Por exemplo, se a mesma pes-soa ingerir três doses duplas de vermute(cada uma contendo 90 ml de álcool) noperíodo de uma hora, a porcentagem de ál-cool no sangue estará próxima de 0,12%.

"Eu serei cuidadoso"A frase, mesmo que indique real intenção,não garante a segurança do motoristaalcoolizado. Ainda que o mesmo possa con-duzir o veículo sem problemas até o seudestino, não poderá reagir de maneira ade-quada a qualquer nova situação que ocorrano trajeto, uma vez que seus reflexos esta-rão afetados e a capacidade de reação mui-to reduzida.

Além disso, estatísticas médicas mostramque o álcool no organismo de uma pessoapode piorar o seu estado geral de saúde nocaso de uma batida, provocando danos aocérebro, coluna vertebral e coração.

Beber e dirigir pode ser muito perigoso.Não dirija após ingerir bebidas alcoóli-cas e não pegue carona com motoristasalcoolizados.

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3-7

Controle de emissão de gasesde escapamentoAtravés de processos especiais de fabrica-ção — notadamente na área do sistema deinjeção de combustível e de ignição —, aproporção de produtos nocivos nos gasesde escapamento, tais como monóxido decarbono (CO), hidrocarbonetos, e óxidos denitrogênio, é reduzida ao mínimo.

A composição dos gases provenientes doescapamento e a porcentagem de compo-nentes tóxicos — principalmente monóxidode carbono — é determinada pela corretaregulagem do sistema de injeção de com-bustível e ignição.

Todas as verificações e trabalhos de regu-lagem deverão ser confiados a uma Conces-sionária ou Oficina Autorizada Chevrolet, quedispõe do equipamento adequado e pessoaldevidamente treinado.

Suas providências neste sentido contribui-rão de forma importante para a conserva-ção do meio ambiente.

A verificação e regulagem do sistema de in-jeção e ignição fazem parte do Plano deManutenção Preventiva, apresentado na Se-ção 9 deste Manual. Por esta razão, todo oserviço de manutenção deverá ser efetuadonos intervalos recomendados naquele plano.

Gases de escapamentodo motorFuncionamento do motor com o veículo es-tacionado

É melhor não ficar estacionado com o mo-tor funcionando. Mas se for necessário fazê-lo, principalmente em ambiente fechado, eisalgumas coisas que você deverá saber:

Antes de pôr o motor em movimento,tome as medidas de precaução recomen-dadas, a fim de não inalar seus gasestóxicos:• Não ponha o motor a funcionar em

áreas fechadas — garagem, porexemplo — por tempo maior que o ne-cessário para manobrar o veículo,pois os motores de combustão inter-na produzem gases com produtos al-tamente tóxicos, tais como monóxidode carbono, que, embora incolor e ino-doro, é mortífero.

• Havendo a suspeita de entrada de ga-ses de escapamento no compartimen-to de passageiros, dirija somente comas janelas abertas e, assim que pos-sível, verifique as condições do siste-ma de escapamento, assoalho ecarroçaria.

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3-8

Freio de estacionamentoO freio de estacionamento é acionado meca-nicamente e atua apenas nas rodas trasei-ras. É utilizado para manter o veículoestacionado após parar. Ao ser aplicado, suaalavanca fica automaticamente travada.

Durante o processo de frenagem, o freio deestacionamento — que é independente dofreio de serviço — não é aplicado. Não ocor-re, assim, o processo de autolimpeza. Detempos a tempos, portanto, recomenda-sedirigir a baixa velocidade durante cerca de300 metros com o freio de estacionamentoligeiramente aplicado.

Nunca aplique o freio de estacionamentocom o veículo em movimento. Isto poderácausar rodopio do veículo e conseqüen-tes danos pessoais.

Freio de serviçoAplicação dos freiosA ação de frenagem envolve tempo de per-cepção e tempo de reação.

Primeiramente você tem de decidir se devepisar no pedal de freio. Isto é tempo de per-cepção. A seguir, você tem de pisar no pe-dal de freio. Isto é tempo de reação.

O tempo médio de reação é de aproxima-damente 3/4 de segundo. Mas isto é ape-nas tempo médio, que poderá ser menorpara alguns motoristas e maior para outros,chegando até a dois ou três segundos. Fa-tores como idade, condições físicas, aten-ção, coordenação e visão são determi-nantes. Assim também o são o álcool,drogas e depressão. Mas, mesmo em 3/4de segundo, um veículo, movendo-se a 100km/h, percorre 20 metros. Isto pode signifi-car grande diferença numa emergência.Portanto, é importante manter distância ra-zoável entre seu veículo e os outros.

Além disto, é claro que as distâncias reaisde frenagem variam muito conforme a su-perfície de rodagem (seja pavimentada oucascalhada), a condição da pista (molha-da, seca, escorregadia etc.), dos pneus edos freios.

A maioria dos motoristas cuida dos freiosdos veículos. Entretanto, alguns sobrecar-regam o sistema de freio por meio de maushábitos de frenagem.

Observe os seguintes cuidados:

• Mantenha o espaço do curso do pedal li-vre de qualquer objeto que possa impedirseu movimento.

Embreagem

• Não use o pedal da embreagem comodescanso do pé. Isto poderá causarseu desgaste prematuro.

• Em veículos equipados com transmis-são manual, dirigir apoiando o pé nopedal da embreagem resulta em da-nos ao sistema de embreagem e mo-tor, além de aumentar o consumo decombustível.

Não engrene subitamente uma marchareduzida em pista escorregadia. Isto po-derá causar efeito de frenagem nas ro-das dianteiras e provocar derrapagem.

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3-9

Curso do pedal do freioProcure sua Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet se o pedal do freio nãoretornar à altura normal ou se houver au-mento rápido no curso do pedal. Isto podeser um indicador de problema no sistema defreios.

Frenagens de emergênciaQuase todo motorista já enfrentou algumasituação em que necessita-se de frenagemsúbita. É claro que a primeira reação épressionar o pedal de freio e mantê-lo pres-sionado. Isto na verdade é uma atitude erra-da, pois as rodas podem travar. Quando istoocorre, o veículo não obedece à direção, epoderá manter-se no rumo em que estavaantes das rodas travarem. Assim, o veículopoderá sair da pista. Use a técnica defrenagem gradativa. Esta proporcionafrenagem máxima e ao mesmo tempo man-tém o controle da direção. Faça-o pressio-nando o pedal de freio e aumentandogradativamente a pressão.

Em caso de emergência, provavelmentevocê vai querer pressionar fortemente osfreios sem travar as rodas. Se ouvir ou per-ceber que as rodas se arrastam, alivie o pe-dal de freio. Desta forma, é possível mantero controle da direção.

• Os pedais de freio e acelerador pos-suem alturas diferentes para propor-cionar maior facilidade de movimenta-ção do pé, no momento em que estemuda de posição, passando do freiopara o acelerador e vice-versa. O pe-dal da embreagem possui um cursomaior para proporcionar mais sen-sibilidade no seu controle.

• No interior das portas existem barrasde aço para proteção dos ocupantesdo veículo em caso de impactos late-rais.

• Evite frenagens violentas desnecessárias.Algumas pessoas dirigem aos trancos —aceleração excessiva seguida de frenagemsúbita — em vez de acompanharem o fluxonormal do trânsito. Isto é um erro. Os freiosirão desgastar-se muito mais rapidamentese você aplicar frenagens violentas em de-masia, além do risco de provocar derrapa-gens perigosas.

• Para obter maior durabilidade dos freiosprocure acompanhar o fluxo do trânsito eevite frenagens desnecessárias obser-vando distâncias devidas dos veículosque estão próximos. Quando necessáriofrear ou reduzir a velocidade, aplique opedal do freio com suavidade e progres-sivamente.

• Não dirija com o motor desligado. O servo-freio não atuará, sendo necessário muitomaior pressão para acionar os freios.

• Se o motor morrer no trânsito, freie nor-malmente acionando constantemente opedal do freio, sem bombeá-lo; caso con-trário, o vácuo do servofreio se esgotarádeixando de haver auxílio na aplicação dofreio e conseqüentemente o pedal do freioficará mais duro e as distâncias de frena-gens serão maiores.

Continuar dirigindo com pastilhas defreio desgastadas pode resultar em re-paros dispendiosos no sistema de freio.

• Algumas condições de condução ou cli-máticas podem gerar rangido ocasionaldos freios quando eles são aplicados pelaprimeira vez ou são levemente aplicados.A ocorrência ocasional deste ruído nãosignifica que seus freios apresentam pro-blemas.

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3-10

Sistema de direçãoUtilização da direção hidráulicaSe não puder contar com a força que acio-na a direção hidráulica devido a parada domotor ou a falha no funcionamento do sis-tema, você poderá, ainda assim, esterçar,mas será necessário usar mais energiamuscular.

Cuidado com o retorno do volante da dire-ção à posição normal após as curvas, o qualé mais lento que na direção convencional.

Precauções antes de viajarCom o motor parado, o servo dos freios dei-xa de atuar após ser aplicado uma ou duasvezes o pedal do freio. A eficiência de frena-gem não fica reduzida, mas torna-se ne-cessária maior força de aplicação do pé.Em caso de se estar tracionando reboque,é especialmente importante levar em con-sideração este fator.

Antes de iniciar-se uma viagem, devem serverificadas as luzes dos freios. Pouco de-pois do início de cada viagem os freios de-vem ser experimentados a baixa velocidade,especialmente se o veículo acabou de serlavado.

O nível do fluido do reservatório do cilin-dro-mestre do sistema de freios deve serverificado com freqüência.

Circuitos hidráulicosindependentesOs freios das rodas dianteiras e das rodastraseiras têm circuitos separados.

Se um dos circuitos falhar, o veículo poderáainda ser freado por meio do outro circuito.Se isto suceder, o pedal do freio deverá seraplicado fazendo-se maior pressão. A distân-cia de frenagem do veículo aumenta nestascircunstâncias. Portanto, antes de prosseguirviagem, leve o veículo a uma Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet para corrigira falha.

Para que não ocorra obstrução no curso deatuação do pedal, particularmente se um doscircuitos de freio falhar, não devem ser utili-zados tapetes espessos na área dos pedais.

Cuidado com as pastilhas novasOs freios são um fator importante para asegurança no tráfego.

Quando são instaladas pastilhas de freionovas, é recomendável não frear de ma-neira violenta desnecessariamente duran-te os primeiros 300 km.

O desgaste das pastilhas de freio não deveexceder um certo limite. A manutenção re-gular conforme está indicada no Plano deManutenção Preventiva é, por conseqüên-cia, da maior importância para a sua segu-rança.

Quando for necessário substituir as pasti-lhas de freio, deverá este trabalho ser uni-camente executado por uma Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet; isto lhe daráa garantia de que somente peças aprova-das pela fábrica serão instaladas e assegu-rará o melhor desempenho dos freios.

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Os sinais de limite de velocidade próximos decurvas indicam necessidade de ajuste da ve-locidade. Evidentemente os limites de velo-cidades são baseados em condições ideaisdo tempo e da estrada. Sob condições me-nos favoráveis, reduza a velocidade.

Se for necessário reduzir a velocidade aose aproximar de uma curva, faça-o antesde chegar à curva, enquanto as rodas dian-teiras estão em linha reta.

Tente ajustar à velocidade que permita diri-gir na curva. Mantenha velocidade razoávele constante. Espere para acelerar somentequando sair da curva e acelere lentamenteretomando a linha reta.

Esterçamento em emergênciasEm algumas situações o esterçamento podeser mais eficaz do que as frenagens. Porexemplo, você se aproxima de uma colina eencontra um caminhão parado em sua pis-ta, ou se de repente um carro aparece dealgum lugar, ou então, se uma criança saicorrendo entre veículos parados e pára bema sua frente. Você poderá evitar estes pro-blemas freando — se houver a possibilidadede parar a tempo. Mas algumas vezes istonão é possível; não há espaço. É o momentopara uma ação defensiva — contornar o pro-blema.

Seu veículo pode desempenhar muito bemem situações de emergência como a des-crita acima. Primeiramente aplique os freios— não aplique o suficiente para travar asrodas dianteiras. É melhor reduzir o máximopossível a velocidade numa situação de pos-sível colisão. A seguir contorne o problema,para a direita ou para a esquerda, conformeo espaço que houver.

Uma situação de emergência como a des-crita anteriormente exige muita atenção erapidez de decisão. Se você estiver segu-rando o volante da direção conforme reco-mendado, na posição entre 9 e 3 horas deum relógio, você poderá fazer uma curvade 180o rapidamente sem levantar a mão dovolante. Mas você tem que fazer movimentorápido, esterçar rapidamente e em seguidaretomar a linha reta assim que ultrapassar oobjeto.

O fato de que as situações de emergênciasão sempre possíveis é razão suficientepara exercitar-se em dirigir sempre na de-fensiva e usar corretamente os cintos desegurança.

Dirigindo com segurançaAo dirigir nas curvasÉ importante fazer curvas a velocidadeadequada. Muitos acidentes noticiados emjornais, segundo os quais o motorista per-deu o controle, acontecem em curvas.

Eis as razões:• Seja o motorista experiente ou novato, ao

dirigir em curvas, eles estão sujeitos àsmesmas leis da física. O atrito dos pneuscontra a superfície da pista torna possívelque o veículo modifique sua trajetória quan-do são esterçadas as rodas dianteiras. Senão houvesse atrito, a inércia manteria oveículo na mesma direção. Você pode per-ceber esta condição quando dirigir sobreuma pista escorregadia.

• O atrito obtido numa curva depende dacondição de seus pneus, da superfície dapista, do ângulo da curva e da velocidadedesenvolvida, constituindo esta última umfator que você pode controlar ao fazer cur-vas. Suponha que você esteja fazendouma curva fechada e, repentinamente,aplica os freios. Os dois sistemas de con-trole — direção e freio — devem atuar si-multaneamente nos quatro pontos de ade-rência dos pneus com a superfície. Se afrenagem for violenta, será maior a de-manda nos quatro pontos. Você poderáperder o controle. O mesmo pode acon-tecer se você estiver fazendo uma curvafechada e acelerar subitamente. Os doissistemas de controle envolvidos — ace-leração e frenagem — podem superar aaderência dos quatro pneus e fazer comque você perca o controle. Se isto acon-tecer, alivie o pedal do acelerador, faça acurva na direção desejada e dirija maisdevagar.

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3-12

Voltando para a pistaPoderá haver situações em que as rodas dolado direito saiam da pista e caiam noacostamento.

Se o nível do acostamento estiver um pou-co abaixo da pista, é muito fácil voltar. Solteo acelerador e se nada houver a sua frente,esterce para que o veículo volte à pista. Vocêpode girar até 1/4 de volta o volante da dire-ção para que as rodas dianteiras façam con-tato com a borda da pista. A seguir gire ovolante para alinhar o veículo.

1. Borda da pista

2. Desacelere

3. Gire aproximadamente 1/4 de volta ovolante da direção

4. Retome a linha reta

• Se houver suspeita de que o motorista doveículo a ser ultrapassado não percebeusua presença, buzine algumas vezes an-tes de ultrapassar.

• Não se aproxime demais do veículo a serultrapassado, enquanto estiver aguardan-do a oportunidade. A razão é que a faltade distância reduz sua área de visão,especialmente se você estiver seguindoum veículo maior. Além disto, você nãoterá espaço suficiente se o veículo à suafrente subitamente parar ou reduzir a ve-locidade. Mantenha distância adequada.

• Quando o momento de ultrapassar esti-ver chegando, comece a acelerar, masmantenha-se na pista direita e não seaproxime demais. Controle seus movi-mentos de modo que possa aumentar avelocidade quando for passar à outra pis-ta. Se a pista estiver livre, haverá espaçopara compensar a distância perdida. E sealgo acontecer que o obrigue a desistirda ultrapassagem, basta apenas reduzira velocidade, voltar a sua pista e aguar-dar outra oportunidade.

• Se houver outros veículos em fila paraultrapassar um veículo lento, aguarde suavez. Antes de ultrapassar um veículolento, verifique se alguém não iniciou aultrapassagem sobre você.

UltrapassagensO motorista de um veículo que deseja ultra-passar outro em rodovia de pista dupla deveesperar o momento oportuno, acelerar, con-tornar o veículo que pretende ultrapassar eretornar à pista. Esta manobra parece sim-ples? Não, necessariamente.

Ultrapassar outro veículo em rodovia de pis-ta dupla é manobra potencialmente perigo-sa, pois, durante alguns momentos, o veículoque está fazendo a ultrapassagem ocupa apista do tráfego oposto. Um cálculo mal fei-to, um erro de julgamento, ou mesmo ummomento de frustração ou raiva podem derepente fazer o motorista que está ultrapas-sando deparar-se com o pior tipo de aciden-te de trânsito: a colisão frontal.

Eis algumas recomendações para ultra-passagens:

• Esteja atento a todos os riscos poten-ciais. Observe a estrada, os lados e oscruzamentos quanto a situações quepoderiam afetar seus padrões de ultra-passagem. Se houver qualquer tipo dedúvida, aguarde outra oportunidade.

• Observe os sinais do trânsito, marca-ções e linhas na pavimentação. Se per-ceber à frente algum sinal indicador decruzamento ou curva, espere antes deultrapassar. A faixa central seccionadano centro da via normalmente significaque a ultrapassagem é permitida (des-de que a estrada esteja livre). Jamaiscruze uma faixa contínua dupla, mesmoque a pista esteja livre.

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Rotação de corte de injeçãode combustível

Seu veículo está equipado com ummódulo eletrônico que, dentre outras ca-racterísticas, ajuda a evitar danos aomotor decorrentes de rotações acima dolimite especificado de trabalho. Ao aproxi-mar-se do limite, o sistema reduz a emis-são de combustível, impedindo o aumentoda rotação do motor, e fazendo com quea potência gerada e a velocidade do veí-culo permaneçam estáveis.Nestes casos, recomenda-se cautela nasultrapassagens ou manobras onde o mo-tor seja severamente exigido, pois a re-dução da injeção de combustível impediráo aumento da velocidade do veículo.

O módulo eletrônico não impede danifica-ções ao motor decorrentes de picos dealta rotação derivados de reduçõesindevidas de marchas. São exemplos:• Ao tentar engatar a quinta marcha a

partir da quarta, engatar equivocada-mente a terceira marcha;

• Desengatar o veículo em longos decli-ves ("banguela" e ao reengrenar, utili-zar-se de uma marcha muito reduzida).

Nestas hipóteses, apesar da ação domódulo eletrônico, a elevação da rotaçãodo motor decorrerá independentementeda injeção de combustível, podendo su-perar os limites de tolerância e resultarem graves danos aos componentes in-ternos do motor.

• Antes de sair para a pista da esquerda,olhe pelos espelhos retrovisores internoe externo e acione o sinalizador de dire-ção da esquerda. Quando estiver bem àfrente do veículo ultrapassado, de modoque seja possível enxergar-lhe a frenteatravés de seu retrovisor interno, acioneo sinal indicador de direção da direita evolte à pista da direita. (Lembre-se de queseu espelho retrovisor direito externo éconvexo. O veículo que você acabou deultrapassar poderá parecer muito maisdistante do que realmente está).

• Não tente ultrapassar mais de um veículode cada vez em rodovia de pista dupla.Ultrapasse um veículo por vez.

• Não ultrapasse muito rapidamente um veí-culo que esteja trafegando em velocidademuito baixa. Mesmo que as luzes de freionão estejam acesas, o veículo poderá es-tar reduzindo a velocidade para fazer umacurva.

• Se você estiver sendo ultrapassado, faci-lite a operação para o outro motorista. Tal-vez você possa ajudar encostando umpouco para a direita e, se possível, redu-zindo um pouco a sua velocidade.

Perda de controle doveículoVamos recapitular o que os especialistas dovolante dizem sobre o que acontece quandoos principais sistemas de controle (freios edireção) não oferecem aderência suficienteentre os pneus e a estrada e não obedecemao comando do motorista.

Em qualquer tipo de emergência, jamaisdesista! Não tome a atitude de acionar osfreios e fechar os olhos. Tente manter o con-trole da direção e procure sempre uma viade escape ou área de menor perigo.

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Ao dirigir em superfície que apresente pou-ca tração, tente tudo para evitar esterça-mentos, aceleração ou frenagens repentinas(incluindo a aplicação de freio-motor, usan-do marcha mais reduzida). Qualquer movi-mento súbito poderá causar derrapagem dospneus. Pode ser que você perceba a pistaescorregadia apenas depois que seu veícu-lo comece a derrapar. Aprenda a reconhe-cer alguns indicadores — tais como muitaconcentração de água, que torna a pistaespelhada; em caso de dúvida, reduza a ve-locidade.

Nas derrapagens por aplicações dos freios,quando as rodas não estiverem girando, ali-vie a pressão no pedal do freio para que elascomecem a girar novamente. Isto devolve ocontrole da direção.

DerrapagensNuma derrapagem, o motorista pode per-der o controle do veículo. Os motoristas quedirigem na defensiva evitam a maior partedas derrapagens dirigindo de acordo comas condições existentes, e não negligenci-ando estas condições. Mas as derrapagenssão sempre possíveis.

Os três tipos comuns de derrapagem estãorelacionados com os sistemas de controlede seu veículo. Na derrapagem dos freios,suas rodas não estão girando. Nas derra-pagens laterais, o excesso de velocidadefaz deslizar os pneus, com a perda da ca-pacidade de completar a curva. Na derra-pagem por aceleração, o excesso de aber-tura da borboleta de aceleração faz com queas rodas de tração girem sem movimentaro veículo.

A derrapagem lateral e de aceleração sãomelhor controladas tirando-se o pé do ace-lerador. Se seu veículo começar a derra-par, tire o pé do acelerador assim que per-ceber a derrapagem e gire o volante nadireção desejada. Se você esterçar rapida-mente, o veículo recuperará a direção reta.A seguir, endireite as rodas dianteiras.

Evidentemente, haverá redução de aderên-cia quando houver água, pedriscos ou ou-tros materiais na pista. Para segurança, re-duza a velocidade e dirija conforme estascondições. É importante reduzir a velocida-de em superfícies escorregadias, pois asdistâncias de frenagem serão maiores e ocontrole do veículo, mais difícil.

Dirigindo fora de estradasRecomendações ao dirigir forade estradasDirigir fora da estrada poderá ser um pra-zer, entretanto apresenta vários riscos, sen-do que o principal é a própria pista.

Fora de estrada significa fora do sistemarodoviário. Não há demarcação de tráfegopara pistas. Não há sinalização de estradas.As superfícies podem ser derrapantes, irre-gulares, em aclive ou em declive. Em resu-mo, significa dirigir em estado natural do solo.

Dirigir fora de estradas exige algumas habili-dades extras. A seguir são apresentadasalgumas recomendações e sugestões, quetornarão mais seguro e mais agradável diri-gir fora de estradas.

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Observando o terrenoDirigir fora de estradas pode levar a tiposdiferentes de terrenos. Você deve estar fa-miliarizado com o terreno e as suas váriascaracterísticas, como por exemplo:

Condições da pistaA pista fora de estrada pode apresentar ca-mada enrijecida de sujeira, pedras, pedris-cos, grama, areia, lama, neve ou gelo. Cadauma dessas superfícies afeta de maneiradiferente a direção, aceleração e frenagemde seu veículo. Conforme o tipo de superfí-cie sobre a qual você estará dirigindo, vocêenfrentará derrapagem, deslizamento, pa-tinamento de rodas, aceleração lenta, pou-ca tração e maiores distâncias de frenagem.

Obstáculos da pistaObstáculos ocultos ou não observados po-dem ser perigosos. Se não estiver prepara-do, você poderá ser surpreendido por algu-ma pedra, tronco de árvore, valeta oulombada. Geralmente estes obstáculos es-tão escondidos em grama, arbustos oumesmo nos relevos do terreno. Observe ospontos abaixo:

• O caminho à frente está livre?

• O terreno à frente vai mudar de maneirarepentina?

• Você terá que frear ou manobrar brusca-mente?

Familiarizando-se em dirigir forade estradasAntes de iniciar a viagem é recomendávelpraticar numa área segura e próxima. Dirigirfora de estradas exige algumas habilidadesnovas e diferentes.Esteja atento a tipos de sinais diferentes. Suavisão, por exemplo, deve observar cons-tantemente o terreno quanto a obstáculosinesperados. Esteja atento para ouvir ruídosincomuns dos pneus ou do motor. Seus bra-ços, pés e corpo deverão responder às vi-brações e movimentos do veículo.Controlar o veículo é o ponto principal paradirigir bem fora de estradas. Uma das melho-res maneiras de controlar o veículo é contro-lar a velocidade. Eis alguns pontos que de-vem ser observados. Em altas velocidades:• você se aproxima de objetos mais rapi-

damente e dispõe de menos tempo paraobservar os obstáculos do terreno.

• você dispõe de menos tempo para reação.• o veículo balança mais ao ser dirigido so-

bre obstáculos.• você necessita de maiores distâncias de

frenagem, especialmente se estiver diri-gindo sobre pistas não pavimentadas.

Ao dirigir fora de estradas, o movimentoe as manobras súbitas podem tirar vocêda direção. Isto poderá resultar em per-da do controle do veículo e colisão. Por-tanto, nas viagens em estradas ou forade estradas, você e seus passageirosdeverão usar os cintos de segurança.

Antes de dirigir fora de estradasAlguns pontos devem ser observados an-tes de dirigir fora de estradas. Por exemplo,certifique-se de que todos serviços de re-paros e manutenção tenham sido efetuados.Há combustível suficiente? O pneu de re-serva está devidamente inflado? Os níveisde fluido estão conforme as especificações?Você entrará em alguma propriedade parti-cular? Caso afirmativo, obtenha a devidapermissão.

Trafegando em áreas isoladasÉ importante planejar a viagem, especial-mente se for em áreas isoladas. Informe-se sobre o terreno e programe sua rota.Você estará reduzindo a possibilidade desurpresas desagradáveis. Obtenha mapasdas trilhas e das pistas. Informe-se sobreestradas bloqueadas ou fechadas.

Também é recomendável viajar acompa-nhado de pelo menos outro veículo. Se al-guma coisa acontecer a um veículo, o ou-tro poderá socorrer rapidamente.

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Aproximando-se de uma colinaAo se aproximar de uma colina, você deverájulgar se esta é uma colina excessivamenteíngreme para subir, descer ou contornar.Pode ser difícil avaliar a inclinação. Por exem-plo, numa colina muito pequena, pode haverinclinação regular e constante, que somenteapresenta pequenas alterações de elevaçãoque podem ser vistas com facilidade ao lon-go de todo o trajeto até o pico. Numa colinagrande, a inclinação poderá ser mais acen-tuada próximo ao pico, entretanto isto nãoserá notado, se o pico estiver oculto por ar-bustos ou mato.

Outros pontos a serem observados ao seaproximar de uma colina.

• A inclinação é constante ou se torna maisíngreme em alguns pontos?

• Há boa tração ou a superfície causa pati-nação dos pneus?

• O trajeto é reto nas subidas ou descidas,portanto não será necessário manobrar?

• Há obstruções no caminho (tais como es-carpas, árvores, troncos de árvores ouvaletas)?

• O que existe além da colina? Há algumdesfiladeiro, aterro, queda, corte? Sevocê não souber, saia do veículo e cami-nhe cuidadosamente. Esta é a melhorforma de descobrir.

• A colina é muito irregular? As colinas ín-gremes geralmente apresentam valetas,depressões, valas e pedras expostas, umavez que são mais suscetíveis aos efeitosda erosão.

Dirigindo em subidasFreqüêntemente, ao dirigir fora da estrada,você precisa subir ou descer colinas. Dirigircom segurança em colinas exige bom racio-cínio e compreensão do que é possível ounão com o veículo. Há algumas colinas so-bre as quais simplesmente não se pode diri-gir, independentemente do projeto do veículo.

Muitas colinas são íngremes para qual-quer tipo de veículo. Se você tentar su-bir, o motor morrerá. Se descer, você nãopoderá controlar a velocidade. Se dirigircontornando-a, o veículo poderá capo-tar. Você poderá ser gravemente feridoou perder a vida. Se estiver em dúvidasobre o tipo de inclinação, não dirija namontanha.

Ao dirigir sobre obstáculos ou terrenos irre-gulares, segure firmemente o volante da di-reção. Valetas e outras características dapista podem fazer balançar o volante se vo-cê não estiver preparado.

Ao dirigir sobre obstáculos ou pedras, as ro-das podem sair da pista. Se isto acontecer,mesmo que seja em uma ou duas rodas, nãoé possível controlar bem o veículo.

Uma vez que você estará sobre pista nãopavimentada, é muito importante evitar ace-lerações, curvas ou frenagens repentinas.

De certo modo, dirigir fora de estrada exigeatenção diferente em relação a dirigir empistas pavimentadas e autopistas. Não hásinais rodoviários, limites de velocidade ousinais de trânsito. Use bom senso para jul-gar o que é seguro ou não.

Dirigir sob o efeito de bebida pode ser muitoperigoso em qualquer pista. E certamente éválido ao dirigir fora da estrada. No momen-to exato em que você precisa de habilidadee atenção especiais, seus reflexos, sensa-ções e raciocínio podem ser alterados atémesmo por uma pequena dosagem de ál-cool. Você poderá sofrer um acidente graveou mesmo fatal se beber e dirigir ou pegarcarona com alguém que tenha bebido.

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Há algumas coisas que você não poderá fa-zer, se o veículo morrer ou estiver a pontode morrer numa subida de colina.

• Para tentar evitar que o veículo morra, ja-mais posicione a transmissão em pontomorto ou pressione a embreagem, paraaumentar a rotação do motor e recupe-rar o movimento para a frente. Isto nãofunciona. Seu veículo derrapará para trásmuito rapidamente e você poderá perdero controle.

Ao contrário, aplique os freios para pararo veículo. A seguir aplique o freio de es-tacionamento. Passe a transmissão pararé, solte o freio de estacionamento e des-ça lentamente em ré.

• Jamais tente virar se o veículo estivermorrendo numa subida. Se for suficien-temente íngreme para fazer morrer o ve-ículo, a colina será suficientemente ín-greme para causar capotamento se vocêvirar na subida. Se não for possível su-bir, desça em ré e em linha reta.

Pergunta: Suponha que depois que o mo-tor morrer, eu tente descer e conclua quenão é possível. O que devo fazer?

Resposta: Acione o freio de estacionamen-to, posicione a transmissão em primeiramarcha e desligue o motor. Saia do veículoe procure socorro. Saia pelo lado da encostae mantenha-se fora do trajeto que o veícu-lo faria se estivesse descendo.

Pergunta: O que devo fazer se o veículomorrer, ou se estiver prestes a morrer e nãofor possível continuar a subida?

Resposta: Se isto acontecer, algumas coi-sas podem ser feitas e outras não podemser feitas. Veja primeiro o que você poderáfazer:

• Pressionar o pedal de freio para parar oveículo e evitar que o mesmo escorre-gue para trás. Isto também se aplica aofreio de estacionamento.

• Se o motor ainda estiver funcionando,posicione a transmissão em marcha à ré,solte o freio de estacionamento e lenta-mente desça em ré.

• Se o motor parou de funcionar, é precisodar nova partida. Com o pedal de freiopressionado e o freio de estacionamentoaplicado, posicione a transmissão emponto morto e dê a nova partida ao mo-tor. A seguir passe para marcha à ré, sol-te o freio de estacionamento e lentamentedesça-a em ré, o máximo possível em li-nha reta.

• Enquanto estiver descendo, coloque amão esquerda sobre o volante da dire-ção, na posição de 12 horas do relógio.Desta forma, você poderá saber se asrodas estão em linha reta e manobrar nadescida. É melhor que você desça em li-nha reta. Manobrar excessivamente paraa esquerda ou para a direita poderá au-mentar a possibilidade de capotamento.

Subindo montanhasApós a decisão de subir com segurança, ob-serve alguns pontos especiais.

• Use marcha reduzida para manter o con-trole do volante da direção.

• Inicie regularmente a subida e mantenhaa velocidade. Não use mais potência doque o necessário, para que as rodas nãopatinem ou deslizem.

• Tente subir o máximo possível em linhareta. Se houver contornos ou curvas, ten-te achar outro caminho.

Fazer curvas ou contornar colinas ín-gremes pode ser perigoso. Você po-derá perder tração, derrapar para oslados e possivelmente capotar. Vocêpoderá ser gravemente ferido ou per-der a vida. Ao subir colinas, tente fazê-lo em linha reta.

• Reduza a velocidade ao se aproximar dopico.

• Prenda uma bandeirola no veículo paraser mais visível.

• Acione a buzina ao se aproximar do pico,para alertar os demais veículos.

• Use os faróis mesmo durante o dia, paraque seja mais visível.

Subir ao pico de uma colina em alta velo-cidade pode causar acidente. Poderá ha-ver queda, deslizamento de terra, ou mes-mo encontrar outro veículo. Você poderáser gravemente ferido ou perder a vida.Ao se aproximar do pico de uma colina,reduza a velocidade e esteja atento.

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Pergunta: Há alguma coisa que não possofazer ao descer uma colina?Resposta: Sim. Estes pontos são impor-tantes, uma vez que se forem ignoradosvocê poderá perder o controle e resultar emacidente grave.• Ao descer uma colina, evite curvas que o

façam ficar transversalmente à inclinaçãoda colina. Pode ser que uma colina nãomuito íngreme para descidas seja muitoíngreme para ser contornada. Não dirigin-do em linha reta você poderá capotar.

• Jamais desça com o pedal da embrea-gem pressionado. Esta condição é cha-mada “roda livre”. Os freios terão que as-sumir toda a carga podendo resultar emsuperaquecimento e falha.

• A menos que o veículo seja equipado comfreios antiblocantes nas quatro rodas: evi-te as frenagens bruscas que travam as ro-das dianteiras nas descidas. Se as rodasdianteiras estiverem travadas, não serápossível esterçar o veículo. Se as rodastravarem durante a frenagem na descida,o veículo poderá deslizar para os lados.Para recuperar a direção, solte os freios eesterce para manter as rodas dianteirasem linha reta na descida.

Pergunta: Há possibilidade de que o mo-tor morra na descida?Resposta: É mais provável que isto acon-teça em subidas, mas caso aconteça, pro-ceda conforme segue:• Pare o veículo e aplique os freios. Aplique

o freio de estacionamento.• Posicione a transmissão em ponto mor-

to e mantendo o veículo freado, tentenova partida.

• Engrene em marcha reduzida, solte o freiode estacionamento e dirija descendo.

• Se o motor não pegar, saia e procureajuda.

Dirigir contornando uma encostaMais cedo ou mais tarde provavelmente atrilha chegará a uma encosta de montanha.Se isto acontecer tome a decisão sobre di-rigir, considerando alguns itens:

• Uma colina fácil de subir ou descer podeser muito íngreme para ser contornada.Quando você sobe ou desce uma colina,a distância entre os eixos dianteiro e tra-seiros reduz a probabilidade de que oveículo capote para frente para trás. Masquando você dirige numa encosta, a lar-gura da pista não poderá impedir que oveículo incline e role. Além disso, dirigircontornando uma encosta aumenta a car-ga nas rodas que ficam na posição maisbaixa, o que poderá causar derrapagemou capotagem.

• As condições da superfície podem ser umproblema ao se dirigir contornando umaencosta. Pedras soltas, poças de lama,ou mesmo a vegetação molhada podecausar derrapagem dos pneus para oslados na descida. Ao deslizar para os la-dos, o veículo poderá atingir alguma pe-dra ou valeta e capotar.

• Obstáculos escondidos podem tornarmais íngreme uma encosta. A inclinaçãodo veículo será maior ao passar sobrepedras em subidas ou se na descida asrodas caírem em alguma depressão ouvaleta.

Por razões como estas, esteja atento aodecidir-se sobre dirigir contornando uma en-costa. O fato de que a trilha passa por al-guma encosta não significa que você devapassar por ela.

Descendo montanhasNas descidas fora de estrada, observe al-guns pontos:

• Qual é a inclinação da descida? Vou con-seguir manter o controle do veículo?

• Quais são as características da superfí-cie? Regular? Irregular? Derrapante?Com acúmulos de sujeira enrijecida? Pe-dras?

• Há obstáculos ocultos? Valetas? Tron-cos? Escarpas abruptas?

• O que existe no sopé da colina? Há al-gum barranco ou leito de água com pe-dras grandes?

Se você decidir descer com segurança, ten-te manter o veículo em linha reta e use mar-cha reduzida. Desta forma os freios serãoassistidos pelo freio-motor. Desça lenta-mente, mantendo constantemente o con-trole do veículo.

A frenagem brusca em descida de coli-na poderá causar superaquecimento efalha dos freios, podendo resultar em per-da de controle e acidente grave. Apliquelevemente os freios ao descer e use mar-cha reduzida para manter o controle davelocidade do veículo.

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Dirigindo na lama ou areiaQuando você dirige na lama ou areia, as ro-das não têm boa tração. Você não pode ace-lerar rapidamente, é mais difícil esterçar esão necessárias maiores distâncias defrenagem.

Na lama é melhor usar marcha reduzida —quanto mais espessa a lama, mais baixadeve ser a marcha. Em camadas espessasde lama, mantenha o veículo em movimen-to para não atolar.

Ao dirigir na areia, muito solta (como naspraias ou dunas) os pneus tendem a afun-dar. Isto causa efeito sobre a direção, acele-ração e frenagem. Para melhorar a tração,reduza levemente a pressão de ar dos pneusao dirigir sobre a areia.

Balançar o veículo paradesatolarPrimeiramente, gire o volante da direçãopara a esquerda e para a direita. Isto faráliberar a área ao redor das rodas diantei-ras. A seguir alterne a transmissão entreprimeira ou segunda e ré, girando as ro-das o mínimo possível. Solte o pedal doacelerador durante as mudanças e pressio-ne levemente o pedal quando a transmis-são estiver engrenada. Se algumas tenta-tivas não forem suficientes para desatolar,você precisará ser rebocado. Ou você po-derá usar os ganchos de socorro, se hou-ver. Se for necessário ser rebocado. Vejainstruções na Seção 6, sob Rebocando oveículo.

Girar as rodas pode resultar em destrui-ção de componenes de seu veículo, bemcomo dos pneus. Girar as rodas em ve-locidades altas durante as mudançaspara a frente e para trás pode destruir atransmissão.

Se você atolar: na areia, lama,gelo ou neveJamais gire as rodas se o veículo estiveratolado. O método conhecido por balançopode ajudar a desatolar, porém seja cuida-doso.

Se girarem em alta velocidade, ospneus poderão estourar resultando emferimentos a você e a outras pessoas.Poderá haver superaquecimento datransmissão e outros componentes doveículo. Em caso de atolamento, gire asrodas o mínimo possível. Não gire asrodas a mais de 55 km/h, conforme in-dicado no velocímetro.

Dirigir contornando uma encosta muitoíngreme poderá capotar seu veículo,causando ferimentos graves ou até mes-mo a morte. Em caso de dúvida sobre ainclinação da encosta, desista. Procureoutro caminho.

Pergunta: O que devo fazer se ao dirigirem encosta não muito íngreme, eu baterem pedras soltas e começar a derrapar nadescida?Resposta: Ao sentir o veículo começando aderrapar para os lados, vire o veículo para adescida. Isto ajuda a alinhar o veículo e evitara derrapagem lateral. Entretanto, a melhormaneira para evitar a condição é sair do veí-culo e percorrer a pé o trajeto para conhecera superfície antes de dirigir sobre ela.

Se o motor morrer numa encostaSe o veículo morrer enquanto você estiverdirigindo numa encosta, você e seus pas-sageiros devem sair pelo lado da subida,mesmo que seja mais difícil abrir a portadaquele lado. Se todos saírem pelo lado dadescida e o veículo começar a mover, vocêsestarão na frente.Se for necessário caminhar sobre a encos-ta, permaneça fora do trajeto que o veículofaria.

É perigoso sair de um veículo parado in-clinado, pelo lado da descida. Se o veícu-lo capotar você poderá ser esmagado ouperder a vida. Saia sempre pelo lado dasubida e permaneça distante do trajeto dapossível capotagem.

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Dirigir em correnteza pode ser perigoso.A água poderá arrastar o veículo causan-do afogamentos. Até mesmo uma corren-teza com alguns centímetros de águapode impedir o contato dos pneus com apista, causando a perda de tração e ca-potagem do veículo. Não dirija em cor-rentezas.

Se realmente for preciso atravessar um tre-cho alagado, fazê-lo sempre em baixa ve-locidade, em torno de 10 km/h, utilizando a1ª marcha ou 1, se a transmissão for auto-mática. É preciso ficar atento aos veículosde grande porte trafegando nas proximida-des, pois podem ser produzidas marolasde grandes proporções, aumentando asprobabilidades de danos.

O problema mais sério ao passar por tre-chos alagados é a possibilidade de entra-da de água no interior do motor pelo siste-ma de captação do ar de admissão. Quandoisso ocorre, há o “calço hidráulico”, em quea água impede o movimento dos pistões.Nesse caso, o motor sofre avarias de gran-de monta e o veículo pára imediatamente.Não tente colocar o motor em funcionamen-to novamente. Tal atitude poderá aumentaros danos ao veículo. Avarias de motor porentrada de água não são cobertas pelaGarantia.

Dirigindo em trechos alagadosEsta é uma situação que deve ser evitadatanto quanto possível, mesmo nas vias pa-vimentadas das cidades. Além de não serpossível avaliar com precisão o estado dapista à frente, devido à água, o veículo podevir a se danificar seriamente, pois não foiprojetado para essa utilização.

É recomendável não passar pelo trecho ala-gado se a lâmina d’água for superior à alturado centro da roda, para minimizar riscos dedano ao veículo.

Após dirigir fora de estradaRemova todo material depositado na estru-tura inferior, chassi ou sob o capô do motor.Isto pode causar incêndio.

Após dirigir sobre lama ou areia, limpe e ve-rifique as lonas de freios. Estas substânciaspodem causar frenagem irregular ou lonasvitrificadas. Verifique a estrutura da carroça-ria, direção, suspensão, rodas, pneus e sis-tema do escapamento quanto a danos. Alémdisso, verifique as linhas de combustível esistema de arrefecimento quanto a danos.

Durante o uso fora de estradas, seu veícu-lo exigirá intervalos menores de manuten-ção. Para informações adicionais, consulteo Plano de Manutenção Preventiva.

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Eis algumas recomendações para dirigirà noite:

• Dirija na defensiva. Lembre-se de que esteé o período mais perigoso.

• Não beba antes de dirigir. Para mais de-talhes sobre este item, veja nesta Seçãoo título Condução sob o efeito de bebidaalcoólica.

• Como a visão pode ser limitada, reduzaa velocidade e mantenha maior distân-cia entre o seu e os demais veículos.

• Reduza a velocidade, especialmente nasauto-estradas, mesmo que seus faróis pos-sam iluminar muito bem a pista adiante.

• Em áreas desertas, esteja atento a ani-mais na pista.

• Se estiver cansado, saia da pista em lo-cal seguro e descanse.

• Mantenha limpos interna e externamen-te o pára-brisa e todos os vidros de seuveículo. O reflexo da sujeira à noite émuito pior do que durante o dia. Mesmoa parte interna pode ficar embaçada de-vido a sujeira. A fumaça de cigarros tam-bém embaça as superfícies internas dosvidros, dificultando a visão.

• Os vidros sujos refletem mais a luz do queos vidros limpos, fazendo contrair repen-tinamente as pupilas dos olhos. Limpefreqüentemente os vidros, mantenha noveículo tecidos e produtos de limpeza.

• Lembre-se de que os faróis iluminam mui-to menos a pista nas curvas.

Dirigindo à noiteÉ difícil avaliar a velocidade de um veículoque está em movimento à sua frente ape-nas observando suas lanternas traseiras.Dirigir à noite é mais perigoso do que du-rante o dia. Uma razão é que alguns moto-ristas podem estar sob o efeito de álcool,drogas, fadiga ou com a visão limitada pelaescuridão.

• Mantenha os olhos em movimento; destaforma, é mais fácil identificar objetos maliluminados.

• Assim como seus faróis devem ser inspe-cionados e ajustados com freqüência,consulte um oculista periodicamente. Al-guns motoristas sofrem de cegueira no-turna — a incapacidade de enxergar comluz pouco intensa — e nem mesmo sa-bem disso.

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Uso de faróis altosSe o veículo que vem em sentido contrárioestá com facho alto do farol acionado, dêsinais, acionando o lampejador do farol.Este é o sinal convencional para solicitarredução da intensidade dos faróis. Se ain-da assim o outro motorista não comutarpara facho baixo, resista à tentação de usaro facho alto, pois isto tornará momentane-amente cegos os dois motoristas.

Em auto-estrada, use seus faróis altos ape-nas nas áreas desertas, onde outros moto-ristas não serão prejudicados. Em algunslocais, como nas cidades, é proibido usarfarol alto.

Use farol baixo quando estiver seguindo ou-tro veículo em rodovia ou auto-estrada. Narealidade, a maioria dos veículos atualmen-te está equipada com espelhos para visãonoturna, que ajudam a reduzir a intensida-de de luz para o motorista. Mas os espe-lhos externos não são deste tipo, e os fa-róis altos vindos de trás podem incomodaro motorista que vai à frente.

Visão noturnaNinguém tem à noite uma visão tão boaquanto durante o dia, mas à medida em quea idade avança, esta diferença aumenta ain-da mais. Para enxergar um mesmo objetoum motorista de 50 anos pode necessitarduas vezes mais de luz que um de 20 anos.

Sua atividade diurna também pode afetarsua visão noturna. Por exemplo, se duranteo dia você estiver exposto à luz solar, sabi-amente usará óculos para sol. Sua visãofará menos esforço para ajustar-se à noite.

Sua visão poderá ficar ofuscada tempora-riamente pelas luzes do tráfego contrário.Pode levar um segundo ou dois, até mes-mo vários segundos para seus olhos ajus-tarem-se à escuridão. Ao enfrentar luz for-te (como a de um motorista que esqueceude usar farol baixo ou de um veículo comfaróis desalinhados), reduza a velocidade.Evite olhar diretamente para as luzes. Sehouver uma fila de tráfego oposto, estejaatento para perceber se algum dos veícu-los está avançando em sua pista. Passadoo excesso de luzes, espere seus olhos ajus-tarem-se antes de aumentar a velocidade.

Dirigindo na chuvaA chuva e as estradas molhadas podem tra-zer problemas ao dirigir. Você não pode pa-rar, acelerar ou fazer curvas regularmenteem pista molhada, pois a aderência de seuspneus à pista não é tão boa quanto nas pis-tas secas. E caso a banda-de-rodagem deseus pneus não esteja em boas condições,a aderência será menor ainda.

Se começar a chover quando você estiverao volante, reduza a velocidade e seja maiscuidadoso. A pista pode ficar molhada re-pentinamente, ao passo que os seus refle-xos ainda podem estar condicionados paradirigir em pista seca.

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Quanto mais pesada a chuva, mais precáriaserá a visibilidade. Mesmo que as palhetasdo seu limpador de pára-brisa estejam emboas condições, a chuva pesada poderá difi-cultar a visão das placas de sinalização, se-máforos, das marcações da pavimentação,do limite do acostamento e até mesmo depessoas que estejam andando na pista. Bor-rifos da estrada podem dificultar mais a vi-são do que a chuva, principalmente se fo-rem em estrada suja.

Portanto, é recomendável manter em boascondições o limpador do pára-brisa e abas-tecido o seu depósito de água. Substitua aspalhetas do limpador do pára-brisa quandoapresentarem falhas, estiverem lascadas ouquando elas estiverem soltando fragmentosde borracha. Dirigir em alta velocidade emmeio a grandes poças d’água, ou mesmoapós o veículo ter sido lavado em autoposto,também pode trazer problemas. A água podeafetar os freios. Tente evitar as poças, masse não for possível, tente reduzir a velocida-de antes de atingí-las.

Os freios molhados podem resultar emacidentes. Os freios não funcionam bemem paradas súbitas e podem fazer o ve-ículo puxar para o lado, levando você aperder o controle sobre ele.

Após dirigir em meio a uma grande poçad’água ou após o veículo ter sido lavadonum posto de serviço, pressione levemen-te o pedal de freio até sentir que os freiosestão funcionando normalmente.

AquaplanagemO excesso de água sob os pneus cria con-dições para a ocorrência da aquaplanagem,que é muito perigosa. Isto poderá aconte-cer se houver muita água na pista e se vocêestiver em alta velocidade. Quando o veí-culo está aquaplanando, há pouco ou ne-nhum contato do pneu com a pista.

Pode ser que você não perceba a aqua-planagem, e até mesmo dirija durante al-gum tempo sem notar que os pneus nãoestão em contato constante com a pista.Você talvez perceba a aquaplanagem quan-do tentar reduzir a velocidade, fizer curvas,mudar de pista nas ultrapassagens ou sefor atingido por uma rajada de vento. Derepente, você se dará conta de que não con-segue controlar o veículo.

A aquaplanagem não é comum, mas poderáacontecer se a banda-de-rodagem dos pneusestiver excessivamente gasta. Poderá ocor-rer quando houver grande quantidade de águana pista. Se você notar reflexos das árvores,dos fios da rede elétrica ou de outros veícu-los, ou se as gotas de chuva formarem on-dulações na superfície da água, isto é sinalde que pode haver condições para ocorrên-cia da aquaplanagem.

A aquaplanagem geralmente acontece emvelocidades altas e não obedece a nenhu-ma regra definida. A melhor recomendaçãoé reduzir a velocidade quando estiver cho-vendo — e permanecer atento.

Outras recomendações sobretempo chuvoso• Acenda os faróis, para tornar-se mais vi-

sível aos outros motoristas.

• Fique atento aos veículos pouco visíveisque trafegam atrás de você. Se estiverchovendo forte, use os faróis mesmo du-rante o dia.

• Após reduzir a velocidade, mantenha dis-tância adequada. Seja cuidadoso especial-mente quando ultrapassar outro veículo.Espere que a pista esteja livre a sua fren-te e esteja preparado para enfrentar a mávisibilidade causada por borrifos de águana pista. Se os jatos forem muito fortes aponto de dificultar visão, recue. Não ultra-passe se as condições não forem ideais.Trafegar em velocidade mais baixa é me-lhor do que sofrer um acidente.

• Se for conveniente, use o desembaçador.

• Verifique periodicamente a espessura cor-reta das bandas-de-rodagem dos pneus.

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3-24

Dirigindo na neblinaA neblina pode ocorrer quando há muita umi-dade do ar ou geada forte. A neblina podeser tão leve que permita enxergar a cente-nas de metros adiante, ou pode ser tão es-pessa que limite a visão a apenas algunsmetros. A neblina pode aparecer de repentenuma estrada normal e tornar-se um poten-cial de perigo.

Quando você dirige na neblina, sua visibili-dade é rapidamente reduzida. Os maioresperigos são a colisão com o veículo à suafrente ou a colisão por trás. Tente percebera densidade da neblina na estrada. Se fordifícil enxergar o veículo à sua frente (ou, ànoite, se for difícil perceber-lhe as lanter-nas traseiras), é sinal de que a neblina estátornando-se espessa. Diminua a velocida-de para que o veículo que vem atrás de vocêtambém diminua a sua.

A frente de neblina espessa poderá estender-se apenas a alguns metros ou a muitos quilô-metros; você só poderá saber quando estiveratravessando-a. Tudo que você tem a fazer éenfrentar a situação com o máximo cuidado.Mesmo quando o tempo parece bom, às ve-zes pode haver neblina, principalmente à noi-te ou durante a madrugada, em estradas queatravessam vales ou áreas baixas e úmidas.Repentinamente você poderá ser envolvidopor uma neblina espessa que pode até obs-truir a visibilidade através do pára-brisa. Fre-qüentemente os faróis tornam possível notarestas ondas de neblina. Mas algumas vezesvocê é apanhado no alto de uma subida ou nofundo de algum vale. Acione o lavador e o lim-pador do pára-brisa para ajudar a limpar asujeira proveniente da estrada. Reduza a ve-locidade.

Recomendações para dirigirna neblinaQuando estiver dirigindo sob neblina, acen-da os faróis de neblina ou o farol baixo, mes-mo durante o dia. Você enxergará melhor eserá mais visível aos demais motoristas.

Não use farol alto. A luminosidade será re-fletida em você pelas gotas de água queformam a neblina.

Use o desembaçador. Quando a umidadefor alta, mesmo a leve formação de umida-de dentro dos vidros diminuirá sua já limi-tada visibilidade. Acione algumas vezes olavador e limpador do pára-brisa. Pode ha-ver formação de umidade fora dos vidros, eo que parece neblina na verdade talvez sejaumidade fora do pára-brisa.Considere comoelemento de alto risco a neblina espessa.Tente encontrar um local para sair da pista.

É claro que você precisa respeitar a propri-edade alheia, mas numa emergência é ne-cessário que você se isole dos outros veí-culos de qualquer maneira: colocando entreo seu carro e o outro, árvores, postes deiluminação e quaisquer outros elementosque encontrar; se for o caso, poderá preci-sar invadir terrenos, estradas particularesetc., tudo em função da segurança.

Se a visibilidade estiver próxima de zero evocê precisar parar, mas não tiver certezade estar fora da pista, acenda os faróis, aci-one o sinalizador de emergência e a buzi-na periodicamente ou quando notar apro-ximação de outro veículo.

Em condições de neblina, ultrapasse so-mente se tiver ampla visibilidade à frente ea ultrapassagem for segura. Mesmo assim,esteja preparado para recuar se perceberque a neblina à sua frente está mais es-pessa. Se outros veículos tentarem ultra-passar você, facilite a operação para eles.

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3-25

Dirigindo em viasexpressasQuilômetro a quilômetro, as vias expressas(qualquer que seja a denominação) são asrodovias mais seguras, entretanto todas têmregras especiais.

O conselho mais importante para quem vaidirigir em vias expressas é: acompanhe otráfego e mantenha-se à direita. Dirija àmesma velocidade que a maioria dos moto-ristas. Dirigir em velocidade muito mais altaou muito mais baixa interrompe o fluxo re-gular de trânsito. Use a pista esquerda so-mente para ultrapassagens.

Geralmente há uma rampa de acesso queleva à autopista. Se a visão estiver livre narampa de entrada, observe o tráfego. Cal-cule onde você vai entrar e adeqüe a veloci-dade do seu veículo com a velocidade dofluxo. Acione o sinalizador de direção, e ve-rifique os espelhos o máximo possível. En-tre no fluxo o mais regularmente possível.

Quando estiver na pista, observe os limitesde velocidade ou o fluxo, se estiver abaixodo limite. Mantenha-se à direita se não forultrapassar.

Antes de mudar de pista, verifique os espe-lhos retrovisores. Use o sinalizador de di-reção.

Antes de sair da pista, verifique se não háoutro veículo no ponto morto de visão.

Dirigindo na cidadeUm dos principais problemas nas cidades éa intensidade do tráfego. Esteja atento aosoutros motoristas e aos sinais de trânsito.

Veja como aumentar a segurança ao dirigirna cidade:

• Veja qual é o melhor trajeto e o melhorhorário para chegar onde você deseja.Use mapas da cidade e programe o traje-to para um local desconhecido, como sefosse dirigir em outros locais.

• Considere o sinal verde um sinal de aler-ta. O sinal de trânsito existe porque o trá-fego naquele cruzamento é muito pesa-do. Quando o sinal estiver verde, antesde sair, verifique aos lados se algum veí-culo não está no cruzamento ou se nãoultrapassou o sinal vermelho.

Na pista, mantenha uma distância segura.À noite dirija mais devagar.

Quando for sair da via expressa, aumente adistância em relação aos outros veículos.Se perder a saída, sob circunstância algu-ma pare ou dê marcha a ré. Dirija até a pró-xima saída.

A rampa de saída pode ser curva e algu-mas vezes, muito acentuada.

Geralmente há velocidade determinada paraas saídas.

Reduza a velocidade conforme o velocíme-tro e não conforme sua sensação de movi-mento. Após dirigir percursos longos em ve-locidades altas, você terá a impressão deestar dirigindo mais devagar do que real-mente está.

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3-26

Ao fazer longas viagensEmbora atualmente a maioria das viagenslongas seja feita em auto-estradas, mui-tas viagens longas ainda são feitas em ro-dovias comuns.

Os trajetos longos em auto-estradas e es-tradas comuns são de alguma forma seme-lhantes. A viagem deve ser planejada e oveículo precisa estar adequadamente pre-parado; a velocidade é mais alta do que adesenvolvida nas cidades e os trajetos sãomais longos. Sua viagem será agradável seo veículo estiver em boas condições. Eisalgumas recomendações para o sucessode uma viagem longa.

Antes de partir para umalonga viagemCaso você tenha condições, procure ficarbem descansado. Se for necessário dirigircansado, como, por exemplo, após um diade trabalho, faça planos para que o primei-ro percurso não seja muito longo. Para diri-gir, use roupas e sapatos confortáveis.

Seu veículo está pronto parauma longa viagem?Se você segue o Plano de Manutenção Pre-ventiva, a resposta é sim. Se for necessá-rio algum tipo de serviço, faça-o antes deviajar. Existem Concessionárias e OficinasAutorizadas Chevrolet especializadas emtodo território nacional para atendê-lo.

Antes de viajar, você deverá verificar osseguintes itens:

• Lavador do pára-brisa: O reservatórioestá abastecido? Os vidros estão limposinterna e externamente?

• Palhetas do limpador do pára-brisa:Estão em boas condições?

• Combustível, lubrificantes e outros flui-dos: Verificou o seu nível?

• Luzes: Todas se acendem? As lentes es-tão limpas?

• Pneus: São de vital importância para umaviagem segura e sem problemas. Asbandas-de-rodagem estão em condiçõesde viagem? Os pneus estão inflados àpressão recomendada?

• Previsão do tempo: Qual a previsão paraa área onde você estará viajando? Nãoseria recomendável atrasar um pouco aviagem para evitar alguma condiçãometeorológica crítica?

• Mapas: Seus mapas estão atualizados?

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3-27

Na estradaSe você não for o único motorista, alterneos períodos de viagem. Limite os percur-sos a aproximadamente 150 km ou duashoras ao volante. Passe o volante a outromotorista ou faça paradas para descanso.Saia do veículo e ande um pouco.

Durante a viagem, faça refeições leves. Asrefeições mais pesadas tornam as pesso-as sonolentas.

Nas rodovias de pistas duplas ou nas rodo-vias que não tenham separação de pistasou acesso por retorno ou desvio, estejaatento às situações incomuns em auto-es-tradas. Por exemplo, sinais ou luminososcom indicação Pare, postos de serviço comacesso direto à rodovia, zonas escolaresou de ultrapassagem proibida, cruzamen-tos em nível ou rotatórias, circulação depedestres e ciclistas, veículos estaciona-dos, obstáculos, lombadas e até mesmoanimais na pista.

Hipnose da estradaA condição de hipnose da estrada existerealmente ou apenas significa dormir ao vo-lante? Dê ao fenômeno o nome de hipnoseda estrada, falta de alerta ou o que quer queseja. Algo acontece nos trechos monótonose com o mesmo cenário que, somado aozumbido dos pneus, ronco do motor e ruídodo vento sobre o veículo, pode tornar o mo-torista sonolento. Não deixe que isto lheaconteça, pois o veículo pode sair da pistaem menos de um segundo, e você poderácolidir e ser ferido.

O que você poderá fazer com relação àhipnose da estrada? Primeiro, esteja cons-ciente da possibilidade deste tipo de ocor-rência.

Eis algumas recomendações:

• Certifique-se de que seu veículo estejabem ventilado e de que a temperatura in-terna seja confortavelmente branda.

• Mantenha os olhos em movimento. Olhea estrada, em frente e aos lados. Use fre-qüentemente os espelhos retrovisores everifique os instrumentos periodicamen-te. Isto pode ajudar e evitar a fixação doolhar em pontos únicos.

• Use óculos de sol. A intensidade excessi-va de luz pode causar sonolência. Mas nãouse os óculos à noite. À noite os óculosreduzem drasticamente a visão global nomomento em que você mais precisa dela.

• Se estiver sonolento, procure uma áreade repouso, posto de gasolina ou estacio-namento e descanse, faça um pouco deexercício ou os dois juntos. Para efeito desegurança, a tontura na estrada deve serconsiderada fator de risco.

• E como em qualquer situação em que es-tiver dirigindo, siga o fluxo do tráfego emantenha as distâncias adequadas.

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3-28

Eis algumas recomendações que podemproporcionar mais segurança e prazer àssuas viagens:

• Mantenha seu veículo em boas condições.Verifique o nível de todos os fluidos e tam-bém os freios, pneus e sistema de arrefeci-mento. Estes sistemas são muito solicita-dos nas estradas montanhosas.

• Saiba como descer os declives. Não useapenas os freios, use também o freio-motor para reduzir a velocidade. Para isso,mantenha o veículo engrenado. Quandodescer montanhas ou declives; desta for-ma você reduzirá a velocidade sem usarexcessivamente os freios.

Se você não usar freio motor, seusfreios esquentarão em demasia e po-derão perder a eficiência. Use uma mar-cha reduzida e deixe o motor ajudar osfreios nas descidas íngremes. É peri-goso descer montanhas em ponto-mor-to ou com a chave de ignição desligada.Seus freios precisarão executar toda afrenagem. Assim, eles poderão aque-cer-se demais e não funcionarão bem.Ao descer montanhas, mantenha a cha-ve de ignição ligada e uma marcha ade-quada engrenada.

Dirigindo em estradasmontanhosas e colinasDirigir em montanhas ou colinas íngremes édiferente de dirigir em terreno plano. Se vocênormalmente dirige em áreas rurais ou seestiver planejando uma visita a tais localida-des, alguns cuidados serão necessários.

• Saiba como subir estradas montanhosas.Você pode querer usar a marcha mais re-duzida. Contudo, para fins de arrefeci-mento do motor, mantenha a marchamenos reduzida possível para manter avelocidade desejada sem produzir exces-so de calor. Permaneça em sua pistaquando estiver trafegando em estradasde montanha com mão dupla. Não trafe-gue pela pista oposta ou pelo meio daestrada. Dirija a velocidades que permi-tam a permanência em sua pista. Destaforma, você não será surpreendido poralgum veículo vindo pela mesma pista emdireção contrária. A ultrapassagem nassubidas geralmente é mais demorada.Mantenha maior distância nas ultrapas-sagens. Facilite a ultrapassagem de ou-tros veículos.

• Seja cauteloso ao subir montanhas, poissua pista poderá estar obstruída por algumacidente ou veículo parado por defeito.

• As rodovias montanhosas podem apre-sentar sinalizações especiais. Comoexemplo, citamos os declives abruptos,zonas de ultrapassagem proibida, áreacom deslizamentos de pedras ou trechossinuosos. Esteja atento a estes sinais eaja corretamente.

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3-29

Estacionamento em morrosou montanhasOs morros ou montanhas apresentam paisa-gens belíssimas, mas seja especialmentecuidadoso quanto ao local onde estacionarpara apreciar a paisagem e tirar fotografias.Procure locais de estacionamento apropria-dos para isso. (Procure nesta seção outrasinstruções sob Freio de estacionamento).

Ao estacionar em estrada montanhosa, vocêpoderá fazer algo mais para sua seguran-ça; esterce as rodas dianteiras para impe-dir que o veículo desça colina abaixo ou saiada pista, no caso de ele movimentar-se en-quanto estacionado.

Estacionando em descidasEsterce as rodas para a direita.

Não é preciso encostar as rodas em algumobstáculo, mesmo havendo algum. Um levecontato é o quanto basta.

Freio de estacionamento datransmissão automáticaSe você estiver estacionado num declive e aalavanca seletora de marchas estiver naposição P (estacionamento) antes que ofreio de estacionamento seja acionado, opeso do veículo poderá exercer muita forçasobre a trava de estacionamento da trans-missão automática. Pode ser difícil removera alavanca seletora da posição P (estacio-namento). Isto é conhecido por trava detorque. Para evitar tal condição, o freio deestacionamento deverá ser acionado antesde mover-se a alavanca seletora para a po-sição P.

Ao começar a dirigir, remova a alavancaseletora da posição P antes de desaplicaro freio de estacionamento. Primeiramente,ajuste o freio de estacionamento; a seguirremova a alavanca da posição P, mesmoem pistas planas.

Se ocorrer a trava de torque, peça a outromotorista que empurre seu veículo um pou-co na subida, para liberar parte da pressãoda transmissão automática, ao mesmo tem-po em que você remove a alavanca seletorada posição P.

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3-30

Se você estiver subindo uma via de mão úni-ca e estiver estacionando no lado esquer-do, suas rodas deverão ser esterçadas paraa direita. Se não houver obstáculo para es-tacionar numa subida, esterce as rodas paraa direita.

Estacionando em subidasSe houver um obstáculo, esterce as rodaspara a esquerda se o obstáculo estiver àdireita de seu veículo.

Estacionamento sobrematerial combustível

Se algum material combustível entrar emcontato com peças do escapamento sobo veículo ou estiver próximo delas, podeincendiar-se. Não estacione sobre papel,folhas, grama seca e outro material in-flamável.

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4-1

Antes de dirigir o veículo 4Página

Painel dianteiro ......................................................... 4-2

Chave ......................................................................... 4-3

Sistema de imobilização do motor ......................... 4-4

Portas ......................................................................... 4-5

Abertura da tampa do porta-malas .......................... 4-6

Alarme antifurto ........................................................ 4-7

Vidros das portas ..................................................... 4-9

Espelhos retrovisores ............................................ 4-10

Interruptor de ignição e partida ............................. 4-11

Botão das luzes ...................................................... 4-11

Alarme sonoro das luzes ....................................... 4-12

Faróis ....................................................................... 4-12

Página

Luzes de iluminação interna ................................. 4-13

Sinalizador de direção e luz indicadora dosinalizador de direção ............................................ 4-14

Sinalizador de advertência .................................... 4-14

Buzina ...................................................................... 4-14

Limpador do pára-brisa .......................................... 4-15

Lavador do pára-brisa ............................................ 4-15

Transmissão manual .............................................. 4-16

Freio de estacionamento ........................................ 4-16

Motor ....................................................................... 4-17

Painel de instrumentos .......................................... 4-18

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4-2

Painel dianteiro

17 Interruptor de ignição e partida(não visível)

18 Pedal do acelerador19 Pedal do freio20 Buzina21 Pedal da embreagem22 Caixa de fusíveis23 Alavanca de destravamento do capô

8 Indicador de dupla/tripla função9 Interruptor do sinalizador de advertência

10 Difusores centrais de ar11 Comandos de aquecimento e

ventilação/refrigeração12 Air bag13 Porta-luvas14 Interruptor de recirculação de ar15 Rádio/toca-fitas16 Tomada para acessórios e porta-objetos

1 Botão das luzes2 Desembaçadores laterais para os vidros

dianteiros3 Difusores laterais de ar4 Interruptor do farol de neblina

(se disponível)5 Alavanca dos sinalizadores de direção,

lampejador do farol e farol alto6 Painel de instrumentos7 Alavanca do interruptor do limpador e

lavador do pára-brisa e do vidro traseiro

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4-3

ChaveUma única chave serve para todas as fe-chaduras do veículo e para a ignição.

São fornecidas duas chaves, sendo umachave de reserva, que possui o seu códigode identificação. Anote o código de identifi-cação e guarde a chave de reserva em lo-cal seguro, mas não no veículo. Isto evitaráque pessoas estranhas possam obter umacópia da chave.

A solicitação de uma duplicata da chave, nocaso de extravio, só será possível com o có-digo de identificação da chave.

Apenas a utilização de duplicata da chaverequisitada nas Concessionárias ou Ofici-nas Autorizadas Chevrolet garante o funcio-namento correto do sistema de imobilização.Elas irão evitar despesas desnecessáriase problemas relacionados à segurança naeventualidade de danos bem como proble-mas decorrentes de reclamações em ga-rantia.

Deixar crianças no interior do veículo coma chave na ignição, pode causar aciden-tes sérios.As chaves permitirão o funcionamentodos vidros elétricos e outros controles,ou até mesmo movimentar o veículo.

Se for necessário manter a chave no con-tato da ignição, após o desligamento domotor, é preciso retirar a chave do conta-to e colocá-la novamente, para que o cir-cuito eletrônico da chave não consumacorrente. Esse consumo pode ocasionardescarga da bateria.

Códigos indicados no INFOCARDO INFOCARD é um cartão senha fornecidocom o veículo que contém os seguintes có-digos fundamentais em caso de serviço:

• Número de identificação do veículo (VIN)• Segurança• Imobilizador• Chave• Rádio

Não deixe o INFOCARD no interior do veí-culo.

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4-4

Quando a ignição for ligada, o indicador decontrole para o sistema de injeção eletrônica

se acende brevemente. Caso ele fiquepiscando com a ignição ligada, existe algu-ma anomalia no sistema. Não poderá serdada partida ao motor.

Gire a chave de ignição para a posição �,espere aproximadamente dois segundos,a seguir repita o procedimento de partidaao motor.

Se o indicador de controle continuar pis-cando, consulte uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet.

Se o indicador de controle para o sistema deinjeção eletrônica se acender após tersido dada partida ao motor, existe alguma ano-malia no sistema de injeção eletrônica.

O sistema de imobilização do motor não tra-va as portas. Desta forma, após deixar oveículo, trave sempre as portas e acione osistema antifurto.

Todo veículo equipado com imobilizador pos-sui um cartão-senha (INFOCARD) que in-clui todos os dados do veículo; devido aisto, ele não deverá permanecer dentro doveículo.

Mantenha o cartão-senha (INFOCARD) amão sempre que consultar uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet.

Sistema de imobilizaçãodo motorProtege o veículo contra roubos através deum sistema eletrônico que inibe a partidado motor.

Para ativar: Desligue o motor e gire a cha-ve para a posição �.

Para desativar: Gire a chave até a posição II(ignição ligada): desta forma, poderá ser dadapartida ao motor.

A única forma de desativação do sistema é adescrita anteriormente, desta forma, mante-nha a chave de reserva em um local seguro.

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4-5

A fechadura não voltará à posição de des-travada se, ao fechar-se a porta, a maça-neta for acionada simultaneamente.

Em caso de colisão, se as portas estive-rem travadas, estas serão automaticamentedestravadas (permitindo assim um auxílioexterno), desde que a ignição não estejadesligada. Se o sistema sofrer sobrecargadevido a repetidos acionamentos em pe-quenos intervalos, o fornecimento de cor-rente ficará interrompido durante 30segundos aproximadamente.

Sistema central de controledas fechadurasEste dispositivo atua nas portas dianteiras etraseiras do veículo.

Para travar, gire a chave no sentido horáriona fechadura (nas portas dianteiras) ouabaixe o pino de trava (na porta do lado domotorista).

Para destravar, gire a chave no sentido anti-horário na fechadura (nas portas diantei-ras) ou levante o pino de trava (em umadas portas dianteiras).

Se a porta do lado do motorista for travadainadvertidamente, a fechadura voltará à po-sição aberta ao fechar-se a porta, o que evi-tará a desagradável situação de o veículoficar trancado com a chave no seu interior.

PortasTravamento das portasPara travar ou destravar as portas pelo ladoexterno do veículo, utilize a chave. Estan-do no interior do veículo, levante o pino detrava para destravar e abaixe-o para travar.

Se a porta do lado do motorista for travadainadvertidamente, a fechadura voltará àposição de destravada ao fechar-se a por-ta, o que evitará a desagradável situaçãode o veículo ficar trancado com a chave noseu interior.

A fechadura não voltará à posição de des-travada se, ao fechar-se a porta, a maça-neta for acionada simultaneamente.

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4-6

Abertura da tampa do porta-malasO rasgo da fechadura permanece semprena posição vertical. O destravamento é feitogirando a chave no sentido anti-horário.

Para evitar que a chave fique trancada noporta-malas, a mesma não deverá serretirada do cilindro da fechadura da tam-pa do porta-malas até que esta seja fe-chada.

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4-7

Sistema de autodiagnoseApós ativado o alarme, o equipamento veri-fica todo o sistema durante aproximadamen-te 10 segundos. Se for detectada algumafalha durante este tempo o diodo luminoso(LED) (seta), piscará a intervalos regulares.

O sistema de autodiagnose facilita a detec-ção da falha rapidamente.

Diodo luminoso (LED)• Luz acesa por 10 segundos: Sistema ati-

vado para verificação do sistema.

• Luz acesa por 1 segundo: Sistema desa-tivado.

• Luz pisca regularmente durante 10 se-gundos: Portas, capô do motor e tampado porta-malas abertos ou falha do siste-ma.

• Luz pisca irregularmente: Sistema ati-vado.

• Luz não pisca: Sistema desativado.

Ativação do sistemaPara ativar o alarme antifurto faça o seguinte:

1. Feche os vidros, teto solar (se equipado)portas, tampa do porta-malas e capô domotor.

2. Acione o alarme. A luz do LED ficará ace-sa por 10 segundos. O sistema estaráativado. A luz do LED piscará a interva-los irregulares até a desativação do sis-tema.

Alarme antifurtoDestina-se à proteção dos seguintes equipa-mentos/componentes/condições:

• Portas, tampa do porta-malas e capô domotor.

• Ignição e partida.

• Tentativa de ligação direta.

Ativação do sistemaO sistema é ativado simultaneamente como travamento das portas.

Posição A: Ativado.

Posição B: Desativado.

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Disparo do alarmeO disparo do alarme será identificado atra-vés de:

• Sinal acústico (buzinas, durante 30 segun-dos).

• Sinal visual (sinalizadores de direção queacenderão durante 5 minutos).

Inibidor do sensor de movimentodo sistema de alarme antifurto(ultra som)Esta seqüência é recomendada para casosem que forem deixadas pessoas ou animaisdentro do veículo:

1. Feche a tampa do porta-malas e o capôdo motor.

2. Pressione o botão do sensor (seta), lo-calizado na lente da luz de iluminaçãodo compartimento de passageiros. Comisto, a luz do LED piscará regularmentepor 10 segundos.

3. Feche as portas e acione o alarme.

4. A luz do LED ficará acesa por aproxi-madamente 10 segundos e se apagará.Nessa condição, o sistema estará ativa-do sem a monitoração dos vidros.

Abertura da tampa do porta-malascom alarme ativadoPara abrir, gire a chave no sentido anti-horá-rio (seta).

Ao abrir a tampa do porta-malas, a luz doLED, situada no centro do painel de instru-mentos, piscará rapidamente por, aproxima-damente, 10 segundos, voltando, após esteperíodo, a piscar de forma regular.

Nesta situação, o alarme antifurto do porta-malas ficará temporariamente inibido,voltando ao funcionamento normal após ofechamento da tampa do porta-malas.

Ao fechar a tampa do porta-malas, a luz doLED ficará acesa continuamente por, aproxi-madamente, 10 segundos, voltando, apóseste período, a piscar de forma regular.

O alarme antifurto das portas não poderáser ativado ou desativado através da fecha-dura da tampa do porta-malas.

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Vidros das portasAcionamento manualGire a manivela para abrir ou fechar.

Acionamento elétrico dos vidrosdas portasSó funciona com a ignição ligada.

Este sistema é comandado por interruptoressituados no descansa-braço da porta do mo-torista e por interruptor adicional na portadianteira do lado direito.

S-273

Desativação do sistemaO alarme somente é desativado através dointerruptor localizado na fechadura da portado motorista pelo acionamento da chave.Portanto é conveniente conservar uma cha-ve extra em local seguro e acessível.

Se o acionamento e desacionamento for efe-tuado várias vezes em curtos intervalos detempo poderá ocorrer a inibição do sistemade alarme e do sistema central de travamentodas portas e o retorno às condições normaissó acontecerá após alguns segundos.

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4-10

Espelhos retrovisoresEspelhos manualmente ajustáveisAjuste o espelho interno e os externos econfira sua correta posição sempre que forconduzir o veículo.

O espelho retrovisor interno é do tipo anti-ofuscante, para maior segurança em viagensnoturnas.

Os espelhos retrovisores externos são fa-cilmente ajustáveis por meio de reguladoresno interior do veículo.

O interruptor do lado direito, situado na portado motorista, comanda o vidro da porta dolado direito e o interruptor do lado esquerdocomanda o vidro da porta do motorista.O levantamento dos vidros é feito através doacionamento da parte anterior do interruptore o abaixamento através da parte posteriordo interruptor.Uma pressão no 1o estágio do interruptor deacionamento propicia a abertura ou fecha-mento do vidro. Para abertura automática dovidro da porta do motorista, pressione o in-terruptor até o 2o estágio; para interromper omovimento de descida do vidro, aperte nova-mente a parte anterior do interruptor.

• Ao acionar os comandos elétricos dosvidros, existe o perigo de ferimentos,particularmente em crianças. Partes docorpo humano ou objetos poderão ficarpresos entre o vidro e a porta na oca-sião do fechamento.

• Tenha certeza de que todos os ocu-pantes do veículo saibam como se ope-ram os vidros corretamente.

• Feche os vidros somente depois de tercerteza que não existe nenhum objetoimpedindo o fechamento.

• Antes de deixar o veículo, retire a cha-ve da ignição.

Os objetos vistos pelos espelhosretrovisores externos parecerão meno-res e mais distantes do que estão na rea-lidade, devido à convexidade das lentes.Conseqüentemente é possível subesti-mar a distância real em que se encontraum veículo refletido pelo espelho.

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4-11

Interruptor de ignição epartidaA chave de ignição pode ser girada para qua-tro estágios.

� = Direção travada, ignição desligada.

I = Direção destravada, ignição desliga-da.

II = Ignição ligada.

III = Partida (caixa-de-mudanças emponto-morto).

Antes de dar a partida ao motor, certifique-se de estar familiarizado com o funcionamen-to dos diversos controles e instrumentos.

Destravamento e travamento dadireçãoPara destravar, gire ligeiramente o volantee mova a chave para a posição I.

Para travar a direção, retire a chave a par-tir da posição �. A seguir mova o volanteaté ouvir o característico ruído detravamento.

Botão das luzesO botão das luzes pode ser colocado emquatro posições:

0 = Desligado.

= Acendem-se as luzes de estaciona-mento, de iluminação do painel deinstrumentos.

= Acendem-se os faróis.

= Puxe: acende-se a luz de iluminaçãodo compartimento dos passageiros.

Nas posições e as luzes de estacio-namento e a luz da licença acendem.

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4-12

Alarme sonoro das luzesEste alarme adverte o motorista quando eleesquece o botão das luzes acionado (comluzes de estacionamento ou os faróis ace-sos), após desligada a ignição, através deum sinal sonoro.

Atua automaticamente quando, com a ig-nição desligada e com as luzes de estacio-namento ou faróis ligados, a porta domotorista estiver aberta.

FaróisFarol baixoAo girar o botão das luzes na posição , ofarol baixo se acenderá.

Farol altoCom o botão das luzes movido para a posi-ção , o facho alto dos faróis é obtido em-purrando-se a alavanca para a frente. Paravoltar à condição de facho baixo, puxe a ala-vanca de volta à posição de repouso.

Lampejador do farolÉ usado para dar sinais de luz com os fa-chos altos dos faróis. Para isto, puxe a ala-vanca no sentido do volante da direção.

O lampejador do farol pode ser acionadoao mesmo tempo em que funcionam os si-nais de direção.

O facho de luz do farol baixo é projetadode modo a iluminar determinadas regiõescom maior intensidade, privilegiando avisualização das placas de sinalização ereduzindo o efeito de ofuscamento paraos condutores de veículos no sentidocontrário. Tais regiões e intensidades daluz são normalizadas (resolução doCONTRAN 680/87) e os faróis de seuveículo foram projetados visando aten-der às normas de segurança veicular epropiciar uma melhor performance de ilu-minação.Portanto, eventuais diferenças visuais naforma dos fachos, quando projetados emum anteparo ou parede, são resultado dacondição do projeto ótico acima descrito.Em caso de dúvidas, recomenda-se diri-gir-se a uma Oficina ou ConcessionáriaAutorizada Chevrolet.

Facho de luz do farol baixo

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4-13

Luzes de iluminação internaLuz de cortesia do tetoÉ ligada quando se abre uma das portas.

Para manter a iluminação interior ligada, mes-mo com as portas do veículo fechadas, puxeo botão das luzes .

Iluminação dos instrumentosdo painelOs instrumentos do painel se iluminam como botão das luzes na posição .

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4-14

Sinalizador de advertência Pressionando-se a tecla do interruptor ,ligam-se todas as luzes dos sinalizadoresde direção. Ao ser novamente pressionadaa tecla, as luzes dos sinalizadores de dire-ção se apagam.

Para facilitar a localização da tecla do in-terruptor, a sua superfície vermelha fica ilu-minada permanentemente logo que a igniçãoé ligada. Quando o sistema está em funcio-namento, a luz de aviso da tecla do inter-ruptor atua simultaneamente com as quatroluzes sinalizadoras de advertência.

Esta sinalização só deverá ser usada emcasos de emergência e com o veículoparado.

Sinalizador de direção e luzindicadora do sinalizadorde direção Movendo-se a alavanca dos sinalizadores dedireção para cima, acendem-se as luzes quesinalizam conversão à direita. Movendo-se aalavanca para baixo, passam a atuar ossinalizadores de conversão à esquerda.

O retorno da alavanca do sinalizador de di-reção à posição de repouso faz-se auto-maticamente quando o volante volta àposição inicial. Este retorno automático nãose verificará ao fazer-se uma curva aberta,como em uma mudança de faixa derodagem. Nestas situações, basta pressio-nar ligeiramente a alavanca até sentir leveresistência. Cessando a pressão, a alavan-ca voltará à posição normal.

BuzinaPara acioná-la, pressione qualquer dos pon-tos .

Evite pressionar a almofada central dovolante para que não ocorra deformaçãoe afundamento da cobertura do sistema“Air bag”.

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4-15

Lavador do pára-brisa Para esguichar água do reservatório no pára-brisa, puxe a alavanca no sentido do volantede direção. Enquanto é acionada, ocorrem oesguicho da água e o movimento daspalhetas; ao ser liberada, ocorrem ainda al-guns movimentos.

Limpador do pára-brisa A alavanca de acionamento do limpador dopára-brisa pode ser movida para quatro po-sições:

= Desligado.

= Funciona intermitentemente.

= Funciona continuamente em baixa ve-locidade.

= Funciona continuamente em alta ve-locidade.

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Transmissão manualPosições da alavanca demudanças• = Ponto morto.

1 a 5 = Primeira a quinta marchas.

R = Marcha a ré.

Marcha a réPressione o pedal da embreagem, puxe oanel (seta) para cima e empurre a alavan-ca para a posição R.

Nunca engrene a marcha a ré com o veí-culo em movimento.

Coloque a alavanca de mudanças na po-sição R (ré) somente com o veículo paradoe alguns segundos após pisar no pedal deembreagem.

Marchas à frentePressione o pedal da embreagem e movaa alavanca de mudanças conforme o es-quema.

Se a marcha não engrenar facilmente, retor-ne a alavanca ao ponto morto e retire o pé dopedal da embreagem, pise novamente emova a alavanca.

Ao mudar de 4ª para 5ª marcha, exerça pres-são para a direita ao desengrenar a 4ª mar-cha.

Ao mudar para uma marcha inferior, não ace-lere o motor até uma rotação muito alta.

Ao mudar de 5ª para 4ª marcha, não exerçapressão para a esquerda. Freio de estacionamento

Liberação do freioForce ligeiramente a alavanca para cima,comprima o botão na extremidade da ala-vanca (seta) e empurre esta para baixo atéque a luz indicadora do painel se apague.

O freio de estacionamento atua mecanica-mente nas rodas traseiras e fica automati-camente aplicado quando acionado.

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4-17

MotorPartida e funcionamentodo motor• Certifique-se de que a alavanca de mu-

danças esteja em ponto morto.

• Não pise no acelerador. Para aliviar a cargasobre o motor e facilitar a partida acione opedal da embreagem.

• Gire a chave para a posição III somenteaté ocorrer o giro completo do motor.

• Nunca dê partida ao motor por mais de10 segundos ininterruptamente.

• Se eventualmente o motor não pegar naprimeira tentativa, desligue a chave,aguarde 5 segundos e volte a dar a partidasem pisar no acelerador.

• Não insista se o motor não pegar apósalgumas tentativas. Procure descobrir acausa antes de acioná-lo novamente.

• O motor trabalha em conjunto com equi-pamentos eletrônicos no seu veículo.Se você adicionar equipamentos elétri-cos ou acessórios, poderá alterar aperformance do sistema de injeção decombustível. Antes de instalar tais equi-pamentos, procure uma Concessioná-ria ou Oficina Autorizada Chevrolet.Caso contrário, seu motor poderá nãoter o rendimento adequado.

• Um pequeno aumento na rotação damarcha lenta com o motor frio é nor-mal, estabilizando-se em seguida.

• Este veículo não possui afogador devidoao sistema de injeção eletrônica de com-bustível que atua automaticamente duran-te as partidas em qualquer condição detemperatura do motor.

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4-18

Painel de instrumentosTacômetroO tacômetro indica o número de rotações porminuto do motor (a leitura correta é feita mul-tiplicando-se o número indicado por 1.000).

Branco = faixa normal.

Para uma condução econômica, dirija o veí-culo, se possível, em cada marcha a umabaixa rotação do motor (entre aproximada-mente 2.000 e 3.000 rpm) e mantenha velo-cidade uniforme.

Vermelho = faixa de perigo.

Evite atingir a faixa vermelha; isto poderesultar em danos ao motor.

VelocímetroIndica a velocidade do veículo em quilôme-tros por hora.

Hodômetro totalRegistra o total de quilômetros percorridospelo veículo.

O hodômetro total é iluminado quando éaberta a porta do motorista.

Hodômetro parcial/relógio digital(quando disponível)O hodômetro parcial indica a distância per-corrida pelo veículo, num determinado traje-to. Para retornar a zero, pressione o botãodo hodômetro parcial por um período maiorque 2 segundos.

Para alternar as funções de hodômetro par-cial e relógio digital, pressione brevemente obotão localizado do lado do velocímetro.

Relógio digital – ajuste

O ajuste de horas e minutos é feito pressio-nando o botão localizado ao lado do velocí-metro, na seguinte seqüência:

Botão Operação

1ª Pressione por mais Os dígitos dede 2 segundos horas piscam

2ª Pressione por menos O númerode 2 segundos aumenta

3ª Pressione por mais Os dígitos dede 2 segundos minutos piscam

4ª Pressione por menos O númerode 2 segundos aumenta

O modo de ajuste do relógio é finalizado se obotão não for pressionado por um períodomaior que 2 segundos.

Botão do hodômetro parcial

Zera o hodômetro parcial ao ser pressiona-do por um período maior que 2 segundos, oualtera as funções de hodômetro parcial pararelógio digital (se disponível) ao ser pressio-nado por um período menor que 2 segun-dos.

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4-19

Indicador de carga da bateria Esta luz se acende quando a ignição é li-gada e se apaga depois que o motor co-meça a funcionar à medida que aumentamas rotações.

Se esta luz indicadora permaneceracesa com o motor ligado, é sinal que abateria não está sendo carregada e oarrefecimento do motor poderá tambémser interrompido. Consulte uma Conces-sionária ou Oficina Autorizada Chevroletimediatamente.

Indicador do sistema de freio Acende-se quando o nível de fluido defreio está muito baixo (consulte seção 7sob Freios). Procure uma Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet, imedia-tamente. Como confirmação de funciona-mento da luz indicadora, esta se acendequando se liga a ignição, ou quando seaciona o freio de estacionamento.

Indicador de combustível Este indicador funciona com a ignição ligada.Quando o ponteiro atingir a faixa vermelha daescala do indicador de combustível, o tanqueestará quase vazio e a luz de advertência donível de combustível na reserva pisca.Abasteça imediatamente.Para proceder ao abastecimento corretamen-te siga as instruções na Seção 7 sob Tanquede combustível.Quando o ponteiro atingir a extremidade di-reita da escala, o tanque estará cheio.

Esta luz deve acender ao ligar a igni-ção e apagar em seguida. Caso isto nãoocorra, procure uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet.

Dirigir em aclive, declive, aceleração, fre-nagem e curva acentuada provoca oscila-ção na indicação do nível de combustível.

A condição ideal para leitura da indicação donível de combustível ocorre com o veículonivelado e não sujeito a acelerações comocurvas, frenagens, etc. Estando o veículo emmovimento, a indicação do nível de combus-tível pode sofrer ligeira alteração; deve-se,portanto, aguardar a condição ideal para seter a melhor informação quanto ao conteúdono tanque.

Indicador de anomalia no sistemade injeção eletrônica Esta luz se acende quando a ignição é ligada edurante a partida e apaga-se imediatamenteapós o motor entrar em funcionamento.

As funções de injeção, ignição, marcha lentae corte em desaceleração são controladoseletronicamente.

Seu acendimento enquanto o veículo se des-loca indica a existência de uma anomalia.Neste caso, o sistema eletrônico muda paraum programa de emergência que permite acontinuação do percurso.

Logo que possível procure uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet. Nãodirija por um período de tempo muito prolon-gado com a luz indicadora de anomalia acesa,pois isto poderá danificar o catalisador,aumentar o consumo de combustível eprejudicar a dirigibilidade do veículo.

Se a luz indicadora se acender por brevesinstantes e apagar-se, trata-se de uma situa-ção que não deve causar preocupações.

Indicador do farol alto/lampejador Esta luz se acende quando os fachos altosdos faróis estão acesos e quando o lampe-jador do farol é acionado.

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4-20

Sistema ‘‘Air bag’’ (Veja a Seção 2, sob Sistema ‘‘Air bag’’).

Tensionadores dos cintos desegurança (dianteiros) (Veja a Seção 2, sob Tensionadores doscintos de segurança).

Indicador da pressão de óleo domotor Esta luz se acende quando a ignição é ligadae se apaga depois que o motor entrar emfuncionamento.

Se a luz se acender, pare imediatamente omotor, pois poderá ter havido uma interrup-ção no funcionamento do sistema de lubrifi-cação. Consulte uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet, para que sejasolucionado o problema.

Indicadores dos sinalizadoresde direção Estes indicadores piscam quando o sinali-zador de direção é acionado para esquerdaou para a direita. Se a luz indicadora pis-car com freqüência maior que a normal, istoindica o não funcionamento de uma daslâmpadas dos sinalizadores de direção.

Os indicadores piscam também quando éacionado o botão do sinalizador de adver-tência.

Indicador de temperatura dolíquido de arrefecimento Esteja sempre atento a este indicador, pois oexcesso de calor é um dos fatores mais pe-rigosos para a saúde do seu motor.

Ponteiro na faixa esquerda. O motor não atin-giu a sua temperatura ideal de funcionamento(frio).

Ponteiro na faixa intermediária. O motor jáalcançou a temperatura adequada defuncionamento (normal).

Ponteiro na faixa vermelha. Temperatura ele-vada (superaquecido). Pare o motor, verifi-que o nível do líquido de arrefecimento (vejaa Seção 7, sob Sistema de arrefecimento).

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5-1

Controles e equipamentos 5Página

Capô do motor .......................................................... 5-2

Rádio/toca-fitas ......................................................... 5-6

Antena ........................................................................ 5-6

Tomada para acessórios .......................................... 5-6

Página

Porta-objetos ............................................................. 5-6

Aquecimento e ventilação ........................................ 5-7

Condicionador de ar ............................................... 5-11

Transmissão automática ........................................ 5-15

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5-2

Capô do motorPara abrir:Para abrir o capô, puxe a alavanca de co-mando de trava, situada do lado esquerdo,por baixo do painel de instrumentos. O capôficará parcialmente aberto e preso apenasno trinco (certifique-se que a alavanca retor-nou à posição inicial).

Para abrir completamente, levante a travado trinco de segurança, localizada ligeira-mente à esquerda (a partir do centro), vis-ta a partir da frente do veículo.

Para manter o capô aberto, introduza a varetade suporte no orifício do capô.

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5-3

Para fechar:

Antes de fechar o compartimento do mo-tor, certifique-se de que todas as tam-pas de enchimento estejam posicionadas.

• Superfícies lisas e levemente arredonda-das produzem um baixo coeficiente depenetração aerodinâmica.

• Boa performance e baixo consumo decombustível.

• Colunas estruturais estreitas que permi-tem boa visibilidade panorâmica.

• Barras de proteção lateral nas portas paraproteger os ocupantes do veículo em casode colisão lateral.

Solte a haste de sustentação e coloque-aem seu alojamento. A seguir, abaixe o capôgradualmente, deixando-o finalmente cair poração do próprio peso.

Verifique sempre se o capô ficou bem fecha-do procurando erguê-lo.

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5-4

• Os ventiladores ou outras peças mó-veis do motor podem causar ferimentosgraves. Mantenha as mãos e roupas dis-tantes de peças móveis quando o mo-tor estiver em funcionamento.

• Produtos inflamáveis em contato comas peças aquecidas do motor podemincendiar-se. Estes produtos incluemlíquidos como, por exemplo, gasolina,lubrificantes, álcool, fluido do freio eoutros, bem como plásticos e borra-cha. Tome cuidado para não borrifar oupingar produtos inflamáveis sobre omotor aquecido.

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5-5

Ventilação e recirculação de ar• Quatro difusores de ar permitem que o flu-

xo de ar seja ajustado conforme a neces-sidade.

• O sistema pode operar de forma a nãopermitir a entrada de odores desagradá-veis vindos do exterior do veículo fazen-do com que se tenha recirculação de ardo compartimento de passageiros.

• Eficiente desembaçamento do pára-bri-sa e dos vidros laterais.

Condicionador de ar• Máximo conforto no compartimento de pas-

sageiros em todas as condições climáticase em qualquer temperatura externa.

• Com o sistema do condicionador de ar li-gado, a umidade interna é removida.

• Líquido refrigerante não contém CFC.

• Ventilação do compartimento de passagei-ros sem correntes de ar.

• Circulação de ar limpo por todo comparti-mento de passageiros.

• Exaustão do ar do compartimento de pas-sageiros por válvulas existentes nas co-lunas das portas.

• Ventilação no porta-malas.

• Ventilação forçada de ar no compartimen-to de passageiros por meio de um venti-lador radial de 4 velocidades.

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5-6

AntenaA antena do sistema de áudio está embutidano pára-brisa.

Tomada para acessórios(quando disponível)Existe uma tomada de 12V junto ao porta-objetos que permite conectar aparelhos elé-tricos, tais como telefones celulares e outrosacessórios. O fornecimento máximo de ener-gia para o aparelho não deve exceder 120watts.

Não conecte aparelhos que forneçamenergia elétrica para o soquete como, porexemplo, baterias.

Conveniência: se desejar, você pode substi-tuir a tomada para acessórios adquirindo umkit de acessórios, contendo o cinzeiro e acen-dedor de cigarros que serão instalados nopainel central de seu veículo. Consulte umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet.

Caso deseje utilizar telefones móveis nointerior do veículo, recomendamos a ins-talação de antena externa, visando redu-zir riscos de interferência das ondas detransmissão de aparelhos celulares (altafreqüência) com os sistemas eletrônicosdo veículo.

Porta-objetos (quandodisponível)Situado no painel central, é utilizado paraacomodar pequenos objetos.

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5-7

Aquecimento e ventilaçãoO sistema misturador de ar permite dosar aquantidade de ar quente com ar frio, a fimde que a temperatura possa ser rapidamen-te regulada e mantida constante a qualquervelocidade. O fluxo de ar é determinado pelavelocidade do veículo e pelo ventilador.

Interruptorgiratórioesquerdo Temperatura

Para a direita Fluxo de ar mais quente

Para a esquerda Fluxo de ar mais frio

Grupo de interruptores

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5-8

Entrada de arAs entradas de ar externo, abaixo do pára-brisa devem estar livres de folhas de árvo-re e sujeiras.

Ajuste dos difusores de arcentraisProporciona ventilação agradável para a re-gião da cabeça com ar à temperatura am-biente ou ligeiramente aquecido, dependendoda posição do interruptor de regulagem datemperatura.

Abra os difusores por meio do disco recar-tilhado de regulagem. Com o disco recar-tilhado girado para baixo, os difusores estãofechados. A entrada de ar é aumentada li-gando-se o ventilador.

O fluxo de ar pode ser direcionado, moven-do as grades dos difusores de ar conformedesejado.

Interruptorgiratóriodireito Distribuição do ar

Fluxo de ar para desembaçaro pára-brisa

Fluxo de ar para desembaçaro pára-brisa e para a regiãodos pés

Fluxo de ar para a região dospés

Fluxo de ar para a região dacabeça

Interruptor giratóriocentral4 velocidades Ventilador

Desligado

4 Rotação máxima

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5-9

Defletores paradesembaçamento dos vidrosGire o interruptor de distribuição do ar paraa posição ou .

O ar quente ou frio é dirigido para o pára-brisa ou para os vidros laterais (principal-mente para a área do espelho retrovisorexterno).

Para obter melhor resultado feche os difu-sores centrais de ventilação.

Recirculação do arAlavanca situada abaixo dos interruptoresdo aquecimento:

Alavanca para a direita: Ligado

Alavanca para a esquerda: Desligado

Ligue o sistema, em casos de odores de-sagradáveis vindos de fora do veículo.

O sistema de recirculação do ar interrom-pe a entrada do ar externo, sendo o ar dointerior do veículo forçado a circular pelaligação adicional do ventilador.

Deve-se ligar o sistema por pouco tempodevido ao aumento da umidade e deterio-ração do ar.

Ajuste dos difusores de arlateraisDependendo da posição do interruptor decontrole de temperatura, ar frio ou aqueci-do será encaminhado para o interior do ve-ículo através de dois difusores.

Os difusores são abertos por meio do dis-co recartilhado de regulagem. Com estedisco na posição inferior, os difusores en-contram-se fechados.

O fluxo de ar pode ser direcionado, moven-do-se as grades dos difusores de ar con-forme desejado.

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5-10

Aquecimento• Fluxo de ar para o pára-brisa e para os

vidros laterais.

• Fluxo para a região dos pés.

• Fluxo pelos difusores centrais e laterais.

• Fluxo em qualquer destas combinações.

O grau de aquecimento depende da tempera-tura do motor e não será plenamente atingi-do enquanto o motor não estiver quente.

Para aquecimento rápido do interior do ve-ículo, regule o ventilador para a velocidademáxima.

O conforto e em geral o bem-estar dos pas-sageiros dependem em grande parte docorreto ajuste da ventilação e do aqueci-mento.

Regulando-se o aquecimento para a áreainferior do compartimento dos passageirose abrindo-se os difusores centrais confor-me desejado, consegue-se uma estratifi-cação da temperatura e o efeito agradávelde cabeça fresca e pés quentes.

Aquecimento para a região dospésGire o interruptor da temperatura para a di-reita.

Gire o interruptor de distribuição do ar paraa posição .

Ligue o interruptor de ventilação.

Durante a fase de aquecimento feche osdefletores de ar.

VentilaçãoGire o interruptor de controle da tempera-tura para a esquerda e ligue o ventilador

. Para a máxima ventilação da região dacabeça, gire o interruptor de distribuição dear na posição e abra todos os defletores.

Fluxo de ar para os bancos traseiros: dire-cione levemente os defletores de ar cen-trais um para o outro e um pouco para cima.

Se quiser ventilar a região dos pés, gire ointerruptor para a posição .

Fluxo de ar simultaneo para as regiões dacabeça e dos pés; gire o interruptor de dis-tribuição do ar para a posição .

Page 100: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

5-11

Desembaçador do vidro traseiro

Este dispositivo só funciona com a igniçãoligada.

Puxe o interruptor do ventilador.

O símbolo se ilumina ao ser puxado ointerruptor.

Desligue logo que a visibilidade seja resta-belecida.

Condicionador de arO sistema do condicionador de ar, juntamen-te com os sistemas de ventilação e aqueci-mento, constitui uma unidade funcional de-senhada para proporcionar o máximoconforto em todas as épocas do ano, sobquaisquer temperaturas exteriores.A unidade de refrigeração do sistema doar condicionado resfria o ar e retira dele aumidade, a poeira etc.A unidade de aquecimento aquece o ar deacordo com a necessidade em todas asposições de funcionamento, dependendo daposição do interruptor da temperatura. O flu-xo de ar pode ser ajustado de acordo com anecessidade por meio do ventilador.Os interruptores de temperatura e distribui-ção de ar têm as mesmas funções que nosistema de ventilação e aquecimento.O sistema de condicionador de ar é ligadopuxando o interruptor da temperatura. O ven-tilador funciona a baixa rotação e, dependen-do da conveniência, pode ser aumentada.

Desembaçamento edescongelamento dos vidrosGire o interruptor de temperatura para a di-reita.

Gire o interruptor de distribuição do ar paraa posição .

Gire o interruptor de ventilação para a po-sição 4.

Feche os difusores de ar centrais.

Ligue o desembaçador do vidro traseiro .

Abrir os defletores de ventilação laterais edirecioná-los para os vidros laterais.

Para o aquecimento simultâneo para a re-gião dos pés, gire o interruptor de distribui-ção do ar para a posição .

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5-12

Funcionamento do sistemaPara obter arrefecimento máximo duranteo tempo quente e quando o veículo tenhapermanecido ao sol por longo período, façao seguinte:

1. Abra os vidros durante alguns instantesa fim de permitir que o ar quente do inte-rior seja expulso rapidamente.

2. Observe que:

• O interruptor de refrigeração este-ja ligado.

• O interruptor de recirculação de ar es-teja voltado para a direita .

• O interruptor de controle da tempera-tura esteja voltado para a esquerda.

• O interruptor de distribuição de ar es-teja voltado para a posição .

• O ventilador se encontre à máxima ve-locidade .

3. Abra todas as entradas de ar.

Regulagem do sistema paracondições específicasO sistema do condicionador de ar pode serajustado posteriormente do seguinte modo:

Refrigeração normal em trânsito urba-no ou na estrada. Para obter esta condi-ção certifique-se de que:

• O interruptor de refrigeração estejaligado.

• O interruptor de recirculação de ar este-ja voltado para a esquerda .

• O interruptor de controle da temperaturaesteja voltado para a esquerda.

• O interruptor de distribuição de ar estejavoltado para a posição .

• O ventilador esteja ligado na posiçãoadequada.

• Todas as entradas de ar estejam abertas.

Com a alavanca de recirculação de ar o sis-tema é ligado para admissão de ar externo

ou para funcionamento da recirculaçãode ar .

No caso de odores indesejáveis prove-nientes do ar externo: ligar temporariamentea recirculação de ar .

O sistema de condicionador de ar opera so-mente com escalas de temperatura em quesão requeridas.

O sistema se desliga automaticamentequando a temperatura externa atinge apro-ximadamente +4oC.

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Aquecimento• Para os vidros laterais e para o pára-brisa.

• Para a região dos pés.

• Pelos difusores de ar.

• Por qualquer destas combinações.

O grau de aquecimento depende da tempe-ratura do motor e não será plenamente atin-gido enquanto o motor não estiver quente.

Para aquecimento rápido do interior do veí-culo, regule o ventilador para a velocidademáxima.

O conforto e em geral o bem-estar dos pas-sageiros dependem em grande parte do cor-reto ajuste da ventilação e do aquecimento. Aquecimento para a região dos pés. Esta

condição pode ser obtida com:

• O interruptor de refrigeração desliga-do.

• O interruptor de recirculação de ar volta-do para a esquerda .

• O interruptor de controle de temperaturavoltado para a direita.

• O ventilador ligado à velocidade con-veniente, mas não na máxima.

• O interruptor de distribuição de ar volta-do para a posição .

Para um aquecimento eficiente, feche asentradas de ar. Em seguida, abra os difu-sores laterais para as janelas, se necessá-rio auxiliar o desembaçamento dos vidros.

Ventilação de ar à temperatura ambien-te. Esta condição obtém-se com:

• O interruptor de refrigeração desliga-do.

• O interruptor de recirculação de ar volta-do para a esquerda .

• O interruptor de controle de temperaturavoltado para o lado esquerdo.

• O ventilador regulado para a posiçãoconveniente.

• O interruptor de distribuição de ar estejavoltado para a posição .

• As entradas de ar abertas.

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5-14

ManutençãoPara se assegurar da eficiência do funcio-namento do sistema do condicionador dear é necessário ligá-lo uma vez por mês,independente das condições do tempo e daestação do ano (se possível, só quando atemperatura estiver acima de +4oC).

Em caso de avaria no sistema, procure umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet para que se proceda a uma re-paração correta e segura.

O filtro de ar deve ser trocado nos interva-los recomendados no Plano de Manuten-ção Preventiva, no final deste Manual.

O sistema do condicionador de ar só fun-ciona com o motor em funcionamento.

Quando o condicionador de ar está ligadoocorre condensação de água, que é elimi-nada pela parte inferior do veículo.

Quando o sistema está ligado, pelo menosuma saída de ar deve permanecer aberta,para que o evaporador não se congele emconseqüência da falta de circulação de ar.

Desembaçamento. Para obter esta condi-ção, certifique-se de que:

• O interruptor de refrigeração esteja li-gado.

Para se obter um desembaçamento maisrápido, a unidade de refrigeração (com-pressor) é ligada quando a temperaturaexterna estiver acima de +4oC.

• O interruptor de recirculação de ar este-ja voltado para a esquerda .

• O interruptor de controle da temperaturaesteja voltado para a direita.

• O ventilador regulado para a posição con-veniente.

• O interruptor de distribuição de ar estejavoltado para a posição .

Abrir e direcionar os defletores de ventila-ção para os vidros laterais.

Para desembaçar e aquecer a região dospés simultaneamente, direcionar o interrup-tor de distribuição do ar para a posição .

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5-15

Transmissão automáticaA alavanca seletora de marchas da trans-missão automática de seu veículo pode sercolocada em sete posições:

P = Estacionamento

R = Marcha a ré

N = Ponto neutro

D = Marchas à frente (de 1ª a 4ª marcha)

3 = De 1ª a 3ª marcha

2 = De 1ª a 2ª marcha

1 = 1ª marcha

No que diz respeito a funcionamento, apre-senta-se em três regimes:• Econômico• Esportivo• Antipatinação

Após dar partida ao motor e antes de en-gatar uma marcha, pressione o pedal dofreio, pois de outra forma o veículo co-meçaria a movimentar-se. Nunca acioneos pedais do acelerador e do freio aomesmo tempo.

Quando, após a partida do motor, a posiçãoD é selecionada, o regime econômico entraem funcionamento.

A transmissão automática pode ser mantidaquase sempre na posição D (em condiçõesnormais de tráfego em estradas e cidades).

Se o pedal do acelerador for pressionadoleve e constantemente, será obtido mais rapi-damente um regime mais econômico de con-sumo de combustível.

As marchas deverão ser mudadas manual-mente apenas em casos excepcionais.

Selecione a posição 3, a posição 2 e a posi-ção 1 apenas quando a mudança de marchaascendente precisar ser evitada ou quandonecessitar do efeito de freio-motor.

Selecione a posição D tão logo as condiçõeso permitam.

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5-16

Alavanca seletora de marchasPosição P: estacionamento

• É destinada a travar o movimento do veí-culo.

• Deve ser aplicada só depois que o veícu-lo estiver parado, e após o acionamentodo freio de estacionamento.

• É a posição recomendada para dar par-tida ao motor.

• Não acelere durante o procedimento deseleção.

Posição R: marcha a ré

• Deve ser aplicada somente com o veícu-lo parado.

• Nesta posição, não é possível dar parti-da ao motor.

Posição N: ponto-neutro

• Não deve ser usada normalmente com oveículo em movimento, estando o motorem funcionamento ou não.

• Deve ser aplicada nas paradas em conges-tionamentos juntamente com os freios.

• Deve ser usada para dar a partida com oveículo em movimento, quando o motor“morrer” nessas condições.

• Nesta posição também é possível darpartida ao motor.

• Não acelere durante o procedimento deseleção.

• Tem de ser usada em caso de reboquede veículos. Veja instruções na Seção 6,sob Reboque do veículo.

Posição D: marchas à frente (de 1ª a 4ªmarcha)• É destinada a condições normais de tráfe-

go em estradas e cidades: 1ª, 2ª, 3ª e 4ªmarchas são engrenadas automati-camente.

• Nesta posição, não é possível dar parti-da ao motor.

A 4ª marcha (sobremarcha), quando en-grenada, reduz a rotação do motor, o con-sumo de combustível e o nível de ruído.

Após a partida do motor e tendo sidoselecionado a posição D, o regime econô-mico é automaticamente acionado.

Posição 3: de 1ª a 3ª marcha• Deve ser empregada em tráfego pesado

em cidades.• Nesta posição não é possível dar partida

ao motor.

A transmissão permanece na 3ª marchamesmo a altas velocidades.

Posição 2: de 1ª a 2ª marcha• Deve ser empregada em estradas monta-

nhosas e sinuosas ou com o efeito defreio-motor, em descidas; a 3ª e a 4ª mar-cha não são engrenadas.

• Nesta posição não é possível dar partidaao motor.

Posição 1: 1ª marcha• Deve ser usada em subidas íngremes ou

com o efeito de freio-motor, em descidasacentuadas. A 2ª, 3ª e 4ª marchas nãosão engrenadas.

• Nesta posição não é possível dar partidaao motor.

Movimentação do veículo1. Ligue o motor com a alavanca em P.

2. Mova a alavanca para a posição deseja-da (R, D, 3, 2 ou 1), solte o freio de esta-cionamento e pise progressivamente noacelerador.

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5-17

Mudança da posição da alavanca• De P para R: Aperte o botão lateral da

manopla e mova a alavanca.• De R para N e/ou D: Puxe simplesmente

a alavanca.• De D para 3, 2 e/ou 1: Aperte o botão

lateral da manopla e puxe a alavanca.• De 1 até N: Mova simplesmente a ala-

vanca para a frente.• De N para R e/ou P: Aperte o botão late-

ral da manopla e mova a alavanca.

Não movimentar a alavanca seletora demarchas para a posição 1 em velocida-des superiores à 88 km, sob pena decausar graves danos à transmissão au-tomática e ao motor.Além da possibilidade de quebra mecâ-nica, esta manobra coloca sob risco asegurança dos ocupantes do veículo,uma vez que resultará em forte desa-celeração, sem que haja qualquer avisoao motorista que vem atrás, causandouma provável colisão.

Regimes de funcionamento datransmissão automáticaRegime econômico

Quando o regime econômico está selecio-nado, obtém-se maior economia decombustível e baixo nível de ruído.

Este regime é automaticamente seleciona-do após a partida do motor qualquer que sejaa posição da alavanca seletora de marchas.

Regime esportivo

Quando o regime esportivo está seleciona-do, observa-se melhor desempenho develocidade, em virtude de as mudançasde marcha ocorrerem às rotações mais ele-vadas do motor.

Para acionar o regime esportivo, aperte orespectivo botão seletor na alavanca sele-tora de marcha.

Uma luz indicadora S se acenderá no pai-nel de instrumentos.

Para retornar ao regime econômico, bastapressionar novamente o botão seletor. A luzindicadora no painel de instrumentos seapagará.

Ao ligar-se a chave de ignição, a luz indi-cadora no painel S de instrumentos acen-de-se por 3 a 5 segundos, tempo durante oqual ocorre um autodiagnóstico de todo osistema da transmissão automática.

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5-18

Para desativar o regime antipatinação, bas-ta qualquer uma das condições abaixo:

• O botão próximo a alavanca seletorade marchas seja pressionado.

• A alavanca seletora de marchas seja movi-mentada da posição D, para R, 3, 2 ou 1.

• A velocidade do veículo seja superior a80 km/h.

• O pedal do acelerador seja acionado atéo final do curso por mais de 2 segundos.

• A ignição seja desligada.

Quando o regime antipatinação é aciona-do, a lâmpada do botão de acionamento se acende; o regime econômico ou o es-portivo é anulado. Ao ser desativado o re-gime antipatinação, a transmissão automáti-ca passa a funcionar no regime econômico.

Regime antipatinação

Quando houver dificuldade de movimentaçãodo veículo em terrenos escorregadios, o re-gime antipatinação poderá ser acionado paraevitar que as rodas motrizes deslizem.Para acionar o regime antipatinação, posi-cione a alavanca seletora de marchas naposição D e pressione o botão próximoa alavanca seletora de marchas.

O pedal do acelerador deve ser aciona-do levemente próximo à posição de mar-cha lenta, e o pedal do freio não deve seracionado.

Redução de marcha paraultrapassagem1. Pressione totalmente o pedal do acelera-

dor, para a redução automática de mar-cha, enquanto for necessária a redução.

2. Alivie a pressão no pedal, para o engrena-mento automático da marcha imediata-mente superior.

Se o veículo subitamente deixa de ace-lerar como de costume e o engate daredução não é possível, alguma falhaestá ocorrendo; a luz indicadora de fa-lha no painel de instrumentos S come-ça a piscar. Neste caso procure umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet imediatamente.

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5-19

Frenagem do motorSe necessário utilizar o efeito de freio-motorao dirigir em descidas, utilize as posições 3,2 ou 1, conforme a necessidade de marcha.

A ação de frenagem é mais efetiva na posi-ção 1. Se esta é selecionada com o veí-culo em alta velocidade, a transmissãopermanece em 2ª marcha até que o pontode engate para a 1ª marcha seja atingido;por exemplo, como resultado de desa-celeração.

Utilização com o veículo paradoA alavanca seletora pode permanecer naposição selecionada com o motor emfuncionamento.Ao parar em subidas, acione o freio de esta-cionamento ou pressione o pedal do freio.Não use o acelerador para manter o veículoparado em subidas.Desligue o motor se permanecer parado du-rante um período muito longo, como, porexemplo, em congestionamentos.Antes de sair do veículo, aplique o freio deestacionamento; a seguir, coloque a alavan-ca seletora na posição P e retire a chaveda ignição.

Para desatolar o veículoSe for necessário desatolar o veículo deáreas arenosas, de lama ou de um buraco,mova a alavanca seletora de D para R emum padrão repetido enquanto aplica simul-taneamente leve pressão no pedal do acele-rador. Não acelere o motor excessivamentee evite aceleração brusca.Isto se aplica apenas às condições excepcio-nais mencionadas acima.

Manobrando o veículoPara conduzir o veículo em marcha a ré (po-sição R) ou para a frente (posição D), aoestacionar ou entrar em garagem, controlea velocidade soltando lentamente o pedaldo freio.Nunca acione o pedal do freio e do ace-lerador simultaneamente.

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5-20

Falha no sistema da transmissãoautomáticaSe ocorrer alguma falha no sistema da trans-missão automática, a luz indicadora S nopainel de instrumentos começará a piscar.Neste caso as trocas de marchas somenteserão conseguidas manualmente e ocorrerãoda seguinte maneira:

• Posição 1 aplicada: 1ª marcha engrenada.

• Posição 2 aplicada: 3ª marcha engrenada.

• Posição 3 aplicada: 4ª marcha engrenada.

• Posição D aplicada: 4ª marcha engrenada.

• Posição N aplicada: neutro.

• Posição R aplicada: marcha a ré.

• Posição P aplicada: estacionamento.

Procure uma Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet; não conduza o veículo avelocidades superiores a 130 km/h. O dispo-sitivo de autodiagnóstico integrado no siste-ma da transmissão automática permite queas falhas sejam detectadas rapidamente.

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6-1

Em casos de emergência 6Página

Serviço na parte elétrica .......................................... 6-2

Em caso de incêndio ................................................ 6-2

Bateria ........................................................................ 6-3

Superaquecimento do motor ................................... 6-5

Roda reserva, triângulo, macacoe ferramentas ............................................................ 6-8

Substituição de pneus .............................................. 6-9

Página

Levantamento do veículo na oficina ..................... 6-11

Gancho para reboque ............................................. 6-12

Reboque do veículo ................................................ 6-12

Sistema elétrico ...................................................... 6-13

Caixa de fusíveis ..................................................... 6-13

Substituição das lâmpadas .................................... 6-14

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6-2

Serviço na parte elétricaPor ser seu veículo equipado com igniçãoeletrônica, se o problema for na parte elé-trica tome os seguintes cuidados quanto àsegurança:

1. Estacione o veículo junto à calçada, dolado direito, ou no acostamento, apliqueo freio de estacionamento e desligue omotor.

2. Ligue o sinalizador de advertência.

3. Retire o triângulo de segurança do porta-malas e coloque-o a uma distância con-veniente atrás do veículo.

4. Proceda ao reparo, se possível, ou con-sulte uma Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet.

A não observância desta recomendaçãopoderá causar acidente fatal. O perigo deacidente está nos seguintes pontos: bobi-na de ignição e velas de ignição (setas).Se você usa marcapasso, não realize tra-balhos no motor com este em funciona-mento.

Em caso de incêndio

A manutenção do extintor de incêndio éreponsabilidade do proprietário, deven-do ser executada impreterivelmente nosintervalos especificados pelo fabricanteconforme suas instruções impressas norótulo do equipamento. A recarga anualnão é obrigatória em extintores originaisde fábrica desde que sua pressão inter-na ainda seja indicada pela faixa verdedo manômetro, o lacre não estiver rompi-do ou as datas de validade de carga edo teste hidrostático (validade do cilin-dro) não estiverem expiradas. Atente quepara extintores recondicionados (selo demanutenção verde e amarelo), o prazode manutenção é anual.

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6-3

Partida com bateriadescarregada

• Nunca ponha o motor em funcionamen-to utilizando um carregador de baterias.Isto danificará os componentes eletrô-nicos.

• Não se deve dar partida ao motor em-purrando ou rebocando o veículo seeste for equipado com catalisador, sobpena de danos ao componente.

Estes símbolos são encontrados nabateria original do seu veículo.

BateriaNão é necessária manutenção periódica àbateria ACDelco Gold que equipa seu veículoChevrolet.

Todavia, caso necessite manuseá-la ouutilizá-la como bateria auxiliar para partidade emergência de outro veículo, estejaciente que:

• Acender fósforos próximo à bateria poderáfazer explodir os gases nela contidos. Mui-ta gente já foi ferida e ficou cega por estemotivo. Use uma lanterna se precisar maisiluminação no compartimento do motor.

• A bateria apesar de lacrada, contém ácidoque causa queimaduras. Não entre emcontato com o ácido. Se houver contatoacidental do ácido com os olhos ou a pele,lave a superfície com água em abundân-cia e procure assistência médica imedia-tamente.

A GM não se responsabilizará por aci-dentes causados por negligência ou ma-nipulação incorreta das baterias.

Para utilizar o extintor de incêndio:

1. Pare o veículo e desligue o motor imedia-tamente.

2. Abra a cobertura de proteção do extintorque se encontra no assoalho, sob o ban-co do acompanhante dianteiro, solte apresilha (seta) e remova-o;

3. Acione o extintor conforme instruções dofabricante impressas no próprio extintor.

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6-4

Portanto tome as seguintes precauções:

• Nunca exponha a bateria a chamas oufaíscas.

• Não deixe os resíduos da bateria atingir apele, superfícies pintadas ou roupas. Seatingir os olhos, lave-os imediatamente comágua em abundância, ou água corrente, eprocure socorro médico urgente.

• Para minimizar o perigo de atingir os olhos,sempre que manipular baterias, utilizeóculos de proteção.

Partida do motor com cabosauxiliaresCom a ajuda de cabos auxiliares, o motor deum veículo com a bateria descarregada podeser posto em movimento transferindo-se paraele energia da bateria de outro veículo. Istodeverá ser realizado com cuidado e obede-cendo às instruções que a seguir se indicam.O não cumprimento destas instruções podecausar avarias no veículo e danos pessoaisresultantes da explosão das baterias, bemcomo queima da instalação elétrica.

O não cumprimento destas instruçõespode causar avarias no veículo e danospessoais resultantes da explosão dasbaterias, bem como queima da instalaçãoelétrica.

Execute as operações na seqüência indi-cada:

1. Verifique se a bateria auxiliar para a partidaé da mesma voltagem que a bateria doveículo cujo motor deve ser acionado.

2. Durante esta operação de partida, não seaproxime da bateria.

3. Estando a bateria auxiliar instalada emoutro veículo, não deixe os veículos en-costarem um no outro.

4. Verifique se os cabos auxiliares não apre-sentam isolamentos soltos ou faltantes.

5. Não permita que os terminais dos cabosentrem em contato um com o outro ou compartes metálicas dos veículos.

6. Desligue a ignição e todos os circuitos elé-tricos que não necessitem permanecer li-gados.

Se ligado, o rádio poderá ser seriamen-te danificado. Os reparos não serão co-bertos pela garantia.

7. Aplique firmemente o freio de estaciona-mento.Em veículos com caixa-de-mudanças au-tomática, coloque a alavanca seletora naposição P.Em veículos com caixa-de-mudançasmanual, coloque a alavanca de mudançasem ponto-morto.

8. Localize nas baterias, os terminais positi-vo (+) e negativo (–).

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6-5

10. Dê a partida ao motor do veículo que estácom a bateria descarregada. Se o motornão pegar após algumas tentativas, pro-vavelmente haverá necessidade de re-paros.

11. Para desligar os cabos, proceda na or-dem exatamente inversa à da ligação.

Superaquecimento domotorVocê encontrará no painel de instrumentosde seu veículo o medidor de temperatura dolíquido de arrefecimento. Este medidor indicaa elevação da temperatura do motor, veja aSeção 4, sob Indicador de temperatura dolíquido de arrefecimento.

Se o motor funcionar sem o líquido dearrefecimento, seu veículo poderá ser se-riamente danificado. Os reparos, nestescasos, não serão cobertos pela garantia.

9. Ligue os cabos na seqüência indicada:

• + com +: Pólo positivo de bateria auxi-liar (1) com pólo positivo da bateria des-carregada (2).

• – com massa: Pólo negativo da bateriaauxiliar (3) com um ponto de massa doveículo distante 30 cm da bateria e depeças móveis e/ou quentes (4).

O motor do veículo que proporcionaa partida auxiliar pode permanecerem funcionamento durante a partida.

Os ventiladores e outras peças mó-veis do motor podem causar ferimen-tos graves. Mantenha as mãos eroupas distantes de peças móveisquando o motor estiver em funciona-mento.

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6-6

Superaquecimento sem formaçãode vaporSe você perceber a advertência de supera-quecimento e não houver indícios de for-mação de vapores, o problema poderánão ser muito sério. Algumas vezes podehaver excesso de aquecimento do motorquando você:• Dirige em subida íngreme a temperaturas

ambientes muito altas.• Pára após ter dirigido em altas velocida-

des.• Dirige em marcha lenta durante trajetos

longos.Se perceber advertência de superaqueci-mento e não houver indícios de formação devapores, observe durante aproximadamenteum minuto o seguinte procedimento:1. Desligue o condicionador de ar (se equi-

pado).2. Tente manter o motor sob carga (use uma

marcha em que o motor funcione maislentamente).

Se a advertência de superaquecimento desa-parecer, continue dirigindo. Para efeitos desegurança, dirija mais devagar durante apro-ximadamente dez minutos. Se o ponteiro doindicador de temperatura voltar ao normal,continue dirigindo.

Caso a temperatura do líquido de arrefeci-mento não abaixe, pare e estacione seu veí-culo imediatamente.

Se ainda não houver indícios de formação devapores, acione o motor em marcha lenta du-rante aproximadamente dois a três minutos,com o veículo parado, e observe se a adver-tência de superaquecimento desaparece.

Se continuar a advertência de superaque-cimento, desligue o motor, peça aos passa-geiros que desocupem o veículo e espereesfriar. Você pode decidir não abrir o com-partimento do motor, mas procure assistên-cia técnica imediatamente.

Se você decidir abrir o compartimento do mo-tor, verifique:

Tanque de expansão do líquido dearrefecimento

Se o líquido existente no interior do tan-que de expansão do líquido de arrefe-cimento estiver fervendo, não tome qual-quer atitude a não ser esperar que eleesfrie.

Superaquecimento com formaçãode vapor

• Os vapores gerados pelo superaque-cimento do motor podem causar quei-maduras graves, mesmo que você ape-nas abra o compartimento do motor.Mantenha-se distante do motor se no-tar a emissão de vapores. Desligue omotor, desocupe o veículo e espere queele esfrie. Antes de abrir o comparti-mento do motor, aguarde até que nãohaja mais indícios de vapores ou líqui-do de arrefecimento.

• Se o veículo continuar em movimentoenquanto o motor estiver superaqueci-do, os líquidos poderão vazar devido aalta pressão. Você e outras pessoaspoderão ser gravemente queimadas.Desligue o motor superaquecido e aban-done o veículo até que o motor esfrie.

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Se não for possível identificar o problema,mas o nível do líquido de arrefecimento nãoestiver no máximo, adicione ao tanque deexpansão uma mistura de água e líquido pro-tetor para radiador na proporção de 50%.

Dê partida ao motor quando o nível do líquidode arrefecimento estiver no ponto de abas-tecimento máximo. Se o sinal de advertênciade superaquecimento continuar, procure umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet.

Ventilador elétrico do motorSe não houver indício de vazamentos, verifi-que se o ventilador está funcionando. Se hou-ver superaquecimento do motor, o ventiladordeverá funcionar. O não funcionamento doventilador significa necessidade de reparos.Desligue o motor.

Visando prevenir danos ao veículo e di-minuir as dificuldades de partida a quente(por evaporação de combustível), o sis-tema de ventilação do motor pode seracionado mesmo após o desligamento doveículo por período que depende da tem-peratura ambiente e do motor.

O nível do líquido de arrefecimento deveráestar no máximo. Se não estiver, isto signifi-ca possibilidade de vazamento nas manguei-ras do radiador, mangueiras do aquecedor,radiador ou bomba d’água.

• As mangueiras do aquecedor e do radia-dor e outras partes do motor podemaquecer muito. Não as toque. Ao tocá-las você poderá queimar-se.

• Se houver vazamento, não acione omotor. Se o motor permanecer funcio-nando, todo o líquido de arrefecimentopoderá ser perdido, causando queima-duras. Antes de dirigir o veículo, provi-dencie o reparo dos vazamentos.

Os danos decorrentes de funcionamentodo motor sem líquido de arrefecimento nãosão cobertos pela garantia.

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6-8

O macaco e as ferramentas encontram-sealojados sob a roda reserva.

No modelo Sedan o triângulo encontra-se sobo carpete, à direita da roda reserva.

Roda reserva, triângulo,macaco e ferramentas(Sedan)A roda reserva, o triângulo, o macaco e asferramentas, estão no porta-malas, sob ocarpete.

A roda reserva é fixada por uma porca cen-tral.

Os vapores e líquidos escaldantes prove-nientes do sistema de líquido de arrefe-cimento em ebulição podem explodir ecausar queimaduras graves. Eles estãosob pressão, e se a tampa do radiador foraberta — mesmo que parcialmente —, osvapores poderão ser expelidos a alta ve-locidade. Nunca gire a tampa do radiadorenquanto o motor e o sistema de arrefe-cimento estiverem quentes. Se houver ne-cessidade de girar a tampa, espere omotor esfriar.

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6. Remova a calota. 7. Com a chave de roda, afrouxe os parafu-sos de meia a uma volta; não os remova.

Substituição de pneusAo substituir um pneu, tome as seguintes pre-cauções:

• Não fique debaixo do veículo enquanto eleestiver sobre o macaco.

• Durante a substituição, não deixe o motorligado nem dê partida.

• Use o macaco somente para substituir ro-das.

Proceda a substituição do pneu do seguintemodo:

1. Estacione numa superfície plana, se pos-sível.

2. Ligue o sinalizador de advertência e apli-que o freio de estacionamento.

3. Engrene a primeira marcha ou a marchaa ré.

4. Coloque o triângulo de segurança a umadistância conveniente atrás do veículo.

5. Utilizando um bloco de madeira ou umapedra, calce a roda diagonalmente opostaà que vai ser substituída.

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8. Verifique os encaixes da carroçaria (se-tas) onde o macaco deve ser aplicado.

9. Posicione o braço do macaco no encai-xe mais próximo da roda a ser substituí-da, de modo que a garra do macaco(seta) envolva a lâmina vertical na re-gião do rebaixo da lâmina.

10. Ao girar a manivela do macaco, certifi-que-se de que a borda da base do ma-caco (seta) esteja tocando o chão e seencontre diretamente sob o rebaixo dalâmina.

11. Levante o veículo, acionando a manive-la do macaco.

12. Desenrosque os parafusos da roda.

13. Substitua a roda.

14. Reinstale os parafusos da roda, apertan-do-os parcialmente.

15. Abaixe o veículo.

16. Aperte os parafusos em seqüência cru-zada.

17. Guarde a roda removida, ferramentas,macaco e triângulo de segurança noporta-malas.

18. Mande reparar o pneu avariado, faça oseu balanceamento e reinstale-o no veí-culo tão logo quanto possível.

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Levantamento do veículo naoficinaA localização dos pontos de apoio de um ele-vador ou macaco de oficina devem ser apli-cados somente nos lugares indicados nasilustrações, na parte dianteira e traseira, nasáreas entre os rebaixos para colocação domacaco e o alojamento das rodas.

Se os pontos de apoio dos elevadores oumacacos forem metálicos, deverá ser uti-lizada proteção de borracha para evitardanos ao veículo.

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Gancho para reboqueO gancho para reboque está localizado nafrente do veículo, do lado direito, na parteinferior.Prenda o cabo de reboque no gancho. Deveser usada uma barra rígida (cambão), nun-ca flexível.Gire a chave no contato até a posição II (ig-nição ligada) para destravar a direção e per-mitir o funcionamento das luzes do freio, bu-zina e limpador de pára-brisa.Evite movimentos violentos do veículo.Esteja atento para acionar o freio com maiorforça, pois com o motor desligado, oservofreio não atuará.Em veículos com direção hidráulica, seránecessário maior força para mover o volan-te, pois, com o motor desligado, o sistemanão atuará.

Feche todas as janelas e difusores de ar paraevitar a entrada de gases de escapamentoprovenientes do veículo que está rebocando.

Sempre que possível, deve-se levar o veícu-lo a uma Concessionária ou Oficina Autoriza-da Chevrolet a fim de que se proceda a umareparação correta com equipamentos, ferra-mentas especiais e mecânicos especialmen-te treinados na fábrica.

Caso o reboque do veículo não seja pos-sível através de guincho com apoio pararodas ou tipo plataforma, utilize sempre ocambão; nunca cabos ou cordas.

Reboque do veículoEm situações de emergência que requeiramo rebocamento do veículo, recorrer preferi-velmente a empresas especializadas emguinchos ou socorros rodoviários oficiais, queutilizem reboque com apoio para as rodas oureboque tipo plataforma.

Em serviços de rebocamento por guin-cho com levantamento parcial do veículo(dianteiro ou traseiro), o veículo reboca-do não deve ser suspenso pelo sistemade suspensão sob pena de avarias nomesmo.Quando da colocação de cordas ou cin-tas para fixação do veículo cuidados de-vem ser dispensados para não danificaras tubulações ou chicotes elétricos.

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Sistema elétricoSistema de ignição

Os sistemas com ignição eletrônica têmpotência bastante superior à dos siste-mas convencionais. Portanto, é altamen-te perigoso executar qualquer serviçocom o sistema ligado. A não observânciadesta recomendação poderá causar aci-dente fatal.

Assim, sempre que necessitar efetuar al-gum trabalho nesses sistemas, recorra auma Concessionária ou Oficina Autoriza-da Chevrolet. Caixa de fusíveis

A caixa de fusíveis está localizada ao ladoesquerdo da coluna de direção e está pro-tegida por uma tampa.

Antes de substituir um fusível, desligue o in-terruptor do respectivo circuito.

Substituição de fusíveisAbra a tampa. No lado interno estão indica-dos os circuitos de corrente corresponden-tes.

Retire a tampa, puxando-a e desencaixan-do-a de seu alojamento e depois o fusível.

Um fusível queimado é visualmente identifi-cado pelo seu filamento interno partido.

O fusível só deve ser trocado após desco-berta a causa da sua queima (sobrecarga,curto-circuito, etc.) e por outro original deigual capacidade.

Para efetuar sua substituição:

1. Retire a tampa, puxando-a e desencaixan-do-a de seu alojamento e depois o fusível.

2. Retire o fusível queimado.

A capacidade dos fusíveis esta relacio-nada com sua cor, a saber:

• Bege: fusível de 5 ampères

• Vermelho: fusível de 10 ampères

• Azul: fusível de 15 ampères

• Amarelo: fusível de 20 ampères

• Verde: fusível de 30 ampères

3. Coloque o novo fusível no seu alojamento.

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4. Recoloque a tampa, pressionando-a atéque encaixe.

Na caixa de fusíveis existe local para trans-portar fusíveis de reserva (setas).

É recomendável ter sempre um conjuntocompleto de fusíveis, que podem ser adqui-ridos em uma Concessionária Chevrolet.

Substituição das lâmpadasAo substituir uma lâmpada, desligue o inter-ruptor do respectivo circuito.

Evite tocar no bulbo da lâmpada com asmãos. Suor ou gordura nos dedos causarãomanchas que, ao evaporar, poderão emba-çar a lente.

Lâmpadas que tenham sido inadvertidamen-te manchadas podem ser limpas com um panoque não solte fios, embebido em álcool.

As lâmpadas de substituição devem ter asmesmas características e capacidades dalâmpada avariada.

O alinhamento dos faróis deverá ser exe-cutado por uma Concessionária ou Ofici-na Autorizada Chevrolet.

Faróis1. Levante o capô do motor.

2. Desencaixe o soquete da lâmpada, puxan-do-o.

3. Retire a proteção do farol (seta).

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6-15

4. Pressione a presilha e puxe-a de seu alo-jamento.

5. Retire a lâmpada de seu alojamento.

6. Coloque a nova lâmpada em seu alojamen-to, encaixando-a nos rebaixos existentesno refletor.

7. Pressione a presilha em seu alojamento.

8. Coloque a proteção do farol.

9. Encaixe o soquete da lâmpada no seualojamento.

Luz de estacionamento dianteira1. Levante o capô do motor.

2. Pressione o soquete da lâmpada e retire-o, girando-o para a esquerda.

3. Retire a lâmpada do soquete.

4. Coloque a nova lâmpada e reinstale o con-junto em seu alojamento.

Sinalizador de direção dianteiro1. Levante o capô do motor.

2. Remova o soquete com a lâmpada a sertrocada, girando-o e puxando-o.

3. Retire a lâmpada do soquete.

4. Coloque a nova lâmpada no soquete erecoloque o soquete, encaixando-o e gi-rando-o.

Page 125: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

6-16

Luz do freio, sinalizador dedireção traseiro, luz de marcha aré e luz de estacionamentotraseira (Sedan)1. Abra o porta-malas e puxe os botões de

pressão para retirar o revestimento.

2. Pressione a lingüeta de retenção do su-porte das lâmpadas e remova o conjunto,puxando-o para fora.

3. As lâmpadas estão dispostas do seguintemodo; de cima para baixo:

• Freio e luzes de estacionamento

• Sinalizador de direção/advertência

• Marcha a ré

• Luz de estacionamento

4. Retire a lâmpada queimada.

5. Coloque a lâmpada nova e instale o supor-te das lâmpadas em seu alojamento.

6. Feche a tampa.

Luz da licença (Sedan)1. Remova o conjunto da lâmpada com o

auxílio de uma chave de fenda introduzidano encaixe.

Page 126: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

6-17

2. Pressione a lingüeta do lado esquerdo.

3. Separe a lente da base.

4. Retire a lâmpada do suporte.

5. Coloque uma lâmpada nova.

6. Encaixe a base e a lente e instale o con-junto da lâmpada em seu alojamento.

Luz de iluminação docompartimento de passageiros1. Retire o conjunto da lâmpada com o auxílio

de uma chave de fenda. Tome cuidado paranão danificar a forração do teto.

2. Remova a lâmpada do alojamento, puxan-do-a pelo bulbo e coloque uma nova lâm-pada.

3. Instale o conjunto da lâmpada em seualojamento sob a forração do teto.

Page 127: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

7-1

Serviços de manutenção 7Página

Plano de manutenção preventiva ............................ 7-2

Motor ......................................................................... 7-2

Filtro de óleo ............................................................. 7-4

Filtro de ar ................................................................. 7-5

Sistema de arrefecimento......................................... 7-5

Tanque de combustível ............................................ 7-6

Reservatório de gasolina de partida a frio –motores a álcool ....................................................... 7-7

Filtro de combustível ................................................ 7-7

Catalisador ................................................................ 7-7

Página

Transmissão automática .......................................... 7-9

Direção hidráulica ................................................... 7-10

Freios ....................................................................... 7-10

Limpador e lavador do pára-brisa ......................... 7-11

Rodas e pneus ........................................................ 7-12

Bateria ...................................................................... 7-14

Componentes eletrônicos ...................................... 7-15

Cuidados com a aparência ..................................... 7-16

Page 128: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

7-2

Plano de manutençãopreventivaPara obter uma utilização econômica e segurae garantir um bom preço de revenda do seuveículo, é de importância vital que todo o ser-viço de manutenção seja executado com afreqüência recomendada.

Tempo decorrido ou quilometragem percor-rida determinam quando o veículo deve sersubmetido à próxima inspeção. (Veja no Pla-no de Manutenção Preventiva, na Seção 9deste Manual, os intervalos recomendadospara as revisões).

Nunca efetue você mesmo quaisquer repa-rações ou regulagem no motor, chassi ecomponentes de segurança. Por falta de co-nhecimento, poderá infringir leis de proteçãoao meio ambiente ou de segurança. A exe-cução do trabalho de forma inadequadapoderá comprometer a sua própria seguran-ça e a de outros.

Inspeção por tempo ouquilometragemO Plano de Manutenção Preventiva prevêinspeções a cada 15.000 km. Se, porém, oveículo é pouco utilizado e este limite não foratingido no decorrer de um ano, então devem-se efetuar os serviços de manutenção embases anuais, e não em função da quilo-metragem.

MotorServiços na parte elétricaPor ser o seu veículo equipado com igniçãoeletrônica, tome os seguintes cuidados,quanto a segurança, ao executar qualquerserviço:• Desligue a ignição e desconecte o cabo

negativo da bateria. A não observânciadesta recomendação poderá causar aci-dente fatal. (O perigo de acidente está nosseguintes pontos: bobina de ignição e ve-las de ignição — setas).

• Se você usa marcapasso, não realize tra-balhos com o motor em funcionamento.

O ventilador do motor é controlado porum interruptor termostático, o qual pode-rá fazê-lo funcionar inesperadamente, coma ignição ligada ou desligada.

Sistema de aviso de inspeçãoQuando o veículo alcançar uma semanaantes do limite de tempo para revisão, ou1.000 km antes do limite de quilometragempara revisão, a mensagem de aviso para Ins-peção ("InSP") aparecerá na linha superiordo mostrador do hodômetro por 7 segundos,após a ignição ser ligada. A mensagem con-tinuará a ser mostrada até que o veículo sejalevado a uma Concessionária ou OficinaAutorizada Chevrolet para efetuar a respec-tiva revisão.

O sistema de aviso de inspeção não levaem consideração períodos nos quais abateria esteve desligada Por este motivo,os intervalos de manutenção especifica-dos no Plano de Manutenção Preventivadevem ter prioridade, devendo ser obser-vados.

Page 129: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

7-3

As trocas de óleo deverão ser executadasde acordo com os intervalos de tempo ouquilometragem percorrida, dado que os óleosperdem as suas propriedades de lubrifica-ção não só devido ao trabalho do motor, mastambém por envelhecimento.

Os tipos de óleo especificados são de clas-sificação API-SJ, ou superior e de viscosi-dade:

• SAE 5W30• SAE 15W40• SAE 15W50• SAE 20W40• SAE 20W50

Verifique o nível de óleo semanalmente ouantes de iniciar uma viagem. É consideradonormal um consumo de até 0,8 litro de óleo acada 1.000 km rodados.

O nível de óleo deve ser verificado com oveículo nivelado e com o motor (que deveráestar à temperatura normal de funcionamen-to) desligado.

Espere pelo menos dois minutos antes deverificar o nível, para dar tempo ao óleo quepercorre o motor para retornar todo ao cárter.Se o motor estiver frio, o óleo poderá demorarmais tempo para voltar ao cárter.

Para verificar o nível, puxe a vareta do óleoe retire-a.

Limpe-a completamente e introduza-a total-mente, retire-a novamente e verifique o ní-vel de óleo, que deve estar entre as marcasSuperior (B) e Inferior (A) da vareta.

Adicione óleo somente se o nível atingir mar-ca Inferior (A) na vareta ou estiver abaixodela.

O nível de óleo não deverá ficar acima damarca Superior (B) da vareta. No caso deisto acontecer, ocorrerão, por exemplo, umaumento do consumo de óleo, o isolamentodas velas e a formação excessiva de resí-duos de carvão.

Troca de óleo do motorTroque o óleo com o motor quente a cada7.500 km ou 6 meses, o que ocorrer primeiro,se o veículo estiver sujeito a qualquer destascondições:

• Quando a maioria dos percursos exige ouso de marcha lenta por longo tempo ou aoperação contínua em baixa rotação fre-qüente (como no “anda-e-pára” do tráfegourbano).

• Quando a maioria dos percursos não exce-de 6 km (percurso curto) com o motor nãocompletamente aquecido.

• Operação freqüente em estradas de poei-ra e areia.

• Operação freqüente como reboque detrailer ou carreta.

• Utilização como táxi, veículo de polícia ouatividade similar.

Se nenhuma destas condições ocorrer, tro-que o óleo a cada 15.000 km ou 12 meses, oque ocorrer primeiro, sempre com o motorquente.

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7-4

Política Ambiental da General Motorsdo Brasil

“A General Motors do Brasil se comprometea preservar o meio ambiente e os recursosnaturais, por meio do estabelecimento de ob-jetivos e metas que possibilitem a melhoriacontínua do seu desempenho ambiental, vi-sando a redução dos resíduos, o cumpri-mento das leis e normas, a prevenção dapoluição, e a boa comunicação com a comu-nidade.”

Saiba que:

• O uso do óleo lubrificante resulta na suadeteriorização parcial, que se reflete na for-mação de compostos carcinogênicos, re-sinas, entre outros.

• A ABNT (NBR 10004) classifica o óleo lu-brificante usado como resíduo perigosopor apresentar toxicidade.

• O descarte de óleos lubrificantes usadosno solo ou em cursos d’água é proibidopor lei, além de gerar graves danosambientais.

• A combustão não controlada dos óleos lu-brificantes gera gases residuais nocivosao meio ambiente.

• A reciclagem é instrumento prioritário paraa destinação deste resíduo.

Reciclagem obrigatória

De acordo com a Resolução n° 9 do Conse-lho Nacional do Meio Ambiente – CONAMAde 31/08/93, os óleos lubrificantes deverãoser destinados a reciclagem ou regenera-ção. Quando necessitar efetuar troca de óleo,procure um estabelecimento que respeiteestes requisitos, dê preferência, que façamparte da Rede de Serviços AutorizadosChevrolet.

Se precisar completar o nível, use sempre omesmo tipo de óleo utilizado na última troca.

O seu veículo sai de fábrica abastecido comóleo de classificação API-SL e viscosidadeSAE 5W30.

A estabilização de consumo de óleo só terálugar depois de o veículo ter percorrido al-guns milhares de quilômetros. Só então ocoeficiente de consumo poderá ser estabe-lecido.

Filtro de óleoTroca do filtro de óleoO filtro de óleo deve ser trocado a cada duastrocas de óleo do motor. Faça-o do seguintemodo:

1. Levante o capô do motor.

2. Remova o filtro, desenroscando-o do blo-co do motor.

3. Coloque o novo filtro e aperte-o bem.

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7-5

Sistema de arrefecimentoTroca do líquido de arrefecimentoO sistema de arrefecimento do motor contémaditivo de longa duração à base de etilenoglicolcom propriedades que propiciam uma prote-ção adequada, dificultando o congelamento,a ebulição da mistura e corrosão.O líquido de arrefecimento deverá ser subs-tituído a cada 5 anos ou 150.000 km.

• O trabalho de substituição do líquidode arrefecimento deverá ser execu-tado por uma Concessionária ou Ofi-cina Autorizada Chevrolet, pois é ne-cessário eliminar todo ar do sistemadurante o reabastecimento.

• Antes da adição do aditivo, o sistema dearrefecimento deve estar bem limpo.

Filtro de arLimpeza do elemento1. Levante o capô do motor.

2. Afrouxe a braçadeira e solte a mangueira(seta).

3. Solte as duas travas (setas) e desencaixea tampa para removê-la.

4. Retire o elemento e limpe-o dando-lhe le-ves batidas.

5. Limpe também a parte interna do filtro.

Troca do elementoTroque o elemento do filtro de ar a cada30.000 km, para condições normais, e commaior freqüência se o veículo é usado emestradas poeirentas.

Nível do líquido de arrefecimentoSe for necessário reabastecer o sistema dearrefecimento, faça-o observando sempre asmarcas “MIN” e “MAX”, com o motor frio,removendo a tampa, e adicionando:

• Somente água potável, se o nível estiverbaixo devido a evaporação do líquido dearrefecimento.

• Aditivo para radiador de longa duraçãoACDelco (alaranjado), na proporçãoespecificada, isto é: água potável + aditivopara radiador, na proporção de 50%, se onível estiver baixo devido a vazamentosno sistema de arrefecimento.

Coloque a tampa, apertando-a firmemente.

O aditivo para radiador de longa duração(coloração alaranjada) não pode ser mis-turado ao aditivo convencional (coloraçãoesverdeada) ou outros produtos, tais comoóleo solúvel C, pois as misturas reagemformando borras que podem ocasionar oentupimento do sistema e conseqüentesuperaquecimento do veículo. Em caso detrocas de tipo de aditivo, é necessária alavagem do sistema.

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7-6

Tanque de combustívelAbastecimentoFaça o abastecimento antes do ponteiro doindicador de combustível atingir a extremi-dade esquerda da escala.

Para abastecer, faça o seguinte:

1. Desligue o motor e abra a portinhola deacesso ao local de abastecimento puxan-do-a.

2. Segure a tampa, gire a chave no sentidoanti-horário até a posição de destra-vamento e gire a tampa no mesmo senti-do até removê-la.

3. Abasteça.

4. Recoloque a tampa com a chave na posi-ção de destravamento, gire-a no sentidohorário até ouvir o ruído característico(estalido) e, em seguida gire a chave nomesmo sentido.

A tampa quando travada fica inoperante.

Importante: Não retire a chave da tampade abastecimento até que a tampa estejareinstalada e travada corretamente.

Nos veículos equipados com sistema cen-tral de controle das fechaduras, a tampa deabastecimento não possui fechadura e parase ter acesso ao local de abastecimento énecessário que as portas estejam destra-vadas.

• Para evitar danos ao reservatório devapores que coleta os gases provenien-tes do tanque de combustível e conse-qüentemente contribuir para a reduçãoda poluição do meio ambiente, abaste-ça lentamente e após o primeiro desli-gamento automático da pistola deenchimento da bomba, interrompa oabastecimento.

• Não utilize gasolina com chumbo noabastecimento do tanque de combustí-vel, sob pena de danos ao catalisador.Se os pontos de apoio dos elevadoresou macacos forem metálicos, deveráser utilizada proteção de borracha paraevitar danos ao veículo.

Se for necessário completar o nível cons-tantemente, dirija-se a uma Concessio-nária ou Oficina Autorizada Chevrolet paraverificar a tampa do sistema, eventuaisvazamentos e substituir todo o líquido dearrefecimento, para manter a concentra-ção correta.

Para evitar ferimentos graves, jamais re-mova a tampa do radiador quando o motorestiver aquecido. A liberação repentina depressão do sistema de arrefecimento émuito perigosa e poderá causar queima-duras.

Se for notada alguma irregularidade na tem-peratura do motor – se, por exemplo, o pon-teiro do indicador no painel de instrumentosalcançar a área vermelha na escala – verifi-que imediatamente o nível do sistema dearrefecimento.

Se o nível estiver normal e a alta tempera-tura persistir, procure uma Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet para corrigiro defeito.

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7-7

Reservatório de gasolina departida a frio – motores aálcoolA capacidade do reservatório de gasolinapara a partida a frio do motor a álcool é de0,8 litro.

Para abastecê-lo, proceda como segue:

1. Levante o capô do motor.

2. Remova a tampa vermelha do reservató-rio (seta) girando-a, abasteça vagarosa-mente e recoloque a tampa.

Verifique sempre o nível do reservatório.Complete-o sempre que o volume atingir onível mínimo (marcação no reservatório).

Filtro de combustívelSubstitua o filtro nos períodos recomenda-dos no Plano de Manutenção Preventiva.

Todo o sistema de injeção de combustívelpor trabalhar com pressão mais elevadaque os sistemas convencionais, requercertos cuidados na sua manutenção. Subs-titua o filtro de combustível e mangueirassomente por peças originais GM.

Aditivo ACDelco para gasolinaSe o veículo costuma permanecer imobiliza-do por mais de duas semanas ou se é utili-zado apenas em pequenos percursos e comfreqüência não diária, adicione um frasco doaditivo ACDelco (frasco branco), a cada 4tanques completos ou 200 L de combustível.

CatalisadorEste equipamento, localizado no sistema deescapamento, provoca a transformação dasmoléculas dos gases resultantes da queimado combustível, promovendo, com isto, a di-minuição dos poluentes indesejáveis antesque estes sejam lançados na atmosfera.

Apesar da diminuição de poluentes, nãoponha o motor a funcionar em áreas fe-chadas por tempo maior que o necessá-rio para manobrar o veículo, pois omonóxido de carbono, embora incolor einodoro, é mortífero.

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7-8

Poderá ser notado odor desagradável, po-rém não nocivo, proveniente do gás de es-capamento, provocado por combustível comalto teor de enxofre em determinadas condi-ções de dirigibilidade.

Para certeza de um nível baixo de emissõesde poluentes e de uma vida útil prolongadado catalisador, todo o serviço de manuten-ção deverá ser executado em uma Conces-sionária ou Oficina Autorizada Chevrolet nosintervalos determinados no Plano de Manu-tenção Preventiva deste Manual.

Cuidados com o catalisadorSe a porção de combustível que eventual-mente não tenha sido queimada pelo motorpenetrar no catalisador, ela provocará seusuperaquecimento e possivelmente danosirreparáveis neste componente. Portanto, como motor aquecido, deve-se evitar:• Insistir na partida quando o motor apre-

sentar dificuldade para entrar em funcio-namento.

• Acionamento da partida desnecessaria-mente prolongado.

Por trabalhar em nível elevado de tempera-tura, a penetração de água pelo tubo de es-capamento pode danificar o catalisador.Evite a aplicação de qualquer tipo de produtona parte inferior do veículo, pois este podeinflamar-se em caso de superaquecimentodo sistema de escapamento.

Evite estacionar ou permanecer com oveículo sobre grama seca, arbustos, res-pingos de combustível ou outro materialinflamável quando o sistema de escapa-mento estiver aquecido.

O veículo equipado com catalisador re-quer uso exclusivo de combustível ade-quado. A gasolina com chumbo danificaráo catalisador, não podendo ser utilizadaem hipótese alguma.

No caso de se notarem falhas ou funciona-mento irregular no motor após uma partida afrio, perda significativa de potência do motorou outras anomalias, isto poderá indicar fa-lha no sistema de ignição. Se necessário, oveículo poderá continuar a ser conduzido porum curto espaço de tempo com o motor abaixa rotação, até uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet mais próxima.

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7-9

Transmissão automáticaInspeção e complementação donível de óleoVerifique o nível de acordo com o Plano deManutenção Preventiva, com o veículo ni-velado, o motor em marcha lenta e a alavan-ca seletora de mudanças na posição P, pro-cedendo do seguinte modo:

1. Passe a alavanca de P para 1 e de 1 paraP passando por todas as posições inter-mediárias R, N, D, 3 e 2 esperando que acada mudança de posição na alavanca, amarcha selecionada seja engatada/desengatada.

2. Levante o capô do motor.

3. Puxe a alavanca de travamento da varetamedidora situada na sua extremidade, re-tire-a, limpe-a bem e a introduza novamen-te no tubo, até seu limite.

4. Retire-a novamente e verifique o nível, quedeve estar numa das condições abaixo:

Transmissão fria entre as marcas MAX eMIN, do lado da vareta com a gravação“+20OC”.

Transmissão quente entre as marcas MAXe MIN, do lado da vareta com a gravação“+80OC”.

Considera-se que a transmissão está “fria”quando se aciona o motor menos de 1 mi-nuto, à temperatura ambiente máxima de35OC. A transmissão estará “quente” apóso veículo rodar pelo menos 20 km.

5. Se for necessário abastecer, adicione óleoatravés do tubo, observando a condiçãoadequada, a saber:

Lado com marca “+20OC”. Adicione aproxi-madamente 0,25 litro para passar da mar-ca MIN para a marca MAX.

Lado com a marca “+80OC”. Adicione apro-ximadamente 0,4 litro para passar da mar-ca MIN para a marca MAX.

• É necessário manter extrema limpezadurante a verificação do nível ou du-rante o enchimento, uma vez que par-tículas de sujeira que entrem na trans-missão automática podem causaravarias.

• Use somente o óleo indicado na tabelade lubrificantes (veja as especificaçõesna Seção 8).

• Se for notada irregularidade no nível deóleo, procure uma Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet para saná-la e também para localizar e corrigir suapossível causa.

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7-10

Troca de óleo da transmissãoautomáticaSe o veículo é utilizado apenas em opera-ções consideradas suaves, será necessáriotrocar o óleo lubrificante a cada 60.000 km ou4 anos, o que primeiro ocorrer, procedendo-se apenas às adições para complementaçãode nível, quando necessário. Se, contudo,seu serviço é considerado severo, será ne-cessário trocar o óleo lubrificante a cada45.000 km ou 2 anos, o que primeiro ocorrer.Para este efeito, consideram-se serviçosseveros os realizados sob as seguintes con-dições:

• Quando a maioria dos percursos exige ouso de marcha lenta por longo tempo ou aoperação freqüente em baixas rotações(como no anda-e-pára do tráfego).

• Quando a maioria dos percursos não ex-cede 6 km (percurso curto) com o motornão completamente aquecido.

• Operação freqüente em estradas de poei-ra e areia.

• Operação freqüente como reboque detrailer ou carreta.

• Utilização como táxi, veículos de políciaou utilização similar.

As trocas de óleo deverão ser executadasde acordo com os intervalos de tempo ouquilometragem percorrida, dado que osóleos perdem as suas propriedades de lu-brificação não só devido ao trabalho domotor, mas também por envelhecimento.

Direção hidráulicaInspeção e complementação donível de fluidoVerifique o nível do fluido com o motor desli-gado. Use somente o fluido especial indicadona tabela de lubrificantes (veja as especifi-cações na Seção 8). Verifique o nível de acor-do com os intervalos de tempo especifica-dos no Plano de Manutenção Preventiva.

Uma vareta, localizada na tampa do reser-vatório, apresenta duas marcas. A inferiorindica que o sistema necessita ser abasteci-do; a superior indica que ele está abastecido.Com o motor à temperatura normal de funcio-namento, o nível de fluido deverá estar namarca superior. Com o motor frio, o fluidonão deve descer abaixo da marca inferior.

Se for necessário corrigir o nível de fluido,leve o seu veículo a uma Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet a fim de serdeterminada a causa da perda de nível, bemcomo efetuar a sua reparação.

FreiosFluido de freio

Verifique o nível do fluido mensalmente ouquando acender a luz indicadora de nível nopainel de instrumentos. O nível do fluido deveestar entre as marcas MAX e MIN gravadasno reservatório.

A complementação do nível de fluido não érecomendada, pois existe uma relação entreo nível do fluido e o desgaste da pastilha defreio. Isto pode ser verificado sob as seguin-tes condições:

• Se a luz indicadora do freio acender porocasião de frenagens e acelerações for-tes ou em curvas acentuadas o desgasteda pastilha aproxima-se de 70% de suaespessura.

• Se a luz permanecer acesa por períodosmais longos dirija-se a uma Concessioná-ria ou Oficina Autorizada Chevrolet para atroca das pastilhas.

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7-11

Palheta do limpador dopára-brisaVerificação e manutençãoO bom funcionamento das palhetas do lim-pador do pára-brisa e um campo visual clarosão condições essenciais para uma condu-ção segura.

Verifique a condição das palhetas com fre-qüência. Limpe-as com sabão neutro diluídoem água.

Evite utilizar os limpadores dos vidros comos mesmos secos ou sem que os esguichosdos lavadores sejam acionados.

Por motivo de segurança, se as palhetas nãopuderem ser satisfatoriamente limpas, elasdeverão ser substituídas por novas. Reco-menda-se que as palhetas sejam trocadaspelo menos uma vez por ano ou sempre quesua eficiência diminua prejudicando a visibili-dade sob chuva.

Se o nível do fluido no reservatório estiverfora do recomendado ou se a luz indicadorade nível no painel de instrumentos estiveracendendo com maior freqüência, procureuma Concessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet.

A utilização do veículo com as pastilhasdesgastadas ou com vazamentos no sis-tema de freio podem comprometer a inte-gridade do sistema de freio do veículo edevem ser reparados imediatamente, poiscolocam em risco a sua segurança.O fluido de freio é tóxico.

Recomendamos a troca do fluido de freio acada dois anos, pois a partir deste período ofluido tem suas características alteradas, di-minuindo a capacidade de frenagem do veí-culo. Para a troca, ou complementação emcasos de emergência, deverá ser usado ofluido para freios DOT 4 (veja especificaçõesna Seção 8).

O fluido de freio é corrosivo, podendodanificar a pintura do veículo.

Substituição da palhetaPressione a lingüeta de travamento, empur-re a palheta para baixo e remova-a.

Pelo fato das palhetas permanecerem expos-tas ao tempo as vinte e quatro horas do diasofrendo as influências do frio, calor, ozônio,poluentes contidos na atmosfera, raios ultra-violeta etc., sua vida útil tem um limite.

Este limite varia muito, também somados afreqüência e intensidade de uso.

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7-12

O reservatório do líquido para o sistema delavagem do pára-brisa esta localizado nolado esquerdo do compartimento do motor.Para abrí-lo, puxe a tampa.

Encha-o somente com água limpa para evi-tar o entupimento dos injetores.

Para uma limpeza eficiente, recomendamosque se adicione à água um frasco deOptikleen.

Rodas e pneusOs pneus originais de produção são ade-quados às características técnicas do seuveículo e proporcionam o máximo de con-forto e segurança.

No caso de precisar substituir os pneus ourodas por outros com diferentes caracterís-ticas, antes de o fazer procure uma Con-cessionária ou Oficina Autorizada Chevroletpara discutir o assunto. A utilização de pneusou rodas inadequadas poderá determinar aperda da garantia.

Exame da pressão dos pneusÉ essencial para o conforto, segurança eduração dos pneus mantê-los inflados à pres-são recomendada.Verifique a pressão dos pneus, incluindo o daroda reserva, semanalmente, antes de iniciarviagens ou ainda se for usar o veículo car-regado. Os pneus devem ser verificados a frioutilizando-se um manômetro bem aferido.As pressões dos pneus estão indicadas naetiqueta situada no interior da tampa da por-tinhola do tanque de combustível.Pressões incorretas nos pneus aumentam odesgaste e comprometem o desempenho doveículo, o conforto dos passageiros e o con-sumo do combustível.Não deve ser reduzida a pressão de enchi-mento após uma viagem, pois é normal oaumento de pressão devido ao aquecimentodos pneus.Após a verificação da pressão dos pneus,coloque novamente as tampas de proteçãodas válvulas dos bicos de enchimento.

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7-13

Verificação do estado dos pneus edas rodasOs impactos contra guias de calçada podemcausar estragos nas rodas e no interior dospneus. Estes danos nos pneus, invisíveisexteriormente, ao revelarem-se mais tardepodem ser a causa de acidentes a altas ve-locidades. Em conseqüência, se precisar su-bir numa guia, faça-o bem devagar e se pos-sível em ângulo reto.

Ao estacionar, tome o cuidado de verificar seos pneus não ficaram pressionados contra aguia. Periodicamente, verifique os pneusquanto ao desgaste (altura da banda de ro-dagem) ou estragos visíveis. O mesmo de-verá ser feito em relação às rodas.

Em caso de desgaste ou estragos anormais,procure uma Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet para que estes sejamreparados e o alinhamento da suspensão eda direção seja aferido.

Balanceamento das rodasAs rodas do seu veículo devem ser balancea-das para evitar vibrações no volante, propor-cionando um rodar seguro e confortável.

Balanceie as rodas sempre que surgirem vi-brações e na ocasião da troca de pneus.

Rodízio dos pneusPneus dianteiros e traseiros exercem fenô-menos de trabalho distintos e podem apre-sentar desgaste diferente dependendodiretamente da utilização nos diversos tiposde pavimentos, maneiras de dirigir, alinha-mento da suspensão, balanceamento de ro-das, pressão de pneus, etc.A recomendação para o proprietário é efetuaruma auto avaliação na condição de uso doveículo, e praticar o rodízio dos pneus emintervalos curtos de quilometragem, não de-vendo exceder a 10.000 km rodados. O re-sultado será obter maior regularidade nodesgaste da banda de rodagem e conseqüen-temente maior alcance quilométrico.O rodízio de pneus radiais deve ser execu-tado como indicado na figura.A condição dos pneus é item de verificaçãonas revisões periódicas nas Concessioná-rias ou Oficinas Autorizadas Chevrolet, asquais estão capacitadas para diagnosticarsinais de desgaste irregular ou qualquer ou-tra avaria que comprometa o produto.

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7-14

Reposição dos pneusPor motivo de segurança recomenda-sesubstituir os pneus quando a profundidadedos sulcos, da banda de rodagem estiverpróximo de 3 mm.

A profundidade mínima para os sulcos éde 1,6 mm. Esta informação é identificadapela sigla TWI (Tread Wear Indicators),na área do “ombro” dos pneus, conformemostrado na figura.

O pneu deve ser substituído também quan-do apresentar: cortes, bolhas na lateral ouqualquer outro tipo de deformação.

Na reposição, use pneus da mesma mar-ca substituindo, de preferência, todo o jogonum mesmo eixo.

O perigo de aquaplanagem é maior quan-to menor for a profundidade dos sulcosnos pneus.Os pneus envelhecem tanto sem ou compouca rodagem. O pneu reserva sem usopor um período de 6 anos só deve serutilizado em caso de emergência; dirija embaixa velocidade quando estiver utilizan-do este pneu.

Após o rodízio dos pneus, é recomendadaa verificação do balanceamento dos con-juntos rodas/pneus.

BateriaA bateria ACDelco que equipa o veículo nãorequer manutenção periódica.

Se o veículo não for utilizado por 30 dias oumais, desconecte o cabo negativo da bateriapara não descarregá-la.

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7-15

Reciclagem obrigatóriaDevolva a bateria usada ao revendedor noato da troca (Resolução Conama 257/99 de30/06/99):

• Composição básica: chumbo, ácido sulfú-rico diluído e plástico.

• Todo consumidor/usuário final é obrigadoa devolver sua bateria usada a um pontode venda. Não descarte-a no lixo.

• Os pontos de venda são obrigados a acei-tar a devolução de sua bateria usada e adevolvê-la ao fabricante para reciclagem.

Componentes eletrônicosPrevenção e cuidadosPara evitar avarias nos componentes eletrô-nicos da instalação elétrica, não se deve des-ligar a bateria com o motor funcionando.

Nunca dê partida ao motor enquanto a ba-teria estiver desligada. Quando for efetuadauma carga, desligue a bateria do veículo.Desligue primeiramente o cabo negativo edepois o cabo positivo. Tenha cuidado paranão inverter a posição dos cabos.

Ao voltar a ligar, instale primeiro o cabo po-sitivo e depois o negativo.

Riscos do contato com a solução ácida ecom o chumbo:• A solução ácida e o chumbo contidos

na bateria, se descartados na nature-za de forma incorreta, poderão conta-minar o solo, o sub-solo e as águas,bem como causar riscos à saúde doser humano.

• No caso de contato acidental com osolhos ou com a pele, lavar imediata-mente com água corrente e procurarorientação médica.

Page 142: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

7-16

Limpeza externaA melhor maneira para preservar a aparên-cia do seu veículo é mantê-lo limpo atravésde freqüentes lavagens.

Lavagem

• Não deve ser feita diretamente sob o sol.

• Primeiramente, recolha a antena e afasteos limpadores do pára-brisa.

• Em seguida, jogue água em abundânciaem toda a carroçaria para remover apoeira.

• Não aplique jatos d’água diretamente noradiador, para não deformar a colméia e,conseqüentemente, provocar perda de efi-ciência do sistema. A limpeza deve ser fei-ta apenas com jatos de ar.

• Aplique, se quiser, sabão ou xampu neutrona área a ser lavada e, utilizando esponjaou pano macio, limpe-a enquanto enxá-gua. Remova a película de sabão ou xam-pu antes que seque.

• Use esponja ou pano diferente para a lim-peza dos vidros para evitar que fiquemoleosos.

• Limpe o perfil da borracha das palhetasdos limpadores com sabão neutro e bas-tante água.

• Eventuais manchas de óleo, asfalto ou detintas de sinalização de ruas podem serremovidas com querosene. Não se reco-menda a lavagem total da carroçaria comeste produto.

• Seque bem o veículo após a lavagem.

Cuidados com a aparênciaCuidados regulares contribuem para mantera aparência e a valorização do veículo. Sãotambém um pré-requisito para atendimentoem garantia de reclamações sobre os acaba-mentos interno, externo e pintura. As reco-mendações a seguir servem para prevenirdanos resultantes das influências do meioambiente às quais o veículo está sujeito.

Aplicação de cera

Se durante a lavagem se observar que a águanão se acumula em gotas na pintura, o veículopoderá ser encerado após a secagem. Depreferência, a cera a ser utilizada deve contersilicone. Entretanto, peças de acabamentoplástico, assim como vidros, não devem sertratadas com cera, já que as suas manchassão dificilmente removíveis.

Polimento

Sendo a maioria dos polidores e massas parapolimento existentes abrasivas, este serviçodeve ser executado por postos de presta-ção de serviços especializados.

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7-17

Limpeza internaMuitos agentes de limpeza podem ser vene-nosos ou inflamáveis, e seu uso imprópriopode causar danos pessoais ou ao veículo.Portanto quando for limpar os itens de acaba-mento do veículo, não use solventes voláteis,tais como acetona, thinner ou materiais delimpeza, como branqueadores, água-de-lavadeira ou agentes redutores. Nunca usegasolina para qualquer propósito de limpeza.

É importante observar que as manchasdevem ser removidas o mais rápido possível,antes que se tornem permanentes.

Carpetes e estofamentos

Obtém-se uma boa limpeza empregando-seaspirador de pó ou escova para roupa.

• No caso de pequenas manchas ou sujeiraleve, passe uma escova ou esponja ume-decida com água e sabão-de-côco.

• Para manchas de gordura, de graxa ouóleo, retire o excesso usando uma fita ade-siva. Depois, passe um pano umedecidoem benzina.

• Nunca exagere na quantidade do líquidopara limpeza, pois ele pode penetrar noestofamento, o que é prejudicial.

Painéis das portas, peças plásticas epeças revestidas com vinil

• Limpe-as somente com pano úmido e en-xugue-as a seguir com pano seco.

• Em caso de necessidade de limpeza degorduras ou óleos, que eventualmente te-nham manchado as peças, limpe-as compano umedecido em sabão neutro dissol-vido em água e a seguir enxugue-as compano seco.

Cintos de segurança

• Conserve-os afastados de objetos de can-tos vivos ou cortantes.

• Examine periodicamente os cadarços, asfivelas e os suportes de ancoragem quan-to ao estado e conservação. Se estiveremsujos, lave-os com uma solução de sabãoneutro e água morna. Mantenha-os limpose secos.

Vidros

• Limpe-os freqüentemente com um panomacio limpo umedecido com água e sabãoneutro, a fim de remover a película defumaça de cigarros, poeira e eventual-mente de vapores provenientes de painéisplásticos.

• Nunca use produtos de limpeza abrasivos,já que eles riscam os vidros e danificam osfilamentos do desembaçador do vidro tra-seiro. Riscos também podem ser provoca-dos ao serem removidos certos tipos dedecalcomanias colocadas nos vidros.

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7-18

Cuidados adicionaisAvarias na pintura e deposição emateriais estranhos

Mesmo avarias provenientes de batidas depedra e riscos profundos na pintura devemser reparados o mais cedo possível pela suaConcessionária Chevrolet, já que a chapa demetal, quando exposta à atmosfera, entra numprocesso acelerado de corrosão.

Quando forem notados manchas de óleo easfalto, resíduos de tintas de sinalização dasruas, pingos de seiva de árvores, detritos depássaros, agentes químicos de chaminés deindústrias, sal marítimo e outros elementosestranhos depositados na pintura do veículo,este deverá ser imediatamente levado parasua remoção.

Manchas de óleo, asfalto e resíduos de tintasrequerem o uso de querosene (veja Lava-gem, sob Limpeza externa).

Painel dianteiro

A parte superior do painel de instrumen-tos e a parte interior do porta-luvas, quan-do expostas ao sol por tempo prolongado,podem atingir temperaturas próximas a100OC. Portanto, nunca deixe nesses lo-cais objetos, tais como isqueiros, fitas,disquetes de computador, compact discs,óculos de sol, etc., que possam se defor-mar ou até mesmo entrar em auto-com-bustão quando expostos a altastemperaturas. Você correrá o risco dedanificar não só os objetos, como tam-bém o próprio veículo.

Portas

Lubrifique os tambores das fechaduras compó de grafite.

Lubrifique as dobradiças das portas, tampatraseira, capô do motor e limitadores dasportas.

As aberturas localizadas na região inferiordas portas servem para permitir a saída deágua proveniente de lavagens ou chuvas.Devem ser mantidas desobstruídas paraevitar a retenção de água, que ocasiona fer-rugem.

Compartimento do motor

Não o lave desnecessariamente. Antes dalavagem, proteja o alternador, o módulo daignição eletrônica e o reservatório do cilin-dro-mestre com plásticos.

Manutenção da parte inferior do veículo

A água salgada e outros agentes corrosivospodem provocar o aparecimento prematurode ferrugem ou a deterioração de componen-tes da parte inferior do veículo, como linha defreio, assoalho, partes metálicas em geral,sistema de escapamento, suportes, cabos defreio de estacionamento etc. Além disso, terra,lama e sujeira acumuladas em determinadoslocais, especialmente em cavidades dos pára-lamas, são pontos retentores de umidade.

Os efeitos danosos podem, entretanto, serreduzidos mediante lavagem periódica da par-te inferior do veículo.

Pulverização

Não pulverize com óleo a parte inferior doveículo. O óleo pulverizado danifica oscoxins, buchas de borracha, mangueiras etc.,além de reter o pó quando o veículo circulaem regiões poeirentas.

Page 145: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-1

Especificações 8Página

Número de identificação do veículo (VIN) .............. 8-2

Plaqueta de identificação do ano de fabricação ...... 8-2

Capacidade de carga (sistema VDA) ........................ 8-3

Carga útil (passageiros e bagagens) ....................... 8-3

Capacidade de tração de reboque ........................... 8-3

Especificação de peso do veículo ........................... 8-4

Dimensões gerais do veículo .................................. 8-5

Motor ......................................................................... 8-6

Controle de emissões ............................................... 8-7

Ruídos veiculares ..................................................... 8-7

Transmissão .............................................................. 8-8

Rotação de corte de injeção decombustível ............................................................... 8-8

Página

Diferencial (redução) ................................................. 8-9

Freios ......................................................................... 8-9

Geometria da direção ............................................... 8-9

Diâmetro de giro ....................................................... 8-9

Capacidades de lubrificantes e fluidosem geral ................................................................... 8-10

Rodas e pneus ........................................................ 8-10

Tabela de lubrificantes e fluidos recomendados,verificações e trocas ............................................... 8-11

Equipamento elétrico do motor ............................. 8-12

Fusíveis ................................................................... 8-13

Relés ........................................................................ 8-14

Lâmpadas indicadoras e de iluminação ............... 8-14

Page 146: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-2

Plaqueta de identificaçãodo ano de fabricaçãoUma etiqueta está localizada na coluna daporta, próxima a alça de travamento da por-ta, e a outra no compartimento do motor, pró-xima a torre do amortecedor.

Número de identificaçãodo veículo (VIN)Localização• Etiquetas autocolantes: Na coluna da

porta dianteira direita, no assoalho do ladodireito banco dianteiro do acompanhantee compartimento do motor (na torre dasuspensão esquerda).

• Gravação: Pára-brisa, vidro traseiro e vi-dros laterais.

• Estampagem: No assoalho do lado direi-to do banco dianteiro do acompanhante.

Aparece também no Certificado de Regis-tro do Veículo, sob o título Identificação. Paraobter a 2ª via dos adesivos, dirija-se a umaConcessionária Chevrolet, a qual forneceráas devidas informações.

Page 147: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-3

Capacidade de carga (litros)Porta-malas até aaltura do encosto Com o banco Compartimento

Porta-malas do banco traseiro traseiro rebatido de carga

Sedan 390 — 542 —

Carga útil (kg) (passageiros e bagagens)Sem condicionador de ar Com condicionador de ar

Transmissão Transmissão Transmissão Transmissãomecânica automática mecânica automática

Sedan 1.0 8V 440 — 440 —

Sedan 1.6 8V 460 460 460 430

Capacidade de tração de reboque (kg)

Reboque sem freio Modelos sem Modelos comcondicionador de ar condicionador de ar

Sedan 1.0 8V 400 400

Sedan 1.6 8V 450 450

Sedan 1.6 8V (transmissão automática) 450 450

Reboque com freio Modelos sem Modelos comcondicionador de ar condicionador de ar

Sedan 1.0 8V 650 600

Sedan 1.6 8V 900 850

Sedan 1.6 8V (transmissão automática) 900 850

Page 148: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-4

Especificação de peso do veículo (kg)

Peso bruto Peso permissível Peso bruto total combinadototal Eixo dianteiro Eixo traseiro Reboque sem freio Reboque com freio

Sedan 1.0 8V 1.360 660 705 1.760 1.810

Sedan 1.6 8V 1.433 740 705 1.883 2.333

Sedan 1.6 8V (transmissão automática) 1.433 770 705 1.920 2.270

Modelos sem condicionador de ar

Peso bruto Peso permissível Peso bruto total combinadototal Eixo dianteiro Eixo traseiro Reboque sem freio Reboque com freio

Sedan 1.0 8V 1.390 715 705 1.790 1.990

Sedan 1.6 8V 1.463 770 705 1.913 2.313

Sedan 1.6 8V (transmissão automática) 1.463 770 705 1.920 2.220

Modelos com condicionador de ar

Page 149: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-5

Dimensões gerais doVeículoSedan

E Distância entre o centro daroda dianteira e o pára-choquedianteiro 750

F Distância entre eixos 2.443

G Distância entre o centro daroda traseira e o pára-choquetraseiro 863

H Comprimento total 4.056

J Vão livre (veículo carregado) 111

A Altura total (veículo descarregado) 1.420

B BitolaDianteira 1.387Traseira 1.388

C Largura total 1.608

D Largura total(espelho a espelho) 1.768

Page 150: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-6

Motor

* ABNT NBR ISO 1585

Motor 1.6 MPFI 8V

Tipo Transversal, dianteiro

Número de cilindros 4, em linha

Nº de mancais principais 5

Ordem de ignição 1 – 3 – 4 – 2

Diâmetro interno do cilindro 79,0 mm

Curso do êmbolo 81,5 mm

Razão de compressão 9,4:1

Cilindrada 1.598 cm3

Rotação da marcha lenta 900 – 1.000 rpm

Potência máxima líquida* 92 CV (67,5 kW) a 5.600 rpm

Momento de força (torque) máximo líquido* 127 N.m a 2.800 rpm (13,0 kgf.m)

Motor 1.0 MPFI 8V – VHC Motor 1.0 MPFI 8V – Álcool

Tipo Transversal, dianteiro Transversal, dianteiro

Número de cilindros 4, em linha 4, em linha

Nº de mancais principais 5 5

Ordem de ignição 1 – 3 – 4 – 2 1 – 3 – 4 – 2

Diâmetro interno do cilindro 71,1 mm 71,1 mm

Curso do êmbolo 62,9 mm 62,9 mm

Razão de compressão 12,6:1 12,6:1

Cilindrada 999 cm3 999 cm3

Rotação da marcha lenta 850 – 950 rpm 900 – 1.000 rpm

Potência máxima líquida* 70 CV (51,5 kW) 64 CV (47,0 kW)a 6.400 rpm a 6.200 rpm

Momento de força (torque) 86 N.m a 3.200 rpm 82 N.m a 3.000 rpmmáximo líquido* (8,8 kgf.m) (8,4 kgf.m)

Page 151: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-7

Controle de emissões• A emissão máxima de CO (monóxido de

carbono), na rotação de marcha lenta eponto de ignição (avanço inicial) especi-ficados, deve ser até 0,5%. Estes valoressão válidos para combustível padrão es-pecificado para teste de emissões.

• Este veículo está em conformidade como PROCONVE (Programa de Controle dePoluição do Ar para Veículos Automo-tores).

• A emissão de gases do cárter do motorpara atmosfera deve ser nula em qual-quer regime do veículo.

• Este veículo possui um sistema antipo-luente de gases evaporados do tanquede combustível (veículos a gasolina).

• Não existe ajuste externo da rotação damarcha lenta. O ajuste da porcentagem deCO e da rotação da marcha lenta são feitoseletronicamente através do módulo decontrole eletrônico — ECM.

Ruídos veicularesEste veículo está em conformidade com asResoluções CONAMA Nos 01/93, 08/93 e272/00 e Instrução Normativa do IBAMA nº28/02 de controle da poluição sonora paraveículos automotores.

Limite máximo de ruído para fiscalização deveículo em circulação (com o veículo pa-rado):

Sedan gasolina 1.0 MPFI 8V VHC

................................. 83,2 dB(A) a 4800 rpm

Sedan álcool 1.0 MPFI 8V

................................. 81,5 dB(A) a 4500 rpm

Sedan 1.6 MPFI 8V transmissãomecânica .................. 85,9 dB(A) a 4200 rpm85,9 db(A)

Sedan 1.6 MPFI 8V transmissãoautomática ................. 83,3 dB(A) a 4200 rpm

É importante que todo o serviço de manu-tenção seja executado de acordo com o Pla-no de Manutenção Preventiva para que oveículo permaneça dentro dos padrõesantipoluentes.

Veículos com motor a álcool: Os moto-res a álcool foram projetados para funcio-nar utilizando álcool etílico hidratadocombustível, em atendimento à ResoluçãoCONAMA nº 18/86 – PROCONVE (Progra-ma de Controle de Poluição do Ar para Veí-culos Automotores), à Portaria nº 23 de29/10/91 e Regulamento Técnico 03/91 doDepartamento Nacional de Combustíveis.

Veículos com motor a gasolina: O motorfoi projetado para utilizar gasolina comum(octanagem de no mínimo 87 unidades deíndice antidetonante), sem chumbo e do tipoC (com 22% ± 1% de álcool etílico anidro)em atendimento a Resolução CONAMANº 18/86 – PROCONVE (Programa de Con-trole de Poluição do Ar para Veículos Leves)e a Portaria ANP nº 71/98.

• Procure usar sempre combustível aditivadoà venda nos postos de abastecimento.

O uso de combustível diferente do espe-cificado poderá comprometer o desem-penho do veículo, bem como causardanos aos componentes do sistema dealimentação e do próprio motor que nãosão cobertos pela garantia.

Page 152: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-8

Transmissão

Motor 1.0 MPFI 8V Motor 1.6 MPFI 8VMotor 1.6 MPFI 8V

c/ transmissãoautomática

Marchas Velocidade máxima Velocidade máxima Velocidade máxima(km/h) (km/h) (km/h)

1 37 42 572 72 80 1093 109 118 1624 138 165 —5 * * *

Rotação de corte 6.400 rpm 6.500 rpm 6.600 rpm

* Em condições ideais (pista plana e sem vento) o veículo não atinge a velocidade de corte de combustível.

Rotação de corte de injeção de combustível

ReduçõesModelos Modelos Modelos Modelosequipados equipados equipados equipados com Velocidadescom motor com motor com motor transmissão recomendadas1.0 MPFI 1.0 MPFI VHC 1.6 MPFI 8V automática para troca de

Marchas (F17 “close ratio”) (F15 “wide ratio”) AF13 marcha

1ª 4,18:1 4,27:1 3,73:1 2,81:1 1ª – 2ª 24 km/h

2ª 2,14:1 2,35:1 1,96:1 1,48:1 2ª – 3ª 40 km/h

3ª 1,41:1 1,48:1 1,32:1 1,00:1 3ª – 4ª 64 km/h

4ª 1,12:1 1,05:1 0,95:1 0,74:1 4ª – 5ª 72 km/h

5ª 0,89:1 0,80:1 0,76:1 — —

Ré 3,31:1 3,31:1 3,31:1 2,77:1 —

Page 153: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-9

Modelos equipados Modelos equipados Modelos equipados Modelos equipados comcom motor 1.0 MPFI álcool com motor 1.0 MPFI VHC com motor 1.6 MPFI 8V transmissão automática

4,31:1 4,87:1 4,19:1 4,05:1

Diferencial (redução)

Diâmetro de giro

Guia a guia Parede a parede

Sedan Com direção mecânica 9,80 m 10,35 mCom direção hidráulica 9,95 m 10,50 m

Freios de serviço – Tipo Hidráulico, com 2 circuitos independentes em diagonal e auxiliar a vácuo– Dianteiro A disco ventilado– Traseiro A tambor

Fluido utilizado DOT 4

Freio de estacionamento Mecânico, atuante nas rodas traseiras

Freios

Geometria da direção

Quedas das rodas(Câmber)* Cáster* Convergência das rodas*

Dianteiro

Sedan –1O10’ a 0O20’ 0O50’ a 2O50’ –0O20’ a 0O (–2,0 a 0 mm)“divergente”

Traseiro

Sedan –2O a –1O — –0O5’ a 0O40’ (–0,5 a 4,0 mm)5’ divergente até 40’ convergente

(*) Valores verificados em veículos com 2 pessoas no banco dianteiro e totalmente abastecido com óleo, água e meio tanque de combustível.

Page 154: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-10

Capacidades de lubrificantes e fluidos em geral

Cárter do motor (sem o filtro de óleo) 3,25 litros

Filtro de óleo 0,25 litros

Transmissão – Manual 1,6 litros

– Automática 6,00 litros (de 4 a 5 litros para reposição)

Sistema de arrefecimento (inclusive o radiador) – Motor 1.0 5,9 litros

– Motor 1.6 sem condicionador de ar 5,5 litros

– Motor 1.0 e 1.6 com condicionador de ar 5,8 litros

Gás refrigerante do sistema de condicionador de ar 600 gramas

Sistema de freio 0,45 litros

Sistema do lavador de pára-brisa e do vidro traseiro 2,6 litros

Reservatório de gasolina – sistema partida a frio 0,80 litros

Tanque de combustível 46 litros (Sedan)

Reserva do tanque de combustível Aproximadamente 5,0 litros (Sedan)

Modelo Dimensão dos pneus Até 3 passageiros Veículo lotadoDianteiros Traseiros Dianteiros Traseiros

Sedan 165/70 R13-79T 27 (1,90) 27 (1,90) 30 (2,11) 36 (2,53)185/60 R14-82H 27 (1,90) 27 (1,90) 30 (2,11) 36 (2,53)

Pressão dos pneus*

* Válido para calibragem de pneus a frio. A primeira especificação é em Ibf/pol2 e a segunda, entre parênteses é em kgf/cm2. Para percursos longos a velocidadesaltas, mantidas por mais de uma hora, adicionar 2 Ibf/pol2 (0,150 kgf/cm2) em cada pneu.

Rodas e pneus (especificações)

Modelo Rodas PneusNormais de produção Opcionais Normais de produção Opcionais

Sedan 5Jx13 (estampada) 5 1/2Jx14 (alumínio) 165/70 R13-79T 185/60 R14-82H

Page 155: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-11

Item Definição Verificação do nível Troca

Motor Óleo de especificação API-SJ ou Semanalmente Veja instruções na Seção 7,superior e viscosidade SAE-5W30, sob Motor15W40, 15W50, 20W40 ou 20W50

Transmissão manual Óleo sintético para transmissão Em todas as revisões Não necessita trocaSAE 75W para engrenagem helicoidalcoloração vermelha

Transmissão automática Óleo Dexron II ACDelco Em todas as revisões A cada 60.000 km ou 4 anos*A cada 45.000 km ou 2 anos**

Freios Fluido para freio DOT 4 — A cada 30.000 km ou 2 anos

Sistema de arrefecimento Água potável e aditivo para radiador de Semanalmente A cada 150.000 km ou 5 anoslonga duração (alaranjado) ACDelco naproporção de 50%

Caixa de direção hidráulica Óleo Dexron II ACDelco Em todas as revisões Não necessita troca

Tabela de lubrificantes e fluidos recomendados, verificações e trocas

* Condições normais de uso** Condições severas de uso

Page 156: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-12

Equipamento elétrico do motor

Bateria

Tensão Capacidade Aplicacão

12 V 36 Ah Veículos a gasolina sem condicionador de ar

12 V 36 Ah Veículos a gasolina com condicionador de ar

12 V 54 Ah Veículos a álcool com ou sem condicionador de ar

Alternador

Capacidade – Sem condicionador de ar 60 A (Opcional – 70 A)

– Com condicionador de ar Motor 1.0L 70 AMotor 1.6L 100 A

– Com direção hidráulica 70 A

Distribuidor

Sistema de ignição direta

VelasTipo Folga dos eletrodos

Motor 1.0 MPFI (álcool) BR7ES (NGK) 0,8 a 0,9 mm

Motor 1.0 MPFI VHC BR6ES (NGK) ou 041XL6WA (ACDelco) 0,8 a 0,9 mm

Motor 1.6 MPFI BPR6EY (NGK) ou 041LR6XB (ACDelco) 0,8 a 0,9 mm

Page 157: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-13

Fusíveis – Capacidades(ampère) e circuitoselétricos protegidosNo compartimento depassageiros

18 15A Tomada de acessórios elétricos

20A Tomada de acessórios elé-tricos, módulo eletrônico dosistema central de controle dasfechaduras, inibidor da partidanas posições P e N da trans-missão automática

19 15A Sistema de ignição e alimentaçãoda ignição para ECM

20 30A Motor do ventilador do radiador21 15A Luz de freio, indicadores de di-

reção e iluminação do interruptordo sinalizador de advertência eluz auxiliar de freio traseiro (brakelight)

22 – Não utilizado23 10A Luzes de estacionamento (lado

direito), lanterna da licença eiluminação do interruptor docondicionador de ar

24 10A Motores levantadores elétricosdos vidros traseiros, velocí-metro

25 10A Farol alto (lado direito) e luz indi-cadora do farol alto (painel deinstrumentos)

26 20A Bomba elétrica de combustívele ECM

27 10A Farol baixo e regulagem da alturado facho de luz do farol (ladodireito)

28 5A Motor VHC – ECM

7 30A Motor ventilador do radiador(veículos equipados com condi-cionador de ar)

8 10A Luzes de estacionamento (ladoesquerdo)

9 – Não utilizado

10 10A Farol alto (lado esquerdo)

11 5A Luz da marcha a ré

12 10A Farol baixo e regulagem daaltura do facho de luz do farol(lado esquerdo)

13 20A Trava elétrica central das portas

14 20A Sistema dos vidros elétricosdianteiros

15 30A Motor da ventilação interna (veí-culos sem condicionador de ar)ou motor do ventilador do radia-dor (veículos com condiciona-dor de ar)

16 30A Limpador e lavador do pára-bri-sa/vidro traseiro

17 10A Painel de instrumentos, indi-cador de tripla função, cigarrados faróis ligados, bobinas dosrelés do condicionador de ar edesembaçador do vidro trasei-ro, iluminação: do botão dasluzes, do interruptor de controlede ventilação interna e desem-baçador do vidro traseiro e docontrole de aquecimento; ali-mentação dos interruptoreslevantadores dos vidros, ali-mentação dos relés do condicio-nador de ar e do ventilador doradiador (veículos com condicio-nador de ar)

1 20A Sinalizador de advertência, mó-dulo do alarme antifurto, buzina,indicador de tripla função, an-tena elétrica, rádio/toca-fitas,iluminação do compartimento depassageiros, e alimentação doconector de diagnose ALDL

2 10A Módulo de controle da trans-missão automática, painel deinstrumentos

3 30A Desembaçador do vidro traseiro

4 10A Partida a frio (álcool)

5 10A Módulo de controle da trans-missão automática e regimeantipatinação

6 10A Bobina do relé do ventilador doradiador

No compartimento do motor

38 10A Buzina do alarme antifurto

ou

Page 158: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

8-14

Lâmpadas indicadoras e de iluminação

Aplicação Potência (W)

Compartimento de passageiros 10

Comandos de aquecimento, ventilação e refrigeração 1,2

Farol alto 60

Farol baixo 55

Freios 21

Iluminação dos instrumentos 1,5

Indicadora de carga de bateria LED

Indicadora dos sinalizadores de direção 1,1

Indicadora de farol alto LED

Indicadora de manutenção do motor LED

Indicadora de pressão do óleo do motor LED

Indicadora do sistema de freio LED

Indicadora da transmissão automática 1,1

Indicadora do Air bag 1,1

Licença 10

Marcha a ré 21

Mostrador digital de informação tripla 1,2

Posição 5

Sinalizadores de direção 21

RelésOs relés estão localizados na caixa defusíveis e no painel dianteiro atrás do porta-luvas.

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9-1

Plano de manutenção preventiva 9Página

Revisão por tempo ou quilometragem ..................9-2

Revisão especial ......................................................9-2

Teste de rodagem ....................................................9-3

Plano de manutenção preventiva...........................9-4

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9-2

Revisão por tempo ouquilometragemO Plano de Manutenção Preventiva prevêinspeções a cada 15.000 km. Se, porém, oveículo é pouco utilizado e este limite nãofor atingido no decorrer de um ano, entãodevem-se efetuar os serviços de manuten-ção em bases anuais, e não em função daquilometragem.

Para obter uma utilização econômica esegura e garantir um bom preço de re-venda do seu veículo, é de importânciavital que todo o serviço de manutençãoseja executado com a freqüência reco-mendada.Tempo decorrido ou quilometragempercorrida determinam quando o veículodeve ser submetido à próxima inspeção(veja na seção 11, Certificado de Garan-tia).Nunca efetue você mesmo quaisquer re-parações ou regulagem no motor, chas-si e componentes de segurança. Por fal-ta de conhecimento, poderá infringir leisde proteção ao meio ambiente ou de se-gurança. A execução do trabalho de for-ma inadequada poderá comprometer asua própria segurança e a dos outrosusuários da estrada.

Revisão especialEla deve ser executada ao término doprimeiro ano de uso ou aos 15.000 km roda-dos (o que ocorrer primeiro), sem ônus paravocê – com exceção dos itens de consumonormal que constam no Certificado de Ga-rantia – veja instruções sob Responsabi-lidade do Proprietário. Esta revisão poderáser feita em qualquer Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet mediante aapresentação do cupom existente no finaldo Certificado de Garantia, respeitados oslimites de quilometragem indicados (vejainstruções sob Normas de Garantia).

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9-3

Teste de rodagemEste teste é parte integrante do Plano deManutenção Preventiva e deve ser, prefe-rencialmente, executado antes e depois detoda revisão, pois assim, eventuais irregu-laridades ou necessidades de ajustes se-rão percebidas e poderão ser corrigidas.

NO TESTE DE RODAGEM1. Efetuar o teste de rodagem percorren-

do, de preferência, vias com condi-ções variadas e mais representativaspossível das condições reais de utili-zação do veículo (asfalto, paralelepí-pedo, subidas íngremes, curvasfechadas etc.).

2. Verificar e corrigir, se necessário:

Funcionamento dos instrumentos dopainel e luzes indicadoras.

Alavanca de sinalização de direçãoquanto ao retorno automático à posi-ção de repouso, após as curvas.

Volante de direção quanto à inexis-tência de folga na posição central, re-torno automático após as curvas e oseu alinhamento durante deslocamen-to em linha reta.

Motor e conjunto de transmissão quan-to ao desempenho durante as acelera-ções e desacelerações, marcha lenta,marcha constante e nas reduções demarcha.

Transmissão automática (se equipado)quanto ao desempenho em acelera-ções, nas reduções de marcha (acio-nando o kickdown ou a alavanca decomando), em marcha lenta e em mar-cha constante e a suavidade nas tro-cas de marcha.

Eficiência dos freios de serviço e esta-cionamento.

Estabilidade do veículo em curvas epistas irregulares.

3. Eliminar os eventuais ruídos consta-tados durante o teste.

ANTES DO TESTE DE RODAGEM

No compartimento do motor1. Verificar quanto a eventuais vazamentos,

corrigir ou completar:

Reservatório dos lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro.

Reservatório do sistema de arrefeci-mento do motor.

2. Verificar e corrigir, se necessário:

Conexões e encaminhamento dos fioselétricos.

Fixação e encaminhamento das man-gueiras de vácuo, de combustível edo sistema de arrefecimento.

3. Verificar quanto a elementos soltos ecorrigir, se necessário.

Com o veículo no chãoVerificar, ajustar ou corrigir, se necessário:

Aperto dos parafusos das rodas.

Pressão e estado dos pneus (inclusivepneu reserva).

Funcionamento de todos os acessóriose opcionais.

Por baixo do veículoExaminar e corrigir, se necessário:

Parte inferior do veículo quanto a even-tuais danos e elementos faltantes, sol-tos ou danificados.

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9-4

Plano de Manutenção Preventiva

Verificações periódicas (realizadas pelo proprietário)

Verificar semanalmente o nível do líquido de arrefecimento no reservatório de expansão do sistema de arrefecimento e completar, senecessário, observando as marcações de “MIN” e “MAX”, conforme as seguintes situações:– Se o nível estiver baixo devido a evaporação do líquido de arrefecimento, complete utilizando somente água potável;– Se o nível estiver baixo devido a vazamentos no sistema de arrefecimento, complete com água potável + aditivo de longa duração

ACDelco (alaranjado) para radiador, na proporção de 50%.

Óleo do motor: verificar o nível semanalmente e completar, se necessário.

Reservatório do lavador do pára-brisa: verificar o nível semanalmente completar, se necessário.

Pneus: verificar a calibragem semanalmente, inclusive do pneu reserva.

Freio de estacionamento: verificar se ao parar o veículo o freio de estacionamento está funcionando corretamente.

Intervalo máximo para troca de óleo do motor (trocar com o motor quente)(Veja instruções na seção 8, sob Lubrificantes recomendados)

A cada 7.500 km ou 6 meses, o que primeiro ocorrer, se o veículo estiver sujeito a qualquer destas condições:

• Quando a maioria dos percursos exige o uso de marcha-lenta por longo tempo ou a operação contínua em baixa rotação freqüente(como o “anda e pára” do tráfego urbano).

• Quando a maioria dos percursos não excede 6 km (percurso curto) com o motor não completamente aquecido.

• Operação freqüente em estradas de poeira e areia.

• Operação freqüente como reboque de trailer ou carreta.

• Utilização como táxi, veículo de polícia ou atividade similar.

A cada 15.000 km ou 12 meses, o que primeiro ocorrer, se nenhuma das condições acima descritas ocorrer.

Examinar quanto a vazamentos.

Trocar o filtro de óleo do motor na primeira troca de óleo; as seguintes, a cada duas trocas de óleo do motor.

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9-5

Plano de Manutenção PreventivaRevisões (a cada 15.000 km ou a cada ano)

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª Serviços a serem executados

• • • • • • • • • • Teste de rodagem: verificar o veículo quanto a eventuais irregularidades. Fazer o teste de rodagemantes e depois da revisão.

• • • • • • • • • • Motor e transmissão: verificar quanto a eventuais vazamentos.

• • • • • Velas de ignição: inspecionar.

• • • • • Velas de ignição: substituir

• • • • • Filtro de ar: substituir o elemento.

Óleo do motor: substituir.

Filtro de óleo: trocar o elemento.

• • • • • • • • Correia dentada da distribuição (motor 8 válvulas): verificar o estado e o funcionamento do tensionadorautomático.

• • Correia dentada da distribuição (motor 8 válvulas): substituir.

• • • • • Filtro de combustível (gasolina): substituir.

• • • • • • • • • • Filtro de combustível (álcool): substituir.

• • • • • • • • • • Teste de emissão de poluentes: efetuar o teste verificando valores de funcionamento do motor eestado dos componentes relacionados à emissão de poluentes.

• • • • • • • • • • Sistema de arrefecimento: verificar o nível do líquido de arrefecimento e corrigir eventuais vazamentos.

Sistema de arrefecimento: substituir o líquido de arrefecimento e corrigir eventuais vazamentos(ver instruções sob Sistema de Arrefecimento).

• • • • • • • • • • Mangueiras, conexões, radiador e bomba d'água – verificar o estado e corrigir eventuais vazamentos.

Verifique intervalo máximo para troca na seção 7

Verifique intervalo máximo para troca na seção 7

Verifique intervalo máximo para troca na seção 7

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9-6

Plano de Manutenção PreventivaRevisões (a cada 15.000 km ou a cada ano)

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª Serviços a serem executados

• • • • • • • • • • Módulos de controle eletrônico: verificar com o equipamento TECH 2 a ocorrência de eventuais falhasnos sistemas interligados através dos códigos armazenados em memória.

• • • • • • • • • • Correia do alternador: verificar o estado e corrigir a tensão.

• • • • • • • • • • Equipamentos de iluminação e sinalização: verificar quanto ao funcionamento.

• • • • • • • • • • Lavador e limpadores do pára-brisa: verificar o nível do reservatório e o funcionamento do sistema.

• • • • • • • • • • Palhetas dos limpadores do pára-brisa: verificar o estado e limpar ou substituir.

• • • • • • • • • • Faróis: verificar a regulagem do foco.

• • • • • • • • • • Rodas: verificar o torque dos parafusos de fixação.

• • • • • • • • • • Pneus: verificar quanto ao desgaste e eventuais avarias, executar o rodízio se necessário, e corrigira pressão de enchimento.

• • • • • Correia do compressor do condicionador de ar: examinar o seu estado e corrigir sua tensão.

• • • • • Condicionador de ar: verificar o sistema quanto a vazamentos.

• • • • • • • • • • Filtro de limpeza de ar do sistema condicionador de ar: trocar o elemento.

• • • • • • • • • • Pastilhas e discos de freio: verificar quanto ao desgaste.

• • • • • Lonas e tambores de freio: verificar quanto ao desgaste.

• • • • • • • • • • Tubulações e mangueiras do freio: verificar o estado e corrigir eventuais vazamentos.

• • • • • Fluido do freio – substituir.

• • • • • • • • • • Óleo da transmissão manual: verificar o nível e o conjunto quanto a eventuais vazamentos.

• • • • • • • • Óleo da transmissão automática: verificar o nível.

• • Óleo da transmissão automática: substituir.

• • • • • Pedal da embreagem: verificar o curso livre.

• • • • • • • • • • Amortecedores – verificar quanto a eventuais vazamentos.

• • • • • Guarnições e protetores de pó – verificar o estado, posicionamento e eventuais vazamentos.

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9-7

Plano de Manutenção PreventivaRevisões (a cada 15.000 km ou a cada ano)

1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª Serviços a serem executados

• • Buchas dos braços-de-controle: verificar o estado.

• • • • • • • • • • Reservatório da direção hidráulica: verificar o nível de óleo.

• • • • • Mangueiras e conexões da direção hidráulica: examinar quanto a vazamentos e aperto.

• • • • • Sistema de direção: verificar quanto a folga e aperto dos parafusos. Verificar os protetores de pó dacremalheira da caixa de direção quanto a posicionamento e vazamentos.

• • • • • Dobradiças, limitadores e fechaduras das portas, tampa traseira e capô do motor: lubrificar.

• • • • • • • • • • Tambores das fechaduras – aplicar grafita.

• • • • • • • • • • Cintos de segurança: verificar cadarços, fivelas e parafusos de fixação quanto ao estado de conser-vação, torque e funcionamento.

• • • • • • • • • • Carroçaria e parte inferior do veículo: verificar quanto a eventuais avarias e danos na pintura ou naproteção contra corrosão.

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10-1

Índice alfabético 10

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10-2

Catalisador ............................................ 7-7Certificado de garantia ......................... 11-4Chave .................................................... 4-3Cintos de segurança

Ajuste da altura do ponto de fixaçãosuperior do cinto de 3 pontos ......... 2-13Conservação e tratamento .............. 2-25Recomendações sobre uso ............... 2-9Retrátil de 3 pontos .......................... 2-15Subabdominal .................................. 2-21Tensionadores mecânicosdos cintos ........................................ 2-14Uso em adultos ................................ 2-15Uso em crianças .............................. 2-21Uso em crianças maiores ................ 2-24Uso durante a gestação .................. 2-17

CombustívelAditivo ................................................ 7-7Como economizar .............................. 3-5Filtro ................................................... 7-7Tanque ............................................... 7-6

Compartimento do motorAbertura ............................................. 5-2

Componentes eletrônicos .................... 7-15Condução sob efeito de bebidaalcoólica ................................................ 3-5Condicionador de ar ............................ 5-11

Regulagem do sistema paracondições específicas ..................... 5-12Manutenção ..................................... 5-14

Controle de emissões ............................ 8-7

Desembaçador do vidro traseiro ....... 5-11Diâmetro de giro .................................... 8-9Diferencial – especificações .................. 8-9Dimensões gerais do veículo ................ 8-5

Air bag ............................................... 2-26Luz indicadora ................................. 2-27

Alarme antifurto ..................................... 4-7Alarme sonoro das luzes ..................... 4-12Alternador – especificações ................ 8-12Antena ................................................... 5-6Ao carregar o veículo ............................ 2-5Aquecimento e ventilação

Ajuste dos difusores de arcentrais .............................................. 5-8Ajuste dos difusores de arlaterais ............................................... 5-9Aquecimento .................................... 5-10Defletores para desembaçamentodos vidros laterais ............................. 5-9Entrada de ar ..................................... 5-8Grupo de interruptores ...................... 5-7Ventilação ........................................ 5-10

Bagageiro do teto ................................ 2-4Bancos .................................................. 2-2Bateria ................................................. 7-14

Cuidados ao dirigir ............................. 3-4Especificações ................................. 8-12Luz indicadora de carga .................. 4-19Reciclagem obrigatória .................... 7-15

Botão das luzes ................................... 4-11Buzina .................................................. 4-14

Capacidade de carga .......................... 8-3Capacidades de lubrificantes efluidos em geral ................................... 8-10Capacidade de tração de reboque ........ 8-3Capô do motor – abertura efechamento ............................................ 5-2Carga útil ............................................... 8-3

DireçãoDestravamento/travamento ............. 4-11Sistema de proteção contraimpactos ............................................ 2-7

Direção hidráulicaManutenção ....................................... 3-4Inspeção e complementação donível do fluido ................................... 7-10Utilização ......................................... 3-10

DirigindoÀ noite .............................................. 3-21Ao fazer longas viagens .................. 3-26Aquaplanagem ................................. 3-23Com segurança ............................... 3-11Em trechos alagados ....................... 3-20Em vias expressas .......................... 3-25Estradas montanhosas e colinas ..... 3-28Fora de estrada ............................... 3-14Hipnose da estrada ......................... 3-27Na chuva ......................................... 3-22Na cidade ........................................ 3-25Na defensiva ...................................... 3-3Na neblina ........................................ 3-24Perda de controle do veículo ........... 3-13Ultrapassagens ................................ 3-12

Dispositivos de segurançaCintos de segurança .......................... 2-9Direção com sistema de proteçãocontra impactos ................................. 2-7Encosto de cabeça ............................ 2-3Espelhos retrovisores externos ......... 2-6Para prevenir furto ............................. 2-8Trava de segurança para crianças .... 2-6

Distribuidor – especificações .............. 8-12

Page 168: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

10-3

Economia de energia ........................... 1-5Embreagem ........................................... 3-8Encosto de cabeça ............................... 2-3Especificação do peso do veículo ......... 8-4Espelhos retrovisores

Manualmente ajustáveis .................. 4-10Estacionamento

Em descidas .................................... 3-29Em morros ou montanhas ................ 3-29Em subidas ...................................... 3-30Sobre material combustível .............. 3-30

Extintor de incêndio ............................... 6-2

FaróisEspecificação das lâmpadas ........... 8-14Funcionamento ................................ 4-12Lampejador ...................................... 4-12Substituição das lâmpadas .............. 6-14

Ferramentas .......................................... 6-8Filtro de ar – limpeza do elemento/troca do elemento .................................. 7-5Filtro de combustível ............................. 7-7Filtro de óleo do motor – troca ............... 7-3Freio de estacionamento

Acionamento ...................................... 3-8Da transmissão automática ............. 3-29Especificação .................................... 8-9Liberação ......................................... 4-16

Freio de serviçoCuidados ao dirigir ............................. 3-8Especificações ................................... 8-9Fluido de freio .................................. 7-10

FusíveisEspecificações ................................. 8-13Localização ...................................... 6-13Substituição ..................................... 6-13

Gancho para reboque ....................... 6-12Gases de escapamento do motor ......... 3-7Geometria da direção ............................ 8-9

Hodômetro ......................................... 4-18Hodômetro parcial ............................... 4-18

Imobilizador do motor ............................ 4-4Incêndio ................................................. 6-2Indicador de anomalia no sistemade injeção eletrônica ............................ 4-19Indicador de carga da bateria .............. 4-19Indicador de combustível .................... 4-19Indicador da pressão de óleo domotor ................................................... 4-20Indicador de temperatura dolíquido de arrefecimento ...................... 4-20Indicador do farol alto/lampejador ........ 4-19Indicador do sistema de freio .............. 4-19Indicadores dos sinalizadoresde direção ........................................... 4-20INFOCARD ........................................... 4-3

LâmpadasEspecificações................................. 8-14Substituição .......................... 6-14 a 6-17

Levantamento do veículo na oficina ..... 6-11Limpador e lavador do pára-brisa

Funcionamento ................................ 4-15Lista de verificações diárias domotorista ............................................... 3-2Luz da licença

Especificação da lâmpada ............... 8-14Substituição da lâmpada .................. 6-16

Luz de cortesia do teto ........................ 4-13Luz de estacionamento dianteira

Especificação das lâmpadas ........... 8-14Substituição das lâmpadas .............. 6-15

Luz de iluminação do compartimentode passageiros

Especificação da lâmpada ............... 8-14Substituição da lâmpada .................. 6-17

Luz do freio, sinalizador de direçãotraseiro, luz de marcha a ré e luz deestacionamento traseira

Especificação das lâmpadas ........... 8-14Substituição das lâmpadas ................ 6-16

Luzes de iluminação internaDos instrumentos do painel .............. 4-13

Macaco ............................................... 6-8Motor

Controle de emissões ........................ 8-7Cuidados ao dirigir ............................. 3-3Especificações................................... 8-6Equipamentos elétricos .................... 8-12Filtro de óleo ...................................... 7-4Partida do motor com bateriadescarregada .................................... 6-3Partida do motor com cabosauxiliares ........................................... 6-4Partida e funcionamento domotor ................................................ 4-17Serviços na parte elétrica .................. 7-2Superaquecimento ............................. 6-5Sistema de arrefecimento .................. 7-5Sistema de imobilização do motor ...... 4-4Troca de óleo ..................................... 7-3

Page 169: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

10-4

Reboque do veículo ........................... 6-12Recirculação do ar ................................ 5-9Recomendações ao estacionaro veículo ................................................ 3-2Relés ................................................... 8-14Retrovisores ........................................ 4-10Reservatório

Água dos lavadores do pára-brisae vidro traseiro ................................. 7-12Sistema de arrefecimentodo motor ............................................ 7-5

Reservatório de gasolina departida a frio – motores a álcool ............. 7-7Roda reserva ........................................ 6-8Rodas

Balanceamento ................................ 7-13Especificações................................. 8-10Substituição ..................................... 7-12Verificação do estado ....................... 7-13

Rotação de corte de injeção decombustível ......................................... 3-13

Especificações................................... 8-8Ruídos veiculares ................................. 8-7

Serviço na parte elétrica ...................... 6-2Sinalizador de advertência ................... 4-14Sinalizador de direção e luz indicadorade direção

Especificações das lâmpadas ......... 8-14Funcionamento ................................ 4-14Substituição das lâmpadas .............. 6-15

Sistema de arrefecimento ...................... 7-5Sistema de direção .............................. 3-10Sistema de ignição .............................. 6-13Sistema de ignição e partidado motor .............................................. 4-11

Número de identificação do veículo ..... 8-2

Óleo do motorEspecificações ................................. 8-11Filtro ................................................... 7-4Nível do óleo e troca .......................... 7-4

Os primeiros 1.000 quilômetros ............. 3-3

Palheta do limpador do pára-brisaManutenção ..................................... 7-11Substituição da palheta .................... 7-11

Painel de instrumentos ........................ 4-18Painel dianteiro ...................................... 4-2Pára-sóis ............................................... 2-7Perda de controle do veículo ............... 3-13Plano de manutenção preventiva .. 7-2, 9-4

Sistema de aviso de inspeção ........... 7-2Plaqueta de identificação do anode fabricação ......................................... 8-2Pneus

Cuidados ao dirigir ............................. 3-4Especificações ................................. 8-10Pressão ................................ 7-12 e 8-10Reposição ........................................ 7-14Rodízio ............................................ 7-13Substituição ....................................... 6-9Verificação do estado ....................... 7-13

PortasSistema central de controledas fechaduras .................................. 4-5Travamento ........................................ 4-5

Porta-objetos ......................................... 5-6Proteção ao meio ambiente ................... 1-5

Sistema de proteção infantil ................. 2-22Assento para bebê .......................... 2-22Assento para criança ....................... 2-23

Sistema de proteção de trêsestágios ................................................. 2-8Sistema elétrico ................................... 6-13Sistema de imobilização do motor ......... 4-4

Tabela de lubrificantes e fluidosrecomendados, verificações e trocas .... 8-11Tacômetro ........................................... 4-18Tampa do porta-malas

Abertura ............................................. 4-6Tanque de combustível ......................... 7-6Transmissão automática

Especificações................................... 8-8Funcionamento ................................ 5-15Inspeção e complementação donível de óleo ....................................... 7-9

Transmissão manualCapacidade ...................................... 8-10Cuidados ao dirigir ............................. 3-4Especificações................................... 8-8Funcionamento ................................ 4-16

Tensionadores mecânicos do cintode segurança ...................................... 2-14Tomada para acessórios

(quando disponível) ........................... 5-6Triângulo de segurança ......................... 6-8

Velas – especificações ...................... 8-12Velocímetro .......................................... 4-18Vidros das portas

Acionamento manual .......................... 4-9Acionamento elétrico .......................... 4-9

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11-1

Certificado de garantia 11Página

Garantias concedidas pelas concessionáriasChevrolet .................................................................11-3

Certificado de garantia e Plano demanutenção preventiva .........................................11-4

Normas da garantia ...............................................11-5

Termos de garantia ................................................11-6

Responsabilidade do proprietário .......................11-8

Quadro de controle das revisões ....................... 11-10

Primeira revisão especial .................................... 11-11

Termo de recebimento e ciência ........................ 11-13

Quadro de identificação ...................................... 11-15

Page 171: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-2

Page 172: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-3

As Concessionárias Chevrolet garantema você, como proprietário de um veículoChevrolet, os seguintes direitos:

1. Garantia. Conforme os termos do respec-tivo Certificado inserido neste manual.

2. Revisões de Manutenção Preventiva.Uma é executada antes da entrega do veí-culo e a outra, ao término do primeiroano de uso ou aos 15.000 km rodados(o que ocorrer primeiro), sem ônus paravocê (com exceção dos itens de con-sumo normal – veja instruções sobResponsabilidade do Proprietário). Aprimeira revisão especial será feita emqualquer Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet mediante a apresen-tação do cupom existente no final destaSeção, respeitados os limites de quilome-tragem indicados (veja instruções sobNormas de Garantia).

3. Assistência Técnica. Na página II desteManual, sob Centro de Atendimento aoCliente Chevrolet, você encontrará o pro-cedimento para que seja garantida a suasatisfação no atendimento e no esclare-cimento de dúvidas junto à Rede Autori-zada Chevrolet.

4. Orientação quando da entrega do veí-culo novo, sobre:

a) Itens de Responsabilidade do Proprie-tário, Normas da Garantia e Termosde Garantia.

b) Manutenção Preventiva.

c) Correta utilização dos comandos, ins-trumentos e acessórios do veículo.

A aquisição destes direitos requer:1. O preenchimento correto, pela Concessio-

nária vendedora, do Aviso de Venda, do-cumento que assegura a garantia ofereci-da pela General Motors do Brasil Ltda.

2. Preenchimento correto do Quadro deIdentificação existente no final deste Ma-nual. Certifique-se de que a Concessio-nária vendedora assine, date e carimbe oquadro para que você tenha asseguradosos seus direitos junto a qualquer Conces-sionária Chevrolet.

Veículo turistaA General Motors do Brasil procurando umavez mais atender seus clientes, está com umprograma de cobertura de garantia em paí-ses da América do Sul. Desta forma, se oseu veículo estiver entre os modelos listadosabaixo e estiver dentro do período de ga-rantia, você será atendido sem ônus por umaConcessionária Autorizada Chevrolet nospaíses indicados.

Os países participantes do programa são:

• Argentina

• Paraguai

• Uruguai

Para que se possa usufruir dos direitos dagarantia nos países acima citado, deverãoser seguidos todos os procedimentos con-tidos em “Normas de Garantia” e os “Ter-mos de Garantia” deste manual.

As revisões da Manutenção Preventivadevem ser efetuadas em Concessioná-rias no território brasileiro.

Garantias concedidas pelasConcessionárias Chevrolet

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11-4

* O Plano de Manutenção Preventiva se encontra discriminado neste Manual do Proprietário, sendo aqui mencionado em virtude de sua vinculaçãoaos processos de garantia. Ressaltamos que este Plano se entende para veículos que trabalham sob condições normais de funcionamento.Condições severas requerem uma redução proporcional em relação às quilometragens indicadas.

Certificado de Garantia ePlano de ManutençãoPreventiva*

Instruções geraisLeia com máxima atenção as instruções con-tidas nesta Seção, pois elas estão direta-mente ligadas à Garantia do veículo.

Exija da sua Concessionária vendedora opreenchimento correto e completo do Qua-dro de Identificação localizado no final des-te Manual, uma vez que dos informes neleregistrados dependerá o processamento daGarantia, em suas várias fases.

Você encontrará nesta Seção a definição dasresponsabilidades da Concessionária ven-dedora e da General Motors do Brasil Ltda.quanto ao veículo que você adquiriu; encon-trará também a definição de suas própriasresponsabilidades em relação ao uso e ma-nutenção do veículo, a fim de que possa fa-zer jus à Garantia que lhe é oferecida.

Na página 11-10 deste Manual, acha-se oQuadro de Controle das Revisões cobertaspelo Plano de Manutenção Preventiva. De-pois de cada revisão, a Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet deverá carim-bar, datar e vistar o quadro correspondente.Certifique-se de que isso seja feito, para po-der comprovar, a qualquer momento, comoseu veículo é bem cuidado em suas mãos.

Na Seção 9 deste Manual encontram-se ositens de revisão referentes ao Plano de Ma-nutenção Preventiva, com indicação de suafreqüência.

Ao executar os serviços de manutenção alidescritos, a Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet procederá como foi ex-plicado no tópico anterior.

Na página 11-11 desta Seção está o cupomcorrespondente à 1ª revisão, o qual só de-verá ser destacado quando da execução dorespectivo serviço. Não aceite o manual comas vias do cupom previamente destacadas.

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11-5

Normas da Garantia 1. Preparação antes da entrega

Para assegurar-se de que você obtenhaa máxima satisfação com seu novo veí-culo, sua Concessionária vendedorasubmeteu-o a cuidadosa revisão de en-trega de acordo com o programa de ins-peção de veículo novo recomendadopelo fabricante.

2. Identificação do Proprietário

O Quadro de Identificação do Proprie-tário e do veículo, apresentado no finaldeste Manual, quando devidamentepreenchido e assinado pela Concessio-nária vendedora, serve para apresenta-ção do proprietário a qualquer Conces-sionária ou Oficina Autorizada Chevroletem todo o território nacional e, juntamen-te com a Nota Fiscal de venda emitidapela Concessionária vendedora, capa-cita-o ao recebimento dos serviços des-critos nestas normas.

3. Garantia

Dentro das condições estipuladas nos Ter-mos de Garantia, você obterá atendimentoem garantia em qualquer Concessionáriaou Oficina Autorizada Chevrolet.

4. Primeira Revisão (Especial) daManutenção Preventiva relativa a 1 anode uso ou aos 15.000 km rodadosO respectivo cupom autoriza o proprietá-rio a receber todos os serviços correspon-dentes em qualquer Concessionária ouOficina Autorizada Chevrolet, mediante aapresentação do Manual do Proprietário.A 1ª revisão deve ser executada aos 12meses a partir da data de venda ao pri-meiro comprador com tolerância de 30dias para mais ou menos, ou entre os14.000 e 16.000 km rodados, prevalecen-do o que ocorrer primeiro.A mão-de-obra é gratuita para o proprie-tário, ao qual caberão apenas as despe-sas referentes aos itens de consumonormal (veja instruções detalhadas sobResponsabilidade do Proprietário).Caso você note alguma irregularidade emseu veículo não é necessário aguardar operíodo de revisão para providenciar ascorreções necessárias. Procure uma Con-cessionária ou Oficina Autorizada Chevrolet.

5. É de responsabilidade do ProprietárioA manutenção adequada do veículo, alémde reduzir os custos operacionais, ajuda-rá a evitar falhas por negligência, as quaisnão são cobertas pela Garantia. Assim,para sua proteção, você deve sempre pro-curar uma Concessionária ou Oficina Au-torizada Chevrolet para as revisõesperiódicas estipuladas no Plano de Manu-tenção Preventiva, pois a Garantia só terávalidade mediante a apresentação do Ma-nual do Proprietário com todos os quadroscorrespondentes às revisões já vencidasdevidamente preenchidos e assinados pelaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet executante do serviço.

Page 175: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-6

Termos de Garantia A obrigação da General Motors do BrasilLtda. limita-se ao conserto ou substituiçãode quaisquer peças que, dentro do períodonormal da Garantia a que aludem estes Ter-mos, conforme a discriminação observadano tópico abaixo, sejam devolvidas a umaConcessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet, em seu estabelecimento comer-cial, e cujo exame revele satisfatoriamentea existência do defeito reclamado. O con-serto ou substituição das peças defeituo-sas, de acordo com esta Garantia, será feitopela Concessionária ou Oficina AutorizadaChevrolet, sem débito das peças e mão-de-obra por ela empregadas.

A presente garantia compreende a ga-rantia legal e a garantia contratual e éconcedida nas seguintes condições:

(a) 12 meses ao adquirente pessoa fí-sica ou jurídica que utilizará oveículo como destinatário final, ex-cetuando-se aqueles que utilizarãoo veículo para transporte remune-rado de pessoas ou bens; e

(b) 12 meses ou 50.000 km de roda-gem, o que primeiro ocorrer, aoadquirente pessoa jurídica que uti-lizará o veículo para seus negóciosou produção, ou ao adquirentepessoa física que utilizará o veícu-lo para transporte remunerado depessoas ou bens.

Não existem quaisquer garantias, expres-sas ou inferidas, declaradas pela Conces-sionária na condição de vendedora e pres-tadora de serviços, ou pela General Motorsdo Brasil Ltda., na condição de fabricante,com relação aos veículos Chevrolet, excetoos Termos de Garantia do fabricante con-tra defeitos de material ou de manufaturaaqui estipulados.

Toda e qualquer reclamação do compradorquanto a falhas, defeitos e omissões verifi-cados no veículo durante a vigência destagarantia só será atendida mediante a apre-sentação da respectiva Nota Fiscal de ven-da emitida pela Concessionária Chevrolet,juntamente com o Manual do Proprietáriodevidamente preenchido, sendo estes osúnicos documentos competentes para as-segurar o atendimento, com exclusão dequalquer outro.

A General Motors do Brasil Ltda., como fa-bricante, garante que cada veículo novo –fabricado ou fornecido pela General Motorsdo Brasil Ltda. e entregue ao primeiro com-prador por uma Concessionária Chevrolet,incluindo todo o equipamento e acessóriosnele instalados na fábrica – é isento de de-feitos de material ou de manufatura, emcondições normais de uso, transferindo-seautomaticamente todos os direitos cober-tos por esta garantia, no caso de o veículovir a ser revendido, ao(s) proprietário(s)subseqüente(s), até o término do prazo pre-visto neste termo.

Page 176: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-7

Os termos desta Garantia não serão apli-cáveis nos seguintes casos:

• Ao veículo Chevrolet que tenha sido su-jeito a uso inadequado, neglicência ouacidente;

• Ao veículo que tenha sido reparado oualterado fora de uma Concessionária ouOficina Autorizada, de modo que, no jul-gamento do fabricante, seja afetado seudesempenho e segurança;

• Aos serviços de manutenção normal (taiscomo: afinação de motor, limpeza do sis-tema de alimentação, alinhamento da di-reção, balanceamento de rodas e ajus-tagem dos freios e embreagem);

• À substituição de itens de manutençãonormal (tais como: velas, filtros, correi-as, escovas do alternador e do motor-de-partida, pastilhas e discos de freio, discode embreagem, buchas da suspensão,amortecedores, rolamentos em geral evedadores em geral) quando tal substi-tuição é feita em conexão com serviçosde manutenção normal;

• A deterioração normal de estofados eitens de aparência devida a desgaste ouexposição ao tempo.

Esta garantia substitui definitivamente quais-quer outras garantias, expressas ou inferi-das, incluindo quaisquer garantias implíci-tas quanto à comercialização ou adequaçãodo veículo para um fim específico, e quais-quer outras obrigações ou responsabilida-de por parte do fabricante.

A General Motors do Brasil Ltda. reserva-se o direito de modificar as especificaçõesou introduzir melhoramentos nos veículosem qualquer época, sem incorrer na obri-gação de efetuar o mesmo nos veículosanteriormente vendidos.

Page 177: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-8

Responsabilidade doProprietário

Para fazer jus à Garantia que a GeneralMotors do Brasil Ltda. oferece ao seu veí-culo, o proprietário deve observar com ri-gor as instruções aqui contidas, no que dizrespeito à manutenção.

Durante o período em que vigorar a Garan-tia, as revisões de manutenção preventivaprevistas no Plano de Manutenção Preven-tiva contido neste Manual do Proprietáriodeverão, obrigatoriamente, ser executadasem uma Concessionária Chevrolet ou Ofi-cina Autorizada Chevrolet.

Itens e serviços não cobertospela GarantiaPara os itens previstos na primeira revisãode Manutenção Preventiva, a mão-de-obrapara verificação será gratuita, desde quesua execução ocorra dentro do período detempo ou de quilometragem estipulados emNormas da Garantia, exceto para as des-pesas, inclusive a mão-de-obra, referentesa itens de consumo, avarias e quebrasprovocadas por terceiros. Os itens e servi-ços pertencentes a esta categoria estãodescritos a seguir:

• Óleo e fluidos em geral

• Filtros em geral

• Serviços conforme Plano de ManutençãoPreventiva

• Vidros

Peças que sofrem desgaste naturalAlgumas peças podem sofrer desgaste na-tural (em diferentes níveis), conforme o tipode operação a que o veículo está sujeito, eestão cobertas pela Garantia Legal de 90dias para defeitos de fabricação, a partir dadata de compra do veículo. Na ocorrênciade defeitos de fabricação (constatando-seque não houve uso abusivo) as peças de-verão ser substituídas. Em qualquer outrocaso, a substituição deverá seguir orienta-ção específica de fabricante, correndo to-das as despesas por conta do proprietário.São elas:

• Buchas da suspensão;

• Disco de embreagem;

• Discos de freio;

• Pastilhas e lonas de freio;

• Amortecedores;

• Rolamentos em geral;

• Vedadores em geral;

• Velas de ignição;

• Fusíveis;

• Lâmpadas;

• Palhetas dos limpadores dos vidros;

• Pneus;

• Correias;

• Escovas do alternador e motor de partida.

Page 178: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

11-9

Plano de Manutenção PreventivaNas páginas da Seção 9 deste Manual doProprietário, apresentamos um Plano de Ma-nutenção Preventiva, que é oferecido comouma sugestão para que o proprietário possaconservar seu veículo e mantê-lo em perfei-tas condições de funcionamento. No tocanteà primeira revisão, leia atentamente as infor-mações contidas nesta página sob Itens eserviços não cobertos pela Garantia.

Esclarecemos que o Plano de ManutençãoPreventiva foi elaborado para um veículo uti-lizado sob condições normais de funcio-namento. Para condições consideradasseveras, a periodicidade deverá ser propor-cionalmente reduzida, de acordo com a fre-qüência e intensidade que os serviçosseveros são impostos ao veículo.

Nas condições consideradas severas, im-põem-se a revisão e/ou limpeza e/ou trocamais freqüentes dos seguintes itens:

• Óleo lubrificante do motor e filtro de óleolubrificante do motor (veja instruções nes-te Manual do Proprietário, Seção 7, sobMotor).

• Elemento do filtro de ar do motor (vejainstruções neste Manual do Proprietário,Seção 7, sob Filtro de ar).

São considerados serviços severos, exem-plificativamente:

• Operação constante no lento trânsito ur-bano, com excessivo regime de anda-e-pára.

• Tração de reboque.

• Serviços de táxi e similares.

• Freqüentes corridas de curta distância,sem dar ao motor tempo suficiente paraque ele atinja sua temperatura normal defuncionamento.

• Longos percursos em estradas poeiren-tas (sem calçamento ou com muita inci-dência de terra ou areia).

• Uso prolongado do regime de marcha-lenta.

Page 179: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

Instruçõespara uso

A Concessionária executante dotrabalho deverá carimbar eaplicar o visto no quadrocorrespondente a cada revisãoque efetuar, indicando aquilometragem, o nº da O.S.e a data em que o serviço foiexecutado.

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Controledas

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1ªESPECIAL

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2ª 3ª

7ª6ª5ª4ª

8ª 9ª 10ª 11ª

REVISÃO DEENTREGA

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Page 182: Manual do Proprietário ( GM Corsa classic 2005 )

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Local: Data: / /

Nome do comprador:

R.G. ou C.P.F.

Endereço:

Telefone: ( )

Assinatura:

Termo de Recebimento e Ciência

Declaro por intermédio do presente que recebi da Concessionária

o Manual do Proprietário e toda a literatura

de porta-luvas relativos ao veículo modelo

, chassi , que adquiri

nesta data.

Declaro também que li e estou ciente dos termos e condições constantes do Certificadode Garantia, Folheto de Condições Gerais do Chevrolet Road Service e demais literaturasde porta-luvas.

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