Manual Drenar

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SANEGRAPH LTDA SOFTWARE DRENAR MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO - 1 -

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Manual do software Drenar

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  • SANEGRAPH LTDA

    SOFTWARE DRENAR

    MANUAL DE INSTALAO E OPERAO

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  • Manual de Instalao e Utilizao do software DRENAR

    Introduo

    O Sistema DRENAR um aplicativo de 32 bits para projeto e dimensionamento de sistemas de micro-drenagem urbana pelo mtodo racional, desenvolvido para ser utilizado em conjunto com o software grfico AutoCAD (produto da Autodesk Inc. com distribuidores em diversos pases e em quase todos os Estados do Brasil).

    Apesar de ser feito para o AutoCAD, pode ser utilizado tambm com o software grfico IntelliCAD, em suas distribuies mais usuais existentes no mercado brasileiro.

    A metodologia de trabalho propiciada ao usurio do DRENAR uma abordagem nova e bem diferente do mtodo tradicional de projeto e clculo, consistindo em lanar graficamente as entidades do projeto (bacias, sarjetas, bocas de lobo, tubos de ligao e rede) sobre a planta topogrfica no AutoCAD, gerar arquivos de exportao de dados em formato neutro (DXF), ler os arquivos DXF no aplicativo de clculo para montar automaticamente as planilhas (matriz de dados/dimensionamento) de reas/bacias, de sarjetas, de bocas de lobo, tubos de ligao e rede, calcular os elementos sob os aspectos hidrulicos, gerar os arquivos de retorno das informaes do clculo para o AutoCAD tambm via DXF e obter a planta final e perfis longitudinais, tudo num processo rpido, automatizado e orientado por menus, cones e rotinas especialmente desenvolvidas para esta finalidade.

    O objetivo do presente Manual familiarizar o usurio com os diversos recursos oferecidos pelo software. O usurio do DRENAR conta ainda com o arquivo NOVIDADES.TXT que automaticamente instalado e aberto na pasta C:\DRENAR do disco rgido, o qual contm as ltimas observaes a respeito de novas caractersticas do programa. Alem disso, cada tela do software conta com um boto de ajuda, cujo cone o seguinte;

    Basta ento clicar sobre esse cone na barra lateral de cada tela para abrir um PDF de ajuda contextual, ou seja, especfica sobre a rotina em uso.

    Ambiente Operacional

    O DRENAR foi escrito em linguagem de programao para Windows, com uso intensivo de caixas de dilogo, botes de opes, cones, janelas, etc., com plena utilizao dos recursos da interface grfica oferecida por este ambiente, orientando o usurio para as diversas etapas do trabalho, que so acessadas com acionamento do mouse sobre as entidades grficas na tela.

    Sendo uma aplicao escrita num compilador de 32 bits, o DRENAR funciona atualmente no Windows XP (verses XP-32 e XP-64), Windows Vista (tambem verses de 32 e 64 bits) e Windows Seven (idem, 32 e 64 bits).

    Apesar de existirem no mercado diversas verses do AutoCAD, o sistema foi originalmente desenvolvido sobre a verso 2010 , podendo-se utilizar qualquer uma delas, a critrio do usurio, at as mais modernas. No se deve perder de vista, contudo, o maior requisito de mquina destas ltimas verses, principalmente no que se refere a quantidade de memria RAM requerida.

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  • Instalao do DRENARO procedimento de instalao do DRENAR bastante simples, bastando usar o

    arquivo SETUP_DRENAR.EXE do CD-ROM fornecido pela Sanegraph ou baixar o mesmo EXE do web site www.sanegraph.com.br

    Tendo o arquivo do Instalador em mos, basta rodar o mesmo, seguindo as opes padro, como a pasta C:\DRENAR. s clicar em prximo, seguir clicando at aparecer o boto sair para concluir o processo.

    Com isso ser criada a pasta C:\DRENAR no disco e criado o atalho colorido representando uma chuva na rea de trabalho do Windows, permitindo o acesso ao software.

    Apesar de o DRENAR permitir o uso de arquivos de projetos em qualquer pasta e em qualquer unidade de disco, recomendamos no mudar a pasta padro da aplicao (C:\DRENAR). E tambm no recomendamos salvar projetos nessa pasta, deixando-a a apenas para uso interno do programa.

    Configurao do ambiente do AutoCAD

    Entrando no DRENAR, deve-se ir ao menu superior Utilitrios e na opo Gera Instalao no AutoCAD e IntelliCAD. Abre-se entao a rotina prpria, conforme figura a seguir.

    Inicia-se o procedimento pela seleo da pasta onde se encontra o arquivo ACAD.EXE, normalmente num caminho iniciado no disco por C:\ARQUIVOS DE PROGRAMAS. Isso feito pelo boto ... assinalado em vermelho na figura.

    Uma vez selecionado o ACAD.EXE na janela de busca de arquivo da rotina, a lista de verses automaticamente atualizada, j que a rotina reconhece qual o AutoCAD existente no micro.

    Para se usar esta rotina, necessrio iniciar o DRENAR atravs da opo Executar como Administrador, tendo em vista as restries do Windows de no permitir a escrita nas pastas de C:\ARQUIVOS DE PROGRAMAS, por razes de segurana. A tela acima foi retirada do software SANCAD, pois ela idntica no DRENAR e no SANCAD.

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  • De qualquer forma, essas rotinas so copiadas automaticamente para a pasta C:\DRENAR\SUPPORT e para a C:\DRENAR\TEMPLATES, propiciando a customizao do ambiente mesmo havendo essa restrio de escrita nas pastas de C:\ARQUIVOS DE PROGRAMAS.

    Uma vez rodada tal rotina dentro do DRENAR, os arquivos necessrios customizao do ambiente grfico do CAD passam a existir na pasta SUPPORT do AutoCAD. Deve-se agora entrar no AutoCAD e digitar MENULOAD no prompt de comandos. Essa ao abrir uma janela para escolha do arquivo de customizao do SANCAD, cujo nome sempre ser o DRENAR.MNS

    Basta selecionar entao o arquivo DRENAR.MNS, que passa-se a ter no AutoCAD o menu superior DRENAR e a barra de ferramentas DRENAR, contendo as rotinas mais usadas do software.

    Aps carregamento do arquivo de customizao do DRENAR.MNS no AutoCAD, deve-se obter a interface da figura abaixo, onde se observa o menu superior DRENAR, com seus sub-menus, alem da barra de ferramentas lateral.

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  • A figura a seguir mostra de forma mais clara essa interface, com destaque nos crculos na cor vermelha. O restante do menu do AutoCAD preservado:

    Clicando-se com o boto direito do mouse sobre qualquer local nas barras de ferramenta, abre-se uma janela onde so listadas todas as barras existentes no AutoCAD. Basta ento assinalar aquelas que se deseja que estejam presentes no ambiente de trabalho grfico, como a barra do Object Snap, do Modify, etc, como se v na figura a seguir:

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  • Caso se queira reinstalar o menu EXPRESS do AutoCAD, basta digitar no prompt de comandos EXPRESSTOOLS e confirmar com o ENTER,

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  • Uso de Bases Topogrficas DiversasO DRENAR utiliza um conceito do AutoCAD denominado TEMPLATE. Vem a ser um desenho aparentemente em branco, porm j trazendo uma srie de definies, como as camadas necessrias ao trabalho com o software, os blocos, altura de texto, etc.

    Tendo em vista diferentes escalas finais de plotagem e visando manter uma coerncia nos tamanhos de textos e blocos nas peas plotadas, fornecemos vrios templates diferentes, cada um correspondendo a uma escala diferente de plotagem. Lembramos que se trabalha sempre em escala 1:1 e a escala 1:1000 ou 1:2000 (ou qualquer outra) definida apenas por ocasio da plotagem.

    Portanto, ao receber uma base DWG de topografia fornecida por terceiros, o primeiro passo pedir um desenho novo no AutoCAD a partir do template desejado. A figura a seguir ilustra este primeiro passo. Os templates DWT fornecidos com o DRENAR so instalados na pasta TEMPLATE sob o ACAD.EXE (iniciando-se normalmente em C:\ARQUIVOS DE PROGRAMAS e no em C:\DOCUMENTS & SETTINGS como o AutoCAD abre por default). O Instalador gera uma cpia deles tambm na pasta C:\DRENAR\TEMPLATE.

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  • Aps ento termos na tela do AutoCAD o desenho iniciado a partir do template escolhido, faz-se a insero da base topogrfica DWG como um bloco externo, pelo comando INSERT/BLOCK, mas clicando-se no boto BROWSE na tela aberta, para busca do DWG em disco.

    Um cuidado inserir a topografia sempre no ponto de insero (0,0,0) para que suas coordenadas no sejam afetadas, garantindo-se que as coordenadas UTM originais sejam

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  • mantidas (especialmente crtico em bases geo-referenciadas). A insero se faz conforme figura:

    Aps insero, deve-se usar o comando FILES/SAVE AS e escolher pasta e nome onde o DWG preparado ser salvo, para seu uso pelas rotinas do DRENAR.

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  • Concluindo essa parte da base no template, observa-se na figura a seguir as camadas prprias do DRENAR dentro do AutoCAD. Por uma questao de organizao, todas as camadas do DRENAR recebem nome iniciando-se por DREN_ seguido pelo nome da camada (layer). Esses nomes no devem ser modificados, pois as rotinas LISP utilizam esses nomes. Pode-se, contudo, mudar livremente cor e linetype de cada camada.

    PROCEDIMENTOS PARA A CRIAO DE UM PROJETO DE MICRO DRENAGEM URBANA USANDO O PROGRAMA DRENAR

    Passos Iniciais:

    Obteno de base em meio magntico e em formato DWG em 3D ou 2D e inserir a mesma num dos TEMPLATES do DRENAR, conforme exposto anteriormente.

    Identificar o nmero de etapas do projeto; se tudo em 1 etapa, ou se existe alguma rede para 2 etapa ou ainda se h rede existente, pois o comando (e o layer respectivo no AutoCAD) ser diferente para cada tipo de rede.

    Identificar o tipo de pavimento predominante por coletor (asfalto, paraleleppedo, passeio revestido, terreno natural ou blockret), no caso de se adotar a rotina de numerao dos trechos por coletor; j que ela pede tal informao. A numerao de toda a rede em uma s operao adota a pavimentao asfalto como default, podendo tal dado ser editado na planilha, conforme realidade de campo.

    Identificar a escala de apresentao final do projeto se de 1:1000 ou 1:2000, pois isso vai ser imprescindvel para a escolha do arquivo template a ser adotado.

    Lanamento da concepo geral do sistema em planta (Plano de Escoamento).

    Esta verso de 32 bits do DRENAR no apresenta qualquer restrio quanto aos nomes dos projetos, nomes de pastas, unidade de disco, etc. Deve-se, contudo, evitar trabalhar com projetos na unidade raiz (C) do computador e na prpria pasta do DRENAR (C:\DRENAR).

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  • Etapa Inicial de Trabalho no AutoCad

    Escolha do arquivo de trabalho; necessrio abrir um arquivo novo. Dessa forma o CAD abrir uma tela solicitando a escolha do template de acordo com a escolha da escala de apresentao dos desenhos, conforme exposto inicialmente e reforado aqui.

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  • Escolhido o arquivo, usar o comando save as para salvar o projeto na pasta de trabalho. O local onde o DWG salvo determina a pasta do projeto e todos os demais arquivos subsequentes estaro nessa pasta, facilitando guardar o projeto para alguma edio futura. Como dito antes, pode ser em qualquer pasta, seja no disco local ou mesmo em uma unidade da rede.

    Lanamento das reas de Contribuio (Bacias)

    Use o 1 boto da barra de ferramentas do DRENAR dentro do AutoCAD (ou a 1 chamada do menu superior DRENAR no CAD), conforme figura abaixo com o cone assinalado pelo crculo vermelho:

    Em cima do estudo de concepo que o projetista fez anteriormente, comece o traado das reas. Como cada rea uma polyline, ela pode ter N vrtices e ser uma rea fechada. Para o fechamento ento deve ser usado o comando C, de CLOSE.

    reas contguas devem ser desenhadas com suas linhas comuns sobrepostas, ou seja, cada rea tem que realmente ser uma polyline fechada. Recomendamos o uso intensivo do Object Snap ENDPONT para que as reas sejam perfeitamente desenhadas. Toda a regio do projeto dever ento ser coberta por essas sub-regies, que denominamos de reas de contribuio. A figura a seguir mostra como dever ficar a rea do projeto com as bacias traadas:

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  • Numerao das reas de Contribuio

    Uma vez lanadas as diversas reas que cobrem a regio do projeto, o prximo passo numerar todas elas. Para isso deve-se usar o segundo cone da barra de ferramentas do DRENAR no CAD ou a segunda chamada do menu superior DRENAR.

    A rotina gera uma hachura sobre cada rea/bacia numerada, em sentido alternado de inclinao de 45 graus para a direita e para a esquerda, conforme o nmero seja par ou mpar, para maior clareza do desenho. Fica bastante fcil identifcar ento visualmente as reas ainda no numeradas no projeto.

    Se por algum motivo a numerao for interrompida, a rotina consegue identificar o ltimo nmero de rea/bacia utilizado, para gerar ento a nova numerao sequencial.

    Lembrando que cada sarjeta pode receber at 3 bacias com caractersticas de escoamento diferente (coeficiente de run-off), o lanamento das reas ento pode ser segmentado, adotando-se, por exemplo, uma rea para a regio das casas, outra rea para a calada e ainda outra da rua, todas elas contribuindo para uma mesma sarjeta.

    A rotina de numerar as reas pede um cdigo para a mesma (j sugerindo o cdigo sequencial correto) e um valor de coefeciente de run-off, que varia entre 0.0 e 1.0 (valores usuais na faixa de 0.6 a 0.8).

    A figura a seguir apresenta a sequncia do mesmo projeto da figura anterior, agora com as reas lanadas e a numerao tambm:

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  • Exportando o DXF das reas/Bacias

    O passo seguinte gerar um DXF dessas reas/bacias, o qual ser utilizado pelo mdulo de clculo para a montagem da planilha das reas. Tal operao feita pelo clique do mouse sobre o cone da barra de ferramentas do DRENAR dentro do CAD que representa uma seta para cima e uma letra B, logo abaixo do cone de gerar DXF geral do projeto conforme figura abaixo:

    por padro, a rotina ir gerar o arquivo de nome BACIAS.DXF na mesma pasta do projeto, ou seja, de onde est salvo o DWG de trabalho. Nossa orientao que nada seja alterado, nem o nome do DXF e nem a pasta.

    Basta ento neste momento confirmar com o boto OK, conforme figura a seguir, para que o BACIAS.DXF seja salvo na pasta do projeto.

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  • Utilizando o Mdulo de Clculo

    Uma vez gerado o BACIAS.DXF conforme acima, hora de abrir o DRENAR Mdulo de Clculo para importao do DXF salvo na pasta do projeto e montar a planilha de reas/Bacias. Para tanto basta fazer um duplo clique no cone da aplicao, o qual o Instalador criou no desktop do Windows com a figura abaixo:

    Aps apresentao da tela de boas vindas, temos a interface tradicional das aplicaes desenvolvidas pela Sanegraph, com seu menu superior e barra principal de ferramentas, conforme figura a seguir:

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  • Antes de se trabalhar na rotina de importao do DXF das reas/Bacias, pode-se explorar no menu ARQUIVOS, a opo de Tabelas de Equaes, que mostra, sem dar liberdade, no entanto, de incluso de novas equaes, as duas adotadas pelo DRENAR, que sao a Genrica e a do Eng Otto Pfafstetter, conforme figuas abaixo:

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  • Alem dessa rotina das Equaes de Chuva usadas nos clculos de hidrologia, importante ressaltar a biblioteca de cidades j cadastradas no software que possuem parmetros j determinados para uma ou mais equaes. Essa rotina permite a incluso de quantas cidades sejam necessrias, bastando usar o boto + e entrar com os dados especficos da cidade em estudo. A figura abaixo mostra os dados de uma cidade qualquer das vrias j cadastradas:

    No crculo na cor verde na barra de ferramentas da tela, na vertical a esquerda, encontra-se o boto com o cone de + para incluso de novas cidades. O cone assinalado pelo crculo vermelho permite acionar o filtro por UF, facilitando a busca das cidades cadastradas por Estado brasileiro. O boto abre a sub-tela seguinte:

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  • Ainda antes de explorar a rotina de importar o DXF das reas/bacias, pode-se ver na figura abaixo a rotina da Tabela de Dimetros para Rede/Galerias Circulares, bem como Tabela de Tipos de Boca de Lobo (cada uma com sua descrio geral, descrio detalhada e capacidade de engolimento de vazo em l/s) e Tabela de Materias diversos para Rede/Galerias:

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  • Todas essas telas, a exemplo das demais do DRENAR, contam com um boto com o cone de uma ? na cor vermelha, o qual abre a Ajuda especifica de cada rotina.

    Importando o DXF das reas/Bacias

    Uma vez gerado o BACIAS.DXF, a rotina a ser usada encontra-se no menu superior Arquivo, depois Importa DXF do CAD e finalmente reas/Bacias. Outra forma de se acessar tal rotina pelo cone da Barra de Ferramentas, o 2 boto da esquerda para a direita, que abre uma tela onde se seleciona a opo Bacias. De qualquer maneira, tem-se a rotina aberta conforme tela abaixo:

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  • Nessa tela, a linha de edio do nome (com a pasta) do arquivo DXF das reas/Bacias a ser importado no pode ser digitado, mas deve-se usar o boto ... assinalado na cor azul, que abre a tela tpica do Windows para se navegar entre pastas e escolher um DXF.

    Uma vez selecionado o BACIAS.DXF da pasta do projeto, basta acionar o boto OK assinalado em vermelho, que a rotina faz a leitura do DXF e a montagem da planilha.

    Criticando planilha montada das reas/Bacias

    Uma vez montada a planilha das reas, importante pedir a crtica/consistncia dos dados dessas entidades, antes de se fazer qualquer clculo hidrulico.

    A chamada rotina da crtica pode ser feita tanto pela barra de ferramentas do DRENAR como pelo menu superior.

    Chamada pela Barra de Ferramentas

    Usa-se ento o 5 cone da barra, contado a partir da esquerda. Ao clicar neste boto, a seguinte tela de escolha aberta. Deve-se neste caso, optra pela crtica das reas/Bacias:

    Na tela esoecfica da crtica das reas/Bacias, basta clicar no boto OK para que erros de montagem dessas entidades sejam detectados, como, por exemplo, reas com metragem nula, repetio de cdigo, reas/bacias sem coeficiente informado de run-off, etc.

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  • Dados Hidrulicos do Projeto

    Para o clculo das vazes por rea/bacia, necessrio entrarmos com os dados gerais do projeto, como a cidade, a equao, tempo de concentrao, tempo de recorrncia, etc, para que o software calcule a Intensidade da precipitao, em mm/h, conforme tela seguinte:

    Alem dos dados gerais referentes hidrologia (assinalados na cor vermelha), nessa mesma tela o projetista dever cadastrar os dados para verificao da capacidade das sarjetas (em verde) e tambm para o dimensionamento da rede/galerias (em azul).

    importante observar que esses dados so os gerais do projeto, porm podem ser particularizados para cada situao. Por exemplo, o coeficiente de manning das sarjetas est definido nesta tela como 0,014. na rotina dos dados fsicos das sarjetas, como ser visto adiante,

    Da mesma forma, quando se define na parte das Galerias que o material o CONCRETO, nada impede que trechos especficos tenham outro material qualquer, dentre os cadastrados na rotina dos materiais.

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  • Clculo das Vazes por rea/Bacia

    Uma vez selecionados os dados hidrulicos e com a planilha das reas/bacias montadas, pode-se partir para o clculo das vazes. Isso feito pelo menu superior Rotinas de Clculo e depois Vazes por Bacia ou pelo cone da barra de ferramentas, da 1 calculadora que aparece da esquerda para a direita, conforme figuras a seguir:

    A rotina bastante simples, bastando entao clicar no boto OK para que os clculos sejam iniciados (ver crculo em vermelho acima).

    Aps os clculos, querendo visualizar o relatrio das vazes por rea/bacia, pode-se dentro da prpria rotina usar o botao da impressora 9crculo em azul acima). Ou pode-se pedir o relatrio via menu superior Relatrios. Obtem-se, por qualquer cos caminhos, o relatrio apresentado a seguir.

    Vale destacar que no boto com o crculo vermelho temos as opes de exportar o relatrio em diversos formatos conhecidos, como o XLS, o PDF, o RTF, entre outros. Isso ocorre em todos os relatrios gerados pelo DRENAR.

    No boto com o crculo azul temos a sada do relatrio para a impressora, gerando documentao tcnica para o projeto. E no cone da porta, destacado com o crculo na cor verde, temos a sada dessa tela de prvia do relatrio e retorno ao DRENAR.

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  • Lanamento das Sarjetas no CAD

    Esta rotina iniciada ou pelo 3 cone da barra de ferramentas do DRENAR no CAD ou pela chamada atravs do menu superior Drenar, conforme as 2 figuras abaixo:

    Pela Barra de Ferramentas

    Pelo Menu Superior:

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  • Cada Sarjeta no CAD uma polyline, j que as ruas nem sempre so retas. Isso permite lanar sarjetas acompanhando o arruamento onde h curvas. A cada sarjeta ento deve clicar em seu n inicial, usar quantos ns intermedirios se quiser e terminar o lanamento com o ESC. Por padro, cada sarjeta desenhada na camada DREN_SARJETAS.

    Numerao das Sarjetas

    Lembrando que cada Sarjeta pode se vincular a at 3 reas/bacias, a rotina pede inicialmente o cdigo da sarjeta, mas obtendo o ltimo cdigo usado e j sugerindo o sequencial seguinte. Aps insero do cdigo, a rotina pede para o Operador clicar sobre a Sarjeta. Nesse momento j apresentada na tela sua extenso.

    Alem disso, a rotina lana a seta de sentido de escoamento e pergunta se o Operador deseja que se desenha uma Boca de Lobo ao final da Sarjeta ou no.

    Em seguida, o Operador deve informar quantas reas/bacias contribuem para aquela Sarjeta (entre 1 no mnimo e 3 no mximo) e ento pede-se para clicar no cdigo das reas/bacias.

    E para finalizar a numerao da Sarjeta clicada, deve-se informar sua declividade longidudinal, a qual vem do projeto geomtrico do logradouro onde ela lanada.

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  • Como os dados de hidrologia j foram inseridos no mdulo de clculo e a planilha das reas/bacias j foi montada e os dados de vazo j foram calculados, nesse momento o DRENAR j faz uma verificao preliminar da capacidade da sarjeta, informando se a mesma tem capacidade para esgotar aquela vazo esperada ou no. No caso de no haver capacidade, o Operador j pode apagar a sarjeta desenhada e redesenhar, mas com uma boca de lobo intermediria (ou seja, subdividindo as reas/bacias e tambm subdividindo a sarjeta).

    Isso poupar tempo de projeto, pois se esta incapacidade for detectada somente nos clculos das Sarjetas no Mdulo de Clculo, o Operador teria que voltar ao CAD e fazer todo este trabalho.

    Na figura abaixo temos a chamada funo pela barra de ferramentas do DRENAR no CAD, sabendo-se que existe esta mesma chamada no menu superior Drenar:

    Exportando o DXF das Sarjetas

    O passo seguinte gerar um DXF dessas sarjetas, o qual ser utilizado pelo mdulo de clculo para a montagem da planilha das sarjetas e verificao da capacidade das mesmas. Tal operao feita pelo clique do mouse sobre o cone da barra de ferramentas do DRENAR dentro do CAD que representa uma seta para cima e uma letra S, logo abaixo do cone de gerar DXF das reas/bacias, conforme figura abaixo:

    por padro, a rotina ir gerar o arquivo de nome SARJETAS.DXF na mesma pasta do projeto, ou seja, de onde est salvo o DWG de trabalho. Nossa orientao que nada seja alterado, nem o nome do DXF e nem a pasta.

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  • Basta ento neste momento confirmar com o boto OK, conforme figura a seguir, para que o SARJETAS.DXF seja salvo na pasta do projeto.

    Importando o DXF das Sarjetas

    Uma vez gerado o SARJETAS.DXF, a rotina a ser usada encontra-se no menu superior Arquivo, depois Importa DXF do CAD e finalmente Sarjetas. Outra forma de se acessar tal rotina pelo cone da Barra de Ferramentas, o 2 boto da esquerda para a direita, que abre uma tela onde se seleciona a opo sarjetas. De qualquer maneira, tem-se a rotina aberta conforme tela A seguir.

    Nessa tela, a linha de edio do nome (com a pasta) do arquivo DXF das Sarjetas a ser importado no pode ser digitado, mas deve-se usar o boto ... assinalado na cor azul, que abre a tela tpica do Windows para se navegar entre pastas e escolher um DXF.

    Uma vez selecionado o SARJETAS.DXF da pasta do projeto, basta acionar o boto OK assinalado em vermelho, que a rotina faz a leitura do DXF e a montagem da planilha.

    Da mesma forma que no caso das reas/Bacias, importante pedir a crtica da planilha das Sarjetas. Vide informaes na pgina 20 deste Manual para se executar esta rotina de crtica/consistncias.

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  • Visualizando Dados das Sarjetas

    Pelo menu Relatrios do DRENAR e depois na opo Dados Iniciais e Sarjetas, obtem-se o relatrio onde so listadas as Sarjetas em ordem crescente. Para cada uma so apresentadas suas reas/bacias vinculadas (entre uma e trs), com sua respectiva rea de esgotamento em m2, a declividade longitudinal da Sarjeta e seu comprimento em metros, conforme abaixo:

    Clculo da Capacidade das Sarjetas

    Apesar de a rotina de lanamento da numerao das Sarjetas no CAD j apresente uma pr-estimativa da capacidade de cada uma, o Operador, uma vez tendo a planilha das Sarjetas montada, deve proceder o clculo da capacidade no DRENAR. Isso feito pelo menu superior Clculos ou pelo cone da barra de ferramentas que mostra uma calculadora, conforme figuras a a seguir:

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  • pelo menu superior:

    pela barra de ferramentas:

    Por qualquer uma das duas formas de se chamar a rotina, tem-se a tela abaixo, que a rotina propriamente dita do clculo da Capacidade das Sarjetas:

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  • Visualizando o resultado da Verificao da Capacidade das Sarjetas:

    Aps os clculos da capacidade de cada Sarjeta, a visualizao dos resultados feita pelo menu superior relatrios, Dados Finais, Sarjetas, conforme figura abaixo:

    Obtm-se o relatrio abaixo:

    Na coluna destacada em verde tem-se a soma da rea contribuinte conforme suas reas/bacias vinculadas (entre uma e trs). Em azul a vazo prevista gerada por essas reas, com os dados de hidrologia adotados no projeto. Na coluna assinalada em vermelho, as vazes calculadas como capacidade mxima de cada sarjeta, considerando seus dados geomtricos. E finalmente, na ultima coluna, na cor laranja, se a sarjeta atende ou no vazo prevista.

    Deve-se observar, como se pode ver na figura acima, que as sarjetas que no atendem a vazo esperada, so hachuradas no relatrio, chamando a ateno do projetista para o problema.

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  • Edio dos dados das Sarjetas

    Pelo menu Dados Diversos do mdulo de clculo do DRENAR, podem ser alterados dados das sarjetas projetas, tanto no que diz respeito vinculao com as reas/bacias, como particularizando suas caractersticas geomtricas, como altura da guia, declividade longitudinal e transversal, coeficientes de manning, etc, conforme figuras abaixo:

    Chamada s rotinas dos dados das sarjetas:

    Vinculao da cada Sarjeta com suas bacias lista de Sarjetas:

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  • Vinculao da cada Sarjeta com suas bacias Edio dos dados da Sarjetas:

    Edio dos Dados Geomtricos da Sarjeta Selecionada:

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  • Visualizao da Planilha de Bocas de Lobo Dados Iniciais

    No lanamento em CAD das sarjetas, automaticamente as bocas de lobo ao final de cada sarjeta so desenhadas. Na gerao do DXF das Sarjetas, as informaes das bocas de lobo so geradas e isto permite ao DRENAR criar a planilha de Bocas de Lobo junto com a criao da planilha das Sarjetas.

    Para o projetista visualizar esta planilha basta pedir o relatrio no menu superior Relatrios, Dados Iniciais e Bocas de Lobo, conforme figura abaixo:

    Ser gerada em tela o relatrio abaixo, o qual, como os demais do DRENAR, pode ser exportado para XLS, PDF, RTF ou enviado para a impressora.

    Dimensionamento das Bocas de Lobo

    Tendo em vista a diversidade enorme de modelos existentes no mercado, optou-se no DRENAR por disponibilizar uma rotina para cadastramento dos diversos tipos que o projetista utiliza, com descrio resumida, descrio detalhada, fotografia/imagem, capacidade de engolimento, metragem coercial, etc, como exposto na pgina 17 deste Manual.

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  • A chamada rotina de dimensionamento uma a uma das Bocas de Lobo do projeto feita pelo menu superior Rotinas de Clculos ou pela 3 impressora da esquerda para a direita na barra de ferramentas do DRENAR, conforme as duas figuras a seguir:

    pelo menu superior:

    pela barra de ferramentas

    A tela do dimensionamento que se abre a seguinte:

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  • Clicando-se no boto OK desta tela, abre-se uma sub-tela em que o projetista seleciona o tipo de boca de lobo que usar neste local do seu projeto e ao pressionar o boto OK, o software determina a quantidade de peas para atender a vazo afluente Boca de Lobo, vinda da Sarjeta vinculada ela, conforme figura abaixo:

    Basta entao o projetista clicar no OK aps seleo do tipo de Boca de Lobo e seguir para a prxima unidade da planilha.

    O boto grande na cir verde na tela permite ir fazendo sequencialmente e com rapidez este dimensionamento, fechando o clculo de uma Boca de Lobo e mudando-se o ponteiro da tabela para a Boca de Lobo seguinte.

    Visualizando o resultado do dimensionamento das Bocas de Lobo:

    feito pelo menu superior Relatrios, Dados Finais e Bocas de Lobo, conforme figura a seguir:

    Aps chamada, o relatrio abaixo apresentado ao projetista, com as opes tradicionais de gerar PDF, XLS, RTF ou enviar para a impressora:

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  • Lanamento da rede no CAD

    A prxima etapa o lanamento e numerao da rede/galerias e em seguida os tubos de ligao, uma vez concludas as etapas de reas/bacias e das sarjetas.

    Pode-se lanar rede de 1 etapa (mais comum, ou seja, aquela projetada e de implantao imediata), rede de 2 etapa (implantao futura) e mesmo rede existente, para os casos de simulao hidrulica e verificao de sistemas existentes.

    O lanamento da rede de 1 etapa se d ou pelo cone da barra de ferramentas do DRENAR no CAD ou pela chamada atravs do menu superior, como figuras:

    pela barra de ferramentas

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  • pelo menu superior

    A sequncia do lanamento da rede o mesmo, quer ela seja de 1 etapa, de 2 ou existente. Ir mudar apenas a camada onde o DRENAR ir lanar as LINES e o tipo de linha (linetype). A rotina inicia-se pedindo a extenso mxima entre PVs a ser criticada, podendo o projetista digitar qualquer valor (faixa usual entre 60 e 80 metros).

    Depois a rotina pede para se clicar o n inicial do trecho de rede e o n final. Tanto para o n inicial como para o final, o DRENAR adota a seguinte abordagem em relao cota do terreno: se o projetista clicar num ponto que tenha atributo Z (elevation), essa cota Z absorvida. Se ela for nula, o projetista tem a opo de digitar o valor da cota ou usar um dos 2 botes PICK da rotina para obter cota, conforme figura:

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  • Ao clicar e informar as cotas de montante e jusante de cada trecho, a rotina no CAD desenha a LINE e lana a seta de sentido de escoamento da rede, bem como faz a crtica online da extenso obtida, comparando-a com a mxima admissvel informada.

    O lanamento pode ser interrompido e retomado em seguida pelo mesmo comando usado. Recomenda-se o uso intensivo dos Object Snap (OSNAP), como o ENDPOINT para se conectar matematicamente ns da rede, alem do uso do NEAREST para se obter cota Z de elementos grficos existentes na planta em uso.

    Essa parte do uso do DRENAR bastante similar ao SANCAD, o consagrado software da Sanegraph Ltda para redes de esgotamento sanitrio.

    Lanamento dos Poos de Visita

    Aps ter sido lanada a rede, o projetista tem agora a etapa de lanar os PVs poos de visita. Em cada n da rede, ou seja, nos pontos de inflexo, pontos de encontro de trechos, cabeceiras, etc, tem que haver um PV. Tal lanamento feito pelo cone da barra de ferramentas do DRENAR no CAD ou pelo menu superior, conforme abaixo. Caso o projetista apague algum PV do desenho e necessite inseri-lo novamente, basta usar a opo do menu superior DRENAR chamada Lana Acessrios Individualmente.

    A rotina de lanar os Pvs todos de uma vez bem cmoda e rpida, j que de forma automtica todos os ns da rede recebem o bloco do PV.

    pelo cone PV da barra de ferramentas

    pelo menu superior DRENAR:

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  • Numerando a Rede por Coletores

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  • O DRENAR adota a numerao dupla COL-TRE, ou seja, um coletor com N trechos e ento cada trecho identificado pela forma citada, como por exemplo, o 3-5 para designar o trecho 5 do coletor 3.

    O ideal definir o coletor principal para da dar seqncia aos coletores secundrios, de preferncia, escolhe-se o maior coletor como sendo o principal, seria o coletor 1.

    A numerao segue o critrio do coletor de nmero maior que lana no de nmero menor, e sempre de montante jusante (ver tela abaixo). necessrio tambm definir o prefixo dos PVs, seria o nome dos mesmos, lembrando que esse prefixo seja limitado a 4 caracteres.

    Esta rotina deve ser repetida quantas vezes quantas sejam os coletores existentes no projeto, sempre clicando-se em sua cabeceira (1 trecho de cada coletor). Deve-se informar o tipo de pavimentao predominante no traado do coletor, lembrando que tal informao pode ser editada na planilha posteriormente.

    Durante este processo de numerar os coletores, no se deve mover qualquer texto criado pela rotina, j que seu posicionamento (ponto de insero) usado para a rotina entender se deve ou no interromper a numerao de cada coletor, ao encontrar um coletor de nmero mais baixo j numerado, onde sua vazo lanada.

    Numerando a rede trecho a trecho

    similar ao processo anterior, porm muito mais trabalhosa, j que neste caso o projetista tem que repetir a rotina trecho a trecho.

    De qualquer forma, a rotina ajuda ao incrementar automaticamente os campos do quadro de dilogo de identificao dos dados de cada trecho a ser numerado.

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  • Numerando toda a rede

    Pode-se usar a rotina de Numerar Rede, bem mais rpida, a qual pede apenas o preenchimento dos dados do Quadro de Dilogo similar ao de numerar coletores e um clique no trecho inicial do coletor tronco. Todo o restante do trabalho, como a numerao do prprio tronco e de todos os coletores secundrios feito de forma automtica e rapidamente. Alm da facilidade e economia de tempo nesse etapa, evitam-se erros tais como trechos sem numerao ou mesmo numerao repetida de trechos.

    Os dados a serem preenchidos so os da figura abaixo:

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  • Lanando os Tubos de Ligao

    Uma vez lanada a rede e tendo-se previamente as sarjetas l desenhadas, o projetista deve agora lanar os Tubos de Ligao, que so as entidades grficas (e depois na forma de planilha), que fazem o vnculo das reas/bacias e sarjetas, com a rede/galerias. Isso tanto pode ser feito pelo cone da barra de ferramentas como pelo menu superior DRENAR no CAD, conforme abaixo.

    Os tubos de ligao no recebem numerao dada pelo projetista, porm tem identificao gerada pelo prprio DRENAR, o que possibilita a montagem da planilha respectiva. Para lanar os Tubos, basta disparar a rotina e clicar, para cada tubo, na Sarjeta que lanar sua vazo no tubo e no trecho da rede que receber esta vazo. Automaticamente e na camada DREN_TUBOLIG, conforme figura:

    Lanamento dos Tubos de Ligao pela barra de ferramentas:

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  • Lanamento dos Tubos de Ligao pelo menu superior:

    Exportando o DXF da Rede

    O passo seguinte gerar um DXF da rede lanada e numerada, o qual ser utilizado pelo mdulo de clculo para a montagem da planilha das redes/galerias e dimensionamento e/ou verificao hidrulica da mesma. Tal operao feita pelo clique do mouse sobre o cone da barra de ferramentas do DRENAR dentro do CAD que representa uma seta para cima e uma letra R, logo abaixo do cone de gerar DXF das sarjetas, conforme figura a seguir.

    Pode-se fazer a mesma operao pela chamada no menu superior DRENAR no CAD, tambm conforme figura.

    por padro, a rotina ir gerar o arquivo de nome GALERIAS.DXF na mesma pasta do projeto, ou seja, de onde est salvo o DWG de trabalho. Nossa orientao que nada seja alterado, nem o nome do DXF e nem a pasta.

    Basta ento neste momento confirmar com o boto OK, conforme figura a seguir, para que o GALERIAS.DXF seja salvo na pasta do projeto.

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  • Exportao da rede pelo cone da barra de ferramentas:

    Exportao do DXF pelo menu superior do DRENAR:

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  • Arquivo GALERIAS.DXF sendo gerado na pasta do projeto:

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  • Montando a planilha da Rede no Mdulo de Clculo do DRENAR:

    Uma vez gerado o GALERIAS.DXF, a rotina a ser usada encontra-se no menu superior Arquivo, depois Importa DXF do CAD e finalmente Rede/Galerias. Outra forma de se acessar tal rotina pelo cone da Barra de Ferramentas, o 2 boto da esquerda para a direita, que abre uma tela onde se seleciona a opo Redes/Galerias. De qualquer maneira, tem-se a rotina aberta conforme tela a seguir.

    Nessa tela, a linha de edio do nome (com a pasta) do arquivo DXF da Rede a ser importado no pode ser digitado, mas deve-se usar o boto ... assinalado na cor vermelha, que abre a tela tpica do Windows para se navegar entre pastas e escolher um DXF.

    Uma vez selecionado o GALERIAS.DXF da pasta do projeto e definido o nmero de casas decimais que o projetista deseja para os comprimentos, basta acionar o boto OK assinalado em verde, que a rotina faz a leitura do DXF e a montagem da planilha.

    Visualizando Dados da Rede/Galerias

    Pelo menu Relatrios do DRENAR e depois na opo Dados Iniciais e Redes/Galerias, obtem-se o relatrio onde so listados os trechos da rede, em ordem decrescente dos coletores e em cada coletor, em ordem crescente de trechos.

    A planilha da rede montada apresentada na forma de uma grade em tela, num pageframe de duas abas.

    Na aba da esquerda, tem-se a listagem dos trechos da rede e na aba da direita os botes para as opes de impresso da planilha.

    A impresso em papel (impressora) dos dados iniciais da rede pode ser pedida sob duas formas, a saber:

    trechos e seus dados de contribuintes

    trechos e sarjetas vinculadas

    Observamos que essa segunda opo s funcionar quando o DXF dos Tubos de Ligao for importado, gerando a planilha dos Tubos e que faz o link entre as sarjetas e os trechos da rede,

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  • lembrando que cada tubo de ligao tem origem no fundo da caixa de ralo da Boca de Lobo a jusante de cada sarjeta e final no PV da rede, ou seja, a jusante de cada trecho da rede.

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  • A opo de Dados dos Trechos e seus Contribuintes gera o relatrio seguinte:

    A opo de Dados dos Trechos e Sarjetas Contribuintes gera o relatrio seguinte:

    Da mesma forma que no caso das reas/Bacias e das Sarjetas, importante pedir a crtica da planilha da Rede/Galerias. Vide informaes na pgina 20 deste Manual para se executar esta rotina de crtica/consistncias.

    Exportando o DXF dos Tubos de Ligao

    De forma similar exportao de dados das demais entidades do DRENAR, pode-se gerar o DXF pelo cone da barra de ferramentas do DRENAR no CAD ou atravs do menu superior, conforme figuras:

    pela barra de ferramentas:

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  • pelo menu superior

    O arquivo DXF exportado por esta rotina tem o nome de TUBOLIG.DXF e gerado na pasta do projeto. Da mesma forma que os anteriores, recomendamos nao mudar o seu nome, conforme figura seguinte:

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  • Importando o DXF dos Tubos de Ligao

    Uma vez gerado o TUBOLIG.DXF, a rotina a ser usada encontra-se no menu superior Arquivo, depois Importa DXF do CAD e finalmente Tubos de Ligao. Outra forma de se acessar tal rotina pelo cone da Barra de Ferramentas, o 2 boto da esquerda para a direita, que abre uma tela onde se seleciona a opo Tubos de Ligao. De qualquer maneira, tem-se a rotina aberta conforme tela a seguir.

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  • Nessa tela, a linha de edio do nome (com a pasta) do arquivo DXF da Rede a ser importado no pode ser digitado, mas deve-se usar o boto ... assinalado na cor vermelha, que abre a tela tpica do Windows para se navegar entre pastas e escolher um DXF.

    Uma vez selecionado o TUBOLIG.DXF da pasta do projeto, basta acionar o boto OK assinalado em verde, que a rotina faz a leitura do DXF e a montagem da planilha. Deve-se tambm pedir a crtica/consistncia dos dados montados.

    Visualizando a planilha dos Tubos de Ligao

    Uma vez montada a planilha e criada a vinculao entre as Sarjetas e os Pvs da rede (melhor dizendo, os trechos em seus ns de montante), pode se visualizar tal planilha. Isso feito, conforme figura a seguir, pelo menu superior Relatrios, Dados Iniciais e depois Tubos de Ligao, que permite duas ordens de visualizao.

    O relatrio dos Tubos de Ligao tem o aspecto seguinte:

    Dimensionando a rede/galerias

    ltima etapa do trabalho, essa rotina chamada pelo cone da quarta calculadora (da esquerda para a direita) da barra de ferramentas ou pela quarta chamada do menu superior Rotinas de clculo, conforme figuras a seguir:

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  • pelo cone da barra de ferramentas

    pelo menu superior

    A tela da rotina de dimensionamento da rede a seguinte:

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  • As seguintes observaes sobre esta rotina devem ser feitas:

    Ela carregada com as opes salvas quando da ltima vez em que ela foi executada, podendo o projetista alterar para novos critrios ou parmetros ou simplesmente repetir os da vez anterior.

    O dimensionamento da rede segue em linhas gerais o critrio da velocidade mnima de auto-limpeza, sendo que o valor da velocidade mnima uma escolha do projetista. bastante usual o valor de 0,8 m/s.

    Na regio superior da tela existem 2 combo-boxes, ou seja, caixas de rolagem, onde o projetista pode selecionar o intervalo de trechos a serem dimensionados pela simples escolha dos trechos inicial e final. Por default, a rotina apresenta toda a rede, ou seja, no primeiro combo-box aparece o trecho mais a montante da bacia e no segundo combo-box, o trecho mais a jusante.

    O campo para a lmina de gua mxima na tubulao de livre digitao, embora um valor bastante comum seja 85%.

    O controle de remanso feito pela escolha do percentual de ajuste da lmina nos PV's, para igualar a de sada de cota mais elevada de chegada, caso a cota do nvel dgua de sada do PV seja superior s de chegada e lembrando que o DRENAR admite no mximo 3 contribuintes por PV. Um controle de 100% de remanso ir igualar as lminas de fim de plano, gerando degrau na sada do PV. Um controle de 0% de remanso, ir deixar gerar remanso a montante e nenhum degrau, igualando as laminas de chegada e de sada do PV. Fica a critrio do projetista usar qualquer valor apresentado na rotina entre 0% e 100%.

    O parmetro de forar aprofundamento a jusante determina at que aprofundamento no n de jusante de cada trecho o DRENAR tenta antes de aumentar o dimetro, caso a lmina dgua seja ultrapassada. Por exemplo, se o projetista estabelece esse dado como 0.30m, ocorrendo tal situao num trecho de terreno plano (ou de declividade natural desfavorvel), o software aumenta a profundidade de jusante de 1 em 1 cm e testa a lmina. Se em alguma dessas posies a lmina atendida, finaliza-se o processo para este trecho, mantendo o dimetro. Caso se alcance o mximo de 30 cm e ainda assim a lmina no atendida, volta-se posio original da profundidade de jusante e busca-se o prximo dimetro da tabela de dimetros disponveis para clculo. Uma boa tcnica deixar este campo em branco, como indicado na tela da rotina, para que o tubo tenha o mximo aproveitamento da lmina dgua, sem forar em demasia o aumento da escavao.

    Os dois campos de degraus funcionam da seguinte forma: h um campo para degrau a ser desprezado e outro para degrau mnimo nos PV's. Supondo, como exemplo, que os 2 campos tem valor de 2 cm e 5 cm, ocorrendo degrau inferior a 2 cm no PV de montante do trecho, ele desprezado e as geratrizes das tubulaes no PV so igualadas. Ocorrendo degrau entre 2 cm e 5 cm, adota-se o mnimo de 5 cm (por razes construtivas ou qualquer outra razo determinada pelo projetista). E ocorrendo degrau acima de 5 cm, adota-se o valor que ocorreu.

    O campo da declividade mnima no dimensionamento pode ser preenchido pelo projetista ou ignorado. Caso seja preenchido com um valor qualquer, em m/m, para cada trecho dimensionado pelo DRENAR feita uma comparao. Ocorrendo

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  • declividade de clculo menor que a mnima do campo, esta ltima adotada e todos os parmetros hidrulicos do dimensionamento so reavaliados.

    Finalizando as opes dessa tela do clculo, h 5 caixas de marcao (check-boxes) para opo do tipo SIM (marcado) ou NO, conforme a seguir:

    Recobrimento mnimo da rede pela frmula 0,5D + 0,40m: se marcado, para cada trecho sendo dimensionado, conforme o dimetro determinado, aplicada a expresso para se definir o recobrimento nos PVs de montante e de jusante. Caso esse check-box esteja desmarcado, ser adotado o recobrimento mnimo fixado na tela dos Dados do Projeto.

    Iguala geratrizes superiores nos PV's: se marcado, a cada mudana de dimetro, gerado um degrau no valor correspondente diferena entre os dimetros. Por exemplo, ao passar de 150 mm para 200 mm e essa opo estiver marcada, no PV de transio ser gerado um degrau de 50 mm (5 cm).

    Material concreto se DN > 400 mm: se marcado e o material do trecho PVC e o dimetro ultrapassa os 400 mm, o DRENAR muda automaticamente para CONCRETO, diferenciando seu coeficiente de manning e separando nos quantitativos dos demais materiais.

    Recobre estacas cadastradas: se marcado, o DRENAR verifica o recobrimento mnimo em cada estaca e no apenas nos PV's de montante e jusante. Caso o recobrimento no seja atendido em alguma estaca intermediria, o software provoca um rebaixamento paralelo do trecho em perfil, mantendo a declividade, para atendimento dessa condio.

    Calcula com parmetros fixados: se a opo estiver marcada, os trechos definidos como FIXADOS so respeitados, no se alterando seu dimensionamento.

    Concluindo a srie de opes de clculo, pode-se calcular a rede de forma automtica, em que todos os trechos so dimensionados numa s passada, de montante para jusante, ou de forma manual, ou seja, trecho a trecho.

    Uma vez configurados todas essas opes, o projetista pode iniciar os clculos pelo boto OK da barra de ferramentas lateral esquerda da tela (assinalado na cor verde na figura no incio deste documento), recebendo ao final dos clculos a mensagem de Rede Calculada e saindo no boto SAIR desta mesma barra.

    Caso a escolha do projetista seja dimensionar a rede trecho a trecho, a cada um calculado, a rotina interrompida e seus resultados apresentados em tela, havendo abaixo da sub-tela de resultados, a lista de botes para escolha do projetista. Pode-se ento intervir no clculo, alterando-se profundidades, declividade ou dimetro, ficando a rotina presa num loop at ser usado o boto CONFIRMA ou o boto CANCELA, conforme figura a seguir:

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  • Gerando a planilha final de dimensionamento da rede

    Pelo cone da 2 impressora da esquerda para a direita na barra de ferramentas ou pela chamada no menu Relatrios, Dados Finais e Redes Galerias. O relatrio tem o aspecto:

    Obtendo os Quantitativos do Projeto

    Uma vez concludos os trabalhos, resta pedir os quantitativos bsicos, o que feito pelo menu superior Quantitativos, o qual abre 5 opes, a saber:

    S rede de 1 etapa S rede de 2 etapa S rede existente Global Por intervalo

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  • A rotina de quantitativos levanta, alem dos referentes rede/galerias, as sarjetas e bocas de lobo tambm.

    Aps o levantamento dos quantitativos, abre-se a rotina do relatrio. Para a emisso do mesmo, o projetista deve preencher as 3 linhas de cabealho, da mesma forma que fez para obter as planilhas finais de dimensionamento.

    O relatrio de quantitativos tem o aspecto seguinte, lembrando que a barra de ferramentas a mesma de sempre, permitindo gerar impresso (papel) ou exportao para os formatos de arquivo do tipo PDF, XLS e RTF:

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  • SANEGRAPH LTDA

    SOFTWARE DRENAR

    TELAS DE AJUDA DO SOFTWARE

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  • Ajuda do DRENAR Tela de Escolher Projeto

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (4 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura acima), como pelo menu superior ARQUIVO/ABRE PROJETO.

    Por default, o ltimo projeto usado (qualquer uma de suas planilhas, seja de reas, de sarjetas, de rede, etc) j vem selecionado no campo ARQUIVO DBF A SER ABERTO, o que facilita a continuidade do projeto. No sendo este o projeto desejado, basta clicar no boto ... direita, sinalizado pelo crculo verde, para abrir janela de seleo de pasta e arquivo.

    Para concluir a rotina, selecionando a planilha, deve-se clicar no boto OK, identificado na figura acima pelo crculo vermelho na barra de ferramentas da tela.

  • Ajuda do DRENAR Importao de DXF das Entidades do CAD

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (2 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura acima), como pelo menu superior ARQUIVO/IMPORTA DXF DO CAD.

    Deve-se selecionar o tipo de DXF que se quer importar. Para facilitar o trabalho do Operador, o DRENAR j apresenta a escolha na ordem correta, ou seja, primeiro importa-se o DXF das reas/Bacias. Entrando novamente na rotina importa-se o DXF das Sarjetas. Depois o da Rede/Galerias e finalmente o DXF dos tubos de ligao entre as caixas de ralo ao fim de cada sarjeta e a rede.

    Os DXF's no CAD so gerados automaticamente com os nomes de: BACIAS.DXF, SARJETAS.DXF, GALERIAS.DXF e TUBOLIG.DXF

    A tela de importar reas/Bacias, acionada pela tela acima, tem o aspecto seguinte:

    A tabela montada portanto ter o nome de BACIAS.DBF dentro da pasta do projeto. Automaticamente calculada sua rea de contribuio, alem de utilizado o coeficiente C de run-off informado no CAD.

  • A tela de importar DXF de Sarjetas a:

    Da mesma forma, a tabela se chamar SARJETAS.DBF. Nela estaro as reas contribuintes, em nmero de at 3 reas por sarjeta, cada uma com seu coeficiente especfico de run-off. O DRENAR calcula o coeficiente mdio, por mdia ponderada entre as 3 reas possveis.

    A opo de preciso diz respeito ao nmero de casas decimais nas extenses das sarjetas, podendo ser em inteiros (metros), com uma casa decimal (decmetros) ou duas casas decimais (centmetros).

    A tela de importar DXF da Rede/Galerias a que segue:

    A opo de preciso diz respeito ao nmero de casas decimais nas extenses dos trechos, podendo ser em inteiros (metros), com uma casa decimal (decmetros) ou duas casas decimais (centmetros).

  • Para concluir a rotina, selecionando a planilha, deve-se clicar no boto OK da barra de ferramentas lateral da tela.

    E para importar o DXF dos Tubos de Ligao, a tela :

    Da mesma forma que as entidades anteriores, o DXF ja vem do CAD com nome definido de TUBOLIG e a planilha montada ter o mesmo nome, exercendo um papel importante de vinculao das reas e sarjetas com os trechos da rede/galerias. A base para tal vinculao so as coordenadas geomtricas importadas do CAD.

  • Ajuda do DRENAR Tela Listar 12 ltimas Planilhas Utilizadas

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (3 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura acima), como pelo menu superior ARQUIVO/LISTA DAS LTIMAS PLANILHAS.

    Na grade abaixo do nome da planilha selecionada, as ltimas utilizadas naquele computador, em ordem de data e hora, ficam listadas. Basta navegar pelos registros da grade, que o nome do arquivo vai mudando no campo superior, at a escolha da planilha desejada.

    Para concluir a rotina, selecionando a planilha, deve-se clicar no boto OK, identificado na figura acima pelo crculo vermelho.

  • Ajuda do DRENAR Criticar Planilhas Montadas

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (6 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura abaixo), como pelo menu superior ARQUIVO/CRITICA PLANILHAS MONTADAS.

    Chamando-se a rotina pela Barra de Ferramentas, abre-se uma janela onde o Operador seleciona que tipo de planilha deve ser criticada, havendo as opes de:

    reas/bacias Sarjetas Rede/Galerias Tubos de Ligao

    A lgica que medida em que as Entidades do projeto so montadas, suas planilhas sejam criticadas antes de se prosseguir para a etapa seguinte.

    Dessa forma evita-se seguir com o projeto antes que a entidade, na sequncia listada acima, seja devidamente montada, criticada e calculada.

    Formas de chamada da rotina de criticar planilhas:

    Pela Barra de Ferramentas

  • Pelo menu Superior

    A tela da rotina de Criticar reas/bacias a seguinte:

  • Basta, portanto, clicar no boto OK da barra lateral esquerda da tela e obter o relatrio de inconsistncias.

    Para a crtica da planilha de Sarjetas, a tela a abaixo e tambm basta clicar no boto OK:

    Para a crtica da Rede/Galerias, a tela a seguinte, com o detalhe de que nessa rotina, deve-se informar a extenso mxima entre Pvs a ser criticada, assim como a profundidade mxima, mas a j no caso de ps-crtica, ou seja, depois que a rede foi dimensionada.

  • E finalmente tem-se a tela da crtica dos Tubos de Ligao, que a seguinte:

  • Ajuda do DRENAR Tela de Editar Planilha da Rede/Galerias

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (5 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura acima), como pelo menu superior ARQUIVO/EDITA PLANILHA.

    A planilha da Rede apresentada na ordem normal do DRENAR, ou seja, com os coletores de maior nmero na parte superior da tela. E dentro de um certo coletor, em ordem crescente de trechos de cima para baixo.

    Para editar um trecho qualquer da planilha, basta selecion-lo na aba Lista e dar duplo clique sobre a grade. Ou clicar na aba nico, que abrir a tela a seguir, onde os dados podem ser editados. Ao clicar de volta na aba Lista, o DRENAR ir pedir confirmao da alterao.

    Observa-se que alm das informaes bsicas, nessa tela tambm se pode editar (ou incluir) informaes de coordenadas UTM (ou simplesmente de X e Y, caso de bases no geo-referenciadas).

  • Alm de edio de dados de trechos, pode-se por esta rotina inserir novos trechos na planilha e excluir tambm. Deve-se notar que a incluso de trechos deve ser feita com bastante ateno, cadastrando-se suas coordenadas UTM de Montante e de Jusante, alm das sarjetas que iro contribuir para o trecho novo.

  • Ajuda do DRENAR Cadastro de Cidades

    Essa tela acionada pelo menu superior ARQUIVO/TABELA DE CIDADES.

    Por default, fornecemos uma lista bsica de cidades previamente cadastradas, porm o Operador do DRENAR pode editar os dados existentes, bem como incluir novas cidades. Cada cidade tem um conjunto de parmetros para cada uma das 2 equaes de chuva que o DRENAR adota.

    No obrigatrio cadastrar todos os parmetros das 2 equaes possveis (GERAL e OTTO). Porm, s possvel usar uma massa de dados de cidades e sua equao escolhida se todos os parmetros daquela equao especfica forem preenchidos.

    As cidades cadastradas so listados na aba Lista em ordem alfabtica. Para editar alguma informao, basta selecionar o material desejado e clicar na aba nico, que abrir o registro para edio, conforme figura a seguir. H ainda na tela, na barra de ferramentas esquerda, um boto para filtrar a tabela por UF, facilitando na busca por alguma cidade desejada.

  • Para incluir nova cidade, deve-se clicar no boto superior da barra de ferramentas lateral da tela na figura acima. Com isso abre-se a aba nico para edio dos novos dados, tendo o Operador as opes de CONFIRMAR a incluso pelo cone do disquete ou de CANCELAR a incluso, pelo cone verde (terceiro de baixo para cima).

    Os parmetros A,B,C, Alfa, Beta e Gama da equao do Eng Otto Pfafstetter so bastante conhecidos da literatura da rea, havendo equaes com esses parmetros para vrias cidades brasileiras.

    Em termos de Equao Genrica, deve-se buscar os valores de A,B,C e D para a cidade cadastrada, se quiser que essa equao seja usada no projeto.

  • Ajuda do DRENAR Cadastro de Equaes de Chuva

    Essa tela acionada pelo menu superior ARQUIVO/TABELA DE EQUAES.

    Por default, o DRENAR trabalha apenas com 2 equaes de chuva possveis. No possivel ao Operador incluir novas equaes. Caso se queira trabalhar com uma diferente das 2 apresentadas, deve-se solicitar a incluso junto Sanegraph.

    As equaes so a do Eng Otto Pfafstetter (publicao Chuvas Intensas no Brasil) e a equao genrica.

    As equaes so listados na aba Lista. Para se visualizar os detalhes de uma certa equao, basta selecionar a mesma e clicar na aba nico, que abrir o registro para verificao, conforme figura a seguir (para a equao OTTO). Na outra figura, o detalhe da Equao Genrica:

  • Ajuda do DRENAR Cadastro de Dimetros para Rede

    Essa tela acionada pelo menu superior ARQUIVO/TABELA DE DIMETROS.

    O DRENAR fornecido com uma tabela bsica de dimetros, porm o Operador pode editar os dados existentes, bem como incluir ou excluir dimetros, conforme destaques em vermelho na figura acima.

    Os dimetros cadastrados so listados na aba Lista em ordem crescente. Para editar alguma informao, basta selecionar o dimetro desejado e clicar na aba nico, que abrir o registro para edio, conforme figura a seguir.

    Pode-se definir para cada dimetro da tabela uma declividade mnima a ser respeitada na rotina de dimensionamento, por razes construtivas. Mas pode-se deixar em branco este campo; fica a critrio do Operador.

  • Para incluir novo dimetro, deve-se clicar no boto superior da barra de ferramentas lateral da tela na figura acima. Com isso abre-se a aba nico para edio dos novos dados, tendo o Operador as opes de CONFIRMAR a incluso pelo cone do disquete ou de CANCELAR a incluso, pelo cone verde (segundo de baixo para cima).

  • Ajuda do DRENAR Tela de Materiais da Rede

    Essa tela acionada pelo menu superior ARQUIVO/TABELA DE MATERIAIS.

    Por default, fornecemos uma lista bsica de materiais de rede, porm o Operador do DRENAR pode editar os dados existentes, bem como incluir novos materiais. Cada material resume-se a um nome a um coeficiente n da frmula de Manning.

    Os materiais cadastrados so listados na aba Lista em ordem alfabtica. Para editar alguma informao, basta selecionar o material desejado e clicar na aba nico, que abrir o registro para edio, conforme figura a seguir:

  • Para incluir novo material, deve-se clicar no boto superior da barra de ferramentas lateral da tela na figura acima. Com isso abre-se a aba nico para edio dos novos dados, tendo o Operador as opes de CONFIRMAR a incluso pelo cone do disquete ou de CANCELAR a incluso, conforme figura abaixo:

  • Ajuda do DRENAR Tela dos Dados Hidrulicos

    Essa tela pode ser acionada tanto pelo cone da barra de ferramentas (7 cone da esquerda para a direita, conforme mostrado dentro do crculo vermelho da figura acima), como pelo menu superior DADOS DIVERSOS/DADOS DO PROJETO.

    Pode-se nessa rotina fazer a incluso de nova massa de dados, para um novo projeto, ou excluir e alterar dados. Ao final, fechando a tela, a massa fica selecionada, para alimentar a rotina de dimensionamento. A recomendao que, para evitar confuso e mistura de dados, se use apenas um registro por pasta de projeto, embora o software permita mais de um.

    Os dados mais importantes so a cidade que receber o projeto, com a frmula da equao de chuva (lembrando que ela precisa estar cadastrada, assim como todos os parmetros da equao usada), alm do tempo de concentrao em minutos e os tempos de recorrncia (em anos) para cada tipo de estrutura do projeto.

    Nessa tela se definem tambm os parmetros para clculo das sarjetas e tambm da rede, conforme parte inferior da tela (vide figura acima). Tais dados para as sarjetas referem-se sua geometria e caractersticas hidrulicas. No que se refere rede/galeria, define-se o dimetro mnimo, material predominante e

  • recobrimento mnimo (esses dados podem ser todos particularizados nas rotinas do menu DADOS DIVERSOS.

    Em modificao posterior na rotina, esta ficou limitada a somente uma massa de dados por pasta de projeto. Dessa forma, os botes para incluir novos dados, bem como o de excluir, ficaram desabilitados, conforme figura abaixo:

  • Ajuda do DRENAR Bacias Edita Dados

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/BACIAS DE CONTRIBUIO. A rotina fica indisponvel enquanto no aberto um projeto.

    A exemplo de vrias outras telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das bacias existentes no projeto, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para a bacia selecionada na aba da grid.

    Na tela acima est selecionada a bacia n 5 do projeto. Ou clica-se na aba da direita, ou faz-se o duplo clique sobre o grid, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba da direita so de apenas leitura, trazendo a identificao da bacia onde seus dados esto sendo impostos.

  • Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao.

    Na Aba 2 h um boto com cone de uma seta para cima, a qual serve para exportar num arquivo de troca as coordenadas mdias da sarjeta. Esse arquivo permite ao Operador abrir o DWG do projeto j com um zoom sobre a sarjeta selecionada.

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Sarjetas Vinculao com suas Bacias

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/SARJETAS/VINCULAO COM BACIAS. A rotina fica indisponvel enquanto no aberto um projeto.

    A exemplo de vrias outras telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das sarjetas existentes no projeto, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para a sarjeta selecionada na aba da grid.

    Cada sarjeta pode estar vinculada a at 3 Bacias, cada uma com sua rea em planta e seu coeficiente C de run-off. O sistema trabalha entao com a rea total, para efeito de clculo de vazo, alem de apurar o C medio, atravs da mdias ponderada considerando as 3 reas.

    Na tela acima est selecionada a sarjeta n 3 do projeto. Ou clica-se na aba da direita, ou faz-se o duplo clique sobre o grid, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

  • Os campos na regio superior da aba da direita so de apenas leitura, trazendo a identificao da sarjeta onde as bacias esto sendo impostas.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao.

    Na Aba 2 h um boto com cone de uma seta para cima, a qual serve para exportar num arquivo de troca as coordenadas mdias da sarjeta. Esse arquivo permite ao Operador abrir o DWG do projeto j com um zoom sobre a sarjeta selecionada.

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Sarjetas Caractersticas Geomtricas

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/SARJETAS/CARACTERSTICAS GEOMTRICAS. A rotina fica indisponvel enquanto no aberto um projeto.

    A exemplo de vrias outras telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das sarjetas existentes no projeto, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para a sarjeta selecionada na aba da grid.

    Na tela acima est selecionada a sarjeta n 3 do projeto. Ou clica-se na aba da direita, ou faz-se o duplo clique sobre o grid, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba da direita so de apenas leitura, trazendo a identificao da sarjeta onde seus dados geomtricos esto sendo impostos.

  • Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao.

    Na Aba 2 h um boto com cone de uma seta para cima, a qual serve para exportar num arquivo de troca as coordenadas mdias da sarjeta. Esse arquivo permite ao Operador abrir o DWG do projeto j com um zoom sobre a sarjeta selecionada.

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Vazes Concentradas

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/VAZES CONCENTRADAS.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio, conforme acima.

    No caso das vazes concentradas, a seleo trecho por trecho da planilha. Determinados parmetros permitem seleo em bloco, quando vrios trechos so selecionados e a imposio se d em uma s operao, seja a seleo feita aleatoriamente, clicando-se em cada trecho, ou por intervalo, quando se deve clicar o primeiro trecho e o ltimo trecho do intervalo para imposio de dados.

    Uma vez selecionado o trecho desejado, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

  • Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos.

    Na regio inferior, digita-se ento no campo da vazo imposta, em l/s. Aps a digitao, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no o dado digitado, concluindo a operao. Caso nao haja alterao no valor original do campo, nada perguntado na volta aba da grid.

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Entrada de Vazo em Marcha de Esgotos Domsticos

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/VAZO EM MARCHA/ENTRADA DE ESGOTOS DOMSTICOS.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio de vazo de contribuio em marcha, vazo esta vinda dos esgotos domsticos lanados na rede de drenagem, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

  • Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 3-2 ao trecho 3-7 da planilha da rede. Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se o campo com o valor da vazo de entrada em marcha a ser imposto, em l/s.m.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o DRENAR pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

  • Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Sada de Vazo em Marcha - Extravasores

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/VAZO EM MARCHA/SADA-EXTRAVASORES.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio de vazo de contribuio em marcha, vazo esta vinda dos esgotos domsticos lanados na rede de drenagem, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

  • Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 5-3 ao trecho 3-2 da planilha da rede. Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se o campo com o valor da vazo de sada em marcha a ser imposto, em l/s.m.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o DRENAR pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

  • Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Tipo de Pavimentao

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/TIPO DE PAVIMENTAO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio do tipo de pavimentao, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

  • Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 1-1 ao trecho 1-3 da planilha da rede. Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se a escolha do tipo de pavimentao a ser imposto, dentre as opes oferecidas pelo DRENAR.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o SANCAD pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda, do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

  • Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Material da Rede

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/MATERIAL POR TRECHO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio do tipo de material de cada trecho, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

    Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 1-1 ao trecho 1-3 da planilha.

  • Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se a escolha do tipo de material a ser imposto, dentre as opes oferecidas pelo SANCAD e incrementadas pelo projetista na rotina especfica de incluso de materiais possveis.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o DRENAR pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda, do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

  • Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Recobrimento Mnimo por Trecho

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/RECOBRIMENTO MNIMO POR TRECHO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio do tipo de material de cada trecho, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

    Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 2-1 ao trecho 1-2 da planilha.

  • Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se os campos para digitao dos recobrimentos mnimos em montante e em jusante dos trechos selecionados.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o SANCAD pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda, do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    O recobrimento mnimo um parmetro geral do projeto, inserido na tela dos Dados Hidrulicos. Porm, alem desse recobrimento mnimo geral da bacia, o projetista pode impor recobrimentos mnimos especficos, trecho a trecho. Na rotina de clculo da rede, o DRENAR adota os valores gerais de recobrimento, porm ao encontrar um trecho com recobrimento imposto, adotado o valor mais restritivo.

  • Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Dimetro Mnimo por Trecho

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/DIMETRO MNIMO POR TRECHO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio do dimetro mnimo de cada trecho, em adio definio geral de dimetro mnimo do projeto como um todo, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

    Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 1-1 ao trecho 1-3 da planilha.

  • Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se o campo para digitao do dimetro mnimo dos trechos selecionados.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o SANCAD pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda, do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

    O dimetro mnimo um parmetro geral do projeto, inserido na tela dos Dados Hidrulicos. Porm, alem desse dimetro mnimo geral do projeto, o projetista pode impor dimetros mnimos especficos, trecho a trecho. Na rotina de clculo da rede, o DRENAR adota o valor geral do dimetro, porm ao encontrar um trecho com dimetro mnimo imposto, adotado o valor mais restritivo.

  • Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Etapa e n de Tubos por Trecho

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/ETAPA POR TRECHO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de imposio da etapa do trecho no projeto, a seleo ou trecho por trecho ou em bloco, com seleo mltipla de trechos. A seleo mltipla pode ser do tipo aleatria, em que o operador seleciona por clique os trechos um a um, em qualquer ordem, em que deseja impor dados, ou do tipo intervalo, em que clica-se no primeiro trecho e em seguida no ltimo, criando-se um conjunto de seleo.

    Na tela acima est selecionado o intervalo que vai do trecho 1-1 ao trecho 1-3 da planilha.

  • Uma vez selecionado o trecho ou o grupo de trechos, clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

    Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    esquerda da tela tem-se uma lista (list-box) dos trechos selecionados, enquanto que na regio direita tem-se o combo-box para escolha da etapa dos trechos selecionados e tambm para definio do nmero de tubos em paralelo no trecho. Por ocasio da montagem da planilha, a partir do DXF gerado no CAD, este nmero definido por default como 1, que a situao mais usual.

    Aps a imposio, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao. No caso de seleo mltipla, o SANCAD pergunta ainda se deseja limpar o conjunto de seleo aps a imposio.

    Mesmo quando ativada a aba da esquerda, do grid, pode-se limpar a qualquer momento o conjunto de seleo, usando-se o boto de reset, assinalado em amarelo na primeira figura.

  • Na Aba 2 h botes com cone de uma borracha colorida, os quais servem para limpar os dados apenas dos trechos selecionados (borracha de cor azul) ou de todos os trechos da planilha (cor vermelha).

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Fixa Profundidade e Dimetro por Trecho

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/FIXA PROF/DIMETRO POR TRECHO.

    A exemplo das demais telas de imposio de dados ao projeto, essa rotina apresenta uma janela com duas abas. A aba da esquerda apresenta uma lista geral (grade ou grid) das informaes cadastradas para o parmetro desejado, enquanto a aba da direita permite a edio dos dados, para os trechos selecionados na aba da grid.

    Foi padronizado no DRENAR o nome da aba da grid como Lista de Trechos e a aba de edio como Dados para Edio.

    No caso de fixao do dimetro mnimo de cada trecho, s se trabalha com a seleo por trecho, j que os dados so muito especficos de cada trecho. Assim, ao contrrio de ontras rotinas de imposio de dados, nao adotada a seleo em bloco de trechos.

    Na tela acima est selecionado o trecho 5-3 da planilha. Uma vez selecionado o trecho, faz-se o duplo clique sobre a grade ou clica-se na aba da direita, tendo-se ento a tela apresentada na figura abaixo:

  • Os campos na regio superior da aba so de apenas leitura, trazendo a identificao do trecho onde os dados esto sendo impostos, se for seleo nica, ou o primeiro trecho do grupo, no caso de seleo mltipla.

    Na regio inferior, digita-se ento nos campos de profundidade em montante e em jusante a serem impostas, alem de se escolher o dimetro a ser imposto tambm. H um caixa de marcao (checkbox) para definir este trecho como fixado, para que na rotina de clculo seus dados no sejam modificados. Mais abaixo na tela encontram-se 3 botes, a saber: limpa imposies do trecho selecionado, limpa imposies de todos os trechos da planilha e impe os mesmos dados digitados no trecho em questo para todos os trechos da bacia. Aps a digitao, basta clicar na aba da esquerda, da grid, para o sistema perguntar se confirma ou no os dados digitados, concluindo a operao.

    Para finalizar a rotina e sair, clica-se no cone da porta na barra lateral esquerda da tela, o qual fica habilitado somente quando a aba da grid est ativada.

  • Ajuda do DRENAR Imposio de Dados Estacas dos PVs

    Essa tela acionada, aps escolha da planilha do projeto, pelo menu superior DADOS DIVERSOS/ESTACAS DOS PVS.

    A exemplo das demais telas de imposio de