Meio Byte 015

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Distribuição gratuita Portugal | Brasil Edição n.º 15 Outubro 2011 www.meiobyte.net Um Mundo menos Redondo, um Mundo menos Maçã Perdeu dados? Chipy, o mascote Meio Byte te ajuda a recuperá-los Data Recovery Software: GetDataBack Recuva Meio Byte - Entrevista Alexandre Soncini, CEO da  VTEX — pioneira no Brasil em comercializar sotware como serviço Tecnologias Microsot Impulsiona Empreendedorismo Destaque Será realmente o único a controlar seu computador - parte II Especial Meio Byte Exclusão digital e e-mail marketing ANO II Steve Jobs [ 1955 - 2011 ]

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    Distribuio gratuitaPortugal | Brasil Edio n. 15

    Outubro 2011

    www.meiobyte.net

    Um Mundo menos Redondo, um Mundo menos Ma

    Perdeu dados?Chipy, o mascoteMeio Byte te ajuda a recuper-los

    Data Recovery Software: GetDataBack Recuva

    Meio Byte - EntrevistaAlexandre Soncini, CEO daVTEX pioneira no Brasil em

    comercializar sotware como servio

    TecnologiasMicrosot Impulsiona

    Empreendedorismo

    DestaqueSer realmente o nico a

    controlar seu computador - parte II

    Especial Meio ByteExcluso digital e e-mail marketing

    ANO II

    Steve Jobs [ 1955 - 2011 ]

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    EDITORIAL

    Impossvel no comentar de cara sobre o alecimento de

    Steve Jobs. H atos na vida que me trazem uma certadiscordncia sobre o que politicamente correto quandose ala de vontade Divina ou daquele sentimento de re-signao quando dizem Chegou a hora dele.... Comochegou a hora dele? A vida aqui e agora. Ser que aspessoas tm ideia do contedo daquela cabea? Quantavontade de multiplicar sua sabedoria, de dividir seu co-nhecimento e, simplesmente, tudo se acaba assim? Stenho uma palavra para denir meu sentimento: Injustia.Como eu j disse uma vez em outro editorial, pode-se tirartudo de um homem, menos o seu conhecimento. Mas, e

    quando a vida Terrena se acaba? Tambm acabam nossasopes... Acho melhor deixarmos esse assuntopara as revistas que cuidam do esprito e node tecnologia. De qualquer orma, a MEIO BYTEpresta sua homenagem ao dono da ma.Nossa revista este ms est lotada de excelen-

    tes artigos. Tudo bem que eu sempre alo isso, mas dedi-nho para cima quem concorda comigo.Conversei com o Alexandre Soncini, scio-diretor da VTex,empresa pioneira no Brasil em comercializar sotwarecomo servio. Incremento nas vendas, aumento na taxade converso para e-commerce e tudo mais que o webempreendedor precisa para ganhar dinheiro. Mais um jo-

    vem empresrio sinnimo de case de sucesso

    que trazemos para voc se inspirar.Nossa parceira Panda Security segue sua linhade pensamento na segunda parte do artigoSer realmente o nico a controlar seu computador?.Anal, ateno nunca demais quando se ala em segu-rana da inormao.Smartphones e redes corporativas. Um mercado que co-mea a chamar a ateno de hackers para a produo devrus est deixando empresrios e gestores de cabelos emp. Para onde vo as inormaes de sua empresa? Temamais do que atual, discutido, claro, por nosso colunista

    Gilberto Sudr.Carla Oliveira te mostra o comparativo entre dois dos prin-cipais gerenciadores de chamadas online, Gmail e Skype.Clailton Soares, nosso ComexMan, avalia as exigncias deuma moeda orte e novas estratgias no mercadointernacional. Evinha Mendes comenta o uturo domarketing e os Jogos do Ms esto imperdveiscom uma dobradinha bombstica: Batman - ArkhamCity e Alice Madness Return.Mas, no paramos por a... Te deixo ler tudo.Abrao e beijo!

    Roberta Cheregati Betancur [Editora]

    Viso

    a Defnio

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    FICHATCNICA

    Director-GeralAlecsander [email protected]

    Editora / Directora de ComunicaoRoberta Cheregati [email protected]

    Directora AdministrativaMrcia [email protected]

    Directora de MarketingEva Mendes

    [email protected]

    Marketing BrasilRoberta Cheregati [email protected]

    FotografaElisabete [email protected]

    Directora de Design e PaginaoElisabete [email protected]

    Programador WebFilipe [email protected]

    Colaboradores deste nmero

    Alecsander Pereira, Bruno Rocha, Carla Oliveira,

    Clailton Soares, Chipy, Daniel Nepomuceno,Diogo Nunes, Equipa Panda, Equipe NBPress,Eva Mendes, Gilberto Sudr, Lus Filipe Andrade,

    Miguel Rocha, Natan Sztamfater, Otto Pohlmann,Roberta Cheregati Betancur, Rui Natal, Victor

    Archela, Walter Sabini Jr.Traduo e Reviso

    Roberta Cheregati Betancur e Eva Mendes

    TecnologiasAlecsander Pereira

    Periodicidade: Mensal

    Revista de distribuio gratuita

    A responsabilidade dos artigos dos seus autores.A direco da revista responsabiliza-se pelos artigos

    sem assinatura. probida a reproduo total ou parcial de textos, o-tograas ou ilustraes da revista Meio Byte para quais-quer ns, mesmo comerciais, sem autorizao expressado Administrador ou do Editor.

    SUMRIO

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    DESTAQUE

    Ser realmente o nico a controlar o seu computador? -Parte II byEquipa Panda

    ENTREVISTAAlexandre Soncini VTEX byRoberta Cheregati

    BY.TI - Servios e Processos byRui NatalGesto dos Servis do Negcio & Tempos Modernosde Chaplin

    BYTES do MSMtricas e converso na Internet byDaniel Nepomu-ceno

    O uturo do marketing: Realidade AumentadabyEvaMendes

    E-Commerce 12 Dicas prticas para turbinar sua taxade conversobyNatan Sztamater

    BYTE TECHSmartphones, uma nova ameaa para as redescorporativas byGilberto Sudr

    UM BYTE SEGUROComo manter o seu ambiente de produo livre decontaminao byOtto Pohlmann

    TECNOLOGIASMedia Multiboot byBruno Rocha

    Micrsot impulsiona empreendedorismo byDiogoNunes

    ESPECIAL MEIO BYTEExcluso digital e email marketing byWalter Sabini Jr

    BYTE MOBILEGmail ou Skype?byCarla Oliveira

    ACTUALIDADES

    Byte Notcia

    Sotware do ms

    Hardware do ms

    Links do ms

    Jogos do msBatman Arkham City by Victor ArchelaA loucura est de volta by Miguel Rocha

    BYTE COMEXMoeda orte exige novas estratgias de mercado by

    Clailton Soares

    BY.TI - Servios e Processos byRui NatalSteve Jobs O Mundo amanheceu menos Redondo,o Mundo amanheceu menos Ma

    DICAS DO CHIPY

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    (( ))DESTAQUECONTROLAR O SEU COMPUTADOR

    Ser realmente onico a controlar o seucomputador? parte II

    As maiores botnetsApesar das principais botnets e amlias de malware utilizadas para recrutar zom-bies serem pereitamente conhecidas, ainda so diceis de combater. Entre asmaiores botnets encontram-se as seguintes:Zeus, uma das botnets mais numerosas, consiste em centenas de milhares decomputadores inectados utilizando dierentes verses do malware Zbot. Estabotnet essencialmente utilizada para realizar ataques de phishing. A botnetBahama intercepta e rouba trego no Google e alsica anncios do Google,gerando raudes por clique. Isto aecta a Google directamente na perda de tr-ego e de rendimentos resultantes dos anncios publicitrios. Frequentementeestas raudes passam despercebidas, e so os anunciantes quem mais perde

    por pagarem pelos alsos cliques nos seus anncios. Esta botnet deve o seunome extico ao acto de ser originalmente redireccionada atravs de domniosWeb registados nas Bahamas, apesar de actualmente utilizar sites alojados emoutros pases.Aps ter estado inactiva durante alguns meses, a botnet Asprox voltou ao neg-cio, inectando websites com cdigo em JavaScript e atacando os PCs das suasvtimas. O cdigo injectado nesses websites cria um elemento HTML invisvel(designado por iFrame) que o executa lanando o ataque. As botnets Srizbi eMega-D (tambm conhecida por Ozdok) so responsveis pela maioria do spamem circulao na Internet. As estatsticas variaram requentemente ao longo

    dos ltimos dois anos, medida que os seus servidores eram encerrados e quenovas botnets surgiam. No entanto, estas botnets chegaram a representar 50%e 35% (respectivamente) do spam dirio detectado, atingindo mais de 60 biliesde mensagens de spam por dia.Com cerca de 13 milhes de computadores comprometidos, a Mariposa oiuma das maiores botnets registadas desde sempre. A botnet oi encerrada a 23

    Equipa PandaPanda Security o lder mundial em solues de

    segurana a partir da nuvem, com a sua tecnologiade Inteligncia Colectiva em 195 pases

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    (( ))DESTAQUECONTROLAR O SEU COMPUTADOR

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    de Dezembro de 2009 graas ao esoro de colaboraode dierentes especialistas de segurana e autoridades,incluindo a Panda Security, a Deence Intelligence, o FBIe a Guardia Civil Espanhola, tendo trs dos seus criadoressido detidos este ms (inormao sobre esta botnet emwww.youtube.com/watch?v=20Z8izzI994).

    Dados preocupantes dicil obter dados veis sobre o actual nmero de siste-mas zombie em geral ou pertencentes a uma determinadabotnet. No obstante, segundo um estudo realizado pela

    Panda, pelo menos 100 milhes de computadores oramidenticados como inectados por bots e mais de 150.000sistemas so inectados diariamente tornando-se partede uma botnet. Quando os computadores inectados soanalisados comum detectarem-se padres de mltiplasineces com dierentes amlias de malware, o que sig-nica que um nico computador pode pertencer a mais doque uma botnet.O espao de tempo durante o qual os computadores per-manecem controlados pelas botnets outra preocupao.

    Apesar da mdia se encontrar em torno dos dez meses,h casos em que o oram durante dois anos. Adicional-mente, cerca de 80% dos computadores pertencentes abotnets chegam a permanecer inectados durante mais deum ms. Este perodo de tempo pode variar dependendodo pas em causa, dos conhecimentos inormticos dos >

    utilizadores e do acto de possurem um antivrus instaladoe actualizado regularmente.

    Nem todos os bots so maliciososEmbora parea que todos os bots so maliciosos, nemsempre isso verdade. Os bots tiveram origem nas redesde chat por IRC, onde no actuavam de orma maliciosa. Oseu propsito era actuar como um utilizador automatizado(um robot), que mantinha o canal aberto e impedia o seucontrolo por parte de utilizadores externos. Alguns bots o-ram especicamente desenvolvidos para gerir canais de

    IRC, os nomes de utilizador e outras unes.Existem tambm robots utilizados por motores de buscapara indexar novas pginas, como o Googlebot, utilizadopela Google para percorrer as pginas Web e indexar osseus contedos. A Wikipdia utiliza bots para unes deedio automticas, e alguns videojogos, especialmenteos desenvolvidos para jogar online com mltiplos jogado-res em simultneo, contm bots capazes de jogar auto-mtica e autonomamente. Para terminar, existem ainda osbots de conversao, normalmente utilizados em servios

    de apoio a clientes para responder s questes mais re-quentes colocadas por estes.

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    Roberta Cheregati BetancurEditora Meio Byte. Prossional das reas de Comunicao e

    Comrcio Exterior com especializao em Empreendedorismo.

    (( ))DESTAQUEENTREVISTA

    VTEXAlexandre Soncini

    Voc possui uma empresa virtual? Trabalha com e-commerce? Ou ser que vocest do outro lado, como consumidor? Qualquer que seja seu relacionamentocom o comrcio eletrnico, a preocupao com a segurana de dados, polticasde privacidade e incremento nas vendas interessa a todos.

    Este ms conversamos com Alexandre Soncini, scio-diretor da empresa VTEX,pioneira no Brasil em comercializar sotware como servio. Ele comeou suacarreira em agncia de publicidade como estagirio e logo se tornou empres-rio, scio da agncia WX7. Posteriormente, a WX7 oi comprada pela VTEX, naqual hoje Scio e Diretor de Vendas e Marketing. Trabalhar na recuperao devendas e no incremento da taxa de converso o modo que eles arrumaramde ajudar o web-empreendedor e ainda ganhar dinheiro. Solues para integrartodo o relacionamento da marca com o cliente o que interessa a VTEX.Tudo isso, num perodo de pouco mais de dez anos. Mais um case de sucesso?Claro! A MEIO BYTE est sempre em busca desses prodgios da tecnologia.Acompanhe!

    Colaborao NBPress JornalistaThalita TartarelliRelaesPblicas Serah Camargo

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    (( ))DESTAQUEENTREVISTA

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    MB Conte-nos sobre sua carreira e sobre como comeouseu trabalho na VTEX.AS Em 1999 comecei como estagirio web em uma pe-quena agncia de publicidade, onde logo me tornei sciotrazendo uma proposta de planejamento estratgico pararea web. Em 2001 a agncia encerrou suas atividadese eu e o Raael Forte continuamos o departamento webabrindo uma nova empresa chamada WX7, que oi com-prada pela VTEX no comeo de 2011, quando me torneium dos scios da mesma, alm de Diretor de Vendas e

    Marketing.

    MB Quando e como comeou a VTEX? De onde partiu aideia de trabalhar com tecnologia em e-commerce?AS Em 2003, na WX7, zemos nossa primeira loja virtu-al. A partir da comeamos a azer mais e mais lojas. Em2009 decidimos denitivamente nos ocar nessa rea porenxergar que o mercado estava muito aquecido. Portanto,a ideia de trabalhar com e-commerce passou de mais umprojeto web a uma grande oportunidade anunciada pelo

    mercado.

    MB Quais os dierentes segmentos dos clientes daVTEX?AS Temos mais de 100 clientes atuando no comrcio ele-trnico em todos os segmentos do varejo.

    MB Existe algum parceiro internacional trabalhando atual-mente com a VTEX? Alguma previso utura?AS Ainda no, mas j estamos conversando com uma em-presa nos EUA para criarmos uma aliana global, tambmtemos um plano de expanso para Amrica Latina e nossaideia entrar ainda neste ano na Argentina e no Chile.

    MB O que voc recomenda ao consumidor que az suascompras pela internet? Que tipo de loja buscar?AS Atualmente, j encontramos diversas lojas virtuais dis-

    ponveis somente na internet e de marcas pouco conhe-cidas no mercado. Mesmo sendo pouco conhecidas noquer dizer que azem um trabalho ruim, pelo contrrio, jpodemos encontrar lojas especializadas em alguns seg-mentos que so muito relevantes. De qualquer orma, importante ver se a loja tem suas polticas de privacidadee de troca de produtos muito bem denidas, se possui umcanal de atendimento real que poder ajudar em caso deproblemas e que siga as diretrizes de segurana, como ocadeado para as reas de acesso restrito e pagamento.

    MB Explique-nos em detalhes o que o VTEX e-commercesute e qual a uno de ali-lo ao VTEX CRM.AS O VTEX E-commerce Suite uma poderosa plataor-ma de comrcio eletrnico que permite ao varejista quequer ter uma loja virtual, aproveitar ao mximo de todos os

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    (( ))DESTAQUEENTREVISTA

    recursos necessrios para se dierenciar da concorrncia.O VTEX E-commerce Suite a plataorma com o maiornmero de uncionalidades e dierenciais do mercado na-cional. Fizemos algumas mudanas no VTEX CRM Suite eatualmente nomeamos de VTEX CEM Suite, sistema deCEM (Customer Engagement Management) especializadoem e-commerce, que conta com o VTEX Conversion Ma-rketing, tecnologia de inteligncia voltada ao aumento daconverso do e-commerce; com o VTEX Sales Recovery,tecnologia de inteligncia voltada para a recuperao de

    vendas e com o VTEX Multi-channel CRM como soluopara integrar todo o relacionamento da marca com o clien-te. O objetivo do VTEX CEM Suite de ter um maior retor-no e desempenho unido ao VTEX E-commerce Suite.

    MB Fale sobre outros produtos da empresa.AS Alm dos dois produtos citados anteriormente, temosum departamento de consultoria ocado em analisar ope-raes de comrcio eletrnico e sugerir melhorias ocadasno aumento dos resultados.

    MBQuais so os planos de crescimento da VTEX para osprximos anos?AS Temos um planejamento de atingir um aturamento deR$ 100 milhes em 2015.

    MB Quem utilizar os servios da VTEX num uturo maisdistante? Quais segmentos ainda altam aderir aos proje-tos que vocs oerecem?AS Varejistas que ainda no iniciaram suas operaes nocomrcio eletrnico.

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    Semelhana ou Mera Coincidncia?Da mesma orma com que Chaplin, em seu lme TemposModernos, datado de 1936, num misto de muita astciae humor renado, representou um marco para o cinemamundial satirizando a introduo da tecnologia e o impul-so da automao na produtividade das bricas e de suaslinhas de montagem, a Gesto dos Servios do Negciosegue em sua trajetria e tambm representa um marcosignicativo para as organizaes de TI e as empresas emsi relativamente aos servios gerados, prestados e supor-tados notadamente pelas organizaes de TI.

    Prezados leitores, a questo da participao cada vez maiscomplexa, intrincada e comprometida da inraestrutura deTI nos servios, no negcio, enm na estratgia de neg-cio das empresas ez surgir na biblioteca ITIL V.3 a expres-so integrao, em substituio expresso alinhamentoat ento utilizada nos escritos do ITIL V.2. Levando-se emconta que este senhor ITIL j atingiu a maioridade,no seramos precipitados em imaginar que uma atia con-sidervel de empresas que pretendiam implementar algu-mas de suas melhores prticas (ou seriam boas?) j o tero

    eito ao longo destes mais de 20 anos. Mas antes de se-guirmos em nosso raciocnio, por avor, no vamos julgarque deveramos ter implementado todos os conjuntos dedisciplinas ou melhores prticas. Continuando com nossaanlise, poderamos acrescentar at que muitas destasempresas at optaram por automatizar alguns dos proces-

    sos ITIL introduzidos.Enm, das empresas e organizaes que j se aventura-ram pelos escritos do ITIL, o que observamos na realida-de que a grande maioria se concentrou nas disciplinas econjuntos de melhores prticas em termos to somentede Suporte s Operaes, ou Suporte aos Servios. Temosque admitir que isso bastante lgico e compreensvel,porque diz respeito ao combate das dores mais imedia-tas, e tambm a uma certa arrumao da casa. O quese v ento so empresas que decidiram se concentrarto somente na Gesto de Incidentes, de Problemas, de

    Mudanas, alguma coisa em termos de Gesto de Con-gurao e o tal do CMDB (Banco de Dados de Gerncia deCongurao) e algumas que tambm incluram neste rol aGesto dos Nveis de Servio.Ento, quando tentamos entender e interpretar o que oITIL quis dizer com integrao de TI com os negcios, eno mais alinhamento de TI aos negcios percebemos queas iniciativas adotadas pelas empresas to somente ouquase que exclusivamente na rea de Suporte s Opera-es ou aos Servios esto longe de poderem ser consi-

    deradas sucientes para atender ao que esta mensagemsugere.Ao imaginarmos as organizaes de TI buscando um me-lhor posicionamento cada vez mais como uma unidade denegcios da empresa, contribuindo e participando de seusobjetivos estratgicos e de negcio, percebemos que exis-

    Gesto dos Servios do Negcio &

    Tempos Modernos de Chaplin

    TEMPOS MODERNOS DE CHAPLIN

    (( ))BY.TISERVIOS EPROCESSOS

    Rui NatalEspecialista em Gesto de Inraestrutura

    de TI, com conhecimento em ITIL, BSMe ITSM. Proessor de Cursos de PsGraduao na rea de TI

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    tem algumas lacunas, carncias ou exigncias ainda a se-rem atendidas, e entre estas podemos destacar:

    Avaliao e Gesto das demandas relativamente

    aos recursos disponveis at que ponto todos os proje-tos em andamento ou em ase de planejamento dentrodas organizaes de TI esto eetivamente priorizados eem linha com o direcionamento estratgico do negcio daempresa? Existem dados bem assustadores sobre isso: decerca de 200 projetos em andamento pela organizao deTI, eetivamente apenas 7 estavam alinhados com os obje-tivos estratgicos da empresa. de assustar concordam?

    Gesto e Contabilizao dos custos da organizao

    de TI de que orma e at que ponto a TI vem demonstran-do aos departamentos usurios seus custos relativamenteaos servios prestados? As organizaes de TI sero eter-namente vistas como centros de despesa e no de recei-ta? Pior ainda, seremos sempre considerados como partedo problema e no da soluo?

    Administrao e controle das conformidades

    como estamos nos comportando em relao denio,documentao e catalogao dos processos de TI, os ris-

    cos envolvidos, os controles necessrios e os objetivos degovernana associados a estes quesitos? Planejamento nanceiro e oramentrio da organi-

    zao de TI que aes eetivas esto sendo adotadas nosentido de se eliminar as amosas e imprecisas planilhasde oramento, minimizando o trabalho manual, agilizando

    as aes e reaes, reduzindo a exposio a riscos e a-cilitando a rpida identicao dos maiores responsveispelos custos?

    Gesto e Anlise dos fornecedores de que in-ormaes ns, organizaes de TI, dispomos sobre osornecedores que nos atendem, sobre as dezenas oucentenas de empresas que nos suprem de produtos e/ou servios? Como eles podem ser vistos relativamen-te satisao de nossas necessidades e expectativas?O que dizer de sua parceria, cumplicidade, comprometi-mento e desempenho? Anal, eles podem estar direta

    ou indiretamente envolvidos em muitos eventos de nos-so cotidiano (experincias boas e ruins) e atravs de umagesto acurada destes ornecedores podemos identicaraqueles que, eetivamente, vm apresentando um de-sempenho em linha com nossas exigncias, e aquelesque esto bem aqum de nossas exigncias, mas quedevido a nossos controles alhos atuais no nos damosconta de que estes precisam ser descartados de nossacarteira de ornecedores is e preerenciais.

    As cinco questes levantadas acima nos do uma ideiade que h algo bem mais alm do que meros procedi-mentos e processos de Suporte s Operaes e aos Ser-vios de TI.

    At a prxima!

    (( ))BY.TISERVIOS EPROCESSOS

    TEMPOS MODERNOS DE CHAPLIN

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    Mtricas e conversona Internet

    MTRICAS E CONVERSO

    Daniel NepomucenoCEO da Internet Pool, empresa de comrcio

    eletrnico detentora da loja virtual Meu Amigo Pet

    (( ))BYTESDO MS

    Medir converso na internet vai mui-to alm de saber quantos pedidosvoc tem a cada cem visitas em sualoja virtual. Mais que isso, existemoutros dados que podem ser levadosem considerao e logo abaixo expli-carei quais mtricas podemos utilizarpara medir (e melhorar) a conversode sua loja.Muita gente investe milhares de reais

    para divulgar o site e consequente-mente trazer vendas, porm investirem converso igualmente impor-tante. Prtica esta que nem sempre lembrada na hora de ormular seubudget.No Brasil, comum ouvir alguns es-pecialistas dizendo que 1% umaboa taxa de converso. Porm, es-tudos de institutos srios mostram

    sites americanos convertem 17%de suas visitas em vendas, milagre?No necessariamente, talvez uma re-alidade ainda um pouco distante doe-commerce brasileiro.Por este motivo, vou listar abaixo al-gumas dicas que podem ser seguidaspara melhorar a converso de sua lojavirtual.Anlise de trego

    Primeiramente, voc precisa ter umaerramenta que te aa saber o queos usurios azem e como vieramparar dentro de seu site. Esta anliseinclui desde a origem do usurio at

    quais so os produtos que mais lhetrazem dinheiro.

    Taxa de rejeioOu bounce rate, o percentual deusurios que deixam seu site na pri-meira pgina que visitam. Este per-centual dado por canal de trego(ou origem) do usurio, ou seja, deonde ele veio para o seu site. Uma

    taxa de bounce rate alta, signica quevoc est exibindo a sua loja virtualpara um pblico que no esteja pro-curando exatamente o que voc estoerecendo. O primeiro passo aqui saber quais so os usurios que pro-curam o que voc est oerecendo.Quando sua taxa de bounce rate esti-ver saudvel, siga em rente.

    VariedadeO usurio espera encontrar o queprecisa dentro de sua loja virtual, poristo voc deve oerecer a maior quan-tidade de produtos possveis salvoprocuras muito especcas.

    Imagens e descrio de seus pro-dutosA internet nunca ir substituir a ex-perincia de compra no mundo sico,

    por isto, voc deve ornecer a maiorquantidade de detalhes possveis deseu produto. Imagens grandes e deboa qualidade so um bom comeo,acompanhados de descries de-

    talhadas (altura, largura, espessura,peso, modo de usar etc) e sempreque possvel, invista em vdeos paramaior interao.Avaliao do clienteProdutos avaliados por outros clien-tes do sempre mais conana nomomento da compra. Alguns lojistassentem receio de divulgar tais inor-

    maes, mas se voc no o zer, ou-tro site concorrente deixar que seuspotenciais clientes alem do mesmoproduto que comercializa.SimbologiaA internet j criou alguns padres,voc no precisa reinventar a roda.Smbolos como o carrinho de com-pras, o boto comprar com o carrinho

    de compras associado a sua imageme at mesmo a disposio destesitens j seguem um padro. Voc noquer que o usurio que procurando oque deveria ser intuitivo de se azer.Clareza nas inormaesO usurio no quer se sentir insegu-ro em nenhum momento, portanto,o nome dos itens tem que ser claro.Sempre que possvel, a imagem do

    item deve aparecer ao lado de suadescrio e preo. Ah! Estes itenstambm costumam seguir alguns pa-dres de disposio.

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    Produtos relacionados ou compracasadaDesde a poca de nossos avs, sa-bemos que o queijo combina com agoiabada, por que no colocar um aolado do outro da orma mais cil pos-svel para os dois serem compradosjuntos? Ao clicar em um produto e irpara a pgina de detalhes do mesmo,logo abaixo de sua descrio voc

    pode indicar qual outro produto ocasamento pereito com aquele itemque o usurio est comprando. Sesua loja virtual permitir um descontopara os usurios que levarem os dois,melhor ainda.Quem comprou este, tambmcomprou...Algumas lojas virtuais j dispem

    de algoritmos inteligentes de reco-mendao de vendas, se este noor o caso de sua plataorma de e--commerce no tem problema, vocpode acilmente contratar empresasterceirizadas que acoplam esta un-cionalidade a sua plataorma de e--commerce. Embora este item sejaparecido com o item anterior, no. A grande dierena entre os dois que o item anterior congurado

    manualmente. Este algoritmo apren-de com o prprio histrico de com-pras do usurio, azendo sugestesbaseadas em pura estatstica, o quepotencializa e muito a probabilidade

    do usurio comprar o item oerecido.Pague 2, leve 3Identicar o hbito de compras de seu

    usurio e criar dierenciais. Isto o que

    voc pode azer para aumentar a quan-

    tidade de produtos no carrinho de com-

    pras dele. Desta orma voc o ajuda a

    comprar o item que ele precisa com

    maior requncia e o melhor, azendo-o

    pagar cada vez menos por isto.ltimos produtos visitadosOs usurios costumam passear pe-las lojas virtuais e dar aquela espiadi-nha em alguns produtos, na maioriadas vezes sem coloc-lo na cesta decompras. Por este motivo, acilite anavegao, deixo-o navegar a vonta-de e quando quiser ver novamente

    aquele primeiro produto que visitou,ele est acilmente localizado, ao al-cance de um clique.PersonalizaoO som mais doce para os ouvidos deuma pessoa seu nome (em nossocaso, o nome do Pet tambm), entosempre tentamos alar com o clienteda orma mais pessoal possvel, co-municando seu nome e o nome de

    seu Pet em mensagens de saudao,e-mails marketing e at mesmo naembalagem de entrega dos pedidos.

    PromoesUma vez com o usurio dentro deseu site, qualquer tipo de promoocontribui para que o mesmo realizeo to almejado pedido. Descontos epromoes de rete grtis cumpremeste papel. Vale lembrar que promo-es, quando no so bem estuda-das, podem ser um verdadeiro raloem seu oramento, por isto, avalie

    bem quanto de seu oramento vocpode abrir mo para conseguir umavenda. Se necessrio, ative promo-es somente acima de determina-dos valores de compra etc.Recuperao de vendasIdenticar em que ponto da compra ousurio desistiu da mesma e depoisimpact-lo (normalmente via e-mail)

    para recuperar a compra costumatrazer bons resultados. Lembre queo usurio j visitou seu site, demons-trou interesse no produto e virou--se e oi embora. Identicar em qualetapa deste unil o usurio est es-capando o primeiro passo. Depois,voc novamente avalia o quanto estdisposto em trazer o usurio de vol-ta (lembre-se que no custa baratotraz-lo) e concede algum desconto

    no produto ou mesmo o rete grtis.Muitas vezes o rete a motivaoque o cliente precisa para adquirir oproduto, sem sair de casa.

    MTRICAS E CONVERSO

    (( ))BYTESDO MS 13

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    E-mail marketing

    O velho e bom e-mail marketing un-ciona em 11 a cada 10 lojas virtuais.O cliente sempre deve lembrar quevoc existe, mas sem car incomoda-do com isto. Esta a orma mais ba-rata de azer o cliente voltar a comprarem seu site. Boas prticas no enviode e-mail marketing so altamente re-comendveis, voc s deve disparare-mails para clientes que desejam re-ceber. Comprar base de e-mails pode

    azer o seu domnio (endereo de seusite) ser identicado como spam eseus e-mails irem direto para a lixei-ra. Por isto, mesmo ao enviar e-mailspara sua base, voc deve deixar a op-o de no receber mais e-mails (opt--out) habilitada sem medo disto. Uma

    pequena pesquisa com os principais

    motivos de desistncia no recebi-mento dos e-mails lhe mostrar ondevoc est pecando, e da para renteencontrar a dose certa.Convertendo sempreDeixe o cliente avaliar voc. Seloscomo o E-Bit so importantes paraque outros clientes saibam da serieda-de de sua loja virtual. Um bom acom-panhamento do pedido depois de j

    realizado, velocidade e cumprimentodos prazos so premissas bsicas,porm cruciais para converter vendas

    sempre (e no s na primeira vez).

    Estas so dicas para que sua loja vir-tual no apenas converta mais ven-

    das, mas que tambm possa chegar

    ao nvel de maturidade to almejadono e-commerce: Ter uma base slidade clientes que por si s garantam asade de sua loja virtual.

    MTRICAS E CONVERSO

    (( ))BYTESDO MS

    Av. Netuno, 49 1 andar - Centro de Apoio 1 - AlphavilleSantana de Parnaba, SP - Brasil

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    grupos de quatro pessoas.

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    importantee tem queconstar nobudget

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    Eva MendesDiretora de Marketing Meio Byte.

    Mestre em Relaes Pblicas

    O FUTURO DO MARKETING

    (( ))BYTESDO MS

    O futuro do marketing:realidade aumentada

    O uturo do marketing est nas tendncias tecnolgicas,

    sendo que imperativo adaptarmo-nos s novas realida-des uma vez que as pessoas mudam, os mercados mu-dam, e por consequncia, o marketing tem de mudar.Com o mundo em constante devir, e as inovaes tecno-lgicas a surgir a cada momento, de que orma poder omarketing acompanhar todas essas mudanas, no uturo?Para a PhD, a resposta est na realidade aumentada. (verlink: http://youtu.be/MB6Z06W0Z6Y)E o que a realidade aumentada? Quando alamos emrealidade aumentada, reerimo-nos a um sistema que com-

    bina elementos virtuais com elementos reais, criando inte-ratividade e processamento em tempo real e, visualizadaem 3D (trs dimenses). Num uturo no muito distantepoderemos estar a olhar para uma janela de nossa casa evermos, no s o mundo exterior, o real, mas com inor-mao virtual, como por exemplo, a previso meteorol-gica. Bastando um toque na janela poderemos aceder scapas dos jornais do dia ou, com uma soluo de domticapoderemos inclusive controlar diversos aspectos da casa,como abrir ou echar estores, ligar ou desligar luzes, con-trolar os espaos usando as cmeras instaladas em locais

    estratgicos. Tudo isto combinando o real (a janela) com ovirtual (previso meteorolgica) oerendo a interatividade(o toque) e em 3D (trs dimenses).De orma a promover uma maior interao com o cliente,vrias empresas comeam j a apostar na realidade aumen-

    tada. No sector do vesturio, o cliente passa a ter a noo

    de como icar qualquer pea de roupa no seu corpo oumesmo a dimenso real de um produto que pretende adqui-rir. Por sua vez, tambm a construo civil j se rendeu, namedida em que mostrar plantas no papel j no satisaz.

    Comeamos ento a perceber que a realidade aumentada um dos prximos passos de desenvolvimento de cam-panhas de marketing. Ainda pouco usada em Portugal, co-meamos, a pouco e pouco, a perceber de que o uturo domarketing poder depender muito da realidade aumenta-da. Ainal, uma tcnica antstica para a promoo de um

    bem uturo, que por sua vez gera mais coniana para quea venda seja realizada, e, por consequncia, poder indiciara outras pessoas, pelos prprios clientes. Um exemplo re-cente em Portugal, oi em Julho, com o Festival OptimusAlive, onde oi possvel, atravs de uma aplicao mvel,aceder em tempo real, ao recinto e s notcias. Com a aju-da do Facebook, oi possvel criar interao com os seusamigos, possibilitando, graas a realidade aumentada daaplicao, visualizar onde esses amigos presentes no re-cinto se encontravam.At onde a realidade aumentada nos poder levar?! Ficar

    a pergunta no ar. Ainal, ela ainda est a dar os primeirospassos em muitos pases de Mundo.

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    E-COMMERCE

    Natan SztamaterCEO da CookieWeb, Diretor da

    www.portcasa.com.bre membro da organizao do E-Commerce Live

    (( ))BYTESDO MS

    E-Commerce12 dicas prticas para turbinar

    sua taxa de conversoUm recente estudo divulgado pelo Instituto de PesquisaEconmica Aplicada (IPEA) apontou que h no pas maisde 73 milhes de internautas. E, desse montante, cercade 14 milhes utilizam os servios de e-commerce, o querepresenta 19% da populao virtual do Brasil.Diante desse quadro, segundo especialistas, a taxa mdiade converso das lojas virtuais brasileiras ca entre 1% e

    2%. Ou seja, na melhor das hipteses, a cada 100 pessoasque entram no seu site, apenas duas compram.A grande pergunta : Como azer para manter os outros98 clientes dentro da loja virtual? Existem lojas sicas quechegam a ter uma converso de mais de 70%. O lojista vir-tual deve entender seu e-commerce como uma loja sicae passar a oerecer um local agradvel para o usurio con-sumir, exatamente como ele se sente quando visita a lojade sua preerncia. Para auxiliar nesse processo, relacionoabaixo algumas tcnicas para no deixar o cliente escapare concluir a compra online.

    1 Selecione a onte de trego: Entenda exatamentequem o seu pblico alvo, e conhea as mdias que po-dem trazer esse pblico para dentro do seu site. O ideal azer a seleo de pessoas que voc quer em sua lojavirtual e, dessa orma, voc passa a contar apenas compessoas interessadas nos seus produtos.

    2 Exposio de produtos: Depois de trazer o pblico paradentro do site, hora de pensar no produto, e expor da

    melhor orma possvel, nos mnimos detalhes. Como porexemplo, as visualizaes em vdeo utilizadas pela loja dedepartamentos norte-americana Zappos. Nela, o clienteconsegue assistir a um clipe do produto para ver comounciona na prtica. Inspire-se em modelos internacionaisde sucesso. O Zoom do produto, uma boa discrio e otos

    reais do produto sem qualquer montagem passam credibi-lidade ao cliente, lembre-se que na loja virtual no existemvendedores como na loja sica. Disponibilize o mximo deinormaes para o seu cliente.

    3 Fique atento concorrncia: Fique de olho no preoaplicado pela concorrncia. J existem erramentas que

    monitoram automaticamente o mercado, e auxiliam paraque os valores do seu site sempre estejam interessantese no aastem o cliente. Os comparadores de preo apon-tam isso ao e-consumidor. O valor mais atraente tambmganha destaque em comparadores, como Google Shop-ping, que deve chegar em breve ao pas. Este item temum grande peso na taxa de converso, a orte concorrn-cia existente no mundo ofine est mais acirrada ainda nomundo online.4 A usca Inteligente deve atuar como um vendedor di-

    gital: As erramentas de busca devem ser as mais inteli-gentes possveis, e para isso j existem plataormas quearmazenam e azem o reconhecimento de inormaes,levando o que h de melhor ao interesse do usurio. Cercade 40% dos usurios que acessam a loja virtual buscamalgo. Ou seja, quanto mais cil de achar o produto, mascil de vender.

    5 Acompanhe o cliente em tempo real: Existem erra-mentas que permitem acompanhar todos os passos do

    cliente dentro da loja. Atuando como um gerente, poss-vel personalizar o atendimento conorme o perl e hbitosdo usurio na loja virtual, tudo isso online! Em casos ondeo cliente abandona o carrinho, o lojista pode oerecer atra-vs de um pop up descontos, rete grtis ou algo quesegure o cliente no momento da venda.

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    6 Bom atendimento: O cliente sempre preza por um bomatendimento, muitas vezes ele chega, inclusive, h pagarum pouco a mais por conta da importncia que lhe dada.Deixe bem transparente o seu dierencial no tratar como cliente. Faa com que o usurio no tenha dvidas. Aentrega no prazo estipulado muito importante, mas seno or possvel, avise antes. Crie uma relao de conan-

    a e credibilidade. Mostre todos os dierenciais no site etambm nas redes sociais, erramenta muito utilizada parapassar toda a transparncia e bom atendimento da loja.7 Deixe seu site mais vendedor: Oertas atraem os con-sumidores, deixe seu site cheio de oportunidades e passeuma mensagem orte e com imediatismo. Faa promo-es por tempo limitado e se possvel oerea rete grtisacima de um determinado valor. Tudo vlido para deixarseu site mais atraente aos olhos do e-consumidor. Mais doque um site de oportunidades, passe a percepo de um

    site cheio e sempre atualizado, isso ar com que o clientevolte mais vezes loja.8 Plataorma eciente: Sua loja virtual deve contar comtecnologia de ponta, dando importncia inraestrutura eprezando pela perormance. muito comum o aumentode abandono em sites lentos. Valorize as plataormas ba-seadas na tecnologia SaaS, a evoluo e a integrao denovas erramentas muito mais rpida e cil. Acompanheas tendncias e tenha uma constante evoluo na taxa de

    converso da sua loja. SaaS quer dizer Sotware as a Ser-vice, a amosa nuvem.9 Design e usabilidade: Alm de uma plataorma comboa perormance, sua loja tambm deve contar com umdesign prossional e que tenha boa usabilidade. Neste

    caso qualquer dica pode ser duvidosa, para conrmar aaos amosos testes AB, que indicam as interaces maisecientes. As boas plataormas costumam proporcionarerramentas para que esse tipo de teste possa ser eitoconstantemente.10 Redes Sociais invadindo seu site: Ao invs de ir para

    as redes sociais, traga-as para dentro do seu site. Relacio-ne seus produtos com os comentrios nessas mdias, aacom que os consumidores possam recomend-los a seusamigos. As redes sociais tambm uncionam como umaespcie de review do produto. Muitas lojas j tm coloca-do o boto curtir ou o +1 nas pginas de produto. Dmais e mais motivos para o seu cliente sentir-se convenci-do a concluir a compra naquele momento.11 Segurana: Como em qualquer lugar, o cliente devese sentir seguro dentro do seu site, principalmente na hora

    de ceder inormaes pessoais e nanceiras, como dadosde carto de crdito. Ter uma certicao de segurana passar uma conana undamental ao cliente, provandoque sua loja virtual um ambiente srio e correto.12 Formas de pagamento: Quanto mais mtodos depagamentos disponibilizados ao cliente, melhor. Tenha di-versos meios de ser compatvel com o que o cliente querutilizar para eetuar a compra.

    E-COMMERCE

    (( ))BYTESDO MS 17

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    Consulte a Meio Byte e saiba como colocar aqui

    sua Publicidade e dar destaque ao seu negcio

    em uma revista lida por todo o mundo!

    A um byte de distncia

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    SMARTPHONES

    (( ))BYTE TECH

    Gilberto SudrProessor, Consultor e Pesquisador da rea de Segurana da Inorma-

    o. Comentarista de Tecnologia da Rdio CBN. Membro do comittcnico da ABNT sobre Segurana da Inormao. Diretor Tcnico da

    APECOMFES - Associao de Peritos em Computao Forense do ES

    Os Smartphones subverteram a gura dos celulares. Oque era um dispositivo que servia apenas para realizar liga-es de voz se tornou um verdadeiro terminal de acessoa inormaes. Com isto, os dados pessoais que estavampresos dentro de seu mundo relativamente protegido en-tre PCs, Redes e Servidores, agora esto no ar e no bolsode qualquer um. Tudo cil, simples, rpido e... vulnervel!Para se ter uma ideia do tamanho do problema, apenasno segundo trimestre deste ano mais de 60 milhes de

    unidades oram vendidas em todo mundo e espera-se queat 2014 tenhamos mais de 412 milhes de celulares inte-ligentes em operao. Um mercado que comea a chamara ateno de hackers para a produo de vrus e desen-volvimento de aplicativos especcos para esta plataormaque, uma vez baixados, podem roubar dados e produziroutros prejuzos.A maioria dos usurios ainda desconhece os riscos deacesso a suas inormaes a partir de um dispositivo m-vel que, devido suas limitaes de hardware, dicilmente

    possuem erramentas adequadas de proteo.Mas ser que um antivrus pode oerecer a segurananecessria? Provavelmente no. Os melhores antivrusexistentes no conseguiram alcanar nveis de proteoacima dos 97%, ou seja, mesmo que voc tenha um utili-trio deste tipo atualizado na sua mquina ou celular ainda

    correr o risco de ter seu equipamento inectado. Almdesta situao, os celulares possuem muitas outas amea-as e vulnerabilidades que no existem em um PC comoa clonagem, o monitoramento de ligaes e o bloqueio dodispositivo.Se esta situao se apresenta como uma ameaa para apessoa sica com suas contas correntes e contas de e-mail, imagine como ca a (in)segurana quando alamosde uma corporao com seus banco de dados repletos de

    inormaes avidamente desejadas por concorrentes.A soluo comea por utilizar um sistema operacional quepossa oerecer recursos nativos de encriptao de dados,segurana do ncleo do sistema (kernel), assim como aatualizao constante para a soluo de bugs e vulnerabili-dades. Mas claro que isto no basta. A principal vulnera-bilidade neste tipo de dispositivo ainda est quem az usodele. As empresas que tem suas equipes interligadas porestes dispositivos mveis devem investir na capacitaode seus colaboradores para que eles estejam cientes dos

    riscos existentes.A segurana dos dispositivos mveis um grande desaopara os administradores da inraestrutura de TI. No pode-mos simplesmente impedir o seu uso, pois eles so ne-cessrios e j provaram que melhoram a produtividade doscolaboradores. Assim, bom car de olho.

    Smartphones,

    Uma nova ameaa para

    as redes corporativas

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    (( ))BYTESEGUROAMBIENTE LIVRE DE CONTAMINAO

    Otto PohlmannCEO da Centric System, empresa especializada

    em solues para centralizao de sistemas edistribuidora do sotware AppZero no Brasil

    Os administradores de sistemas e de datacenters sabemque com o passar do tempo, o sistema operacional instala-do num servidor vai sendo modicado a partir da criao dearquivos, chaves de registros, instalao de drivers, con-guraes etc. E, com isso, ao nal de um perodo, acarretaa natural degradao de desempenho, comprometendo ocomportamento do sistema.Isto ocorre tanto em instalao sica de sistema opera-

    cional quanto em instalao virtual. Se voc possui umambiente virtualizado, ao invs de manter uma instalaopermanente do sistema operacional, vale pena conside-rar a criao de uma imagem da Virtual Machine (VM) emstorage e subir esta imagem com as conguraes zera-das de tempos em tempos. Dessa orma, voc conseguever-se livre das degradaes mencionadas que acontecemcom o passar do tempo.Para evitar esta degradao, existem erramentas queazem atualizao do Sistema Operacional diariamente,

    outras semanalmente, outras sob demanda. Ao retornaro sistema operacional ao padro instalado, com zero decontaminao, voc est automaticamente eliminandotambm os problemas de malware. A renovao peridicado sistema um procedimento que deveria azer parte dasboas prticas das instalaes de TI.

    Como manter o seuambiente de produolivre de contaminao

    A virtualizao de aplicaes de servidor uma tecnologia

    inovadora que o mercado ainda est aprendendo a conhe-

    cer. No entanto, dentro de um uturo no muito distante ser

    dicil azer TI sem os conceitos de mobilidade e isolao da

    aplicao do sistema operacional, undamentos vitais para acomputao em nuvem.

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    Para que isto seja possvel, importante manter a mquinacom o mnimo de inormaes, procurar deixar todos osdados e parmetros de congurao em arquivos na rede,guardados no storage.Como as aplicaes rodam normalmente em mquinasvirtuais conguradas especicamente, acaba acontecendouma grande prolierao de VMs, obrigando o usurio amanter um nmero considervel de imagens de mquinas

    virtuais dierentes, dicultando a administrao, alm deconsumir muito espao no Storage.Contudo, agora existe uma maneira de reduzir o nmerode VM ao mximo. Para isso, preciso tambm adotar avirtualizao das aplicaes. Uma aplicao virtualizada, ouVAA - Virtual Application Appliance, como chamado pelaAPPZERO, um envelope que contm tudo o que a aplica-o precisa para executar. Porm, dierente do conceito deVA Virtual Appliance, contm zero de componentes dosistema operacional.

    Utilizando o sotware APPZERO, uma soluo que virtuali-za a aplicao e a isola do sistema operacional, possvelmanter uma nica imagem de sistema operacional e utili-z-la para todas as suas mquinas. E, depois, distribuir asdierentes aplicaes virtualizadas entre os diversos ser-vidores, inclusive podendo subir diversas aplicaes sob

    um mesmo sistema operacional. Isso traz uma orma maissimples e gil de instaurar periodicamente um sistema ini-cial, livre de contaminao e degradao.Exemplicando, se zssemos um paralelo com um carro,poderamos de tempos em tempos renovar o motor (siste-ma operacional) e tambm renovar os demais componen-tes (aplicaes). Seria uma orma de manuteno radicalque nunca deixaria o carro car velho. Assim como com

    este procedimento, o seu ambiente operacional de TI nocaria velho e degradado.A vantagem de virtualizar as aplicaes que o sistemaoperacional passa a azer parte da inraestrutura do ser-vidor. E, a camada de virtualizao de aplicaes passa acar sobre o sistema operacional, causando o isolamentoda aplicao desta inraestrutura dando uma mobilidademuito grande para a aplicao, o que permite realoc-la ra-pidamente entre servidores e azer um balanceamento decarga no nvel da aplicao de acordo com a necessidade.

    A virtualizao de aplicaes de servidor uma tecnologiainovadora que o mercado ainda est aprendendo a conhe-cer. No entanto, dentro de um uturo no muito distanteser dicil azer TI sem os conceitos de mobilidade e iso-lao da aplicao do sistema operacional, undamentosvitais para a computao em nuvem.

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    MEDIA MULTIBOOT

    Bruno RochaEngenheiro Inormtico

    (( ))TECNOLOGIAS

    Todos ns usamos um CD, DVD ou Pen USB para orma-tarmos a nossa mquina, instalar ou reinstalar sistemas

    operativos, executar diversas erramentas de recuperao,entre outras uncionalidades. -nos de extrema utilidademas, por norma, com um media s poderamos ter apenasum sistema operativo, o que azia com que possussemosvrios media para vrios sistemas operativos.

    Apresento-vos o SARDU (Shardana Antivirus Rescue DiskUtility). Uma erramenta porttil (no necessrio a instala-o do sotware), livre para uso pessoal e no comercial.O SARDU detecta quais os media presentes na vossa m-

    quina, os utilizadores apenas tm de escolher qual mediausar. Tambm na interace do programa esto dispon-veis vrios separadores e em todos eles existem vriaserramentas de recuperao, gesto de discos, sistemasoperativos Linux e Windows (32 e 64 bits), antivrus, etc.O utilizador s tem que clicar no sotware que pretendeincluir no seu media, para se iniciar o processo de downlo-ad. Quem quiser incluir sotware que no esteja presente(por exemplo, Hirens BootCD), apenas ter que indicar aURL do cheiro ISO para que o SARDU consiga realizar odownload do mesmo. Findo o processo de escolha, basta

    indicar que j pretendem iniciar a criao do media multi-boot e o SARDU trata de tudo, desde a ormatao da Pene gravao dos cheiros no media desejado.Uma vez concluda a tarea, o SARDU gere a disposiodos menus de navegao. criada uma entrada para cadaum dos separadores vistos na interace grca.O nmero de sistemas operativos e/ou erramentas pre-sentes no vosso media multiboot apenas limitado aoespao que o media dispe. Se or um CD de aproxima-damente 700MB.

    Link para o programa:http://www.sarducd.it

    Link para mais inormaes:http://youtu.be/vaAoagLmumc

    MEDIAMULTIBOOT

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    Diogo NunesLicenciado em Gesto pela Nova SBE.

    Development Tool Manager na Microsot Portugal.

    MICROSOFT

    Bill Gates , sem dvida, um dos grandes empreendedoresdo sc. XX. Em pouco mais de 30 anos, criou uma empre-sa que revolucionou a tecnologia como hoje a conhecemose que atura atualmente milhares de milhes de dlarespor ano. H 30 anos, a Microsot era uma Startup. UmaStartup que sobreviveu ao Death Valley e que enrentoutodos os desaos inerentes a Startups, num mundo ondenem se imaginava o que as novas tecnologias so capazesde azer hoje em dia. Empreendedorismo e Microsot soconceitos que sempre estiveram relacionados, mas hojeso mais do que isso. Hoje caminham lado a lado.

    Em Novembro de 2008, a Microsot lanou globalmenteo programa Microsot BizSpark, um programa de apoio aStartups de base tecnolgica que tem uma misso muitosimples e, ao mesmo tempo, bastante ambiciosa: ajudar atransormar as Startups mais promissoras de hoje nas em-presas de sucesso de amanh. Indo de encontro s dicul-dades naturais que todas as Startups enrentam, o BizSparkassenta em 3 pilares: Sotware, Visibilidade e Suporte. Du-rante 3 anos e sem qualquer tipo de custo, as Startups ade-

    rentes tm acesso a todo o sotware disponibilizado pelaMicrosot, suporte prossional gratuito e exposio nas p-ginas da Microsot dedicadas ao empreendedorismo.Para aderir ao Microsot BizSpark, as empresas apenas tmque cumprir 3 critrios muito simples: desenvolver um pro-duto ou servio baseado em Sotware, estar em actividadeh menos de 3 anos, e ter uma acturao anual inerior a

    1 milho de dlares norte-americanos. No nal dos 3 anosde permanncia no programa, a deciso de continuar ouno a utilizar produtos Microsot livremente tomada pelaStartup, no havendo qualquer tipo de obrigao contratu-al. Durante a sua participao no programa, as Startups sotambm livres de utilizar outras tecnologias no Microsote no requerido qualquer tipo de pagamento durante ouaps a participao no programa.Nestes quase 3 anos de existncia, o Microsot BizSparkj apoiou mais de 250 novas empresas, num investimen-to de mais de 2 milhes de euros. Algumas das Startups

    portuguesas melhor sucedidas so membros do BizSpark,como o caso da Cardmobili, ActionFlow, Frotcom, entremuitas outras.O segredo do sucesso do Microsot BizSpark est na dis-ponibilizao gratuita de praticamente todos os produtosque a Microsot comercializa, incluindo o Windows Azure(plataorma de cloud computing) e o recm-lanado O-ce365. Tambm a rapidez na disponibilizao de novastecnologias incrvel (o Microsot Dynamics CRM Online2011 oi disponibilizado para as Startups do BizSpark umms depois de ter sido lanado do mercado) e as imensaspossibilidades que a cloud apresenta, tanto em termos deoperacionalizao do negcio como em termos de poupan-a de custos e ecincia, permitem atualmente que umaStartup coloque uma soluo online com custos de inra--estrutura muito reduzidos.

    Microsot impulsionaEmpreendedorismo

    (( ))TECNOLOGIAS

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    Para empresas ou prossionais individuais que trabalhemna rea de Web Design/Web Development, existe tambmo programa Microsot WebsiteSpark. Este programa oi ins-pirado no Microsot BizSpark e disponibiliza Sotware, Su-porte e Visibilidade para Web Proessionals durante 3 anos,

    sem qualquer tipo de custo. Os nicos critrios de adesoao programa so a empresa trabalhar na rea Web e ter me-nos de 10 colaboradores. Lanado em Setembro de 2009,o Microsot WebsiteSpark j apoiou mais de 400 Web Pro-essionals, como o caso da Bind e da Associao Oeste.Estes dois programas so exemplos de como as grandes

    empresas multinacionais se podem relacionar com asPMEs e colaborar, de modo a dinamizarem o ecossistemalocal de Sotware e desenvolverem solues verdadeira-mente inovadoras que vo de encontro s necessidadesdos consumidores.Se tem uma ideia de negcio ou uma empresa recm-cons-tituda, no deixe passar esta oportunidade de ter acesso serramentas mais completas do mercado. Envie um e-mailpara [email protected] Terei todo o gosto em alarconsigo e discutir a sua ideia. Porque de ideias inovadorase empreendedores com garra que Portugal precisa!

    MEDIA MULTIBOOT

    (( ))TECNOLOGIAS

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    EXCLUSO DIGITAL EEMAIL MARKETING

    (( ))MEIOBYTEESPECIAL

    O acesso internet (em domiclio, na escola, no trabalho,em lan houses ou outros ambientes) aumentou constantee signicativamente ao longo do tempo no Brasil. Apenasno ltimo trimestre de 2010, segundo dados do IBOPENielsen Online, havia 73,9 milhes de brasileiros nessacondio, um crescimento de 9,6% em relao ao quar-to trimestre no ano anterior ou 6,4 milhes de pessoasa mais na rede. No entanto, mesmo diante dos nmeros

    animadores, no podemos esquecer que a excluso digi-tal permanece como um (gravssimo) problema brasileiro.Evidentemente, isso impacta negativamente no apenasno cotidiano dos ciberexcludos, mas tambm nos neg-cios das empresas que realizam campanhas de email ma-rketing e outras aes de marketing online. Entre os maisde 40% da populao que no tem acesso Internet, estuma parcela expressiva das classes C e D, cada vez maisno alvo do mercado. Essas pessoas podem estar nessasituao por alta de recurso, de interesse ou de conhe-cimento h quem sequer vislumbre essa possibilidade.

    No caso especco das empresas de email marketing, oseeitos da excluso digital so diceis de mensurar. Se nochega a impactar diretamente no desempenho das aes,a ciberexcluso tem um eeito negativo ao manter milhesde pessoas longe do email marketing, inviabilizando, nes-ses casos, a utilizao dessa importante erramenta derelacionamento, que ajuda a conhecer melhor o cliente.No se trata de rotular ou enquadrar o usurio em umadeterminada categoria econmica cada uma delas abrigapessoas de pers heterogneos mas sim, com o auxlio

    do email marketing, conhecer suas particularidades e en-tender o que preciso azer para melhorar a aproximao.E o universo das classes C e D ironicamente, entre asmais atingidas pela excluso digital tem gurado comoum dos mais promissores para a comunicao para essetipo de relacionamento, pois adere bem ao email marke-

    ting. As aes de email marketing signicam incluso digi-tal e social. Em algumas circunstncias, as campanhas deemail marketing acilitam at mesmo o acesso a lojas queesse grupo admira, mas no tem condies de requentarin loco no mundo ofine. Alm disso, considerando queo tquete mdio de um usurio das classes C e D deR$ 350, basta azer algumas contas e perceber o tanto denegcios perdidos pelos segmentos de email marketing e

    comrcio eletrnico. O prejuzo da excluso digital, eviden-temente, no ca restrito a esses casos especcos. Se-gundo a consultoria McKinsey&Company, um crescimen-to de 10% nas conexes de banda larga pode gerar umaumento entre 0,1% e 1,4% no PIB de um pas. Assim, osetor de email marketing s tem a ganhar com os esorosdo Governo em prol da incluso digital. Iniciativas como oPlano Nacional de Banda Larga e os programas que aci-litam a aquisio de computadores tendem a melhorar oacesso da populao Internet, at que todos nalmentesejam conectados o que, inelizmente para todos que

    apostam no email marketing e no ecommerce, ainda noest to perto de ocorrer.

    EXCLUSO DIGITAL EEMAIL MARKETING

    Walter Sabini JrEspecialista em email marketing e CEO da VIRID

    Interatividade Digital

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    GMAIL OU SKYPE?

    Carla OliveiraFormada em Automao de Escritrios e Cincia da

    Computao. Atua na CAS Tecnologia, desenvolvendotrabalhos na rea de Qualidade de Sotware

    (( ))BYTEMOBILE

    O Skype, como todos sabem, oi comprado pela Microsot.E o Google ampliou a uno de ligaes atravs do Gmailpara 38 idiomas, que antes s uncionava em ingls nosEstados Unidos e no Canad.E viva a concorrncia, pois atravs dela que os servios

    prestados se tornam melhores e os usurios tm mais poder

    de escolha. A concorrncia tambm quebra o monoplio.Em contrapartida ao promovida pelo Google, o Skype,lanou um aplicativo otimizado para iPad e atualizou a ver-so para smartphones equipados com Android. Ou seja,no quer car para trs nessa corrida pela conquista dogosto dos usurios.Segundo matria publicada na Folha Online, a gigantedas buscas sai na rente quando o assunto preo, maso Skype tem mais opes de pagamento e oerece video-chamadas entre uma gama maior de dispositivos.Eu, particularmente, ainda no testei o servio de chamada

    do Gmail, somente utilizo o Skype. Neste caso ca dicilemitir alguma opinio. Mas vou transcrever os testes ei-tos pela Folha. Estes testes mostram o que h de melhornas duas opes.

    GMAILE-mail, backup de arquivos, mensageiro instantneo comvideoconerncia, gerenciador de mltiplas contas de cor-reio eletrnico. O Gmail, que j desempenha todas essasunes e, para muitas pessoas, representa parte essen-

    cial da vida virtual, ganhou uma atualizao que prometetornar essa relao de dependncia mais orte ainda.O servio, que j estava disponvel em ingls (nos EUA eno Canad), agora suporta 38 idiomas e realiza chamadastelenicas para teleones xos e celulares, nacionais ouinternacionais, pelo prprio servio de e-mail do Google.

    Gmail ou Skype?

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    GMAIL OU SKYPE?

    (( ))BYTEMOBILE 27

    O usurio do Gmail pode comprar crditos para as ligaesem quatro moedas: euro, libra, dlar americano e dlar ca-nadense.Nos testes eitos pela Folha oram eitas chamadas locaise interurbanas. A qualidade do som boa, semelhante do Skype, embora ele capte mais rudo ambiente e seja

    um pouco mais baixo, mas nada que comprometa o enten-dimento da ligao.A erramenta integrada ao bate-papo do Gmail e bemcil de usar.Se em sua conta o servio estiver disponvel (ele est sen-do implementado aos poucos), voc ver um cone verdeem orma de teleone. Ao clicar nele, abre-se uma novajanela em ormato de teclado numrico de teleone - pre-ciso instalar um plug-in antes de usar o servio pela primei-ra vez. por essa janela que o usurio vai azer a ligao,monitorar as chamadas eitas, saber quanto oi gasto em

    cada uma delas e quantos crditos ainda restam.

    SKYPEUsurios do iPad podem nalmente acessar uma versodo Skype otimizada para o tablet da Apple.Desde o incio da semana passada, o aplicativo ocial doservio est disponvel para download gratuito na loja vir-tual App Store.J era possvel usar o Skype no iPad aproveitando o apli-cativo lanado para iPhone em 2010. Mas tratava-se da

    verso otimizada para o celular da Apple - A recm-lanadaest mais limpa e aproveita bem o espao da tela de 9,7polegadas do iPad. importante lembrar que apenas o iPad 2 az videochama-das; a primeira verso do tablet suporta apenas voz e notem cmera.

    O Skype para iPad permite azer e receber chamadas devdeo gratuitamente entre usurios do programa.A conexo com a internet pode ser via Wi-Fi ou 3G, embo-ra as conversas por Wi-Fi uncionem muito melhor.O aplicativo realiza chamadas de vdeo em qualidade VGAtambm para outras plataormas, como Windows, OS X e

    Android, entre outros.Tambm est disponvel para download no Android Marketuma nova verso do Skype para o sistema.Com essa atualizao, agora possvel realizar e receberchamadas de vdeo no Android 2.2 Froyo, que equipa apa-relhos como o Galaxy S II, o Galaxy S e o Galaxy Tab, daSamsung; o Flyer e o Sensation, da HTC; e o Xperia Play eo Mini Pro, da Sony Ericsson.Os celulares com Android 2.2, no entanto, s podem usara cmera traseira para chamadas de vdeo.J az um tempinho que tenho o cone verde em orma de

    teleone no meu Gmail, acho que est na hora de azer umteste. Uma coisa ato, o meu Gmail concentra muitas dasinormaes necessrias do meu dia a dia, acho muito in-teressante ter esse sistema de ligao integrado. Esse oimais um dos grandes investimentos do Google. Quanto aSkype conesso que ainda o meu preerido, acredito quepelo ato de ter sido o pioneiro e mais diundido ganhouclientes cativos. E mais uma vez VIVA a concorrncia, atra-vs dela temos vrias opes de servios.

    REFERNCIAwww1.olha.uol.com.br/tec/957514-conra-testes-e-tabela-de-precos-de-

    ligacoes-do-skype-e-do-gmail.shtml

    Fonte Imagens

    Folha Online (http://www1.olha.uol.com.br)

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    BYTE NOTCIA

    (( ))ACTUALIDADESC3 Tech lana carregador porttil com alta potncia

    na alimentao

    O Charger Pro ornece energia de emergncia para quase todos os dispositivosmveis do mercado, incluindo notebooks, netbook, DVD porttil, iPad, iPhone,entre outros A C3 Tech, marca da abricante de produtos de inormtica Coletek,lana o mais novo integrante da amlia de carregadores, o Charger Pro UC-8000.Projetado para ser o melhor da categoria, o carregador conta com alta potnciana alimentao, possui capacidade de 8.000mAh podendo ornecer de 2 a 3 ho-ras a mais de autonomia para notebooks, e aproximadamente 5 a 7 horas parao iPad. Um dos grandes dierenciais do produto o carregamento inteligente,

    no permitindo a sobrecarga do aparelho conectado a ele. Com o display LED, possvel vericar o nvel da bateria, acilitando ao usurio a identicao de quan-do ser necessrio recarreg-lo novamente. Suas mltiplas sadas permitem acarga de vrios equipamentos, sendo compatvel com a maioria dos dispositivosmveis do mercado, como notebooks, netbooks, iPad & iPhone, smartphones,GPS, entre outros. O Charger Pro vem ao mercado para acilitar o cotidiano dequem precisa de mobilidade e ao mesmo tempo busca praticidade. O usuriopode utiliz-lo para carregar um equipamento enquanto trabalha em um arquivode documentos, navega na web, ouve msica ou assiste a um vdeo, diz Char-les Blagitz, Gerente de Marketing da Coletek. Ideal para viagens de negcios oulazer, o Charger Pro UC-8000 tambm suporta voltagem automtica de alimen-tao entre 16 24V DC, com sada de at 3A e ecincia de 94%.

    ESPECIFICAES TCNICASBateriaPolmero de ltio, 8000 mAhEntrada DC16 a 24V (onte acompanha o produto)Sada DC (2 sadas)9-12V 3A Max e 16-24V, 3AMax Porta USB

    5V, 2AMaxTempo de recargaDe 3 a 4 horas (100%)Autonomia (dependendo do modo de uso)

    Notebook porte mdio2 a 3 horas/ iPhone

    4 a 5 horas / iPad5 a 7 horasTemperatura operacional0 a 45C.Temperatura de armazenamento

    -20 a 45CDimenso (CxLxA): 111 x 75 x 23 mmPeso lquidoAproximadamente 230 g

    Fonte: NBPress

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    (( ))ACTUALIDADESSupercies Multi-Esportes em laser

    A empresa holandes LEDSSPORTS parece destinada a resolver um dos proble-mas principais associados com a multiplicidade de desportos, a marcaes daquadras. A empresa utiliza a marcao por Laser, que pode ser ligado e desligadodependendo do esporte que est sendo jogado. Assim, em vez da quantidade delinhas em supercies poliesportiva, que muitas vezes conundem os jogadores,a LEDSSPORT ilumina apenas o conjunto de marcas necessrio no momento daprtica da modalidade, deixando, desta orma, os outros invisveis.

    Flash para iOS

    O Flash para iOS, est a ser chamado por alguns de umavitria para a Apple. A Adobe anunciou o seu novo FlashMedia Server 4,5 ir rodar contedo em fash de ormaautomtica para dispositivos mveis iOS, que atualmentecarecem de suporte para o ormato de mdia.Na verdade no signica que o Flash suportado direta-mente em dispositivos IOS. Assim como isso tambm nosignica que o servidor de mdia ser capaz de exportarcontedo do Flash como HTML5.No passado, a Apple se recusou a habilitar o suporte paraFlash, pois consumia demasiado recurso do dispositivo, a-zendo com que o dispositivo passasse a uncionar mal, e,tambm por que drenava sua bateria de orma muito rapida.

    A notcia representa um reconhecimento importante daAdobe que precisava mudar sua estratgia com o Flash, am de continuar a ser relevante em um mundo que estcada vez mais se voltando para mveis.

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    BYTE NOTCIA

    (( ))ACTUALIDADES

    Windows 8 - Audacioso

    A Microsot abriu a BUILD do Windows 8, que oi muitomais bem-recebido que o 7, pois o novo sistema operacio-nal no teve como antecessor o Vista.Uma mais ousada est a ser uma interace usada no Win-dows Phone, o Metro. Dizemos ousada, pelo ato de quepor dcadas os utilizadores esto acostumados a utilizarcones, mouses, menus e janelas, e o fuxo de trabalho do

    Metro dierente.A Microsot revela que a aposta est no ato da proximida-de da substituio de desktops (e at notebooks e laptops)por tablets. Assim, esta tendncia est a ter uma orte in-funcia no desenvolvimento da nova verso do sistema.Assim, no novo Windows, blocos vivos tomaro o lugardos cones e os gestos baseados em toques substituiroos cliques do rato/mouse.A nuvem tambm tem um papel undamental no Windows8 e poder vir a ser utilizado em conjunto com os serviosLive e SkyDrive.

    Campus Party dos Games

    Ser uma espcie de Campus Party dos games, diz Gilson Schwartz, sobre averso brasileira do Games or Change, que acontecer no campus da Universi-

    dade de So Paulo, de 5 a 10 de dezembro.Segundo Schwartz, proessor da ECA-USP e diretor da rede Games or Changena Amrica Latina, o evento ter acampamento dos participantes, alm decompeties, workshops e palestras.At dezembro, a G4C realiza uma srie de encontros preparatrios, para, comoarma o diretor brasileiro, comear a organizar as pessoas que se interessampor games e mudanas sociais.Sero ainda cinco encontros, quatro deles em So Paulo e um na Bahia, em no-vembro, durante o Simpsio Brasileiro de Game. A programao completa estno site gamesorchange.org.br.

    Fonte: Folha online

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    SOFTWARE DO MS

    (( ))ACTUALIDADES 31

    O projecto colibri um Sotware de Gesto Comercial queapresenta um interace inovador e uma grande simplicida-de de utilizao. desenvolvido em linguagem Java e utiliza tecnologiastais como Eclipse; MySQL; PostgreSQL; Birt; DataNucleuse corre em diversos sistemas operativos, tais como Linux,Windows e MAC-OS.SOLUES PROJECTO COLIBRIO Projecto colibri dispe uma vasta gama de solues e servi-

    os que ortalece a gesto de pequenas e medias empresas.O Projecto colibri tem ao seu dispor desde uma soluomais simples e econmica at a uma soluo completaque permite o tratamento global de inormao de acordocom as necessidades do seu negcio. (Multi-empresas,base de dados local e remota, importao e exportaoSAFT, relatrios optimizados, multi-moeda, Multilingue,entre outras uncionalidades.)

    Verso Gratuita;

    Verso Licenciada;

    Verso Prossional;

    PROJECTO COLIBRI NUMA PEN USBO Projecto Colibri aumentou consideravelmente a oertaaos seus utilizadores.Na verso RCP 6 pode correr o nosso sotware de gestoa partir de uma pen USB. Esta nova propriedade do Coli-bri permite uma fexibilidade superior pois qualquer pros-sional pode acilmente abrir a sua gesto numa qualquermquina. Ser, portanto, mais um truno para destacar oColibri da concorrncia.

    PROJECTO COLIBRI DROPBOXO conceito Cloud Computing est ortemente a infuen-ciar o uturo da inormtica. Estamos perante uma novaera de produtividade onde so exigveis uncionalidadesomnipresentes.

    O Dropbox uma erramenta que tem originado grandesmudanas na losoa de trabalho, mas esta aplicao apenas a ponta do iceberg, pois existem muitas outrassolues para colocar a cloud ao servio das empresas.

    NOVIDADESO Projecto Colibri j disponibilizou a verso RCP 6.3.8. AEquipa do Projecto Colibri est sempre atento s tendn-cias do mercado e dos utilizadores, procuramos inovar edotar as nossas solues de acordo com as novidades tec-

    nolgicas. Nesta ltima verso vem agilizar o trabalho dosutilizadores e contem novas uncionalidades para garantiruma GESTO DE QUALIDADE.A verso 7 do Projecto Colibri, a ser lanada ainda este ano,contar com uma API de utilizao livre, que dar acesso atodas as uncionalidades da aplicao. Iro ser disponibili-zados exemplos e at mesmo projectos open-source!Fique atento e registe-se no nosso rum e redes sociais (Projecto Colibri - Sotware.)

    EQUIPA DO PROJECTO COLIBRI

    Scio Gerente: Lus Filipe AndradeGestor de Projecto: Marco LopesDepartamento Desenvolvimento: Srgio GomesDepartamento Comercial/Marketing: Sandi MirandaSuporte Tcnico: Mrcio Mendes

    CONTACTOSE-mail: [email protected]: www.projectocolibri.com

    Software de Gesto

    ProjectoCOLIBRI

    Lus Filipe AndradeScio-Gerente da Deltal

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    HARDWARE DO MS

    2 (( ))ACTUALIDADES

    U-Board Quadro Interactivo Porttil

    Primeiro vieram os antigos quadros negros, nos quais os proessores utilizavamgiz. Depois, os quadros brancos com marcadores de tinta. Agora, acompanhan-do o avano da tecnologia, a vez dos Quadros Interactivos. Mas, o que seroos quadros interactivos? Para quem nunca ouviu alar em Quadro Interactivo,vamos a uma breve explicao.Um Quadro Interactivo uma supercie que permite que possamos escrevercom uma caneta especial, de orma electrnica. Para uncionar, ligamos o Qua-

    dro Interactivo a uma porta USB de um computador. Podemos tambm projec-tar a imagem do computador e criar uma interactividade entre a imagem, inclu-sive podendo capturar apontamentos escritos na supercie do quadro e inseririnormaes em cheiros a serem executados no computador.Os primeiros quadros interactivos eram comprados como um conjunto, ou seja, jvinham com o quadro branco, a ligao USB e o projector. demasiado trabalhosopara levar de uma sala para outra e no poderamos utilizar outros quadros bran-

    cos se j os tivssemos. Assim, a empresa coreana PENANDFREE desenvolveuum hardware muito interessante chamado U-BOARD, que pretende ser o maisprtico sistema de quadros interactivos portteis que voc j experimentou.Basta ter um computador, uma supercie plana e colocar o projector de eixe,

    tornando assim um ambiente para utilizar a interactividade do U-BOARD.O U-BOARD tem recursos que o permitir estar bem posicionado como umsistema nico no mercado, visto a sua acilidade de utilizao e tambm emrelao ao seu preo.

    Para ver um vdeo de apresentao do U-BOARD, aceda awww.youtube.com/watch?v=zjvUMR4zAMs&NR=1

    O site da PENANDFREE www.penandree.co.kr

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    mentira ou verdade?Imagine ter um detector de mentiras em seu tele-mvel/celular com sistema operacional iPhone ou

    Android. Pois bem, o Advanced Lie Detector esteaplicativo. O Advanced Lie Detector capta o nvel deestresse da voz e mostra na tela do seu smartphonese algum est mentindo ou no.Se o nvel or menor que 50, signica que a pessoa est a alar a verdade. Mas, se o

    nvel de estresse estiver entre 60 e 100, bem possvel que a pessoa esteja men-

    tindo. Experimente o Advanced Lie Detector para se divertir com seus amigos.

    Download para iPhone: http://itunes.apple.com/br/app/lie-detector-ad-vanced-ree/id296455515?mt=8Download para Android: http://www.appbrain.com/app/advanced-lie-detector/com.realtynode.liarliar

    Age o Empires OnlineLanado dia 16 de Agosto, Age o Empires Online j est disponvel gratuita-mente no site ocial.AOE Online apresenta duas das maiores civilizaes antigas, os gregos e egpcios.

    Age o Empires Online acrescenta um tipo de interao social, onde a customiza-o e jogabilidade envolve um MMORPG de um mundo evoluindo, permitindo as-sim jogar cooperativamente ou competitivamente, utilizando peas de artesanato

    e comrcio, subindo de nvel, e tudo de graa!Permitindo aos jogadores construir imprios po-

    derosos, gerir os recursos e ganhar recompen-sas. So novos mundos, ricos em detalhes, comaldeias cheias de aldees, guerreiros picos, euma bela arquitetura com temas histricos.

    Enquanto os seus imprios crescem e voc pro-cura novas aventuras, Age o Empires Online oerece a oportunidade de comprarnovos pacotes. O Premium Civilization Pack est disponvel por $19,99. Ao pa-garmos, desbloqueamos todos os items, mais civilizaes, material pico, con-selheiros, workshops, crats, etc.De uturo, a Microsot ir lanar vrios packs com mais items, civilizaes (osto desejados Romanos), etc.Antes de azer o download do jogo, para poder jogar, necessita ter uma conta deGames or Windows Live (gratuita).http://www.ageoempiresonline.com/

    Obras Literrias OnlineUm site interessante onde podemos eectuar o download de diversas obrasliterrias. Pode-se eectuar a pesquisa clicando em AUTOR ou OBRA. Depois,em ordem alabtica, pode escolher o que deseja.

    www.klickeducacao.com.br/obralit/obralitront/0,5984,POR,00.html

    LINKS DO MS

    (( ))ACTUALIDADES 33

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    JOGO DO MS - I

    (( ))ACTUALIDADES4

    BATMAN ARKHAM CITYNesses dois ltimos meses tivemos lanamentos de jogos

    muito bons, como por exemplo: Gears o War 3, Call o Juarez:The Cartel e Rage (alm de outros menos conhecidos). Mas,

    sem duvida, o que mais merece destaque a sequencia do

    grande sucesso Batman: Arkham Asylum, que ser lanado na

    segunda quinzena de Outubro e, assim como seu antecessor,

    ser compatvel com Playstation 3, Xbox 360, e Microsot Win-

    dows, alm de poder ser jogado tambm em OnLive e Wii U.

    Em primeiro lugar, para aqueles que no esto muito ami-liarizados com as histrias do Cavaleiro das Trevas; ArkhamAsylum trata-se de um manicmio localizado na perieriade Gotham City, onde se concentram a maior parte dos

    viles de Batman, alm de alguns outros viles insanosdo Universo DC. No nal do primeiro jogo, Batman nalmen-te consegue vencer o Coringa (que oi o grande causador detodo o episdio) e os policiais de Gotham conseguem con-trolar a situao dentro do manicmio mais uma vez.

    Os aconteci-

    mentos de Bat-

    man: Arkham

    City, por sua

    vez, ocorrem

    aprox imada -

    mente um ano

    depois. Quincy

    Sharp, o ex-

    -diretor de Arkham Asylum, tomou os crditos pela derrota

    do Coringa para si e com essa notoriedade conseguiu ser

    eleito preeito de Gotham City. J que nem Arkham nem a

    Blackgate Penitentiary estavam em condies de receber de-

    tentos, o novo preeito cerca uma enorme parte de Gotham

    e contrata um grupo militar privado chamado Tyger para cui-

    dar do permetro, e ambos o presdio e a guarda cam sob

    a superviso do psiquiatra Hugo Strange. Os detentos soento transeridos para a nova priso e recebem a liberdade

    de azer o que bem entenderem desde que no tentem u-

    gir. Batman e Robin, porm, mantm-se vigilantes situao,

    com medo de que essa Super Priso uja de controle.

    Como o primeiro jogo oi considerado por muitos o melhor

    jogo de super-heri de todos os tempos, chegando at aentrar para o livro dos recordes, a desenvolvedora Rocks-teady Studios tem agora uma grande responsabilidade nasmos: a de azer um jogo no mnimo to bom quanto oprimeiro. claro que eles no vo se contentar com tobom quanto, ento para comear eles criaram um cenriomais de cinco vezes maior que a ilha onde se passou oprimeiro jogo e que por ser open world o jogador teracesso quase que irrestrito ao cenrio desde o comeo dojogo, com a exceo, claro, de algumas partes do cenrioque so criticas para o andamento da histria.

    Outras coisas que contriburam para o sucesso do gamecomo: o sistema de combates que era bem simples (um bo-

    to ataca, um salta e o outro contra-ataca) e fuido vai ser man-

    tido, mas com alguns ajustes como a inteligncia articial dos

    inimigos (permitindo que vrios ataquem o jogador ao mes-

    mo tempo, para dar mais realidade ao combate) e tambm

    disponibilizando novos ataques e aparelhos mais ecientes,

    para que o jogador consiga lidar com essas melhorias.

    Alm da histria principal, o jogador tambm pode comple-tar vrias outras misses secundrias contra outros vilesde Batman como Charada (que dispe 400 desaos extraspara o jogador), Mr. Freeze e Pinguim. O jogador tambmvai poder jogar com a Mulher-Gato em pontos especcosda histria. O combate dessa personagem consiste mais emmovimentos acrobticos, o uso de garras, chicote e at bole-adeiras. Alm disso, ela possui um modo de viso especicochamado modo Thie Vision para encontrar itens que po-dem ser roubados. Os desenvolvedores disseram que jogarcom a Mulher-Gato prope uma quebra no estilo de pensar

    correto e justo do Batman e que, por ser uma vil, ela temseus prprios problemas e mtodos para resolv-los.

    Por m, Arkham City tem timos grcos, uma trilha sono-ra nica, um sistema de combate divertido e fuido e umenredo cativante, cheio de suspense. No resta duvidas deque este jogo tem tudo para superar o antecessor e deixarsua marca na histria dos games.

    Victor ArchelaEstudante de Cincias da Computao

    na Universidade de So Paulo

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    JOGO DO MS - II

    (( ))ACTUALIDADES 35

    Desta vez trago-vos um dos jogos mais horrendos (no bom

    sentido): Alice Madness Return. Conta a histria ctcia deuma Alice Lidle (verdadeiro nome da autora do livro AliceAventures in Wonderland). Alice Lidle, a escritora, nasceuem Westminster, Londres, a 4 de Maio de 1852 e morreuaos 82 anos, no dia 16 de Novembro de 1934, estando arepousar em Reginald Hargreaves .Quando Alice tinha 10anos, ez uma viajem de barco juntamente com as suasduas irms, Edith e Lorina, e perguntou a Charles Dodgsonse lhes podia contar uma histria. Este comeou a contar aantstica histria de uma menina chamada Alice e as suasaventura com o Sr. Coelho. Alice depois de a ouvir, pediu a

    Charles que escrevesse a histria e este presenteou-a comum manuscrito chamado Alice Adventures Undreground.Este manuscrito reside agora na livraria britnica.Mas qual a verso deste Alice Madnes Return?American Mcgee comeou a carreira na Idsotware, ondesaiu o poderoso Doom e de onde vai sair o muito desejadoRage American. Este trabalhava na parte de design e udiopara o Doom e Quake. Em 1998 mudou-se para a Electro-nic Arts, mas, a partir da oi passando de empresa a em-presa at que decidiu, juntamente com a Spicy Horse em2009, trabalhar no novo jogo Alice. As histrias dos jogos

    de American Mcgeesobre Alice so ctciase no tm nada em co-mum com os ttulosdos livros de Alice Lid-le. O jogo conta a hist-ria de Alice Lidle, uma

    jovem que perdeu a amlia depois de um grande incndioter destrudo a sua casa, sendo ela a nica sobrevivente.

    Esta cou com um caso reservado e oi levada para o asi-lo de Rutledge, onde passou muito tempo sobre cuidadospsiquitricos. No segundo ttulo Alice Madness Return, Ali-ce est agora ora do asilo, seguindo os tratamentos de ummdico, ao qual revela todos os requentes tremores do

    mundo de antasia, corrupto e assustador. Ocialmente,

    o jogo comea por seguir pelos corredores e sair rua.Mais tarde, Alice avista um gato e decide segui-lo masrapidamente perde-o de vista. Esta decide regressar ao lo-cal onde vive e neste momento passa um pequeno vdeo,tipo fashback, onde uma ido-sa ala sobre o quanto ajudouAlice e tambm sobre tudoo que se passa, incluindo asua paixo por pombos. Aliceaparece imediatamente notopo do edicio onde a idosa est a alimentar os pombos.

    Alice repara que sua volta comeam-se a abrir brechas a-zendo com que caia. O resto deixo-vos quando estiverem aexplorar o jogo.O primeiro jogo apresenta umdos poderosos motores gr-cos de 2000, o ID Tech 5 e osegundo apoia-se no motorUnreal Engine 3.0. Precisamde uma placa grca poten-te pois a Alice tem inmeros movimentos, desde o eeitoespetacular do cabelo onde cada o de cabelo se movi-menta de orma singular, o seu vestido e ao modo comoo ambiente interage porquevo encontrar vrios stiosonde existem detritos que,uma vez passando por eles,estes aastam-se. O jogo temalguns problemas de cmeraque podem deixar algumaspessoas irritadas, alguns cenrios podem-se tornar repe-titivos e tambm alguns problemas grcos, onde o de-

    talhe e a textura deixam algo a desejar. Tem uma histriaenvolvente ao qual vamos descobrindo, ao longo do jogo,a verdade sobre Alice.

    A loucuraest de volta

    Ol pessoal!

    Miguel RochaEspecialista em Jogos Electrnicos

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    AGUARDAMOS SUA COLABORAO!Equipe MEIO BYTE

    MEIO BYTE em parceria com o leitor:

    Voc sugere,

    ns publicamos!

    MAILBOX|CORREIO

    O que voc quer saber sobre Tecnologiae Gesto?

    Gostaria de se aproundar algum assuntoque j abordamos?

    Quer sugerir um novo tema para

    discutirmos em uma prxima edio?

    A revista MEIO BYTE criar uma chamada mensal, para que possamos ter algunstextos vocacionados para um determinado tema. Os assuntos abordados serodisponibilizados e sugeridos pelos leitores que, certamente, devem ter vrios

    tpicos que gostariam de ler em nossa publicao.Para isso, basta enviarem suas sugestes para [email protected] ateno

    de Eva MEndes, Coordenadora de Comunicao MEIO BYTE.

  • 8/3/2019 Meio Byte 015

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    MOEDA FORTE

    (( ))BYTE COMEXClailton Soares

    Scio-Diretor da Intersystem Transportes Internacionais

    Este ms, alaremos sobre as vantagens e desvantagensde ser ter uma moeda orte e na sua infuncia no comr-cio exterior.Logicamente, a balana pende para os dois lados, tanto naexportao quanto na importao.Nos ltimos anos, temos assistido uma crescente valoriza-o do Real rente ao Dlar que mais recentemente tam-bm tem se valorizado em relao ao Euro, o que tem sidogrande motivo de preocupao para toda a cadeia de Co-mex. Isso porque atinge em cheio a competitividade dasempresas e torna os produtos brasileiros demasiadamentecaros no mercado internacional.Como no poderia ser dierente, aqueles que ao invs deproduzir escolhem os caminhos da importao podem co-

    memorar, pois esta situao abre uma, ou melhor, vriasjanelas de oportunidade de negcios.Exemplicando de orma bem cil basta azermos umconta rpida para dar-nos conta do cenrio atual:Em 2003 USD 1,00 era cotado R$ 2,90. Hoje equivale aR$ 1,80O exportador que conseguia negociar vendas ao valor USD100.000,00 em 2003 recebia R$ 290.000,00. Hoje estemesmo exportador estaria negociando o mesmo produtoe recebendo R$ 180.000,00.Vamos tomar como exemplo o mercado do setor alimentcio,

    onde o Brasil ainda um dos maiores exportadores mundiais:Muitas empresas tentaram reajustes de preos e renegociao

    de contratos. Outras, no conseguiram se manter e, por isso,

    temos um nmero exageradamente grande de rigorcos e

    abatedouros echados no pas, abrindo passagem para as gran-

    des uses recentemente ocorridas no setor, mostrando assim

    que, s a regra da oerta e demanda no era o bastante para

    se manter no topo do mercado internacional. Isso causou a mi-

    grao de nossos maiores clientes que buscaram alternativas e

    melhores condies em pases concorrentes, tais como Cana-

    d, USA, Mxico e at nossos vizinhos Argentina e Uruguai.Assim, tem sido de extrema ajuda as misses de agnciasdo governo, tais como a Apex, no sentido de promover aabertura de novas rentes em mercados emergentes e emdesenvolvimento tais como os pases da rica que tem o

    portugus como idioma ocial (os Palop). Isso, por no haver

    necessidade de investimentosem novas embalagens e tam-bm pelo ato de que aceitamquase que totalmente o nossopadro de especicaes.

    Alguns exportadores estoadotando outras estratgias,tais como abrir liais nos pa-ses oco de seu produto ou at mesmo estabelecendo par-cerias com outras indstrias para produo local, mantendosua marca no mercado, evitando os custos com logsticade transporte e impostos de importao, o que pode seruma sada inteligente, porm com altos investimentos.Ainda outros abdicaram totalmente do mercado exterior e

    concentraram oras no mercado interno, o que para a ba-lana comercial um duro golpe.Se na exportao o quadro desavorvel, o contrrio ocor-re nas importaes. Dados ociais mostram que muitasempresas, nesse momento de valorizao de moeda, es-to importando mquinas e equipamentos, com o objetivode modernizar a produo. De acordo com dados divulga-dos pelo MDIC (Ministrio do Desenvolvimento, Indstria eComrcio Exterior), em 2010 houve crescimento nas com-pras de bens de capital de 26,2% no primeiro semestre,comparado com o mesmo perodo do ano anterior, contra

    aumento de 49% nos bens de consumo. Esse ritmo decrescimento reduziu a participao dos bens de capitais nototal das importaes do Brasil e aponta para a necessida-de de reduo de impostos incidentes sobre os produtosbrasileiros na busca do aumento de competitividade.Diante desse cenrio, torna-se questo de vida ou mortepara as empresas compreender as oras econmicas queesto por trs da valorizao do Real e assim apontar dire-cionamentos estratgicos nas empresas.De qualquer orma, o que deve prevalecer o prossionalismo

    na conduo do controle de custos, com a prtica de um per-centual de lucro possvel, aceitvel nos parmetros adotados no

    mercado internacional; bem como a compreenso de que o mer-

    cado est mostrando uma realidade que deve ser enrentada.

    Portanto, basta azer bem a lio de casa e escolher as me-lhores opes que se adequem as suas necessidades.

    Moeda forte exige novas

    estratgias de mercado

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    STEVE JOBS

    Rui NatalColunista Meio Byte

    (( ))BY.TISERVIOS EPROCESSOS

    O Mundo amanheceu menos Redondo,

    o Mundo amanheceu menos Ma

    Prezados amigos e leitores,Ns da Revista Meio Byte entendemos que no podera-mos deixar de escrever algumas linhas sobre este perso-nagem que esteve entre ns at o ltimo dia 5 de outubroe que atravs de suas contribuies incrivelmente inova-doras na rea da tecnologia revolucionou, de orma irrever-

    svel, nossas vidas, nossa orma de agir, de trabalhar, decomunicar, e at mesmo de nos divertir.

    No ltimo dia 6 o Mundo amanheceu menos Redondo, oMundo amanheceu menos Ma. Steve Jobs e seu espri-to innitamente criativo e inovador havia nos deixado.

    Quem de ns no parava ou se detinha para ler ou ouvirseus depoimentos, ou a reproduo de suas encantadorasapresentaes e pronunciamentos? Quem de ns no ti-nha ou no tem no topo de sua lista de objetos de desejo

    uma ou mais de suas invenes maravilhosas? Ou serque deveramos chamar de lindas? Ou quem sabe, atmesmo, de deliciosas?

    Aspecto curioso de tudo isso que ele conseguiu transor-mar em amor e desejo o respeito e at mesmo o medoe o distanciamento da grande legio de leigos em relao tecnologia. E se nossos jovens, que j haviam nascido, en-gatinhado e crescido em meio s telas, botes e clicar demouses, rapidamente substituram seus brinquedinhoscorrentes por estas tecnologias que traziam embarcadosrecursos e acilidades bem mais poderosas, inovadoras, epor que no dizer, desaadoras.

    Entendo ser dicil denir ou dimensionar sua infunciasobre nossas vidas. No estamos alando de evoluo ou

    revoluo tecnolgica, mas sim de um movimento quepassa por uma signicativa mudana de cultura, muito aci-ma e muito mais orte do que a tecnologia e as inovaesintroduzidas com suas criaes.

    Com seu toque e viso criativos deu cor e beleza aos com-

    putadores at ento de cor bege e to pouco amigveis equase nada atraentes. Sua energia, sua paixo e seu bri-lhantismo oram a onte de muitas inovaes que enrique-ceram e que melhoraram a vida de todos ns.

    No poderamos deixar de incluir, em meio a estas nossaspalavras, uma gura criada por um estudante de design deHong Kong em homenagem ao undador da Apple; semdvida, cercada de um simbolismo impressionante.

    E atualmente, quando olhamos ao redor e nos deparamos

    com expresses do tipo Web 2.0 e Enterprise 2.0, e doque elas signicam ou dos conceitos que elas encerram,temos absoluta certeza de que voce, Steve Paul Jobs, teveuma infuncia e uma contribuio signicativas para estegrande salto em termos de benecios, de agilidade, defexibilidade, de produtividade e tambm de satisao nouso e nas muitas interaes.

    Steve Jobs, voce deixa todo um legado de tecnologia paramuitas geraes, alm da repercusso e do signicado dis-so em termos de praticidade para o dia a dia das pessoase das empresas. A partir disso e de seus muitos ensina-mentos, pressinto um grande movimento que se inicia eque ar com que passemos a praticar e a exercitar em altograu a losoa, a atmosera, o esprito (ethos) que bemdenia suas iniciativas e suas atitudes rente da Apple:

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    Think dierent.

    Creio que podemos encerrar nossas palavras tomandopara ns alguns trechos utilizados por voce em seu discur-so de paranino na Universidade de S