MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES PARA … · NBR 12654 - Controle tecnológico de materiais...

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CAR 1/202 MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES PARA CONSTRUÇÃO – UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE LEITE, QUEIJO, MANTEIGA, IOGURTE E BEBIDA LÁCTEA – 10.000L. Na construção do empreendimento deverão ser observados rigorosamente o Projeto Arquitetônico e demais Projetos Complementares fornecidos com detalhes. 1 – IDENTIFICAÇÃO DA OBRA 1.1- PLACA DA OBRA (4,00 X 2,00)M EM CHAPA GALVANIZADA Designação: Execução de Placa da Obra para a identificação do empreendimento. Recomendações: Deverá ser instalada em local visível, que não interfira na execução da obra e com resistência as intempéries. Uso de mão de obra habilitada. Uso obrigatório de Equipamento de Proteção Individual (EPI). Procedimentos de Execução: Efetuar a limpeza e demarcação do local da instalação da placa da obra. A fundação será em concreto e os painéis da placa serão formados por madeiras com seção (7,5 x 7,5) cm e acabamento que conterá todas as informações da obra e os logotipos dos órgãos envolvidos. Unidade de Medição: Para fins de recebimento, a unidade de medição é a unidade.

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  • CAR 1/202

    MEMORIAL DESCRITIVO

    ESPECIFICAES PARA CONSTRUO UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE LEITE, QUEIJO, MANTEIGA, IOGURTE E BEBIDA LCTEA 10.000L.

    Na construo do empreendimento devero ser observados rigorosamente o Projeto Arquitetnico e demais Projetos Complementares fornecidos com detalhes.

    1 IDENTIFICAO DA OBRA

    1.1- PLACA DA OBRA (4,00 X 2,00)M EM CHAPA GALVANIZADA

    Designao:

    Execuo de Placa da Obra para a identificao do empreendimento.

    Recomendaes:

    Dever ser instalada em local visvel, que no interfira na execuo da obra e com resistncia as intempries.

    Uso de mo de obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Efetuar a limpeza e demarcao do local da instalao da placa da obra.

    A fundao ser em concreto e os painis da placa sero formados por madeiras com seo (7,5 x 7,5) cm e acabamento que conter todas as informaes da obra e os logotipos dos rgos envolvidos.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio a unidade.

  • CAR 2/202

    2- CONSTRUO CIVIL

    2.1- SERVIOS PRELIMINARES

    2.1.1.1- LIMPEZA MANUAL DO TERRENO COM REMOO DE COBERTURA VEGETAL

    Designao:

    Raspagem e limpeza do terreno por desmatamento de vegetao at 1,00 metro com instrumento manual, permitindo a obteno de um retrato fiel de todos os acidentes do terreno para facilitar o levantamento topogrfico, se necessrio.

    Recomendaes:

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI) especifico para o trabalho.

    Procedimentos de Execuo:

    Dever ser feita a capinagem da vegetao, roagem com foice das pequenas rvores. O material excedente dever ser juntado, removido e queimado em um canto do lote.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.1.2 - LOCAO DA OBRA

    Designao:

    Execuo do gabarito da obra, marcando no solo os elementos construtivos da edificao com a mxima exatido, transferindo para um determinado terreno em escala natural, as medidas de um projeto elaborado em escala reduzida.

    Recomendaes:

    Devero ser conferidos os afastamentos das divisas, os ngulos reais do terreno, assinalado o RN, marcados os pontos caractersticos atravs dos aparelhos de preciso, teodolito ou nvel (medidas maiores que 25 m) ou simplesmente empregando-se fita mtrica de ao, esquadro, prumo e nvel de pedreiro, quando as distncias forem menores que 25 m. Dever obedecer rigorosamente ao projeto estrutural.

    Cuidados preliminares: demolio, remoes e limpeza do terreno.

  • CAR 3/202

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Procedimentos de Execuo:

    Confrontar inicialmente a exata correspondncia entre os projetos arquitetnicos, estruturais e de fundaes.

    Verificar a orientao Norte-Sul.

    Constatar os ngulos reais do terreno.

    Determinar e assinalar o RN previsto.

    Dever ser construdo o gabarito formado, por guias de madeira, devidamente niveladas, pregadas a uma altura mnima de 60 cm, em caibros, afastados convenientemente do prdio a construir.

    Em terrenos com acentuado desnvel, essas linhas de guias devero ser rebaixadas para os 60 cm, cada vez, que for atingido o limite mximo de 150 cm de altura, em relao ao terreno.

    Mediante pregos cravados no topo dessas guias, atravs de coordenadas, sero marcados, com fios estirados, os alinhamentos.

    Marcar os cantos ou os eixos dos pilares assinalados com piquetes no terreno, por meio de fio de prumo. A marcao dos eixos dever ser feita com cota acumulada.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado de rea de projeo horizontal da edificao.

    2.1.2- GUARITA

    2.1.2.1 FUNDAO/ESTRUTURA

    2.1.2.1.1 - ESCAVAO MANUAL AT 1,50 M.

    Designao:

    Escavao com ferramenta manual de valas, em solos de 1 categoria, conforme projeto executivo.

    Recomendaes:

  • CAR 4/202

    Obedecer Norma NBR 12266/92 - Projeto e execuo de valas para assentamento de tubulao de gua, esgoto ou drenagem urbana. As escavaes sero convenientemente escoradas e esgotadas, de forma a permitir, sempre, o fcil acesso e perfeito escoamento das guas superficiais, tomando-se todas as providncias e cautelas aconselhveis para a segurana dos operrios, garantia das propriedades vizinhas e redes pblicas. As escavaes no devem prejudicar: as cotas de soleiras, acessibilidade de pedestres e veculos, passeios, logradouros pblicos. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Demarcar a vala conforme projeto. A escavao da vala e a retirada do material sero executadas manualmente obedecendo aos critrios de segurana recomendados. O escoramento da escavao ser formado por tbuas de 4 a 5 cm de espessura e estroncas de madeira com sees dimensionadas para os esforos que iro suportar. A distncia livre entre tbuas dependero da natureza do terreno. Em solos menos resistentes as tbuas devero ficar juntas. O nmero e a disposio das estroncas depender da resistncia das tbuas utilizadas e da profundidade da escavao. Valas junto divisa devem ser abertas com cautela, para evitar desmoronamentos ou recalques em terrenos (ou construes) vizinhos. Itens de controle: profundidade, largura, comprimento, prumo das paredes, retificao da superfcie plana de fundo, travamento das escoras (quando necessrio). Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico definido pela geometria da vala.

    2.1.2.1.2 - ALVENARIA DE EMBASAMENTO COM PEDRA RACHO, ARGAMASSA TRAO 1:8.

    Designao:

    Execuo de fundao em alvenaria de pedra, para parede em tijolo comum.

    Recomendaes:

    Dever ser executada, no coroamento da fundao, uma cinta de concreto armado para dar melhor distribuio de cargas das paredes na fundao e absorver possveis recalques diferenciais. Dever ser feita impermeabilizao na parte superior da fundao, utilizando argamassa no trao 1:8.

  • CAR 5/202

    Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI) Procedimentos de Execuo: Aps a escavao e colocao de uma camada de regularizao (concreto magro com 5 cm) na cava, assentar as pedras utilizando-se a argamassa de cimento e areia no trao 1:8 , obedecendo nvel e prumo.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico.

    2.1.2.1.3 - FRMA COM CHAPA COMPENSADA, PLASTIFICADA, UTILIZAO 8 VEZES

    Designao:

    Execuo de forma de chapas de madeira compensada, revestida com plstico, para estruturas de concreto armado.

    Recomendaes:

    A forma dever ser utilizada para estrutura de concreto aparente com acabamento liso, tendo revestimento plstico "tego-film" na 1 e 5 das cinco lminas que comporo a chapa compensada. A retirada das formas dever obedecer sempre ordem e os prazos mnimos estipulados na NBR 6118 - Projeto e Execuo de Obras de Concreto Armado. As chapas devero ser retiradas de modo a permitir relativa facilidade de manejo dos elementos e, principalmente sem choques. Para isso o escoramento das formas dever apoiar-se sobre cunhas, caixas de areia ou outros dispositivos apropriados. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI). Procedimentos de Execuo: Cortar as frmas seguindo rigorosamente o projeto estrutural e de formas, sabendo-se que a preciso de colocao das mesmas ser de mais ou menos, 5 mm. Colocar as frmas, verificando constantemente o prumo e o nvel dos seus elementos, especialmente durante o processo de lanamento do concreto, fazendo-se as devidas correes com emprego de cunhas, escoras ou outro tipo de travamento. Para garantir a estanqueidade das juntas usar calafetadores de elastmero do tipo silicone. Para obter superfcies lisas, rebater os pregos de modo a ficarem embutidos nas frmas, sendo o rebaixo calafetado com o elastmero.

    Unidade de Medio:

  • CAR 6/202

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.1.4 - ARMADURA DE AO CA- 50, INCLUSIVE CORTE, DOBRAGEM, MONTAGEM E COLOCAO DAS FERRAGENS NAS FORMAS, PARA FUNDAES E SUPERESTRUTURAS.

    Designao:

    Confeco das armaduras e colocao nas frmas.

    Recomendaes:

    O ferreiro dever cortar todos os ferros de um mesmo dimetro, antes de iniciar o trabalho com ferros de outro dimetro.

    Dever ser preparado um plano de corte, procurando-se fazer um aproveitamento dos ferros e reduzindo-se as perdas.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Os ferros devero ser estendidos, estirados e alinhados. Em seguida, sero cortados e dobrados a frio, conforme os desenhos do projeto estrutural.

    A armao ser executada sobre as prprias formas, no caso de vigas e lajes, usando-se afastadores adequados. No caso de pilares ser executada previamente.

    A fixao entre as barras ser feita utilizando-se arame recozido n 18. Os ferros devero ser bem amarrados, mantendo-se os espaamentos e as posies previstas no projeto estrutural.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o quilograma.

    2.1.2.1.5 - ARMADURA DE AO CA- 60, INCLUSIVE CORTE,DOBRAGEM,MONTAGEM E COLOCAO DAS FERRAGENS NAS FRMAS, PARA FUNDAES E SUPERESTRUTURAS

  • CAR 7/202

    Designao:

    Confeco das armaduras e colocao nas formas.

    Recomendaes:

    O ferreiro dever cortar todos os ferros de um mesmo dimetro, antes de iniciar o trabalho com ferros de outro dimetro.

    Dever ser preparado um plano de corte, procurando-se fazer um aproveitamento dos ferros e reduzindo-se as perdas.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Os ferros devero ser estendidos, estirados e alinhados. Em seguida, sero cortados e dobrados a frio, conforme os desenhos do projeto estrutural.

    A armao ser executada sobre as prprias formas, no caso de vigas e lajes, usando-se afastadores adequados. No caso de pilares ser executada previamente.

    A fixao entre as barras ser feita utilizando-se arame recozido n 18. Os ferros devero ser bem amarrados, mantendo-se os espaamentos e as posies previstas no projeto estrutural.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o quilograma.

    2.1.2.1.6 - CONCRETO SIMPLES 25 MPA, SEM LANAMENTO

    Designao:

    Execuo de mistura adequadamente dosada de cimento Portland, agregado mido, agregado grado e gua, podendo conter adies e aditivos, que lhe melhoram ou conferem determinadas propriedades ao concreto.

    Recomendaes:

  • CAR 8/202

    Para a fabricao do concreto devero ser, atendidas as condies estabelecidas na NBR 12654 - Controle tecnolgico de materiais componentes do concreto, NBR 12655 - Preparo, controle e recebimento de concreto, NBR 8953 - Concreto para fins estruturais - classificao por grupo de resistncia e NBR 6118 - Projeto e execuo de obras de concreto armado.

    Os equipamentos de medio, mistura e transporte devero estar limpos e em perfeito funcionamento, para se obter melhor qualidade do produto.

    O estabelecimento do trao do concreto a se adotar, ter como base a resistncia caracterstica compresso, especificada no projeto, dimenses das peas, disposies das armaduras, sistema de transporte, lanamento, adensamento, condies de exposio e de uso, previstos para a estrutura.

    Junto com o trao estabelecido devero ser fornecidas as seguintes informaes:

    Resistncia caracterstica compresso que se pretende atender;

    Tipo, classe e marca do cimento;

    Condio de controle;

    Caractersticas fsicas dos agregados;

    Forma de medio dos materiais;

    Idade de desforma;

    Consumo de cimento por m;

    Consistncia medida atravs do "slump";

    Quantidades de cada material que ser medido de cada vez;

    Tempo de incio de pega.

    Devero ser realizados ensaios de consistncia do concreto, atravs do abatimento do tronco de cone ou teste do "slump", de acordo com a NBR 7223 - Determinao da consistncia pelo abatimento do tronco de cone, sempre que:

    Iniciar-se a produo do concreto (primeira amassada);

    Reiniciar-se a produo aps intervalo de concretagem de duas horas;

    Houver troca de operadores;

    Forem moldados corpos de prova;

    A modificao do trao, para ajuste da consistncia, s poder ser feita por tcnico qualificado para tal.

  • CAR 9/202

    Para controle da resistncia devero ser moldados corpos de prova com o concreto, recm-produzido, de acordo com o que prev a NBR 12655 - Preparo, controle e recebimento de concreto e NBR 5738 - Moldagem e cura dos corpos-de-prova de concreto cilndricos ou prismticos.

    O concreto produzido dever ser utilizado antes do incio da pega. Na falta de conhecimento laboratorial, pode-se estabelecer um tempo mximo de 1h 30 min, desde que haja constante homogeneizao, podendo esse tempo ser modificado pela ao de aditivos.

    O estudo de dosagem em laboratrio deve ser realizado com os mesmos materiais e em condies semelhantes quela da obra.

    O clculo da dosagem do concreto deve ser refeito cada vez que for prevista uma mudana de marca, tipo ou classe do cimento, assim como, na procedncia e qualidade dos agregados e demais materiais.

    Procedimentos de Execuo:

    Preparar o concreto atravs de betoneiras, atentando-se para a seguinte ordem de colocao dos materiais, em funo do tipo de equipamento:

    a) Betoneira de eixo inclinado sem carregador:

    b) - cerca de 90% da gua com aditivo, se houver, diretamente na betoneira;

    c) - todo o agregado grado;

    d) - cimento;

    e) - adio se houver;

    f) - agregado mido;

    g) - gua restante.

    h) b) Betoneira de eixo inclinado com carregador:

    i) - cerca de 90% da gua com aditivo, se houver, diretamente na betoneira;

    j) - 50% do agregado grado;

    k) - agregado mido total;

    l) - cimento;

    m) - adio, se houver;

    n) - restante do agregado grado;

    o) - restante de gua.

  • CAR 10/202

    p) c) Betoneira de eixo horizontal:

    q) - o carregamento deve ser feito igual ao recomendado para betoneira de eixo inclinado com carregador, item b.

    r) O tempo de mistura varivel de acordo com o tipo e o dimetro do misturador, podendo-se adotar o tempo em segundos, obtido por t = k.D^(), sendo k = 90 e 120 para betoneiras de eixo horizontal e inclinado respectivamente, e D o dimetro da betoneira, em metro.

    s) importante que o concreto seja misturado at perfeita homogeneizao no devendo, na prtica, o tempo de mistura ser inferior a 2 minutos, para as betoneiras de eixo inclinado de uso comum.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico.

    2.1.2.1.8 LANAMENTO/ APLICAO MANUAL DE CONCRETO

    Designao:

    Colocao do concreto nas frmas. Recomendaes: O concreto dever ser lanado logo aps o amassamento, no sendo permitido, entre o fim deste e o do lanamento, intervalo superior a uma hora. Se for utilizada agitao mecnica, esse prazo poder ser contado a partir do fim da agitao. Caso sejam utilizados retardadores de pega, o prazo poder ser aumentado de acordo com as caractersticas do aditivo. Para os lanamentos que tenham de ser feitos a seco, em recintos sujeitos penetrao de gua, devero ser tomadas as precaues necessrias para que no haja gua no local em que o concreto ser lanado, nem possa o concreto fresco vir a ser por ela lavado. Devero ser tomados cuidados especiais quando o lanamento do concreto se der em ambientes com temperatura inferior a 10C ou superior a 40C. Devero ser tomadas precaues para manter a homogeneidade do concreto. A altura de queda livre no poder ultrapassar 2 m. Procedimentos de Execuo: Lanar o concreto imediatamente aps o amassamento, no podendo ser utilizado o concreto depois de iniciada a pega. O concreto amassado dever ser lanado sem interrupo de trabalho, o mais perto possvel de sua posio final, evitando-se incrustao de argamassa nas paredes das formas.

  • CAR 11/202

    Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico. armaduras de travamento. Lanar e adensar o concreto fck=25 MPa, controle tipo B , preenchendo os espaos entre as vigotas e as nervuras, formando o capeamento da laje. Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.1.9- REATERRO MANUAL

    Designao:

    Preenchimento de valas escavadas para o assentamento de redes de gua, esgoto, drenagem, energia eltrica, telefonia ou execuo de fundaes rasas e compactao manual.

    Recomendaes:

    Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O reaterro dever ser executado atravs da superposio de camadas de 0,20 a 0,40 m de espessura que devero ser apiloadas aps o lanamento no interior da vala.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico, definido pela geometria da vala.

    2.1.2.2 - PAREDES E PAINIS

    2.1.2.2.1 - ALVENARIA DE BLOCO CONCRETO (9X19X39cm), ESP. = 0,09m

    Conceito:

  • CAR 12/202

    Elemento vazado com forma paralelepipedal, possuindo furos prismticos ou cilndricos perpendiculares s faces que os contm e dimenses nominais.

    Caractersticas:

    Material fabricado com argila, conformado por extruso ou prensagem, queimado a temperatura adequada, sem vitrificao e com dimenses uniformes. Suporta outras cargas verticais alm da do seu prprio peso, compondo o arcabouo estrutural da edificao, pode ser classificado em comum e especial.

    Utilizao:

    Em execuo de alvenaria com funo estrutural.

    Inspeo e Recebimento:

    As suas dimenses, planeza das faces e desvio em relao ao esquadro devero ser determinadas de acordo com Norma NBR 7171 - Bloco cermico para alvenaria. A resistncia compresso ser avaliada de acordo com a Norma NBR 6461- Bloco cermico para alvenaria - verificao da resistncia compresso. Dever apresentar uniformidade na cor e no possuir defeitos sistemticos de trincas, quebras, superfcies irregulares e deformaes.

    Unidade de Compra:

    Para fins de fornecimento regular, a unidade de compra a unidade.

    Armazenamento:

    O material dever ser armazenado coberto, protegidos da chuva, em pilhas no superiores a 1,5 m de altura e de preferncia, prximo ao local de transporte vertical ou de uso.

    2.1.2.3 - VERGA

    2.1.2.3.1 VERGA 10X10 cm, PRE MOLDADA C/ CONCRETO FCK=15 mpa

    Designao:

    Moldagem e colocao de verga de concreto armado, em alvenaria, sobre o vo de portas e janelas.

    Recomendaes:

  • CAR 13/202

    Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Preparar a frma constituda de dois painis laterais, painel inferior e duas peas de fechamento, em tbua de pinho ou madeira compensada com altura em funo do vo da porta da janela. Colocar a armadura com separadores na forma. Molhar a frma, lanar e adensar o concreto e, aps cura, efetuar a desmoldagem e transport-la at o local onde ser colocada, no vo da porta ou janela.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro.

    2.1.2.4 - ESQUADRIAS

    2.1.2.4.1 - PORTA DE MADEIRA SEMI-CA , LISA

    Designao:

    Execuo do engradamento, assentamento de aduelas, colocao do alisar e da folha da porta.

    Recomendaes:

    Para o engradamento das aduelas, dever se verificar o engradamento nas peas e, em seguida, verificar a dimenso do jabre (rebaixo), observando se est de acordo com os detalhes especficos do projeto. Para executar o assentamento das aduelas, as mesmas j devero estar engradadas com sarrafos, seladas, e o nvel do piso j dever estar definido, bem como o projeto de alvenaria dever ter as dimenses dos vos, conforme normas tcnicas. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O comprimento das ombreiras dever ser de 2,13 m. As peas sero furadas, com broca, antes da montagem. A travessa dever ser, em seguida, fixada nas ombreiras com pregos 2 " x 11 e os travamentos sero fixados com pregos 2 " x 11. O assentamento ser feito verificando-se o vo e, em seguida, posicionando-se a aduela na altura, de acordo com o nvel do piso fornecido. A aduela ser alinhada pelas taliscas de revestimento sendo posicionada no vo com cunhas de madeira, observando as bonecas para a colocao de alisares. A aduela ser, ento, chumbada com argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia mdia no trao 1:2:8.

  • CAR 14/202

    Para a colocao do alisar ser verificado o encontro da aduela com o revestimento. Sero tiradas as medidas das peas e ser feito o encontro da pea vertical com a horizontal de acordo com detalhes fornecidos. O alisar ser alinhado pela aresta da aduela e a distncia deste, dever concordar com os pregos 15x15 sem cabea, fixados no topo da aduela ou de acordo com detalhes especficos. Os pregos sero, ento, repuxados nos alisares, devendo-se distanciar em 30 cm os pontos de fixao. Para assentar a folha da porta os alisares j devero ter sido colocados, bem como a soleira e a porta devero estar seladas ou com tinta de fundo. As condies da porta devero ser verificadas de acordo com as especificaes das mesmas, das dobradias e dos parafusos. Os locais das dobradias sero marcados na porta e aduela e, em seguida, sero feitos os rebaixos de acordo com a dobradia utilizada. Sero furados com broca os locais onde sero aparafusados as dobradias e, em seguida, estas sero fixadas na porta. Ser dependurada a porta na aduela e as dobradias sero parafusadas. A folga entre a porta e o portal ser uniforme em todo o permetro, de acordo com as normas tcnicas. Ser verificada a folga e a espessura da porta com a largura do jabre. Por fim, ser verificado o funcionamento das portas).

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.4.2 BASCULANTE DE ALUMNIO DIMENSES 2,00X0,80m

    Conceito:

    Conjunto constitudo de batente formado por dois montantes e duas travessas, formando um quadro e folhas do basculante.

    Caractersticas:

    Material composto por uma parte fixa e outra mvel com caixilho munido de bsculas, nico dispositivo que ventila sem permitir a entrada de gua de chuva, podendo ser acionado por uma nica alavanca, o que permite a abertura de todas ao mesmo tempo. A alavanca pode ser acionada parcialmente correspondendo tambm a uma abertura parcial das bsculas. Composto por quadros que devero ser perfeitamente esquadriados e perfis que devero assegurar estanqueidade absoluta a essas esquadrias. Utilizao: Na vedao de aberturas em paredes externas.

    Inspeo e Recebimento:

  • CAR 15/202

    O material dever atender s especificaes das Normas NBR 10820 - Caixilho para edificao - Janela e NBR 10821 - Caixilho para edificao - Janela. Os perfis utilizados devem estar perfeitamente desempenados e sem defeitos de fabricao. As soldas utilizadas devero ser bem esmerilhadas de modo a desaparecer as rebarbas e salincias

    Unidade de Compra:

    Para fins de fornecimento regular, a unidade de compra o metro quadrado.

    Armazenamento:

    O material dever ser armazenado em local seco, elevado do cho e em apoios verticais. 2.1.2.4.3 PINTURA PARA SUPERFCIE DE MADEIRA COM TINTA OLO OU ESMALTE

    Designao:

    Aplicao de esmalte em esquadrias de madeira.

    Recomendaes:

    Para aplicar o esmalte sobre as esquadrias, deve-se, primeiro, verificar as condies das peas, ou seja: as peas devem estar secas, isentas de leos, graxas, sujeira, resinas, resduos de serragem e outros contaminantes. Para esse servio, recomenda-se que a aplicao seja feita em recintos fechados quando possvel, para evitar que partculas de p adiram tinta. Tambm os pincis devero ser de plo especial para no riscarem a tinta. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Faz-se o preparo da superfcie de acordo com as condies encontradas: remove-se a resina exsudada, se a madeira resinosa, com 2 demos de 20 a 25 gr, de goma laca dissolvida em 100 ml de lcool etlico, lixa-se a superfcie no sentido das fibras e remove-se o p por escovamento e/ou pano embebido em aguarrs. Aplica-se, ento, uma demo de tinta de fundo branca, diluda de acordo com recomendaes do fabricante. Aguarda-se secagem (12 a 24 h), depois lixa-se e elimina-se o p. Deve-se aplicar, ento, a primeira demo de esmalte de acordo com as orientaes tcnicas e recomendaes do fabricante. Depois de 12 a 24 h de secagem, pode-se fazer correes se necessrio, com massa leo, lixar levemente e eliminar o p. Aplica-se a

  • CAR 16/202

    segunda demo de tinta, sendo que o acabamento final deve se apresentar uniforme, sem falhas manchas ou imperfeies.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.6.4 VIDRO LISO COMUM TRANSPARENTE E = 6mm

    Designao:

    Colocao de vidro comum em caixilhos com massa.

    Recomendaes:

    O caixilho que vai receber o vidro dever ser suficientemente rgido para no se deformar. A chapa de vidro ser fixada com massa apropriada no rebaixo do caixilho que dever estar isento de umidade, gordura, oxidao, poeira e outras impurezas. O envidraamento em contato com o meio exterior dever ser estanque gua e ao vento. A chapa de vidro dever ser colocada de tal modo que no sofra tenses suscetveis de quebr-la e dever ter sua borda protegida do contato com a alvenaria ou pea metlica. A chapa de vidro dever ter folgas em relao s dimenses do rebaixo: a folga de borda dever ser de, no mnimo, 3 mm e as folgas laterais de, no mnimo, 2 mm. Para chapas de vidro com uma das dimenses superior a 100 cm, dever se usar calos nos rebaixos, de modo a garantir as folgas e evitar o aparecimento de tenses inaceitveis para o vidro ou caixilho. O vidro dever atender s condies estabelecidas na NBR 11706 - Vidros na construo civil e ter sua espessura determinada de acordo com a NBR 7199 - Projeto, execuo e aplicaes - vidros na construo civil, sendo sua espessura mnima de 2,0 mm. Cuidados especiais devero ser tomados no transporte e armazenamento das chapas de vidro. Devero sempre ser manipuladas e estocadas de maneira que no entrem em contato com materiais que danifiquem suas superfcies e bordas, e protegidas da umidade que possa provocar condensaes. As chapas de vidro devero ser fornecidas nas dimenses respectivas, evitando-se, sempre que possvel, cortes no local da construo. As bordas de corte devero ser esmerilhadas, de forma a se apresentarem lisas e sem irregularidades. A montagem da chapa de vidro dever ser acompanhada por um responsvel (vidraceiro) e, aps fixada, dever ser adequadamente assinalada com um "x", de modo a marcar sua presena evitando danos e acidentes. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

  • CAR 17/202

    Procedimentos de Execuo:

    Dever ser distribudo o colcho de massa por todo o rebaixo e ser pressionada a chapa de vidro, de maneira que a lateral posterior fique com uma camada uniforme de massa com espessura no inferior a 2 mm. Ser colocada, ento, a segunda demo da massa. A massa dever ser aplicada de maneira a no formar vazios e sua superfcie aparente dever ser lisa e regular. Quando o rebaixo for aberto, conveniente a fixao de moldura ao longo da lateral anterior; quando a moldura fixada por pregos, dever se aplicar previamente a camada da massa junto chapa de vidro; em outros casos, fixa-se a moldura e, em seguida, aplica-se a massa de maneira a se preencher a folga da lateral anterior, que tambm dever ter espessura mnima de 2 mm.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.5- REVESTIMENTOS DE PAREDES

    2.1.2.5.1- REVESTIMENTO EXTERNO

    2.1.2.5.1.1 - REBOCO COM ARGAMASSA TRAO 1:4,5 ( CIMENTO/AREIA) e = 0,5 cm

    Designao:

    Aplicao de camada de revestimento utilizada para cobrimento do chapisco, propiciando uma superfcie que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.

    Recomendaes:

    O procedimento de execuo do reboco dever obedecer ao previsto na NBR 7200 - Revestimentos de paredes e tetos com argamassas - materiais, preparo, aplicao e manuteno. A espessura da camada de reboco dever ter no mximo 5 mm. No pode ser aplicado, se o acabamento decorativo for constitudo de tinta a base de epxi, borracha clorada, poliuretano ou for suscetvel a alcalinidade. A argamassa de reboco dever ter consistncia adequada ao uso, compatvel ao processo de aplicao (manual ou mecnico), constituda de areia fina, com dimenso mxima < 1,2 mm. O reboco pode ser camurado, chapiscado, desempenado, lavado, raspado. Dever possuir textura e composio uniforme, proporcionar facilidade de aplicao manual ou por processo mecanizado. O aspecto e a qualidade da superfcie final dever estar de acordo com a decorao especificada. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

  • CAR 18/202

    Procedimentos de Execuo:

    O plano de revestimento ser determinado atravs de pontos de referncias, dispostos de forma tal, que a distncia entre eles seja compatvel com o tamanho da desempenadeira a ser utilizada. Nesses pontos, devero ser fixados taliscas de madeira ou cacos planos de material cermico, usando-se para tanto, argamassa idntica a que ser empregada no revestimento. Uma vez definido o plano de revestimento, dever ser feito o preenchimento de faixas entre as taliscas, empregando-se argamassa que ser sarrafeada, constituindo as guias ou mestras. Aps a execuo das guias ou mestras, dever ser aplicada a argamassa, lanando-a vigorosamente sobre a superfcie a ser revestida, com auxlio da colher de pedreiro ou atravs de processo mecnico, at preencher a rea desejada. Estando a rea preenchida por argamassa, dever ser feita a retirada do excesso e a regularizao da superfcie, pela passagem da desempenadeira. Em seguida, as depresses devero ser preenchidas mediante novos lanamentos de argamassa, nos pontos necessrios, repetindo-se a operao at conseguir uma superfcie cheia e homognea. O acabamento final dever ser executado de acordo com o tipo de textura desejado.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.5- REVESTIMENTO INTERNO

    2.1.2.5.1- REBOCO COM ARGAMASSA TRAO 1:4,5 ( CIMENTO/AREIA) e = 0,5 cm

    Ver item 2.1.2.5.1.1

    2.1.2.5.2 - EMBOO COM ARGAMASSA TRAO 1: 2:8 (CIMENTO/CAL/AREIA) E=3,5 CM.

    Designao:

    Aplicao de camada de argamassa de revestimento, constituda de cimento, cal, areia mdia ou grossa sem peneirar, gua e, eventualmente, aditivo, destinada regularizao da base, podendo constituir-se no acabamento final.

    Recomendaes:

    O emboo dever ser iniciado somente depois de concludo os servios a seguir indicados, obedecidos a seus prazos mnimos: a) 24 horas aps a aplicao do chapisco; b) 14 dias de idade das estruturas de concreto, das alvenarias estruturais e das alvenarias cermicas e de blocos de concreto, para incio dos servios de revestimento, excludo o chapisco; c) 28 dias de idade para execuo do acabamento decorativo, caso o emboo seja a

  • CAR 19/202

    camada nica. A espessura mnima admitida para o emboo de 15 mm, se for receber reboco, e de 20 mm, caso seja camada nica. A argamassa de emboo dever ter consistncia adequada ao uso, compatvel ao processo de aplicao (manual ou mecnico), constituda de areia mdia, com dimenso mxima < 2,4 mm. Nos tetos em que a espessura de argamassa necessite ser superior a 20 mm, devero ser fixadas telas metlicas galvanizadas, de abertura mnima de malha igual a 6 mm, na altura intermediria da camada. O procedimento de execuo do emboo dever obedecer ao previsto na NBR 7200 - Revestimentos de paredes e tetos com argamassas - materiais, preparo, aplicao e manuteno. O emboo dever aderir bem ao chapisco ou base de revestimento. Dever possuir textura e composio uniforme, proporcionar facilidade de aplicao manual ou por processo mecanizado. O aspecto e a qualidade da superfcie final dever corresponder finalidade de aplicao. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O plano de revestimento ser determinado atravs de pontos de referncia, dispostos de forma tal, que a distncia entre eles seja compatvel com o tamanho da rgua a ser utilizada. Nesses pontos, devero ser fixados taliscas de madeiras ou cacos planos de material cermico, usando-se para tanto, argamassa idntica a que ser empregada no revestimento. Uma vez definido o plano de revestimento, dever ser feito o preenchimento de faixas entre as taliscas, empregando-se argamassa que ser sarrafeada, constituindo as guias ou mestras. Aps a execuo das guias ou mestras, dever ser aplicada a argamassa, lanando-a vigorosamente sobre a superfcie a ser revestida, com auxlio da colher de pedreiro ou atravs de processo mecnico, at preencher a rea desejada. Estando a rea preenchida por argamassa, dever ser feita a retirada do excesso e a regularizao da superfcie, pela passagem da desempenadeira. Em seguida, as depresses devero ser preenchidas mediante novos lanamentos de argamassa, nos pontos necessrios, repetindo-se a operao at conseguir uma superfcie cheia e homognea.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

  • CAR 20/202

    2.1.2.5.2.2 - REVESTIMENTO CERMICO PARA PAREDE, 30x30cm.

    Designao:

    Assentamento de cermica comum com uso de argamassa especial adesiva, por vezes chamada "cimento colante" sobre base regularizada.

    Recomendaes:

    Esta atividade s deve ter incio aps verificao das condies locais, isto , a ortogonalidade entre as vedaes verticais, a planeza e as condies superficiais do contrapiso, bem como se todas as demais atividades que antecedem a execuo do revestimento de piso esto terminadas, tais como arremates de portas, janelas, tetos, instalaes em geral e os revestimentos de parede.

    Recomenda-se que o espalhamento seja em camada fina (de 2 a 5 mm) o mais uniforme possvel, pois assim, consegue-se o mximo da fora de aderncia entre a superfcie e o componente cermico e tambm maior contato entre os dois elementos.

    Recomenda-se que estes se sobreponham ao revestimento de piso a fim de possibilitar, melhor acabamento da junta, garantindo-lhe a estanqueidade, bem como proporcionando a execuo de um detalhe construtivo que permita a existncia de uma junta de movimentao no encontro das duas superfcies.

    O assentamento das fiadas deve observar os corretos procedimentos para os cortes das peas, quando necessrios, como, por exemplo, nos encontros com aparelhos sanitrios e ralos com possveis detalhes construtivos.

    As especificaes do fabricante devero ser seguidas rigorosamente, evitando-se erros que prejudicaro a eficincia desse tipo de assentamento.

    Antes de iniciar o assentamento, o projeto da pavimentao em cermica dever ser verificado, definindo a paginao do piso.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Utilizar gabarito para manter a espessura da junta e alinhamento das peas cermicas.

    Aps o preparo, a argamassa dever ser espalhada cuidadosamente sobre a superfcie utilizando-se desempenadeira de ao dentada. Inicia-se com o lado liso da desempenadeira imprimindo-se uma presso suficientemente forte para que a argamassa adira ao substrato, buscando-se, com esse procedimento, uniformizar a superfcie. Em seguida passa-se a desempenadeira com o lado dentado, que resultar na formao dos cordes, cuja altura resultante deve ser da ordem de 3 mm, podendo variar entre 2 e 5 mm com a maior ou menor inclinao da desempendeira, em funo das caractersticas de uniformidade do substrato e do tardoz do componente cermico.

  • CAR 21/202

    Este procedimento deve comear pela porta de entrada, pois a, devem ficar os componentes inteiros, deixando-se que recortes, quando necessrios, sejam executados no fundo do ambiente.

    Aps o espalhamento da argamassa, inicia-se a fixao dos componentes cermicos, a partir das extremidades de cada fiada, a fim de que se tenha componentes de referncia, pelos quais, deve ser uma linha quer servir de guia para fixao dos demais componentes cermicos.

    Com as linhas posicionadas deve-se verificar o esquadro entre as duas fiadas perpendiculares e o nivelamento dos componentes fixados, dando continuidade fixao dos demais componentes espalhando-se a argamassa adesiva conforme os procedimentos anteriormente colocados, at que todo o ambiente seja revestido, guiando-se sempre pelas linhas que vo ser transferidas aps a execuo de cada fiada.

    O correto alinhamento dos componentes exige que o fio esteja faceando todas as juntas, sendo que o possvel desvio de algum componente em relao a este fio, no dever ultrapassar 2,0 mm.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.6 - PINTURA

    2.1.2.6.1- PINTURA DE ACABAMENTO PARA PAREDES EXTERNAS COM APLIAO DE 02 DEMOS DE ACRILICA CONVECIONAL

    Designao:

    Execuo de servios de pintura em paredes externas, com tinta ltex, a ser aplicado em superfcie de alvenaria, conferindo-lhe um acabamento uniforme e colorido.

    Recomendaes:

    A superfcie deve estar plana, sem fendas e buracos, antes da aplicao da tinta. O substrato deve ser, firme, limpo, seco, sem poeira, gordura, sabo e mofo.

    A pintura s deve ser aplicada sobre superfcie nova de argamassa, no mnimo, 30 dias aps sua execuo; no se deve aplicar a tinta diretamente sobre a parede caiada, necessrio escovar a superfcie e aplicar uma demo de fundo preparada para paredes. Para superfcies porosas, recomendvel aplicar um fundo selador, a fim de uniformizar a absoro do produto. A cor deve ser definida no projeto.

    Deve-se manter o ambiente bem ventilado durante a aplicao e secagem da tinta.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI), principalmente da mscara e culos protetores quando a aplicao for atravs da pulverizao.

  • CAR 22/202

    Procedimentos de Execuo:

    Deve ser aplicada com rolo de l de carneiro, pincel ou revlver sobre a superfcie preparada.

    Cada demo da pintura deve ser aplicada somente aps a secagem completa da demo anterior, com intervalo de tempo mnimo de 4 horas. Sobre superfcie no selada, a primeira demo deve ser diluda de 1:1 em volume de tinta e gua.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.6.2 PINTURA DE ACABAMENTO PARA PAREDES INTERNAS COM APLIAO DE 02 DEMOS DE TINTA LATEX

    Designao:

    Execuo de servios de pintura em paredes internas, com tinta ltex, a ser aplicado em superfcie de alvenaria, conferindo-lhe um acabamento uniforme e colorido.

    Recomendaes:

    A superfcie deve estar plana, sem fendas e buracos, antes da aplicao da tinta. O substrato deve ser, firme, limpo, seco, sem poeira, gordura, sabo e mofo.

    A pintura s deve ser aplicada sobre superfcie nova de argamassa, no mnimo, 30 dias aps sua execuo; no se deve aplicar a tinta diretamente sobre a parede caiada, necessrio escovar a superfcie e aplicar uma demo de fundo preparada para paredes. Para superfcies porosas, recomendvel aplicar um fundo selador, a fim de uniformizar a absoro do produto. A cor deve ser definida no projeto.

    Deve-se manter o ambiente bem ventilado durante a aplicao e secagem da tinta.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI), principalmente da mscara e culos protetores quando a aplicao for atravs da pulverizao.

    Procedimentos de Execuo:

    Deve ser aplicada com rolo de l de carneiro, pincel ou revlver sobre a superfcie preparada.

    Cada demo da pintura deve ser aplicada somente aps a secagem completa da demo anterior, com intervalo de tempo mnimo de 4 horas. Sobre superfcie no selada, a primeira demo deve ser diluda de 1:1 em volume de tinta e gua.

    Unidade de Medio:

  • CAR 23/202

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.7- PISOS

    2.1.2.7.1 REGULARIZAO DE BASE PARA REVESTIMENTO DE PISO COM ARGAMASSA TRAO 1:4, E = 3cm

    Designao:

    Regularizao da base executada, com argamassa de cimento e areia, trao 1:4.

    Recomendaes:

    O caimento do piso dever ser executado nessa fase de regularizao.

    A base dever estar preparada e regularizada com todos os detalhes, arredondamento de cantos, embutimentos e fixaes de tubos, conforme o projeto. A superfcie dever estar limpa e seca. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Os nveis da laje ou base devero ser verificados e as mestras executadas imediatamente antes da aplicao da argamassa. A camada de regularizao dever ser preparada com argamassa de cimento e areia mdia ou grossa sem peneirar, no trao 1:4. Aps a aplicao da argamassa a superfcie final dever ser sarrafeada e desempenada. Poder ser polvilhado cimento (0,5 kg/m), antes de desempenar a superfcie. A espessura da argamassa dever ser de pelo menos 3 cm.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.7.2- CONTRAPISO PARA PISO COM ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA, TRAO 1:4

    Designao:

    Execuo de contrapiso, com argamassa de cimento e areia, espessura de 3 cm, destinado principalmente a pisos trreos.

    Recomendaes:

    O tempo de cura da argamassa para pavimentos superiores deve ser de 14 dias e para pavimentos trreos 21 dias. O piso em contato com o solo dever ser impermeabilizado conforme normas da ABNT. Uso de mo-de-obra habilitada.

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    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI). Procedimentos de Execuo: Com a superfcie limpa e seca, colocar as mestras, verificando os nveis da laje ou base. Aplicar a camada de contrapiso, empregando-se argamassa de cimento e areia no trao 1:4, com espessura de 3 cm. Aps a aplicao da argamassa, sarrafear e desempenar a superfcie, utilizando desempenadeira de ao ou alisando com colher de pedreiro, devendo ser devidamente regularizado, nivelamento e com caimento necessrios. Poder ser polvilhado cimento (0,5 kg/m), antes de desempenar a superfcie. Aps o lixamento e limpeza do contrapiso, aplicar a pasta regularizadora com uma desempenadeira de ao lisa, em duas demos at formar uma camada nunca superior a 3 mm de espessura. Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.7.3 - REVESTIMENTO CERMICO PARA PISO 30x30cm.

    Designao:

    Assentamento de cermica comum com uso de argamassa especial adesiva, por vezes chamada "cimento colante" sobre base regularizada.

    Recomendaes:

    Esta atividade s deve ter incio aps verificao das condies locais, isto , a ortogonalidade entre as vedaes verticais, a planeza e as condies superficiais do contrapiso, bem como se todas as demais atividades que antecedem a execuo do revestimento de piso esto terminadas, tais como arremates de portas, janelas, tetos, instalaes em geral e os revestimentos de parede.

    Recomenda-se que o espalhamento seja em camada fina (de 2 a 5 mm) o mais uniforme possvel, pois assim, consegue-se o mximo da fora de aderncia entre a superfcie e o componente cermico e tambm maior contato entre os dois elementos.

    Recomenda-se que estes se sobreponham ao revestimento de piso a fim de possibilitar, melhor acabamento da junta, garantindo-lhe a estanqueidade, bem como proporcionando a execuo de um detalhe construtivo que permita a existncia de uma junta de movimentao no encontro das duas superfcies.

    O assentamento das fiadas deve observar os corretos procedimentos para os cortes das peas, quando necessrios, como, por exemplo, nos encontros com aparelhos sanitrios e ralos com possveis detalhes construtivos.

  • CAR 25/202

    As especificaes do fabricante devero ser seguidas rigorosamente, evitando-se erros que prejudicaro a eficincia desse tipo de assentamento.

    Antes de iniciar o assentamento, o projeto da pavimentao em cermica dever ser verificado, definindo a paginao do piso.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Utilizar gabarito para manter a espessura da junta e alinhamento das peas cermicas.

    Aps o preparo, a argamassa dever ser espalhada cuidadosamente sobre a superfcie utilizando-se desempenadeira de ao dentada. Inicia-se com o lado liso da desempenadeira imprimindo-se uma presso suficientemente forte para que a argamassa adira ao substrato, buscando-se, com esse procedimento, uniformizar a superfcie. Em seguida passa-se a desempenadeira com o lado dentado, que resultar na formao dos cordes, cuja altura resultante deve ser da ordem de 3 mm, podendo variar entre 2 e 5 mm com a maior ou menor inclinao da desempendeira, em funo das caractersticas de uniformidade do substrato e do tardoz do componente cermico. Este procedimento deve comear pela porta de entrada, pois a, devem ficar os componentes inteiros, deixando-se que recortes, quando necessrios, sejam executados no fundo do ambiente.

    Aps o espalhamento da argamassa, inicia-se a fixao dos componentes cermicos, a partir das extremidades de cada fiada, a fim de que se tenha componentes de referncia, pelos quais, deve ser uma linha quer servir de guia para fixao dos demais componentes cermicos.

    Com as linhas posicionadas deve-se verificar o esquadro entre as duas fiadas perpendiculares e o nivelamento dos componentes fixados, dando continuidade fixao dos demais componentes espalhando-se a argamassa adesiva conforme os procedimentos anteriormente colocados, at que todo o ambiente seja revestido, guiando-se sempre pelas linhas que vo ser transferidas aps a execuo de cada fiada.

    O correto alinhamento dos componentes exige que o fio esteja faceando todas as juntas, sendo que o possvel desvio de algum componente em relao a este fio, no dever ultrapassar 2,0 mm.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

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    2.1.2.8 COBERTURA

    2.1.2.8.1 - ESTRUTURA DE MADEIRA PARA TELHA CERMICA

    Designao:

    Execuo de estrutura de madeira para cobertura em telha cermica.

    Recomendaes:

    A execuo do madeiramento dever obedecer aos desenhos do projeto da estrutura da cobertura. O madeiramento ser em maaranduba ou equivalente. O projeto de telhamento obedecer a NBR 6120/80 - Cargas para o clculo de estruturas de edificaes e NBR 6123/88 - Foras devidas ao vento em edificaes. Toda a estrutura receber tratamento com produto a base de resina sinttica, pentaclorofenol e naftanato de ferro, combinados com agentes plsticos repelentes de gua, de fcil aplicao brocha, pistola ou por imerso. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    A estrutura de madeira ser constituda por cumeeiras, teras, caibros, ripas e respectivas peas de apoio. A inclinao mnima ser de 20%. Os pilares e vigas de madeira da estrutura devero ser aproveitados para apoio da estrutura do telhado. Todas as conexes, emendas ou samblagens sero to simples quanto possvel, devendo permitir satisfatria justaposio das superfcies em contato. As emendas coincidiro com os apoios, de forma a obter-se maior segurana, solidarizao e rigidez na ligao. Todas as emendas, conexes ou samblagens principais, levaro reforos de talas em chapa de ao, de forma e seo apropriadas ou parafusos com porcas. Todas as emendas de linhas levaro talas de chapa ou braadeiras com parafusos.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado de rea de projeo horizontal da edificao.

    2.1.2.9.2 - TELHA CERMICA TIPO COLONIAL

    Designao:

    Execuo de telhado com telha cermica, tipo colonial.

    Recomendaes:

    A cobertura dever ser executada de acordo com as formas e dimenses indicadas no projeto executivo. A declividade mnima do telhado de 20%, que corresponde relao entre as

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    distncias vertical e horizontal expressa em porcentagem. Para declividades acima de 40% as telhas devero ser cuidadosamente fixadas estrutura de apoio, a fim de evitar escorregamentos. As telhas cermicas de capa e canal tipo colonial devero atender s condies especificadas na NBR 9601 da ABNT. recomendvel usar, numa mesma obra, telhas de mesma procedncia. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    As telhas sero assentadas diretamente sobre as ripas que comporo a armao da cobertura. Embora a distncia entre ripas esteja fixada por norma, ser conveniente executar o ripamento aps o recebimento das telhas no canteiro, a fim de evitar diferenas no espaamento das ripas, que dificultam o assentamento das telhas. A ripa do beiral dever ter altura dupla, ou seja, duas ripas sobrepostas, a fim de manter a declividade do telhado. A colocao das telhas dever ser feita a partir do beiral, por fiadas que devero estar em perfeito alinhamento, quer no sentido transversal, quer no sentido longitudinal. Devero ser assentadas primeiramente as telhas com funo de canal no sentido da inclinao do telhado, com a concavidade voltada para cima e a extremidade mais larga voltada para o lado da cumeeira. A telha canal seguinte ser encaixada na parte mais larga. Aps colocao das telhas canal sero assentadas as telhas de capa com a concavidade voltada para baixo e a extremidade mais estreita voltada para a cumeeira. As telhas devero ser encaixadas umas as outras com sobreposio de 10 cm. A cumeeira devera ser arrematada por meio da telha capa, com a concavidade voltada para baixo, no sentido do comprimento da aresta. Nas concordncias reentrantes, guas furtadas ou rinces, o arremate dos dois planos ser feito por intermdio de calhas de material metlico, construdas no prprio local. As telhas capas devero ser fixadas s telhas canais, nos beirais, por meio de argamassa. Nos beirais laterais desprotegidos, as telhas capas devero ser fixadas com argamassa auxiliadas por uma segunda camada de telha capa sobreposta. A argamassa dever ter capacidade de reteno de gua, ser impermevel, insolvel em gua e garantir boa aderncia. O trao dever ser determinado em funo das caractersticas dos materiais locais. Como dosagem inicial recomenda-se argamassas de proporo 1:2:9 ou 1:3:12 em volume de cimento, cal e areia respectivamente. Outras argamassas podem ser usadas, desde que apresentem propriedades equivalentes. A fim de manter a esttica da cobertura recomendvel o uso de pigmentos na argamassa que lhe confiram uma colorao semelhante colorao da telha. Cuidados especiais devero ser tomados nas junes do telhado, com paramentos verticais, tais como oites, chamins ou reservatrios que se elevam alm do telhado. Dever ser prevista no projeto a soluo que ser executada nas junes a fim de garantir a estanqueidade da cobertura.

    Unidade de Medio:

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    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.3 ABRIGO GERADOR DE VAPOR

    2.1.3.1 FUNDAO/ESTRUTURA

    2.1.3.1.1 - ESCAVAO MANUAL AT 1,50 M.

    Designao:

    Escavao com ferramenta manual de valas, em solos de 1 categoria, conforme projeto executivo.

    Recomendaes:

    Obedecer Norma NBR 12266/92 - Projeto e execuo de valas para assentamento de tubulao de gua, esgoto ou drenagem urbana. As escavaes sero convenientemente escoradas e esgotadas, de forma a permitir, sempre, o fcil acesso e perfeito escoamento das guas superficiais, tomando-se todas as providncias e cautelas aconselhveis para a segurana dos operrios, garantia das propriedades vizinhas e redes pblicas. As escavaes no devem prejudicar: as cotas de soleiras, acessibilidade de pedestres e veculos, passeios, logradouros pblicos. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Demarcar a vala conforme projeto. A escavao da vala e a retirada do material sero executadas manualmente obedecendo aos critrios de segurana recomendados. O escoramento da escavao ser formado por tbuas de 4 a 5 cm de espessura e estroncas de madeira com sees dimensionadas para os esforos que iro suportar. A distncia livre entre tbuas dependero da natureza do terreno. Em solos menos resistentes as tbuas devero ficar juntas. O nmero e a disposio das estroncas depender da resistncia das tbuas utilizadas e da profundidade da escavao. Valas junto divisa devem ser abertas com cautela, para evitar desmoronamentos ou recalques em terrenos (ou construes) vizinhos. Itens de controle: profundidade, largura, comprimento, prumo das paredes, retificao da superfcie plana de fundo, travamento das escoras (quando necessrio). Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico definido pela geometria da vala.

  • CAR 29/202

    2.1.3.1.2 - ALVENARIA DE EMBASAMENTO COM PEDRA RACHO, ARGAMASSA TRAO 1:8.

    Designao:

    Execuo de fundao em alvenaria de pedra, para parede em tijolo comum.

    Recomendaes:

    Dever ser executada, no coroamento da fundao, uma cinta de concreto armado para dar melhor distribuio de cargas das paredes na fundao e absorver possveis recalques diferenciais. Dever ser feita impermeabilizao na parte superior da fundao, utilizando argamassa no trao 1:8. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI) Procedimentos de Execuo: Aps a escavao e colocao de uma camada de regularizao (concreto magro com 5 cm) na cava, assentar as pedras utilizando-se a argamassa de cimento e areia no trao 1:8 , obedecendo nvel e prumo.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico.

    2.1.3.1.3 - FRMA COM CHAPA COMPENSADA, PLASTIFICADA, UTILIZAO 8 VEZES

    Designao:

    Execuo de forma de chapas de madeira compensada, revestida com plstico, para estruturas de concreto armado.

    Recomendaes:

    A forma dever ser utilizada para estrutura de concreto aparente com acabamento liso, tendo revestimento plstico "tego-film" na 1 e 5 das cinco lminas que comporo a chapa compensada. A retirada das formas dever obedecer sempre ordem e os prazos mnimos estipulados na NBR 6118 - Projeto e Execuo de Obras de Concreto Armado. As chapas devero ser retiradas de modo a permitir relativa facilidade de manejo dos elementos e, principalmente sem choques. Para isso o escoramento das formas dever apoiar-se sobre cunhas, caixas de areia ou outros dispositivos apropriados. Uso de mo-de-obra habilitada.

  • CAR 30/202

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI). Procedimentos de Execuo: Cortar as frmas seguindo rigorosamente o projeto estrutural e de formas, sabendo-se que a preciso de colocao das mesmas ser de mais ou menos, 5 mm. Colocar as frmas, verificando constantemente o prumo e o nvel dos seus elementos, especialmente durante o processo de lanamento do concreto, fazendo-se as devidas correes com emprego de cunhas, escoras ou outro tipo de travamento. Para garantir a estanqueidade das juntas usar calafetadores de elastmero do tipo silicone. Para obter superfcies lisas, rebater os pregos de modo a ficarem embutidos nas frmas, sendo o rebaixo calafetado com o elastmero.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.3.1.4 - ARMADURA DE AO CA- 50, INCLUSIVE CORTE, DOBRAGEM, MONTAGEM E COLOCAO DAS FERRAGENS NAS FORMAS, PARA FUNDAES E SUPERESTRUTURAS.

    Designao:

    Confeco das armaduras e colocao nas frmas.

    Recomendaes:

    O ferreiro dever cortar todos os ferros de um mesmo dimetro, antes de iniciar o trabalho com ferros de outro dimetro.

    Dever ser preparado um plano de corte, procurando-se fazer um aproveitamento dos ferros e reduzindo-se as perdas.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Os ferros devero ser estendidos, estirados e alinhados. Em seguida, sero cortados e dobrados a frio, conforme os desenhos do projeto estrutural.

  • CAR 31/202

    A armao ser executada sobre as prprias formas, no caso de vigas e lajes, usando-se afastadores adequados. No caso de pilares ser executada previamente.

    A fixao entre as barras ser feita utilizando-se arame recozido n 18. Os ferros devero ser bem amarrados, mantendo-se os espaamentos e as posies previstas no projeto estrutural.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o quilograma.

    2.1.3.1.5 - ARMADURA DE AO CA- 60, INCLUSIVE CORTE,DOBRAGEM,MONTAGEM E COLOCAO DAS FERRAGENS NAS FRMAS, PARA FUNDAES E SUPERESTRUTURAS

    Designao:

    Confeco das armaduras e colocao nas formas.

    Recomendaes:

    O ferreiro dever cortar todos os ferros de um mesmo dimetro, antes de iniciar o trabalho com ferros de outro dimetro.

    Dever ser preparado um plano de corte, procurando-se fazer um aproveitamento dos ferros e reduzindo-se as perdas.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    A dobragem e o corte das armaduras devem ser feitos sobre bancadas estveis, em superfcies resistentes e afastadas dos trabalhadores.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Os ferros devero ser estendidos, estirados e alinhados. Em seguida, sero cortados e dobrados a frio, conforme os desenhos do projeto estrutural.

    A armao ser executada sobre as prprias formas, no caso de vigas e lajes, usando-se afastadores adequados. No caso de pilares ser executada previamente.

    A fixao entre as barras ser feita utilizando-se arame recozido n 18. Os ferros devero ser bem amarrados, mantendo-se os espaamentos e as posies previstas no projeto estrutural.

  • CAR 32/202

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o quilograma.

    2.1.3.1.6 - CONCRETO SIMPLES 25 MPA, VIRADO EM BETONEIRA, SEM LANAMENTO

    Designao:

    Execuo de mistura adequadamente dosada de cimento Portland, agregado mido, agregado grado e gua, podendo conter adies e aditivos, que lhe melhoram ou conferem determinadas propriedades ao concreto.

    Recomendaes:

    Para a fabricao do concreto devero ser, atendidas as condies estabelecidas na NBR 12654 - Controle tecnolgico de materiais componentes do concreto, NBR 12655 - Preparo, controle e recebimento de concreto, NBR 8953 - Concreto para fins estruturais - classificao por grupo de resistncia e NBR 6118 - Projeto e execuo de obras de concreto armado.

    Os equipamentos de medio, mistura e transporte devero estar limpos e em perfeito funcionamento, para se obter melhor qualidade do produto.

    O estabelecimento do trao do concreto a se adotar, ter como base a resistncia caracterstica compresso, especificada no projeto, dimenses das peas, disposies das armaduras, sistema de transporte, lanamento, adensamento, condies de exposio e de uso, previstos para a estrutura.

    Junto com o trao estabelecido devero ser fornecidas as seguintes informaes:

    Resistncia caracterstica compresso que se pretende atender;

    Tipo, classe e marca do cimento;

    Condio de controle;

    Caractersticas fsicas dos agregados;

    Forma de medio dos materiais;

    Idade de desforma;

    Consumo de cimento por m;

    Consistncia medida atravs do "slump";

    Quantidades de cada material que ser medido de cada vez;

    Tempo de incio de pega.

  • CAR 33/202

    Devero ser realizados ensaios de consistncia do concreto, atravs do abatimento do tronco de cone ou teste do "slump", de acordo com a NBR 7223 - Determinao da consistncia pelo abatimento do tronco de cone, sempre que:

    Iniciar-se a produo do concreto (primeira amassada);

    Reiniciar-se a produo aps intervalo de concretagem de duas horas;

    Houver troca de operadores;

    Forem moldados corpos de prova;

    A modificao do trao, para ajuste da consistncia, s poder ser feita por tcnico qualificado para tal.

    Para controle da resistncia devero ser moldados corpos de prova com o concreto, recm-produzido, de acordo com o que prev a NBR 12655 - Preparo, controle e recebimento de concreto e NBR 5738 - Moldagem e cura dos corpos-de-prova de concreto cilndricos ou prismticos.

    O concreto produzido dever ser utilizado antes do incio da pega. Na falta de conhecimento laboratorial, pode-se estabelecer um tempo mximo de 1h 30 min, desde que haja constante homogeneizao, podendo esse tempo ser modificado pela ao de aditivos.

    O estudo de dosagem em laboratrio deve ser realizado com os mesmos materiais e em condies semelhantes quela da obra.

    O clculo da dosagem do concreto deve ser refeito cada vez que for prevista uma mudana de marca, tipo ou classe do cimento, assim como, na procedncia e qualidade dos agregados e demais materiais.

    Procedimentos de Execuo:

    Preparar o concreto atravs de betoneiras, atentando-se para a seguinte ordem de colocao dos materiais, em funo do tipo de equipamento:

    t) Betoneira de eixo inclinado sem carregador:

    u) - cerca de 90% da gua com aditivo, se houver, diretamente na betoneira;

    v) - todo o agregado grado;

    w) - cimento;

    x) - adio se houver;

    y) - agregado mido;

    z) - gua restante.

    aa) b) Betoneira de eixo inclinado com carregador:

  • CAR 34/202

    bb) - cerca de 90% da gua com aditivo, se houver, diretamente na betoneira;

    cc) - 50% do agregado grado;

    dd) - agregado mido total;

    ee) - cimento;

    ff) - adio, se houver;

    gg) - restante do agregado grado;

    hh) - restante de gua.

    ii) c) Betoneira de eixo horizontal:

    jj) - o carregamento deve ser feito igual ao recomendado para betoneira de eixo inclinado com carregador, item b.

    kk) O tempo de mistura varivel de acordo com o tipo e o dimetro do misturador, podendo-se adotar o tempo em segundos, obtido por t = k.D^(), sendo k = 90 e 120 para betoneiras de eixo horizontal e inclinado respectivamente, e D o dimetro da betoneira, em metro.

    ll) importante que o concreto seja misturado at perfeita homogeneizao no devendo, na prtica, o tempo de mistura ser inferior a 2 minutos, para as betoneiras de eixo inclinado de uso comum.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico.

    2.1.3.1.6 LANAMENTO/ APLICAO MANUAL DE CONCRETO

    Designao:

    Colocao do concreto nas frmas. Recomendaes: O concreto dever ser lanado logo aps o amassamento, no sendo permitido, entre o fim deste e o do lanamento, intervalo superior a uma hora. Se for utilizada agitao mecnica, esse prazo poder ser contado a partir do fim da agitao. Caso sejam utilizados retardadores de pega, o prazo poder ser aumentado de acordo com as caractersticas do aditivo. Para os lanamentos que tenham de ser feitos a seco, em recintos sujeitos penetrao de gua, devero ser tomadas as precaues necessrias para que no

  • CAR 35/202

    haja gua no local em que o concreto ser lanado, nem possa o concreto fresco vir a ser por ela lavado. Devero ser tomados cuidados especiais quando o lanamento do concreto se der em ambientes com temperatura inferior a 10C ou superior a 40C. Devero ser tomadas precaues para manter a homogeneidade do concreto. A altura de queda livre no poder ultrapassar 2 m. Procedimentos de Execuo: Lanar o concreto imediatamente aps o amassamento, no podendo ser utilizado o concreto depois de iniciada a pega. O concreto amassado dever ser lanado sem interrupo de trabalho, o mais perto possvel de sua posio final, evitando-se incrustao de argamassa nas paredes das formas. Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico. armaduras de travamento. Lanar e adensar o concreto fck=25 MPa, controle tipo B , preenchendo os espaos entre as vigotas e as nervuras, formando o capeamento da laje. Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.3.1.7- REATERRO MANUAL

    Designao:

    Preenchimento de valas escavadas para o assentamento de redes de gua, esgoto, drenagem, energia eltrica, telefonia ou execuo de fundaes rasas e compactao manual.

    Recomendaes:

    Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O reaterro dever ser executado atravs da superposio de camadas de 0,20 a 0,40 m de espessura que devero ser apiloadas aps o lanamento no interior da vala.

    Unidade de Medio:

  • CAR 36/202

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro cbico, definido

    pela geometria da vala.

    2.1.3.2 - PAREDES E PAINIS

    2.1.3.2.1 - ALVENARIA DE BLOCO CONCRETO (9X19X39cm), ESP. = 0,09m

    Conceito:

    Elemento vazado com forma paralelepipedal, possuindo furos prismticos ou cilndricos perpendiculares s faces que os contm e dimenses nominais.

    Caractersticas:

    Material fabricado com argila, conformado por extruso ou prensagem, queimado a temperatura adequada, sem vitrificao e com dimenses uniformes. Suporta outras cargas verticais alm da do seu prprio peso, compondo o arcabouo estrutural da edificao, pode ser classificado em comum e especial.

    Utilizao:

    Em execuo de alvenaria com funo estrutural.

    Inspeo e Recebimento:

    As suas dimenses, planeza das faces e desvio em relao ao esquadro devero ser determinadas de acordo com Norma NBR 7171 - Bloco cermico para alvenaria. A resistncia compresso ser avaliada de acordo com a Norma NBR 6461- Bloco cermico para alvenaria - verificao da resistncia compresso. Dever apresentar uniformidade na cor e no possuir defeitos sistemticos de trincas, quebras, superfcies irregulares e deformaes.

    Unidade de Compra:

    Para fins de fornecimento regular, a unidade de compra a unidade.

    Armazenamento:

    O material dever ser armazenado coberto, protegidos da chuva, em pilhas no superiores a 1,5 m de altura e de preferncia, prximo ao local de transporte vertical ou de uso.

  • CAR 37/202

    2.1.3.3 ESQUADRIAS

    2.1.3.3.1 PORTO EM TUBO DE FERRO GALVANIZADO COM TELA DE AO GALV. FIO 12 BWG

    Conceito:

    Elemento constitudo por montantes, igualmente espaados, formando a estrutura de um gradil, colocado na parte externa do vo para garantir proteo ao imvel. Caractersticas: Pea de ferro constituda de colunas verticais terminadas em grapas inferiores e travessas horizontais tambm terminadas em grapas. Sua altura poder variar, dependendo exclusivamente do projeto.

    Utilizao:

    Na parte externa do vo, de portas e janelas.

    Inspeo e Recebimento:

    O material dever atender s especificaes da Norma NBR 5722 - Esquadrias modulares. Os perfis utilizados devero estar limpos, perfeitamente desempenados e sem defeito de fabricao, devidamente marcados com clareza, de modo a facilitar a montagem. Unidade de Compra: Para fins de fornecimento regular, a unidade de compra o metro quadrado.

    Armazenamento:

    O material dever ser armazenado em local seco, elevado do cho e em apoios verticais.

    2.1.2.3.2 COBOG DE CONCRETO (ELEMENTO VAZADO) DIMENSO 7X50X50cm

    Conceito:

    Pea pr-moldada, servindo como elemento decorativo, ventilao e vedao, nas dimenses de 50 x 50 x 7 cm.

    Caractersticas:

  • CAR 38/202

    Material pr-moldado de cimento, areia e gravilho, curado por processo que assegure sua homogeneidade e integridade, sem funo estrutural.

    Utilizao:

    No fechamento de rea, permitindo ventilao constante do ambiente.

    Inspeo e Recebimento:

    O material no possui Normas Regulamentadoras da ABNT.

    Unidade de Compra:

    Para fins de fornecimento regular, a unidade de compra a unidade.

    Armazenamento:

    O material dever ser armazenado em pilha vertical, local coberto, seco e ventilado.

    2.1.3.4- REVESTIMENTOS DE PAREDES

    2.1.3.4.1- REVESTIMENTO EXTERNO

    2.1.3.4.1.1 - REBOCO COM ARGAMASSA TRAO 1:4,5 ( CIMENTO/AREIA) e = 0,5 cm

    Designao:

    Aplicao de camada de revestimento utilizada para cobrimento do chapisco, propiciando uma superfcie que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.

    Recomendaes:

    O procedimento de execuo do reboco dever obedecer ao previsto na NBR 7200 - Revestimentos de paredes e tetos com argamassas - materiais, preparo, aplicao e manuteno. A espessura da camada de reboco dever ter no mximo 5 mm. No pode ser aplicado, se o acabamento decorativo for constitudo de tinta a base de epxi, borracha clorada, poliuretano ou for suscetvel a alcalinidade. A argamassa de reboco dever ter consistncia adequada ao uso, compatvel ao processo de aplicao (manual ou mecnico), constituda de areia fina, com dimenso mxima < 1,2 mm. O reboco pode ser camurado, chapiscado, desempenado, lavado, raspado. Dever possuir textura e composio uniforme, proporcionar facilidade de aplicao manual ou por processo mecanizado. O aspecto e a qualidade da superfcie final dever estar de acordo com a decorao especificada.

  • CAR 39/202

    Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O plano de revestimento ser determinado atravs de pontos de referncias, dispostos de forma tal, que a distncia entre eles seja compatvel com o tamanho da desempenadeira a ser utilizada. Nesses pontos, devero ser fixados taliscas de madeira ou cacos planos de material cermico, usando-se para tanto, argamassa idntica a que ser empregada no revestimento. Uma vez definido o plano de revestimento, dever ser feito o preenchimento de faixas entre as taliscas, empregando-se argamassa que ser sarrafeada, constituindo as guias ou mestras. Aps a execuo das guias ou mestras, dever ser aplicada a argamassa, lanando-a vigorosamente sobre a superfcie a ser revestida, com auxlio da colher de pedreiro ou atravs de processo mecnico, at preencher a rea desejada. Estando a rea preenchida por argamassa, dever ser feita a retirada do excesso e a regularizao da superfcie, pela passagem da desempenadeira. Em seguida, as depresses devero ser preenchidas mediante novos lanamentos de argamassa, nos pontos necessrios, repetindo-se a operao at conseguir uma superfcie cheia e homognea. O acabamento final dever ser executado de acordo com o tipo de textura desejado.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.4.2.1- REVESTIMENTO INTERNO

    2.1.2.5.1 - REBOCO COM ARGAMASSA TRAO 1:4,5 ( CIMENTO/AREIA) e = 0,5 cm

    Designao:

    Aplicao de camada de revestimento utilizada para cobrimento do chapisco, propiciando uma superfcie que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.

    Recomendaes:

    O procedimento de execuo do reboco dever obedecer ao previsto na NBR 7200 - Revestimentos de paredes e tetos com argamassas - materiais, preparo, aplicao e manuteno. A espessura da camada de reboco dever ter no mximo 5 mm. No pode ser aplicado, se o acabamento decorativo for constitudo de tinta a base de epxi, borracha clorada, poliuretano ou for suscetvel a alcalinidade. A argamassa de reboco dever ter consistncia adequada ao uso, compatvel ao processo de aplicao (manual ou mecnico), constituda de areia fina, com dimenso

  • CAR 40/202

    mxima < 1,2 mm. O reboco pode ser camurado, chapiscado, desempenado, lavado, raspado. Dever possuir textura e composio uniforme, proporcionar facilidade de aplicao manual ou por processo mecanizado. O aspecto e a qualidade da superfcie final dever estar de acordo com a decorao especificada. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    O plano de revestimento ser determinado atravs de pontos de referncias, dispostos de forma tal, que a distncia entre eles seja compatvel com o tamanho da desempenadeira a ser utilizada. Nesses pontos, devero ser fixados taliscas de madeira ou cacos planos de material cermico, usando-se para tanto, argamassa idntica a que ser empregada no revestimento. Uma vez definido o plano de revestimento, dever ser feito o preenchimento de faixas entre as taliscas, empregando-se argamassa que ser sarrafeada, constituindo as guias ou mestras. Aps a execuo das guias ou mestras, dever ser aplicada a argamassa, lanando-a vigorosamente sobre a superfcie a ser revestida, com auxlio da colher de pedreiro ou atravs de processo mecnico, at preencher a rea desejada. Estando a rea preenchida por argamassa, dever ser feita a retirada do excesso e a regularizao da superfcie, pela passagem da desempenadeira. Em seguida, as depresses devero ser preenchidas mediante novos lanamentos de argamassa, nos pontos necessrios, repetindo-se a operao at conseguir uma superfcie cheia e homognea. O acabamento final dever ser executado de acordo com o tipo de textura desejado.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.5 - PINTURA

    2.1.2.5.1- PINTURA DE ACABAMENTO PARA PAREDES EXTERNAS, LIXAMENTO, APLICAO DE 01 DEMO DE LIQUIDO SELADOR ACRILICO, 01 DEMO DE TEXTURA ACRILICA BRANCA E 02 DEMOS DE TINTA ACRILICA CONVENCIONAL

    Designao:

    Execuo de servios de pintura em paredes externas, com tinta ltex, a ser aplicado em superfcie de alvenaria, conferindo-lhe um acabamento uniforme e colorido.

    Recomendaes:

    A superfcie deve estar plana, sem fendas e buracos, antes da aplicao da tinta. O substrato deve ser, firme, limpo, seco, sem poeira, gordura, sabo e mofo.

  • CAR 41/202

    A pintura s deve ser aplicada sobre superfcie nova de argamassa, no mnimo, 30 dias aps sua execuo; no se deve aplicar a tinta diretamente sobre a parede caiada, necessrio escovar a superfcie e aplicar uma demo de fundo preparada para paredes. Para superfcies porosas, recomendvel aplicar um fundo selador, a fim de uniformizar a absoro do produto. A cor deve ser definida no projeto.

    Deve-se manter o ambiente bem ventilado durante a aplicao e secagem da tinta.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI), principalmente da mscara e culos protetores quando a aplicao for atravs da pulverizao.

    Procedimentos de Execuo:

    Deve ser aplicada com rolo de l de carneiro, pincel ou revlver sobre a superfcie preparada.

    Cada demo da pintura deve ser aplicada somente aps a secagem completa da demo anterior, com intervalo de tempo mnimo de 4 horas. Sobre superfcie no selada, a primeira demo deve ser diluda de 1:1 em volume de tinta e gua.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.5.2 PINTURA DE ACABAMENTO PARA PAREDES EXTERNAS, LIXAMENTO, APLICAO DE 01 DEMO DE LIQUIDO SELADOR ACRILICO, 01 DEMO DE TEXTURA ACRILICA BRANCA E 02 DEMOS DE TINTA ACRILICA CONVENCIONAL PARA INTERIORES

    Designao:

    Execuo de servios de pintura em paredes internas, com tinta ltex, a ser aplicado em superfcie de alvenaria, conferindo-lhe um acabamento uniforme e colorido.

    Recomendaes:

    A superfcie deve estar plana, sem fendas e buracos, antes da aplicao da tinta. O substrato deve ser, firme, limpo, seco, sem poeira, gordura, sabo e mofo.

    A pintura s deve ser aplicada sobre superfcie nova de argamassa, no mnimo, 30 dias aps sua execuo; no se deve aplicar a tinta diretamente sobre a parede caiada, necessrio escovar a superfcie e aplicar uma demo de fundo preparada para paredes. Para superfcies porosas, recomendvel aplicar um fundo selador, a fim de uniformizar a absoro do produto. A cor deve ser definida no projeto.

  • CAR 42/202

    Deve-se manter o ambiente bem ventilado durante a aplicao e secagem da tinta.

    Uso de mo-de-obra habilitada.

    Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI), principalmente da mscara e culos protetores quando a aplicao for atravs da pulverizao.

    Procedimentos de Execuo:

    Deve ser aplicada com rolo de l de carneiro, pincel ou revlver sobre a superfcie preparada.

    Cada demo da pintura deve ser aplicada somente aps a secagem completa da demo anterior, com intervalo de tempo mnimo de 4 horas. Sobre superfcie no selada, a primeira demo deve ser diluda de 1:1 em volume de tinta e gua.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.3.6- PISOS

    2.1.2.6.1- CONTRAPISO PARA PISO COM ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA, TRAO 1:4

    Designao:

    Execuo de contrapiso, com argamassa de cimento e areia, espessura de 7 cm, destinado principalmente a pisos trreos.

    Recomendaes:

    O tempo de cura da argamassa para pavimentos superiores deve ser de 14 dias e para pavimentos trreos 21 dias. O piso em contato com o solo dever ser impermeabilizado conforme normas da ABNT. Uso de mo-de-obra habilitada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI). Procedimentos de Execuo: Com a superfcie limpa e seca, colocar as mestras, verificando os nveis da laje ou base. Aplicar a camada de contrapiso, empregando-se argamassa de cimento e areia no trao 1:4, com espessura de 3 cm. Aps a aplicao da argamassa, sarrafear e desempenar a superfcie, utilizando desempenadeira de ao ou alisando com colher de pedreiro, devendo ser devidamente regularizado, nivelamento e com caimento necessrios. Poder ser polvilhado cimento

  • CAR 43/202

    (0,5 kg/m), antes de desempenar a superfcie. Aps o lixamento e limpeza do contrapiso, aplicar a pasta regularizadora com uma desempenadeira de ao lisa, em duas demos at formar uma camada nunca superior a 3 mm de espessura. Unidade de Medio: Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

    2.1.2.6.2 PISO CIMENTADO EM ARGAMASSA TRAO 1:4 (CIMENTO E AREIA)

    Designao:

    Execuo de piso cimentado pela distribuio de argamassa sobre a base ou lastro de pavimentao em rea externa, com finalidade de corrigir irregularidades e nivelar a superfcie.

    Recomendaes:

    base dever estar nivelada, desempenada, curada e endurecida. O trao deve ser ajustado experimentalmente, observando-se a caracterstica da argamassa quanto a trabalhabilidade. Deve-se cuidar para que as condies climticas no interfiram na aplicao e cura da argamassa. No ser deve ser executado em dias chuvosos e protegidos da ao direta do sol logo aps a aplicao. Uso de mo-de-obra especializada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI).

    Procedimentos de Execuo:

    Sobre a base ou lastro previamente limpo e umedecido fixam-se gabaritos, distantes 2 m a 3 m entre si, que devem ser usados como referncia do nivelamento da superfcie. Sobre a base de regularizao, sero colocadas as juntas de dilatao, que podero ser de plstico, vidro ou outro material compatvel formando quadrados. Ser empregada aargamassa constituda de cimento e areia mdia ou grossa sem peneirar, no trao 1:3, com impermeabilizante, com espessura de 1,5 cm. A argamassa lanada sobre a base ou lastro, distribudo sobre a superfcie, regularizado e nivelado com auxlio de rgua metlica, prpria para esta finalidade. A superfcie ter o acabamento desempenado.

    Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado.

  • CAR 44/202

    2.1.3.7 COBERTURA

    2.1.3.7.1 ESTRUTURA METALICA EM TESOURAS METALICAS OU TRELIAS, VO LIVRE 12m.

    Designao:

    Execuo de estrutura tipo Fink, de ao, para cobertura. Recomendaes: A execuo da estrutura dever obedecer aos desenhos do projeto estrutural e s especificaes dos insumos utilizados. Uso de mo-de-obra especializada. Uso obrigatrio de Equipamento de Proteo Individual (EPI). Procedimentos de Execuo: Aps o corte, as peas devero ser esmerilhadas e removidas as rebarbas para permitir o ajustamento das partes que sero parafusadas ou soldadas. Na execuo parafusada, devero ser colocados parafusos provisrios, para manter a posio relativa das peas estruturais, antes de sua fixao definitiva. Na execuo soldada, devero ser observados os cuidados no emprego das soldas. Aps a fabricao, as superfcies devero ser limpas e pintadas, de acordo com as especificaes de pintura do projeto. Todas as peas devero receber duas demos de pintura anticorrosiva e duas demos de pintura de acabamento. A estrutura dever ser montada, nivelada e prumada, dentro das tolerncias previstas pela norma brasileira. Durante a montagem, a estrutura ser parafusada ou soldada para que possa absorver os carregamentos previstos. As ligaes permanentes, soldadas ou parafusadas, s devero ser completadas depois da estrutura devidamente alinhada, nivelada e aprumada. Unidade de Medio:

    Para fins de recebimento, a unidade de medio o metro quadrado de rea de projeo do telhado.

    2.1.2.7.2 FORNECIMENTO DE TELHA METALICA TRAPEZOIDAL NA ESPESSURA 0,43 MA COR NATURAL.

    Designao:

    Telhado com telha termo acstica trapezoidal. Recomendaes: A cobertura dever ser executada conforme as recomendaes da norma brasileira e nas dimenses e forma indicadas no projeto executivo. As telhas sero apoiadas sobre as faces das teras, formando uma superfcie de contato com a largura mnima de 4 cm.

  • CAR