Modelo Pré-projeto

download Modelo Pré-projeto

of 10

  • date post

    15-Jul-2015
  • Category

    Documents

  • view

    716
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of Modelo Pré-projeto

ll- Ttulo: Cultura organizacional e atividade logstica: um estudo de multi-casos em rgos da administrao pblica do estado de Minas Gerais.

Autora: Valria Melquades de Aquino

2- Introduo

A todo tempo vivenciamos mudanas em nosso mundo e nas organizaes. Nesse contexto, as organizaes so chamadas a transformaes e adaptaes, a fim de sobreviverem no ambiente, que se torna cada vez mais complexo, marcado pelos avanos tecnolgicos e cientficos, mudanas de conceitos, valores e quebra de paradigmas, que norteiam todos os segmentos da sociedade. No novo ambiente globalizado, onde as interaes sociais ocorrem entre pessoas de diferentes regies e pases, a palavra cultura surge como uma varivel fundamental para a compreenso do fenmeno organizacional. Segundo Lima e Albano (2002) para que se possa compreender e intervir melhor em uma organizao se faz necessrio investigar e estudar sua cultura considerando o contexto histrico e cultural em que ela est inserida. No contexto das organizaes pblicas, a luta de foras se manifesta entre o "novo e o velho", isto , as transformaes e inovaes das organizaes no mundo contemporneo ante uma dinmica e uma burocracia arraigadas (PIRES; MACEDO, 2006). Nessas organizaes h a necessidade do novo, e nesse sentido significativas intervenes ocorrem por meio das chamadas reformas ou modernizaes administrativas, uma vez que elas se deparam com a necessidade de inovao, tanto em aspectos administrativos quanto em polticos. Mais que isso, precisam integrar aspectos polticos e tcnicos no intuito de construir um modelo de gesto pblica capaz de tornar o Estado mais aberto s necessidades dos cidados, mais voltado para o interesse pblico e mais eficiente na coordenao da economia e dos servios pblicos (PIRES; MACEDO, 2006; PAULA, 2005).

2

Frente a esse cenrio de mudana e inovao, a gesto da logstica, de forma a integrar suas atividades, vem ganhando destaque. Segundo Bowersox e Closs (2009), a logstica possui uma complexidade extraordinria, e as empresas de vanguarda descobriram que um sistema logstico bem planejado, integrado e operado de maneira adequada, com foco no cliente, pode ajudar a obter vantagem competitiva sustentvel. A logstica tem o objetivo de tornar disponveis os produtos ou servios, no local em que so necessrios, no momento em que so desejados, e ao menor custo possvel, agregando valor ao sistema quando o estoque corretamente posicionado para facilitar as vendas, ou no caso da organizao pblica, facilitar e proporcionar o melhor atendimento aos beneficirios das polticas pblicas (BALLOU, 2005). Muitos autores (COSTA, 1998; ABERDEEN GROUP, 2004), j h muito exploraram que as funes logsticas de uma organizao pblica tm peculiaridades que as distinguem das organizaes do setor privado. Entretanto, cabe ressaltar que operaes logsticas no setor pblico continuam a ser operaes logsticas. Seguindo a linha da inovao, desde o ano de 2003, o estado de Minas Gerais deu incio a um processo de mudanas em sua administrao pblica na tentativa de romper com problemas de gesto advindos de governos anteriores. Naquele ano o governo mineiro apresentou o Choque de Gesto, como uma alternativa necessria superao do quadro econmico, fiscal e administrativo-institucional vigente poca. O Choque de Gesto teve como objetivo principal impulsionar a administrao pblica estadual a assumir novos padres comportamentais e a se posicionar de maneira mais agressiva em busca de eficcia e eficincia. O objetivo almejado com a consolidao da poltica (ainda em vigor) era o de, numa perspectiva temporal de longo prazo, transformar Minas Gerais no melhor estado brasileiro para se viver. Para tanto, novos modelos de gesto e modernizao do aparato institucional foram propostos (QUEIROZ; CKAGNAZAROFF, 2010). Diante desse contexto de modernizao da administrao pblica estadual na busca da eficcia e eficincia dos servios pblicos por ela prestados e do importante papel da atividade logstica na reduo dos custos e melhoria dos servios, apresenta-se o seguinte

3questionamento: "Qual a relao entre cultura organizacional e atividade logstica na administrao pblica do Estado de Minas Gerais"? A cultura organizacional um conceito essencial construo das estruturas organizacionais. A cultura assume o papel de legitimadora do sistema de valores, expressos atravs de rituais, mitos, hbitos e crenas comuns aos membros de uma organizao, que assim produzem normas e comportamento genericamente aceito por todos. A questo da atividade logstica colocada a fim de se demonstrar como ela inclui todas as atividades importantes para a disponibilizao de bens e servios aos consumidores, quando e onde estes quiserem adquiri-los, garantindo vantagens sustentveis organizao atravs da reduo de custos e satisfao dos clientes, no caso do Estado, dos beneficirios das polticas pblicas. Para a anlise do problema apresentado, um estudo multi-casos de 2 rgos da administrao pblica do Estado de Minas Gerais poder retratar como a cultura organizacional destas organizaes esto orientando as atividades logsticas na busca da garantia de eficcia e eficincia dos servios prestados sociedade.

3 - Referencial Terico

As organizaes esto inseridas dentro de um ambiente e interagem com este recebendo influncias e influenciando-o. As pessoas que atuam nas organizaes so agentes que contribuem para essa interao constante. medida que um grupo de pessoas se rene para desenvolver uma determinada atividade, esse grupo inicia tambm a construo de seus hbitos, sua linguagem e sua cultura. Hall (1982) cita que uma das condies do ambiente externo de importncia vital e mais difcil de medir a cultura e acrescenta: em seu impacto sobre as organizaes, a cultura no uma constante, nem mesmo num contexto isolado. O conceito de cultura necessrio e muito utilizado porque atende a vrias necessidades e vrios interesses da sociedade e dos prprios pesquisadores. A cultura implica estabilidade,

4

enfatiza demonstraes conceituais, serve como fator aglutinador para levar os membros do grupo em direo ao consenso, implica dinmica e padronizao. Podemos afirmar que o indivduo essencialmente um ser de cultura. Nesse sentido, a cultura torna possveJ a transformao da natureza e faz com que os povos se diferenciem pelas suas elaboraes culturais, invenes e diferentes resolues e dos problemas. Ao se pesquisar a bibliografia relacionada cultura organizacional, verifica-se que, em geral os conceitos encontrados so muito parecidos ou se complementam. A cultura organizacional tem sido tema de muitas publicaes, uma vez que melhores intervenes nas organizaes so possibilitadas pelo conhecimento da mesma. No entanto destacou-se a conceituao de Nassar (2000):"... cultura organizacional o conjunto de valores, crenas e tecnologias que mantm unidos os mais diferentes membros, de todos os escales hierrquicos, perante as dificuldades, operaes do cotidiano, metas e objetivos. Pode-se afirmar ainda que a cultura organizacional que produz junto aos mais diferentes pblicos, diante da sociedade e mercados o conjunto de percepes, /cones, ndices e smbolos que chamamos de imagem corporativa."

De acordo com Vergasta (2001), "A cultura organizacional no algo pronto e acabado, mas est em constante transformao, de acordo com sua histria, os seus atores e com a conjuntura." Segundo Lima e Albano (2002), para analisar e intervir em uma organizao se faz necessrio englobar todos os componentes organizacionais e ter uma ateno especial aos chamados "sintomas culturais" tais como: o perfil dos lderes e clientes internos, os ritos e smbolos presentes nas relaes, os tipos de comunicao adotados, a filosofia que guia a poltica de gesto, o clima organizacional, a coerncia entre a misso da organizao e as atitudes comportamentais de seus componentes, enfim inmeros fatores significativos para a visualizao da cultura organizacional. Para se compreender a cultura em pases diferentes, necessrio entender a sociedade e a cultura nacionais, suas concepes de vida em sociedade, seus valores e a forma de governo de um determinado grupo (PIRES; MACEDO, 2006). Nesse sentido, faz-se necessrio a contextualizao da cultura brasileira, visto que as caractersticas culturais do pas (do qual Minas Gerais integrante) tendem a se refletir nas culturas organizacionais.

5

O Brasil um pas extremamente heterogneo, com diferenas ressaltadas pela sua extenso (dimenses continentais), pela influncia de povos de inmeros pases, pela grande miscigenao, somando ainda as diferenas regionais com suas culturas prprias. Mesmo havendo essas sub-culturas tpicas de cada regio, no seria justo pensar a cultura nacional de forma fragmentada, mas sim como a integrao de todos esses traos culturais. De acordo com Freitas (1991), o conhecimento dos traos brasileiros, que so caractersticas gerais e comuns maioria do povo brasileiro, de suma importncia para realizar uma anlise organizacional. Os traos brasileiros que se destacam so: a hierarquia representada pela tendncia a centralizao do poder dentro dos grupos sociais, o distanciamento nas relaes entre diferentes grupos sociais e a passividade e aceitao dos grupos inferiores; o personalismo, que caracterizado pela sociedade baseada nas relaes pessoais, a busca de proximidade e afeto nas relaes e o paternalismo; a malandragem incutida no tpico "jeitinho brasileiro" e a adaptabilidade e flexibilidade como meio de navegao social; o sensualismo, caracterizado pelo gosto do ertico e do social nas relaes sociais; e, finalmente, o trao aventureiro que define o tipo que tem averso ao trabalho manual e metdico e mais sonhador do que disciplinado. Portanto, somente conhecendo esses traos culturais possvel fazer adaptaes dos modelos gerenciais importados s organizaes brasileiras. Nesse momento, faz-se importante a discusso de como a cultura organizacional pode orientar o desenvolvimento, do pensamento e das prticas logsticas, na busca de servios pblicos mais eficientes e eficazes. As ltimas dcadas trouxeram notveis desenvolvimentos, especialmente no mbito empresarial (BOWERSOX et ai., 2007). Esses desenvolvimentos deveram-se basicamente, ao acirramento da competitividade em nvel internacional e vertiginosa expanso das aplicaes da tecnologia da informao para a gesto das organizaes. A excelncia das operaes logsticas de uma empresa passou a ser elemento vital para sua sobrevivncia em mercados cada vez mais internacionalizados, competitivos e oligopolizados. A maneira como a produo de bens passou a ser organizada articulou-se a transformaes radicais nas prticas tradicionais de aquisio, transporte, estocagem, armazenamento e embalagem (VAZ; LOTTA, 2011).

6

Atividades logsticas so exercidas pelos indivduos h muitos anos, mas recentemente foi incrementada com a viso da gesto coordenada de atividades inter-relacionadas, em substituio prtica histrica de administr-las separadamente, e do conceito de que a logstica agrega valor a produtos e servios essenciais para a satisfao do consumidor e aumento das vendas. Segundo o Council of Logistics Management (apud BALLOU, 2005), uma organizao de gestores logsticos, educadores e profissionais da rea criada em 1962 para incentivar o ensino nesse campo e incentivar o intercmbio de idias, logstica se define como:"Processo de planejamento, implementao e controle do fluxo eficiente e eficaz de mercadoria, servios e das informaes relativas desde o ponto de origem at o ponto de consumo com o propsito de atender s exigncias dos clientes".

Essa definio sugere ser a logstica um processo, o que significa que inclui todas as atividades importantes para a disponibiizao de bens e servios aos consumidores quando e onde estes quiserem adquiri-los. Recentemente surgiu um termo que capta melhor a essncia da logstica integrada e inclusive a ultrapassa, Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos (GCS ou SCM do ingls Supply Chain Management). Segundo Bailou (2005), o gerenciamento da cadeia de suprimentos destaca as interaes logsticas que ocorrem entre as operaes de marketing, logstica e produo no mbito de uma empresa, e dessas mesmas interaes entre as empresas legalmente separadas no mbito do canal do fluxo de produtos. Oportunidades para a melhoria dos custos ou servios aos consumidores so concretizadas mediante coordenao e colaborao entre os integrantes desse canal nos pontos em que algumas atividades essenciais da cadeia de suprimentos podem no estar sobre o controle direto dos especialistas em logstica. O foco gerencial estritamente estratgico e a mudana de nfase do agrupamento das funes para a integrao do processo logstico e da Gesto Cadeia e Suprimentos (GSM) passam a ser vistas como fundamentais. A questo principal deixou de ser como organizar e com quais outras funes individuais agrupar para se obter o melhor desempenho ou prticas e passou a ser como administrar melhor o processo logstico total para criao de valor ao cliente (BALLOU, 2005).

7

As atividades logsticas no estgio de integrao por processos, ou simplificando logstica integrada, sofrem influncia dos componentes organizacionais, dos fatores contingenciais e, consequentemente, da cultura organizacional. Alguns autores destacam essas influncias: Bowersox e Dugherty (1995) e Bowersox et ai. (2006) descrevem que medida que as organizaes passam peJos estgios organizacionais da logstica, a freqncia que os nveis hierrquicos, o grau de formalizao e centralizao diminuam. Para Germain et ai. (2008), o ambiente organizacional deve ser levado em considerao ao modelar a estrutura organizacional para minimizar a variabilidade da logstica integrada , que trata da inconsistncia nos fluxos de materiais e de informaes desde o incio at o final da cadeia de suprimento. Precisa-se levar em conta que quando o ambiente for estvel o controle formal favorece a melhores resultados financeiro e inibi essa variabilidade, mas quando o ambiente for instvel somente a integrao das reas funcionais com flexibilidade e controle dos processos logsticos e da GCS torna isso possvel. Conforme Germain et ai. (2001), quanto mais consistente e reduzido a variabilidade da logstica integrada, mais produtivo se torna os processo e com maior valor agregado, implicando em custos baixos e melhor desempenho financeiro. Ainda, de acordo com Bowersox et ai, (2007), tanto os objetivos quanto as estratgias devem ser formulados com a participao de todos os envolvidos na organizao, pois alm de trocar e gerar conhecimento, sabem o que se esperam deles, o que devem buscar atingir e como, promovendo maior integrao e melhor gesto da organizao e da logstica. Depois de apresentados os aspectos da logstica integrada, que garantem s organizaes maior eficincia e eficcia, na prestao dos servios prestados, percebe-se que tambm importante a articulao e a harmonia deles com a cultura organizacional para que as polticas pblicas produzam resultados na sociedade. Neste contexto, Silva (2000) responsabiliza o gestor por desempenhar esta tarefa. Ressalta-se, ento, a funo da gesto na execuo do papel da organizao na sociedade. Sendo a gesto a energia vitalizadora das organizaes, independentemente se elas so entidades privadas, agncias pblicas, sem fins lucrativos ou organismos no governamentais.

8

Considerando as especifcidades das organizaes pblicas, Silva (2000) caracteriza a gesto como um processo de escolha e equilbrio que acontece num particular sistema de setores articulados entre si. Dessa forma, reiteramos a importncia desta atividade como um processo, flexvel e participativo, trabalhando os fatores organizacionais relacionados com as atividades logsticas dos rgos pblicos.

4 - Metodologia

O objetivo geral do estudo consiste em verificar como a cultura organizacional dos rgos pblicos do Estado de Minas Gerais se relaciona com as atividades logsticas por eles executadas. Os objetivos especficos compreendem: 1) Identificar os saberes que constituem a cultura organizacional que impregna as prticas dos rgos pblicos mineiros; 2) Verificar quais so as atividades logsticas praticadas por essas organizaes e como as mesmas so geridas; 3) investigar como a cultura dessas organizaes influenciam o desempenho das atividades logsticas. Para alcanar os objetivos propostos, prope-se a realizao de entrevistas semi-estruturadas com pessoas de diferentes funes nos rgos da administrao pblica e seus gerentes e anlise documental. A referida pesquisa possui um carter descritivo e sugere o uso do mtodo qualitativo de multi-casos, utilizando 2 rgos da administrao pblica do estado de Minas Gerais como objeto de pesquisa. A anlise dos dados dever ser qualitativa, visando uma maior compreenso do discurso dos entrevistados.

5 - Bibliografia

ABERDEEN GROUP. Supply management in the public sector: improviments required. Boston, 2004. Disponvel em: . Acesso em 17 set. 2011. BALLOU, Ronald. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/Logstica Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2005. BOWERSOX, Donald. CLOSS, David. Logstica Empresarial: o processo de integrao da cadeia de suprimento. So Paulo: Atlas, 2009. BOWERSOX, Donald et ai Gesto da Cadeia de Suprimentos e Logstica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. BOWERSOX, Donald et ai. Gesto da Cadeia de Suprimentos e Logstica. Porto Alegre: Bookman, 2006. BOWERSOX, Donald. CLOSS, David. Logstica Empresarial: o processo de integrao da cadeia de suprimento. So Paulo: Atlas, 2001. COSTA, Andr Lucirton. Sistema de compras pblicas e privadas no Brasil. Revista de Administrao, So Paulo, v. 35 n. 4, out./dez. 2000. FREITAS, Maria Ester de. , Cultura organizacional: formao, tipologias e impacto.So Paulo: Makron Books ,1991. GERMAIN, Richard et ai. The mediating role of operations knowledge in the relationship of context with performance. Journal of Operations Management. Amsterdam, v. 19, n. 4, p. 453-469, Jul. 2001. Disponvel em www.elsevier.com/wps/fmd/journaldescription.cws.../ >. Acesso em 17 de set. de 2011. GERMAIN, Richard et ai Supply chain variability, organizational structure, and performance: the moderating effect of deman umpredictability. Journal of Operations Management. Amsterdam, v. 26, n. 5, p. 557-570, Out. 2008. . Disponvel em < www.elsevier.com/wps/fmd/journaldescription.cws.../ >. Acesso em 17 de set. de 2011.

HALL, Richard H. Organizaes: estrutura e processos. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1982;. LIMA, Susi M. Barcelos e; ALBANO, Adriana Graffe. Um estudo sobre cultura e clima organizacional na concepo de diferentes autores. Rev. CCEI - LJRCAMP, v.6, n. l O, p. 33-40 ago., 2002. Disponvel em littp://www.facape.br/ruth/admcomport organ/Conceito de cultura e clima orRanizacional.pdf>

10NASSAR, Paulo. Histria e cultura organizacional. In: Revista Comunicao Empresarial N 36, 2000. PAULA, Ana Paula de Paes de. Administrao Pblica Brasileira entre o gerencialismo e a gesto social. Revista de Administrao de Empresas. So Paulo. v. 45, n 1. mar. 2005. Disponvel em: . Acesso em 17 set. 2011. PIRES, Jos Calixto de Souza; MACEDO, Ktia Barbosa. Cultura organizacional em organizaes pblicas no Brasil. Revista de Administrao Pblica. Rio de Janeiro, vol.40, n. 1. Jan./Fev. 2006. Disponvel em < http://www.scielo.br/scielo.php>. Acesso em 17 de Set. 2011 QUEIROZ, Roberta Graziella; CKAGNAZAROFF, Ivan Beck. Inovao no setor pblico: uma anlise do choque de gesto (2003-2010) sob a tica dos servidores e dos preceitos tericos relacionados inovao no setor pblico. Revista de Administrao Pblica. Rio de Janeiro. 44(3): 679-705 mai./jun. 2010. SILVA, Antnio Luiz de Paula e. Utilizando o planejamento como ferramenta de aprendizado. So Paulo: Global, 2000. VAZ, Jos Carlos; LOTTA, Gabriela Spanghero. A contribuio da logstica integrada s decises de gesto das polticas pblicas no Brasil. Revista de Administrao Pblica. Rio de Janeiro. 45(1):107-139, Jan./Fev. 2011. VERGASTA, Patrcia Dantas. 2001. Cultura e aprendizagem organizacional. Disponvel em: . Acesso em: 16 set. 2002.