MORAL- VERTENTES DA MORAL.  MORAL- É uma expressão por todos conhecida mais nem...

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MORAL- VERTENTES DA MORALMORAL- uma expresso por todos conhecida mais nem sempre observada.INTUIO MORAL- Se traduz atravs de uma conscincia humana que a diferencia da expresso amoralismo.Assim, pode haver homens imorais, em relao a determinados cdigos vigentes, mas no existem homens amorais, no existem homens que carea de sentido da linguagem moral. PRECEITOS TICOSOs preceitos ticos so imperativos. Assim, para serem aceitos pelos destinatrios, precisam estes acreditar que derivem de justificativa consciente.CORRENTES SOBRE A TICA-ABSOLUTISTA E APRIORISTA-Sua validade atemporal e absoluta.RELATIVISTA E EMPRICA- A norma tica tem vigncia puramente convencional e mutvel.Outra diferena que a absolutista proclama o conhecimento da norma tica a priori.A relativista acredita seja de ordem emprica. O empirismo advoga a existncia de vrias morais, e portanto, do sub subjetivismo. O absolutismo, prope a moral universal absoluta.

Para a absolutista- Cada ser humano, considerado normal pelo senso comum, aquela poupado de qualquer estado patolgico, provido da bssola natural que o predispe em discernir, naturalmente o que certo do que errado. Sendo a figura do semforo moral elucidativa.So os denominados signos verde, amarelo e vermelho. Onde reside o sentido de valor.Verde- Passagem livre.Amarelo- PrecauoVermelho- Vedao

Moral segundo alguns doutrinadores aquilo que nos faz sentir bem e imoral o que nos faz sentirmos mal.O intucionismo, tambm conduziria a esse estado espontnea descoberta do que certo e do que do que errado. Essa intuio faz parte do sexto sentido, modo de conhecimento super ou supraintelectual que permite que se detecte a realidade por dentro, de modo absoluto e singelo.Assim no seria necessrio consultar um cdigo para saber que matar contra a natureza humana, contra a razo e senso comum dos seres racionais.

J os relativistas entendem no haver sentido falar-se em valores margem da subjetividade humana.Cada qual saberia estabelecer a sua hierarquia valorativa, de acordo com as circunstncias personalssimas.Assim pessoa tica deveria corresponder uma conduta compatvel com um ncleo comum de valores, consensualmente aceitos e com permanncia na histria da humanidade, em lugar dos achismos.

Porm legitimar, com respaldo na mais absoluta autonomia da vontade, que cada qual faa o que quiser em todos os setores da vida parece ilgico, irracional e perigoso. Um teor mnimo de sensatez suficiente para o convencimento de que o relativismo tico um grande risco para a humanindade.

CLASSIFICAO DA TICATICA EMPRICA- Kant que comeou a distinguir entre filosofia emprica e filosofia pura. Para ele, emprica a filosofia baseada na experincia e pura a fundada em princpios racionais. Sendo tica emprica quela que pretende derivar seus princpios da mera observao dos fatos.Sustentam os empiristas que as teorias da conduta se baseiam no exame da vida moral. No se deve questionar o que o homem deve fazer e sim o que o homem realmente faz. Tese perigosa essa. Porque o empirismo desemboca no relativismo. Se manifestando diante da fragilidade humana.

O subjetivismo tico ou subjetivismo moral uma das principais variantes da tica emprica. Cada sujeito estabelece o padro tico que lhe convenha. Assim, se cada sujeito estabelece um padro tico, as idias morais variam de indivduo a indivduo ou de sociedade para sociedade, o bem e o mal carecero de existncia objetiva.

TICA ANARQUISTAO vocbulo anarquista, que se vincula a corrente pejorativa de anarquia, originou-se do grego que significa sem governo.Se traduz atravs de uma inspirao primria institiva para a liberdade. Tendo direito o homem de usufruir de toda a liberdade de agir, sem limitao de normas, de espao e de tempo, fora dos limites existenciais do prprio indivduo.

O anarquismo repudia toda norma e todo valor. Direito, moral, convencionalismos sociais, religio, tudo constitui exigncia arbitrria, nascida da ignorncia da maldade e do medo.Modernamente, o anarquismo pode se apresentar como anarquismo individualista ou como anarquismo comunista ou libertrio. Coincidem ambos em dois pontos:A liberdade absolutista a aspirao suprema do indivduo;Toda organizao da sociedade deve desaparecer, por contrariar as exigncias da natureza.

Os dois postulados derivam do mesmo princpio: S tem o que no contraria as tendncias e impulsos naturais.

TICA UTILITARIATAO vocbulo utilitarista se presta a vrios sentidos, tantos quantos se possa atribuir o vocbulo utilidade.Jeremy Bentham- foi quem formulou o mais disseminado conceito de utilidade. Para ele, se entende por utilidade aquela propriedade, em qualquer objeto, mediante a qual tende a produzir benefcio, vantagem ou prazer, bem ou felicidade.

Porm essa idia fora difundida antes por Hobbes, Locke e Dave Hume, entre outros filsofos.Francis Hutcheson, menos citado autor, afirma que a melhor ao a procura da maior felicidade.Em linhas gerais o utilitarismo se caracteriza por considerar bom o que til.

TICA CETICISTA

Ceticismo a corrente de pensamento que se contrape ao dogmatismo.Miguel Reale define essa corrente : enquanto dogmatismo afirma a possibilidade de atingir-se a verdade com certeza e sem limites a priori, o ceticismo implica uma constante atitude dubitativa ou em todos os graus e formas de conhecimento, convertendo a incerteza em caracterstico essencial dos enunciados tanto da Cincia como da Filosofia.

O ctico no acredita em nada, ou desacredita de tudo. Seu pensamento se reduz a um pndulo a oscilar entre plos dogmticos opostos, sem se deter em qualquer um deles. E a dvida no implica o conhecimento. uma mera suspenso do juzo. Ctico no o que nega, nem o que afirma, seno o que se abstm de julgar.

A divisa de Scrates, s sei que nada sei, sustenta que algo se sabe com certeza: sabe-se, ao menos, que nada se sabe. Esse o primeiro passo na senda do conhecimento. Scrates compreendeu o valor da dvida como mtodo dialtico. Vale portanto ,distinguir entre dvida metdica e dvida sistemtica.

Dvida Metdica- A dvida serve como mtodo utilizado para eliminao de possveis erros. uma atitude provisria, uma transitria suspenso do juzo como medida de segurana contra o risco de equivocar-se.Mais essa dvida s ir existir por algum tempo, apenas como pausa para atingir a certeza, postura dogmtica, no ctica. Uma boa deciso no pode prescindir de um tempo de serenidade para reflexo. Quando existe dvida essa dvida se torna saudvel para uma formao de conscincia de certeza a posteriori.

Duvidar como instrumento metdico leva a um saber induvidoso e, portanto, a um ndice de maior certeza. O homem que analisa tudo o que sabe no pode duvidar do sue prprio pensamento.Se duvida pensa, se pensa, existe.

Dvida sistemtica- Essa dvida prpria dos cticos que duvidam de tudo e de forma permanente.Eles declaram no crer em coisa alguma.Neste caso pode haver a dvida permanente em teoria, mais no pode se convert-la em critrio de conduta.

Na dvida sistemtica existe a completa paralisia do pensamento. No h dvida sobre o certo e o errado. A nica atitude conseqente com o credo ctico consiste em abster-se de adotar uma atitude.Nesse caso a atitude de no fazer nada equivale a uma omisso. E a omisso se traduz pela falta de necessidade de agir.

Assim, o ceticismo se mostra impensvel como teoria, e se torna incompatvel com a ao e impraticvel como regra de conduta moral.Na realidade, os cticos no pregavam o ceticismo absoluto. Admitiam a existncia de alguns valores e a necessidade de uma moral.Aceitavam algumas regras propiciadoras de uma relativa felicidade:Seguir as indicaes da natureza;Ceder aos impulsos das disposies passivas; Ex: s comer quando tiver fomeSubmeter-se as leis e costumes do pai onde se vive;No permanecer inativo e cultivar alguma arte.

Garcia Mynez fala que esse critrio se baseia em quatro regras:A primeira repousa sobre o pressuposto de que o valioso tem origem na natureza.A segunda se baseia na idia de que as necessidades humanas dever ser satisfeitas com moderao.A terceira implica o reconhecimento de que as leis e costumes do pais merecem acatamento e respeito.A quarta condena a inatividade e exalta a dignidade e o trabalho.

TICA SUBJETIVISTAA origem do subjetivismo se encontra em Protgoras, para quem o homem a medida de todas as coisas; da existncia das que existem e da no existncia das que no existem.Analisando esse postulado cada homem a medida do real. Em outras palavras a verdade no objetiva mais h tantas verdades quanto os sujeitos cognoscentes.A teoria de Protgoras conduziria ao agnosticismo. a impossibilidade de se conhecer tudo aquilo insuscetvel de comprovao emprica. Todas as opinies parecem verdadeiras igualmente, e se tudo verdade, nada certo,pois o que a uma pessoa parece evidente a outra parece falso.

SUBJETIVISMO TICO SOCIALPretende ser uma teoria objetiva, onde os valores ticos seriam produzidos pela apreciao coletiva. Assim se uma parcela considervel da humanidade considera algo valioso, ento isso ser realmente valioso. A maioria tambm pode errar.A tica dos bensSegundo Miguel Reale o bem a fora da tica. A vida humana o percurso em busca do bem.Toda tica deveria ter receita de consecuo do bem. Ao contrrio do relativismo, essa formulao sustenta a existncia de um valor fundamental denominado de bem supremo.