Mozart Neves Ramos COEB 2011 Aprendizagem em Contexto ... Estatuto da Crian§a e do Adolescente

download Mozart Neves Ramos COEB 2011 Aprendizagem em Contexto ... Estatuto da Crian§a e do Adolescente

of 36

  • date post

    01-Dec-2018
  • Category

    Documents

  • view

    212
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of Mozart Neves Ramos COEB 2011 Aprendizagem em Contexto ... Estatuto da Crian§a e do Adolescente

  • Mozart Neves RamosCOEB 2011 Aprendizagem em Contexto

    Florianpolis 8 de fevereiro de 2011

    1

  • Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA)

    Constituio Federal de 1988.

    Alteraes nos textos legais da rea educacional.

    Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional LEI

    9.394 de 1996.

    o Plano Nacional de Educao Lei n . 10.172/2001.

    2

  • A REVISO DAS

    DIRETRIZES DAS ETAPAS E

    MODALIDADES DA

    EDUCAO BSICA

    (DCNGEB)

    -Parecer CNE/CEB N:7/2010

    -Resoluo CNE/CEB N: 4/2010

  • a) As Diretrizes Curriculares da Educao Bsica

    devem ser o guarda-chuva das demais

    diretrizes curriculares especficas para as etapas

    e modalidades: conceito de educao bsica,

    princpios (integrar a totalidade), relao entre as

    etapas, modalidades (assegurar a articulao,

    integrao e transio entre as etapas);

    b) A educao, enquanto direito inalienvel de todos

    os cidados, condio primeira para o exerccio

    pleno dos direitos sociais, civis e polticos;

    Algumas Premissas das DCNGEB:

  • c) A dimenso articuladora das diretrizescurriculares leva em conta a integrao das trsetapas e modalidades da Educao Bsicafundamentadas na inseparabilidade dosconceitos referenciais: cuidar e educar;

    d) O foco deve incidir na superao de polticascurriculares fragmentadas, em melhoria ouavanos esparsos nesta ou naquela etapa, massim o de garantir polticas que efetivem oprocesso de integrao e transio entre asetapas e a garantia ao estudante de acesso,permanncia, aprendizagem e concluso deseus estudos.

    5

  • Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Bsica: educao infantil, ensino fundamental e

    mdio e Modalidades tm como fundamento essencial a responsabilidade que o Estado

    brasileiro, a famlia e a sociedade tm de garantir:

    a) a democratizao/universalizao do acesso (Metas 1, 2, 3 e 4 do novo PNE);

    b) a permanncia, a aprendizagem (Metas 5 e 7 do novo PNE) e o sucesso das crianas e

    jovens na instituio educacional, em idade prpria a cada etapa e modalidade;

    c) a continuidade dos estudos em direo progressiva extenso da obrigatoriedade (Meta 12 do

    novo PNE); d) a gratuidade da educao bsica;

  • A ampliao do acesso escola no foi acompanhada por uma melhoria da qualidade

    Hoje, grande parte dos alunos passa pelas salas de aula sem aprender

    Porcentagem de alunos que aprenderam o que era adequado ao final de cada etapa da Educao

    Bsica

    Fonte: Saeb/Inep elaborao de Todos Pela Educao - 2009

    * Pontuao mnima na escala do Saeb, estabelecida pelo Todos Pela Educao5 ano EF Lngua Portuguesa: mais de 200 pontos. Matemtica: mais de 225 pontos8 ano EF - Lngua Portuguesa: mais de 275 pontos. Matemtica: mais de 300 pontos3 ano EM - Lngua Portuguesa: mais de 300 pontos. Matemtica: mais de 350 pontos

    Etapa da Educao Bsica

    Lngua Portuguesa Matemtica

    5 ano do Ensino Fundamental

    34,2% 32,54

    9 ano do Ensino Fundamental

    26,3% 14,7%

    3 ano do Ensino Mdio

    28,9% 11,0%

  • Matemtica nos ltimos 10 anos

    Fonte: Saeb/Inep elaborao de Todos Pela Educao - 2009

    Etapa da Educa

    oBsica

    1999 2001 2003 2005 2007 2009

    5 anoE.F.

    14,4% 14,9% 15,1% 18,7% 23,7% 32,5%

    9 anoE.F.

    13,2% 13,4% 14,7% 13,0% 14,3% 14,7%

    3 anoE.M.

    11,9% 11,6% 12,8% 10,9% 9,8% 11,0%

  • SRIE

    1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3

    ALUNOS

    MATRCULAS 2008ENSINO FUNDAMENTAL MDIO

    2.266.667 3.749.503 3.899.503 3.820.698 4231.765 3760.732 3.365.933 3.107.831 3.283.076 2.535.908 2.176.5473.884.405

  • 1. Os 14 anos de vigncia da LDB; as inmeras alteraes nela introduzidaspor vrias leis; edio de outras leis que repercutem nos currculos daEducao Bsica;

    2. A aprovao do Fundo de Manuteno e Desenvolvimento da EducaoBsica e de Valorizao dos Professores da Educao (FUNDEB),regulado pela Lei n 11.494/2007;

    3. A aprovao e implantao das medidas expressas na Lei n 11.738/2008,que regulamenta o piso salarial profissional nacional para os profissionaisdo magistrio pblico da EB;

    4. Aprovao do Parecer CNE/CEB n 9/2009 e Resoluo CNE/CEB n2/200-Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remunerao dosProfissionais do Magistrio da Educao Bsica Pblica.

    5. Alterao na Constituio, pela promulgao da Emenda Constitucional n59/2009;

    6. A CONAE 2010 e a elaborao de um novo Plano Nacional de Educao(2011-2020);

    10

  • 11

    A REVISO DAS DIRETRIZES

    DAS ETAPAS E MODALIDADES

    DCNGEB PARECER CNE/CEB

    N:7/2010

  • 12

  • A qualidade social da educao escolar supe a

    universalizao da educao bsica, a permanncia e a

    aprendizagem do estudante na escola de acordo com o

    seu desenvolvimento humano e a concluso dos estudos

    com sucesso, no s com a reduo da evaso, mas

    tambm da repetncia e da distoro idade/ano/srie.

    A qualidade social da educao brasileira uma conquista

    a ser construda de forma negociada, pois significa algo

    que se concretiza a partir da qualidade da relao entre

    todos os sujeitos que nela atuam direta e indiretamente.

    13

  • reviso das referencias conceituais quanto aos

    diferentes espaos e tempos educativos,

    abrangendo espaos sociais na escola e fora dela;

    considerao sobre a incluso, a valorizao das

    diferenas e o atendimento a pluralidade e a

    diversidade cultural, resgatando e respeitando as

    varias manifestaes de cada comunidade;

    14

  • foco no projeto politico-pedaggico, no gosto pela

    aprendizagem e na avaliao das aprendizagens

    como instrumento de continua progresso dos

    estudantes;

    inter-relao entre organizao do currculo, do

    trabalho pedaggico e da jornada de trabalho do

    professor, tendo como objetivo a aprendizagem

    do estudante;

    15

  • compatibilidade entre a proposta curricular e a

    infra-estrutura entendida como espao

    formativo dotado de efetiva disponibilidade de

    tempos para a sua utilizao e acessibilidade;

    valorizao dos profissionais da educao,

    com programa de formao continuada,

    critrios de acesso, permanncia,

    remunerao compatvel com a jornada de

    trabalho definida no projeto politico-

    pedagogico;

    16

  • Cursos UFCE UFRGS UFMG UFPE

    Direito 490,9 662,8 113,6 7,76

    Medicina 483,3 721,1 128,0 8,29

    Cincias da Computao 478,2 591,7 102,4 6,35

    Odontologia 470,0 605,6 89,6 5,58

    Jornalismo 485,9 626,3 108,8 7,27

    Pedagogia 448,1 463,5 65,6 4,74

    Licenciatura em Biologia - - - 3,50

    Licenciatura em Fsica 390,0 466,4 75,2 4,46

    Licenciatura em Qumica 379,2 516,0 80,0 3,55

    Licenciatura em Matemtica 417,2 456,5 64,0 3,29

  • Disciplina % Docentes

    L. Portuguesa 62%

    Matemtica 58%

    Biologia 56%

    Fsica 25%

    Qumica 38%

    L. Estrangeira 40%

    E. Fsica 77%

    E. Artstica 38%

    Histria 65%

    Geografia 61%

  • integrao dos profissionais da educao, dos

    estudantes, das famlias, dos agentes da

    comunidade interessados na educao;

    realizao de parceria com rgos, tais como

    os de assistncia social e desenvolvimento

    humano, cidadania, cincia e tecnologia,

    esporte, turismo, cultura e arte, sade, meio

    ambiente.

    20

  • 1. Concepo e organizao do espaocurricular e fsico que se imbriquem ealarguem...(indo alm dos muros da escola);

    2. Redes de aprendizagem;

    3. Criatividade e inovao: escolas da gerao Y;

    4. A formao do professor para um novocurrculo;

    21

  • Art. 18. Na organizao da Educao Bsica, devem-se observar as Diretrizes Curriculares Nacionais comuns a

    todas as suas etapas, modalidades e orientaes temticas, respeitadas as suas especificidades e as dos

    sujeitos a que se destinam.

    1 As etapas e as modalidades do processo de escolarizao estruturam-se de modo orgnico,

    sequencial e articulado, de maneira complexa, embora permanecendo individualizadas ao logo do percurso do

    estudante, apesar das mudanas por que passam:

    22

  • I - a dimenso orgnica atendida quando so observadas as

    especificidades e as diferenas de cada sistema educativo, sem

    perder o que lhes comum: as semelhanas e as identidades que

    lhe so inerentes;

    II - a dimenso sequencial compreende os processos educativos

    que acompanham as exigncias de aprendizagens definidas em

    cada etapa do percurso formativo, contnuo e progressivo, da

    Educao Bsica at a Educao Superior, constituindo-se em

    diferentes e insubstituveis momentos da vida dos educandos;

    III - a articulao das dimenses orgnica e sequencial das

    etapas e das modalidades da Educao Bsica, e destas com a

    Educao Superior, implica ao coordenada e integradora do seu

    conjunto;

    23

  • 24

  • Art. 43. O projeto poltico-pedaggico,interdependentemente da autonomiapedaggica, administrativa e de gestofinanceira da instituio educacional,representa mais do que um documento,sendo um dos meios de viabilizar aescola democrtica para todos e dequalidade social.

    25

  • Art. 44. O projeto poltico-pedaggico deve contemplar:

    I - o diagnstico da realidade concreta dos sujeitos do processo educativo, ...;

    II - a concepo sobre educao, conhecimento, avaliao da aprendizagem e mobilidade escolar;

    III - o perfil real dos sujeitos...;

    IV - as bases norteadoras da organizao do trabalho pedaggico;

    V - a definio de qualidade das aprendizagens ...;

    VI - os fundamentos da gesto dem