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  • Prog. Visual

    Redator

    C. Qualidade

    Dep. Arte

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    Rithielle

    Diviso Sul-Americana - 2o trimestre 2012

    Uma menina especial para um momento especial

    EDUCAOPreveno tudo

    DICASComo decorar

    sua casa

    NASCIDA PARA O BEM

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  • E d i t o r i a l

    AFAM: Marca Registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Todos os direitos reservados. No permitida a reproduo total ou parcial de matrias deste peridico sem autorizao por escrito dos editores.

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    AFAMDIVISO SUL-AMERICANARevista da

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    rea Feminina da Associao Ministerial

    Revista TrimestralAno 12 N 45 Janeiro-Maro de 2012

    Jornalista ResponsvelMrcia Raposo Ebinger MTB 21.171

    Editorao: Mrcia Raposo Ebinger

    Coordenao Geral AFAM-DSAWi lia ne S teiner Mar ro ni

    Se cre t ria DSAErleni Nemes

    L de res da AFAM Unies Bra si lei rasUnio Cen tral Bra si lei ra: Sonia Rigoli dos SantosUnio Cen tro-Oes te Bra si lei ra: D bo ra Me i ra Si l vaUnio Este Bra si lei ra: Sara M. Guimares LimaUnio Nor des te Bra si lei ra: Ro se cler L. d e Q uei rozUnio Nor oes te Bra si lei ra: Analu ZahnUnio Nor te-Bra si lei ra: ??????Unio Sul-Bra si lei ra: Denise Lopes

    Visite o site: http://www.igrejaadventista.org.brE-mail da Redao: afam.dsa@dsa.org.br

    Diagramao, impressoe acabamento:

    CASA PUBLICADORA BRASILEIRA

    Chefe de ArteMarcelo de Souza

    Projeto Grfi coVilma Baldin

    Programao VisualVilma Baldin

    CapaIlustrao: Vandir Dorta Jr.Arte: Vilma Baldin

    Tiragem: 3.459 exemplares

    OP 7820/25538

    ISSN: 2236-7896

    3 Editorial

    4 Mensagem A jovem escrava 6 Para crianas A lio da borboleta

    7 Testemunhando Um presente chamado Isabelle 9 Minha jornada Meu sonho

    10 Cuidando da sua sade Da causa para o efeito

    12 Nutrio Cookies / Abbora recheada com creme de palmito

    13 Nossos dias Pais prevenidos, fi lhos protegidos

    14 Vida familiar Como um cristo deve decorar sua casa?

    16 Vida espiritual Os desafi os da esposa de pastor

    17 Notcias

    18 Humor

    Ol amiga, tudo bem? O tempo passa muito depressa e se estvamos com nossa agenda vazia no come-o do ano, agora ela j est cheia de anotaes!Chegamos a um trimestre muito lindo, afi nal, em maio comemoramos o Dia das Mes mes de san-

    gue, mes do corao, mes que se doam, que do o exemplo, que esperam, que oram, mes annimas

    mulheres como a me da menina cativa.

    Lemos na Bblia a histria daquela garotinha que morava com sua famlia e que de um dia para o outro foi

    levada para longe, para ser escrava na casa do comandante do exrcito srio, Naam.

    Muito se fala a respeito da garotinha, inclusive, em nossa seo Mensagem h um artigo especial sobre

    ela. S que pouco sabemos a respeito da me dessa menina. Que mulher incrvel deve ter sido ela! Afi nal, se

    a garotinha demonstrou bondade e f em Deus, foi porque algum a ensinou. Com certeza uma me de f e

    orao est por trs dos atos da doce meninazinha.

    O anonimato no assusta nenhuma me, o que assusta a possibilidade de seus fi lhos perderem a

    salvao. E quando digo fi lhos, me refi ro a todas as pessoas que Deus coloca em nosso caminho. Por isso,

    independentemente de ser me ou no, nesta edio da revista da AFAM voc vai ler histrias que vo

    inspir-la a ser um exemplo para todos que a rodeiam.

    Boa leitura!

    E d i t o r i a l n d i c erea Feminina da Associao Ministerial

    Revista TrimestralAno 12 N 46 Abril-Junho de 2012

    Jornalista ResponsvelMrcia Raposo Ebinger MTB 21.171

    Editorao: Mrcia Raposo Ebinger

    Coordenao Geral AFAM-DSAWi lia ne S teiner Mar ro ni

    Se cre t ria DSAErleni Nemes

    L de res da AFAM Unies Bra si lei rasUnio Cen tral Bra si lei ra: Sonia Rigoli dos SantosUnio Cen tro-Oes te Bra si lei ra: D bo ra Me i ra Si l vaUnio Este Bra si lei ra: Sara M. Guimares LimaUnio Nor des te Bra si lei ra: Ro se cler L. d e Q uei rozUnio Nor oes te Bra si lei ra: Analu ZahnUnio Nor te-Bra si lei ra: Marlia DantasUnio Sul-Bra si lei ra: Denise Lopes

    Visite o site: http://www.igrejaadventista.org.brE-mail da Redao: afam.dsa@dsa.org.br

    Diagramao, impressoe acabamento:

    CASA PUBLICADORA BRASILEIRA

    Chefe de ArteMarcelo de Souza

    Projeto Grfi coVilma Baldin

    Programao VisualRithielle Mareca

    CapaIlustrao de Vandir Dorta Jr.sobre foto de William de MoraesArte: Rithielle Mareca

    Tiragem: 3.700 exemplares

    7275/26511

    ISSN: 2236-7896

    AFAM: Marca Registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Todos os direitos reservados. No permitida a reproduo total ou parcial de matrias deste peridico sem autorizao por escrito dos editores.

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    AFAMDIVISO SUL-AMERICANA

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    Rithielle

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    15

    3 Editorial

    4 Mensagem A jovem escrava 6 Para crianas A lio da borboleta

    7 Testemunhando Um presente chamado Isabelle 9 Minha jornada Meu sonho

    10 Cuidando da sua sade Da causa para o efeito

    12 Nutrio Cookies / Abbora recheada com creme de palmito

    13 Nossos dias Pais prevenidos, fi lhos protegidos

    14 Vida familiar Como um cristo deve decorar sua casa?

    16 Vida espiritual Os desafi os da esposa de pastor

    17 Notcias

    18 Humor

    Ol amiga, tudo bem? O tempo passa muito depressa e se estvamos com nossa agenda vazia no come-o do ano, agora ela j est cheia de anotaes!Chegamos a um trimestre muito lindo, afi nal, em maio comemoramos o Dia das Mes mes de san-

    gue, mes do corao, mes que se doam, que do o exemplo, que esperam, que oram, mes annimas

    mulheres como a me da menina cativa.

    Lemos na Bblia a histria daquela garotinha que morava com sua famlia e que de um dia para o outro foi

    levada para longe, para ser escrava na casa do comandante do exrcito srio, Naam.

    Muito se fala a respeito da garotinha, inclusive, em nossa seo Mensagem h um artigo especial sobre

    ela. S que pouco sabemos a respeito da me dessa menina. Que mulher incrvel deve ter sido ela! Afi nal, se

    a garotinha demonstrou bondade e f em Deus, foi porque algum a ensinou. Com certeza uma me de f e

    orao est por trs dos atos da doce meninazinha.

    O anonimato no assusta nenhuma me, o que assusta a possibilidade de seus fi lhos perderem a

    salvao. E quando digo fi lhos, me refi ro a todas as pessoas que Deus coloca em nosso caminho. Por isso,

    independentemente de ser me ou no, nesta edio da revista da AFAM voc vai ler histrias que vo

    inspir-la a ser um exemplo para todos que a rodeiam.

    Boa leitura!

    Com carinho,

    Wiliane Steiner Marroni

    Com carinho,

    Wiliane Steiner Marroni

    E d i t o r i a l n d i c e

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    A jovem escravaII Reis 5 - Como respondemos quando algum nos trata mal? Aquela menina foi um verdadeiro exemplo para ns.

    Uma jovem em um pas que est em guerra acorda choran-do no meio da noite. Em uma ao brutal, sanguinria e rpida, os soldados inimigos haviam atacado o povoado onde vivia, pegando a todos de surpresa. Antes de amanhecer, a me-nina havia sido presa e levada para longe de seu lar. Deixava para trs seu pai, sua me e os irmos; apesar de que nem sabia ao certo se eles haviam sobrevivido. No sabia se iria v-los novamente nem se regressaria.

    Apesar de tudo isto, o futuro teve compaixo dela. Mesmo como prisioneira de guerra e transformada em escrava, se con-solava pensando que havia trabalhos piores do que ser uma empregada em casa de gente rica. A menina acabou virando serva da esposa de um militar de alto cargo. A vida era melhor do que poderia ter sido, ainda que jamais voltasse a ser o que era antes. Seu lar, sua famlia e o que esta representava haviam desaparecido para sempre.

    Quo difcil deve ter sido adaptar-se a sua nova vida! Hoje em dia diramos que a menina sofria de estresse ps-traum-tico. Porm ela no era a nica pessoa doente naquela casa. O comandante do exrcito, que era seu patro, sofria de uma terrvel enfermidade na pele chamada lepra. Naquela poca no havia cura para essa doena, e o resultado inevitvel seria que o enfermo seria colocado margem da sociedade.

    Fico me perguntando o que deve ter sentido aquela jovem escrava quando se inteirou de que Naam, o comandante do exrcito da Sria, estava com lepra. A reao natural seria re-gozijar-se do sofrimento do homem que havia causado tanto sofrimento a ela e ao seu povo. Cedo ou tarde ele tambm seria marginalizado por seu prprio povo, tambm seria afastado de seus entes queridos como aconteceu com ela.

    Por outro lado, como diz o ditado, se voc no pode com eles, junte-se a eles. Algumas pessoas poderiam reagir, dian-te de semelhante perda, esquecendo o passado e continuando com a vida. Talvez a menina pudesse ter dito, agora sou uma cidad da Sria. J que o Deus de Israel se esqueceu de mim, eu tambm vou esquecer dEle. Vou me adaptar a cultura d