NATÁLIA MARIA DO ROSÁRIO GOUVEA DE ANDRADE

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS SÃO ROQUE NATÁLIA MARIA DO ROSÁRIO GOUVEA DE ANDRADE AVALIAÇÃO DE DIFERENTES FONTES DE NUTRIENTES NO ACÚMULO DE MASSA SECA EM PLANTAS DE MILHO ( Zea mays )
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AVALIAÇÃO DE DIFERENTES FONTES DE NUTRIENTES NO ACÚMULO DE MASSA SECA EM PLANTAS DE MILHO (Zea mays)

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA DE SO PAULO

CAMPUS SO ROQUE

NATLIA MARIA DO ROSRIO GOUVEA DE ANDRADEAVALIAO DE DIFERENTES FONTES DE NUTRIENTES NO ACMULO DE MASSA SECA EM PLANTAS DE MILHO (Zea mays)SO ROQUE - SP

2014INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAO, CINCIA E TECNOLOGIA DE SO PAULO

CAMPUS SO ROQUE

NATLIA MARIA DO ROSRIO GOUVEA DE ANDRADEAVALIAO DE DIFERENTES FONTES DE NUTRIENTES NO ACMULO DE MASSA SECA EM PLANTAS DE MILHO (Zea mays)Trabalho de Concluso de Curso de Tecnologia em Gesto Ambiental, do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia do Estado de So Paulo - Campus So Roque. Orientador: Prof. Dr. Guilherme Augusto Canella Gomes

Co orientador:

Prof. Msc. William Vieira Co orientador: Prof. Dr. Marcos Eduardo Paron SO ROQUE - SP2014

Natlia Maria do Rosario Gouva de Andrade Instituto Federal de Cincias e Educao de So Paulo- IFSP

( Endereo)

e-mail:[email protected]

Nome do Autor: Natlia Maria do Rosrio Gouva de AndradeTtulo: Avaliao de diferentes fontes de nutrientes no acmulo de massa seca em plantas de Milho (Zea mays).Trabalho de Concluso de Curso de Tecnologia em Gesto Ambiental, do Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia do Estado de So Paulo - Campus So Roque. Orientador: Prof. Dr. Guilherme Augusto Canella Gomes

Co orientador:Prof. Msc. William VieiraCo orientador: Prof. Dr. Marcos Eduardo ParonAprovado em: 12/12/2014Banca examinadoraProf. Dr. Guilherme Augusto Canella Gomes Instituio: IFSPJulgamento: . Assinatura: . Prof. Msc. William Vieira Instituio IFSPJulgamento: . Assinatura: . Ramiri Moraes Instituio IFSPJulgamento: . Assinatura: . DEDICATRIAA Deus, quando algumas vezes, me senti desacreditada e totalmente perdida em meus objetivos, ou a minha prpria pessoa.

Aos meus queridos Pais Geraldo Bertolino de Andrade e Maria Aparecida Pinto de Gouva.

A minha irm Hanna que sempre eleva minha autoestima, principalmente por acreditar em mim.

Aos meus amigos Rodrigo Tiburcio, Luzia Hilda da Silva, Mirian Kelly da Silva Pedroso, Dilma Dantas e aos professores(as) do IFSP que agregaram conhecimentos, e sabedoria de vida.

Aos meus orientadores Guilherme Augusto Canella e William Vieira que sempre estiveram comigo nesta jornada, foram minha base.

A todos aqueles que cruzaram minha vida, participando de um processo na construo de minha personalidade.Estamos diante de um momento crtico na histria da Terra, numa poca em que a humanidade deve escolher seu futuro. medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frgil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnfica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma famlia humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar foras para gerar uma sociedade sustentvel global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justia econmica e numa cultura da paz. Para chegar a este propsito, imperativo que ns, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras geraes

(A Carta da Terra, 2002).Andrade, N.M.R.G. Avaliao de diferentes fontes de nutrientes no acmulo de massa seca em plantas de Milho (Zea mays) [trabalho de concluso de curso], So Roque, Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia do Estado de So Paulo- Campus So Roque; 2014.RESUMO

A poluio ambiental pode ser considerada um dos problemas atuais da humanidade, pois implica em consequncias que influenciam negativamente no ciclo natural da vida. Os efeitos depredatrios causados pelo homem e seus avanos, so em sua maioria, manipulados de maneira erronia, se considerarmos os progressos constantes e depredatrios da agricultura, torna-se importante compreender a quantidade de nutrientes adquirido por vrios manejos. Desta maneira, o trabalho que segue, enfatiza uma pesquisa experimental com dados amostrais em plantas de Milho (Zea Mays) avaliou-se a quantidade de massa seca acumulada, seguindo da validao dos mesmos na anlise estatstica. O experimento foi realizado no Instituto Federal de Cincias Educao e Tecnologia de So Paulo - Campus So Roque, o delineamento foi composto por 4 Tratamentos distintos sendo: Tratamento 0 (Palha de arroz carbonizada); Tratamento 1 (Esterco de gado e palha de arroz); Tratamento 2 (Esterco de gado, palha de arroz, bokashi); e Tratamento 3 (Esterco de gado, palha de arroz, adubao qumica (boletim 100,IAC), os parmetros avaliados foram de massa seca da raiz, massa seca da parte area e massa seca total ( correspondente a soma das anteriores), para compreenso evidente dos dados foi realizado a anlise estatstica de crescimento, avaliando-se o crescimento por tratamentos em perodos distintos saber 7, 15, 30, 45 e 60 dias aps o transplantio. O resultado final foi expresso em curvas de crescimento.Palavras- Chave: Agricultura sustentvel, anlise estatstica e crescimento. Andrade, N.M.R.G. Avaliao de diferentes fontes de nutrientes no acmulo de massa seca em plantas de Milho (Zea mays) [trabalho de concluso de curso], So Roque, Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia do Estado de So Paulo- Campus So Roque; 2014.ABSTRACT

Environmental pollution can be considered one of the current problems of humanity , for it implies consequences which negatively influence the natural cycle of life. The predatory effects caused by man and his advances are mostly handled erronia way , if we consider the constant and predatory advances in agriculture , it is important to understand the amount of nutrients acquired by various managements . In this way , the work that follows , emphasizes an experimental research with sample data in Corn (Zea Mays ) evaluated the amount of dry matter accumulation , following the validation of the same in the statistical analysis . The experiment was conducted at the Federal Institute of Education Science and Technology of So Paulo - Campus San Roque, the design was composed of 4 different treatments being : Treatment 0 ( carbonized rice straw ) ; Treatment 1 ( cattle manure and rice straw) ; Treatment 2 ( cattle manure , rice straw , Bokashi ) ; and Treatment 3 ( cattle manure , rice straw , chemical fertilizer (100, IAC bulletin) , the parameters evaluated were root dry mass , dry mass of shoots and total dry mass (corresponding to the sum of the above) , for understanding clear of the data was performed statistical analysis of growth , evaluating growth for treatments at different times will know 7 , 15, 30 , 45 and 60 days after transplanting . the end result was expressed in growth curves .

Keywords: Sustainable agriculture, statistical analysis and growth.LISTA DE TABELAS

Tabela 1:Histria da agricultura......................................................................................5

Tabela 2:Prs e Contra da Agricultura orgnica e convencional....................................

8

Tabela 3:Macronutrientes...............................................................................................10

Tabela 4:Excesso de nutrientes na planta.....................................................................11

Tabela 5:Mdias amostrais de massa seca parte area nas plantas de milho..............................................................................................

14

Tabela 6:Mdias amostrais no acmulo de massa seca razes nas plantas de milho................................................................................................................................17

Tabela 7:Mdias amostrais de massa seca total nas plantas de milho.................................................................................................................

19

Tabela 8:Tabela 8: Comparao ANOVA X Teste Tukey 5%.................................................................................................................... 21

LISTA DE ILUSTRAES

GRFICO 01:Acmulo de massa seca parte area.............................................................................................15

GRFICO 02:Acmulo de massa seca razes.............................................................................................17

GRFICO 03:Acmulo de massa seca total................................................................................................19

QUADRO 04:Teste de normalidade parte area com 07 dias................................................................................................27

QUADRO 05:ANOVA parte area com 07 dias.................................................................................................27

QUADRO 06:Teste Tukey parte area com 07 dias...............................................................................................27

QUADRO 07:Teste de normalidade parte area com 15 dias .......................................................................................................28

QUADRO 08:ANOVA parte area com 15 dias..................................................................................................28

QUADRO 09:Teste Tukey parte area com 15 dias..................................................................................................28

QUADRO 10:Teste de normalidade parte area com 30 dias ........................................................................................................29

QUADRO 11:ANOVA parte area com 30 dias ........................................................................................................29

QUADRO 12:Teste Tukey parte area com 30 dias .........................................................................................................30

QUADRO 13:Teste de normalidade parte area com 45 dias ........................................................................................................30

QUADRO 14:ANOVA parte area com 45 dias................................................................................................31

QUADRO 15:Teste Tukey parte area com 45 dias.................................................................................................31

QUADRO 16:Teste de normalidade parte area com 60 dias..................................................................................................32

QUADRO 17:ANOVA parte area com 60 dias .........................................................................................................33

QUADRO 18:Teste Tukey parte area com 60 dias ..........................................................................................................33

QUADRO 19:Teste de normalidade raiz com 07 dias .........................................................................................................34

QUADRO 20:ANOVA raiz com 07 dias ..........................................................................................................36

QUADRO 21:Teste Tukey raiz com 07 dias....................................................................................................36

QUADRO 22:Teste de normalidade raiz com 15 dias...................................................................................................37

QUADRO 23:ANOVA raiz com 15 dias....................................................................................................37

QUADRO 24:Teste Tukey raiz com 15 dias....................................................................................................38

QUADRO 25:Teste de normalidade raiz com 30 dias...................................................................................................38

QUADRO 26:ANOVA raiz com 30 dias ..........................................................................................................39

QUADRO 27:Teste Tukey raiz com 30 dias...................................................................................................39

QUADRO 28:Teste de normalidade raiz com 45 dias....................................................................................................39

QUADRO 29:ANOVA raiz com 45 dias...................................................................40

QUADRO 30: Teste de Tukey raiz com 45 dias.......................................................40

QUADRO 31:Teste de normalidade raiz com 60 dias....................................................................................................41

QUADRO 32:ANOVA raiz com 60 dias....................................................................................................41

QUADRO 33:Teste Tukey raiz com 60 dias....................................................................................................41

QUADRO 34:Teste de normalidade massa seca total com 07 dias....................................................................................................42

QUADRO 35:ANOVA massa seca total com 07 dias....................................................................................................42

QUADRO 36:Teste Tukey massa seca total 07 dias....................................................................................................43

QUADRO 37:Teste de normalidade massa seca total com 15 dias....................................................................................................43

QUADRO 38:ANOVA massa seca total com 15 dias...................................................................................................45

QUADRO 39:Teste Tukey massa seca total 15 dias ...........................................................................................................45

QUADRO 40:Teste de normalidade massa seca total com 30 dias.....................................................................................................46

QUADRO 41:ANOVA massa seca total com 30 dias.....................................................................................................46

QUADRO 42:Teste Tukey massa seca total 30 dias ...........................................................................................................47

QUADRO 43: Teste de normalidade massa seca total com 45 dias

47

QUADRO 44: ANOVA massa seca total com 45 dias..............................................48

QUADRO 43:Teste Tukey massa seca total 45 dias....................................................................................................48

QUADRO 44:Teste de normalidade massa seca total com 60 dias.....................................................................................................49

QUADRO 45:ANOVA massa seca total com 60 dias.....................................................................................................49

QUADRO 46:Teste Tukey massa seca total 60 dias.....................................................................................................49

SUMRIO1.INTRODUO12. OBJETIVO GERAL32.1 OBJETIVO ESPECFICO33. JUSTIFICATIVA 34. REFERNCIAL TERICO54.1 Agricultura54.2 Agricultura qumica64.3 Agricultura orgnica74.4 MILHO125.MATERIAIS E MTODOS135.1 MASSA SECA PARTE AREA145.2 MASSA SECA RAZES165.3 MASSA SECA TOTAL186. RESULTADOS E DISCUSSO207. CONSIDERAES FINAIS218. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS239. ANEXO I27

1. INTRODUO O Brasil destaca-se atualmente como um dos maiores produtores mundiais de milho (Zea mays), com produo total estimada em 51,5 milhes de toneladas e produtividade mdia para primeira safra em torno de 3,8 t ha-1 na safra 2009/2010 (CONAB, 2009).

Do total produzido no Brasil em cereais e oleaginosas, o milho o produto que mais se destaca em volume de produo. Segundo Pinazza (1993), de cada 3 kg colhidos, mais de 1 kg de milho. Apesar de o pas ser um dos maiores produtores mundiais dessa cultura, a produtividade ainda baixa (cerca de 2.300 kg/ha), sendo superada inclusive em alguns pases do terceiro mundo, de nvel tecnolgico inferior (BLL, 1993) apud (FERNANDES, et al., 1999).

Segundo Galvo (1998) apud Cruz (2010), a adubao orgnica considerada de uso restrito em grandes culturas, pois gera grandes problemas operacionais, principalmente com relao quantidade e forma de aplicao no solo, embora se reconhea que resduos orgnicos representam forma equilibrada de nutrio s plantas, proporcionando melhor condicionamento do solo, tornando-o a longo prazo menos propenso aos efeitos depauperantes do cultivo intensivo. Em virtude de suas apreciveis quantidades de nutrientes, muitas vezes desperdiados representando elevadas perdas para o produtor, os compostos orgnicos obtidos da compostagem, podem suprir as necessidades nutricionais das plantas. Esses insumos contm macronutrientes responsveis pelo crescimento e produtividade das plantas, alm de melhorar algumas caractersticas fsicas e biolgicas do solo.

Os benefcios, do ponto de vista qumico so, em alguns casos, equiparveis ou superiores aos obtidos com a adubao mineral tradicionalmente recomendada para as culturas (da ROS et al., 1993; SILVA et al., 2001), apud (RODRIGUES, et al., 2009).De acordo com Primavesi (1980), a matria orgnica de origem animal ou vegetal exerce, quando fornecida em dose adequada, efeitos positivos sobre o rendimento das culturas devido principalmente ao complexo de nutrientes nela contidos.

A principal reserva de nitrognio do solo a matria orgnica, com grande significado para o suprimento do nutriente para a cultura do milho. O nitrognio orgnico mineralizado pela ao das bactrias nitrificantes e convertidas em amnio ou nitrato. A matria orgnica pode conter, na sua composio, grande diversidade de nutrientes, sendo o nitrognio, o fsforo e o enxofre, encontrados em maiores quantidades, ficando os mesmos disponveis para as plantas, atravs do processo da mineralizao realizado por microrganismos (PRIMAVESI, 1980).

A atividade biolgica do solo intensificada na presena de matria orgnica em interao com os nutrientes adicionados, favorecendo a estabilidade dos agregados do solo, a reteno de umidade e a melhoria do processo de infiltrao de gua (CARDOSO, 1993).

O acmulo de massa seca e a absoro de nutrientes em funo do estdio fenolgico da planta fornecem informaes para o conhecimento das pocas em que elas absorvem nutrientes em maiores propores e, ao mesmo tempo, torna-se possvel o conhecimento a respeito das pocas mais propcias adio dos nutrientes, em formas prontamente disponveis s plantas. Embora o acmulo de massa seca e de nutrientes seja afetado pelo clima, pela cultivar e pelos sistemas de cultivo, de modo geral os nutrientes so absorvidos em funo do ciclo e da translocao na planta (MACEDO JUNIOR, 1998).Para Bull (1993), uma das formas de se aumentar a produtividade da cultura , sem dvida, a nutrio mineral adequada, por meio de programas de adubao que considerem, alm da quantidade de fertilizantes fornecida, o balano entre os nutrientes requeridos, aliado a condies climticas adequadas, principalmente a precipitao pluvial.

Embora para Konzen (1999), os resultados da adubao orgnica na produo de gros tm demonstrado produtividade igual ou superior aos da adubao qumica equivalente.

At o momento, as informaes disponveis na literatura, quanto ao uso associado de adubao orgnica com fertilizantes minerais, so incipientes e escassas. Trabalhando em um Argissolo Vermelho-Amarelo, GOMES et al., (2005) apud COSTA et al., (2011), verificaram que a associao de composto orgnico e adubo qumico no influenciou, significativamente, o rendimento da cultura de milho. Os autores ainda constataram que a produtividade do milho, ante a aplicao de 40 m3/ha-1 de composto orgnico, assemelhou-se quela obtida com a utilizao de 500 kg ha-1 da formulao 04-14-08.

Deste modo o objetivo deste trabalho avaliar o acumulo de massa seca em plantas de milho, em relao prticas de nutrio orgnica e mineral, baseando-se em trabalhos de comprovao de desempenho desenvolvidos pelo Centro Vocacional Tecnolgico em Agroecologia (CVT) Campus So Roque. 2. OBJETIVO GERALAvaliar a eficincia de diferentes tipos de fertilizao (orgnica e mineral) em plantas de Milho (Zea mays).2.1 OBJETIVO ESPECFICOVerificar o acmulo de massa seca em plantas de Milho (Zea mays), cultivadas sob diferentes tipos de tipos de fertilizao (orgnica e mineral).3. JUSTIFICATIVAO termo sustentabilidade frequentemente utilizado em discursos, porm sua ao no vem sendo vinculada, os recursos naturais por sua vez, podem se tornar escassos e contribuir com a necessidade de se validar efetivamente a definio do relatrio, conhecido como Nosso Futuro Comum nele, o desenvolvimento sustentvel defenido como aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as geraes futuras atenderem suas prprias necessidades (BARBOSA, 2008) Alm da definio estabelecida o relatrio definiu trs conceitos bsicos: desenvolvimento econmico, proteo ambiental e equidade social. De acordo com VEIGA ( 2005) o desenvolvimento sustentvel considerado um enigma que pode ser destacado, mesmo que ainda no resolvido. Em seu livroDesenvolvimento Sustentvel: o desafio para o sculo XXI ele afirma que o conceito de desenvolvimento sustentvel uma utopia para o sculo XXI, apesar de defender a necessidade de se buscar um novo paradigma. A agricultura convencional um modo agrcola onde prevalece a busca por maior produtividade atravs da utilizao intensa de insumos externos, o que a curto prazo ter resultados econmicos visveis, como o aumento da produtividade e eficincia agrcola. Associao Dom Bosco (2010) Porm, a longo prazo trazem danos ambientais que no so quantificveis pelos direcionamento da agricultura convencional, como tambm podem se tornar irreversveis (SOUZA, 2005)

Consequentemente, ao desenvolvimento da agricultura qumica, pode ser gerar o desequilbrio ambiental, resultado de atividades e prticas inadequadas na maioria das vezes, apresentadas como agricultura moderna. Em face da degradao de recursos naturais como solo, flora, fauna e mananciais de reas inapropriadas para a explorao agrcola. (PENTEADO, 2009)

Diante do avano dessa produo predominante, impulsiona-se uma nova proposta a agricultura sustentvel que tem premissas sobre a utilizao de mtodos e tcnicas que respeitam os limites da natureza, pouca ou nenhuma dependncia de agroqumicos substitudos por insumos naturais (CAPORAL e COSTABEBER, 2004) Desta maneira, de extrema importncia avaliar o acmulo da massa seca na agricultura, para haver parmetros que possam elucidar o motivo pelo qual a agricultura convencional ainda vem sendo muito utilizada.

4. REFERNCIAL TERICO 4.1 AgriculturaA agricultura traz ensinamentos de cultivos milenares mais de 10 mil anos, pode-se dizer que com a convenincia da produo de alimentos torna-se inegvel a essencialidade da agricultura. Todavia, nos milnios anteriores no havia conhecimento especfico sobre o funcionamento agroecolgico, sendo prevalecido o conhecimento popular frequentemente passado de pai para filho. (ASSOCIAO DOM BOSCO, 2011) A revoluo verde sem dvidas foi um marco na histria da agricultura conforme (TABELA 1) dando incio a um novo conceito que deve ligar o econmico, ambiental e social.

Tabela 1- Histria da agricultura.Histria da Agricultura

TecnologiaScia EconomiaMeio Ambiente

Revoluo verdeDa segunda metade do sculo XX em diante (com enfoque no terceiro mundo)

Mecanizao intensiva, uso massivo de agroqumicos e de sementes melhoradas

Desenvolvimento de tecnologia de minimizao dos impactos ambientais (manejos de solo e de pragas)

Agroecologia em expanso

xodo rural e criao do boia-fria

Concentrao de terras e renda

Criao de um setor agrcola

Instalao de forte setor agroindustrial

Emergncia dos movimentos sociais

Desmatamento intensivo

Degradao do solo e gua

Poluio

Forte regulao

Experimentao de metodologia de conservao atravs de reas protegidas, publicas e privadas e, construo de corredores de biodiversidade

Polticas pblicas em novos paradigmas

Fonte: Acessado em 01/11/2013 Adaptado pela autora.A partir de ento se comeou a observar as consequncias que o manejo inadequado poderia gerar, como por exemplo; degradaes posteriores eroses, perda dos macronutrientes e micronutrientes que em ausncia provoca limitaes ou at mesmo impedimento do crescimento da planta, alm de ser um recurso natural seu desequilbrio interfere em outros ciclo. Uma grande problemtica na agricultura convencional so o uso de agrotxicos, adubaes qumicas e os manejos com mquinas que no deveriam ser aplicados, pela compactao do solo.

A agricultura ecolgica conforme Kamiyama (2011) est muito relacionada na manuteno da fertilidade e sade das plantas atravs de adoo de boas prticas agrcolas, como a adubao orgnica que auxilia na produo de hmus, conserva mais recursos biolgicos, manejo ecolgico de pragas e doenas, mas principalmente tem como base a preservao ambiental.

4.2 Agricultura qumicaA adubao convencional sua composio esta basicamente em NPK (Nitrognio, Fosfato e Potssio).

O adubo qumico sempre considerado como uma agresso a vida. O nitrognio um abitico forte, especialmente em forma de amnia. Fora isso, acidifica a terra. O fsforo concentrado, como superfosfato triplo, desequilibra violentamente o zinco, e o potssio desequilibra o boro, e o mangans e agride as sementes de germinao. Fora isso, a fertilizao qumica aduba as plantas e no a terra. O certo adubar a terra. Se esta se encontra em estado bom, as plantas que ali crescem se beneficiam, dando colheitas elevadas e sendo muito mais resistentes ao frio, seca e a pragas e doenas. Portanto, a adubao qumica sempre deve ser adicional aos mtodos de melhoramento da terra, e no exclusivamente acidifica e cansa a terra, levando-a sua improdutividade. (PRIMAVESI, 1992).Assim, possvel entender que muito mais conveniente a adubar a terra, esta prtica possui a vantagem de alta produtividade ou seja, proporciona uma rapidez na absoro de nutrientes em pouco tempo, gerando um bom plantio, entretanto favorece grandes impactos ambientais como a eroso do solo, a lixiviao devido a hidrossolubilidade (solubilidade em gua da chuva e das regas) parte so absorvidas pelas plantas fazendo que sua membrana celular fique mais fina, isso as torna mais vulnerveis a aes de pragas, doenas, alm do seu teor de qualidade diminuir, outra quantidade pode ser percorrida para os rios, lagos, mares e lenis freticos, o fsforo serve de alimento para algas e afeta na quantidade de oxignio influenciando significativamente no processo de contaminao ou enriquecimento de nitrognio das fontes de gua (rios, lagos e mananciais de gua), devido a produo a desagues sanitrios, agrcolas ou industriais, causando a produo de matria vegetal , principalmente algas, processo este conhecido como eutrofizao (PENTEADO, 2009)

4.3 Agricultura orgnica O cultivo orgnico constitudo por resduos de origem animal e vegetal que trazem benefcios; recursos biolgicos, leva a menos eroses, mantm a qualidade e estrutura do solo, aumenta a capacidade de troca de ctions, e de reteno da gua, a matria orgnica vira fonte de nutrientes e esses so liberados gradativamente de acordo com a necessidade da planta. A produo dos alimentos mais valorizada por no existir tantos plantios sustentveis.

Os nutrientes do solo e a nutrio de planta so dois aspectos essenciais que garantem uma produo orgnica, j que o processo vital dos organismos vivos est na dependncia da satisfao das necessidades primrias, os princpios da agricultura orgnica ajudam manter o solo vivo, contribuindo com o equilbrio da planta proporcionando um ecossistema funcional que fortalece o desenvolvimento de plantas mais saudveis e resistentes a aes de pragas.

A adubao (para planta) e a fertilizao (para o solo) consistem no fornecimento de todos os elementos necessrios para que a planta tenha um desenvolvimentos sustentvel e equilibrado (ADAPTA SERTO, 2011)

Tabela 2 - Prs e contras da agricultura orgnica e convencional.Modelo de AdubaoPrsContras

Convencional Fornece nutrientes para altssimas produes.

Fcil de aplicar Gera desbalano nutricional na planta.

Gera uma planta mais sensvel a ataque de pragas e doenas.

Provoca acidificao e salinizao de solos.

Gera muitas perdas por volatilizao e lixiviao. Pode contaminar o lenol fretico.

Orgnico Mantm a planta equilibrada nutricionalmente.

Libera os nutrientes de forma gradual, de acordo com necessidades da planta.

Sofre pequena lixiviao(drenagem dos sais) devido a sua alta CTC.

Produz alimentos sem agrotxicos, menos perecveis e que o mercado geralmente paga mais.

Mantm o meio ambiente mais sadavel e preservado Preciso ser planejado e feito com antecedncia. No to fcil para aplicar; Precisa de mais cuidado e trabalho do agricultor

Fonte: ADAPTA SERTO, NUTRIO DE PLANTAS

Adaptado pela AutoraAs plantas possuem um sistema de alimentao totalmente diferente dos seres humanos, pois produzem o seu prprio alimento, necessitam de um suprimento contnuo de minerais para desempenhar a funo da fotossntese, esses nutrientes so derivados do processo de degradao qumico fsica dos minerais que se formam no solo, da decomposio da matria orgnica no solo ou de adubaes como suplementos, esses so absorvidos pelo sistema radicular.

Os minerais que se encontram no solo so comida que contribuem para o desenvolvimento da planta, considerando esses elementos existem trs categorias de elementos nutritivos pela a planta so estes: os elementos essenciais, benficos e txicos. De maneira geral qualquer elementos qumico que se encontra no solo, pode ser absorvido pela planta, no entanto esses elementos podem atribuir para o crescimento e desenvolvimento, so denominados estes como elementos essenciais ou nutrientes. Para se caracterizar como um elementos essencial deve-se atender a critrios de essencialidade de Arnol & Stout (1939) sendo; Um elemento que parte de algum constituinte ou metablico essencial para a planta, no podendo ser substitudo por outro elemento. Os elementos benficos so os que promovem o crescimento benfico em vrias plantas, porm no so absolutamente necessrios para ter continuidade no ciclo da planta, j o elemento txico no pertence a nenhuma da categorias anteriores, seu efeito nocivo, por consequncia diminui a produo e pode levar at a morte da planta.

O carbono, oxignio e hidrognio no esto diretamente disponveis para a planta, estes fazem parte de praticamente todas as molculas orgnicas dos vegetais e so responsveis entre 94% e 97% do peso seco de uma planta, os demais nutrientes de uma planta so absorvidos e fixados a partir dos minerais presentes no solo e na gua sendo classificado entre 3% a 6%. Os nutrientes minerais essenciais nos tecidos vegetais esto presentes em diferentes propores, que so divididas em duas categorias: (ADAPTA SERTO,NUTRIO DE PLANTAS)

Macronutrientes so os que a planta absorve em maior quantidade

Tabela 3- Macronutrientes

MacronutrientesAzoto, Fsforo, Potssio

Macronutrientes secundriosClcio, Magnsio, Enxofre

Fonte: AutoraOs Micronutrientes so absorvidos em menor quantidade, mas so igualmente necessrios para o desenvolvimento da planta; so eles: Ferro, Mangans, Boro, Zinco, Cobre, Molibdnio, Cloro. Esta diviso entre macro e micronutriente no possui relao com a essencialidade, deve-se lembrar que todos so essenciais, s que em quantidades diferentes. Justus Liebig (1842) props o preceito de que todo o organismo deve apresentar todos os elementos necessrios para a manuteno do meio ambiente, ou seja estabelece que todos os nutrientes devem estar disponveis para a planta na quantidade e proporo ideal, se no estiverem na proporo a qualidade nutricional da planta ser comprometida, alm da produtividade esperada e a produo se limitarem pelo elemento que est ausente ou em menor concentrao.

Os elementos contidos no solo so compartilhados pela raiz onde se retira ou absorve os nutrientes essenciais, o encontro dos elementos com as razes envolve trs processos distintos: Fluxo de massa, interceptao radicular e difuso. Nos primeiros processos a soluo aquosa contendo nutrientes chega a raiz, na difuso a raiz que vai em contato com o nutrienteTabela 4: Excesso de Nutrientes na planta

ElementoSeu excessoInflunciaAtrapalha ou Ajuda a absoro de....

Nitrognio Aumenta a sensibilidade, doenas e pragas

Aumenta a produo de folhasAtrapalha clcio, boro, ferro e zinco.

Ajuda fsforo, potssio e enxofre

FsforoProvoca falta de cobre, zinco, ferro, mangansPromove uma boa floraoAtrapalha clcio, boro, ferro, mangans e zinco

PotssioProvoca falta de clcio e magnsioPromove boa frutificao e frutos de tima qualidadeAtrapalha clcio, boro, ferro, mangans e zinco.

Atrapalha magnsio e potssio

ClcioProvoca falta de magnsio e potssioAumenta a sensibilidade da planta a pragas e doenas devido o enfraquecimento dos tecidos das plantasAtrapalha magnsio e potssio

MagnsioProvoca falta de potssio e clcioAjuda o processo de fotossnteseAtrapalha clcio e potssio

EnxofreFolhas amarelas entre as nervuras, causando reduo da fotossnteseAjuda o balano nutricional- proteico da plantaProvoca cor amarela nas folhas mais novas

MicronutrientesProvoca aparecimento de folhas novas de cor amarelada, reduzindo crescimento da plantaAjuda todos os processos enzimticos da planta, acelerando seu metabolismoH interao antagnica (um atrapalha o outro) entre cobre, zinco, ferro e mangans

Fonte: Adapta serto. Nutrio de Plantas. Rio de Janeiro- RJ; Disponvel em, http://www. Adaptasertao.net/uploads/contedo/001%20%20fundamentos%planta5apostila%t%c3%agnica.pdf> acesso em 30 de Outubro de 2013. Adaptado pela autoraDe acordo com a Lei Federal n 10.831 (PRESIDNCIA DA REPUBLICA CASA CIVIL, 2003) de 23 de dezembro 2003. Considera-se sistema orgnico de produo agropecuria todo aquele em que se adotam tcnicas especficas, mediante a otimizao do uso dos recursos naturais e socioeconmicos disponveis e o respeito integridade econmica e ecolgica; a maximizao dos benefcios sociais; a minimizao da dependncia de energia no renovvel, empregando, sempre que possvel, mtodos culturais, biolgicos e mecnicos, em contraposio ao uso de materiais sintticos; e a eliminao do uso de organismos geneticamente modificados e radiaes ionizantes, em qualquer fase do processo de produo, processamento, armazenamento, distribuio e comercializao, e a proteo do meio ambiente. Assim, a agricultura orgnica possui de um grande diferencial na segurana alimentar, qualidade do solo, e na conservao de recursos naturais gerando um impacto ambiental bem menor.

4.4 MILHOO milho o cereal de maior volume de produo no mundo, com aproximadamente 960 milhes de toneladas. Estados Unidos, China, Brasil e Argentina so os maiores produtores, representando 70% da produo mundial. O Brasil corresponde a terceira maior produtor e segunda maior exportador de milho Peixoto (2014).

De todas as plantas o milho mais procurado para estudo, possivelmente nenhuma outra planta foi melhorada quanto o milho, isto ocorre essencialmente aos seguintes fatores Batos (1987):

- Existncia de grande variabilidade de caracteres em todas as partes da planta;

- As inflorescncias masculinas e femininas so separadas, o que facilita muito as polinizaes controlados experimentais;

- O nmero de sementes obtidos de uma polinizao manual muito grande;

- O milho a planta anual que pode ser cultivada no campo e em estufa;

- Existem muitas caracteres hereditrios que se manifestam nas sementes e nas plantinhas novas, o que facilita a anlise de grande nmero de indivduos;

- O milho uma das plantas de maior importncia econmica do mundo.

5. MATERIAIS E MTODOS

O experimento foi conduzido em casa-de-vegetao no Instituto Federal de So Paulo, campus So Roque.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, composto por 5 repeties e 4 tratamentos (T0 - Sem adubo (apenas palha de arroz carbonizada), T1 - Esterco de gado + palha de arroz, T2 - Esterco gado + palha de arroz + bokashi Biomix, T3 - Esterco de gado + palha de arroz + adubao qumica.

A proporo utilizada para a confeco dos substratos foi de 1 parte de esterco de gado para 3 partes de palha de arroz carbonizada. A adubao qumica do tratamento 3 foi realizada, segundo as recomendaes do Boletim Tcnico IAC n100 (30g / vaso da formulao 4-14-08).

No tratamento 2 foi utilizado o fertilizante orgnico Biokashi (1%N, 1% P2O5, pH 6,0, 15% de Carbono Orgnico, CTC 150 mmol/Kg, Relao C/N = 20) , na dosagem recomendada pela empresa (100 Kg / Ton de substrato).

Inicialmente foram colocadas para germinar, em leito de areia lavada, sementes de milho Pioneer 30F355Y. Aps 5 dias, 2 plantas foram transplantadas para cada vaso, onde permaneceram por 60 dias.

Os parmetros de massa seca da parte area, massa seca das razes e matria seca total, foram avaliados nos de 7, 15, 30, 45 e 60 dias aps o transplantio.

Para a obteno dos valores de massa seca, as plantas foram separadas em parte area e razes, armazenadas em sacos de papel identificados e em seguida, colocadas para secar em estufa 60C, at atingirem peso constante.Para avaliao de crescimento das plantas de Milho, foi realizada a anlise estatstica com um software (SPSS) Statistical Package for the Social Science. Aplicou-se a ANOVA, procedimento utilizado para comparar trs ou mais mdias de tratamentos independentes. Utilizou-se o teste Shapiro Wilk para verificao de normalidade dos dados (condio para aplicao da ANOVA). O teste Tukey HSD de Comparaes Mltiplas foi adotado em caso de as mdias serem consideradas diferentes. Todos os testes usam nvel de significncia (alfa) = 5 %.5.1 MASSA SECA PARTE AREACompreendendo os dados gerados atravs da anlise estatstica ficou claro que a massa seca da parte area, nos perodos de 07, 15, 30, 45 e 60 dias aps o transplantio, seguem aderncia para comprimento distribuio normal, pois os valores demostrados em Sig no Teste de Normalidade Shapiro Wilk QUADROS: 01; 04; 07; 10; e 13 em anexo, so maiores que o nvel de significncia = 5%. Como Sig ilustrado nos QUADROS: 02; 05; 08; 11 e 14 em anexo, apresentam valores maiores do que o nvel de significncia, para todos os distintos perodos, evidencia-se que a hiptese Ho nula, portanto, a hiptese alternativa aceita, inferindo que nem todas so iguais. Tornou-se necessrio analisar as diferenas entre as mdias amostrais, para isso foi aplicado o Teste Tukey a 5% de significncia vide QUADROS: 03; 06; 09; 12 e 15 em anexo. No perodo de 7 dias os tratamentos 1 e 3 no se diferiram estatisticamente, conforme demonstrado no Quadro abaixo, e GRFICO 3: Teste Tukey parte area com 07 dias em anexo ( pgina 28), olhando para as mdias amostrais, conclui-se que o tratamento 0 teve um crescimento indiferente se comparado aos demais, j o tratamento 2 se destacou, evidenciando que mais acumulo massa seca aos 7 dias.

Tabela 5: Mdias amostrais de massa seca parte area das plantas de milhoPARTE AREA7 DIASANOVA15 DIASANOVA30 DIASANOVA45 DIASANOVA60 DIASANOVA

TO0,259( C)0,268(C )0(C )0(C )0( C)

T10,571(B)1,985(B )4,516(B )8,46(B )13,022(B)

T20,8(A)2,446(A )4,366(B )11,378(B )11,378(B)

T30,468(B)2,636(A )5,846(A )15,75(A )15,75(A)

Grfico 01: Acmulo de massa seca parte area das plantas de milho

Aos 15 dias, as mdias dos tratamentos 2 e 3 podem ser consideradas estatisticamente iguais, conforme mostra o QUADRO 06 em anexo, Teste Tukey da parte area com 15 dais, observou que as mdias Tabela 06: Mdia de acmulo de massa seca parte area e ANOVA das mdias e Grfico 01: Acmulo de massa seca parte area em plantas de milho, podemos constatar que os tratamentos 2 e 3 foram classificados estatisticamente iguais, e por sua vez obtiveram o desempenho que mais favoreceu o acmulo de massa seca, o tratamento 1 obteve mdia significativa, e o tratamento 0 se tornou menos eficiente no acmulo da massa seca.

O perodo avaliado em 30 dias, QUADRO 12 em anexo, Teste Tukey parte area com 30 dias, evidenciou que as mdias dos tratamentos 1 e 2 no se diferem estatisticamente, se diferenciando dos demais tratamentos. Observa- se que os dados Tabela 07: Mdias de acmulo de massa seca parte area e ANOVA das mdias e Grfico 02: Acmulo de massa seca parte area das plantas de milho, pode inferir que o tratamento 0 foi o menos eficiente, pois aos 30 dias, no houve mais crescimento, e o tratamento 3 teve melhor desempenho no acmulo de massa seca.Aos 45 dias pode-se evidenciar atravs dos dados gerados na anlise estatstica QUADRO 12 em anexo na pgina 30, Teste Tukey parte area com 45 dia, que os tratamentos so individuais, portanto, no compartilham de desenvolvimentos semelhantes. O tratamento 3 foi o que apresentou resultados mais eficientes no acmulo de massa seca.O perodo avaliado aos 60 dias, demonstrou conforme QUADRO 15 em anexo (pag. 31), o Teste Tukey realizado, demonstrou que todos os tratamentos obtiveram valores de crescimento individuais. Vide referencial de desempenho dos tratamentos de acordo com TABELA 05: Mdias Amostrais de acmulo de massa seca parte area, foram classificadas, o tratamento 0 teve pior desempenho, pois as plantas morreram, o tratamento 1 e 2 permaneceram com desenvolvimentos intermedirios e por fim, o tratamento 3 se sobressaiu com os demais sendo denominado como excelente.5.2 MASSA SECA RAZES Compreendendo os dados gerados atravs de anlise estatstica ficou claro que a massa seca das razes, nos perodos de 07, 15, 30, 45 e 60 dias aps o transplantio, seguem aderncia para comprimento distribuio Normal, pois os valores demostrados em Sig no Teste de Normalidade Shapiro Wilk em anexo (QUADROS: 17; 20; 23; 26; 29 ) so maiores que o nvel de significncia = 5%.

Como Sig ilustrado em anexo (QUADROS: 18; 21; 24; 27; 30) apresentam valores maiores que o nvel de significncia para todos os distintos perodos, evidencia-se que a hiptese Ho nulo, portanto, a hiptese alternativa aceita, inferindo que nem todas so iguais.

Torna-se necessrio analisar as diferenas entre as mdias amostrais, para isso foi aplicado o Teste Tukey em anexo (QUADROS: 19; 22; 25; 28; 31). Aos 7 dias aps o transplantio, o tratamentos 0 teve um desempenho menos eficiente, o tratamento 1 e 3 no se diferiram estatisticamente e um por fim o tratamento 2 teve desempenho mais eficiente no acmulo de massa seca.

Tabela 6: Mdias Amostrais de acmulo de massa seca razes nas plantas de milho.RAZES7 DIASANOVA15 DIASANOVA30 DIASANOVA45 DIASANOVA60 DIASANOVA

T00,106(C)0,206(C)0(C)0(C)0(C)

T10,478(B)1,288(B)5,37(B)8,372(B)15,388(B)

T21,462(A)2,732(B)5,91(B)12,116(B)17,856(B)

T30,698(B)4,618(A)10,387(A)21,52(A)30,822(A)

Grfico 02: Acmulo de massa seca razes em plantas de milho

No perodo avaliado em 15 dias olhando para as mdias amostrais, conclui-se que o tratamento 0 teve pior menos eficiente, os tratamentos 1 e 2 podem ser considerados estatisticamente iguais, e evidenciou-se que o tratamento 3 foi o que apresentou o maior acmulo de massa seca.

Aos 30 dias os resultados coletados atravs da anlise estatstica apresentou dados que no se diferiram estatisticamente, ou seja h evidncias que os tratamentos 1 e 2 so semelhantes, o tratamento 0 obteve um resultado menos eficiente e o tratamento 3 se tornou o mais eficiente no acmulo de massa seca.

No perodo avaliado em 45 dias, pode-se evidenciar a classificao de acordo com as mdias amostrais obtidas; tratamento 0 desempenho menos eficiente, tratamento 1 e 2, sendo estatisticamente iguais desempenho intermedirio e tratamento 3 melhor desempenho no acmulo de massa seca.

Aos 60 dias, pode-se concluir que neste perodo as mdias podem ser consideradas individuais, sem semelhanas em seu crescimento, tratamento 0 menos eficiente no acmulo de massa seca, tratamento 1 e 2 com desempenho intermedirio e tratamento 3 o melhor no acmulo de massa seca.

5.3 MASSA SECA TOTALCompreendendo os dados gerada atravs da anlise estatstica ficou claro que os avaliados em massa seca total, nos perodos de 07, 15, 30, 45 e 60 dias aps o transplantio, seguem aderncia para comprimento distribuio Normal, pois os valores demostrados em Sig no Teste de Normalidade Shapiro Wilk em anexo (QUADROS: 01; 04; 07; 10; e 13) so maiores que o nvel de significncia = 5%.

Como Sig ilustrado em anexo (QUADROS: 32; 35; 38; 41; 44) apresentam valores maiores que o nvel de significncia, para todos os distintos perodos, evidencia-se que a hiptese Ho nulo, portanto, a hiptese alternativa aceita, inferindo que nem todas so iguais. Torna-se necessrio analisar as diferenas entre as mdias amostrais, para isso foi aplicado o Teste Tukey em anexo (QUADROS: 34; 37; 40; 43; 46). Aos 7 dias as mdias dos tratamentos 1 e 3 podem ser consideradas estatisticamente iguais. Olhando para as mdias amostrais, conclui-se que o tratamento 0 foi o menos eficiente, os tratamentos 2 um desempenho intermedirio, e o tratamento 3 e 1 destacou-se entre todos.

Tabela 7: Mdias amostrais de massa seca total nas plantas de milho.Total715304560

TratamentoMdiasANOVAMdiasANOVAMdiasANOVAMdiasANOVAMdiasANOVA

T00,365(C)0,478(C)0(C)0(A)0(C)

T11,049(A)3,273(B)9,886(B)16,832(B)28,41(B)

T21,166(B)5,178(B)10,276(B)23,494(B)35,408(B)

T32,262(A)7,254(A)16,066(A)37,27(A)55,868(A)

Grfico 03: Acmulo de massa seca total em plantas de milho

O perodo de 15 dias mostrou que todas as mdias podem ser consideradas distintas. Olhando para as mdias amostrais, conclu se que o tratamento 0 obteve o desenvolvimento menos eficiente, os tratamentos 1 e 2 um desempenho intermedirio, e o tratamento 3 destacou-se entre todos no acmulo de massa seca total. Aos 30 dias evidenciou- se que as mdias dos tratamentos 1 e 2 podem ser consideradas estatisticamente iguais o tratamento 0 desempenho menos eficiente, os tratamentos 1 e 2 podem ser classificados como semelhantes, pois no se diferem estatisticamente, e o tratamento 3 destacou-se entre todos, se torando o melhor para o acmulo de massa seca. No perodo de 45 dias as mdias dos tratamentos so distintas. Considerando a tabela e quadro abaixo pode-se conclui que, conclumos que o tratamento 0 foi o menos eficiente, os tratamentos 1 e 2 um desempenho intermedirio, e o tratamento 3 destacou-se entre todos, favorecendo o acmulo de massa seca. Aos 60 dias pode- se inferir que as mdias dos tratamentos so distintas, logo o tratamento 0 teve o desempenho que menos favoreceu o crescimento das plantas de milho, os tratamentos 1 e 2 um desempenho intermedirio, e o tratamento 3 destacou-se entre todos, favorecendo o acmulo da massa seca

6. RESULTADOS E DISCUSSODe acordo com trabalhos de Carvalho et al. (2007), o acmulo mximo de massa seca total na cultura do milho ocorreu aos 122 DAE (dias aps emergncia), com o valor terico de 143,77 g de massa seca por planta. Esse valor superior aos obtidos por Andrade et al. (1975), que encontraram em condies de campo o mximo acmulo de massa seca para cinco cultivares de milho entre 100 e 110 dias, que caracteriza o perodo de maturao fisiolgica da espcie.

A mdia dos valores observados na cultura do milho aos 85 DAE, uma planta de milho acumula teoricamente 83,0 g de massa seca; 788,9 mg de N; 137,5 mg de P; 1.385,6 mg de K; 551,8 mg de Ca; 217,9 mg de Mg; e 92,5 mg de S.

Os resultados obtidos neste trabalho observa-se que no tratamento testemunha T0 (palha de arroz carbonizada) no significativo. O tratamento T2 (palha de arroz carbonizada + bokashi) acumulou 16,07 g de matria seca a mais que o tratamento T1 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado), sendo que o tratamento T3 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado + adubo qumico) foi o que mais respondeu ao tratamento acumulando 59,25 g a mais que o tratamento T1 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado) e acumulou 43,18 g a mais de matria seca que o tratamento T2 (palha de arroz carbonizada + bokashi).

Os resultados obtidos so semelhantes aos obtidos por Carvalho et al. (2007), 143,77 g de massa seca por planta aos 122 DAE, tendo acumulado 1,17 g/dia e Andrade et al. (1975), que obtiveram 83 g de matria seca por planta aos 85 dias, acumulando 0,976 g/dia. Sendo que o tratamento T3 (casca de arroz carbonizada + esterco de gado + adubo qumico) apresentou acumulo em massa seca de 55,868 g por planta aos 60 DAE, acumulando 0,931 g/dia, acumulando 0,239g menos que os trabalhos de Carvalho et al. (2007), e 0,045g menos que os resultados obtidos por Andrade et al. (1975).

Esto apresentados na tabela a seguir resumo da ANOVA e Teste de Tukey 5% de probabilidade demonstrando que os resultados so diferentes entre si.Tabela 8: Comparao ANOVA X Teste de Tukey 5%

* Os resultados esto expresses em gramas.7. CONSIDERAES FINAIS

Os resultados obtidos no tratamento T3 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado + adubo qumico) foi o tratamento mais representativo acumulando aos 60 dias 55,868 g de matria seca por planta, superior ao tratamento T2 (palha de arroz carbonizada + bokashi) em 36,49%. O tratamento T3 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado + adubo qumico) foi superior ao tratamento T1 (palha de arroz carbonizada + esterco de gado) em 50,85%. 0 tratamento T0 no apresentou resultado significativo, sendo que as plantas definharam aps 15 dias de tratamento.

Para aprofundamento nas questes relacionadas estatstica discutidas neste trabalho, sugiro, ainda, a leitura de Andrade & Ogliari (2007), cuja obra poder subsidiar futuros trabalhos.

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9. ANEXO ITests of Normality

TratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticDfSig.

parte areadimension10,2995,165,8585,220

1,2155,200*,9175,510

2,2135,200*,9165,504

3,2915,193,8905,355

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.Fonte: Produzido pela Autora

Quadro 4- Teste de Normalidade parte area com 07 dias

ANOVA

Parte area

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups,7593,25330,444,000

Within Groups,13316,008

Total,89219

Fonte: Autora

Quadro 5- ANOVA parte area com 07 dias

Multiple Comparisons

parte area

Tukey HSD

(I) tratamento(J) tratamentoMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-,312000*,057666,000-,47698-,14702

2-,541200*,057666,000-,70618-,37622

3-,209000*,057666,011-,37398-,04402

1dimension30,312000*,057666,000,14702,47698

2-,229200*,057666,005-,39418-,06422

3,103000,057666,315-,06198,26798

2dimension30,541200*,057666,000,37622,70618

1,229200*,057666,005,06422,39418

3,332200*,057666,000,16722,49718

3dimension30,209000*,057666,011,04402,37398

1-,103000,057666,315-,26798,06198

2-,332200*,057666,000-,49718-,16722

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: Autora

Quadro 6- Teste Tukey parte area com 07 diasTests of Normality

tratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

parte areadimension10,2885,200*,9045,435

1,2015,200*,9735,897

2,2605,200*,9305,595

3,2365,200*,8905,355

QUADRO 07: Teste de normalidade com 15 dias parte areaANOVA

parte area

Sum of SquaresdfMean SquareFSig.

Between Groups17,45835,81990,080,000

Within Groups1,03416,065

Total18,49219

QUADRO 08: ANOVA com 15 dias parte areaMultiple Comparisons

parte area

Tukey HSD

(I) tratamento(J) tratamentoMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-1,716600*,160752,000-2,17651-1,25669

2-2,177600*,160752,000-2,63751-1,71769

3-2,367600*,160752,000-2,82751-1,90769

1dimension301,716600*,160752,0001,256692,17651

2-,461000*,160752,049-,92091-,00109

3-,651000*,160752,005-1,11091-,19109

2dimension302,177600*,160752,0001,717692,63751

1,461000*,160752,049,00109,92091

3-,190000,160752,646-,64991,26991

3dimension302,367600*,160752,0001,907692,82751

1,651000*,160752,005,191091,11091

2,190000,160752,646-,26991,64991

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: Autora

Quadro 9- Teste Tukey parte area com 15 diasTests of Normalityb

TratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticDfSig.

parte areadimension11,2445,200*,9215,537

2,2025,200*,9335,620

3,1695,200*,9825,945

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

a. parte area is constant when tratamento = 0. It has been omitted.Fonte: Autora

QUADRO 10- Teste de normalidade com 30 dias

ANOVA

parte area

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups97,060332,353327,398,000

Within Groups1,58116,099

Total98,64219

Fonte: AutoraQUADRO 11- ANOVA parte area com 30 dias

Multiple Comparisons

parte area

Tukey HSD

(I) tratamento(J) tratamentoMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-4,516000*,198816,000-5,08482-3,94718

2-4,366000*,198816,000-4,93482-3,79718

3-5,848000*,198816,000-6,41682-5,27918

1dimension304,516000*,198816,0003,947185,08482

2,150000,198816,873-,41882,71882

3-1,332000*,198816,000-1,90082-,76318

2dimension304,366000*,198816,0003,797184,93482

1-,150000,198816,873-,71882,41882

3-1,482000*,198816,000-2,05082-,91318

3dimension305,848000*,198816,0005,279186,41682

11,332000*,198816,000,763181,90082

21,482000*,198816,000,913182,05082

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.Fonte: Autora QUADRO 12: Teste Tukey parte area com 30 dias

Tests of Normalityb

tratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

parte areadimension11,2355,200*,9575,785

2,2105,200*,9415,671

3,2845,200*,8955,385

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. parte area is constant when tratamento = 0. It has been omitted.

Fonte: Autora

QUADRO 13- Teste de normalidade parte area com 45 dias

ANOVA

parte area

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups662,3333220,778521,126,000

Within Groups6,77816,424

Total669,11119

Fonte: Autora

QUADRO 14- ANOVA parte aerea com 45 diasMultiple Comparisons

parte area

Tukey HSD

(I) tratamento(J) tratamentoMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-8,460000*,411658,000-9,63776-7,28224

2-11,378000*,411658,000-12,55576-10,20024

3-15,750000*,411658,000-16,92776-14,57224

1dimension308,460000*,411658,0007,282249,63776

2-2,918000*,411658,000-4,09576-1,74024

3-7,290000*,411658,000-8,46776-6,11224

2dimension3011,378000*,411658,00010,2002412,55576

12,918000*,411658,0001,740244,09576

3-4,372000*,411658,000-5,54976-3,19424

3dimension3015,750000*,411658,00014,5722416,92776

17,290000*,411658,0006,112248,46776

24,372000*,411658,0003,194245,54976

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: AutoraQUADRO 15- Teste Tukey parte area com 45 diasTests of Normalityb

TratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

parte areadimension11,2035,200*,9385,651

2,2145,200*,8835,324

3,1935,200*,9695,870

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. parte area is constant when tratamento = 0. It has been omitted.

Fonte: AutoraQUADRO 16- Teste de normalidade parte area com 60 dias

ANOVA

parte area

Sum of SquaresDFMean SquareFSig.

Between Groups1657,7563552,585515,926,000

Within Groups17,137161,071

Total1674,89319

Fonte: AutoraQUADRO 17- ANOVA parte area com 60 diasMultiple Comparisons

parte area

Tukey HSD

(I) tratamento(J) tratamentoMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-13,022000*,654540,000-14,89465-11,14935

2-17,552000*,654540,000-19,42465-15,67935

3-25,046000*,654540,000-26,91865-23,17335

1dimension3013,022000*,654540,00011,1493514,89465

2-4,530000*,654540,000-6,40265-2,65735

3-12,024000*,654540,000-13,89665-10,15135

2dimension3017,552000*,654540,00015,6793519,42465

14,530000*,654540,0002,657356,40265

3-7,494000*,654540,000-9,36665-5,62135

3dimension3025,046000*,654540,00023,1733526,91865

112,024000*,654540,00010,1513513,89665

27,494000*,654540,0005,621359,36665

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: AutoraQUADRO 16- Teste Tukey parte area com 60 dias

Tests of Normality

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticDfSig.

RAIZdimension1,00,2455,200*,8925,366

1,00,1615,200*,9775,921

2,00,3435,054,8185,114

3,00,1895,200*,9775,915

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.Fonte: AutoraQUADRO 17: Teste de Normalidade raiz com 07 dias

ANOVA

RAIZ

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups4,90631,63537,663,000

Within Groups,69516,043

Total5,60119

Fonte: AutoraQUADRO 18- ANOVA raiz com 07 dias

Multiple Comparisons

RAIZ

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension2,00dimension31,00-,37140,13179,054-,7485,0057

2,00-1,35540*,13179,000-1,7325-,9783

3,00-,59140*,13179,002-,9685-,2143

1,00dimension3,00,37140,13179,054-,0057,7485

2,00-,98400*,13179,000-1,3611-,6069

3,00-,22000,13179,371-,5971,1571

2,00dimension3,001,35540*,13179,000,97831,7325

1,00,98400*,13179,000,60691,3611

3,00,76400*,13179,000,38691,1411

3,00dimension3,00,59140*,13179,002,2143,9685

1,00,22000,13179,371-,1571,5971

2,00-,76400*,13179,000-1,1411-,3869

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.Fonte: Autora

QUADRO 19- Teste Tukey raiz com 07 dias

Tests of Normality

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

RAIZdimension1,00,2175,200*,8795,304

1,00,1965,200*,9785,924

2,00,1945,200*,9645,839

3,00,2525,200*,8855,332

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

Fonte: AutoraQUADRO 19: Teste de normalidade

ANOVA

RAIZ

Sum of SquaresDFMean SquareFSig.

Between Groups54,677318,226268,663,000

Within Groups1,08516,068

Total55,76319

Fonte: AutoraQUADRO 20: ANOVA raiz com 15 diasMultiple Comparisons

RAIZ

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension2,00dimension31,00-1,08160*,16473,000-1,5529-,6103

2,00-2,52560*,16473,000-2,9969-2,0543

3,00-4,41160*,16473,000-4,8829-3,9403

1,00dimension3,001,08160*,16473,000,61031,5529

2,00-1,44400*,16473,000-1,9153-,9727

3,00-3,33000*,16473,000-3,8013-2,8587

2,00dimension3,002,52560*,16473,0002,05432,9969

1,001,44400*,16473,000,97271,9153

3,00-1,88600*,16473,000-2,3573-1,4147

3,00dimension3,004,41160*,16473,0003,94034,8829

1,003,33000*,16473,0002,85873,8013

2,001,88600*,16473,0001,41472,3573

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: AutoraQUADRO 21: ANOVA raiz com 30 dias

Multiple Comparisons

RAIZ

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension2,00dimension31,00-5,37000*,29813,000-6,2293-4,5107

2,00-5,91000*,29813,000-6,7693-5,0507

3,00-10,38750*,31622,000-11,2989-9,4761

1,00dimension3,005,37000*,29813,0004,51076,2293

2,00-,54000,29813,306-1,3993,3193

3,00-5,01750*,31622,000-5,9289-4,1061

2,00dimension3,005,91000*,29813,0005,05076,7693

1,00,54000,29813,306-,31931,3993

3,00-4,47750*,31622,000-5,3889-3,5661

3,00dimension3,0010,38750*,31622,0009,476111,2989

1,005,01750*,31622,0004,10615,9289

2,004,47750*,31622,0003,56615,3889

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: Autora

QUADRO 22: Teste Tukey raiz com 30 dias

Tests of Normalityb

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticDfSig.

RAIZdimension11,00,4135,006,7235,016

2,00,1625,200*,9735,897

3,00,2615,200*,8455,178

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. RAIZ is constant when TRATAMENTO = ,00. It has been omitted.

Fonte: Autora

QUADRO 23: Teste de normalidade raiz com 45 dias

ANOVA

RAIZ

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups1194,1513398,050665,761,000

Within Groups9,56616,598

Total1203,71719

Fonte: AutoraQUADRO 24: ANOVA raiz com 45 diasMultiple Comparisons

RAIZ

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension2,00dimension31,00-8,37200*,48903,000-9,7711-6,9729

2,00-12,11600*,48903,000-13,5151-10,7169

3,00-21,52000*,48903,000-22,9191-20,1209

1,00dimension3,008,37200*,48903,0006,97299,7711

2,00-3,74400*,48903,000-5,1431-2,3449

3,00-13,14800*,48903,000-14,5471-11,7489

2,00dimension3,0012,11600*,48903,00010,716913,5151

1,003,74400*,48903,0002,34495,1431

3,00-9,40400*,48903,000-10,8031-8,0049

3,00dimension3,0021,52000*,48903,00020,120922,9191

1,0013,14800*,48903,00011,748914,5471

2,009,40400*,48903,0008,004910,8031

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

QUADRO 25: Teste Tukey raiz com 45 diasTests of Normalityb

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

RAIZdimension11,00,2225,200*,9005,412

2,00,3155,117,8175,111

3,00,2395,200*,9005,407

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. RAIZ is constant when TRATAMENTO = ,00. It has been omitted.

Fonte: AutoraQUADRO 26: Teste de normalidade raiz com 60 dias

ANOVA

RAIZ

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups2397,5493799,1831774,070,000

Within Groups7,20816,450

Total2404,75719

Fonte: Autora.

QUADRO 27: ANOVA raiz com 60 diasMultiple Comparisons

RAIZ

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension2,00dimension31,00-15,38800*,42449,000-16,6025-14,1735

2,00-17,85600*,42449,000-19,0705-16,6415

3,00-30,82200*,42449,000-32,0365-29,6075

1,00dimension3,0015,38800*,42449,00014,173516,6025

2,00-2,46800*,42449,000-3,6825-1,2535

3,00-15,43400*,42449,000-16,6485-14,2195

2,00dimension3,0017,85600*,42449,00016,641519,0705

1,002,46800*,42449,0001,25353,6825

3,00-12,96600*,42449,000-14,1805-11,7515

3,00dimension3,0030,82200*,42449,00029,607532,0365

1,0015,43400*,42449,00014,219516,6485

2,0012,96600*,42449,00011,751514,1805

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

QUADRO 28: Teste Tukey raiz com 60 diasTests of Normality

TratamentoKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticdfSig.

Massadimension10 ,2095,200*,9075,450

1 ,2505,200*,9205,529

2 ,3085,137,9075,450

3 ,2035,200*,9765,913

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

Fonte: Autor

QUADRO 29: Teste de normalidade total com 07 diasANOVA

MASSA

Sum of SquaresdfMean SquareFSig.

Between Groups9,24033,08046,593,000

Within Groups1,05816,066

Total10,29819

Fonte: AutorQUADRO 30: ANOVA massa seca total com 07 dias

Multiple Comparisons

MASSA

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-,68340*,16261,003-1,1486-,2182

2-1,89660*,16261,000-2,3618-1,4314

3-,80040*,16261,001-1,2656-,3352

1dimension30,68340*,16261,003,21821,1486

2-1,21320*,16261,000-1,6784-,7480

3-,11700,16261,888-,5822,3482

2dimension301,89660*,16261,0001,43142,3618

11,21320*,16261,000,74801,6784

31,09620*,16261,000,63101,5614

3dimension30,80040*,16261,001,33521,2656

1,11700,16261,888-,3482,5822

2-1,09620*,16261,000-1,5614-,6310

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.Fonte: Autora QUADRO 31: Teste Tukey massa seca total com 07 dias

Tests of Normality

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticdfSig.

MASSAdimension10,2375,200*,9645,837

1,2385,200*,9535,760

2,1795,200*,9845,957

3,2185,200*,9745,902

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

Fonte: Autora

QUADRO 32: Teste de normalidade massa seca total com 15 diasANOVA

MASSA

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups124,618341,539479,235,000

Within Groups1,38716,087

Total126,00519

Fonte: AutoraQUADRO 33:ANOVA massa seca total com 15 dias

Multiple Comparisons

MASSA

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-2,79820*,18620,000-3,3309-2,2655

2-4,70320*,18620,000-5,2359-4,1705

3-6,77920*,18620,000-7,3119-6,2465

1dimension302,79820*,18620,0002,26553,3309

2-1,90500*,18620,000-2,4377-1,3723

3-3,98100*,18620,000-4,5137-3,4483

2dimension304,70320*,18620,0004,17055,2359

11,90500*,18620,0001,37232,4377

3-2,07600*,18620,000-2,6087-1,5433

3dimension306,77920*,18620,0006,24657,3119

13,98100*,18620,0003,44834,5137

22,07600*,18620,0001,54332,6087

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: Autora

QUADRO 34: Teste Tukey massa seca total com 15 diasTests of Normalityb

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticdfSig.StatisticDfSig.

MASSAdimension11,2335,200*,9675,858

2,2125,200*,9245,557

3,1805,200*,9585,795

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. MASSA is constant when TRATAMENTO = 0. It has been omitted.

Fonte: AutoraQUADRO 35:Teste de normalidade massa seca total com 30 dias

ANOVA

MASSA

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups666,6433222,214436,219,000

Within Groups8,15116,509

Total674,79319

Fonte: AutoraQUADRO 36: ANOVA massa seca total com 30 dias

Multiple Comparisons

MASSA

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-9,88600*,45140,000-11,1775-8,5945

2-10,27600*,45140,000-11,5675-8,9845

3-16,06600*,45140,000-17,3575-14,7745

1dimension309,88600*,45140,0008,594511,1775

2-,39000,45140,823-1,6815,9015

3-6,18000*,45140,000-7,4715-4,8885

2dimension3010,27600*,45140,0008,984511,5675

1,39000,45140,823-,90151,6815

3-5,79000*,45140,000-7,0815-4,4985

3dimension3016,06600*,45140,00014,774517,3575

16,18000*,45140,0004,88857,4715

25,79000*,45140,0004,49857,0815

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.Fonte: Autora

QUADRO 37: Teste Tukey massa seca total com 30 dias

Tests of Normalityb

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticdfSig.

MASSAdimension11,4155,005,7055,011

2,2165,200*,9395,661

3,2435,200*,8925,366

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. MASSA is constant when TRATAMENTO = 0. It has been omitted.Fonte: Autora

QUADRO 38: Teste de normalida massa seca total com 45 dias

ANOVAMASSASum of Squares

Df

Mean Square

F

Sig.Between Groups

3595,262

3

1198,421

832,179

,000Within Groups

23,042

16

1,440Total

3618,303

19Fonte: Autora

QUADRO 39: ANOVA massa seca total com 45 dias

Multiple Comparisons

MASSA

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-16,83200*,75897,000-19,0034-14,6606

2-23,49400*,75897,000-25,6654-21,3226

3-37,27000*,75897,000-39,4414-35,0986

1dimension3016,83200*,75897,00014,660619,0034

2-6,66200*,75897,000-8,8334-4,4906

3-20,43800*,75897,000-22,6094-18,2666

2dimension3023,49400*,75897,00021,322625,6654

16,66200*,75897,0004,49068,8334

3-13,77600*,75897,000-15,9474-11,6046

3dimension3037,27000*,75897,00035,098639,4414

120,43800*,75897,00018,266622,6094

213,77600*,75897,00011,604615,9474

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: AutoraQUADRO 40: Teste Tukey massa seca total com 45 dias

Tests of Normalityb

TRATAMENTOKolmogorov-SmirnovaShapiro-Wilk

StatisticDfSig.StatisticDfSig.

MASSAdimension11,2725,200*,8955,383

2,2255,200*,9165,505

3,1645,200*,9815,941

a. Lilliefors Significance Correction

*. This is a lower bound of the true significance.

b. MASSA is constant when TRATAMENTO = 0. It has been omitted.

Fonte: AutoraQUADRO 41: Teste De normalidade massa seca total com 60 dias

ANOVA

MASSA

Sum of SquaresDfMean SquareFSig.

Between Groups8004,51732668,1721214,083,000

Within Groups35,163162,198

Total8039,68019

Fonte: AutoraQUADRO 42: ANOVA massa seca total com 60 dias

Multiple Comparisons

MASSA

Tukey HSD

(I) TRATAMENTO(J) TRATAMENTOMean Difference (I-J)Std. ErrorSig.95% Confidence Interval

Lower BoundUpper Bound

dimension20dimension31-28,41000*,93759,000-31,0925-25,7275

2-35,40800*,93759,000-38,0905-32,7255

3-55,86800*,93759,000-58,5505-53,1855

1dimension3028,41000*,93759,00025,727531,0925

2-6,99800*,93759,000-9,6805-4,3155

3-27,45800*,93759,000-30,1405-24,7755

2dimension3035,40800*,93759,00032,725538,0905

16,99800*,93759,0004,31559,6805

3-20,46000*,93759,000-23,1425-17,7775

3dimension3055,86800*,93759,00053,185558,5505

127,45800*,93759,00024,775530,1405

220,46000*,93759,00017,777523,1425

*. The mean difference is significant at the 0.05 level.

Fonte: AutoraQUADRO 43: Teste Tukey massa seca total com 60 dias

A553a Andrade, Natlia Maria do Rosrio Gouva de

Avaliao de diferentes fontes de nutrientes no acmulo de massa seca em plantas de Milho (Zea mays)/

Natlia Maria do Rosrio Gouva de Andrade.

So Paulo,2014.

61 f.

Monografia (Curso de Tecnologia em Gesto Ambiental) -

Instituto Federal de Educao, Cincia e de So Paulo -

Campus So Roque IFSP/SRQ

1. Agroecologia. I. Ttulo.

IFSP-SRQ CDD - 631

ANOVA uma coleo de modelos estatsticos no qual a varincia amostral particionada em diversos componentes devido a diferentes fatores (variveis), que nas aplicaes esto associados a umprocesso, produto ou servio. Atravs desta partio, a ANOVA estuda a influncia destes fatores na caracterstica de interesse. Disponvel em: HYPERLINK "http://www.portalaction.com.br/content/anova"http://www.portalaction.com.br/content/anova. Acesso em: 21/01/2015.