Nos dominios da mediunidade Cap. 4 Ante o Servico

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NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER PELO ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ CAP. 4 - ANTE O SERVIÇO MIRNA MUNCKE – 10/10/2017

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  1. 1. NOS DOMNIOS DA MEDIUNIDADE FRANCISCO CNDIDO XAVIER PELO ESPRITO ANDR LUIZ CAP. 4 - ANTE O SERVIO MIRNA MUNCKE 10/10/2017
  2. 2. CAPTULO 4 - ANTE O SERVIO O captulo 4 do livro em estudo apresenta problemas de suma importncia para todos os que nos achamos empenhados no esforo de auto renovao com o Mestre. Analisando aquele magistral captulo, melhor se consolidou velha impresso de que, em vrios casos, nem sempre o obsessor o desencarnado, mas sim o encarnado. Existem inmeros casos em que o esprito luta, para desvencilhar-se da priso mental que o encarnado estabelece em torno dele, conservando-o cativo e subjugado a pensamentos dolorosos e enfermios. Estudando a mediunidade - Martins Peralva Pessoas Prises Mentais Situaes Coisas
  3. 3. CAPTULO 4 - ANTE O SERVIO - So doentes a serem beneficiados informou-nos o orientador. Dir-se-ia que se aglomeravam, em derredor dos amigos encarnados em prece, quais mariposas inconscientes, rodeando grande luz. Vinham bulhentas, proferindo frases desconexas ou exclamaes menos edificantes, entretanto, logo que atingidas pelas emanaes espirituais do grupo, emudeciam de pronto, qual se fossem contidas por foras que elas prprias no conseguiam perceber.
  4. 4. So almas em turvao mental, que acompanham parentes, amigos ou desafetos s reunies pblicas da Instituio , e que se desligam deles quando os encarnados se deixam renovar pelas idias salvadoras, expressas na palavra dos que veiculam o ensinamento doutrinrio. Modificado o centro mental daqueles que habitualmente vampirizam, essas entidades vem-se como que despejadas de casa, porquanto, alterada a elaborao do pensamento naqueles a quem se afeioam, experimentam sbitas revira voltas nas posies em que falsamente se equilibram. Algumas delas, rebeladas, fogem dos templos de orao como este, detestando-lhes temporariamente os servios e armando novas perseguies s suas vtimas, que procuram at o reencontro; contudo, outras, de algum modo tocadas pelas lies ouvidas, demoram-se no local das predicaes em ansiosa expectativa, famintas de maior esclarecimento.
  5. 5. O QUE TURVAO MENTAL ... parentes, amigos e desafetos dos encarnados que l se encontravam, todos mantendo um padro vibratrio inferior e em acentuado estado de perturbao. Encontravam-se ligados aos encarnados por sintonia, que os vinculava magneticamente.
  6. 6. OBSESSO O vampirismo espiritual no s acontece de desencarnado e encarnado, como entre os prprios desencarnados. Vampirismo Psicofisico Entre desencarnados e encarnados, a ao mental dos obsessores produz efeitos que, repercutem no organismo fsico. Seria o vampirismo psicofisico, de constatacao mais facil, como por ex.: acontece nas contaminaes fludicas que levam o obsidiado a: dipsomania ( impulso mrbido que leva a ingerir bebidas txicas sobretudo alclicas). a toxicomania e tantos outros vcios que corroem o moral e as resistncias fsicas. Os casos mais frequentes so motivados por desregramento no uso de: alcolicos, fumo, e pratica sexual. Os espritos vampirizadores fazem uso de suas vitimas como instrumento para lhes propiciar a satisfao de seus desejos. Livro: Perisprito - Zalmino Zimmermann
  7. 7. CAP. 4 - ANTE O SERVIO Entidades vampirizantes, operam contra eles, muitas vezes envolvendo-lhes os ouvintes em fluidos entorpecentes, conduzindo esses ltimos ao sono provocado, para que se lhes adie a renovao.
  8. 8. A INFLUENCICO DOS ESPRITOS SOBRE OS ENCARNADOS SE EXERCE PELA SINTONIA htts://www.youtube.com/watch?v=s7bORypaPw8 Ler pgina 17 Estudando a Mediunidade Questo 459 Livro dos Espritos 459 Os Espritos influem em nossos pensamentos e aes? R. Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto que, muitas vezes, so eles que vos dirigem. Questo 460 Livro dos Espritos 460 Temos pensamentos que nos so prprios e outros que nos so sugeridos? R. Vossa alma um Esprito que pensa. No deixeis de considerar que vrios pensamentos vos ocorrem ao mesmo tempo sobre um mesmo assunto, e que, muitas vezes, eles so contraditrios entre si. Pois bem! Neles h sempre um pouco de vs e um pouco de ns. isso que vos deixa na incerteza, pois tendes em vs duas ideais que se entrechocam.
  9. 9. CAP. 4 - ANTE O SERVIO Mas este mesmo fenmeno se repete nas igrejas de outras confisses religiosas? - Sim. A palavra desempenha significativo papel nas construes do esprito. Sermes e conferncias de sacerdotes e doutrinadores, em variados setores da f, sempre que inspirados no infinito Bem, guardam o objetivo da elevao moral. (...)Da o valor do culto religioso respeitvel, formando ambiente propcio ascenso espiritual, com indiscutveis vantagens, no s para os Espritos encarnados que a ele assistem, com sinceridade e fervor, mas tambm para os desencarnados, que aspiram prpria transformao. Todos os santurios, em seus atos pblicos, esto repletos de almas necessitadas que a eles comparecem, sem o veculo denso, sequiosas de reconforto. Os expositores da boa palavra podem ser comparados a tcnicos eletricistas, desligando tomadas mentais, atravs dos princpios libertadores que distribuem na esfera do pensamento(...) Ler: Libertao
  10. 10. CAP. 4 - ANTE O SERVIO (...)Entre os homens, porm, se no fcil cultivar a vida digna, muito difcil habilitar-se a criatura morte libertadora. Comumente, desencarna-se a alma, sem que se lhe desagarrem os pensamentos , enovelados em situaes, pessoas e coisas da Terra. A mente, por isso, continua encarcerada nos interesses quase sempre inferiores do mundo, cristalizada e enfermia(...) Quo raros na Terra se capacitam de que trazemos conosco os sinais de nossos pensamentos, de nossas atividades e de nossas obras, e o tmulo nada mais faz que o banho revelador das imagens que escondemos no mundo, sob as vestes da carne! ... Hilrio ia utilizar o psicoscpio mas Aulus informa que no necessrio basta examina- los:
  11. 11. Nossos irmos sofredores trazem consigo, individualmente, o estigma dos erros deliberados a que se entregaram. A doena, com resultante de desequilbrio moral, sobrevive no perspirito, alimentada pelos pensamentos que geraram, quando esse pensamentos persistem depois da morte do corpo fsico Todas as ocorrncias de carter patolgico, em principio, tem sua gnese em disfunes dos centros vitais, e estes, em seu dinamismo, simplesmente refletem o estado da mente. Pensamneto equilibrado, harmonizado com o bem, significa fluxo normal da energia vital, sob o comando dos centros de forca, traduzindo, de consequncia, regularidade fisiolgica. Em outras palavras, mente serena, limpa e amorosa, sustentando harmoniosamente um campo perispiritico, representa perfeita higidez fsica. Ao contrario, mente doente, com as forcas psicosomicas em regime de disfuno, significa corpo enfermo
  12. 12. A RENOVAO MENTAL A RENOVAO DA VIDA As obsesses podem cessar, entre outros, por um dos seguintes motivos: a) Pelo esclarecimento do encarnado, que despejar de sua casa mental o hspede invisvel b) Pelo esclarecimento do desencarnado, que se libertar da priso mental que o encarnado lhe vinha impondo. c) Pela melhoria de ambos
  13. 13. Desligamento de tomadas mentais, atravs dos princpios Frutos da Doutrinao libertadores que doutrinadores distribuem na esfera do pensamento Consolidao do Equilbrio Estudo + Meditao = Renovao Renovao + Trabalho = Libertao Despejo Ausncia de afinidade, em virtude de o encarnado modificar os centros mentais.
  14. 14. Nos casos de obsesso, o esclarecimento doutrinrio que prestado nas reunies pblicas da casa esprita pode romper o vnculo magntico que une as duas partes, indispensvel instalao do processo. Para tanto, necessrio, porm, que o encarnado que l comparece esteja receptivo a esses ensinamentos, atravs do desejo sincero de modificar seus hbitos mentais. Modificada a natureza de seus pensamentos, deixa de existir aquela identidade vibratria mencionada, sendo o desencarnado perturbador "despejado" do centro mental do obsidiado, como ulus se expressou. AULUS COMENTA A IMPORTNCIA DAS REUNIES PBLICAS DA INSTITUIO. QUAL A IMPORTNCIA DELAS E QUAL A SUA CORRELAO COM AS REUNIES MEDINICAS?
  15. 15. AULUS COMENTA A IMPORTNCIA DAS REUNIES PBLICAS DA INSTITUIO. QUAL A IMPORTNCIA DELAS E QUAL A SUA CORRELAO COM AS REUNIES MEDINICAS? J as reunies medinicas, em regra, devem ser reservadas, pois indispensvel uma identidade de propsitos entre seus participantes. Qualquer que se apresente desarmonizado com o restante do grupo vai gerar, certamente, uma quebra de homogeneidade de pensamentos e propsitos, abrindo as portas para entidades perturbadoras. No significa que estas no devam ser admitidas. Elas devem, sim, ser trazidas para receberem o esclarecimento doutrinrio que poder tir-las daquela condio. Mas o grupo medinico deve ser homogneo para poder lidar com elas convenientemente. Centro Virtual de Divulgao e Estudo do Espiritismo - CVDEE
  16. 16. Acompanhe nossas reunies: Aplicativo Mix Ir http://www.mixir.com (procurar grupo GECD) Blog - GECD http://www.espacodespertar.blogspot.com Acompanhe nossas reunies: