O AGRONEG“CIO .Complexo Soja 2 1 37% Carne Bovina 2 1 27% Carne de Frango 2 1 39%

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  • O AGRONEGCIO BRASILEIRO

    OPORTUNIDADES E OBSTCULOSLUIZ ANTONIO FAYET

  • Representatividade do AgronegRepresentatividade do Agronegciociona Economia do Brasilna Economia do Brasil

    1/3 do PIB nacional

    40% do emprego

    Potencial de gerao de mais de 1.000 empregos a cada 18,5 (dezoito e meio) milhes de reais de acrscimo do PIB

    Saldo da Balana Comercial do Agronegcio

    1999 - US$ 13,3 bilhes

    2007 - US$ 49,6 bilhes (total US$ 40,0)

    Relaes aproximadas:exportaes = 5x importaes= 1

  • Metodologia de TrabalhoMetodologia de Trabalho

    Identificao de Mercados

    Aptido e Competitividade da Produo

    Competitividade Comercial

  • BRASIL - Em mil toneladas -EXPORTAES DO AGRONEGCIO FLORESTAL 1997 2006 variaes

    Celulose e Papel 3.834 8.232 114,70%

    Madeira e Obras 3.268 6.071 85,80%

    TOTAL 7.102 14.303 200,50%

    EXPORTAES DO AGRONEGCIO SUCRO-ALCOOLEIRO

    Acar 6.375 18.870 196,00%

    lcool 117 2.773 2270,10%

    EXPORTAES DO AGRONEGCIO DE CARNES

    Bovinos 143 1.502 950,30%

    Sunos 56 484 764,30%

    Aves 674 2.713 302,50%

    TOTAL 873 4.699 2017,10%

    EXPORTAES DO AGRONEGCIO SOJA

    Soja em Gros 8.339 24.958 199,30%

    Farelo 10.013 12.332 23,20%

    IMPORTAO DE FERTILIZANTES E MATRIAS PRIMAS 7.044.284 12.101.975 71,80%

    FONTE - MDIC/DECEX

  • Fonte: USDA.

    Brasil - Ranking Mundial 2006

    Produo Exportao

    Acar 1 1 41%

    Caf 1 1 28%

    Suco de Laranja 1 1 82%

    lcool 2 1 -

    Tabaco (2005) 2 1 27%

    Complexo Soja 2 1 37%

    Carne Bovina 2 1 27%

    Carne de Frango 2 1 39%

    Milho 3 3 6%

    Carne Suna 3 3 11%

    Principais ProdutosPart. no

    Comrcio Mundial

    Brasil - Ranking Mundial

  • Novas Rotas de Escoamento corredores Norte

  • EXPORTAO POR PORTOS 2007 Em mil toneladas

    Porto Soja Farelo Total

    Paranagu 4.505 5.452 9.957Santos 4.526 2.581 7.107Vitria 2.482 944 3.426So Francisco 2.411 127 2.538Rio Grande 5.276 1.988 7.264

    So Lus 1.382 - 123 1.505Porto Velho 2.850

    Itacoatiara 1.557 457 2.014Santarm 836 - 836

    Fonte: DECEX/MDIC

  • Novas Rotas de Escoamento Eclusas -

  • Tempos de Navegao (Dados Aproximados)

    Fonte: Syndarma/Sindario.

    Obs. Novo canal do PANAMObs. Novo canal do PANAM

    Partida Destino Tempo

    Paranagu Rotterdam 17 a 18 dias

    So Lus Rotterdam 13 a 14 dias

    Macap Rotterdam 13 a 14 dias

    Foz do Amazonas Santarm 1 dia

    Paranagu Cingapura 29 a 30 dias

  • EXPORTAES DE PRODUTOS DO AGRONEGCIO E IMPORTAES DE FERTILIZANTES

    (EM MILHES DE TONELADAS)

    1997

    2007

    2017 *

  • PROJETO TEGRAM ITAQUI SO LUSTEGRAMCAPACIDADE ATUAL 2 milhes / tCAPACIDADE FINAL 13 milhes / t

    INVESTIMENTO PBLICO R$ 300 milhesINVESTIMENTO PRIVADO R$ 500 milhes

    INCLUI RETAGUARDA NO INTERIOR

    REFLEXOS DO PROJETO TOTAL:- REDUO DE CUSTOS LOGSTICOS- REDUO DA DEMANDA DE SUBSDIOS FEDERAIS- ALVIO SOBRE O PORTO DE SANTOS- AUMENTO DA RENDA RURAL

  • INSTABILIDADE INSTITUCIONAL

    GESTO PORTURIA - PARANAGU

    - Denncias desde 2003 -CAP COMISSO PORTOS ENTIDADES

    - Dezenas de irregularidades desvio de finalidade de recursos

    - Ameaas a funcionrios da ANTAQ

    - 8 relatrios da ANTAQ apontando a contumcia de irregularidades

    - 2 pedidos da ANTAQ ao MT para cancelamento da delegao / interveno

    - Multa por descumprimento da Delegao Res. ANTAQ n. 1077/2008

    - 3 Acrdos do TCU 768/05, 2059/06 e 632/07 condenando a administrao

    - Descumprimento de decises judiciais e condenao pela Justia Federal por litigncia de m f

    - S opera com soja transgnica graas a 11 decises Judiciais

    - Prejuzos ao agronegcio da soja em 2007 + de 3 bilhes de reais

  • PARANAGU - IMPACTOS20 navios Panamax em espera equivale a uma fila de carretas com mais de 1.000 kmNa virada 2007/08 muitos navios esperaram mais de 30 dias para operarCusto de aluguel dirio de um PanamaxUS $ 60.000Dispndios anuais com subsdios de fretes R$ 500 milhesDesorganizao da comercializaoAumento dos custos de operao porturiaReduo da carga til por navio PanamaxRenegociao das dvidas rurais

  • Brasil Indicadores *Produo 2007 - Preos - Custos Logsticos

    * Dados referenciaisSoja 1 bilho de sacosMilho 800 milhes de sacos

    Valores aproximadosCotao da Soja US$ 300/t

    ou R$ 35/saco FOB Santos ou ParanaguCascavel R$ 29/saco diferena: R$ 6 = 20,6%Rondonpolis R$ 27/saco diferena: R$ 8 = 29,6%Sorriso R$ 23/saco diferena: R$ 12 = 52,1%

    Paranagu influncia das restries navegao, sobre a renda dos usurios produtores rurais de soja

    Hiptese: PANAMAX para 60.000 tReduo de Carga til 10.000 t Frete/China US$ 74/t x 10.000 = US$ 740.000Rateio pela Carga til US$ 740.000 / 50.000 t = US$ 15

    Impacto = R$ 28 5/t/16 7 + ou R$ 1 70/sacoFonte: CNA valores aproximados de junho de 2007

  • O PARADOXO DO SETOR RURAL

    NATUREZA FAVORVEL

    VANGUARDA TECNOLGICA MUNDIAL

    PREOS INTERNACIONAIS ELEVADOS

    xINSOLVNCIA DOS PRODUTORES

  • CRISE MUNDIALCRISE FINANCEIRA

    MERCADOS

    FINANCIAMENTOS

    BUSCA DA ECONOMIA REAL

    RECUPERAO SELETIVA

  • BRASIL - PROBLEMAS INTERNOSINSTABILIDADE JURDICO INSTITUCIONAL

    TRIBUTAO

    INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES E LOGSTICA

    NAVEGAO DE CABOTAGEM

    ESTATIZAO E BUROCRACIA

    POLTICA MONETRIA / CAMBIAL

    INFLAO DFICIT PBLICO

    POLTICA COMERCIAL

    DESESTABILIZAO DO MERCOSUL

  • ENFRENTAMENTO DA CRISE

    AUMENTO DA COMPETITIVIDADE

    REDUO DOS CUSTOS LOGSTICOS

    LIBERAO DOS INVESTIMENTOS ANTI-CRISE

  • LIBERAO DE INVESTIMENTOS ARGUMENTOS CONTRRIOS

    TPUs parte de um processo produtivoArmadores querem cartelizar o setorPrejuzos para os empregosModelo mundial

  • LIBERAO DE INVESTIMENTOS 2007 - VALOR DE EXPORTAES EM US $ BILHES

    COMPLEXO SOJA 12,0 324/t

    MINRIO DE FERRO 10,5 39/t

    CARNES 9,6 1.922/tOBS. A CADA R$ 18,5 MILHES DE ACRSCIMO DE PIB, A CADEIA

    DO AGRONEGCIO GERA MAIS DE 1.000 EMPREGOS (BNDES)

  • Transporte para o Comrcio e a Integrao RegionalCNI/BID Braslia, 1 de Outubro de 2008

  • LIBERAO DE INVESTIMENTOS NDICES DE RIQUEZA - PIB POR KM2

    EM US$ MILHES

    HOLANDA 15,8BLGICA 12,6EUA 1,4BRASIL 0,15PARAN 0,46

  • Efeitos Multiplicadores e Empregos na AgropecuEfeitos Multiplicadores e Empregos na AgropecuriariaAumento de ProduAumento de Produo de R$ 18,5 Milhes o de R$ 18,5 Milhes (pre(preos de dezembro de 2007)os de dezembro de 2007)

    EMPREGO INDIRETOS186

    EMPREGOS EFEITO RENDA

    387

    EMPREGODIRETO

    620

    Total de Empregos

    1.193

    Sntese de Gilda M. B. Borges do estudo: Uma Atualizao do Modelo de Gerao de Emprego do BNDES 2001 Boletim Faep 736 / 2002

  • LIBERAO DE INVESTIMENTOS

    - NA ADMINISTRAO PBLICA SPODEMOS FAZER O QUE A LEI AUTORIZA

    NO SETOR PRIVADO S NO PODEMOS FAZER O QUE A LEI PROBE

  • LUIZ ANTONIO FAYET

    e mail: fayet@uol.com.br

  • AUXILIARES

  • CONSTITUIO FEDERALArt. 21. Compete Unio:XII - explorar, diretamente ou mediante autorizao, concesso ou

    permisso:d) os servios de transporte ferrovirio e aquavirio entre portos brasileiros e fronteiras nacionais, ou que transponham os limites de Estado ou Territrio;f) os portos martimos, fluviais e lacustres;

    Art. 175. Incumbe ao Poder Pblico, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concesso ou permisso, sempre atravs de licitao, a prestao de servios pblicos.

    LEI N 8.630, DE 25 DE FEVEREIRO DE 1993Dispe sobre o regime jurdico da explorao dos portos organizados e das

    instalaes porturias e d outras providncias. (LEI DOS PORTOS)Art. 4 Fica assegurado ao interessado o direito de construir, reformar,

    ampliar, melhorar, arrendar e explorar instalao porturia, dependendo: 2 A explorao da instalao porturia de que trata este artigo far-se-

    sob uma das seguintes modalidades:I - uso pblico;II - uso privativo:

    a) exclusivo, para movimentao de carga prpria;b) misto, para movimentao de carga prpria e de terceiros.

    Gab

    inet

    e da

    Sen

    ador

    a K

    tia

    Abr

    eu

  • RESOLUO N 517- ANTAQ, DE 18 DEAprova a norma para outorga de autorizao para a construo, a

    explorao e a ampliao de terminal porturio de uso privativo.

    Art. 5 A interessada na autorizao de que trata esta Norma dever dirigir requerimento ANTAQ, instrudo com a seguinte documentao:

    II - Habilitao Tcnica:

    c) declarao da requerente especificando as cargas prprias que sero movimentadas no terminal, com movimentao anual mnima estimada que justifique, por si s, de conformidade com estudo tcnico especializado, a sua implantao, e, com relao s cargas de terceiros, se houver, a natureza destas;

  • Parecer sobre a Resoluo n 517-ANTAQ/2005

    Concluso

    5.1 (...) ressaltando, novamente, que o regime de explorao de instalao porturias na modalidade de uso privativo misto faculta aos operadores a movimentao de cargas prprias e de terceiros, sem qualquer restrio, seja quanto a quantidade ou a proporo de cargas a serem movimentadas.

    (...)

    Braslia, 28 de junho de 2007.

    Aristarte Gonalves Leite JniorProcurador-Geral

  • 4. Soberania Nacional Controle governamental sobre Portos

    Secretaria dos Portos / Ministrio dos Transportes;Agncia Reguladora ANTAQ;Autoridade Martima (Capitania dos Portos -Marinha);Ministrio da Justia / Naes Unidas IMO-ISPS CODEPolcia FederalReceita FederalANVISAMinistrio da Agricultura