O Lugar da Cultura Modelos e Desafios -...

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Programa O Lugar da Cultura Modelos e Desafios
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    12-Jan-2019
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Programa

O Lugarda CulturaModelose Desafios

Uma iniciativa

Cofi nanciamento Mecenas

Organizao

Media partnersApoio

Coorganizao

15 de abril / Colquio O Lugar da Cultura,Modelos de desenvolvimento para o sculo XXI

16 de abril / Colquio Cultura e Desenvolvimento Estudos Cultura 2020

17 de abril / Conferncias Polticas Culturais Setoriais

18 a 22 de abril Jornadas Porta Aberta

A cultura ponto de partida e ponto de chegada de qualquer viagem pessoal ou coletiva. Ao lado de outros percursos, ocorre sempre o olhar da(s) cultura(s) que nos informa, nos projeta, nos organiza.

Mas de que cultura(s) estamos a falar? Quais os argumentos ou as possibilidades para a cultura integrar um conceito operativo de modelo de sociedade? Como se coloca a cultura nesse modelo? A cultura uma arma do poder ou uma porta aberta ao indivduo e comunidade? Qual o papel dos Estados na sua fruio ou criao? Quais as formas de que se reveste a aproximao cultura dos cidados portugueses e europeus? Como abordar outras vises do mundo para l da(s) viso (vises) do Ocidente? Como e porque a cultura relevante na coeso e identidade europeias e dos seus Estados?

O exerccio do pluralismo e o crdito da existncia de um direito de cidadania legtimo esto na base da cultura europeia contempornea. Ao mesmo tempo, os pilares desta perspetiva ameaam runa, pois interna e externamente exercem-se presses diversas contrrias centralidade de um conceito de contrato social sedimentado nas ideias da paz e do progresso tal como se definiram na Europa depois da Segunda Guerra Mundial.

Este programa pretende contribuir para a reflexo prospetiva e operativa, tendo como destinatrios todos os interessados nestes enunciados, mas em especial os que operam ou pretendem operar em campos to diferentes como a museologia e a criao artstica, as bibliotecas e o cinema e audiovisual, a arqueologia e os direitos de autor e direitos conexos, o patrimnio cultural e as chamadas indstrias criativas, o design e a literatura, a educao artstica e o universo editorial. Pretende-se que estes destinatrios sejam, pela natureza das suas funes sociais e profissionais, referenciais de uma presena da cultura (para l do entretenimento mas sem o ignorar como forma de cultura) mais prxima dos cidados, parte do seu quotidiano e da sua presena pessoal e social de uma forma consciente e participada.

Acreditando na correlao positiva entre fruio e criao cultural com desenvolvimento pessoal e social, pretende-se contribuir para promover uma melhor identificao e proposio da presena da cultura no modelo de desenvolvimento portugus e europeu no sculo XXI.

Jorge Barreto XavierSecretrio de Estado da Cultura

ColquioO Lugar da Cultura, Modelos de desenvolvimento para o sculo XXI15 de abril de 2015Centro Cultural de Belm

Atravs de uma viso holstica e inclusiva da Cultura, este colquio visa contribuir para uma melhor compreenso da cultura e do seu papel decisivo no modelo de desenvolvimento desejvel no sculo XXI, promovendo reflexes, conferindo exemplos e debatendo caminhos.

9h00Receo dos participantes e caf de boas-vindas

9h15Alvoradapor Pedro Carneiro, Percussionista, chefe de orquestra, compositor

9h30Abertura

A cultura, para l da poltica

9h40Moteto, Catarina Sobral

9h45Jorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

10h05Enrique Barn Crespo, Antigo Presidente do Parlamento Europeu

10h30ComentrioGuilherme dOliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura

10h45Moteto, Afonso Cruz

10h50Pausa para caf

A cultura, para l da economia

11h05Moteto, Clara Andermatt

11h10Mrio Lcio Matias de Sousa Mendes, Ministro da Cultura de Cabo Verde

11h40Tom Sedlcek, Economista, autor do livro Economics of Good and Evil

12h10ComentrioJos Tavares, Professor de Economia Poltica, Universidade Nova de Lisboa

12h25Moteto, Kalaf Epalanga

12h30Ensemble de saxofones da Orquestra Metropolitana de Lisboa

13h00Almoo livre

A cultura, para l da religio

14h30Moteto, Dinarte Machado

14h35D. Carlos Azevedo, Delegado do Conselho Pontifcio para a Cultura

14h55Sheik David Munir, Im da Mesquita Central de Lisboa

15h15Esther Mucznik, Vice-Presidente da Comunidade Israelita em Lisboa

15h40Comentriolvaro Laborinho Lcio, Presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho

A cultura, para l das imagens, cincia e tecnologia

16h00Moteto, Lus Clara Gomes

16h05Kalaf Epalanga, Cronista e msico dos Buraka Som Sistema

16h25Jonathan Taplin, Diretor do Annenberg Innovation Lab, Universidade da Califrnia do Sul

16h45Daniel Innerarity, Professor Catedrtico de Filoso!a Poltica e Social, Universidade do Pas Basco

17h05ComentrioJos Bragana de Miranda, Ensasta e Professor da Universidade Nova de Lisboa e Universidade Lusfona

17h20Moteto, Jorge Reis-S

17h25Pausa para caf

Desenhando o presente, modelando o futuro

17h40Moteto, Pedro Campos Costa

17h45Christian Felber, Economista e autor da Economia do Bem Comum

18h10Moteto, Madalena Martins

18h15Conferncia de EncerramentoHomi K. Bhabha, Professor de Humanidades Anne F. Rothenberg e Diretor do Mahindra Humanities Center da Universidade de Harvard

19h00Concluses e PerspetivasJos Mara Lassalle, Secretrio de Estado da Cultura de EspanhaJorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

19h30Moteto, Pauline Fossel

19h35Palavras Finais

19h40Revoadapor Pedro Carneiro, Percussionista, chefe de orquestra, compositor

ColquioCultura e Desenvolvimento Estudos Cultura 202016 de abril de 2015Centro Cultural de Belm

Este colquio uma reflexo sobre os resultados do Plano de Estudos Cultura 2020, promovido em 2013 e 2014 pelo Secretrio de Estado da Cultura, com financiamento do Programa de Assistncia Tcnica ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, e sobre a forma como podem ser integrados nas polticas pblicas. Dois temas transversais a todos os estudos os instrumentos de apoio deciso poltica e a governana cultural serviro de fio condutor para o debate.Instrumentos como a Conta Satlite da Cultura, em fase de instalao pelo Instituto Nacional de Estatstica, o ndice para uma Vida Melhor da Organizao para a Cooperao e Desenvolvimento Econmico, e ainda instrumentos para medir a vitalidade cultural e criativa das cidades desenvolvidos pela Comisso Europeia sero apresentados e discutidos.Os coordenadores do Plano de Estudos Cultura 2020 sero convidados a debater o conceito de governana cultural e as suas aplicaes prticas.

09h00Receo dos participantes e caf de boas-vindas

09h30Sesso de AberturaA Cultura na Programao do Portugal 2020Manuel Castro Almeida, Secretrio de Estado do Desenvolvimento RegionalJorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

10h00A conta satlite da cultura Alda Carvalho, Presidente do Instituto Nacional de Estatstica

10h30ndice para uma Vida MelhorMarco Mira dErcole, Organizao para a Cooperao e Desenvolvimento Econmico (OCDE)

11h00Desenvolvendo instrumentos para medir a vitalidade cultural e criativa das cidadesMichaela Saisana, Joint Research Center, Comisso Europeia

11h30Pausa para caf

11h45Mesa-redondaInstrumentos para a deciso polticaPier Luigi Sacco, Professor de Economia da CulturaLuca Bergamo, Secretrio-Geral da Culture-Action EuropeJos Tavares, Professor de Economia Poltica, Universidade Nova de LisboaValentina Montalto, Kea European A"airsDebate

13h00ConclusesJos Santos Soeiro, Presidente da Agncia para o Desenvolvimento e Coeso

13h30Almoo livre

14h30-17h15Mesa-redondaGovernana Cultural

14h30Painel 1Carlos Fortuna, Professor de Sociologia, Universidade de CoimbraFrancisco Veiga, Professor de Economia, Universidade do MinhoIsabel Andr, Professora de Geogra!a e Planeamento Regional, Universidade de LisboaJoo Bernardes, Professor de Arqueologia, Universidade do AlgarveJoo Teixeira Lopes, Professor de Sociologia, Universidade do PortoModeradorSrgio Barroso, Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Urbano

16h00Painel 2Augusto Mateus, Consultor, Professor de EconomiaJorge Gaspar, Consultor, Professor de Planeamento RegionalNuno Vitorino, Consultor, Perito em Desenvolvimento RegionalModeradorArtur Rosa Pires, Universidade de AveiroDebate

17h30ConclusesMoiss de Lemos Martins, Diretor do Centrode Estudos de Comunicao e Sociedade, Universidade do Minho

18h00Sesso de Encerramento Sandis Voldi, Secretrio de Estado da Cultura da Letnia, Presidncia do Conselho da Unio EuropeiaJorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

ConfernciasPolticas culturais setoriais17 de abril de 2015Centro Cultural de Belm

Ao longo de dia 17 de abril, ocorrem um conjunto de conferncias com o objetivo de aprofundar temas prioritrios nos vrios domnios das polticas pblicas de cultura e no mbito da definio da presena da cultura no desenvolvimento da sociedade portuguesa.

Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas 17 de abril de 2015Sala Fernando Pessoa, CCB

A Internacionalizao da Literatura e da Ilustrao Portuguesas

9h30Receo

10h00A Internacionalizao da Literatura e da Ilustrao PortuguesaDulce Maria Cardoso, Escritora Harrie Lemmens, Tradutor de portugus para Neerlands Federico Bertolazzi, Professor da Universidade de Roma Tor Vergata e tradutor de portugus para italianoIsabel Minhs Martins, Editora do Planeta TangerinaAntnio Jorge Gonalves, IlustradorFernando Pinto do Amaral, Comissrio Nacional do Plano Nacional de LeituraModerador Jos Manuel Corts, Diretor-Geral da Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

11h30Entrega do Prmio Nacional de Ilustrao 2014 e encerramento da sessoAntnio Jorge Gonalves, PremiadoYara Kono, Meno HonrosaJoo Fazenda, Meno HonrosaJorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

Na Sala Fernando Pessoa, sero apresentados originais de ilustrao de todos os galardoados da edio deste prmio.

Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema17 de abril de 2015Pequeno Auditrio, CCB

A Educao do Olhar Espetculos do Fim do Sculo XIX

9h30 Receo

10h00Primrdios do CinemaEspetculo cinematogrfico com acompanhamento ao piano Para pblico escolar do 1. ciclo, 2., 3. e ensino secundrio (M/6)

Espetculo de Lanterna MgicaO Maravilhoso Espetculo do Doctor Brooker, pelo lanternista Jeremy Brooker e CarolynPara todas as idades. No !nal do espetculo haver uma conversa com um lanternista.

13h00Encerramento da sesso

Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas17 de abril de 2015Sala Amlia Rodrigues, CCB

Os Arquivos e a Qualidade da Democracia

9h30Receo

9h45Sesso de AberturaSilvestre de Almeida Lacerda, Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas

10h00A Gesto de documentos de arquivo potenciadora de maior eficincia e eficcia na modernizao administrativa do EstadoJaime Quesado, Presidente da ESPAP

10h20A evidncia dos documentos de arquivo como parte integrante de polticas de transparnciaJos Tavares, Secretrio-Geral do Tribunal de Contas

10h40Os dados abertos e o acesso ao conhecimento cientficoGabriel David e Cristina Ribeiro, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

11h00Intervalo

11h20A arquitetura dos sistemas de informao, base para a participao dos cidados no escrutnio das administraes abertasJos Carlos Nascimento, Universidade do Minho

11h40O Cdigo de tica dos profissionais da informao arquivos, parte essencial de uma participao responsvel e respeitadora dos direitos dos cidadosAlexandra Loureno, Presidente da Associao Portuguesa de Bibliotecrios, Arquivistas e Documentalistas BAD

12h00Debate

13h00Encerramento da sesso

Direo-Geral do Patrimnio Cultural 17 de abril de 2015Sala Almada Negreiros , CCB

9h30Receo

9h45Nota de boas-vindasNuno Vassallo e Silva, Diretor-Geral do Patrimnio Cultural

10h00Conhecer, Explorar e Partilhar o Patrimnio CulturalGuilherme dOliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de CulturaAugusto Mateus, Consultor, Professor de EconomiaLus Campos e Cunha, Professor da Faculdade de Economia da Universidade Nova de LisboaAntnio Mega Ferreira, Diretor Executivo da AMEC Associao de Msica, Educao e CulturaAlice Semedo, Diretora do Doutoramento em Museologia na Faculdade de letras da Universidade do PortoAntnio Lamas, Presidente do Conselho de Administrao da Fundao CCBJesus Prieto Professor catedrtico de Direito Administrativo, Universidad Nacional de Educacin a DistanciaModeradorJoo Paulo Sacadura, jornalista

12h00Debate

12h30Encerramento da sesso

Gabinete de Estratgia, Planeamento e Avaliao Culturais17 de abril de 2015Sala Vieira da Silva, CCB

Que papel para a Cultura na Agenda Europeia 2015-2020

9h30Receo

9h45Apresentao da sessoRepresentante da Comisso Europeia em Lisboa e Diretora Geral do Gabinete de Estratgia, Planeamento e Avaliao Culturais

10h00Carlos Pimenta, Perito portugus no Grupo de Trabalho sobre a promoo de Parcerias Criativas e no Grupo de Trabalho sobre Residncias Artsticas

10h30Teresa Albuquerque, Perita portuguesa no Grupo de Trabalho sobre Estratgias de Apoio Exportao e Internacionalizao dos Setores Culturais e Criativos e no Grupo de Trabalho sobre Boas Prticas no domnio da engenharia !nanceira para as PME do setor das indstrias culturais e criativas

11h00Perguntas e respostas

11h15Pausa para caf

11h30Maria de Assis Swinnerton e Elisa Marques, Peritas portuguesas no Grupo de Trabalho sobre Educao Artstica

11h50Susana Costa Pereira e Manuel Claro, Programa Europa Criativa

12h10Lus Miguel Giro, Programa STARTS

12h30Perguntas e respostas

13h00Encerramento da sesso

Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas17 de abril de 2015Sala Almada Negreiros, CCB

Poltica do Livro e das Bibliotecas

14h00Receo

14h30O Espao das Bibliotecas em Portugal A Rede de Bibliotecas Pblicas, A Rede de Bibliotecas Escolares, A Rede de Bibliotecas UniversitriasFilipe Leal, Cmara Municipal de OeirasZlia Parreira, Diretora da Biblioteca Pblica de voraJos Augusto Bernardes, Diretor da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

15h30As Novas Tecnologias e Modelos de LeituraGustavo Cardoso, Professor do Departamento de Cincias e Tecnologias de Informao do ISCTE

16h00Estratgias para o Futuro da Leitura Pblica em PortugalJos Manuel Corts, Diretor-Geral da Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das BibliotecasIns Cordeiro, Diretora da Biblioteca Nacional de Portugal Maria Teresa Belm, Presidente da Cmara Municipal de Anadia, membro da Comunidade Intermunicipal da Regio de Aveiro (CIRA) e subscritora do projeto da Rede de Bibliotecas da CIRA.ComentrioJorge Reis-S, Editor

17h00Vdeo de apresentao do Prmio de Boas Prticas em Bibliotecas Pblicas

17h05Entrega do Prmio de Boas Prticas em Bibliotecas Pblicas e encerramento da sessoJos Manuel Corts, Diretor-Geral da Direo-Geral do Livro, dos Arquivos e das BibliotecasJorge Barreto Xavier, Secretrio de Estado da Cultura

Direo-Geral das Artes17 de abril de 2015Sala Fernando Pessoa, CCB

Polticas Culturais Vivas problemticas atuais

14h00Receo

14h30Apresentao da conferncia e boas-vindas aos participantes Margarida Veiga, Diretora-Geral das Artes

14h45Os programas de apoio s artes: criao, transversalidade disciplinar e residncias artsticasModeradora: Mnica Guerreiro, Subdiretora-Geral das ArtesJrgen Bock, Curador, editor e diretor da Maumaus Escola de Artes VisuaisPatrcia Portela, escritora, dramaturga, encenadora, cengrafa e atriz

15h30A aposta na internacionalizao: sistemas, circuitos e redes de circulao artsticaMargarida Veiga, Diretora-Geral das ArtesJos Antnio Fernandes Dias, Professor da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, curador, consultor da Fundao Calouste Gulbenkian para o programa Africa.Cont.Carlos Pimenta, ator, encenador, docente e consultor na rea da gesto cultural

Pausa para caf

16h30As representaes nacionais: Bienal de Veneza (arte) e Quadrienal de Praga (cenografia)Moderadora: Mnica Guerreiro, Subdiretora-Geral das ArtesJos Manuel Castanheira, cengrafo, arquiteto e pintorMarta Carreiras, cengrafaRui Francisco, cengrafo e arquitetoSrgio Mah, curador e docente

17h15Os clusters culturais e as dinmicas urbanas: os casos de Santo Domingo Pueblo e Guimares 2012 Capital da Cultura Margarida Veiga, Diretora-Geral das ArtesAlice Loy, cofundadora e diretora de Programas do Global Center for Cultural Entrepreneurship (Santa Fe, Novo Mxico)Carlos Martins, cofundador e diretor executivo da Opium, diretor executivo de Guimares 2012 Capital Europeia da Cultura Gabriela Vaz-Pinheiro, docente, escultora e curadora do Programa Arte e Arquitetura de Guimares 2012 Capital Europeia da Cultura

18h00Notas conclusivasMargarida Veiga, Diretora-Geral das Artes

18h30Encerramento da sesso

Inspeo-Geral das Atividades Culturais17 de abril de 2015Sala Amlia Rodrigues, CCB

Direito de Autor e Direitos Conexos Diferentes Olhares

14h00Receo

14h30Sesso de aberturaLuis Silveira Botelho, Inspetor-Geral das Atividades Culturais

14h45O Olhar dos AutoresJos Jorge Letria, Presidente da Sociedade Portuguesa de Autores

15h15Os Olhares ConexosMiguel Carretas, Diretor-Geral da Audiogest

15h45Pausa para caf

16h15O Olhar AudiovisualSusana Gato, Secretria Geral da APIT Associao de Produtores Independentes de Televiso

16h45Outros OlharesJoo Palmeiro, Presidente da Associao Portuguesa de Imprensa

17h15Debate

17h30Encerramento da sesso

ICA Instituto do Cinema e do Audiovisual 17 de abril de 2015Pequeno Auditrio, CCB

14h00Receo 14h30A Luz no CinemaViagem pela evoluo da luz no cinema com base no dilogo e na criao de efeitos de luz.A exposio estar patente entre 15 e 17 de abril, no Pequeno Auditrio. 16h45Intervalo 17h00DCP: A Digitalizao do Cinema PortugusFilomena Serras Pereira, Presidente do Instituto do Cinema e do Audiovisual, IP (ICA)Rui Machado, Subdiretor da Cinemateca PortuguesaArtur Pimenta Alves, Diretor Executivo do NEM PORTUGAL (New European Media)

19h00Encerramento da sesso

JornadasPorta Aberta18 a 22 de abril de 2015

As jornadas de Porta Aberta visam mostrar a dimenso do dispositivo cultural em Portugal atravs do incentivo a instituies pblicas e privadas para durante cinco dias abrirem as suas instalaes de forma mais alargada a todos os interessados em visit-las. Esta uma forma de compreender a presena da cultura na sociedade portuguesa atravs das suas instituies.

Academia Nacional de Belas-Artes

Abertura ao pblico da Biblioteca Histrica

18 e 21 de abril

Biblioteca Nacional de Portugal

ExposioOs caminhos de Orpheu24 de maro-20 de junho

Exposio que celebra o centenrio da revista Orpheu Comissariada por Richard Zenith,

colab. Ftima Lopes e Manuela Rego (BNP).

Exposio Um giro pelo Campo Grande10-30 de abril

Comissariada por Manuela Rgo (BNP) sobre a histria do Campo Grande,

integrada na iniciativa Lisbon Week 2015.

Exposio Porfrio Pardal Monteiro Arquiteto de Lisboa10 de abril-1 de junho

Comissariada por Joo Pardal Monteiro e Ana Tostes e produzida pela AC.TU,

integrada na iniciativa Lisbon Week 2015, com o apoio da Caixa Geral de Depsitos.

Exposio O livro e a iluminura judaica em Portugal no final da Idade Mdia26 de fevereiro-15 de maio

Comissariada por Lus Urbano Afonso e Adelaide Miranda (FLUL e FCSH-UNL),

Mostra Orpheu acabou. Orpheu continua 24 de maro-20 de junho

Comissariada por J. A. Costa Dias (BNP), sobre as revistas que continuaram

o movimento de Orpheu.

MostraSimenon Mais do que Maigret8 de janeiro-25 de abril

Celebrao dos 25 anos da morte do escritor, apresentando as edies portuguesas

da sua obra.

MostraRui Cinatti (1915-1986) Uma figura multifacetada12 de janeiro-18 de abril

Celebrao do centenrio do nascimento do escritor.

Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema

Sala Lus de Freitas Branco, Centro Cultural de Belm

Performance do lanternista Jeremy Brooker, Lanterna Mgica Tri-Unialcom acompanhamento ao piano

Ateli Construir Uma Lanterna Mgica18 de abril / 10h30-13h00Os participantes vo construir uma lanterna mgica caseira com materiais atuais, !cando assim a conhecer os seus componentes e o seu funcionamento. Devero ainda desenhar os seus diapositivos para os verem projetados. Cada ateli tem uma durao estimada de duas horas, preparado para cerca de 40 pessoas. Conceo e realizao de Ricardo Manuel da Cunha Mata.Pblico-alvo: famlias e crianas a partir dos 7 anosDurao: 2 horas

Sesso curta dos primrdios do cinemaCurta-metragem de Charlie Chaplin, com acompanhamento ao piano18 e 19 de abril / 14h30-15h30

Ateli Introduo s Tcnicas do Cinema de Animao: Pixilao18 e 19 de abril / 15h30-17h30Far-se- uma breve introduo ao cinema de animao, atravs de uma conversa e do visionamento de alguns excertos de !lmes de animao. Os participantes sero incentivados a criar uma pequena narrativa, atribuindo-se tarefas e personagens a cada um dos participantes, que devero ser rotativas para que todos tenham uma experincia mais abrangente. Cada !lme ter aproximadamente entre 30 a 120 segundos. Aps edio !nal, feita posteriormente, o resultado exportado para um !cheiro MOV e partilhado com os participantes atravs de uma plataforma em linha. Conceo e orientao de Rui Telmo Mouro.Pblico-alvo: crianas entre os 6 e os 12 anos (acompanhadas de um adulto)Durao: 2 horas

Performance do lanternista Jeremy Brooker, Lanterna Mgica Tri-Unial, com acompanhamento ao piano19 de abril / 10h00

Ateli Construir Uma Lanterna Mgica19 de abril / 11h00-11h30Os participantes vo construir uma lanterna mgica caseira com materiais atuais, !cando assim a conhecer os seus componentes e o seu funcionamento. Devero ainda desenhar os seus diapositivos para os verem projetados. Cada ateli tem uma durao estimada de duas horas, preparado para cerca de 40 pessoas. Conceo e realizao de Ricardo Manuel da Cunha Mata.Pblico-alvo: famlias e crianas a partir dos 7 anosDurao: 2 horas

Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM)

Visita Venha Conhecer o ANIM22 de abril / 10h00-17h00A Cinemateca revela o lado menos visvel da sua atividade numa visita-workshop ao departamento do ANIM, edi!cado na Quinta da Cerca, na zona buclica saloia, perto de Bucelas. Os participantes tomaro contacto com os vrios tipos de patrimnio e com o trabalho desenvolvido nos diferentes setores. Transporte a partir da rua Barata Salgueiro (em frente ao edifcio-sede) at ao ANIM (Bucelas) s 9h00 e regresso s 17h00. Inscries gratuitas (at 20 de abril) para o endereo [email protected]

Direo Regional de Cultura do Alentejo

Galeria da Casa de Burgos, vora

Exposio de desenho e pintura de Ins Teles18 de abril-8 de maioCom curadoria de Joo Pinharanda, integrada no FIDANC Festival Internacional de Dana Contempornea.

Teatro Garcia de Resende

Programa de homenagem ao Ballet Gulbenkian18 de abril / 21h30Em associao com a Fundao Calouste Gulbenkian, pela Companhia Nacional de Bailado.

Castelo de Viana do Alentejo

Exposio Marcas do Territrio Testemunhos do Baixo Alentejo20 de maro-30 de abrilProjeto Itinerante da Rede de Museus do Distrito de Beja.

Castelo de Elvas

IMARGENS Workshop de desenho de movimento e de desenho em movimento, dana contempornea e escrita criativa21 de abril / 14h30-17h30Inspirado na histria, arquitetura e paisagem observveis em cada monumento, num projeto Terra.Corpo Riscos na Paisagem, Lda.Pblico-alvo: pblico escolar a partir dos 15 anos (9. ano de escolaridade)

Templo Romano de vora

vora h dois mil anos, conversa em torno do templo romano20 de abril / 18h00Visita guiada por Rafael Alfenim.

Stio Arqueolgico de Torre de Palma, Monforte

Visita guiada Torre de Palma Uma villa nos confins do Imprio21 de abril / 18h00Visita exposio e ao stio arqueolgico por Rafael Alfenim.

Castelo e Cripta Arqueolgica de Alccer do Sal

Peddy-paper Descoberta do Patrimnio no Castelo de Alccer18 de abrilOrganizao do Municpio de Alccer do Sal.

Cripta Arqueolgica do Castelo de Alccer do Sal

Projeo do filme Da Runa Cripta Arqueolgica18 de abril / 15h00Inclui debate sobre o tema da histria e musealizao do stio.

Castro da Cola, Ourique

Ao longo do I milnio a. C., entre Ourique e Almodvar19 de abrilVisita necrpole da Idade do Bronze de Alcaria e povoado e necrpole da Idade do Ferro de Ferno Vaz, orientada por Samuel Melro. A visita tem incio no Castro da Cola e prolonga-se para as Mesas do Castelinho.

Mesas do Castelinho, Almodvar

Ao longo do I milnio a. C., entre Ourique e Almodvar19 de abrilVisita ao povoado das Mesas do Castelinho (Idade do Ferro/Romano Republicano), guiada por Samuel Melro. A visita tem incio no Castro da Cola e prolonga-se para as Mesas doCastelinho.

Runas Romanas de Mirbriga

Visita acompanhada a Mirbriga, exposio e ao trabalho de tratamento de materiais18 de abril / 15h00Local de encontro: stio arqueolgico de Mirbriga. Sujeito a inscrio prvia.

Visita a Mirbriga, assinatura do Protocolo de Colaborao entre a DRCAL, a CMSC e a UFSCSCSBS, e momento musical18-22 de abril

Castelo de Evoramonte, Torre/Pao

Inaugurao da exposio/instalao Miguel Jaques2013/201519 de abril / 17h00Patente ao pblico at 31 de maio.

Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa, Crato

Inaugurao da exposio de fotografia Instantes, de Joo E. Cutileiro18 de abril / 17h00Patente ao pblico at 31 de maio.

Ateli de expresso plstica a partir da exposio permanente do Ncleo de Escultura em Pedra Museu Nacional de Arte Antiga, Coleo Vilhena20-22 abril / 10h00 e 15h00Pblico-alvo: alunos do 1. ciclo do ensino bsico

IMARGENS Workshop de desenho de movimento e de desenho em movimento, dana contempornea e escrita criativa22 de abril / 14h30-17h30Inspirado na histria, arquitetura e paisagem observveis em cada monumento, num projeto Terra.Corpo Riscos na Paisagem, Lda.Pblico-alvo: pblico escolar a partir dos 15 anos (9. ano de escolaridade)

Igreja do Salvador, vora

Exposio Memrias de Conventos Femininos de vora25 de maro-15 de maioColaborao do Museu de vora, do Cabido da S de vora e da Cmara Municipal de vora/Arquivo Fotogr!co.

Direo Regional de Cultura do Algarve

Castelo de Aljezur

Concerto comentado de msica mediterrnica18 de abril / 16h00

Fortaleza de Sagres

Palato Cozinhando na paisagem, por Xerm18 de abril / 12h00

Auditrio de porta aberta Uma viagem ao cinema de Sagres18-22 de abril / 15h00-17h00

Concerto alusivo ao Mediterrneo, pela Academia de Msica de Lagos19 de abril / 17h00

DiVaM para os mais e menos pequenosOs Mistrios do Dr. Gaspar, pelos Ao Luar Teatro20 de abril / 10h3022 de abril / 10h00

Ermida de Guadalupe

Abertura do ciclo de artes visuais2 ou 3 x 7 Associao Tertlia18 de abril / 15h30

Revolues musicais no Mediterrneo, com Gonalo Pescada (Msica XXI)18 de abril / 16h30

Monumentos de Alcalar

Visitas guiadas aos monumentos18 e 19 de abril / 14h00-16h30

Um Dia na Pr-Histria19 de abril / 10h00-16h30Pela Associao de Amigos do Museu de Portimo.

Atelis de arqueologia experimental soenga: talhe da pedra, cozinha pr-histrica, cerveja19 de abril / 10h00-16h30

Desmontando a soenga21 de abril / 10h00Com Sara Navarro.

Villa da Abicada

Abicada do avesso22 de abril / 14h00Ao para as escolas sobre o restauro dos mosaicos, em parceria com o Museu de Portimo.

Castelo de Paderne

Castelo Aberto18-22 de abril / 10h00-17h00Em colaborao com a Junta de Freguesia de Paderne e o Museu de Albufeira.

Castelo de Loul

Ao surpresa na Torre do Castelo21 de abril / 14h00Em parceria com o Museu de Loul.

Villa de Milreu

Banquete Musical e Provrbios18 de abril / 15h30Por Msica XXI e Associao Internacional de Paremiologia.

Grutas Histricas de Moncarapacho

Visita guiada s grutas histricas de Moncarapacho: abismos e ladroeiras 19 de abril / 9h30Uma abordagem multidisciplinar ao interesse cultural e natural das grutas do Algarve em geral e de Moncarapacho em particular. Com a colaborao da AESDA Associao de Estudos Subterrneos e Defesa do Ambiente.

Direo Regional de Cultura do Centro

21 e 22 de abrilVisitas guiadas e gratuitas, sujeitas a marcao prvia

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

Visitas ao laboratrio, Casa da Madeira e s reservas

Museu de Aveiro

Visitas portaria e roda conventual, sacristia da Igreja de Jesus, ao rgo da igreja, ao laboratrio, s reservas e aos corredores da rea de servio

Museu da Cermica

Visitas ao backoffice dos servios tcnicos e administrativos

Museu Francisco Tavares Proena Jnior

Visitas reserva de txteis/pintura, ao laboratrio de restauro e biblioteca

Museu da Guarda

Museu Visitas aos corredores de acesso aos gabinetes tcnicos/ /biblioteca e apresentao dos bens culturais do acervo

S da Guarda

Visitas aos terraos intermdios e ao telhado

Cmara Municipal da Guarda Biblioteca Municipal Eduardo Loureno

Visitas s reservas e sala de tratamento de documentos

Cmara Municipal da Guarda Teatro Municipal da Guarda

Visitas aos espaos do teatro, incluindo os palcos dos dois auditrios principais, o fosso de palco, os bastidores e os camarins dos atores

Cmara Municipal da Guarda Capela do Ex-Seminrio Episcopal

Visitas s fundaes da igreja

Museu Joaquim Manso

Visitas aos servios tcnicos e biblioteca/centro de documentao

Museu Jos Malhoa

Visitas ao backoffice dos servios tcnicos e administrativos e corredores

Direo Regional de Cultura do Norte

Museu do Abade de Baal, Bragana

Visitas dinamizadas exposio Fbulas Contadas, de Almada Negreiros20-22 de abril / tardeOs princpios da visita dinamizada tm como inteno pedaggica observar os desenhos a tinta da China de Almada Negreiros e desenvolver a sensibilidade esttica, em dilogo com as obras de arte e com recurso experimentao plstica. Tem como etapas observar e dialogar com as obras de arte, narrar a fbula da cigarra e da formiga (com ilustrao patente na exposio), visionar um pequeno !lme a partir dos desenhos de Almada Negreiros, com movimentos e sons transmitidos pelos animais, desenvolver a expresso corporal e dramtica dos visitantes, bem como a experimentao plstica numa o!cina de desenhos de animais, de modo a transp-la para o teatro de sombras a ser criado na escola.Pblico-alvo: alunos do pr-escolar e 1. ciclo do ensino bsico

Lanamento do CD Cantos de Outros Tempos, a partir dos arquivos sonoros do Cnego Dr. Belarmino Afonso20 de abril / 17h30

Projeo do documentrio Anquando La Lhngua fur Cantada, de Joo Botelho21 de abril / 17h30Filmado em Miranda do Douro, este !lme aborda o mirands e a msica tradicional de Miranda do Douro. descrito pelo realizador como um pequeno musical sobre uma terra e uma gente verdadeiramente extraordinrias no extremo norte de Portugal. Enquanto a lngua for cantada este povo no morre. A atriz Catarina Wallenstein atravessa o planalto de Miranda cantando msicas tradicionais da regio, acompanhada pelo acordeo do msico Gabriel Gomes (Stima Legio e Madredeus), seguidos pelo burro Atenor.

Ao Sabor do Tempo Animao artstica e educao em contextoCom o autor Joo Marques Gomes22 de abril / 17h30A animao artstica desempenha um papel determinante na articulao entre educao, arte e patrimnio. Faculta novas formas de aproximao entre os intervenientes, que se descobrem mais abertos singularidade cultural e adotam uma postura mais ativa, consciente e interventiva na criao de uma vitalidade cvica local. Esta experincia, desenvolvida pelos alunos do mestrado em Animao Artstica da Escola Superior de Educao Instituto Politcnico de Bragana, ponto de partida para uma re$exo sobre prticas dramticas e animao artstica em contexto.

Museu de Alberto Sampaio, Guimares

Inscries pelo telefone 253423913/0 ou endereo de correio eletrnico [email protected], com antecedncia mnima de 4 dias.

Visita guiada18 de abril / 15h00Ingresso: bilhete de entrada + 3

Itinerrio Descoberta do Museu19 de abril / todo o diaMediante aquisio de um guio na receo do museu, pode explorar-se de forma autnoma o espao e conhecer a sua histria e as suas colees. Com organizao da Associao dos Amiguinhos do Museu de Alberto Sampaio.Ingresso: bilhete de entrada + 1,50

Teatro de marionetas Como D. Joo I Tomou a Vila de Guimares21 de abril / 10h00 e 14h30Neste teatro de marionetas para as crianas, retrata-se um episdio histrico: a curiosa estratgia utilizada por D. Joo I, em 1385, para conquistar a antiga Vila de Baixo de Guimares.Ingresso: 1

Visita guiada Uma Casa, Uma Pea (Casas Brasonadas de Guimares)22 de abril / 14h30Nesta visita temtica do-se a conhecer algumas peas do Museu de Alberto Sampaio e a sua ligao a casas brasonadas de Guimares.Ingresso: bilhete de entrada + 3

Museu dos Biscainhos, Braga

Visita ao jardim18-22 de abril

Museu D. Diogo de Sousa, Braga

Oficina O Legionrio de Bracara Augusta18 de abrilVisita guiada ao laboratrio de restauro.

Visita ao mosaico romano integrado no edifcio do Museu19, 21 e 22 de abril

Museu de Lamego

Lanamento digital do catlogo A Glorificao do Divino22 de abril

Pao dos Duques de Bragana, Guimares

Inscries pelo telefone 253412273 ou endereo de correio eletrnico [email protected], com antecedncia mnima de 4 dias.

Visita guiada ao Quarto Presidencial18 de abril / 11h00Nesta visita guiada d-se a conhecer o quarto onde costumavam pernoitar os presidentes da Repblica Portuguesa ou os seus ilustres convidados.Ingresso: bilhete de entrada + 1

Visita geral19 de abril / 11h00Abordam-se temas como o incio da construo do Pao, mandada executar no sculo xv pelo 1. Duque de Bragana, o restauro do edifcio na primeira metade do sculo xx bem como um itinerrio por alguns dos espaos e peas presentes no percurso expositivo.Ingresso: bilhete de entrada + 2,50

Workshop de Danas Antigas20 de abril / 10h00-12h00D-se a conhecer um leque variado de danas internacionais que abrangem estilos e pocas diferentes: danas medievais, renascentistas, sociais e tradicionais. Em colaborao com a Academia de Bailado de Guimares.Pblico-alvo: alunos do pr-escolar ao 2. ciclo do ensino bsicoIngresso: 2

Como Viviam os Duques no Sculo XV21 de abril / 11h00Visita temtica que aborda vrios aspetos relacionados com o quotidiano do sculo xv como os hbitos de alimentao e de higiene, as prticas de lazer e os costumes.Ingresso: bilhete de entrada + 2,50

Cetraria: Um museu vivo22 de abril / 11h00 e 15h00Atividade dedicada a todos os que pretendem saber um pouco mais sobre a arte da cetraria, reconhecida como Patrimnio Mundial pela UNESCO em 2010. Prope-se aos participantes o contacto prximo com as aves, podendo tambm apreciar-se a beleza de uma ave voando em plena liberdade de ao. Em colaborao com a Artfalco.Ingresso: bilhete de entrada

Direo-Geral das Artes

Enquanto organismo do Estado que tem por misso a coordenao e execuo das polticas de apoio s artes, promovendo e quali"cando a criao artstica e garantindo a universalidade da sua fruio, a Direo-Geral das Artes tem como uma das suas atribuies a promoo da igualdade de acesso s artes, assegurando a diversi"cao e descentralizao da criao e produo artstica, bem como incentivando o desenvolvimento de mecanismos que estimulem e facilitem o acesso dos diferentes pblicos. Um dos instrumentos que garantem a prossecuo destas dimenses de atuao o "nanciamento pblico de atividades e de projetos que contribuam para projetar nacional e internacionalmente a criatividade e a capacidade de inovao artsticas e para desenvolver a sensibilidade e o pensamento crtico das populaes, promovendo a sua quali"cao e a coeso social. Nesta semana em que decorre O Lugar da Cultura, as entidades apoiadas pela Direo-Geral das Artes so convidadas a associar-se como promotores da iniciativa Jornadas de Porta Aberta, a decorrer por todo o territrio nacional, desa"ando pblicos e criadores a conhecer os espaos, as iniciativas, as atividades e os projetos artsticos em desenvolvimento. So cinco dias em que por todo o pas haver portas abertas em mltiplos lugares de cultura onde a arte acontece.

Direo-Geral do Patrimnio Cultural

Panteo Nacional

Visitas orientadas 16 de abril / 11h00 e 14h30Visitas ao monumento, com acesso ao zimbrio (dependente das condies atmosfricas) e a zonas habitualmente condicionadas ao pblico.Inscries pelo telefone 218854820 ou endereo de correio eletrnico [email protected], at 10 de abril.

Museu Nacional de Arte Contempornea Museu do Chiado

Visitas orientadas 16 de abril / 16h00Visitas s reservas e biblioteca do museu.Inscries pelo telefone 213432148 (Angelina Pessoa).

Mosteiro da Batalha

Visita guiada18 de abril / 10h00 e 16h00Visitas ao sistema hidrulico do Mosteiro da Batalha (incluindo terraos), conduzida por Virgolino Jorge.

Museu Nacional de Arte Antiga

Azul sobre Ouro A Sala das Porcelanas do Palcio de Santos19 de abril / 15h00

O Museu Nacional de Arte Antiga e a Capela das Albertas19 de abril / 16h00

Museu Nacional Machado de Castro

Visitas orientadas 19 de abril / 11h00 e 16h00Conhecer, explorar e partilhar o Criptoprtico de Aeminium pela rua das Covas.

Museu Monogrfico de Conmbriga

Visita guiada10 de abril / 11h00Visita s reservas do Museu Monogr!co de Conmbriga.Inscries pelo endereo de correio eletrnico [email protected]

Palcio Nacional da Ajuda

Visitas guiadas Cerimnias, festas e banquetes no Palcio Nacional da Ajuda20 de abril / 14h00 e 17h00Inscries pelos telefones 213637095/213620264 ou endereo de correio eletrnico [email protected]

Biblioteca da Ajuda

Visitas guiadas20 de abril / 10h30 e 13h30Realizao de visitas ao espao da biblioteca, normalmente s acessvel aos leitores.Inscries pelo telefone 213638592 ou endereo de correio eletrnico [email protected]

Convento de Cristo

Visita especial ao Castelo dos Templrios20 de abril / 15h00

Palcio Nacional de Mafra

Visita aos terraos20 de abril / 15h00Inscries pelo telefone 261817554 ou pelo endereo de correio eletrnico [email protected] (at s 15h00 do dia 17 de abril).

Museu da Msica

Palestra sobre a vinda de Lizt a Portugal (1845), com pequeno recital de obras do compositor21 de abril / 16h30Inscries pelo telefone 217710990 (Fernando Chichorro e Miguel Fialho).

Casa-Museu Anastcio Gonalves

Conferncia Rafael Bordalo Pinheiro e o Japonismo, por Pedro Bebiano Braga21 de abril / 18h30Conferncia no mbito da exposio temporria Imagens de Um Mundo Flutuante: Estampas, livros e lbuns da coleo Paul Ugo 'iran

Museu Nacional de Arqueologia

O Laboratrio do Museu Nacional de Arqueologia21 de abril / 11h00

Centro Nacional de Arqueologia Nutica e Subaqutica

Visita guiada ao Laboratrio de Arqueologia Nutica e Subaqutica da DGPC/CNANS MARL (Loures)21 de abril / 11h00

Visita guiada exposio O Tempo Resgatado ao Mar (na tica da conservao e restauro Museu Nacional de Arqueologia)21 de abril / 15h00Inscries pelo telefone 219926800 ou pelo endereo de correio eletrnico [email protected]

Laboratrio Jos de Figueiredo

Visita s oficinas de conservao e ao laboratrio de biologia, fsica e qumica22 de abril / 10h00 e 15h00Inscries pelo telefone 213934200 ou pelo endereo de correio eletrnico [email protected]

Unidade de Informao Arqueolgica do DBC da DGPC, Palcio Nacional da Ajuda24 de abril / 14h30-16h30Arquivo de Arqueologia: organizao, localizao, registo dirio e $uxo de procedimentos, com exemplos de documentao, inclusive histrica. Inventrio/ /georreferenciao, com pequenos exemplos de como se faz o registo dirio e contributos da gesto desta informao para a salvaguarda e valorizao do patrimnio arqueolgico.Inscries pelo telefone 213614200 ext. 1117 (Filipa Neto) ou pelo endereo de correio eletrnico [email protected]

Torre de Belm

Conversas na Torre: A Torre de Belm e a Defesa de Lisboa22 de abril / 18h30Com Jos Manuel Garcia, Pedro Aboim Inglez e Margarida de Magalhes Ramalho.

Museu Nacional de Etnologia21 e 22 de abril / 14h00Reserva visitvel em preparao, dedicada ao tema das artes e ofcios, na qual se encontram colees provenientes de todo o pas, sendo as de maior expresso as relacionadas coma pesca, olaria, cestaria e produo de escovas.

Museu Nacional de Soares dos Reis

Visitas Casa Museu Fernando de Castro21 de abril / 12h30 e 18h00

Visita reserva de pintura22 de abril / 12h30

Visita reserva de cermica22 de abril / 18h00

ICA Instituto do Cinema e do Audiovisual

Instituto do Cinema e do Audiovisual

Projeo do filme Dot.com, de Lus Galvo Teles(Fado Filmes, 2006, 97)20 de abril / manhPblico-alvo: seniores

Projeo do filme Atrs das Nuvens, de Jorge Queiroga(Filmes do Tejo II, 2006, 83)20 de abril / tardePblico-alvo: seniores

Os Gatos no Tm Vertigens, de Antnio-Pedro Vasconcelos(MGN Filmes, 2014, 123)20 de abril / 21h00

Aula prticaEm parceria com a Universidade Lusfona de Humanidades e Tecnologias e a Old Skull Fx21 de abril / 10h00-15h00No estdio da TOBIS realizar-se- uma aula prtica: uma sesso experimental de trabalho com atores a partir de cenas extradas de vrios guies de diferentes gneros !ccionados (cinema, sries, telenovelas). O objetivo desta atividade compreender a importncia do trabalho do ator e do encenador enquanto elementos intrnsecos e nucleares da interpretao em teatro, televiso e cinema, sendo necessrio recorrer ao imaginrio da construo e comportamento das personagens, misturando o espao cnico com o espao fsico criado pelo ator e orientado pelo encenador a partir do conhecimento e experimentao de tcnicas e conceitos de representao. Depois da visita ao estdio onde decorrem a encenao e a caraterizao segue-se a projeo de duas curtas-metragens a de!nir (para alunos dos 12 aos 15 anos) e de O Baro, de Edgar Pera (Cinemate, 2011, 105) (para alunos dos 17 aos 20 anos).Pblico-alvo: alunos do 3. ciclo e do 10. e 11. anos (mediante inscrio)

Inaugurao do mural de arte urbana Se as Paredes Falassem A arte e a indstria da imagem em movimento, ontem, hoje e amanhEm colaborao com o GAU.22 de abril / 16h30

OPArt Teatro Nacional de So Carlos

Coordenado pelos investigadores Joo Mascarenhas-Mateus e Carlos Vargas numa edio conjunta da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e do Teatro Nacional de So Carlos, o lbum So Carlos Um teatro de pera para Lisboa um conjunto de estudos, profusamente ilustrados, de reputados especialistas e historiadores sobre a riqueza artstica e a complexidade tcnica do edifcio neoclssico. O Teatro Nacional de So Carlos (TNSC) estar aberto a visitantes em percursos com fotogra"as e legendas extradas desta obra.

Teatro Nacional de So Carlos

Leituras (En)cantadas18 de abrilInstalao de uma tenda no largo de So Carlos que reproduza o funcionamento de uma biblioteca. Em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares do Ministrio da Educao.

Visitas guiadas18 de abrilCom a presena de elementos da Escola de Dana Ana Khler, trajados com fatos de cena do acervo de guarda-roupa do TNSC, na receo e em alguns locais do trajeto.

Visitas guiadas20 de abrilCom a presena de voluntrios trajados com fatos de cena do acervo de guarda-roupa do TNSC, na receo e em alguns locais do trajeto. Inclui acesso sala principal, onde estaro em curso desmontagens de palco do concerto realizado no dia anterior.

Visitas guiadas21 e 22 de abrilCom a presena de voluntrios trajados com fatos de cena do acervo de guarda-roupa do TNSC, na receo e em alguns locais do trajeto, com acesso a parte dos ensaios para os concertos dos Dias da Msica no Centro Cultural de Belm.

Teatro Nacional D. Maria II

Salo Nobre

Leitura de contos para a infncia19 de abril / 11h00

Sala Garrett

O Fim das Possibilidades, de Jean Pierre Sarazac19 de abril / 16h00Encenao de Fernando Mora Ramos e Nuno Carinhas (Teatro Nacional So Joo).Acesso livre, mediante levantamento prvio de senhas

Sala Estdio

Trs Parbolas da Sucesso, de Francisco Lus Parreira19 de abril / 16h15Encenao de Joo Garcia Miguel. Rcita seguida de conversas com os artistas no Salo Nobre.Acesso livre, mediante levantamento prvio de senhas

Foyer da primeira ordem19 de abril / 30 minutos antes do incio dos espetculos

Exposio O Nacional Est a ArderUma exposio que assinala os 50 anos do incndio do Teatro Nacional D. Maria II, com curadoria de Cristina Faria.

Salo Nobre

Alexandre Farto aka Vilhs no Teatro Nacional D. Maria IIProjeto Memria (1964)19 de abril / 30 minutos antes do incio dos espetculos

Teatro Nacional de So Joo

Centro Cultural de Belm

Mostras de vdeo de espetculos do Teatro Nacional de So Joo18-22 de abril

UBUs, de Alfred JarryEncenao de Ricardo Pais, realizao de Joo Tuna (Teatro Nacional de So Joo, 2005, 110).

Castro, de Antnio FerreiraEncenao de Ricardo Pais, realizao de Paulo Amrico (Teatro Nacional de So Joo, 2006, 130).

As Lies, de Eugne IonescoEncenao de Ricardo Pais, realizao de Fabio Iaquone e Joo Tuna (Teatro Nacional de So Joo, 2006, 85).

Turismo Infinito, a partir de textos de Fernando Pessoa e trs cartas de Oflia Queirs, de Antnio M. FeijEncenao de Ricardo Pais, realizao de Paulo Amrico (Teatro Nacional de So Joo, 2008, 90).

O Mercador de Veneza, de William ShakespeareEncenao de Ricardo Pais, realizao de Tiago Guedes (Teatro Nacional de So Joo, 2009, 146).

Todos os Que Falam, de Samuel BeckettEncenao de Nuno Carinhas, realizao de Joo Tuna (Teatro Nacional de So Joo, 2010, 70).

Exatamente Antunes, de Jacinto Lucas PiresEncenao de Cristina Carvalhal e Nuno Carinhas, realizao de Pedro Filipe Marques (Teatro Nacional de So Joo, 2012, 105).

Alma, de Gil VicenteEncenao de Nuno Carinhas, realizao de Pedro Filipe Marques (Teatro Nacional de So Joo, 2013, 63).

Ah, Os Dias Felizes, de Samuel BeckettEncenao de Nuno Carinhas e realizao de Pedro Filipe Marques (Teatro Nacional de So Joo, 2013, 92).

Teatro Nacional D. Maria II

O Fim das Possibilidades, de Jean-Pirre Sarrazac18 e 19 de abrilEncenao de Nuno Carinhas e Fernando Mora Ramos.

Teatro Nacional de So Joo

al mada nada, de Ricardo Pais19 de abrilAcesso livre, mediante levantamento prvio de bilhetes.

Oradores

O Lugarda CulturaModelose Desafios

Alda CarvalhoPresidente do Instituto Nacional de Estatstica

Nascida em 1948, em Lisboa, Alda de Caetano Carvalho licenciada em Economia pelo ISCEF da Universidade Tcnica de Lisboa, com formao de ps-graduao em Previso e Introduo Programao Linear; Microeconomia; Avaliao de Projetos; Prospetiva e Estratgia das Organizaes; Compras de Mercadorias Sujeitas a Flutuaes de Preos; Poltica Agrcola da CEE e a Agricultura Portuguesa; Modelos Econmicos de Mdio Prazo; Financial Programming and Policy, Finanas Internacionais; Internationalisation of Financial Markets, etc. Trabalhou como economista no Centro de Estudos de Planeamento da Presidncia do Conselho de Ministros (1972), na Direo-Geral de Planeamento e Integrao Econmica de Moambique (1973-74), na Direo-Geral do Comrcio (1975-82), como economista no Departamento Central de Planeamento (1982-83), como assessora e Chefe de Gabinete do Secretrio de Estado do Planeamento (1984-85), como economista, diretora, Subdiretora-Geral e Diretora-Geral no Departamento Central de Planeamento/Departamento de Prospetiva e Planeamento (1986-2005) e consultora do Banco Mundial (1994).

lvaro Laborinho LcioJuiz Conselheiro Jubilado, Presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho

lvaro Laborinho Lcio, Mestre em Cincias Jurdico-Civilsticas pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e magistrado de carreira, juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justia. De janeiro de 1990 a abril de 1996 exerceu, sucessivamente, as funes de Secretrio de Estado da Administrao Judiciria, Ministro da Justia e Deputado Assembleia da Repblica. Entre maro de 2003 e maro de 2006, ocupou o cargo de Ministro da Repblica para a Regio Autnoma dos Aores. Com intensa atividade cvica, membro dirigente de vrias associaes, entre as quais se destacam a APAV (Associao Portuguesa de Apoio Vtima) e a CRESCER-SER, das quais scio fundador. Tem artigos publicados e inmeras palestras proferidas sobre temas ligados, entre outros, justia, ao direito, educao, aos direitos humanos, aos direitos das crianas e cidadania em geral. Agraciado pelo Rei de Espanha com a Gr-Cruz da Ordem de So Raimundo de Peaforte e pelo Presidente da Repblica Portuguesa com a Gr-Cruz da Ordem de Cristo, membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa, exercendo, atualmente, as funes de Presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho.

Artur Rosa PiresUniversidade de Aveiro

Licenciou-se na Universidade de Coimbra, em 1978, em Engenharia Civil, e logo depois comeou a exercer a sua atividade pro!ssional como Assistente no Departamento de Matemtica e posteriormente no Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro. Em 1983, obtm o grau de Mestre em Planeamento Regional e Urbano pelo Departamento de Planeamento Urbano da Universidade de Gales, Institute of Science and Technology, Cardi", Reino Unido, e em 1987, e o de Doutor em Planeamento Regional e Urbano pelo Departamento de Planeamento Urbano da Universidade de Gales, Institute of Science and Technology, Cardi", Reino Unido. A sua Agregao, em Teoria e Mtodo do Planeamento, obtida em 1996 na Universidade de Aveiro. O Pr-Reitor da Universidade de Aveiro Professor Catedrtico no Departamento de Cincias Sociais, Polticas e do Territrio da mesma universidade, sendo especializado em Teoria e Poltica do Planeamento, Planeamento Estratgico Territorial, Polticas de Inovao e Polticas de Desenvolvimento Sustentvel, tendo exercido as funes de Vice-Presidente da Comisso de Coordenao e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR-C), de 2003 a 2005, de Secretrio de Estado do Ambiente e Ordenamento do Territrio, de maio a julho de 2004, e de Consultor da Presidncia da Repblica para a rea de Cincia e Ambiente, de maio de 2009 a maro de 2011.

Augusto MateusConsultor, Professor de Economia

Licenciatura em Economia pelo Instituto Superior de Cincias Econmicas e Financeiras (ISCEF), da Universidade Tcnica de Lisboa. Presidente da empresa de consultoria Augusto Mateus & Associados. Professor Catedrtico convidado do ISEG com responsabilidades docentes atuais nas reas da Economia Europeia, da Poltica Econmica e da Poltica Industrial e Competitividade, ao nvel das Licenciaturas e dos Mestrados; Professor em Mestrados e cursos de ps-graduao, no quadro de colaboraes com outras universidades e instituies de ensino superior. Investigador e consultor na rea da macroeconomia, da poltica econmica, da competitividade industrial, da estratgia empresarial, da avaliao de programas e polticas de desenvolvimento. Responsvel pela coordenao de vrios estudos de avaliao de programas e polticas pblicas. Responsvel pela coordenao de vrios projetos de investigao e estudos de economia aplicada. Exerceu os cargos de Secretrio de Estado da Indstria (outubro de 1995-maro de 1996) e de Ministro da Economia (maro de 1996-dezembro de 1997). Consultor de numerosas instituies e agncias, nacionais e estrangeiras. Editor e membro de conselhos editoriais de publicaes tcnicas especializadas, nacionais e estrangeiras. Autor de mais de uma centena de comunicaes em seminrios e colquios da especialidade e de vasta obra difundida nas comunidades cient!cas nacional e internacional.

Carlos Fortuna Professor de Sociologia, Universidade de Coimbra

Professor Catedrtico no Departamento de Sociologia da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Doutorado pela State University of New York (Binghamton). investigador e membro fundador do Centro de Estudos Sociais (Coimbra). o coordenador portugus da Rede Brasil-Portugal de Estudos Urbanos. Foi Presidente da Associao Portuguesa de Sociologia, Delegado Nacional junto da Comisso Europeia para as Cincias Sociais (6. Programa-Quadro) e membro do Board of Directors da Comisso Fulbright em Lisboa. Foi tambm membro do Comit Executivo da Associao Internacional de Sociologia ISA. Autor de vrias publicaes no domnio da cultura, do patrimnio, identidades e turismo, como Cidade, Cultura e Globalizao (Celta), Identidades, Percursos e Paisagens Culturais (Celta), A Cidade e o Turismo (Almedina) e A Esttica e a Cidade (Annablume, Brasil). Prepara a edio de dois novos livros: Som, Rudo e Silncio e A Presena Ausente das Runas.

D. Carlos Moreira AzevedoDelegado do Conselho Pontifcio para a Cultura no Vaticano

D. Carlos Moreira de Azevedo o atual bispo titular de Belali e entre 2005 e 2011 exerceu as funes de bispo-auxiliar do Patriarca de Lisboa. Em 1977 foi ordenado sacerdote por D. Antnio Ferreira Gomes, Bispo do Porto. Em 1986 doutorou-se na Faculdade de Histria Eclesistica da Universidade Gregoriana de Roma, com uma tese sobre iconogra!a. Foi Presidente do Centro de Estudos de Histria Religiosa (1992-2001); dirigiu a obra Dicionrio e Histria Religiosa de Portugal, em 7 volumes. Foi codiretor da revista Museu de 1993 a 1996. Organizou vrias exposies de arte sacra. membro da Academia Portuguesa de Histria desde 1998. A sua ordenao episcopal teve lugar em 2005 na Igreja da Trindade (Porto) tendo como ordenante principal D. Jos da Cruz Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa. Foi membro da Conferncia Episcopal Portuguesa (CEP) tendo ocupado os cargos de Secretrio, Presidente da Comisso Episcopal de Pastoral Social e membro da Comisso Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicaes Sociais. Foi coordenador mximo da Comisso que organizou a Viagem Apostlica a Portugal de Bento XVI, que decorreu de 11 a 14 de maio de 2010. A 11 de maio de 2010 foi agraciado com a Gr-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2011, o Papa Bento XVI nomeou-o Delegado do Conselho Pontifcio para a Cultura (CPC), organismo que procura assegurar as melhores relaes da Igreja com a Cultura do nosso tempo nas suas mais diversas expresses e matizes. Neste Conselho coordena o Departamento de Bens Culturais. Tem mais de uma centena de trabalhos publicados em livros e revistas.

Christian FelberEconomista e autor da Economia do Bem Comum

Professor universitrio de Economia, bailarino pro!ssional, escritor e divulgador em temas de Economia e Sociologia, especialista em economia sustentvel e alternativa para os mercados !nanceiros. Desenvolveu um novo modelo econmico internacional chamado Economia do Bem Comum. membro fundador do movimento de justia global Attac Austria e fundador da chamada Banca Democrtica. desde 1996 Mestre em Filologia Romnica, que estudou em Viena e em Madrid, onde tambm cursou Espanhol, Cincias Polticas, Psicologia e Sociologia. Trabalha como escritor independente, tendo 14 obras publicadas. professor de Economia na Universidade de Viena. Em 2009 cofundou o Movimento ustria e em 2010 iniciou o projeto Banca Democrtica. Juntamente com um grupo de empresrios desenvolveu o modelo conhecido como Economia do Bem Comum ou Economia do Bem-Estar Pblico, uma alternativa terica ao capitalismo de mercado e economia plani!cada. Foi nomeado Comunicador do Ano pela revista Lifestyle em 2010. Felber bailarino pro!ssional de dana contempornea desde 2004, atividade que compatibiliza com a de professor e divulgador da teoria da Economia do Bem Comum.

Daniel InnerarityProfessor Catedrtico de Filoso!a Poltica e Social da Universidade do Pas Basco

Professor Catedrtico de Filoso!a Poltica e Social na Universidade de Saragoa, professor convidado na Universidade de Paris I (Sorbonne). Diretor do Instituto de Governana Democrtica, investigador na Universidade do Pas Basco, ex-membro da Fundao Alexander von Humboldt da Universidade de Munique, professor convidado da ctedra Robert Schuman no Instituto Universitrio Europeu de Florena e convidado da London School of Economics and Political Science. membro da Academia da Latinidade e da Academia Europeia de Artes e Cincias (Salzburgo). Diretor de Estudos Associado da Casa das Cincias do Homem (Paris). Entre os seus mais recentes livros, so de salientar tica de la Hospitalidad, A Transformao da Poltica (III Premio de Ensayo Miguel de Unamuno e Premio Nacional de Literatura na modalidade de ensaio, 2003), obra que lhe granjeou entrada na famosa lista dos 25 grandes pensadores do mundo que a revista Nouvel Observateur publicou quando fez 40 anos; A Sociedade Invisvel (Premio Espasa de ensaio, 2004) e O Novo Espao Pblico. Foi galardoado com o Prmio de Humanidades, Cultura, Artes e Cincias Sociais da Sociedade de Estudos Bascos/Eusko Ikaskuntza em 2008 e o Prmio Cultural Prncipe de Viana em 2013. um otimista por uma nica razo: para se ser pessimista preciso estar muito seguro. E eu tenho dvidas.

Sheik David MunirIm da Mesquita Central de Lisboa

!lho de pai iemenita e me moambicana de ascendncia indiana. Comeou os seus estudos religiosos em 1975 numa madraa na ndia (Madrassah Ashra!a), onde memorizou o Coro em 1986. Licenciou-se em Teologia Islmica no Instituto Aleemiyah, Centro Islmico de Carachi, Paquisto, e prosseguiu os seus estudos islmicos na Universidade de Carachi, onde se licenciou em Pedagogia e fez o Bacharelato no Curso de Letras. Em 1986, com 23 anos, deixou o Paquisto e desde essa altura o im da Mesquita Central de Lisboa, ministro de culto, docente de lngua rabe e cultura islmica e Conselheiro Religioso da Comunidade Islmica de Lisboa. Foi professor de Lngua rabe no Instituto Oriental da Universidade Nova de Lisboa, na Universidade Independente e na Universidade Lusfona de Humanidades e Tecnologias. membro do Conselho Consultivo Internacional da Fundao Paz e Democracia Monsenhor Martinho da Costa Lopes. Tem como obras publicadas Deus Que nunca o Foi (1987), Ensinamentos Elementares do Islo (1988) e Da Cincia e Filoso"a Religio (1996).

Enrique Barn CrespoAntigo Presidente do Parlamento Europeu

Economista, advogado e poltico espanhol, membro do Partido Socialista Operrio Espanhol (PSOE) e, como eurodeputado, pertence ao Partido Socialista Europeu do Parlamento Europeu. Licenciou-se em Administrao de Empresas em Paris e Madrid, e em Direito na Universidade Complutense de Madrid (UCM). Foi especialista em Direito do Trabalho e Direitos Humanos sob a ditadura franquista (1970-1977). Foi Deputado nas Cortes (1977-1987) e Ministro dos Transportes, Turismo e Comunicaes, tendo concludo as negociaes de adeso Comunidade Europeia (1982-1985). Foi Deputado ao Parlamento Europeu (1986-2009), Presidente do Parlamento Europeu (1989-1992) e das Comisses de Assuntos Externos (1992-1994) e Comrcio Internacional (2004-2007). Foi Presidente do Partido Socialista Europeu (1999-2004). Presidente da Fundao Internacional Yehudi Menuhin e da Fundao Europeia para a Sociedade de Informao. Vice-Presidente do Instituto da pera e da Poesia de Verona e patrono da Fundao Dal. Fala sete lnguas europeias. autor de ensaios, artigos e livros sobre temas polticos, econmicos e sociais.

Esther MucznickVice-Presidente da Comunidade Israelita em Lisboa

Filha de pais judeus polacos, viveu em Israel e em Paris onde estudou, respetivamente, lngua e cultura hebraicas e Sociologia na Sorbonne. Vice-Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) e cofundadora em 1994 da Associao Portuguesa de Estudos Judaicos. Presidente e fundadora em 2008 da Memosho Associao Memria e Ensino do Holocausto, cofundadora do Frum Abramico de Portugal para o dilogo inter-religioso e membro da Comisso Nacional de Liberdade Religiosa. Colunista do jornal Pblico de 2002 a 2011. Estudiosa das questes judaicas, tem coordenado cursos e seminrios sobre histria e cultura judaica, liberdade religiosa e dilogo inter-religioso, Israel e o Mdio Oriente, e publicado numerosos trabalhos sobre estas temticas, entre os quais, os livros Grcia Nasi, A judia portuguesa do sculo xvi que desa"ou o seu prprio destino, Portugueses no Holocausto e Auschwitz, Um Dia de Cada Vez, na editora Esfera dos Livros, respetivamente em 2010, 2012 e 2015. Foi tambm co-coordenadora do Dicionrio do Judasmo Portugus, publicado em 2009 pela Editorial Presena, e da obra Israel, Ontem e Hoje, na Difel, 2007.

Francisco VeigaProfessor de Economia, Universidade do Minho

Licenciado em Relaes Internacionais Econmicas e Polticas pela Universidade do Minho (1991), tem o doutoramento em Economia pela University of South Carolina EUA (1998). professor catedrtico do Departamento de Economia da Escola de Economia e Gesto da Universidade do Minho e membro do seu Conselho Geral. reas de ensino: Macroeconomia, Economia Monetria Internacional, Crescimento Econmico. reas de investigao: Economia Monetria Internacional, Crescimento Econmico e Economia Poltica. Tem 25 artigos publicados em revistas cient!cas internacionais indexadas na Web of Science ou na Scopus. Coordenou vrios projetos de investigao !nanciados pela Fundao para a Cincia e a Tecnologia (FCT). Coordenou estudos para vrias entidades, entre as quais a Secretaria de Estado da Cultura e a Parque Escolar, EPE. Coordena um estudo recentemente adjudicado pela Secretaria de Estado da Administrao Local. Na qualidade de especialista, integrou a comisso que preparou a proposta de diploma legal sobre a Recuperao Financeira Municipal e foi membro do Secretariado Tcnico encarregado da elaborao das propostas de reviso da Lei das Finanas Locais e da Lei das Finanas das Regies Autnomas.

Guilherme dOliveira MartinsPresidente do Centro Nacional de Cultura

Licenciado em Direito e Mestre em Cincias Jurdico-Econmicas, Presidente do Tribunal de Contas, Presidente do Centro Nacional de Cultura, Scio-Correspondente da Academia das Cincias de Lisboa, Presidente do Conselho de Preveno da Corrupo e Professor Catedrtico Convidado da Universidade Lusada e do Instituto Superior de Cincias Sociais e Politicas da Universidade Tcnica de Lisboa. Anteriormente, exerceu as funes de Presidente da EUROSAI Organizao das Instituies Superiores de Controlo das Finanas Pblicas da Europa (2011-2014), Auditor Geral da Assembleia da UEO Unio Europeia Ocidental; Ministro da Presidncia (2000-2002), das Finanas (2001-2002) e da Educao (1999-2000) e Secretrio de Estado da Administrao Educativa (1995-1999); Deputado da Assembleia da Repblica, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS, Vice-Presidente da Comisso Nacional da UNESCO (1988-1994); Presidente da SEDES Associao para o Desenvolvimento Econmico e Social (1985-1995), Assessor Poltico da Casa Civil do Presidente da Repblica (1985-1991), Secretrio-Geral da Comisso Portuguesa da Fundao Europeia da Cultura e Membro da Conveno sobre o Futuro da Europa; Presidente do Steering Committee do Conselho da Europa que elaborou a Conveno de Faro sobre o valor do Patrimnio Cultural na sociedade contempornea (2005). A 5 de maro de 1996 foi agraciado pelo Presidente da Repblica com a Medalha de Grande-O!cial da Ordem do Infante D. Henrique.

Homi K. BhabhaProfessor de Humanidades Anne F. Rothenberg e Diretor do Mahindra Humanities Center da Universidade de Harvard

Desde 2001 que Homi K. Bhabha detm, na Universidade de Harvard, o ttulo de Professor Anne F. Rothenberg de Literatura e Lngua Inglesa e Americana, Diretor do Centro Mahindra de Humanidades e consultor snior em questes de Humanidades do seu Presidente e Reitor. Licenciou-se em Literatura Inglesa na Universidade de Oxford. Foi mais de uma dcada professor na Universidade de Sussex e professor convidado nas Universidades de Princeton, Pennsylvania, Chicago e na University College de Londres. Tem graus concedidos pelas Universit Paris 8, University College London e Universidade Livre de Berlim. Entre os seus interesses esto o Cosmopolitismo e os Direitos Humanos no contexto da Esttica e da Cultura, artistas da dispora, Mudana Cultural e Poder, e Cultura, Segurana e Globalizao. uma das mais importantes personalidades em estudos ps-coloniais contemporneos, e criador de uma srie de neologismos e conceitos-chave nestas reas, como hibridismo, mimetismo, diferena cultural, terceiro espao e ambivalncia. Estes termos descrevem modos como os povos colonizados resistiram ao poder dos colonizadores, de acordo com as teorias de Bhabha. No seu trabalho &e Location of Culture, prope uma teoria de hibridismo cultural para explicar as ligaes entre colonialismo e globalizao. Defende que a produo cultural tanto mais produtiva quanto maior for a ambivalncia e transgresso. Pertence ao Conselho Editorial da Public Culture, uma publicao acadmica da Duke University Press. um dos responsveis pelo Relatrio Mundial da UNESCO sobre a Diversidade Cultural. Em 2012, foi agraciado pelo Governo indiano com o Prmio Padma Bhushan no campo da Literatura e Educao.

Isabel AndrProfessora de Geogra!a e Planeamento Regional, Universidade de Lisboa

Isabel Andr nasceu em 1956, em Lisboa. gegrafa, professora associada com agregao do Instituto de Geogra!a e Ordenamento do Territrio da Universidade de Lisboa (IGOT-UL) e investigadora do Centro de Estudos Geogr!cos. membro do Conselho Cient!co e da Assembleia do IGOT. Leciona unidades curriculares nos campos das metodologias de investigao, da geogra!a cultural e da geogra!a poltica. Desenvolve investigao nos domnios da inovao socioterritorial, dos estudos do gnero e do desenvolvimento regional e urbano ligado cultura e criatividade. Tem coordenado diversos projetos de investigao e estudos sobre polticas pblicas com incidncia territorial. Organizou diversos encontros cient!cos de mbito nacional e internacional e publicou numerosos trabalhos em Portugal e no estrangeiro.

Joo BernardesProfessor de Arqueologia, Universidade do Algarve

Joo Pedro Bernardes doutorado em Arqueologia pela Universidade de Coimbra. professor associado com agregao da Universidade do Algarve, onde leciona nos cursos de licenciatura de Patrimnio Cultural e Arqueologia e ainda em vrios cursos de mestrado e doutoramento. Tem participado e liderado projetos de investigao de mbito nacional e internacional, versando temas de Arqueologia Romana e de valorizao do Patrimnio Cultural. Tem cerca de 70 ttulos publicados, entre livros, colaboraes em obras coletivas e revistas cient!cas do pas e do estrangeiro (Espanha, Frana, Itlia, Inglaterra, EUA), versando sobretudo temas de Arqueologia e de Patrimnio Cultural. investigador principal do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Cincias do Patrimnio, de que fazem parte as Universidades de Coimbra, do Porto, do Algarve e o Campo Arqueolgico de Mrtola. o atual Diretor do Departamento de Artes e Humanidades da Universidade do Algarve.

Joo Teixeira LopesProfessor de Sociologia, Universidade do Porto

Licenciado em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1992) e Mestre em Cincias Sociais pelo Instituto de Cincias Sociais da Universidade de Lisboa (1995) com a dissertao Tristes Escolas: Um estudo sobre prticas culturais estudantis no espao escolar urbano (Porto, Edies Afrontamento, 1997). Doutorado em Sociologia da Cultura e da Educao (1999) com a tese A Cidade e a Cultura: Um estudo sobre prticas culturais urbanas (Porto, Edies Afrontamento, 2000). membro efetivo do Observatrio das Atividades Culturais entre 1996 e 1998 e seu atual colaborador. Integrou a equipa coordenadora do Relatrio das Polticas Culturais Nacionais (1985-1995) apresentado em 1998 junto do Conselho da Europa, intitulado As Polticas Culturais em Portugal (Observatrio das Actividades Culturais, 1998). Foi programador de Porto Capital Europeia da Cultura 2001, enquanto responsvel pela rea do envolvimento da populao e membro da equipa inicial que redigiu o projeto de candidatura apresentado ao Conselho da Europa. Representou o Bloco de Esquerda como deputado Assembleia da Repblica (2002-2006). Foi coordenador cient!co do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto entre 2002 e 2010. Foi diretor da revista Sociologia entre 2009 e 2013. Tem 23 livros publicados (a ttulo individual ou em coautoria) nos domnios da sociologia da cultura, cidade, juventude e educao, bem como museologia e estudos territoriais. Foi distinguido a 29 de maio de 2014 com o galardo Chevalier des Palmes Acadmiques pelo Governo francs. Vice-Presidente da Associao Portuguesa de Sociologia.

Jonathan TaplinDiretor do Annenberg Innovation Lab, Universidade da Califrnia do Sul

Escritor, produtor cinematogr!co e acadmico norte-americano, com 30 anos de carreira nas reas da msica, cinema, alta !nana e tecnologia. Formou-se na Universidade de Princeton em 1969, vive em Los Angeles desde 1973 e atualmente Diretor do Laboratrio de Inovao Annenberg da Escola Annenberg de Comunicao e Jornalismo da Universidade do Sul da Califrnia. Comeou a sua carreira no entretenimento em 1969 como tour manager de Bob Dylan, com quem trabalhou sete anos. Em 1973 produziu a primeira longa-metragem de Martin Scorsese, Mean Streets (Os Cavaleiros do Asfalto), obra selecionada para o Festival de Cannes. Entre 1974 e 1996, produziu 26 horas de documentrios para televiso (nomeados para trs Emmys) e 12 !lmes, incluindo &e Last Waltz (A ltima Valsa), Until the End of the World (At ao Fim do Mundo), Under Fire (Debaixo de Fogo) e To Die For (Disposta a Tudo). Os seus !lmes foram nomeados para scares da Academia (de que Taplin membro) e Globos de Ouro e escolhidos sete vezes para o Festival de Cinema de Cannes. Em 1996, integrou uma equipa de engenheiros que inventou o sistema de Video On Demand (VOD) e outras patentes revolucionrias que foram premiadas. autor de Outlaw Blues: Adventures in the Counter-Culture Wars, um e-book de grande sucesso editado pela Annenberg Press que inclui 105 vdeos nas suas pginas.

Jorge Barreto XavierSecretrio de Estado da Cultura

Estudou Direito, Cincia Poltica e Gesto das Artes, em Lisboa, Amesterdo e Baltimore. Foi fundador e presidente da Direo do Clube Portugus de Artes e Ideias entre 1986 e 2002 e fundador e diretor do Lugar Comum, o primeiro Centro Integrado de Experimentao Artstica portugus, entre 1997 e 2003. Em 1987, desenha e coordena a I Mostra Portuguesa de Artes e Ideias e de seguida o programa Jovens Criadores, iniciativas de apresentao de arte contempornea pioneiras em Portugal. Em 1992, cria o programa Paideia, iniciativa atravs da qual leva arte contempornea a 180 escolas secundrias portuguesas. Em 1994, dirige a Bienal de Lisboa, apresentando mais de 500 artistas de 20 pases da Bacia do Mediterrneo, e trs anos depois cria a Bienal de Jovens Criadores dos Pases Lusfonos. Como membro do Conselho Nacional da Educao, em 1998 escreveu em coautoria com Emlia Nadal Educao Esttica e Interiorizao dos Saberes. Entre 2003 e 2005 foi vereador da Cmara Municipal de Oeiras com os Pelouros da Cultura, Juventude e Defesa do Consumidor, e coordenador da Comisso Interministerial Educao-Cultura. Como consultor da Fundao Calouste Gulbenkian para a Educao, entre 2006 e 2008, liderou o projeto Reinsero pela Arte. De 2008 a 2010 foi Diretor-Geral das Artes, tendo criado o programa Inov-Art, o maior programa de estgios pro!ssionais internacionais na rea da cultura promovidos por uma autoridade pblica da Unio Europeia. Durante os ltimos 25 anos, fundou e pertenceu a diversas redes internacionais na rea da Cultura e ensinou em vrias universidades. professor de polticas pblicas da cultura e gesto das indstrias culturais no ISCTE Instituto Universitrio de Lisboa.

Jorge GasparConsultor, Professor de Planeamento Regional

Nasceu em Lisboa em 1942. Gegrafo e Urbanista. Professor Emrito da Universidade de Lisboa, Instituto de Geogra!a e Ordenamento do Territrio. Investigador do Centro de Estudos Geogr!cos. Professor Convidado do Instituto Superior Tcnico e das Universidades de Ume e de Paris X. Doutorado pela Universidade de Lisboa (1972), ps-graduado pela Universidade de Lund. Coordenou investigaes e projetos aplicados em Geogra!a, Planeamento e Urbanismo. Coordenador tcnico do Programa Nacional da Poltica de Ordenamento do Territrio PNPOT. Publicou uma vintena de livros e mais de duas centenas de artigos. Scio efetivo da Academia das Cincias de Lisboa, membro da Academia Europaea e Doutor honoris causa pelas Universidades de Len, Genebra e vora.

Jos Bragana de MirandaEnsasta, Professor das Universidades Nova de Lisboa e Lusfona

investigador, ensasta e professor universitrio. Licenciado em Sociologia pelo ISCTE, em 1982, obteve em 2001 o Doutoramento em Cincias da Comunicao, pela Universidade Nova de Lisboa, com agregao em Teoria da Cultura (2000) na mesma universidade. professor da Faculdade de Cincias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde iniciou funes em 1995 e onde ensina Teoria da Cultura, Teoria dos Media, da Cibercultura e da Arte Contempornea nos programas de licenciatura, mestrado e doutoramento. Colabora como catedrtico convidado na Universidade Lusfona. Foi Diretor do Departamento de Comunicaes Sociais da Universidade Nova de Lisboa (1990-1992), investigador e Presidente do Centro de Estudos de Comunicao e Linguagens (CELC) entre 2006 e 2011. Atualmente, responsvel pelo programa de Mestrado em Cultura Contempornea e Novas Tecnologias. Membro de redao de vrias revistas especializadas, foi diretor da Revista de Comunicao e Linguagens (RCL), sendo atualmente diretor da revista Caleidoscpio. Vice-Presidente da SOPCOM Associao Portuguesa de Cincias da Comunicao, de que foi cofundador. Comissariou o projeto Ligaes-Links-Liaisons para o Porto 2001 Capital Europeia de Cultura, em colaborao com Maria Teresa Cruz, projeto de que resultou o livro Crtica das Ligaes na Era da Tcnica. Autor de numerosos ensaios nas mais diversas reas da cultura contempornea, tem obra publicada nas reas de comunicao e cultura, cibercultura e estudo dos media.

Jos Mara LassaleSecretrio de Estado da Cultura do Governo de Espanha

Poltico e escritor espanhol que desenvolveu a sua trajetria acadmica em vrias universidades pblicas e privadas espanholas e que, desde dezembro de 2011, desempenha a funo de Secretrio de Estado da Cultura no Ministrio da Cultura do Governo de Espanha. Desde 1998 colabora com vrios meios de comunicao social (ABC, El Pas, Cadena SER). Doutor em Direito pela Universidade de Cantbria desde 1999. Entre 2002 e 2003 foi coordenador cient!co do Centro de Estudos Hispnicos e Iberoamericanos e Diretor da Fundao Carolina do Ministrio de Assuntos Exteriores de Espanha. Entre 2004 e 2012 foi Deputado nas Cortes de Espanha por Cantbria. De 2004 a 2008 foi Professor de Sistemas Polticos Comparados na Universidade de So Paulo CEU de Madrid, e de 2008 a 2012 foi Professor na Universidade Rey Juan Carlos de Madrid, onde lecionou inicialmente Histria das Ideias e das Instituies, e depois Filoso!a do Direito. De!ne-se como liberal, acima de qualquer orientao poltica ou ideolgica, rasgo que considera essencial para sair da crise atual. Escreveu na sua obra Liberales: ante a maior crise das ltimas dcadas urge recuperar a virtude e os valores, uma tarefa para a qual os liberais esto melhor habilitados que ningum.

Jos Santos SoeiroPresidente da Agncia para o Desenvolvimento e Coeso

Nasceu em Lisboa, a 26 de dezembro de 1951. Licenciado em Agronomia pelo Instituto Superior de Agronomia, da Universidade Tcnica de Lisboa, em 1976, tem vindo a desempenhar funes de alta direo na Administrao Pblica desde 1987. Exerce funes de Presidente do Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional, desde 2007. Acumula hoje essas funes com as de Presidente da Agncia para o Desenvolvimento e Coeso. Anteriormente foi Presidente da Comisso de Gesto do QCA III, Diretor-Geral do Desenvolvimento Regional e Gestor da Iniciativa Comunitria Interreg III. Entre 1979 e 2001 exerceu funes no Ministrio da Agricultura, tendo sido Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho, Vice-Presidente do Instituto dos Mercados Agrcolas e da Indstria Agroalimentar, Adjunto do Secretrio de Estado da Alimentao e do Secretrio de Estado dos Mercados Agrcolas e Qualidade Alimentar, Vice-Presidente do Instituto de Qualidade Alimentar, Chefe de Diviso e, ainda neste mesmo Instituto, engenheiro de 2. classe. Foi tambm Vice-Presidente da Associao Portuguesa para a Qualidade, Administrador do Centro de Formao Pro!ssional para a Qualidade, Vice-Presidente da Assembleia-Geral e Administrador no executivo da Companhia das Lezrias, SA, e Monitor do Instituto Superior de Agronomia.

Jos TavaresProfessor de Economia Poltica, Universidade Nova de Lisboa

Doutorou-se em Economia na Universidade de Harvard, onde se especializou em Economia Poltica e Macroeconomia. Ensinou em Harvard, na University of California Los Angeles (UCLA) e neste momento professor na Universidade Nova de Lisboa e investigador do Centre for Economic Policy Research (CEPR) em Londres. A sua investigao centra-se num leque variado de questes, tais como o impacto das instituies democrticas no crescimento econmico, o custo macroeconmico da discriminao de gnero e o papel da globalizao na luta contra a corrupo. Publicou em vrias revistas acadmicas como o Journal of Monetary Economics, Review of Economics and Statistics, Journal of Public Economics e European Economic Review, e contribuiu para volumes editados pela Harvard University Press, MIT Press, e Princeton University Press. A sua investigao foi comentada na imprensa nacional e internacional, incluindo a revista Time e os jornais New York Times, Handelsblatt, La Republicca, Expresso e Pblico. Foi orador convidado do 2011 Dahrendorf Symposium sobre o futuro da Europa.

Kalaf EpalangaCronista e msico, Buraka Som Sistema

Msico, cronista e editor discogr!co. Na segunda metade dos anos 90 mudou-se para Lisboa, com o objetivo de obter a melhor formao acadmica possvel e regressar a Angola. Aprendeu a ouvir jazz e a apreciar arte e design to intensamente, que o regresso a Angola !cou adiado por tempo indeterminado. A aventura potica iniciou-se nos !nais de 1998, numa altura em que Lisboa ensaiava novas linguagens rtmicas, buscando novos caminhos para a msica urbana feita em portugus. Multiplicou-se ento em colaboraes, criando cumplicidades artsticas com Sara Tavares, Sam 'e Kid, Type, Nuno Artur Silva, entre outros, e, em 2003, juntou-se ao produtor Joo Barbosa, com quem formou o duo 1 Uik Project e fundou a Enchufada, plataforma criativa de desenvolvimento e promoo de novos estilos de msica eletrnica, editora independente responsvel pela criao do projeto Buraka Som Sistema, banda premiada pela MTV Europe Music Awards. autor de dois livros de crnicas, Estrias de Amor para Meninos de Cor (2011) e O Angolano Que Comprou Lisboa (Por Metade do Preo) (2014).

Luca BergamoSecretrio-geral da Culture-Action Europe

Desempenha as funes de Secretrio-Geral da Culture Action Europe desde 1 de maro de 2012. Fora diretor-geral da Agncia Nacional Italiana para a Juventude desde a sua criao em 2007. Entre 2004 e 2007, foi Diretor-Geral da Glocal Forum, fundao internacional empenhada em promover conversaes de paz, cooperao cultural e a cidadania ativa em regies ps-con$itos, atuando em colaborao com agncias da ONU e autoridades locais de todo o mundo. Entre 1999 e 2004, foi diretor executivo da Zone Attive, empresa pblico-privada dedicada a promover a inovao cultural na Itlia. Sob a sua liderana, a Zone Attive concebeu e produziu muitas das iniciativas mais inovadoras e impactantes que modi!caram o panorama cultural italiano nesse perodo. Entre 1993 e 1999, integrou a equipa do edil de Roma, tendo dirigido o gabinete de poltica de juventude e contribudo para a restruturao do municpio. Anteriormente, desenvolvera atividade nos ramos das TIC e da inteligncia arti!cial durante cerca de dez anos. Os seus interesses acadmicos incidiram na rea de cincias polticas e no papel desempenhado pelo conhecimento no desenvolvimento humano e social.

Manuel Castro AlmeidaSecretrio de Estado do Desenvolvimento Regional

Manuel Castro Almeida nasceu em 1957. licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. Iniciou a vida pro!ssional com 16 anos, como auxiliar administrativo da Cmara Municipal de So Joo da Madeira, e fez o curso de Direito como trabalhador-estudante. Em 1982 foi tcnico superior e mais tarde administrador da Comisso de Coordenao e Desenvolvimento Regional do Norte. Em 1991 foi eleito deputado Assembleia de Republica, onde coordenou os deputados do PSD nas Comisses Parlamentares de Economia, Finanas e Plano, Educao, Cincia e Cultura e Obras Publicas, Transportes e Comunicaes. Foi tambm vice-presidente do Grupo Parlamentar. Entre 1993 e 1995 foi Secretrio de Estado da Educao e de Desporto. Em 2001 foi eleito Presidente da Cmara Municipal de So Joo da Madeira, tendo sido reeleito em 2005 e 2009. Foi Vice-Presidente da Junta Metropolitana do Porto e Presidente da Associao de Municpios das Terras de Santa Maria. No plano partidrio desempenhou diversos cargos, designadamente Secretrio-Geral Adjunto e Vice-Presidente do PSD, sendo atualmente Conselheiro Nacional do PSD.

Marco Mira DErcoleOrganizao para a Cooperao e o Desenvolvimento Econmico (OCDE)

Atual diretor da diviso de Household Statistics and Progress Measurement da Direo de Estatstica da OCDE, onde j desempenhara funes de conselheiro, desenvolveu atividade nas reas de avaliao do bem-estar, de distribuio de rendimentos e no mbito das polticas sociais. Foi um dos relatores da Comisso para a Aferio do Desempenho Econmico e do Progresso Social criada pelo Presidente Sarkozy em incios de 2008. Desde a sua integrao na OCDE, trabalhou na Direco do Emprego, do Trabalho e dos Assuntos Sociais; no Departamento de Economia; e no gabinete do secretrio-geral da organizao; colaborou tambm durante dois anos com o Fundo Monetrio Internacional. Formado em Economia pela Universidade de Modena, Mestre em Filoso!a pela Universidade de Oxford.

Mrio Lcio Matias de Sousa MendesMinistro da Cultura de Cabo Verde

Lcio Matias de Sousa Mendes, mais conhecido pelo pseudnimo Mrio Lcio, ganha em 1984, uma bolsa do governo cubano para se licenciar em Direito em Havana. Regressa a Cabo Verde seis anos mais tarde, j como advogado. Em 1992, nomeado conselheiro cultural junto do Ministro da Cultura. De 1996 a 2001, deputado no Parlamento cabo-verdiano. Embaixador cultural de Cabo Verde, foi condecorado em 2006 com a Ordem do Vulco, ao lado de Cesria vora, sendo ele o artista mais jovem a receber tal distino. autor de vrias obras, entre poesia, teatro e romance. Compositor, multi-instrumentista e estudioso da msica tradicional, foi fundador e lder do grupo musical Simentera, que marca o regresso decisivo da msica cabo-verdiana s suas razes acsticas e reivindicou a cultura continental africana como elemento da identidade cultural cabo-verdiana. As suas convices valeram-lhe a nomeao para conselheiro do comissrio responsvel pela Expo 92 em Sevilha e, mais tarde, para a Expo 98 em Lisboa, onde foi autor dos projetos musicais que representaram o seu pas. fundador e diretor da Associao Cultural Quintal da Msica, cujo Centro Cultural Privado trabalha na valorizao da msica tradicional e no acesso das crianas aprendizagem e promoo dos seus talentos.

Michaela SaisanaCentro Comum de Investigao, Comisso Europeia

Michaela Saisana, investigadora principal e chefe de projeto no Centro Comum de Investigao (JRC) da Comisso Europeia, realiza e coordena projetos de investigao (equipa COIN, 10 investigadores ps-doutorandos) sobre medidas multidimensionais para o desenvolvimento de polticas baseadas na evidncia. Colabora, atravs da avaliao de indicadores de desempenho, com cerca de cem organizaes internacionais e universidades de prestgio mundial, nomeadamente: Naes Unidas, UNICEF, Transparency International, Frum Econmico Mundial, INSEAD, Organizao Mundial da Propriedade Intelectual, assim como as universidades de Yale, Columbia, e Harvard. Publica trabalhos sobre indicadores compostos, anlise multicritrio, otimizao multiobjectivo, data envelopment analysis e anlise de sensibilidade (20 artigos revistos pelos pares, 2 livros, 60 documentos de trabalho). Participa com frequncia em aes de formao/seminrios sobre indicadores compostos (mais 30 aes de formao e 60 aulas como professora convidada). Em 2004 foi galardoada pela Comisso Europeia com o JRC Young Scientist Prize in Statistics and Econometrics pelo seu trabalho de investigao sobre indicadores compostos. Doutorada e Mestre em Engenharia Qumica.

Moiss de Lemos MartinsDiretor do Centro de Estudos de Comunicao e Sociedade da Universidade do Minho

Moiss de Lemos Martins Professor Catedrtico do Departamento de Cincias da Comunicao da Universidade do Minho. Dirige o Centro de Estudos de Comunicao e Sociedade (CECS), que fundou em 2001. Diretor da revista Comunicao e Sociedade e tambm da Revista Lusfona de Estudos Culturais. Dirige o Doutoramento em Estudos Culturais, em consrcio entre a Universidade do Minho e a Universidade de Aveiro. Presidente da Sopcom Associao Portuguesa de Cincias da Comunicao; da Lusocom Federao das Associaes Lusfonas de Cincias da Comunicao; e da Con!bercom Confederao Ibero-Americana das Associaes Cient!cas e Acadmicas de Comunicao. Doutorado pela Universidade de Estrasburgo em Cincias Sociais (na especialidade de Sociologia), tem publicado, no mbito da Sociologia da Cultura, Semitica Social, Sociologia da Comunicao, Comunicao Intercultural, Estudos Lusfonos. Publicou ou editou, entre outros livros: Do Post ao Postal (com Maria da Luz Correia, 2014); Crise no Castelo da Cultura (2011); Limaginaire des mdias (com Michel Ma"esoli, 2011), Portugal Ilustrado em Postais Viana do Castelo, Braga, Bragana, Viseu e Portalegre (com Madalena Oliveira, 2011); Caminhos nas Cincias Sociais (2010); Comunicao e Lusofonia (com Helena Sousa e Rosa Cabecinhas, 2006); A Linguagem, a Verdade e o Poder (2002); Para uma Inversa Navegao (1996); O Olho de Deus no Discurso Salazarista (1990).

Nuno VitorinoConsultor, Perito em Desenvolvimento Regional

Nuno Vitorino licenciado em Economia pela Universidade de Lisboa (ISCEF). consultor nacional e internacional, scio-gerente da sociedade de consultoria Ilha de Ideias, Projetos e Servios, membro do Conselho Econmico e Social e Secretrio-Geral do Fundo de Reabilitao Urbana JESSICA Portugal. Desenvolve atividades pro!ssionais no mbito da Programao, Governao e Avaliao de Programas e Instrumentos de Polticas Pblicas, do Desenvolvimento Regional em Portugal e no estrangeiro, da criao e gesto de Instrumentos Financeiros pblicos, do Ordenamento do Territrio e Poltica de Cidades, da Gesto e Administrao Pblica, do Financiamento e Gesto de Programas e Projetos de Investimento e do apoio Gesto Estratgica Empresarial.

Pedro CarneiroPercussionista, chefe de orquestra, compositor

Na sua tripla atividade de instrumentista, chefe de orquestra e compositor, Pedro Carneiro tem vindo a cativar plateias por toda a Europa, Estados Unidos, sia e Austrlia. Estudou piano, violoncelo e trompete, desde os 5 anos. Foi bolseiro da Fundao Calouste Gulbenkian na Guildhall School of Music and Drama, onde concluiu a licenciatura em percusso e direo de orquestra com o prmio Head of Department. Seguiu tambm os cursos de direo de orquestra de Emilio Pomrico, na Accademia Internazionale della Musica, em Milo. Aclamado internacionalmente como um dos mais importantes percussionistas da atualidade, tocou em estreia absoluta perto de uma centena de obras e apresenta-se regularmente como solista convidado de algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais. Alguns dos seus trabalhos discogr!cos foram premiados, em particular a sua monogra!a de Iannis Xenakis, considerada uma gravao de referncia pela imprensa internacional. Compe habitualmente para teatro, dana e cinema. cofundador, diretor artstico e maestro titular da Orquestra de Cmara Portuguesa, que dirigiu no City of London Festival, em 2010. No ano seguinte recebeu o Prmio Gulbenkian Arte 2011.

Pier Luigi SaccoProfessor de Economia da Cultura

Professor de Economia da Cultura na universidade IULM, Milo, desempenha as funes de Reitor da Faculdade de Artes, Mercados e Patrimnio desde setembro de 2011. Leciona sobre indstrias criativas na Universidade da Sua Italiana (USI), Lugano. doutorado em Economia pelo Instituto Universitrio Europeu e autor de mais de 150 trabalhos includos em publicaes internacionais especializadas e edies coletivas em livro de prestigiadas editoras de obras cient!cas (como Oxford University Press, Cambridge University Press, Elsevier, Springer, Palgrave, Edward Elgar, Ashgate, Sage). Escreve sobre teoria econmica, teoria dos jogos, economia da cultura, indstri