O SURREALISMO

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Sobre o Surrealismo.

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  • 1. Centro de Educao Integrada professor Eliseu Viana Ensino da Arte Por: Jhonny, Danielle, Dbora, Ksia,Thgilla e Arielly.

2. O surrealismo foi um movimento artstico que surgiu na Frana na dcada de 1920. Este movimento foi significativamente influenciado pelas teses psicanalticas de Sigmund Freud, que mostram a importncia do inconsciente na criatividade do ser humano. O surrealismo criticou a racionalidade burguesa em favor do maravilhoso, do fantstico e dos sonhos. Seu marco inicial foi o Manifesto Surrealista de Andr Breton, publicado em 1924. Um dos seus objetivos foi produzir uma arte que, segundo o movimento, estava sendo destruda pelo racionalismo. 3. Pintura com elementos surreais; Formas baseadas na fantasia (sonhos, inconsciente); Busca da perfeio do desenho e das cores, dentro da dimenso do imaginrio; Impresso espacial, possuindo iluses pticas; Dissociao entre imagens e legendas, conjugadas para construo de cenas de sonho ou de ironia. 4. Salvador Dali (1904-1989) Salvador Dali: foi um importante pintor catalo, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dal chama a ateno pela incrvel combinao de imagens bizarras, onricas, com excelente qualidade plstica. O seu trabalho mais conhecido, A Persistncia da Memria, foi concludo em 1931. Salvador Dal teve tambm trabalhos artsticos no cinema, escultura, e fotografia. 5. Esta pintura est localizada na coleo do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova Iorque desde 1934. amplamente reconhecida e frequentemente referenciada na cultura popular.A persistncia da memria, 1931. 6. Criana Geopoltica Assistindo ao Nascimento do Novo Homem, 1943. Elaborada durante a Segunda Guerra Mundial, a pintura transmite a preocupao do artista com o futuro da humanidade diante da perspectiva sombria da poca. 7. Foto tirada pelo fotgrafo Philippe Halsman, a obra foi finalizada depois de Trs horas preparando as modelos. In Voluptas Mors, 1951.Preparao da fotografia. 8. Outras fotos de Dali por Philippe Halsman. 9. Ren Franois Ghislain Magritte (1898-1967) Ren Magritte: foi um pintor surrealista belga. considerado um dos principais artistas plsticos do Surrealismo. conhecido pelas obras provocadoras, espirituosas e que desafiam as percepes dos observadores, pois no esto condicionadas realidade. 10. O filho do homem, 1964. Magritte pintou-o como um auto-retrato. A pintura consiste de um homem em um terno e um chapu-coco em p na frente de um pequeno muro,com o mar e um cu nublado ao fundo. O rosto do homem , em grande parte, oculto por um ma verde pairando no ar. "Tudo o que vemos esconde outra coisa, e ns queremos sempre ver o que est escondido pelo que vemos. 11. "H aqui um multido de homens, homens diferentes. Quando pensamos numa multido, contudo, no pensamos num indivduo: do mesmo modo, estes homens esto vestidos de igual, to simplesmente quanto possvel, para sugerirem uma multido... Golconda foi uma rica cidade da ndia, uma maravilha. Acho uma maravilha poder caminhar pelo cu na terra. Por outro lado o chapu- coco no constitui surpresa - um antigo complemento, nada original. O homem de chapu-coco o Sr. Normal, no seu anonimato. Eu tambm uso um; no tenho vontade de me destacar das massas". Golconda, 1953. 12. Inveno Coletiva, 1934 Provavelmente, a imagem de sereia que veio sua cabea no exatamente essa. "Inveno Coletiva". O ttulo da obra brinca com o imaginrio coletivo, povoado de seres que no existem na realidade, mas que habitam a imaginao de muitas pessoas por serem difundidos em nossa cultura. 13. Andr Breton (1896-1966) Poeta e terico do surrealismo, Breton foi de origem modesta, que iniciou, sem entusiasmo, estudos em Medicina sob presso da famlia. Foi responsvel pelo Movimento Surrealista. Para ele, o amor como um sonho, uma maravilha na qual o homem reencontra o contacto com as foras profundas. 14. Nadja, 1928. Ttulo-chave no contexto da arte surrealista e narrativa mais importante de Andr Breton, este romance encena o encontro entre realidade e fantasia. Num local frequentado por prostitutas e cartomantes, o narrador mergulha na convivncia efmera e tumultuada com a personagem-ttulo, em meio ao labirinto urbano parisiense. Nadja, uma encarnao contempornea do enigma e do mito, representa o princpio de liberdade em forma feminina e uma porta para alm da banalidade. 15. O amor louco, 1937.Os vasos comunicantes, 1932.