PADRÕES DE CÓDIGO DE BARRAS

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    30-Oct-2015
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http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=padres+de+cdigo+de+barras&btnG=Pesquisa+Google&meta=&aq=0&oq=padroes+de+codiPADRES DE CDIGO DE BARRAShttp://www.modulocomercial.com.br/codigo_de_barras.htmPadro 25 - foi um dos primeiros e j est desatualizado.

Padro 2/5 intercalado - utilizado para codificar apenas dgitos numricos. utilizado em segmento bancrio ou em aplicaes que no requeiram a utilizao de letras ou outros caracteres.

Padro 39 - utilizado para codificar caracteres alfanumricos e no tem limite quantidade de caracteres a serem codificados.

Padro 39 com dgito de verificao - utilizado com dgito de controle para dar mais controle e segurana no processo.

Padro 49 - uma micro simbologia, permitindo a codificao de informaes em um espao reduzido.

PDF417- uma simbologia que oferece alta capacidade compactao de dados. Permitindo a codificao de milhares de caracteres em alguns centmetros quadrados, esta simbologia muito adequada para utilizao, por exemplo, em codificao de notas fiscais.

Padro 128 - admite at 106 caracteres, ocupando uma rea de impresso menor que o Padro 39.

Padro EAN/UCC12 - possui a estrutura do cdigo 128 e tem a vantagem de auto-reconhecimento da estrutura do cdigo de barras com uma tabela de correlao de cdigos de quase 50 elementos.

Padro UPC-A e UPC-E - utilizado nos supermercados dos Estados Unidos e Canada, codifica caracteres numricos.

Padro EAN 13 - uma expanso do cdigo UPC e utilizado em todo o mundo, permitindo a codificao de produtos de at 13 dgitos, determinando o pas/empresa/produto e dgito verificador. Esta simbologia foi adotada como padro para identificao de produtos de bem de consumo.

Padro EAN 8 - para aplicao em produtos onde s necessite 8 dgitos, uma verso simplificada do EAN 13.

Cdigo de barras sem mistrios

http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/cc580676.aspxpor Luiz Cludio C. V. da Rocha

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Este artigo discute:Este artigo usa as seguintes tecnologias:

Cdigo de barrasAccess 97, 2000 e XP

INTRODUO

Quem se lembra da operao de varejo no Brasil antes dos anos 90, quando a tecnologia era proibida por aqui, sabe a grandeza que representa a automao comercial. Nos supermercados, por exemplo, o funcionrio do caixa procurava a etiqueta de preo de cada item e digitava o valor em sua mquina registradora, fazendo a soma. Muito usual tambm era ver uma empresa do comrcio fechada para inventrio, visto que o controle era praticamente todo manual e demandava muito tempo, espao e pessoas. Apenas as lojas menores podiam se dar ao luxo de conhecer mais de perto os clientes: anotava-se em sua ficha, ou na caderneta, os produtos comprados e os pagamentos realizados. Neste quadro cabe muito bem a expresso: isto coisa do sculo passado! Mas lembre-se: faz menos de 15 anos...

Com a (tardia) entrada dos microcomputadores no Brasil, houve uma revoluo na administrao de varejo. O funcionrio do caixa, ao invs de simplesmente somar preos, passou a entrar com o cdigo dos produtos, e o sistema informatizado fazia o resto: totalizava as vendas, dava baixa no estoque, emitia relatrios atualizados, informava a comisso dos vendedores e tudo mais. Foi um enorme salto de produtividade. Mesmo assim, ainda era possvel melhorar: ao invs do usurio entrar com os dados, por que no o prprio sistema captur-lo? aqui que entra o cdigo de barras, uma tecnologia aplicada a muitas reas: indstria, comrcio, bancos, bibliotecas, hospitais, bancos de sangue, correios, transportes, controles de acesso etc.

Apresentarei neste artigo algumas solues de cdigos de barras aplicadas ao comrcio.

Inicio da paginaO QUE SO CDIGOS DE BARRAS

Aquela estranha seqncia de barras pretas e brancas, indecifrveis para ns, nada mais que a representao de um pequeno conjunto de nmeros e/ou letras, impressos de uma forma que o leitor ptico possa interpretar: o preto retm a luz e o branco a reflete, de forma que o leitor capture os sinais e interprete qual a seqncia de nmeros (ou letras) representada pelas barras.

Mesmo sendo um sistema conceitualmente simples, a base da tecnologia de automao comercial.

Inicio da paginaTIPOS DE CDIGOS DE BARRAS

O desenho das barras no sempre igual, h diferentes tipos (simbologias), ou seja, diferentes critrios para combinar barras claras e escuras. A seqncia 123, por exemplo, pode ter diversas representaes, dependendo do tipo de cdigo utilizado.

Um leitor ptico no capaz de ler qualquer cdigo de barras, ele deve estar devidamente habilitado (configurado) para cada tipo que lhe for apresentado, a fim de conseguir interpretar o cdigo. Os leitores a laser (muito usados no comrcio) geralmente so configurados por comandos de programao impressos em menus (cartes) de cdigos de barras, ou ento por envio de comandos pela porta serial do micro. A grande maioria das lojas de varejo tem seus equipamentos configurados para ler os padres EAN e UPC, mas geralmente tambm lem o cdigo 3 de 9 (cada tipo ser explicado adiante).

Alm de haver diferentes combinaes de barras, alguns cdigos possuem um contedo de dados padronizado, ou seja, a seqncia de nmeros representados organizada de uma determinada forma (cada posio tem um significado). Isto ocorre, por exemplo, com o EAN13, UPC12 e demais padres de codificao estabelecidos e controlados internacionalmente. Outros cdigos, como o 39, so livres, ou seja, quem for us-lo tem a liberdade de posicionar os nmeros e letras livremente.

A principal vantagem de se trabalhar com um padro internacional rgido que cada produto ter seu cdigo exclusivo, aplicvel no mundo inteiro, sem repetio, o que possibilita a integrao e a troca de informaes entre os vrios elos da cadeia produtiva: do fabricante ao consumidor final, o cdigo acompanha o produto. A contrapartida a burocracia: a empresa deve se cadastrar no rgo responsvel (EAN - European Article Numbering - responsvel pelos cdigos no mundo inteiro, exceto Estados Unidos e Canad, em que o responsvel o UCC - Uniform Code Council), a fim de receber um ID que a identificar exclusivamente dentro do cdigo de barras. evidente que sem tal burocracia seria impossvel existir este sistema organizado de codificao em escala global.

J os cdigos livres (no padronizados) tm a vantagem de permitir sua personalizao, criando uma lgica para incluir todas as informaes que precisa (veja o Box 1 - Cdigo interno personalizado). possvel, por exemplo, criar um cdigo que contenha a sigla do fornecedor, o cdigo da categoria, o cdigo da linha, o cdigo da cor, e qualquer informao que permita empresa descrever um produto apenas olhando seu cdigo. possvel, at mesmo, incluir neste cdigo o nmero de srie do produto, para acompanh-lo individualmente, fornecendo uma informao valiosa empresa. Por outro lado, a abrangncia do cdigo no padronizado se limita prpria empresa (ou a um determinado grupo que compartilhe a mesma lgica em seu sistema).

Inicio da paginaO PAPEL DO APLICATIVO

muito importante entender que quem deve se preocupar com a leitura das barras o leitor ptico: ele foi criado para esta nica finalidade. O aplicativo, por sua vez, deve se preocupar em entender o contedo que as barras representam, ou seja, os caracteres que foram interpretados pelo leitor ptico.

Eu friso este ponto porque justamente nele que muitos desenvolvedores ficam em dvida: como fazer meu aplicativo entender as barras? A resposta simples: o aplicativo no precisa entender as barras, mas sim o contedo delas. O leitor ptico faz a leitura e retorna o resultado (ex: 9771414305005). O trabalho do aplicativo deve ser tratar o 9771414305005 (buscando o ID na tabela de produtos, gravando nos detalhes de venda, imprimindo o item no cupom fiscal, etc.).

Inicio da paginaCDIGOS MAIS COMUNS NO COMRCIO

EAN13: o cdigo mais usado na identificao de itens comerciais. composto de 13 dgitos: os 3 primeiros representam o pas (o Brasil 789), os 4 seguintes representam o cdigo da empresa filiada EAN, os prximos 5 representam o cdigo do item comercial dentro da empresa, e o 13 dgito o verificador, obtido por meio de clculo algoritmo (ver edio 23 da Frum Access para mais informaes sobre o clculo). De acordo com a grade de itens da empresa (quantidade), a composio pode ser mudada para que o item comercial tenha de 3 a 6 dgitos, e a empresa tenha 6 a 3. Ou seja, a combinao de cdigo da empresa + cdigo do item deve ter 9 dgitos.

EAN8: a verso reduzida do EAN13, para embalagens pequenas. Ele no inclui o cdigo da empresa, apenas o do pas (3 dgitos), do produto (4 dgitos) e dgito verificador. Como no h o cdigo da empresa, o licenciamento de numeraes integralmente controlado pela EAN, mediante comprovao tcnica de necessidade, taxa de licenciamento e anuidade de manuteno, pois h poucos cdigos disponveis por pas.

UPC-A: tem a mesma aplicao do EAN13, mas usado para itens comercializados nos Estados Unidos e Canad. Tem 1 dgito que representa a categoria do produto, 5 dgitos para a identificao do fabricante, 5 dgitos para a identificao do produto e 1 dgito verificador (totalizando 12). No h identificao do pas, pois o cadastro de filiados nico para EUA e Canad.

UPC-E: a verso UPC de 8 dgitos, obtida suprimindo 4 zeros do UPC-E (entre nmero da empresa e nmero do item).

3 de 9: um cdigo simples de ser gerado, aceita letras e nmeros e livre. Sua simbologia no densa, dispensando o uso de dgito verificador (que usado nos outros padres para garantir que a leitura foi feita corretamente). Costuma ser usado para codificaes internas de empresas que necessitam de caracteres alfa-numricos (indstrias, companhias areas, etc.), mas tambm usado em aplicaes comerciais.

Em geral, os sistemas no Brasi