para direTores e professores scola abaTina dolescentes · guindo o plano de leitura. Versões...

Click here to load reader

  • date post

    08-Nov-2018
  • Category

    Documents

  • view

    212
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of para direTores e professores scola abaTina dolescentes · guindo o plano de leitura. Versões...

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    AdolescentesISSN 1980-5977

    Associao Geral da Igreja Adventista do Stimo Dia12501 Old Columbia PikeSilver Spring, Maryland 20904-6600 EUATtulo do original em ingls: Youth Teacher Sabbath School Bible Study Guide

    Editorao e Traduo: Neila D. OliveiraEditor de Arte: Marcelo SouzaProjeto Grfico: Jobson B. SantosProgramao Visual: Dbora Wenceslau MatosCapa: Vilma Piergentile

    Editado trimestralmente pelaCasa Publicadora BrasileiraEditora dos Adventistas do Stimo Dia

    Caixa Postal 34, 18270-970 Tatu, SPVisite o nosso site em: www.cpb.com.br

    Servio de Atendimento ao Cliente: (15) 3205-8888/3205-8899E-mail: [email protected] (Servio de Atendimento ao Cliente) [email protected] (Redao)

    Diretor Geral: Jos Carlos de LimaDiretor Financeiro: Edson Erthal MedeirosRedator-Chefe: Rubens S. Lessa

    Tiragem: ??????????7785/23338

    25% da oferta do 13O sbado beneficiaro a Diviso Euro-Asitica, em 25 de junho de 2011.

    2o TrimesTre de 2011

    para direTores e professores da escola sabaTinaa u x i l i a r

    Todos os direitos reservados. Proibida a reproduo total ou parcial, por qualquer meio, sem prvia autorizao escrita do autor e da Editora.

    1

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    2

    O objetivo da Lio dos Adolescentes conduzi-lo Bblia para conhecer a mara-vilhosa histria de Deus e das pessoas. Esta importante histria continua da primeira ge-rao no den at sua gerao hoje. sobre a vida de pessoas e como o Deus do Universo interage com elas. Se voc est procurando uma palavra de Deus que seja real, a Lio dos Adolescentes capta a mensagem da Escri-tura e desafia voc a fazer as conexes com a vida real.

    A Palavra de Deus no s real, mas uma rocha slida. Desde a primeira gerao que ouviu a voz de Deus no jardim at o lti-mo grupo de pessoas diante de Cristo na se-gunda vinda, a Palavra de Deus tem sido e continua a ser de confiana.

    A Palavra de Deus chega at ns atravs das histrias de pessoas que O encontraram e tomaram a deciso de segui-Lo ou de se afas-tarem dEle.

    Realidade. Solidez. Histrias. Esse o ali-cerce sobre o qual a Lio dos Adolescentes est fundamentada.

    A estrutura da lio est composta da se-guinte forma:

    Estudando a Histria e Aplicando a Histria sees em que voc ter a oportu-nidade de ler a histria bblica e depois apli-c-la sua vida.

    O Que Voc Acha? uma atividade mental que o preparar para envolver-se com a histria a seguir. Cada vez que l ou ouve uma histria bblica, voc vai imagin-la no contexto atual em que vive.

    Voc Sabia? uma breve estatstica ou definio que aprofunda um pouco mais a histria ou simplesmente fornece alguns fatos teis lio.

    O Que Vem Por A... Verso Bblico um verso que aponta o

    conceito principal da histria. Tambm um bom lugar para encontrar versos que voc po-der memorizar e lembrar quando precisar.

    Versos de Impacto alguns outros ver-sos da Escritura que evidenciam conceitos importantes da lio. Voc pode notar as li-gaes entre eles e as histrias da Bblia, bem como em sua prpria vida.

    Flash um breve comentrio de Ellen White sobre a histria. Esses textos que tra-zem luz passagem bblica tambm lhe daro um vislumbre do que voc vai encontrar na leitura sugestiva da semana. Voc ter a opor-tunidade de ler inspirados comentrios das histrias da srie O Grande Conflito.

    Com Outros Olhos citaes de vrias fontes contemporneas ou histricas que po-dem explorar uma perspectiva levemente di-ferente na mensagem central da lio.

    Tornando Uma Realidade o guia para tornar reais em sua vida as verdades sobre Deus exploradas nas histrias. Cada dia da semana voc ser direcionado a explorar uma das sees da lio, a relacion-la com a his-tria que voc vive e a captar a mensagem de Deus para voc.

    Bem-vindo Lio dos Adolescentes!

    Os Editores

    P.S. No se esquea de checar o Plano de Leitura.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    3

    Por que uma abordagem baseada nas Histrias da bblia?

    H uma tendncia de negligenciar a Pala-vra de Deus pelo fato de que a Bblia parece muito arcaica e as questes da vida moderna parecem no estar automaticamente conec-tadas com o texto antigo e inspirado. Tentar ler a Bblia pode deixar os jovens confusos. Mas a Bblia jamais teve o propsito de ser lida. Ela foi feita para ser estudada, analisa-da e integrada vida. No foi escrita para ser analisada tanto quanto para ser obedecida. Requer esforo. Se voc quer uma histria simplesmente para entret-lo, a Bblia no para voc.

    A Bblia no o prende como uma novela, mas, se voc se apegar firmemente mensagem da Bblia com um corao aberto para apren-der e os olhos voltados para Deus, descobrir algo mais do que entretenimento. Voc desco-brir uma mensagem escrita especialmente para voc. Vocs vo Me procurar e Me achar, pois vo Me procurar com todo o corao. Jeremias 29:13. Jesus disse: Quem ouve esses Meus en-sinamentos e vive de acordo com eles como um homem sbio que construiu a sua casa na rocha. Mateus 7:24, NTLH.

    A Bblia a ferramenta que ser usada pelo professor prometido o Esprito San-to. Ns, professores terrestres, seremos efi-cientes se deixarmos primeiro o Esprito nos ensinar. Cada uma dessas lies foi elabora-da em torno de uma histria bblica espec-fica. Voc conduzir os alunos, Estudando a Histria com eles e os ajudar a explorar a verdade trazendo-a para a vida deles, ou seja, Aplicando a Histria. As joias da ver-

    dade no foram garimpadas para voc. Voc e seus alunos tero a oportunidade de cavar por si mesmos.

    No estudo dirio o mtodo de estudar versculo por versculo muitas vezes o mais eficaz. Tome o estudante um versculo, e con-centre o esprito em descobrir o pensamento que Deus ali ps para ele, e ento se demore nesse pensamento at que se torne seu tam-bm. Uma passagem estudada assim at que sua significao esteja clara, de mais valor do que o manuseio de muitos captulos sem nenhum propsito definido em vista, e sem nenhuma instruo positiva obtida. Educa-o, p. 189.

    que Ferramentas so oFerecidas Para ensinar as Histrias?

    (Os textos destacados o ajudaro a revisar num relance os passos sugeridos).

    1. Em cada lio do Auxiliar Para Pro-

    fessores, voc encontrar uma caixa de texto intitulada Para Explorar com uma lista de tpicos relacionados com a histria da sema-na. Use esses recursos para criar um pro-grama que seja relevante para seu grupo. Se tiver facilidade com o ingls, no site www.leadoutministries.com, voc encontrar uma variedade de recursos para explorar o tpico escolhido desde perguntas para debate at ilustraes, desde roteiros de encenao at atividades de aprendizado.

    2. Comece o tempo da lio propria-mente dito com a atividade O Que Voc Acha? (e as informaes da seo Voc Sabia?)

    Introduo ao Auxiliar

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    4

    da lio do aluno. As atividades so elaboradas de forma a fazer com que os alunos pensem, respondam e troquem ideias uns com os outros. A rica discusso resultante desse exerccio um timo ponto de partida. A pergunta-chave para se fazer no fim da lio : Por que voc deu essa resposta?

    3. O Auxiliar Para Professores oferece, em cada lio, uma ilustrao junto com um pe-queno pensamento que servir de ponte para a passagem da Bblia propriamente dita.

    4. O principal da experincia de cada lio ler a passagem bblica da seo Estudan-do a Histria juntos e discuti-la com a ajuda das perguntas da seo Aplicando a Histria (Para Professores). s vezes tambm so da-das outras passagens para comparar com essa para um maior aprofundamento na Palavra.

    5. Depois, compartilhe as informaes so-bre contexto e cenrio, que tornaro a histria mais compreensvel para voc e seus alunos.

    6. Voc ter um pequeno guia para ajud-lo

    a desenvolver outras sees da lio de alu-no com sua classe. (Seus alunos tambm se-ro orientados para trabalhar sozinhos uma seo da lio por dia, segundo as instrues da seo Tornando Uma Realidade. Incenti-ve-os a fazer isso na semana anterior ou na semana seguinte ao debate da lio em classe ou qualquer que seja a melhor forma para o seu caso.

    7. Toda semana, o Auxiliar Para Professo-res inclui uma dica na seo Dicas Para um Ensino de Primeira Linha, que deve ser guar-dada para futuras referncias. Voc tambm ter uma atividade e um resumo que devero ser usados para fazer uma sntese da lio e um fechamento.

    8. Em cada lio, os alunos recebero uma referncia ao volume da srie O Grande Con-flito, escrita por Ellen White, que corresponde histria da semana. Os alunos que quiserem podero ler toda a srie em quatro anos, se-guindo o plano de leitura.

    Verses BblicasA verso bblica utilizada na Lio da Escola Sabatina dos Adolescentes e no Auxiliar Para Professores a Nova Verso Internacional. Outras verses estaro especificadas.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    5

    20111o Trimestre Ado e Eva A Serpente Caim e Abel Sete e Enoque No Torre de Babel Abrao Isaque L Rebeca Jac e Esa Jac Israel

    2o Trimestre Jos Os Irmos Moiss Os Egpcios Escravos Fugitivos Acampantes Insatisfeitos Nao Escolhida Aro O Tabernculo Miri e Zpora Os Doze Espias Cor A Serpente de Bronze

    3o Trimestre Fronteiras Balao Vizinhos Imorais Anlise da Lei Morte de Moiss Travessia do Jordo Raabe Bnos e Maldies Os Gibeonitas Cana Dividida Josu As Festas Primeiros Juzes

    4o Trimestre Sanso Samuel Eli Filisteus O Primeiro Rei Morte de Saul Uno de Davi Fugitivo Luntico Coroao do Rei Governante Pecador Absalo

    20121o Trimestre Povo de Deus Salomo Construtor do Templo Potentado Orgulhoso Autor Arrependido Roboo Jeroboo Asa, Acabe, Jezabel Elias Evangelista Covarde O Sbado Josaf

    2o Trimestre Acabe Elias Profeta Naam Jonas Osias Isaas Jeov Acaz Ezequias Assria Manasss Josias

    3o Trimestre Jeremias A Condenao se Aproxima ltimo Rei Cativos Daniel O Sonho Trs Hebreus Nabucodonosor Belsazar Daniel Daniel 7 Daniel 8, 9 Daniel 10-12

    4o Trimestre Ageu / Zorobabel Zacarias Segundo Templo Ester Rainha Esdras Neemias Construtores Conspiradores Reformadores Jesus Libertador Glria Futura

    20131o Trimestre Jesus Chegou a Hora Maria Simeo/Ana Os Sbios O Menino Jesus A Voz Vitria Messias Descoberto Festa de Casamento O Templo Nicodemos Joo Batista

    2o Trimestre Mulher Samaritana O Oficial do Rei O Homem Aleijado Joo Batista O Ungido Pedro Cafarnaum O Leproso Levi Mateus O Sbado Os Discpulos O Centurio O Endemoninhado

    3o Trimestre Mulher/Jairo Os Setenta Os Discpulos Mal-entendidos Barreiras Quebradas Ministrio de Jesus Quem Jesus? Advogado/Dirigente As Crianas Famlia de Lzaro Zaqueu Maria Tiago e Joo

    4o Trimestre O Rei Vem Vindo Os Fariseus O Fim dos Tempos Servio A ltima Ceia Getsmani A Traio Calvrio Ressurreio Maria Madalena A Estrada de Emas Junto ao Mar Ascenso de Jesus

    20141o Trimestre A Misso O Esprito Santo O Homem Aleijado Ananias/Safira Povo de Deus Estvo Paulo Pedro Paulo/Barnab Incluso dos Gentios Espalhando Boas Notcias Os Tessalonicenses Os Efsios

    2o Trimestre Os Corntios Trabalhadores de Cristo Romanos/Glatas ltima Jornada Aventuras e Provaes Filemom Colossenses/Filipenses ltima Priso Perante Nero Joo, o Discpulo Amado Patmos O Apocalipse Igreja Triunfante

    3o Trimestre Primeiros Crentes Peregrinos Wycliffe Lutero Zunglio Reforma Francesa Reformadores Ingleses Revoluo Francesa Reformadores Americanos Guilherme Miller Cumprimento da Profecia O Santurio Lei de Deus

    4o Trimestre Reavivamento Julgamento Investigativo Origem do Pecado Ciladas O Grande Desapontamento O Papado Desafio Espiritual A Bblia ltima Chance Tempo de Angstia Libertao O Fim O Incio

    Escopo e Sequncia

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    Sumrio 1. Se a Vida Dura... Trabalhe! ..........................................................................................................7

    Jos trabalha fielmente, confiando no controle de Deus sobre sua vida, no importa em que circunstncias ele se encontre.

    2. Voc Faria Isso? ..............................................................................................................................11Jos se reconcilia com sua famlia, mas para isso so necessrias boa vontade para perdoar grandes ofensas e confiana em que Deus sempre esteve no controle das coisas.

    3. Eu Vejo, Eu Ouo, Eu Sei ..............................................................................................................15O chamado divino a Moiss nos revela a compaixo de Deus, Seus mtodos de salvao, e a humildade necessria para ser Seu servo.

    4...Aplique o Sangue!...........................................................................................................................19A histria da Pscoa uma revelao do plano de salvao expresso em smbolos. Ela une para sempre a concepo do sangue do Cordeiro e a justificao pela f.

    5. A Fuga dos Escravos ......................................................................................................................23Deus liberta Seu povo da escravido, mas eles no esto seguros de que desejam deixar de confiar no conhecido para confiar no Desconhecido. Deus continua tentando conduzi-los.

    6. Acampantes Insatisfeitos ...............................................................................................................28Os israelitas, como os cristos modernos, reclamavam por causa de descontentamento e enfado, mesmo diante das sobrenaturais manifestaes da graa de Deus.

    7. Pacto de Amor.................................................................................................................................33O fundamento do relacionamento de Deus com Israel comea com a realidade de sua libertao. Eles entram num outro captulo do concerto da humanidade com Deus.

    8. Deus Muda de Ideia........................................................................................................................37Em vez de refletir sobre a maneira pela qual Deus os est guiando, os israelitas permitem que a mente fique ociosa e se torne objeto de descrena. Deus diz a Moiss que vai desistir deles.

    ...9. Um Lugar Para Deus.....................................................................................................................41Deus pede um santurio para que possa habitar com Seu povo. As pessoas aceitam a oportunidade de constru-lo.

    10. E Eu?................................................................................................................................................45H desafios exclusivos na funo de liderana. H tambm diretrizes sobre como reagir com aqueles em posies de liderana.

    11. Estou Fora!......................................................................................................................................49Os doze espias relatam que a terra de Cana boa e cheia de fartura, mas exceto por dois homens, eles duvidam que Deus possa entreg-la em suas mos.

    12. Eles Queriam Ser os Tais............................................................................................................53A despeito das intervenes miraculosas de Deus em favor dos israelitas sob a liderana de Moiss, uma onda de desconfiana se mostra desastrosa.

    13. Drama no Deserto...........................................................................................................................58O ato mximo da graa de Deus na cruz prefigurado pela serpente de bronze para a qual os israelitas deviam olhar para obter cura.

    6

    Lio 12 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    7

    Se a Vida Dura... Trabalhe!

    TextoBblico:Gnesis39-41.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulo20.

    Lio 12 de abril de 2011

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEEssa parte da histria de Jos comea com

    Jos administrando a casa de Potifar. A his-tria to conhecida que os detalhes no so necessrios. No entanto, importante notar que Jos sempre se esforou para enfrentar o desafi o do trabalho que lhe foi confi ado. Ele se destacou entre os homens por causa de sua fi delidade a Deus.

    Depois do incidente com a esposa de Poti-far, vemos Jos assumir outra funo de seu ministrio. Ou seja, ele se tornou um mensa-geiro de Deus ao interpretar os sonhos das pessoas sua volta. Isto importante Jos nunca interpretou um sonho; antes, ele trazia aos que sonhavam a interpretao de Deus. No devemos nos esquecer desse ponto! Deus no lhe deu a habilidade de decifrar sonhos. No entanto, ao continuar sendo fi el, Jos pde ser usado por Deus com discerni-mento especial para os sonhos que Deus es-tava dando aos outros. Algumas vezes Deus no nos dota miraculosamente, mas Ele usa os que se deixam usar.

    Quando encerramos essa poro da Escritura,

    vemos Deus preparando o palco para uma resposta posterior orao. A que Deus gran-dioso servimos, que coloca em andamento coisas que respondero s oraes para ns antes mesmo de orarmos!

    Nossa parte em tudo isso signifi cativa. Devemos ser fi is nas menores tarefas colo-cadas diante de ns para: (1) revelar o car-ter de Deus sendo desenvolvido em ns, (2) mostrar a fi delidade de Deus em resposta fi delidade humana.

    II. OBJETIVOSOs alunos devero: Saber que Deus valoriza a fi delidade em

    todas as coisas sejam grandes ou pe-quenas. (Saber)

    Sentir a importncia de fazer nosso me-lhor para Deus. (Sentir)

    Ter a oportunidade de responder dire-o de Deus em sua vida. (Reagir)

    III. PARA EXPLORAR Fidelidade (Carter) Compromisso (Coragem) Trabalho Duro (Adversidade/Provaes) Sexo

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    8

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio in-

    titulada O Que Voc Acha? Depois que eles tiverem concludo a atividade, discuta suas respostas.

    Num quadro ou folha grande de papel, pea que os alunos faam uma lista dos tra-balhos mais simples e pequenos que eles j tiveram que fazer. Pea-lhes para criarem outra lista dos trabalhos mais chatos que eles tiveram que realizar. Uma vez que voc te-nha um bom nmero de sugestes em cada lista, pea que os alunos votem em qual tra-balho parece ser o mais tolo, e o mais chato. D prmios para aqueles cujas indicaes forem escolhidas. Leve os vencedores para a frente e pea-lhes para responderem s se-guintes perguntas:

    1. Fale uma coisa boa que resultou desse trabalho.

    2. Voc faria isso novamente?3. Voc acha que glorificou a Deus pela

    maneira como fez o que lhe foi pedido?

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:No posso acreditar que tenho que fazer

    isso! Marcos estava zangado com o pai por faz-lo permanecer prximo do carro em que estava trabalhando. Ele no deixaria Marcos pr as mos no motor. Na verdade, ele no deixaria que Marcos fizesse qualquer outra coisa que no fosse passar as ferramentas para ele. Marcos se sentiu impotente, intil, e muito bravo porque seu pai pensava que ele no podia lidar com algo de maior responsa-bilidade. Na verdade, Marcos estava to fu-rioso que comeou a ignorar os pedidos de seu pai por ferramentas. Era frustrante para o pai de Marcos ter que pedir uma ferramen-

    ta mais de uma vez. Bem, quando o pai de Marcos levantou a base do motor e precisou da fora de Marcos para ajud-lo a mover o motor, Marcos estava to zangado que no pde ouvir os apelos urgentes de seu pai.

    Quando o motor foi colocado de volta e o carro funcionou, o pai de Marcos lhe disse es-tas palavras: Filho, eu esperava que pudesse me mostrar quo responsvel voc pode ser nas pequenas coisas que lhe dei para fazer. Pa-rece que se o trabalho no do tipo que voc gosta, voc no se preocupa em fazer o me-lhor. Eu ia lhe dar este carro quando o fizs-semos funcionar. Eu at havia conseguido um emprego na cidade e voc poderia usar o carro para chegar ao novo trabalho. No entanto, de-pois de trabalhar com voc, no tenho certeza de que estou preparado para deix-lo me re-presentar no trabalho. Acho que vou guardar o carro por mais um tempo

    Marcos ficou desolado, mas ele aprendeu uma boa lio. Todo trabalho importante. Se formos fiis nas pequenas coisas, podero nos confiar coisas maiores!

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:Nossa histria desta semana nos d o

    mesmo tipo de exemplo da ilustrao conta-da. Jos era extremamente fiel nas pequenas coisas, e essas pequenas coisas o levaram a coisas cada vez maiores, at governar apenas abaixo de Fara no Egito. Jos um grande exemplo de como devemos lidar com o tra-balho que nos confiado neste mundo. Nos-sa fidelidade um testemunho do carter de Deus, e o que fazemos nas pequenas coisas, faremos nas grandes. Deus sabe disso a nos-so respeito. A histria de Jos continuamente nos lembra de que no importa qual seja a situao, devemos honrar a Deus e o que Ele exige de ns.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    9

    notoriedade nas responsabilidades confiadas a ele ali. Isso nos lembra de um outro homem que compreendeu a importncia de fazer o melhor em qualquer situao pela qual pas-sava. Filipenses 4:13 nos diz: Tudo posso nAquele que me fortalece (VARA). Essa a reao de Paulo situao em que ele se en-contrava. Bastante semelhante experincia de Jos, Paulo se achava na priso, e teve que aprender a servir a Deus de l. Jos mante-ve sua fidelidade nas responsabilidades con-fiadas a ele, e por essa razo honrou a Deus. Paulo fez o mesmo, e o resultado foi o mesmo.

    Em Filipenses 4 Paulo nos diz o que ele entende como o segredo para estar conten-te. Talvez Jos conhecesse o mesmo segredo. Embora Jos tenha vivido muito tempo antes de Paulo, ambos foram capazes de descobrir o mesmo segredo do contentamento; ou seja, completa fidelidade e confiana em Deus.

    H muitos outros exemplos disso na B-blia, mas talvez esses dois homens, que pas-saram pelo menos um curto tempo na priso, compreenderam que essa coisa completa cha-mada vida no diz respeito a eles, e sim a Deus. Com que frequncia nos demoramos na ideia de que somos o centro de nossa vida, quando o foco deveria estar na fidelidade ao chamado de Deus? Frequentemente per-mitimos que o eu e a mesquinhez ocupem o maior espao do quadro. Esse quadro o de um Deus que est intimamente envolvido em cada aspecto de nossa vida. E continua a ser a imagem de um Deus disposto a nos abenoar com Suas ddivas.

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeEncerre com uma atividade e questione

    em suas prprias palavras.D um carto a cada aluno e pea-lhes

    para escrever um trabalho que eles tm que fazer na prxima semana. Pode ser um traba-lho de escola ou algo relacionado com isso.

    Aplicando a Histria (Para Professores)

    Depois de ler com seus alunos a seo Estu-dando a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.

    Quais so as partes empolgantes da histria? O que voc aprendeu que foi novidade

    para voc? Sublinhe os textos que voc achou parti-

    cularmente importantes. Quais foram as decises importantes que

    Jos tomou a fim de permanecer fiel a Deus?

    Como voc acha que esta histria se rela-ciona com sua vida?

    Quais so as decises fundamentais que voc tem precisado tomar em sua vida para permanecer fiel a Deus?

    Apresentando o Contexto e o Cenrio

    Use as informaes a seguir para eluci-dar a histria para seus alunos. Explique em suas prprias palavras.

    A histria de Jos sempre atual. Tem in-triga, traio, e todas as coisas que compem uma boa histria. Tambm tem um persona-gem principal perfeito. Ele envolvido em circunstncias extraordinrias e, contudo, pa-rece sempre ser bem-sucedido. Mesmo diante da situao apresentada a ele pela esposa de Potifar, vemos Jos como um homem ntegro:

    Jos sofreu pela sua integridade; pois sua tentadora vingou-se acusando-o de um crime detestvel, e fazendo com que ele fosse lana-do na priso. Houvesse Potifar acreditado na acusao feita pela esposa, contra Jos, e te-ria o jovem hebreu perdido a vida; mas a mo-dstia e correo que haviam uniformemente caracterizado sua conduta, eram prova de sua inocncia; e, contudo, para salvar a reputao da casa de seu senhor, foi entregue vergonha e ao cativeiro. Patriarcas e Profetas, p. 218.

    Depois de ser lanado na priso, Jos con-tinuou a ser ntegro. Novamente ele conquista

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    10

    Pea-lhes para colocar o nome nos cartes e devolv-los. Diga-lhes que na prxima sema-na voc separar algum tempo para verificar os cartes com eles e perguntar como eles re-alizaram aquelas tarefas diante de Deus. Ore com eles para que Deus d a todos a coragem para permanecer fiis nas pequenas coisas e tambm para honr-Lo, para que Ele possa lhes dar as coisas maiores.

    ResumoApresente os pensamentos a seguir em

    suas prprias palavras:Esta parte da histria de Jos pode nos en-

    sinar muitas coisas: como cuidar das pequenas coisas que Deus nos d para fazer, como per-manecer fiel nas lutas, como ser responsvel com as palavras que Deus nos d. A lista pros-segue. Mas, acima de tudo, Jos nos mostra como representar a Deus num mundo que no O conhece. Pelo sucesso que Jos teve na vida, ele ganhou o respeito de seus patres, seus capturadores, e at mesmo do rei. Isso no foi acidente ou coincidncia; Deus colocou Jos naquelas situaes para que ele obtivesse cre-dibilidade para realizar os trabalhos maiores que Deus tinha para ele, e Jos nunca falhou.

    Bem, esta histria nos mostra que Deus Se antecipa para responder s oraes que ainda faremos. Esta parte da histria prenuncia o que est para acontecer, a chegada dos irmos de Jos durante o perodo de fome. Deus tinha tudo isso em mente quando permitiu que Jos

    passasse pelas situaes com as quais lidou to bem. Deus nos coloca onde Ele precisa que estejamos para ser capaz de responder s oraes para os outros. A que Deus maravi-lhoso servimos!

    Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

    A importncia de ser pessoal Ns no conhecemos seus alunos.

    Como poderamos? Mas voc os conhe-ce, e eles conhecem voc. Esses exemplos e os pontos expressos neste auxiliar para professores devem ser usados como um incentivo sua criatividade. Essas suges-tes no se comparam com o que voc pode fazer para estreitar o relacionamen-to com seus alunos atravs de suas expe-rincias pessoais. Se voc tiver histrias relacionadas com o assunto e o tema, conte-as para eles.

    Dessa maneira, os alunos conhecero mais voc e confiaro mais em voc.

    Alunos tm uma fantstica habilidade para discernir a verdade da fico. Deus o chamou para ser exatamente quem voc como professor, e os alunos apreciaro isto e sero transformados por Deus atra-vs de voc!

    Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudaro, na srie O Grande Conflito, o comentrio inspirado da Bblia. A leitura cor-respondente a esta lio Patriarcas e Profetas, captulo 20.

    Lio 29 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    11

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEEsta a histria do reencontro de Jos com

    sua famlia. uma longa poro das Escritu-ras, que tem seu ponto alto no captulo 45. Jos faz um jogo com seus irmos quando eles vm ao Egito, e, ao fazer isso, ele percebe que eles esto realmente arrependidos por t-lo vendi-do como escravo. Ento, Jos tem que tomar uma deciso: deve perdoar ou punir? Para ele, seria fcil punir por causa do poder que lhe ha-via sido conferido por Fara. No entanto, Jos decide que a punio e a vingana no sero to saudveis quanto o perdo que Deus lhe mostrou tantas vezes.

    Porque Jos permaneceu fi el a um Deus perdoador, ele sabia da responsabilidade dos fi lhos de Deus para perdoar. Ele percebeu que seus irmos estavam arrependidos, e desejou se reconciliar com eles o mais rpido possvel. Sentia falta de sua famlia e de seu pai em par-ticular. Ele no estava disposto a permitir que seu orgulho ou desejo de vingana o impedis-sem de juntar-se a sua famlia.

    Quando estudar a lio de hoje, tenha em

    mente que todos ns temos algum a quem de-vemos perdoar, ou algum que pode nos per-doar por alguma coisa que fi zemos. Logo que todos ns estamos nessa situao, a histria de Jos tem um apelo e aplicao universais. A lio que aprendemos que todos podem ser to bem-sucedidos e desenvolver um car-ter to fi rme quanto Jos; apenas necessrio esforar-se e aderir ao plano de Deus.

    II. OBJETIVOOs alunos devero: Saber que o perdo, seja grande ou peque-

    no, produz liberdade para os envolvidos. (Saber)

    Sentir necessidade de perdoar e ser perdo-ado. (Sentir)

    Ter oportunidade de ver, na prpria vida, onde eles podem perdoar ou buscar per-do. (Reagir)

    III. PARA EXPLORAR Espiritualidade Comunicao Culpa Deus (existncia de um Soberano)

    Voc Faria Isso?

    HistriaBblica:Gnesis42-50.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulo21.

    Lio 29 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    12

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:Tim e Sara eram irmos. Um dos pontos

    altos da semana era quando eles iam a uma confeitaria com o pai. Um dia, em particular, quando o pai foi comprar os biscoitos, Tim e Sara comearam a discutir. Uma coisa levou outra, com acusaes do tipo voc sem-pre... e eu nunca... Na briga, Sara empurrou a cabea de Tim contra a janela e Tim fez o que qualquer irmo menor faria... ele deu uma mordida nela! Sara saiu correndo do carro e entrou na confeitaria. Quando o pai voltou, es-tava muito zangado!

    Quando chegaram em casa, Tim foi dire-to para seu quarto. Poucos minutos depois, a mame apareceu e ficou parada na porta, com uma expresso de desapontamento no rosto. Ela conduziu Tim para outro quarto, onde ele teve que dar uma explicao para o que ha-via feito. Sua irm estava deitada no sof, seus pais estavam sentados em cadeiras, e ele ficou no meio. Foi-lhe dito que ele tinha que pedir desculpas. Ele fez isso, mas no fundo no que-ria dizer isso! Sara o perdoou, mas na verdade no queria fazer isso! Esses dois simplesmente no conseguiam se dar bem.

    Levou bastante tempo para os irmos final-mente acertarem as coisas. estranho quan-do voc vive com algum que voc pensa que conhece bem. E frequentemente tudo o que ele faz deixa voc nervoso. Vale a pena tomar tempo para ouvir cuidadosamente e realmente conhecer as pessoas. Porm, mais importante pedir que Deus o ajude a ver Seu grande qua-dro e como essa pessoa se encaixa em sua vida.

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:Jos fez o que Tim e Sara no conseguiram

    fazer. Ele observou o que realmente estava no

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio intitu-

    lada O Que Voc Acha? Depois que eles tiveram concludo a atividade, discuta suas respostas.

    Se algum dos seus alunos no tiver irmos, pe-a-lhes para completar a atividade sobre um bom amigo, ou algum com quem eles passem uma boa parte do tempo. Ento faa as seguintes perguntas:

    1. Foi fcil lembrar das coisas que voc no gosta na pessoa?

    2. Foi igualmente fcil lembrar-se das coi-sas que voc gosta na pessoa?

    3. Voc passa a maior parte do seu tempo sendo positivo a respeito da pessoa, ou sendo negativo em seu dia a dia?

    4. Quo bem voc realmente conhece essa pessoa? (Morar com algum e realmente conhe-cer algum so coisas completamente diferentes.)

    Atividades Adicionais da Seo O Que

    Voc Acha?Sim ou No_____ Tenho um irmo ou uma irm._____ Eu os amo todo o tempo._____ Sempre me dou bem com eles._____ Gosto de fazer coisas com eles._____ Eles nunca me deixam zangado ou

    aborrecido._____ Eles nunca usam minhas coisas.

    PerdoMuitas vezes difcil praticar o perdo,

    especialmente para com os membros da fam-lia. Pense em uma coisa que seu(s) irmo(s) ou irm(s) fez (fizeram) que voc teve dificuldade para perdoar. Conte a histria em duas frases e ento perceba quanto tempo levou para voc perdoar. Pode ser que exista algo que voc pre-cisa perdoar exatamente agora.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    13

    percebeu a dedicao dos irmos a seu pai, a seu irmo Benjamim e a Deus.

    Sempre interessante considerar como o Egito passou a fazer parte da histria de Jos. Ele compe o cenrio para Moiss e o xodo posterior. Mas aqui os egpcios no so vis-tos negativamente. Antes, so vistos como um povo inteligente, disposto a ouvir algum de carter (Jos e sua interpretao dos sonhos). Do mesmo modo, eles parecem benevolentes em seu procedimento com os hebreus, especi-ficamente com Jac e sua famlia.

    O tema do amor filial, ou amor fraternal, bem tratado neste captulo. O amor de Jos por seus irmos e a famlia predominou, a despei-to de sua histria com os irmos. Jos havia permitido que Deus removesse de seu carter qualquer necessidade de guardar antigos ran-cores ou de buscar vingana.

    A profecia, isso deve ser destacado, tam-bm um tema nesta histria. A habilidade de Deus de ver alm do vu do tempo evi-denciada. Nos textos bblicos desta semana, vemos sonhos sendo cumpridos. At os mais primitivos sinais de grandeza que foram da-dos a Jos como um vislumbre em sua juven-tude se confirmam nesses captulos. A que Deus poderoso ns servimos, Algum que responde s oraes de Jac quando seu filho Jos ainda era jovem e impulsivo, disposto a ser sincero com a mensagem que Deus estava lhe dando. Jos nunca deixou de ser essa pes-soa de carter, e sua firmeza foi-lhe muito til durante sua vida.

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeFaa o encerramento com uma atividade e

    questione em suas prprias palavras.D aos alunos um pouco de tempo tran-

    quilo (2 a 3 minutos) para ficarem sozinhos e para recapitularem a vida para ver onde o perdo poderia ser dado ou buscado. Depois desse tempo, rena-os e ore por eles para

    corao de seus irmos. Est certo que ele fez isso de uma maneira que pareceu enganosa (ouvindo a conversa deles), mas ele fez isso para conhecer o corao deles. Ns podemos tomar o mesmo tempo para conhecer o cora-o daqueles ao nosso redor e nos tornarmos mais preparados para amar e perdoar no tem-po certo para os dois lados.

    Aplicando a Histria (Para

    Professores)Aps ler com seus alunos a seo Estudan-

    do a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.

    Em grupos, pea que os alunos leiam al-guns dos destaques da histria de Jos, regis-trada em Gnesis 42 a 50. Depois pergunte:

    1. Voc j ouviu esta histria antes?2. Houve alguma coisa nesses versos que

    voc no sabia?3. Voc conseguiria fazer o que Jos fez?4. O que voc achou da reao de Jac

    quando os filhos disseram que teriam que le-var Benjamim ao Egito?

    5. Voc se identificou com algum dos per-sonagens da histria? Com qual e por qu?

    6. Identifique uma parte desses captulos que revela todo o tema da histria em poucas palavras.

    Apresentando o Contexto e o Cenrio

    Use as informaes a seguir para elucidar a histria para seus alunos. Explique em suas prprias palavras.

    Essa parte da histria de Jos o acerto de contas. Vemos Jos jogando com seus irmos para descobrir o que ia no corao deles. Pode parecer cruel, mas isso foi necessrio para que ele compreendesse quem eles eram. Teria sido simples para ele nunca revelar sua identidade. Fara havia lhe dado um nome egpcio. E, de-pois de dcadas, as pessoas assumem aparn-cia diferente. No entanto, Jos esteve disposto a reconciliar-se com sua famlia quando ele

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    14

    que desenvolvam a prtica do perdo em sua vida e se esforcem para ser pessoas de car-ter. Saliente que, em resposta abundncia da misericrdia de Deus para conosco, pode-mos permitir-Lhe nos transformar no tipo de pessoa que Jos se tornou, tendo o perdo e a integridade de carter como nossos princ-pios orientadores.

    ResumoApresente os pensamentos a seguir em

    suas prprias palavras:Que parte o perdo desempenha em nos-

    sa vida? Especialmente quando lidamos com irmos e membros da famlia parece difcil perdoar e pedir perdo queles que amamos. Talvez porque nos tornamos to ntimos, ou talvez sejamos to egostas s vezes. Muitas vezes guardamos os maiores ressentimentos contra aqueles que esto mais prximos de ns. s vezes difcil ser um irmo ou irm, e algumas vezes uma alegria. Temos que pro-curar enxergar as coisas boas nas pessoas nossa volta, e no nos prendermos ao passado, mantendo uma atitude de no desejar perdoar ou pedir perdo.

    A histria de Jos poderosa no apenas porque Jos esteve disposto a perdoar, mas porque ele estava ansioso para reconciliar-se com aqueles que o trataram to mal no pas-sado. Sua boa vontade para amar uma lio maravilhosa para ns. Ele no estava disposto a olhar para trs e exigir vingana. Em vez disso, ele olhou para a frente. Ao fazer isso,

    Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

    No diga a eles; permita que eles lhe digam!

    No ensino, frequentemente pensamos que precisamos transmitir a sabedoria que temos. Muitas vezes damos aos jo-vens respostas a perguntas que eles no esto fazendo. importante conduzi-los ao processo de pensar para que eles com-preendam os temas que estamos tentan-do partilhar com eles. Ao fazer muitas perguntas e permitir-lhes processar suas respostas, eles podem encontrar seu ca-minho para os temas e lies sem muita induo da parte dos professores. D bas-tante crdito aos alunos. Os jovens com quem voc est trabalhando so indivdu-os muito inteligentes que apenas precisam de orientao para lidar com algumas das questes mais importantes. No tenha receio de ser flexvel e simptico com os estudantes se voc sentir que a discusso est indo numa direo diferente do que voc havia planejado. Talvez Deus os es-teja conduzindo!

    ele foi capaz de salvar sua famlia da fome e at mesmo traz-la para a terra estrangeira que agora ele chamava de lar.

    Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudaro, na srie O Grande Conflito, o comentrio inspirado da Bblia. A leitura correspon-dente a esta lio Patriarcas e Profetas, captulo 21.

    Lio 3 16 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    15

    Eu Vejo, Eu Ouo, Eu Sei

    HistriaBblica:xodo1-4.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulo22.

    Lio 3 16 de abril de 2011

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEA histria do chamado de Moiss e a pro-

    messa de Deus de livramento nos revelam a com-paixo de Deus, Seus mtodos de salvao, e a humildade requerida para ser um servo de Deus. Comeando com a compaixo de Deus, perce-bemos que Ele o Deus que pode ver, ouvir e conhecer a dor de Seu povo. Muitas vezes, o povo de Deus, mesmo Seus heris na Bblia, clama-ram a Ele, perguntando se Ele conhecia seus pro-blemas. Mas temos a certeza de que Deus sabe tudo o que acontece. Ele at Se interessa pelo fato de um pardal cair do ninho (Mateus 10:29).

    Mas a compaixo de Deus no apenas per-cebe o que est errado; a dor em Seu prprio corao muitas vezes O compele a agir. As maneiras pelas quais Deus age nem sempre so fceis de discernir. Seu livramento vem de muitas formas. Algumas vezes pode no ser da maneira que desejamos, mas podemos estar certos de que Deus est sempre agindo para o nosso bem. Moiss tentou livrar os ju-deus ao matar um homem, mas esse no era o modo de Deus. A nica maneira pela qual podemos ajudar a Deus fazendo o que Ele pede de ns. Mas isso requer humildade. De-

    vemos confi ar que Seu mtodo de livramento melhor; devemos confi ar em Sua salvao.

    II. OBJETIVOSOs alunos devero: Compreender as maneiras pelas quais

    Deus liberta as pessoas. (Saber) Confi ar em Deus enquanto Ele faz tudo

    para ajud-los. (Sentir) Falar com Deus como a Algum que co-

    nhece seu corao. (Reagir)

    III. PARA EXPLORAR Ira Humildade Idolatria Poltica

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio

    intitulada O Que Voc Acha? Depois que eles tiverem concludo a atividade, discuta suas respostas.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    16

    o governo do apartheid. Vinte e sete anos de-pois, Nelson Mandela foi libertado da priso como um homem diferente. Novamente ele reuniu seu partido poltico e candidatou-se a presidente, e desta vez, em 1994, ele se tornou o primeiro presidente da frica do Sul eleito atravs de voto pacfico e imparcial.

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:A histria de Nelson Mandela e a maneira

    como ele conduziu as etnias de no-brancos li-berdade na frica do Sul de muitas formas se-melhante histria de Moiss e sua libertao dos judeus. Voc acha que Deus sabia da opresso que as pessoas na frica do Sul sofriam e tambm as estava ajudando? tranqilizador saber que Deus ainda atua hoje. Enquanto voc ouve a histria, pense em como seria experimentar o livramento de Deus de uma forma to impressionante.

    Aplicando a Histria (Para Professores)

    Aps ler com seus alunos a seo Estudan-do a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.1. Por que voc acha que Deus permitiu que

    Moiss permanecesse 40 anos no deserto, antes de deix-lo conduzir os israelitas para fora do Egito?

    2. Como voc acha que os israelitas se sen-tiram enquanto tiveram que esperar que Deus os libertasse? Talvez eles imaginaram que Deus havia Se esquecido deles.

    3. Os israelitas tiveram que suportar muitos anos de sofrimento antes de ser libertados. Por que voc acha que algumas vezes Deus permite que as pessoas esperem tanto tempo?

    4. H algo nesta histria que lembra voc acerca da segunda vinda? Pense nas semelhanas.

    5. Quando Deus reparou nos israelitas? (En-quanto eles ainda eram escravos, obvia-

    Discuta com os alunos as razes por que eles escolheram responder dessa maneira. Tambm lembre-se de buscar maneiras positi-vas de intervir, maneiras pelas quais o opres-sor possa ser igualmente libertado.

    A seguir est uma ideia alternativa e ponto de partida para discusso.

    Concordo ou DiscordoPergunte aos alunos se eles concordam ou

    discordam da seguinte declarao e por qu. Algumas vezes Deus cuida, outras vezes no; por isso que algumas vezes Ele faz milagres, outras vezes no.

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:No pas da frica do Sul, o governo pra-

    ticou o apartheid, um sistema de segregao racial, de 1948 at 1994. Sob o apartheid (se-parao), as etnias, classificadas pela lei como branco, negro, ndio e grupos de cor, foram se-paradas, cada uma com sua terra natal e cos-tumes. Na prtica, isso impedia que as pessoas que no fossem brancas, mesmo que realmente residissem na frica do Sul, tivessem direito a voto ou influncia, restringindo seus direitos a terras distantes de pouca qualidade, s quais eles poderiam nunca ter ido antes.

    Foi um terrvel perodo de racismo. Nelson Mandela, um africano nascido em Umtata, Transkei, desejava libertar a frica do Sul da opresso do novo governo branco separatista. Ele se tornou advogado e ajudou a dar origem a um partido poltico conhecido como CNA, que se ops ao Apartheid. Durante a luta de Nel-son Mandela contra o Apartheid, o CNA e seus defensores comearam a receber tratamento violento da parte do Governo. Nelson Mandela decidiu que o CNA tambm deveria usar tanto a fora fsica como o poder poltico para cum-prir seus objetivos. O combate e a violncia co-mearam a aumentar, e como resultado Nelson Mandela e muitos de seus companheiros foram presos por tentar usar a fora para acabar com

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    17

    1. Os israelitas haviam estado cativos no Egito por mais de 400 anos. Eles haviam se tornado cativos por causa de uma mudana na lide-rana. Infelizmente, um novo governante que no conheceu Jos (xodo 1:8) comeou a escravido de seus parentes e descendentes. Essa histria semelhante histria da hu-manidade. Ado e Eva, que uma vez governa-ram sobre o mundo todo, eram livres e felizes sob o governo de Deus. Infelizmente, houve uma mudana de governo, e este mundo foi submetido ao domnio do mal. Foi assim que a escravido do pecado comeou. Mas Deus deseja nos libertar uma vez mais da escravi-do do mal; por isso Ele enviou Seu Filho.

    2. A revelao do carter de Deus na histria desta semana a de um ser intimamente conscien-te da dor e sofrimento dos homens, mulheres e crianas. O concerto de Deus estabeleci-do pelo clamor e agonia do povo de Israel nas mos de seus opressores. Essa dor por parte dos israelitas e a crueldade por parte dos egpcios despertam o desejo de Deus por justia. O dese-jo de Deus para pr em ordem relacionamentos injustos evidente ao longo da Bblia. Pense no ensino de Cristo sobre os ricos obterem vanta-gem atravs da corrupo, ou em Seu Sermo do Monte, ou em Seu tratamento para com aqueles considerados impuros, ou em Seu en-sino sobre o relacionamento que o marido deve ter para com sua esposa. O que causa maior dor a Deus algum tratar os outros como se tives-sem menos valor do que eles mesmos. O maior motivo para a compaixo de Deus a viso do oprimido. Nossas tristezas hoje so suficientes para levar Deus a sentir compaixo por ns. Nossa opresso nas mos do inimigo a razo pela qual Ele deseja nos libertar.

    3. A natureza dos atos de Deus a parte desta histria que a torna rica em smbolos cristo-lgicos. O livramento do povo de Deus devia ser feito de maneira que humilhasse o orgulho humano; o libertador devia sair como um hu-milde pastor (ver Patriarcas e Profetas, p. 251). Esse mtodo de livramento nos mostra o que

    mente.) Como voc acha que isso se aplica a voc e quando Deus repara em voc? Se voc escravo de um pecado, quer dizer que Deus no sabe ou no Se importa com voc at que voc pare de pecar?

    6. Moiss desejava libertar os israelitas, assim ele matou um egpcio. correto transgredir a lei de Deus para conseguir algo bom a lon-go prazo? Moiss justificou o assassinato do egpcio pelo fato de que os israelitas seriam libertados. Pense em ocasies em sua vida em que voc tentou usar a justificativa de fazer algo ruim para obter algo bom.

    7. Como voc acha que Moiss se sentiu quan-do teve que fugir do Fara? H um ditado que diz que um passarinho que quebrou a asa nunca mais voa to alto. Pense em como isso se aplica a Moiss e a voc. Voc acha que Deus pode dar uma segunda chan-ce para aqueles que fizeram uma besteira na primeira vez? Como voc acha que a segun-da chance se compara primeira?

    8. Os judeus receberam de Deus a promessa de li-vramento, simplesmente porque Ele os amava.Voc tambm recebeu uma promessa. Como

    voc se sente por causa disso?

    Apresentando o Contexto e o Cenrio

    Use as informaes a seguir para elucidar a histria para seus alunos. Explique em suas prprias palavras.

    A histria de Moiss e a promessa de livra-mento aos judeus est repleta de profunda reve-lao sobre o carter de Deus. Tambm uma histria rica em smbolos cristolgicos. Por es-sas razes, podemos olhar para o exemplo de Deus lidando com os israelitas como uma ma-neira de nos animar em nossa prpria compre-enso e esperana de como Ele lida conosco. Os exemplos que servem para melhorar nossa com-preenso so: 1. A natureza de nosso cativeiro; 2. O fato de Deus conhecer nossa situao e a razo para Sua preocupao; 3. A natureza dos atos de Deus em nosso favor.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    18

    requerido de ns para que sejamos libertos; devemos caminhar humildemente com Deus (ver Miquias 6:8). Esse caminhar humilde contrasta vivamente com o orgulho que Moi-ss exibiu quando matou o egpcio. Ns tam-bm devemos confiar na providncia de Deus e em Sua declarao de ser capaz de salvar todos aqueles que vm a Ele.

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeFaa o encerramento com uma atividade e

    questione em suas prprias palavras.Pea que seus alunos faam uma lista de trs

    pessoas, incluindo o nome deles no topo da lis-ta, por quem eles desejam orar para que Deus os livre nesta semana. Depois faa outra lista de maneiras pelas quais eles podem cooperar com Deus para prover livramento para essas mesmas pessoas, incluindo eles mesmos.

    ResumoApresente os pensamentos a seguir em

    suas prprias palavras. Deus faz trs promessas nesta histria: 1. Eu vejo, Eu ouo, Eu sei!2. Certamente estarei com voc!3. Certamente tirarei voc do Egito; Eu o

    libertarei!Para que essas trs promessas se cumpram,

    Deus exige apenas uma coisa de ns confiar e obedecer.

    Deus exatamente o mesmo que Ele foi nos dias de Moiss, e Suas promessas a ns, a cada um de ns, tambm so as mesmas. Cristo repetiu cada uma dessas promessas a ns. Vamos viver, agra-decidamente, devotamente, e esperanosamente enquanto aguardamos o livramento de Deus.

    Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

    Algumas vezes as coisas no so to claras. Para explorar essas questes com seus alunos voc pode usar um exerccio contnuo. Isto d aos alunos a oportunida-de de expressar seus pontos de vista para um ou outro lado do assunto em questo. Aqui est um exemplo que poderia funcio-nar bem nesta lio.

    Escreva as trs frases a seguir num quadro, com os nmeros em sequncia. Pea que os alunos escolham um nme-ro para cada item que melhor reflita seus sentimentos.

    DeusControlaTudo12345678910 NsControlamosTudo12345678910 Deusconsertartudoagora12345678910 Deusconsertartudoapenasnasegundavinda12345678910 DeusdesejaqueconfiemosnEle12345678910 Deusdesejaquesejamosautossuficientes12345678910

    Use esse exerccio para discutir com sua classe as vrias atitudes em relao interveno divina em nosso mundo hoje.

    Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudaro, na srie O Grande Conflito, o comentrio inspirado da Bblia. A leitura correspon-dente a esta lio Patriarcas e Profetas, captulo 22.

    Lio 423 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    19

    Aplique o Sangue!

    HistriaBblica:xodo12.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulos23e24.

    Lio 423 de abril de 2011

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEA histria da Pscoa uma revelao do

    plano de salvao representado em smbolos. Trata de questes tais como a justifi cao pela f e o sangue do cordeiro. Esses dois concei-tos formam a base para a lio desta semana. A partir da histria e desta lio, espera-se que os alunos:

    1. Reconheam o preo do sangue, que a vida de Cristo.

    2. Compreendam que o sangue s se torna de valor para eles quando, atravs da obedin-cia e amorosa aceitao, ele aplicado pesso-almente vida.

    3. Por fi m, saibam que a aplicao do san-gue vida purifi car, perdoar e restaurar.

    Essas trs ideias sero ilustradas a partir da histria atravs do sacrifcio do cordei-ro, da necessidade da aplicao do sangue e a ao de Deus resultante da aplicao do sangue nas portas. Nesta lio, possvel sa-lientar a importncia da aplicao do sangue. Embora isso seja necessrio, por favor, no se esquea de enfatizar a graa e o amor de Deus em dar o sangue.

    II. OBJETIVOSOs alunos devero: Perceber o que o sangue do Cordeiro far

    em sua vida. (Saber) Experimentar gratido a Deus pela ddi-

    va do Seu sangue. (Sentir) Responder atravs da aplicao do san-

    gue do Cordeiro em sua vida. (Reagir)

    III. PARA EXPLORAR Rebelio Grande confl ito* Festivais (bblicos)_____* Crena Fundamental no 8.

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio intitu-

    lada O Que Voc Acha? Depois que eles tiverem concludo a atividade, discuta suas respostas.

    Esta atividade tem a inteno de frustrar os jovens. Cheios de expectativa, eles percebero que receberam algo intil. Faa a ligao entre

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    20

    certa. Chris aumentou a velocidade enquanto ansiosamente se imaginava surfando.

    As coisas comearam a mudar quando a estrada em que eles estavam se transfor-mou em cascalho e foi ficando cada vez pior. O carro pulava e chacoalhava, de uma manei-ra incomum para uma BMW. Eles tinham que decidir se valia ou no a pena continuar na-quele caminho. Ento eles resolveram checar a arrebentao das ondas. Se estivesse fraca, no valeria a pena continuar a viagem.

    Como se verifica a arrebentao na costa da frica do Sul quando voc est numa es-trada de cascalho no meio do nada? Bem, o primo de Norman era um surfista que morava na Cidade do Cabo, ento ele lhe telefonou. O primo de Norman lhe falou de trs outras pessoas e, depois de meia hora de telefone-mas, eles ainda no tinham ideia nem mesmo se havia gua salgada em Elands. Com mui-ta tristeza, eles voltaram. Duas horas depois eles finalmente retornaram ao acampamento, quando o almoo estava exatamente terminan-do. Enquanto eles desciam do carro, Norman colocou a mo embaixo do assento para pegar sua mochila e puxou um livro. Era um livro que Chris havia adquirido um ou dois meses antes. Tinha como ttulo Melhores Lugares Para Surfar na frica do Sul. Eles abriram na pgina sobre a Baa de Elands. Havia um mapa preciso, com orientaes sobre como chegar l, que no envolvia uma estrada de cascalho. E tambm havia um nmero de telefone que informava como estava o mar para o surfe!

    Eles ficaram muito aborrecidos consigo mesmos. Se to somente tivessem percebido que possuam um livro com todas as infor-maes que eles precisavam, as coisas teriam sido muito diferentes!

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:

    receber presentes sem utilidade e aqueles que realmente funcionam, e use isto para ilustrar a necessidade de receber e aplicar o sangue de Cristo na vida.

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:Esta a histria de Chris, Norman e Bu-

    siswe, trs estudantes de teologia do Helder-berg College, frica do Sul, que foram a um acampamento de teologia em 2003. O acam-pamento devia ser realizado na costa oeste da frica do Sul, cerca de 80 quilmetros ao sul da Baa de Elands.

    Acontece que a Baa de Elands um dos me-lhores lugares do mundo para surfar. Assim, quan-do todos os outros estudantes de teologia estavam acomodando na mala a Bblia e o saco de dormir, Chris, um vido surfista, estava arrumando e aco-modando sua prancha de surfe. No domingo pela manh, quando todos os estudantes estavam parti-cipando de um devocional no mesmo salo em que eles tambm dormiriam noite, Chris, Norman e Busiswe decidiram que era hora de dar um giro.

    Norman e Busi escaparam da reunio e foram esperar no carro de Busi, com o mo-tor funcionando, enquanto Chris pegava sua prancha que estava escondida embaixo da cama. Infelizmente Chris no foi muito dis-creto e os outros 30 estudantes o viram passar pela porta com uma prancha de surfe embai-xo do brao, que havia aparecido como por encanto. Chris pulou para dentro do carro e o trio pegou a estrada.

    Depois de andar cerca de 50 metros, eles se deram conta de que no sabiam exatamen-te como chegar ao paraso do surfe. Assim, eles continuaram na direo que haviam es-colhido, at que chegaram a uma estao de petrleo. Eles perguntaram ao atendente, que lhes deu as orientaes, mas nem ele esta-va muito certo disso. Com as orientaes em mos, o entusiasmo deles subiu enquanto diri-giam naquela que eles pensavam ser a direo

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    21

    9. Esta histria tambm instrui as pessoas a contarem, quando seus filhos perguntassem, a razo de continuarem realizando a festa. A resposta que elas deviam dar que a celebra-vam porque Deus os libertara da escravido no Egito. Voc j perguntou a algum por que celebra os rituais do lava-ps e da Santa Ceia a continuao da Pscoa? (Ver a seo O Que Voc Acha?) O que essa pessoa lhe disse?

    Apresentando o Contexto e o

    CenrioUse as informaes a seguir para eluci-

    dar a histria para seus alunos. Explique em suas prprias palavras.

    A histria da instituio da festa da Pscoa nos proporciona um vislumbre bem espiritual da natureza da salvao. Considere os seguin-tes pontos:

    1. O sangue que salva advm apenas do cordeiro sacrificado.

    O sangue do cordeiro no batente da por-ta, na histria da Pscoa, tudo o que exi-gido para a salvao dos israelitas. O que deve ser compreendido que no h mritos salvadores no batente da porta, ou na casa, mas apenas no sangue do cordeiro. Isso nos ensina a necessidade absoluta de receber o sangue de Cristo para nossa salvao.

    2. O sangue Salvador deve ser aplicado nossa vida.

    Uma vez que o cordeiro tenha sido morto, precisamos agir com f e obedecer s orien-taes de Deus sobre como receber a graa salvadora do sangue. Uma vez mais isso no aumenta nosso mrito. Mas, simplesmente, para receber os benefcios precisamos aceitar o presente.

    3. O sangue faz algo em nossa vida.Uma vez recebido em nossa vida, o sangue

    perdoa, purifica e restaura. Veja a seo Ver-sos de Impacto para encontrar textos bblicos sobre isso. apenas porque Deus nos deu gra-ciosamente o sangue que somos habilitados a permitir que ele nos perdoe, limpe e restaure.

    As trs pessoas da histria acima teriam se beneficiado bastante se soubessem so-bre o mapa e o tivessem usado! Da mesma forma, os israelitas foram beneficiados, na verdade foram salvos, porque eles souberam do sangue do cordeiro, e o usaram! Quando ler a histria sobre a Pscoa, pense no que voc sabe sobre o sangue de Cristo derra-mado por voc, e o que ele pode fazer para sua salvao.

    Aplicando a Histria (Para Professores)

    Aps ler com seus alunos a seo Estudando a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.

    1. O que voc acha que significa aplicar o sangue de Cristo sua porta?

    2. O que o sangue de Cristo faz? (Ver na seo Versos de Impacto textos sobre isso.)

    3. Como voc acha que teria se sentido em sacrificar um perfeito cordeirinho que tivesse vivido com voc?

    4. Como voc se sentiria se matasse o cor-deiro e ento no usasse seu sangue?

    5. Embora a praga ainda no tivesse che-gado, o povo de Deus devia seguir as orien-taes dadas por Ele eles obedeceram pela f. De que maneiras Deus o instrui a obedecer pela f?

    6. O que seria semelhante hoje experin-cia de Deus tirar voc ou a mim do cativeiro e conduzir Terra Prometida?

    7. Na histria, dito aos israelitas para co-merem a Pscoa estando vestidos e calados, prontos para partir. Por que voc acha que Deus os instruiu a fazer isso e como isso se aplica ao nosso resgate da escravido do pe-cado atualmente?

    8. Na histria diz: Ento o povo curvou-se em adorao. xodo 12:27. Por que eles fi-zeram isso? Eles apenas tinham recebido uma promessa, nada havia acontecido ainda! Voc j se ajoelhou e adorou a Deus por algo que Ele lhe prometeu? Se no, por qu?

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    22

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeEncerre com uma atividade e questione

    em suas prprias palavras.Esta histria tem trs vislumbres bsi-

    cos sobre a salvao com os quais podemos aprender. So eles: o custo do sangue, o que precisa acontecer com o sangue, e o que o sangue faz por aqueles que o aplicam por-ta. Como atividade de encerramento, separe a classe em trs grupos. Nesses trs grupos os alunos devero escrever uma orao em forma de carta.

    O primeiro grupo deve escrever uma carta a Deus para Lhe agradecer por dar Seu pr-prio sangue para nossa salvao.

    O segundo grupo deve escrever uma carta de aceitao do sangue de Cristo, com humil-dade e arrependimento.

    O terceiro grupo deve escrever uma carta pedindo e agradecendo a Deus pelo que Seu sangue pode fazer e far em sua vida. (Leia os textos da seo Versos de Impacto.)

    Quando terminar essa atividade, junte as cartas e leia a orao. Se for possvel, faa c-pias dessa orao e distribua-as para a classe.

    ResumoApresente os pensamentos a seguir em

    suas prprias palavras: Deus ofereceu Seu sangue, por amor e

    graa.

    Devemos aplicar Seu sangue em nossa vida, com gratido e arrependimento, por-que ele nos perdoar, limpar e restaurar.

    Receber o sangue de Cristo nos tornar pessoas mais cheias da graa.

    Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

    Algumas vezes pode ser til perguntar aos alunos se eles concordam ou discor-dam de uma declarao. Esse apenas um exerccio simples que envolver os alunos na seguinte conversao enquanto eles de-sejam descobrir o que outros pensam. Mas quando dirigir essa atividade voc precisa ser cauteloso sobre pedir aos alunos para manifestarem publicamente sua opinio, no caso de eles se exporem ao ridculo. Em muitos casos seria suficiente dirigir-lhes a pergunta sem exigir a resposta em pblico. Aqui est uma atividade simples que se re-laciona com a lio.

    Concordo ou Discordo1. Para ser rico voc precisa apenas ter

    uma boa quantia de dinheiro em sua conta bancria.

    2. Para ser verdadeiramente rico voc precisa gastar o que voc tem em sua conta bancria.

    Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudaro, na srie O Grande Conflito, o comentrio inspirado da Bblia. A leitura cor-respondente a esta lio Patriarcas e Profetas, captulos 23 e 24.

    LIO 530 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    23

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEA histria dos israelitas atravessando o

    Mar Vermelho lembra a histria humana em diferentes nveis. Primeiro, conta a histria da salvao. Deus vem em resgate de Seu povo e o livra da escravido.

    Esta tambm a histria da tendncia humana de oscilar entre a f e a dvida. A redeno que Deus operou pelos escravos judeus no poderia ter sido mais dramtica. Os israelitas testemunharam em primeira mo o estupendo poder de Deus para dividir o Mar Vermelho, para que eles fi zessem uma travessia segura. Deus os conduziu atravs de uma nuvem durante o dia e uma coluna de fogo noite. Que Deus estava nessa situao com Seu povo, estava claro desde o incio. Contudo, apesar da evidente direo de Deus, os israelitas rapidamente passaram a duvidar dEle e a criticar Moiss e Aro. Quo incons-tante pode ser o esprito humano!

    Esta histria tambm amplia nossa com-preenso de adorao. A cano do livramen-to em xodo 15 considerada uma das mais

    profundas expresses de adorao j escritas. Na realidade, a cano de todo ser humano, porque todos somos pecadores que precisam desesperadamente da graa de Deus.

    Finalmente, um relato da histria hu-mana do amor eterno de Deus por Seu povo. Como Deus demonstrou pacincia para com Seu povo de antigamente, assim Ele continua a exibir o mesmo esprito longnimo para com Sua igreja. A histria dos israelitas atra-vessando o Mar Vermelho amplia a compre-enso de nossa identidade como igreja. Hoje, somos Sua amada noiva, por quem Ele mor-reu para redimir.

    II. OBJETIVOSOs alunos devero: Aprender a histria da salvao, isto ,

    Deus vindo para resgatar pessoas ingra-tas e indignas. (Saber)

    Sentir o esprito de rebelio humano e perceber o desafi o que Deus enfrenta ao lidar com a raa humana. (Sentir)

    Ter uma oportunidade de decidir se vo ou no aceitar a proviso divina da gra-a. (Reagir)

    A Fuga dos Escravos

    HistriaBblica:xodo12:34-51;13-15.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulo25.

    LIO 530 de abril de 2011

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    24

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:Esta uma histria sobre f que est cir-

    culando pela internet. Conta de uma pequena congregao no sop das montanhas Great Smokies. Parece que os membros constru-ram um novo santurio sobre um pedao de terra cedido por um membro da igreja. Dez dias antes da nova igreja ser inaugurada, o inspetor de prdios local informou ao pastor que a rea do estacionamento no era adequa-da para o tamanho da construo. At que a igreja dobrasse o tamanho do estacionamen-to, eles no poderiam usar o novo santurio. Infelizmente, a igreja havia usado cada cent-metro de sua pequena rea, exceto pela mon-tanha perto da qual ela havia sido construda. Para conseguir mais espao para o estaciona-mento, eles teriam que mover a montanha.

    Intrpido, o pastor anunciou na manh do domingo seguinte que faria uma reunio noite com todos os membros que tinham f que movesse montanhas. Eles orariam para que Deus removesse a montanha e providen-ciasse dinheiro suficiente para paviment-la antes do culto de dedicao programado para a semana seguinte.

    No horrio estabelecido, 24 dos 300 mem-bros da congregao se reuniram para orar. Eles oraram por quase trs horas. s dez ho-ras da noite, o pastor disse o Amm final.

    Teremos a inaugurao no prximo do-mingo, o pastor assegurou a todos. Deus nunca nos desamparou antes, e creio que Ele ser fiel desta vez tambm.

    Na manh seguinte, enquanto ele estava preparando seu estudo, algum bateu porta. Quando ele disse entre, um construtor apare-ceu, retirando seu capacete enquanto entrava.

    Com licena, pastor. Sou da Companhia de Construo Acme, do municpio vizinho. Estamos construindo um grande shopping center. Precisamos de muita terra. O senhor no estaria disposto a nos vender um pedao

    III. PARA EXPLORAR F Adorao Salvao (experincia da)*

    Identidade (como igreja)_____* Crena Fundamental no 10.

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio in-

    titulada O Que Voc Acha? Depois que eles tiverem concludo a atividade, discuta suas respostas.

    Divida a classe em cinco grupos e deter-mine para cada grupo um dos cinco cenrios da seo O Que Voc Acha? D-lhes alguns minutos para apresentar um argumento coe-rente, depois pea que cada grupo escolha o caso que apresenta o maior desafio de f para um adolescente.

    Como alternativa, divida os alunos em pa-res e pea-lhes para partilhar um com o outro a primeira pessoa que vem mente quando eles pensam em algum de f. Direcione a discusso e faa as seguintes perguntas:

    Por que essa pessoa sintetiza a f?Que experincias essa pessoa teve que

    fortaleceu sua f?O que essa pessoa tem lhe ensinado sobre

    confiar em Deus?Partilhe uma caracterstica que essa pes-

    soa tem que voc deseja imitar em sua vida.Depois que cada parceiro tiver falado

    sobre a pessoa de f, os alunos podem dis-cutir as semelhanas entre as pessoas que eles descreveram. Depois pea que os pa-res partilhem os pontos mais importantes dessa discusso com toda a classe da Esco-la Sabatina.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    25

    de terra daquela montanha atrs da igreja? Pagaremos pela terra que removermos e pavi-mentaremos toda a rea sem nenhum encargo se pudermos fazer isso imediatamente. No podemos fazer nada at que consigamos a ter-ra e ela seja colocada no local apropriado.

    A pequena igreja foi dedicada no domingo seguinte como havia sido planejado original-mente e havia muito mais membros que pos-suam f que movia montanhas no domingo da inaugurao do que houve na semana ante-rior! (Autor desconhecido. Extrado de www.servingthelord.com/Miracles/faith.htm)

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:Perguntas para considerao: Milagres

    como esse produzem f? Ou ser que a f produz milagres? Vale sugerir, quando avan-amos pela f e agimos convictos de que Deus mover a montanha, ocorre o que fre-quentemente muitos considerariam um mi-lagre. Mas se no tivssemos agido pela f, o milagre nunca teria acontecido.

    No caso dos israelitas, Deus teria partido o Mar Vermelho se Moiss nunca tivesse le-vantado o cajado em sua mo? Pode ser que milagres como a diviso do Mar Vermelho aconteam porque confiamos o suficiente em Deus para dar esse salto da f?

    Aplicando a Histria (Para Professores)

    Aps ler com seus alunos a seo Estudan-do a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.

    O que mais o impressiona nesta histria?Como voc conhece a vontade de Deus?

    Deus conduziu os israelitas para fora do Egito atravs de uma nuvem e de uma colu-na de fogo; consequentemente, era fcil para eles saberem o caminho que Deus estava

    indicando. Voc j desejou que Deus tor-nasse Sua vontade mais bvia em sua vida? Embora Deus normalmente no revele Sua vontade atravs de nuvens ou fogo, Ele ain-da est muito interessado em oferecer Sua orientao. Como Deus torna Sua vontade conhecida hoje?

    Como voc explicaria o texto (xodo 14:4, VARA) no qual Deus diz: Endurecerei o corao de Fara? Pesquise os coment-rios para ver como alguns estudiosos inter-pretam esse texto confuso.

    Reflita sobre a resposta de Moiss s re-clamaes das multides em xodo 14:13 e 14. luz dessa declarao de f, no sur-presa encontrar Moiss na Galeria da F de Deus registrada em Hebreus 11. Compare a histria em xodo 14 com o legado de Moi-ss registrado em Hebreus 11:23-29. O que se assemelharia hoje a ter a f que Moiss teve? Que riscos isso envolveria para voc?

    Quais so alguns exrcitos de Fara comuns hoje em dia que tentam nos impedir de seguir a Deus? Como podemos confiar no poder de Deus para sepultar esses exrcitos que ameaam nos destruir?

    Logo depois que os israelitas foram li-bertados de Fara, a Bblia registra: Depois Moiss conduziu Israel desde o Mar Verme-lho at o deserto de Sur. [...] E o povo co-meou a reclamar a Moiss, dizendo: Que beberemos? xodo 15:22-24.

    Voc j teve uma experincia com Deus de sentir-se no alto da montanha, que foi se-guida pelo vale do desespero? Em sua opi-nio, por que voc acha que isso acontece com frequncia? Como os israelitas puderam se esquecer to rapidamente do quanto Deus havia sido fiel em tir-los do Egito?

    Apresentando o Contexto e o Cenrio

    Use as informaes a seguir para eluci-dar a histria para seus alunos. Explique em suas prprias palavras.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    26

    (Nos tempos antigos, o Mar Vermelho se es-tendia muito mais ao norte do que atualmen-te.) Por isso, Fara imaginou que eles fica-riam encurralados contra o Mar Vermelho. Mas a viso de Deus muito mais ampla que a viso do homem. Quando no somos capazes de ver uma sada para circunstn-cias terrveis, Deus conhece um milho de maneiras de nos livrar.

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeEncerre com uma atividade e questione

    em suas prprias palavras.Divida os alunos em pequenos grupos e

    pea que cada grupo crie uma lista intitulada As Dez Maneiras Mais Eficazes Para Desen-volver a F. Encoraje cada grupo a discutir maneiras especficas pelas quais podemos desenvolver nossa f. Depois pea que cada grupo partilhe sua lista com toda a classe da Escola Sabatina. Aps terem ouvido todas as listas, pea que o grupo escolha as melhores sugestes de cada lista para compor uma ou-tra lista com os dez melhores itens.

    ResumoApresente os pensamentos a seguir em

    suas prprias palavras:A histria do livramento que Deus operou

    por Israel destaca as confusas realidades da f. Parece que toda jornada espiritual com-posta de altos e baixos. No caso de Israel, no muito tempo depois de experimentarem o maravilhoso livramento de Deus atravs do Mar Vermelho, eles comearam a reclamar que Deus os havia abandonado. Eles lamen-taram: Devamos ter permanecido no Egito em vez de vir ao deserto para morrer. Porque a histria deles muitas vezes reflete a nossa prpria, esta lio oferece uma oportunidade ideal para explorar maneiras pelas quais po-demos manter nossa f firme, seja em meio a jardins floridos ou em desertos.

    1. O mtodo de guiar os judeus atravs de uma nuvem e fogo era algo familiar no mun-do antigo. Era prtica comum entre os persas e gregos usar fogo e fumaa como sinais em suas marchas. De acordo com um bem co-nhecido papiro, o comandante de um exrcito egpcio denominado uma chama na escu-rido frente de seus soldados. Semelhante-mente, o Senhor tambm usou fogo e nuvens para manifestar-Se como o lder e general de Seu exrcito (ver xodo 15:3 e 6). (Fonte: Barnes Notes, Informao eletrnica.)

    2. Discuta o seguinte comentrio de Ellen G. White: A grande lio ali ensinada para todos os tempos. Frequentemente a vida cris-t assediada de perigos, e o dever parece difcil de cumprir-se. A imaginao desenha uma runa iminente perante ns, e, atrs, o cativeiro ou a morte. Contudo, a voz de Deus fala claramente: Avante! Devemos obede-cer a esta ordem, mesmo que nossos olhares no possam penetrar nas trevas, e sintamos as frias vagas em redor de nossos ps. Os obstculos que embaraam o nosso progres-so nunca desaparecero diante de um esprito que se detm ou duvida. Aqueles que adiam a obedincia at que toda a sombra da incer-teza desaparea, e no fique perigo algum de fracasso ou derrota, nunca absolutamente obedecero. A incredulidade fala ao nosso ouvido: Esperemos at que os impedimentos sejam removidos, e possamos ver claramen-te nosso caminho; mas a f corajosamente insiste em avanar, esperando tudo, em tudo crendo. Patriarcas e Profetas, p. 290.

    3. xodo 14:3 mostra este interessante detalhe da histria: O fara pensar que os israelistas esto vagando confusos, cer-cados pelo deserto. Originalmente, Moiss pretendia ir Terra Prometida atravs do deserto, mas Deus o guiou em direo ao sul. Ouvindo essa notcia, Fara sabia que eles estavam completamente cercados, logo que as guas do Mar Vermelho ento se es-tendiam at Bitter Lakes [Lagos Amargos].

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    27

    Esta histria tambm proporciona uma maravilhosa metfora da salvao. Da mes-ma forma que Deus interveio em favor de Seus filhos no passado, Ele est ansioso para guiar Seus filhos hoje. O livramento vem da parte de um Deus gracioso.

    Finalmente, esta histria prov vislum-bres sobre adorao. Exatamente como Moiss liderou o povo de Deus na Cano de Livramento, depois da travessia do Mar Vermelho, nossa adorao deve ser em res-posta proviso de Deus a ns. Adoramos nosso maravilhoso Deus porque, em Cristo, Ele proveu um meio de escape do pecado e da morte. O que mais podemos fazer seno cantar e louv-Lo?

    Dicas Para um Ensino de Primeira Linha

    Uma estratgia de ensino que pode ser bastante eficaz convidar os alunos a se envolverem no drama da histria. Uma maneira de usar essa tcnica na histria dos israelitas atravessando o Mar Verme-lho convid-los a reescrever a cano do livramento (xodo 15:1-18), usando uma linguagem moderna. Depois, pea que os alunos dividam essa cano em partes e a apresentem como uma pea de teatro.

    Lembre os alunos sobre o plano de leitura, em que eles estudaro, na srie O Grande Conflito, o comentrio inspirado da Bblia. A leitura cor-respondente a esta lio Patriarcas e Profetas, captulo 25.

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    28

    Acampantes Insatisfeitos

    HistriaBblica:xodo15:22-27;16-18.Comentrio:Patriarcas e Profetas,captulo26.

    LIO 67 de maio de 2011

    PREPARANDO-SE PARA ENSINAR

    I. SINOPSEA histria dos israelitas peregrinando pelo

    deserto est ligada nossa histria hoje de diferentes maneiras. Primeiro, encontramos uma lio sobre contentamento. Deus Se ma-nifestou de formas dramticas aos judeus. Dividindo o Mar Vermelho para uma traves-sia segura, submergindo o exrcito de Fara, guiando-os atravs de uma nuvem durante o dia e uma coluna de fogo noite, fornecendo codornizes e man para seu sustento, trans-formando uma rocha num poo artesiano so apenas algumas das maneiras pelas quais Deus cuidou de Sua nao escolhida. Contu-do, eles reclamavam que no era sufi ciente. Ainda hoje fcil reclamar diante de mani-festaes sobrenaturais da graa de Deus? Quando aprenderemos as lies de simplici-dade? Paz? Contentamento?

    Esta tambm uma histria sobre con-fi ana. Vez aps vez Deus demonstrou ser confi vel. difcil compreender por que os israelitas ainda duvidavam de Deus. Apesar de tudo, Ele sempre cuidava deles. Sempre! E contudo, a despeito da fi delidade de Deus,

    com tanta frequncia a dvida os levava a no confi ar no Pai.

    Esta histria tambm toca na questo do enfado. Se no formos cuidadosos, tambm podemos nos tornar to concentrados em ns mesmos que at o Criador e Mantenedor de toda a vida Se torne enfadado por causa de nossa mesquinhez. Devemos reconhecer as manifestaes divinas como tais e guardar-nos de nos tornarmos excessivamente concentra-dos em ns mesmos, a ponto de no mais nos maravilharmos com o Todo-Poderoso.

    Resumindo, esta histria descreve a graa de Deus por Seus fi lhos. Exatamente como Deus guiou Seu povo no mundo antigo, Ele anseia moldar e guiar Seu povo hoje. Esta histria de-safi a a todos jovens e idosos, indistintamente a confi ar em Deus e seguir Sua direo.

    II. OBJETIVOSOs alunos devero: Compreender que Deus absolutamente

    confi vel. (Saber) Estar sensvel s realidades sobrenaturais

    que ocorrem na vida comum. (Sentir) Ser desafi ados a confi ar plenamente em

    Deus. (Reagir)

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    29

    polticos, lderes e atores mais confiveis. Envolva os alunos numa troca de ideias so-bre o que torna as pessoas confiveis. No que baseamos nossas opinies para confiar em algum?

    Em seguida, fale sobre com o que se as-semelha hoje confiar em Deus. Pea que os alunos identifiquem um amigo ou membro da famlia que pode ser caracterizado como algum que confia plenamente em Deus. No-vamente, usando o quadro, faa uma anlise de custo/benefcio de confiar em Deus. Em uma coluna, liste todos os custos de confiar em Deus (por exemplo, o sentimento assus-tador de caminhar pela f, o temor de trai-o, etc.); na outra coluna liste todos os be-nefcios provenientes de uma vida de f (por exemplo, a alegria de descobrir que Deus cuidar de tudo, a aventura de experimentar um milagre, etc.).

    Finalmente, apresente a ligao entre con-fiana em Deus e contentamento. possvel confiar totalmente em Deus e ainda ficar des-contente? Por que sim, por que no? Se os israelitas tivessem realmente confiado em Deus teriam reclamado quando a comida ou a gua acabaram? Como podemos ficar con-tentes quando parece que nossas necessida-des bsicas no esto sendo supridas?

    IlustraoConte esta ilustrao com suas prprias

    palavras:No que Lance no confiasse em Deus.

    Ele confiava desde que Deus Se compor-tasse como Deus. Isso significava que Deus precisava ser um Papai Noel celestial, que distribusse muita sade e felicidade. Ele tambm esperava que Deus mantivesse sua conta bancria cheia de dinheiro.

    Por algum tempo, Lance foi muito reli-gioso. Ele se dava bem nas aulas sem estu-dar (Apenas confiei em Deus e Ele me deu sabedoria, disse ele), conseguiu um carro conversvel novo no Natal (a empresa do

    III. PARA EXPLORAR Contentamento/Paz Simplicidade Enfado Confiana O sbado

    ENSINANDO

    I. INICIANDO

    AtividadeEncaminhe os alunos seo da lio in-

    titulada O Que Voc Acha? Depois que eles tiverem concludo a atividade, discuta suas respostas.

    Atividades adicionais: Circule o que voc acredita serem as trs principais barreiras para confiar em Deus:

    Preocupao Sofrimento

    Ignorncia Ira

    Riqueza Ganncia

    Tecnologia Presso do grupo Orgulho

    Agora escreva mais trs possveis barreiras para confiar em Deus:

    Complete a seguinte frase:Confiar em Deus ...Faa uma lista, num quadro, de todas

    as respostas que os alunos deram para os

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    Anderson

    C. Qualidade

    30

    Aplicando a Histria (Para Professores)

    Aps ler com seus alunos a seo Estudan-do a Histria, use as perguntas a seguir, em suas prprias palavras, para discutir com eles.

    O que chama sua ateno nesta histria?Por que voc acha que os israelitas eram

    to inconstantes em sua f? Voc j vacilou em sua confiana em Deus?

    Considere este texto: Ali, no deserto, to-dos eles comearam a reclamar contra Moi-ss e Aro. O que voc deduz do detalhe de que todos participaram da lamentao? O que isso nos ensina sobre a presso de grupo? Os israelitas disseram a eles: Quem dera a mo do Senhor nos tivesse matado no Egito! L nos sentvamos ao redor das pane-las de carne e comamos po vontade, mas vocs nos trouxeram a este deserto para fazer morrer de fome toda esta multido! xodo 16:3. Voc acha que os israelitas estavam exagerando um pouco? O comentrio sobre morrer no Egito no lhe parece melodramti-co demais? Explique sua resposta.

    Mas o povo estava sedento e reclamou a Moiss: Por que voc nos tirou do Egito? Foi para matar de sede a ns, aos nossos filhos e aos nossos rebanhos? xodo 17:3. Como pos-svel que os israelitas reclamem por causa da sede, to pouco tempo depois de Deus cuidar da fome deles, providenciando o man? Voc consegue pensar em outros exemplos da Bblia em que as pessoas reclamaram para Deus? (Jo-nas, Jeremias, Elias, etc.) Identifique coisas co-muns que permeiam todas as histrias.

    Envolva os alunos num debate sobre o que significa confiar em Jesus hoje. Explique que confiar em Jesus simplesmente signifi-ca acreditar que Jesus estava certo quanto ao que Ele ensinou. Se confiarmos nEle, ento viveremos de acordo com Seus ensinos. Para tornar esse conceito prtico, v at o Sermo da Montanha (Mateus 5-7) e questione os jovens sobre o que significa em termos prticos confiar em Jesus nas reas de nossa vida

    papai foi bem neste ano), seu rosto no tinha espinhas (sorte na gentica, eu acho), e ele namorava uma garota cuja aparncia era de parar o trnsito.

    Mas ento algumas coisas ruins quebra-ram a vida de porcelana de Lance. Em um ano, os negcios de seu pai fracassaram, sua namorada se envolveu com o capito do time de basquete, e ele dormiu enquanto estava di-rigindo e bateu o carro num poste de telefone.

    De repente, Deus no estava Se com-portando como Deus. Pelo menos foi o que pareceu a Lance. Como posso confiar em Deus, Lance se perguntava, se minha vida est desse jeito?

    No fim das contas, a f de Lance era con-dicional: Ele desempenharia sua parte como cristo, contanto que Deus cumprisse Sua parte no acordo. Mas quando a vida se tornou desagradvel, Lance culpou a Deus.

    Infelizmente, cristos mornos como Lan-ce so to comuns quanto os frios. Eles esto quentes quando o barco est navegando com tranquilidade, mas quando a turbulncia os atinge eles reclamam de Deus durante toda a tempestade.

    II. ENSINANDO A HISTRIA

    Uma Ponte Para a HistriaApresente o texto a seguir em suas pr-

    prias palavras:O tipo de f demonstrado por Lance no

    novidade. No mnimo to antigo quanto o povo de Israel. Quando Deus estava agindo como Deus castigando os caras maus com pragas, abrindo o Mar Vermelho, transfor-mando uma rocha numa fonte de gua, e as-sim por diante ento eles entravam no jogo de confiar. Mas quando as coisas ficavam di-fceis, a f desaparecia.

    A histria de confiar em Deus a mesma hoje. Haver tanto milagres como misria. A questo fundamental : Voc confiar em Deus todo o tempo?

  • Prog. Visual

    Redator

    Cliente

    Dep. Arte

    AUX

    ADO

    3/2

    010

    - 217

    80

    C. Qualidade

    Anderson

    31

    de Deus, tambm ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das Suas. Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ningum caia, seguindo o mesmo exemplo de desobedincia. Hebreus 4:9-11,VARA.

    2. O sbado um teste ideal de lealdade a Deus. Mesmo os no cristos acreditam que no se deve roubar, ou matar ou mentir. A maio-ria deles observa nove dos Dez Mandamentos. Mas apenas alguns guardam todos os manda-mentos incluindo o quarto mandamento. Por que a ordem: Lembra-te do sbado to importante? importante porque um smbolo da confiana em Deus. No lgico. Descansar no sbado simplesmente porque Deus diz assim uma ideia absurda para aqueles que no con-fiam em Deus. Mas porque Deus um amigo pessoal em quem podemos confiar plenamen-te, ns obedecemos. E essa toda a lgica que Seus verdadeiros seguidores precisam.

    3. O sbado o smbolo ideal de seguir a Jesus inteiramente. Jesus guardou o sbado. Dessa forma, Ele deixou um exemplo para Seus seguidores.

    Ruby Free uma mulher crist sincera que tem impressionado centenas de pesso-as para a causa de Cristo. Qual o seu segre-do? Ela vive motivada por um lema simples: Sim, Senhor!

    Essa a motivao do remanescente de Deus. A orao dos que confiam completa-mente em Cristo ser: Se Jesus guardava o sbado e Ele me pede para fazer o mesmo, ento minha resposta : Sim, Senhor!

    III. ENCERRAMENTO

    AtividadeEncerre com uma atividade e questione

    em suas prprias palavras.Traga vrias revistas e pea que os alunos

    analisem as propagandas nelas. Destaque que al-gumas das mentes mais brilhantes do mundo se dedicam a nos vender a mensagem de que: Se-remos felizes quando tivermos uma carro mais

    sobre as quais Ele fala. Por exemplo, leia Ma-teus 5:27-30 e depois pergunte o que significa confiar em Jesus no que diz respeito pureza sexual; leia Mateus 6:25-34 e pergunte o que significa confiar em Jesus em meio s nos-sas preocupaes; leia Mateus 7:1-5 e discuta confiana em Deus luz de nossa propenso para julgar os outros. No fim, ajude os alunos a perceberem que confiar em Jesus significa acreditar e nos comportarmos de tal forma que demonstre que aceitamos como verdadeiras as coisas que Ele disse. simples.

    Apresentando o Contexto e o Cenrio

    Use as informaes a seguir para eluci-dar a histria para seus alunos. Explique em suas pr