Princípios Éticos e Regras de Conduta · 2017-04-05 · Princípios Éticos e Regras de Conduta...

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SENSO CORRETORA DE CMBIO E VALORES MOBILIRIOS S.A Avenida Ataulfo de Paiva, n 135 sala 810 Leblon RJ Cep: 22440-032 - Pabx / Fax.: (21) 2505-5000 Mesa: (21) 2505-5000

Site: www.sensocorretora.com.br Ouvidoria: 0800-7222284

Novembro/2016.

Princpios ticos e Regras de Conduta

Verso: 03 Revisada: Compliance Aprovao: Mario Celso Cotinho de Souza Dias Presidente 14/11/2016

PRINCPIOS TICOS E REGRAS DE CONDUTA

SENSO CORRETORA DE CMBIO E VALORES MOBILIRIOS S.A Avenida Ataulfo de Paiva, n 135 sala 810 Leblon RJ Cep: 22440-032 - Pabx / Fax.: (21) 2505-5000 Mesa: (21) 2505-5000

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1 APRESENTAO

A integridade, a reputao e a imagem da SENSO CCVM S/A foram construdas ao longo de sua

trajetria, integram o seu histrico e so fruto da dedicao da Diretoria, dos funcionrios e

demais colaboradores e, dependem principalmente da habilidade de escolher o caminho CERTO,

mesmo quando esse caminho no for o mais fcil. Dependem ainda, da integridade pessoal de

todos ns colaboradores, pr-requisito indispensvel s nossas atividades. Tudo o que fazemos

em cada transao ou negcio, em cada mercado em que atuamos e no trato com cada um de

nossos clientes, com nossos fornecedores, com nossos parceiros de negcios, com os rgos

reguladores e fiscalizadores e com as demais instituies financeiras deve ser conduzido em

estrita observncia s nossas polticas e normas internas e respeitados os nossos PRINCPIOS

TICOS E REGRAS DE CONDUTA.

As normas a seguir editadas fornecem diretrizes bsicas e orientaes sobre os princpios ticos e

regras de conduta a serem estritamente seguidos e respeitados por todos os diretores,

funcionrios, agentes autnomos de investimentos e de negcios e demais colaboradores,

independentemente do nvel hierrquico e do tipo de vnculo mantido com a corretora.

Cada um de ns responsvel por nossas aes, e cada um de ns responsvel por conhecer e

acatar as polticas que se aplicam a ns mesmos. O desconhecimento das normas

consubstanciadas no presente cdigo no ser considerado como justificativa para desvios ticos

e de conduta.

Esse cdigo tem como objetivo guiar as decises a serem tomadas e a conduo dos negcios em

uma variedade de circunstncias dirias. No entanto, nenhum cdigo pode antecipar todas as

situaes. Em ltima anlise, a integridade e honestidade pessoal de cada diretor, funcionrio ou

colaborador definir o carter da nossa empresa. Nunca subestime a importncia de sua prpria

conduta tica para a realizao de negcios e a para a consecuo dos objetivos e metas da

SENSO.

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Quaisquer dvidas, esclarecimentos ou aconselhamentos devero ser imediatamente

encaminhados ao departamento de Compliance, Auditoria e Riscos ou Diretoria. Sendo essa a

nica autorizada a dirimir questes relacionadas ao presente Cdigo. Devero ser obrigatria e

igualmente reportadas Diretoria quaisquer atos suspeitos, ilcitos ou que de alguma maneira

viole ou, configure tentativa de violar, as determinaes contidas nesse Cdigo, quer sejam

praticadas dentro ou fora das dependncias da SENSO.

Contamos com o esforo contnuo de todos os membros de nossa equipe, independentemente do

nvel hierrquico ou cargo ocupado, para disseminar a prtica tica e a mais elevada conduta

profissional e moral.

II PRINCPIOS TICOS E REGRAS DE CONDUTA

exercer as atividades com boa f, transparncia, diligncia e lealdade requeridos em relao aos nossos clientes e nas operaes realizadas com o mercado;

desempenhar a funo, as atribuies e responsabilidades de modo a atender os objetivos de investimento do cliente, bem como, atingir qualitativa e quantitativamente os objetivos e metas estabelecidos pela SENSO, respeitadas as normas e determinaes emanadas dos rgos reguladores e fiscalizadores;

cumprir fielmente os contratos firmados por escrito com os clientes, cujas clusulas devero estar prvia e obrigatoriamente escritas e aprovadas por ambos e contemplar:

o a poltica de investimentos a ser adotada; o a descrio detalhada da remunerao cobrada pelos servios prestados; o informaes acerca dos riscos inerentes s modalidades de operaes com valores

mobilirios pretendidas com os recursos d cliente; e o contedo e a periodicidade das informaes a serem prestadas ao cliente;

evitar prticas que possam ferir a relao fiduciria mantida com os clientes e com o mercado;

manter atualizada, em perfeita ordem e disposio dos clientes, toda a documentao, anlises, planilhas e relatrios das operaes realizadas;

prestar os esclarecimentos solicitados pelos clientes, no que concerne as operaes realizadas;

transferir aos clientes quaisquer benefcios ou vantagens que a eles pertena;

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tomar todas as providncias cabveis e necessrias defesa dos interesses dos clientes;

agir com transparncia, franqueza, proficincia e honestidade na gesto de recursos, no trato com os clientes, com o pblico em geral, com os diretores, administradores, funcionrios, colaboradores, parceiros de negcios, prestadores de servio, rgos reguladores e fiscalizadores e demais instituies do mercado;

agir com integridade, excelncia, competncia, dignidade e de maneira tica na realizao das atividades, no trato com os clientes, com o pblico em geral, com os diretores, administradores, funcionrios, colaboradores, parceiros de negcios, prestadores de servio, rgos reguladores e fiscalizadores e demais instituies do mercado;

agir com independncia e objetividade;

disseminar, estimular e valorizar os princpios ticos e as regras de conduta no ambiente de trabalho;

buscar o aprimoramento de suas competncias profissionais e colaborar para o desenvolvimento dos demais funcionrios e colaboradores;

atuar com disciplina, diligncia e foco na maximizao de resultados para os clientes, respeitando-se as normas aplicveis aos mercados onde se atua;

envidar os maiores esforos na preveno e combate aos crimes de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo;

aplicar prticas trabalhistas justas. II. 1 CONDUTA PESSOAL A SENSO avaliada pelo seu desempenho coletivo e pela percepo que os clientes tm de seus colaboradores e gestores, sendo assim, todos ns da SENSO devemos sempre agir de forma a alcanar e manter a CONFIANA e CREDIBILIDADE de nossos clientes, concorrentes do mercado, rgos reguladores, fiscalizadores e da sociedade em que atuamos. II.1.1 - Do Funcionrio e Demais Colaboradores No que concerne a conduta pessoal os funcionrios e colaboradores da SENSO, devem respeitar os mais elevados padres comportamentais esperados de um profissional. Devendo, ainda, estar sempre atentos s suas relaes pessoais e profissionais, com o objetivo de preservar os padres referenciais de imagem da Corretora e, sempre evitar desgastes e prejuzos a sua prpria reputao ou, da instituio.

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A Diretoria espera que seus funcionrios e colaboradores:

Tenham uma conduta de responsabilidade pessoal;

Ajudem outros funcionrios a cultivar os mais elevados princpios ticos e profissionais;

Procurem aconselhamento no que diz respeito s questes ticas por meio da Diretoria ou

do Compliance, quando em dvida;

Respeitem e estejam em conformidade com todas as leis e normas, emanadas dos rgos

reguladores e fiscalizadores, bem como, polticas e diretrizes internas aplicveis sua

funo e aos objetivos e metas estabelecidos pela SENSO;

Evitem situaes que gerem conflitos de interesse ou, que apresentem indcios desse

conflito;

Respeitem sempre a confidencialidade das informaes sobre os negcios da Corretora,

assim como de quaisquer pessoas (fsicas ou jurdicas) ligadas, direta ou indiretamente,

SENSO e a seus clientes.

Este item tambm aplicvel a todos os assessores, estagirios, trainees e demais prestadores de servios que atuem em nome da SENSO, atravs de vnculo empregatcio ou mediante contrato de prestao de servios devidamente firmado. II.1.2 - Do Gestor Adicionalmente s obrigaes do colaborador, os gestores de cada departamento devem monitorar se todos os profissionais sob sua responsabilidade esto agindo conforme os padres ticos estabelecidos neste Cdigo. II.1.3 - Do Compliance o responsvel por monitorar a aderncia a esse Cdigo pelos demais Gestores. Sendo responsvel, ainda, por verificar a necessidade de treinamento quanto s diretrizes constantes do mesmo. II.1.4 Da Auditoria Interna Responsvel pela verificao da aderncia de todos os administradores, funcionrios da SENSO a esse Cdigo. II.1.5 - Da Diretoria

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Diretoria responsvel por reforar a importncia e definir as premissas bsicas contidas neste Cdigo, alm de mant-lo atualizado. Sendo responsvel tambm por tratar das questes relativas a desvios ticos e de conduta, eventualmente observados. II.1.6 - Do Comit de Compliance O Comit de Compliance se rene periodicamente e, dentre outras funes, se responsabiliza por tratar das questes relativas a desvios ticos e de conduta, eventualmente observados. II.2 CONDUTA CORPORATIVA Nossas atividades corporativas devem merecer a confiana de nossos clientes, diretores, funcionrios, demais colaboradores e acionistas. Baseado nisto, esclarecemos abaixo nossos princpios bsicos de conduta corporativa:

A SENSO no promove nem tolera qualquer violao de lei ou regulamento na conduo

de seus negcios ou atividades relacionadas;

coopera integralmente com rgos reguladores, fiscalizadores, auditores internos e

externos;

mantm e incentiva normas e procedimentos designados a salvaguardar a

confidencialidade legtima das informaes pertencentes aos seus clientes,

administradores, funcionrios e demais colaboradores; e

conduz seus negcios observando os princpios da justa e aberta concorrncia.

II.2.1 - RESPONSABILIDADE SOCIAL O conceito de responsabilidade social aplicado gesto dos negcios, se traduz como um compromisso tico voltado para a criao de valores para todos os pblicos com os quais a Corretora se relaciona. De clientes a funcionrios, passando por fornecedores, comunidade, acionistas, Governo e meio-ambiente. Conscientes de nossas responsabilidades no nos limitamos ao universo da SENSO: acreditamos que fazemos parte de uma sociedade, direcionando as nossas aes, principalmente, para atividades que visam o desenvolvimento scio cultural.

Adotamos, assim, uma posio pr-ativa quanto aos problemas sociais, colaborando com projetos sociais e culturais.

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III ADERNCIA S DETERMINAES, NORMAS E OUTRAS DIRETRIZES INTERNAS E EXTERNAS. Existem diversas leis federais, estaduais, municipais e normas regulamentares aplicveis s atividades e operaes da SENSO. Todas tm ampla divulgao tanto no mercado financeiro, quanto internamente, sendo responsabilidade de todos os funcionrios e colaboradores estar atualizado e conduzir suas atividades e funes de acordo com estas. Em caso de dvidas quanto ao cumprimento destas normas, as mesmas devem ser esclarecidas junto Diretoria e ao Compliance da Corretora. As polticas e normas internas editadas pela alta administrao da SENSO devem ser igualmente respeitadas. III. 1 UTILIZAO DE ATIVOS E RECURSOS O uso adequado de ativos, o registro apropriado e a completa documentao de tal uso so prticas essenciais para a solidez financeira e integridade da imagem da SENSO. Sendo assim, essencial que todos os funcionrios e colaboradores observem as normas e diretrizes dispostas na Poltica de Segurana da Informao. III. 2 EQIDADE NO TRATAMENTO E NAS OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS proibida a prtica, direta ou indireta, de ato discriminatrio no treinamento, contratao, definio de promoes de profissionais ou candidatos a profissionais da SENSO. No que se refere ao acima citado, incluem-se como formas de discriminao a manifestao de preconceito relativo :

Cor;

Raa;

Sexo;

Idade;

Religio;

Ideologia poltica;

Preferncia sexual; ou

Portadores de deficincia fsica (ou de qualquer ordem) do profissional ou candidato.

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Incluem-se ainda como atos proibidos:

Assdio sexual; e

Assdio moral.

Em caso de esclarecimentos quanto ao tratamento e oportunidades equnimes, a Diretoria dever ser consultada.

IV CONFIDENCIALIDADE DA INFORMACO

Confidencialidade um princpio fundamental em nosso negcio, particularmente aplicvel a quaisquer informaes no pblicas, sigilosas, no que diz respeito SENSO, aos clientes ou, deles recebidas, s informaes contratuais e at mesmo, de fornecedores para um propsito comercial expresso.

Os acionistas, diretores, funcionrios e colaboradores, mesmo aps ter cessado o vnculo com a SENSO, devem proteger a confidencialidade de quaisquer informaes que no devam ser de domnio pblico, informaes estas que foram obtidas durante o exerccio de suas funes e atividades junto a instituio. Todos ns membros da SENSO, independente do cargo que ocupemos ou, do tipo de vnculo: empregatcio ou prestao de servios, somos responsveis pela guarda de documentos e relatrios relativos s atividades da instituio, devendo, portanto, assegurar que informaes confidenciais no sejam expostas a outros profissionais ou terceiros em trnsito pela empresa ou, em perodo de sua ausncia do local fsico de trabalho. Da mesma forma devero zelar pelo sigilo de suas senhas de acesso aos sistemas informatizados, rede de computadores, Internet e Intranet. Questes envolvendo a SENSO, clientes, contratos, remunerao, polticas de investimento, limites de diversificao, gestes de riscos ou quaisquer outros assuntos similares no devem ser discutidos em locais pblicos, tais como: corredores, elevadores, meios de transporte coletivos, restaurantes entre outros. So consideradas informaes sigilosas:

operaes, estratgias, resultados, ativos, dados e projees da carteira prpria de ativos e investimentos, bem como, os de clientes;

informaes sobre o plano de negcios da SENSO;

informaes sobre a poltica de investimentos, limites de diversificao e gesto de risco das carteiras prprias e de clientes;

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informaes confidenciais sobre acionistas, administradores, funcionrios e colaboradores da Corretora;

informaes confidenciais de clientes, fornecedores, sistemas de gesto, controles internos, riscos e de preveno e combate a lavagem de dinheirV.1 INFORMAES SOBRE A SENSO Devem ser transmitidas apenas e, somente apenas, se vierem a favorecer a um fim legtimo da SENSO e, somente quando aprovadas pela Diretoria. A transmisso destas informaes deve ser feita com o entendimento expresso de que as mesmas so confidenciais e devem ser utilizadas exclusivamente para o objeto restrito para o qual foram recebidas ou concedidas. Salvo instruo legal em contrrio, informao confidencial s pode ser usada para fins profissionais. Sob nenhuma hiptese deve ser utilizada para obteno de quaisquer vantagens pessoais. Adicionalmente, proibida a divulgao desse tipo de informao para terceiros ou profissionais no envolvidos ou autorizados a receb-la. Todos somos responsveis pela guarda de documentos relativos s atividades da SENSO, devendo, portanto, assegurar que informaes confidenciais no sejam expostas a outros profissionais ou a terceiros em trnsito na instituio em perodos de nossa ausncia do local fsico de trabalho. IV.2 INFORMAES SOBRE CLIENTES A SENSO adota normas de proteo para informaes confidenciais dos seus clientes e reconhece como sendo sua obrigao e responsabilidade mant-las em sigilo e segurana. poltica da corretora o fornecimento de informaes sobre clientes a terceiros apenas se legalmente exigidas ou, nos casos enquadrados nas normas internas e externas, relacionadas a indcios de prtica de crimes de lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo, respeitados todas as normas e processos previstos em nossa poltica e manuais relacionados a esse assunto. IV. 3 DIVULGAO DE INFORMAES PARA A MDIA Ningum est autorizado a fazer declaraes ou conceder entrevistas em nome da SENSO. Qualquer veiculao de informaes na mdia somente deve ser feita pela Diretoria da Corretora.

IV. 4 DIVULGAO DE INFORMAES FINANCEIRAS

Toda e qualquer informao financeira que diz respeito SENSO confidencial, a no ser que tenha sido objeto de divulgao atravs de relatrios publicados em jornais ou outros veculos de comunicao.

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Excetua-se ao caso acima, quando este tipo de informao requisitado por rgo regulador, fiscalizador ou mediante a prvia e expressa aprovao da Diretoria. IV. 5 RELATRIOS OFICIAIS A SENSO est sujeita fiscalizao, auditoria ou inspees de rgos reguladores e fiscalizadores. Os relatrios e recomendaes decorrentes desse processo so considerados como estritamente confidenciais e a sua divulgao a terceiros, integral ou parcialmente, terminantemente proibidos ressalvados os casos que tenham sido prvia e expressamente aprovados pela Diretoria ou, requisitados pelos auditores internos, externos ou demais rgos regulados e fiscalizadores de nossa atividade. IV. 6 - DOCUMENTAO OFICIAL

proibido o uso do papel timbrado, da marca registrada e outras documentaes oficiais da SENSO, bem como usar o nome da empresa para quaisquer finalidades pessoais ou profissionais, que no sejam oficiais e de interesse da instituio. IV. 7 INFORMAES ELETRNICAS OU POR TELEFONIA E-mail, faxes, telefones fixos e quaisquer outras modalidades de sistemas de comunicao devem ser utilizados somente para os negcios da SENSO. Informaes de cunho pessoal, divulgadas atravs desses sistemas, no sero consideradas como confidenciais. No podero ser utilizados pagers, notebooks ou outros meios de comunicao semelhantes para fins pessoais nas dependncias da instituio, salvo, se prvia e expressamente, autorizado pela Diretoria. Os acessos a sites que configurem material pornogrfico so terminantemente proibidos. Os sites de relacionamento so bloqueados pelo departamento de TI por deciso da Diretoria. Em relao ao uso de aparelho celular nas dependncias da SENSO, as regras so as seguintes:

Na localizao da mesa de operaes proibido o uso do aparelho celular; e

Nos demais departamentos permitido uso de forma moderada e, desde que no implique em conflito de interesse ou atrapalhe o andamento das atividades dirias normais.

IV. 8 DIREITO DE PROPRIEDADE A SENSO detentora dos direitos de propriedade de quaisquer materiais, produtos ou servios que sejam criados durante a jornada regular de trabalho e/ou que tenham sido produzidos fazendo-se o uso de seus ativos ou recursos.

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Qualquer pessoa que voluntariamente malversar, roubar, ou se apropriar de maneira fraudulenta de qualquer quantia, recurso financeiro ou ativo de valor pertencente SENSO, ficar sujeita as sanes disciplinares, sem prejuzo das medidas judiciais cabveis. IV. 9 INFORMAES PRIVILEGIADAS (Insider Information) Acionistas, diretores, funcionrios e colaboradores da SENSO de posse de informao relevante no-pblica referente a negcios, operaes, situao e investimentos de uma companhia, no devero realizar esses negcios ou operaes nem induzir terceiros a execut-los. Considera-se relevante aquela informao que, caso divulgada, poderia causar impacto no preo do ativo ou na deciso de investimento por parte de potenciais investidores e clientes. Uma informao no divulgada ao mercado financeiro em geral considerada no-pblica. Quando divulgada somente a um grupo de potenciais investidores ou clientes tambm dever ser classificada como privilegiada. Existem leis que probem a negociao, recomendao ou outros tipos de transferncia de propriedade de ativos, direitos, ttulos e valores mobilirios em casos de conhecimento privilegiado de informaes, que no sejam de domnio pblico. Essas leis tambm probem a divulgao dessas informaes a terceiros que possam negoci-los. As conseqncias de utilizao de informaes privilegiadas podem ser gravssimas para a SENSO, para clientes, para os administradores, para os acionistas, funcionrios e demais colaboradores da instituio.

Todos os colaboradores, independente do cargo que ocupem, devero garantir o sigilo de qualquer informao a qual tenham acesso e que ainda no tenha sido divulgada ao mercado em geral. Cabe aos gestores dos departamentos zelarem para que os demais funcionrios e colaboradores cumpram essa norma, respondendo solidariamente na hiptese de descumprimento do dever de sigilo. No permitido o uso ou, a divulgao de informaes privilegiadas por qualquer profissional ligado SENSO, seja em benefcio prprio ou de terceiros, inclusive por agentes autnomos de investimento. As violaes s determinaes relacionadas ao uso e divulgao dessas informaes esto sujeitas s penalidades civis e criminais, multas e priso por parte dos rgos reguladores e fiscalizadores, sem prejuzo das sanes, incluindo demisso, desligamento e medidas judiciais cabveis por parte da SENSO. IV. 10 - FRONT-RUNNING A expresso em ingls front-running pode ser definida como a prtica de utilizao de informao privilegiada para fechar uma negociao antecipadamente.

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Os administradores, funcionrios e colaboradores da SENSO devero envidar os seus maiores esforos no sentido de evitar a ocorrncia dessa prtica.

V SEGURANA DAS INFORMAES Todo software utilizado pela SENSO dever ter senha de acesso que dever ser controlada e monitorada pelo departamento de tecnologia da informao. O administrador da rede ser o nico autorizado a atribuir senhas de acesso para rede de informaes da instituio. As chaves de acesso (login) rede devero obrigatoriamente identificar clara e objetivamente seu detentor, como conhecido na corretora, atravs de seu nome. O controle de acesso rede dever ser atribudo conforme o perfil do usurio. Todos os diretores, funcionrios e colaboradores que tenham acesso aos sistemas de informaes da SENSO so responsveis pelas precaues necessrias ao acesso no autorizado s mesmas. Todos devem zelar pelo sigilo de senhas e outros meios de acesso aos sistemas, documentaes, planilhas, projees e anlises. As senhas so de uso individual e no devem ser divulgadas ou compartilhadas com outras pessoas sob nenhuma hiptese, sendo de inteira responsabilidade do detentor a sua guarda e uso adequado. Em hiptese alguma ser admitida a utilizao de senhas coletivas, genricas, atribudas a um grupo de pessoas ou departamento. Os computadores localizados nas estaes de trabalho devero ser obrigatoriamente bloqueados sempre que os colaboradores se ausentarem do local fsico de trabalho, independentemente do intervalo de tempo. Deve ser evitada a exposio de documentos, planilhas, projees, anlises de operaes, clientes e ativos, de carter confidencial. Esses, quando no estiverem sendo manuseados, devem permanecer arquivados em local seguro, de acesso restrito somente aos usurios autorizados. Todos os funcionrios e colaboradores devem adotar a Poltica de Desk Clean, onde nenhum documento poder ficar sobre a mesa. Todas as chaves de locais de armazenamento devem permanecer sob a posse de, no mnimo, 2 (dois) responsveis. Adicionalmente, cumpre-nos ressaltar que essas chaves devem permanecer em local de acesso restrito a esses colaboradores. Todos os documentos com informaes classificadas como importantes ou sigilosas, quando descartadas, devero ser inutilizadas atravs de mquina de triturao ou dispositivos semelhantes que impossibilitem a obteno de informaes por terceiros no autorizados.

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Dever ser controlado o acesso de terceiros durante o perodo em que estiverem nas dependncias da SENSO. A sala do servidor dever ser de acesso exclusivo s pessoas autorizadas.

VI SEGREGAO DAS FUNES A SENSO tem como uma de suas diretrizes de conduta dos negcios a prtica da segregao de funes. Tal iniciativa visa minimizar os riscos operacionais a que estamos expostos.

VII CONFLITO DE INTERESSES

Todo os diretores, funcionrios e colaboradores devem avaliar, cuidadosamente, quaisquer situaes que possam vir a caracterizar situaes de conflitos de interesse. Conflito de interesse a ao ou participao de forma direta ou indireta de qualquer membro da equipe da SENSO ou, de colaboradores em situaes que:

Influencie ou prejudique a conduo das tarefas profissionais;

Cause prejuzos reputao profissional ou imagem da SENSO ou de seus clientes;

Propicie benefcios prprios e exclusivos s expensas da SENSO ou de seus clientes;

Gere concorrncia com a SENSO ou com seus clientes em quaisquer atividades de

negcios; e

Desvie oportunidades de negcios da SENSO ou de seus clientes.

Devem ser considerados os seguintes fatores para avaliar e evitar situaes que possam caracterizar conflitos de interesse: Percepo A atividade ou transao poder ser percebida como um conflito de interesse ou um conflito em potencial por outros, incluindo acionistas, diretores, funcionrios, colaboradores, clientes, fornecedores, concorrentes, rgos reguladores e fiscalizadores ou o pblico em geral? Se os fatos da atividade ou transao se tornarem pblicos, a SENSO ou o cliente ficariam em situao que pudessem comprometer sua credibilidade ou imagem? Inteno A atividade ou transao que est sendo proposta constitui uma tentativa de influenciar o julgamento da instituio? Impacto A SENSO ou o cliente ficar em situao desvantajosa se tal atividade ou transao proposta se concretizar?

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Objetividade A participao na atividade ou na transao afetar de qualquer forma sua capacidade de iseno, independncia e objetividade com relao a qualquer deciso referente a um cliente, acionista, administradores, funcionrios ou colaborador? Tempo despendido O tempo exigido para a atividade ou transao proposta poder interferir no desempenho eficiente de minhas responsabilidades para com a SENSO ou cliente? Constituem-se ainda como situaes de conflitos de interesse: VII. 1 PRESENTES OU GRATIFICAES vetado solicitar ou aceitar para si prprio ou terceiros qualquer item de valor em troca de negcios com a SENSO, favorecimento pessoal ou fornecimento de informao confidencial. Consideramos como item de valor os abaixo mencionados:

Dinheiro ou outras formas de remunerao;

Ttulos;

Oportunidades de negcios;

Mercadorias e servios;

Entretenimento;

Alimentos; e

Bebidas.

VII. 2 OMISSO OU OCULTAO DE ERROS A conduta esperada pela Diretoria que, em caso de erros ou falhas humanas, estes sejam reconhecidos honestamente e prontamente comunicados ao Gestor e ao Diretor do departamento. Nenhum tipo de erro ou falha dever ser ocultado ou omitido para que sejam evitados problemas maiores para a SENSO e, conseqentemente, para o prprio funcionrio ou colaborador. VII. 3 DAR OU ACATAR ORDENS CONTRRIAS AOS VALORES DA SENSO Dar ou acatar ordens, contrrias aos princpios e valores da SENSO, divulgados neste Cdigo, sero consideradas como falta grave. Qualquer ato ou suspeita de aes no condizentes com este Cdigo devem ser imediatamente reportadas a Diretoria ou ao Compliance para que sejam tomadas as providncias cabveis.

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SENSO CORRETORA DE CMBIO E VALORES MOBILIRIOS S.A Avenida Ataulfo de Paiva, n 135 sala 810 Leblon RJ Cep: 22440-032 - Pabx / Fax.: (21) 2505-5000 Mesa: (21) 2505-5000

Site: www.sensocorretora.com.br Ouvidoria: 0800-7222284

importante ressaltar que quaisquer denncias sero mantidas em sigilo junto Diretoria para a efetiva apurao dos fatos. Devem ser observadas ainda, as seguintes situaes: Atividades Externas Ao procurar um emprego adicional, participar de um empreendimento de risco independente, constituir negcio prprio ou prestar servios para outra organizao, o funcionrio ou colaborador deve comunicar tais atividades (ou a inteno) ao seu Gestor para a devida aprovao. Com isso, objetiva-se evitar potenciais conflitos de interesse. Adicionalmente, o funcionrio ou colaborador no deve procurar tais atividades durante a sua jornada regular de trabalho ou permitir que quaisquer atividades externas comerciais, cvicas ou filantrpicas interfiram em seu desempenho profissional. Atividades Filantrpicas ou Comunitrias Embora o funcionrio seja incentivado pela Diretoria a participar de atividades filantrpicas ou comunitrias, devido s exigncias de tempo e potenciais conflitos de interesse, o Gestor deve ser comunicado antes de se participar de qualquer conselho de uma organizao sem fins lucrativos. Aconselhamento a Clientes proibido prestar aconselhamento legal, fiscal ou de investimentos a clientes, exceto quando as obrigaes profissionais especificamente autorizarem tal prtica. Recomendao de Servios Profissionais Eventualmente, clientes ou outras entidades podem solicitar auxlio para encontrar profissionais qualificados, sejam pessoas fsicas ou jurdicas. Sob nenhuma hiptese deve-se fazer recomendaes que visem obteno de benefcios pessoais ou profissionais.

VIII QUESTES COMPORTAMENTAIS E PADRONIZAES Em uma instituio tradicional como a SENSO, uma das principais preocupaes diz respeito sua prpria imagem, bem como a de todos os seus profissionais. Sendo assim, transcrevemos algumas diretrizes bsicas, habituais e obrigatrias, tanto de comportamento quanto de determinados padres que devem ser respeitados. VIII. 1 SAUDAES E TRANSFERNCIAS TELEFNICAS VIII.1.1 Ligaes Externas Ao receber quaisquer ligaes externas, todos devem seguir, obrigatoriamente, a forma de atendimento abaixo:

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Mencionar SENSO CORRETORA.

E logo aps identificar-se. Entende-se por ligaes externas aquelas de pessoas que no faam parte do quadro da SENSO. VIII.1.2 Ligaes Transferidas Quanto s ligaes transferidas ou internas, permitida a informalidade no atendimento, porm, no sero tolerados tratamentos hostis ou desrespeitosos. Estes tipos de atitude sero observados e o Compliance deve ser imediatamente comunicado no caso de ocorrncias. Cabe-nos ressaltar que as transferncias de ligaes devem ser efetuadas da seguinte forma: obrigatrio que, ao transferir a ligao, se identifique ao receptor quem (cliente ou no) est aguardando o atendimento da chamada. Com isso, objetivamos evitar situaes vexatrias ou desconfortveis com terceiros. VIII. 2 BEBIDAS ALCOLICAS, TABAGISMO E SUBSTNCIAS TXICAS So considerados como atos proibidos:

Consumo de bebidas alcolicas antes ou durante a jornada regular de trabalho (inclusive

no intervalo de almoo); e/ou

Prtica do tabagismo ou consumo de substncias txicas nas dependncias da SENSO. VIII. 3 DRESS CODE A expresso em ingls dress code significa os requisitos mnimos e aceitveis de vesturio (roupas e acessrios) que todos devem seguir para que seja preservada a imagem de uma empresa. Os preceitos abaixo devem ser sempre respeitados: proibido o uso de vesturio do tipo:

Jeans* com camiseta de malha;

Roupas rasgadas ou com aspectos que no sejam condizentes ao nvel e perfil da

Corretora;

Tnis*;

Bermuda ( tanto masculina, quanto a feminina ); e

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Entre outros tipos de vesturio considerados imprprios pela Diretoria e que sejam

indecorosos e possam atentar contra o pudor.

* O uso do jeans com camiseta de malha e tnis, s permitido as sextas-feiras e vsperas de feriados. * O uso do jeans de segunda a quinta-feira, s permitido com camisa de algodo com botes. * Est liberada a utilizao de vesturio estilo social e esporte fino em qualquer dia. A Diretoria espera bom senso de seus funcionrios no que se refere ao modo de se vestir. O departamento de compliance e o responsvel pelo monitoramento quanto aderncia ao dress code. VIII. 4 PLANTO NOS DEPARTAMENTOS obrigatria a permanncia de, ao menos, 01 (um) profissional em cada departamento da SENSO em todo o perodo regular de trabalho, inclusive, no horrio de almoo. Seguem abaixo transcritas as nicas hipteses em que a ausncia total de pessoal no departamento ser considerada aceitvel:

Departamentos com apenas 1 (um) profissional que tenha jornada regular de trabalho (8

(oito) horas dirias);

Em caso de reunies que envolvam todo o departamento; e

Com a devida cincia do Diretor responsvel.

VIII. 5 REGRAS DE MARKETING Conforme mencionado no incio deste captulo, de extrema importncia que todo funcionrio zele pela imagem da empresa e siga determinadas instrues referentes divulgao de quaisquer materiais que envolvam a marca ou nome da SENSO. Sendo assim, algumas regras bsicas devem ser respeitadas, tais como:

Todos os materiais publicados em meio impresso ou eletrnico devem, obrigatoriamente,

ser autorizados e validados pela Diretoria;

Todo e qualquer material que cite a marca SENSO deve respeitar as diretrizes definidas

pela Diretoria e respeitar esse Cdigo;

obrigatria a aprovao pela Diretoria de quaisquer tipos de propagandas, promoes, parcerias, patrocnios, etc.

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O Compliance responsvel por garantir a aderncia a essas regras e, reportar, imediatamente, quaisquer desvios detectados Diretoria. IX PREVENO E COMBATE LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO

A Lei 12.683/12 dispe sobre: a - crimes de "lavagem" ou ocultao de bens, direitos e valores; b - a preveno da utilizao do sistema financeiro para os ilcitos previstos na Lei; c - cria o COAF e d outras providncias. Existem ainda outras normas que disciplinam o assunto. E para o fiel cumprimento das disposies que tratam os crimes de "lavagem" ou ocultao de bens, direitos e valores, a SENSO adota as seguintes prticas:

Treinamento - visando a capacitao, obrigatria a realizao do curso sobre preveno lavagem de dinheiro a todos os colaboradores, sendo a reciclagem anual;

Monitoramento de transaes suspeitas - objetivando identificar e acompanhar as movimentaes suspeitas de clientes, todas as operaes so monitoradas pelo sistema E-guardian, mediante anlise pelo Compliance diariamente e mensalmente pelo CPLD - Comit de Preveno Lavagem de Dinheiro.

A transferncia de recursos de e para a conta da SENSO ser feita por TED ou DOC. Lembramos que essas transferncias de e para devem ser realizadas sempre de uma conta de mesma titularidade. Assim, cabe aos colaboradores tomarem esta restrio para si bem como orientar seus respectivos clientes quanto a forma de liquidao financeira, atendendo assim plenamente as exigncias dos rgos fiscalizadores. Caso haja identificao de quaisquer transaes suspeitas, responsabilidade do colaborador reportar a rea de PLD/CFT, a qual est sob responsabilidade da Diretoria de Controles Internos dentro do Comit de PCLD. A SENSO coopera plenamente, de acordo com as leis aplicveis, com os esforos dos rgos governamentais competentes para detectar, prevenir e combater o crime de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. A SENSO no realiza conscientemente negcios com clientes existentes ou prospectivos cuja origem dos recursos seja suspeito de ser proveniente de, ou usado para, atividades criminosas ou terroristas. Se a instituio tiver conhecimento de fatos que levem a uma suposio razovel de que algum cliente esteja envolvido em tais atividades, ou de que as transaes de algum cliente sejam, elas prprias, criminosas em suas respectivas finalidades, tomar as devidas providncias, de acordo com a lei. Tais providncias podero incluir, at mesmo, o cancelamento de transaes comerciais com tal cliente, o fechamento ou congelamento das contas do mesmo e o envio de relatrios s autoridades governamentais competentes. Todos os funcionrios e colaboradores devero envidar seus melhores esforos para determinar a verdadeira identidade de todos os clientes que solicitarem os produtos e servios da SENSO, para

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ajudar a evitar que os sistemas financeiro e comercial sejam usados como canais para financiar atividades ilegais. No podero ser conduzidas transaes comerciais com clientes que deixarem de fornecer comprovaes adequadas das respectivas identidades ou que tentarem enganar os rgos regulamentares com o fornecimento de informaes incompletas, adulteradas ou enganosas. de vital importncia que todos os colaboradores compreendam plenamente essas aes, que podem constituir infrao s leis aplicveis contra lavagem de dinheiro, e relatem imediatamente qualquer irregularidade potencial a Diretoria ou ao Compliance. IX.1 - Polticas e Diretrizes Suplementares Conforme anteriormente indicado, os funcionrios e colaboradores esto sujeitos ao cumprimento de polticas e diretrizes suplementares a este Cdigo, dependendo de sua funo, departamento ou responsabilidade. Periodicamente, o Compliance poder publicar normas internas contendo polticas adicionais, julgadas necessrias ou apropriadas. Essas polticas e normas sero largamente divulgadas internamente, atravs do canal de comunicao da SENSO, seu site na rede mundial de computadores. IX.2 - Pessoas vinculadas Os conceitos e classificaes de Pessoas Vinculadas encontram-se no documento oficial da SENSO, denominado Regras e Parmetros de Atuao e disponvel no site da SENSO, o qual o colaborador declara formalmente que tomou conhecimento do seu inteiro teor. IX.3 - Poltica de Recebimento de Brindes Evite o recebimento de brindes, presentes, gratificaes, servios pessoais e quaisquer outras cortesias obtidas de clientes, fornecedores e/ou prestadores de servios com valor comercial que exceda R$ 300,00 (trezentos reais), caso ocorra o superior imediato deve ser comunicado em conjunto com o Compliance Officer. IX.4 - Diretrizes de Conduta tica ao Administrador de Carteira de Valores Mobilirios A administrao de carteiras de valores mobilirios o exerccio profissional de atividades relacionadas, direta ou indiretamente, ao funcionamento, manuteno e gesto de uma carteira de valores mobilirios, incluindo a aplicao de recursos financeiros no mercado de valores mobilirios por conta do investidor. Os profissionais que atuam como administrador de carteira de valores mobilirios devem exercer suas atividades com boa f, transparncia, diligncia e lealdade em relao aos seus Clientes, desempenhando suas atribuies de modo a buscar atender aos objetivos de investimento de seus Clientes e a evitar prticas que possam ferir a relao fiduciria mantida com seus Clientes. O administrador de carteira de valores mobilirios deve cumprir fielmente o regulamento da BM&FBovespa e o Estatuto dos Clubes de Investimentos ou o contrato previamente firmado por

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escrito com o Cliente referente as Carteiras Administradas, que contempla, entre outras: i) a poltica de investimento a ser adotada, ii) a descrio da remunerao cobrada pelos servios, iii) os riscos inerentes s operaes que pretenda realizar com os recursos dos Clientes, iv) o contedo e a periodicidade das informaes a serem prestadas aos Clientes, e v) informaes sobre outras atividades que o administrador exera no mercado. O administrador de carteira de valores mobilirios deve, ainda: a) Zelar, em qualquer circunstncia, pela defesa dos direitos e interesses do Cliente b) Manter atualizada, em perfeita ordem e disposio do cliente, na forma e prazos estabelecidos em suas regras internas e na regulao, toda a documentao relativa s operaes com valores mobilirios integrantes das carteiras administradas nas quais o Cliente seja investidor. c) Contratar servio de custdia ou certificar que sejam mantidos em custdia, em entidade devidamente autorizada para tal servio, os ativos financeiros integrantes das carteiras sob sua administrao, tomando todas as providncias teis ou necessrias defesa dos interesses dos seus Clientes. d) Transferir carteira qualquer benefcio ou vantagem que possa alcanar em decorrncia de sua condio de administrador de carteiras de valores mobilirios, observada a exceo prevista na norma especfica de fundos de investimento e estabelecer contratualmente as informaes que sero prestadas ao Cliente, pertinentes poltica de investimento e aos valores mobilirios integrantes da carteira administrada. e) Informar CVM sempre que verifique, no exerccio das suas atribuies, a ocorrncia ou indcios de violao da legislao que incumbe CVM fiscalizar, no prazo mximo de 10 (dez) dias teis da ocorrncia ou identificao. f) Estar ciente e cumprir as condies estabelecidas na poltica relacionada compra e venda de valores mobilirios por parte dos administradores, empregados, colaboradores, scios controladores e pela prpria empresa. g) No atuar como contraparte, direta ou indiretamente, em negcios com carteiras que administre, exceto quando houver autorizao, prvia e por escrito, do Cliente, ou quando, embora formalmente contratado, no detenha, comprovadamente, poder discricionrio sobre a carteira e no tenha conhecimento prvio da operao. A proibio no se aplica quando realizada por meio de clubes de investimento e devidamente identificado no estatuto do clube. h) No modificar as caractersticas bsicas dos servios que presta sem a prvia formalizao adequada nos termos previstos no contrato e na regulao e fazer propaganda garantindo nveis de rentabilidade, com base em desempenho histrico da carteira ou de valores mobilirios e ndices do mercado de valores mobilirios e fazer quaisquer promessas quanto a retornos futuros da carteira.

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i) No contrair ou efetuar emprstimos em nome dos seus Clientes, salvo os ativos das carteiras de valores mobilirios para prestao de garantias de operaes das prprias carteiras, bem como emprestar e tomar ttulos e valores mobilirios em emprstimo, desde que tais operaes de emprstimo sejam cursadas exclusivamente por meio de servio autorizado pelo Banco Central do Brasil ou pela CVM; ou se o ativo for negociado no exterior, por meio de servio autorizado a operar com o emprstimo de ttulos e valores mobilirios em seu pas. j) No prestar fiana, aval, aceite ou coobrigar-se sob qualquer outra forma em relao aos ativos administrados e negociar com os valores mobilirios das carteiras que administre com a finalidade de gerar receitas de corretagem ou de rebate para si ou para terceiros.

X PENALIDADES A inobservncia dos termos deste Cdigo ou, a outras normas e polticas da SENSO poder ensejar a aplicao de penalidades ao funcionrio ou colaborador desde que comprovada a conduta indesejvel e contrria aos interesses da instituio, respeitando-se o amplo direito de defesa. As penalidades ou medidas judiciais cabveis sero decidas pela alta administrao em conjunto com os seus assessores jurdicos. X. 1 APURAO PRVIA Para aplicao de quaisquer das penalidades ou medidas, a SENSO atravs do Departamento de Auditoria Interna, compromete-se a apurar detalhadamente a procedncia e veracidade da eventual falta cometida pelo funcionrio ou por outros colaboradores. X. 2 COMUNICAO AO FUNCIONRIO OU DEMAIS COLABORADORES Considerando a dificuldade de se provar uma penalidade verbal, todas as penalidades sero efetuadas por escrito. A comunicao ser acompanhada de breve exposio dos fatos que geraram a punio, a fim de que o funcionrio ou demais colaboradores saibam por que esto sendo punidos e possam corrigir o seu procedimento ou conduta imediatamente.

O funcionrio ou demais colaboradores devero, ainda, atestar o recebimento da comunicao da penalidade por escrito.

X. 3 MOMENTO DA APLICAO DA PENALIDADE A SENSO sempre observar o seguinte princpio: aplicar a penalidade logo aps a apurao e comprovao da falta cometida.

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XI CONSIDERAES FINAIS

Em casos de dvidas ou esclarecimentos sobre o contedo deste Cdigo ou sobre a aplicao do mesmo em relao a algum assunto especfico, favor entrar em contato com o Compliance ou com a Diretoria.