Prova Escrita Objetiva Nível Superior Técnico ... fileOs gabaritos preliminares das...

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  • Defensoria Pblica do Estado do Rio de Janeiro

    Concurso Pblico 2014

    Prova Escrita Objetiva Nvel Superior Tcnico Especializado

    ADMINISTRAO TIPO 1 BRANCA

    Informaes Gerais

    1. Voc receber do fiscal de sala:

    a) uma folha de respostas destinada marcao das respostas das questes objetivas;

    b) esse caderno de prova contendo 80 (oitenta) questes objetivas, cada qual com cinco alternativas de respostas (A, B, C, D e E).

    2. Verifique se seu caderno est completo, sem repetio de questes ou falhas. Caso contrrio, notifique imediatamente o fiscal de sala para que sejam tomadas as devidas providncias.

    3. As questes objetivas so identificadas pelo nmero situado acima do seu enunciado.

    4. Ao receber as folhas de respostas da prova objetiva, voc deve:

    a) conferir seus dados pessoais, em especial seu nome, nmero de inscrio e o nmero do documento de identidade;

    b) ler atentamente as instrues para o preenchimento da folha de respostas;

    c) marcar nas folhas de respostas da prova objetiva o campo relativo confirmao do tipo/cor de prova, conforme o caderno que voc recebeu;

    d) assinar seu nome, apenas nos espaos reservados, com caneta esferogrfica de tinta azul ou preta.

    5. Durante a aplicao da prova no ser permitido:

    a) qualquer tipo de comunicao entre os candidatos;

    b) levantar da cadeira sem a devida autorizao do fiscal de sala;

    c) portar aparelhos eletrnicos, tais como bipe, telefone celular, agenda eletrnica, notebook, palmtop, receptor, gravador, mquina de calcular, mquina fotogrfica digital, controle de alarme de carro etc., bem como relgio de qualquer modelo, culos escuros ou quaisquer acessrios de chapelaria, tais como chapu, bon, gorro etc. e, ainda, lpis, lapiseira (grafite), corretor lquido e/ou borracha. Tal infrao poder acarretar a eliminao sumria do candidato.

    6. O preenchimento das respostas da prova objetiva, de inteira responsabilidade do candidato, dever ser feito com caneta esferogrfica de tinta indelvel de cor preta ou azul. No ser permitida a troca da folha de respostas por erro do candidato.

    7. O tempo disponvel para a realizao da prova de 4 (quatro) horas, j includo o tempo para a marcao da folha de respostas da prova objetiva.

    8. Reserve tempo suficiente para o preenchimento de suas respostas. Para fins de avaliao, sero levadas em considerao apenas as marcaes realizadas nas folhas de respostas da prova objetiva, no sendo permitido anotar informaes relativas s suas respostas em qualquer outro meio que no seja o prprio caderno de provas.

    9. Somente aps decorridas duas horas do incio da prova voc poder retirar-se da sala de prova, contudo sem levar o caderno de provas.

    10. Somente no decorrer dos ltimos sessenta minutos do perodo da prova, voc poder retirar-se da sala levando o caderno de provas.

    11. Ao terminar a prova, entregue a folha de respostas ao fiscal da sala e deixe o local de prova. Caso voc se negue a entregar, ser eliminado do concurso.

    12. A FGV realizar a coleta da impresso digital dos candidatos na folha de respostas.

    13. Os candidatos podero ser submetidos a sistema de deteco de metais quando do ingresso e da sada de sanitrios durante a realizao das provas. Ao sair da sala, ao trmino da prova, o candidato no poder usar o sanitrio.

    14. Os gabaritos preliminares das provas objetivas sero divulgados no dia 08/04/2014, no endereo eletrnico www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/dpge/rj.

    15. O prazo para interposio de recursos contra os gabaritos preliminares ser das 0h00min do dia 09/04/2014 at as 23h59min do dia 10/04/2014, observado o horrio oficial, no endereo www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/dpge/rj, por meio do Sistema Eletrnico de Interposio de Recurso.

  • Concurso Pblico para a Defensoria do Estado do Rio de Janeiro 2014 FGV - Projetos

    Tcnico Superior Especializado em Administrao Tipo 1 Cor Branca Pgina 3

    LNGUA PORTUGUESA

    XPIS

    No foram os americanos que inventaram o shopping center.

    Seus antecedentes diretos so as galerias de comrcio de Leeds,

    na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava,

    encantado, o Walter Benjamin. Ou, se voc quiser ir mais longe,

    os bazares do Oriente. Mas foram os americanos que

    aperfeioaram a ideia de cidades fechadas e controladas, prova

    de poluio, pedintes, automveis, variaes climticas e todos

    os outros inconvenientes da rua. Cidades s de caladas, onde

    nunca chove, neva ou venta, dedicadas exclusivamente s

    compras e ao lazer enfim, pequenos (ou enormes) templos de

    consumo e conforto. Os xpis so civilizaes parte, cuja

    existncia e o sucesso dependem, acima de tudo, de no serem

    invadidas pelos males da rua.

    Dentro dos xpis voc pode lamentar a padronizao de lojas

    e grifes, que so as mesmas em todos, e a sensao de estar num

    ambiente artificial, longe do mundo real, mas no pode deixar de

    reconhecer que, se a americanizao do planeta teve seu lado

    bom, foi a criao desses bazares modernos, estes centros de

    convenincia com que o Primeiro Mundo ou pelo menos uma

    iluso de Primeiro Mundo se espraia pelo mundo todo. Os xpis

    no so exclusivos, qualquer um pode entrar num xpi nem que

    seja s para fugir do calor ou flanar entre as suas vitrines, mas a

    apreenso causada por essas manifestaes de massa nas suas

    caladas protegidas, os rolezinhos, soa como privilgio

    ameaado. De um jeito ou de outro, a invaso planejada de xpis

    tem algo de dessacralizao. a rua se infiltrando no falso

    Primeiro Mundo. A perigosa rua, que vai acabar estragando a

    iluso.

    As invases podem ser passageiras ou podem descambar

    para violncia e saques. Voc pode considerar que elas so

    contra tudo que os templos de consumo representam ou pode

    v-las como o ataque de outra civilizao parte, a da irmandade

    da internet, civilizao dos xpis. No caso seria o choque de

    duas potncias parecidas, na medida em que as duas pertencem

    a um primeiro mundo de mentira que no tem muito a ver com a

    nossa realidade. O difcil seria escolher para qual das duas torcer.

    Eu ficaria com a mentira dos xpis. (Verssimo, O Globo, 26-01-2014.)

    QUESTO 1 No foram os americanos que inventaram o shopping center. Essa frase inicial do texto

    (A) mostra uma preocupao com a origem do termo shopping center.

    (B) recebe um desmentido na progresso textual.

    (C) tem explicao nas frases seguintes.

    (D) anuncia o tema central do texto.

    (E) antecipa algo cuja discusso ser feita no ltimo pargrafo.

    QUESTO 2 No foram os americanos que inventaram o shopping center. A forma de reescrever-se essa frase do texto que corresponde estrutura significativa da frase original

    (A) Os americanos no foram os que inventaram o shopping center.

    (B) Os americanos no foram os inventores do shopping center.

    (C) O shopping center no tinha sido inventado pelos americanos.

    (D) No foram os americanos quem inventaram o shopping center.

    (E) O shopping center, quem o inventou no foram os americanos.

    QUESTO 3 Seus antecedentes diretos so as galerias de comrcio de Leeds, na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava, encantado, o Walter Benjamin. Ou, se voc quiser ir mais longe, os bazares do Oriente.

    Esse segmento do primeiro pargrafo mostra que o autor do texto

    (A) pretende dar uma informao precisa aos leitores.

    (B) tenta mostrar, em sequncia cronolgica, os antecedentes do shopping.

    (C) valoriza os shoppings, ao relacion-los a intelectuais de peso.

    (D) situa a criao do shopping na Europa e na sia, simultaneamente.

    (E) procura falar, de forma pouco cientfica, sobre a origem do shopping.

    QUESTO 4 Seus antecedentes diretos so as galerias de comrcio de Leeds, (1) na Inglaterra, e as passagens de Paris pelas quais flanava,(2) encantado, o Walter Benjamin. Ou, (3) se voc quiser ir mais longe, os bazares do Oriente.

    Nesse segmento do texto h trs ocorrncias de uso da vrgula devidamente numeradas; a afirmativa correta sobre o seu emprego

    (A) as ocorrncias se justificam por trs razes diferentes.

    (B) as duas primeiras ocorrncias se justificam pelo mesmo motivo.

    (C) as trs ocorrncias se justificam pela mesma regra de pontuao.

    (D) as ocorrncias (1) e (3) se justificam pelo mesmo princpio.

    (E) as ocorrncias (2) e (3) se justificam pelo mesmo motivo.

    QUESTO 5 se voc quiser ir mais longe; a nica forma dessa frase que NO apresenta um equivalente semntico corretamente expresso

    (A) caso voc queira ir mais longe.

    (B) na hiptese de voc querer ir mais longe.

    (C) no caso de voc querer ir mais longe.

    (D) desde que voc queira ir mais longe.

    (E) conquanto voc queira ir mais longe.

    QUESTO 6 Na frase se voc quiser ir mais longe, a forma verbal empregada tem sua forma corretamente conjugada. A frase abaixo em que a forma verbal est ERRADA

    (A) se voc se opuser a esse desejo.

    (B) se voc requerer este documento.

    (C) se voc ver esse quadro.

    (D) se voc provier da China.

    (E) se voc se entretiver com o jogo.

  • Concurso Pblico para a Defensoria do Estado do Rio de Janeiro 2014 FGV - Projetos

    Tcnico Superior Especializado em Administrao Tipo 1 Cor Branca Pgina 4

    QUESTO 7 A frase abaixo em que a palavra sublinhada apresenta dupla possibilidade de sentido

    (A) ...e as passagens de Paris pelas quais flanava...

    (B) se voc quiser ir mais longe,...

    (C) foram os americanos que aperfeioaram a ideia de cidades fechadas.

    (D) Cidades s de caladas...

    (E) dedicadas s compras e ao lazer.