Provas Objetivas e de Tradução de Texto

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  • UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015

    Leia estas instrues:

    1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa esto corretos e, em

    seguida, assine no espao reservado para isso.

    2 Este Caderno contm, respectivamente, uma prova de Traduo de Texto e

    cinquenta questes de mltipla escolha de Conhecimentos Especficos.

    4 Na Prova de Traduo de Texto e, voc ser avaliado exclusivamente por aquilo

    que escrever dentro do espao destinado ao Texto definitivo.

    5 Escreva de modo legvel. Dvida gerada por grafia ou rasura implicar reduo de

    pontos.

    6 Cada questo apresenta quatro opes de resposta, das quais apenas uma

    correta.

    7 Interpretar as questes faz parte da avaliao; portanto, no adianta pedir

    esclarecimentos aos Fiscais.

    8 Utilize o espao destinado para rascunhos e no destaque nenhuma folha.

    9 Os rascunhos e as marcaes feitas neste Caderno no sero considerados para

    efeito de avaliao.

    10 Use exclusivamente caneta esferogrfica, confeccionada em material transparente,

    de tinta preta ou azul.

    11 Voc dispe de, no mximo, quatro horas para produzir em carter definitivo o

    texto, responder s questes de mltipla escolha e preencher a Folha de Respostas.

    12 O preenchimento da Folha de Respostas de sua inteira responsabilidade.

    13 Antes de retirar-se definitivamente da sala, devolva ao Fiscal este Caderno e a Folha

    de Respostas.

    Assinatura do Candidato : ______________________________________________________

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    Prova de Traduo de Texto

    Reproduza, em PORTUGUS, o texto exposto, contemplando cada pargrafo de forma coesa

    e coerente. Seu texto dever apresentar clareza e estar bem articulado tanto em termos estruturais

    quanto de sentido. NO ser permitido o uso de qualquer dicionrio. (Item 8.6 do Edital).

    Effects of orthognathic surgery on pharyngeal airway and respiratory function

    during sleep in patients with mandibular prognathism

    Abstract.

    The aim of this study was to determine changes in overnight respiratory function and

    craniofacial and pharyngeal airway morphology following orthognathic surgery. The

    subjects were 40 patients in whom mandibular prognathism was corrected by

    orthognathic surgery: a one-jaw operation in 22 patients and a two-jaw operation in 18

    patients. Morphological changes were studied using cone beam computed tomography

    immediately before surgery and at more than 6 months after surgery, and the apnoea

    hypopnoea index (AHI) was measured with a portable polysomnography system.

    Pharyngeal airway volume was decreased significantly after surgery, especially in the

    one-jaw operation group. AHI was not changed significantly after surgery in either

    group, although AHI in one patient in the one-jaw operation group was increased to 19

    events/h. There was no significant change in pharyngeal airway morphology in that

    patient, but he was obesity class 1 and was 54 years old. In conclusion, some patients

    who are obese, have a large amount of mandibular setback, and/or are of relatively

    advanced age may develop sleep-disordered breathing after mandibular setback; a

    two-jaw operation should therefore be considered in skeletal class III patients who

    have suchrisks because it decreases the amount of pharyngeal airway space

    reduction caused by mandibular setback surgery.

    T. Uesugi, T. Kobayashi, D. Hasebe, R. Tanaka, M. Ike, C. Saito.

    Int. J. Oral Maxillofac. Surg. 2014; 43: 10821090.

    2014 International Association of Oral and Maxillofacial Surgeons.

    Published by Elsevier Ltd. All rights reserved.

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    ESPAO DESTINADO AO TEXTO DEFINITIVO

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    FIM DO ESPAO DESTINADO AO TEXTO

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    Conhecimentos Especficos 01 a 50

    01. O acesso cirrgico retromandibular muito utilizado para reduzir e estabilizar fraturas do

    cndilo mandibular. Se a tcnica no for adequadamente respeitada, pode -se evoluir para

    complicaes, tais como as leses no nervo facial, as infeces, a fstula salivar, a sndrome

    de Frey e os seromas que esto entre as principais. A sialocele tambm uma das

    complicaes desse acesso cirrgico e tem como uma das principais etiologias a

    A) leso do parnquima da glndula sublingual.

    B) leso do ducto da Wharton.

    C) leso do parnquima da glndula sub-mandibular.

    D) leso do parnquima da glndula partida.

    02. Os desarranjos internos da ATM so um problema de sade significante, tanto pelo impacto

    que causam nos indivduos que os tm, quanto pela sua incidncia, por volta de 28% da

    populao, em algum estgio da vida. Infelizmente, a posio do disco no pode ser

    seguramente detectada, somente pelo exame fsico. Alguns meios de diagnsticos so

    utilizados para tal finalidade, como a ressonncia magntica (RM). A RM nos permite

    visualizar o deslocamento anterior do disco articular, entretanto preciso entender os

    conceitos para uma correta interpretao. Em um exame de RM,

    A) os tecidos com pouca gua manifestam-se claros (hipersinal) e os com maior quantidade de gua, escuros (hipossinal).

    B) os tecidos com pouca gua manifestam-se escuros (hipossinal) e os com maior quantidade de gua, claros (hipersinal).

    C) os tecidos com pouca gua manifestam-se escuros (hipersinal) e os com maior quantidade de gua, claros (hipossinal).

    D) os tecidos com pouca gua manifestam-se claros (hipossinal) e os com maior quantidade de gua, escuros (hipersinal).

    03. Considere a seguinte descrio: A neoplasia odontognica benigna infiltrativa e pode

    recorrer aps tratamento. A exciso cirrgica o tratamento de escolha, mas fatores como a

    consistncia amolecida e gelatinosa bem como a ausncia de cpsula podem contribuir para

    a recidiva da leso, exigindo, muitas vezes, tratamentos mais radicais.

    A descrio refere-se leso do tipo

    A) ameloblastoma.

    B) mixoma odontognico.

    C) tumor odontognico adenomatoide.

    D) tumor odontognico de clulas claras.

  • 6 UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh

    04. Para a realizao da prescrio medicamentosa, faz-se necessria a seleo adequada do

    tipo de receita para cada formulao farmacutica. Considere as seguintes medicaes:

    I Fosfato de codena 7,5 mg + 500 mg de paracetamol, com intervalo de 6/6 horas ,

    por via oral (comprimido).

    II Nimesulida 100 mg, com intervalo de 12/12 horas, por via oral (comprimido).

    III Maleato de midazolam 15 mg, tomar 40 minutos antes da cirurgia , por via oral

    (comprimido).

    IV Fosfato de codena 30 mg + 500 mg de Paracetamol, com intervalo de 6/6 horas ,

    por via oral (comprimido).

    Analisando o quadro, a sequncia que relaciona corretamente a medicao prescrita

    classificao da receita :

    A) I - receita de controle especial, em 2 vias; II - receita comum; III receita do tipo B (azul); IV - receita de controle especial em 2 vias.

    B) I - receita comum; II - receita comum; III receita do tipo B (azul); IV - receita de controle especial em, 2 vias.

    C) I - receita comum; II - receita comum; III e IV - receita de controle especial, em 2 vias.

    D) I - receita comum; II - receita comum; III e IV receita do tipo B (azul).

    05. Em uma emergncia hipertensiva (PA acima de 220/140 mmHg), maior o risco de

    desenvolvimento do acidente vascular enceflico, do infarto agudo do miocrdio, da epstaxe

    nasal e da hemorragia ps-operatria, entre outras disfunes. A melhor conduta que o

    cirurgio-dentista deve adotar diante de um paciente com esse quadro, no consultrio :

    A) suspenso do atendimento odontolgico, uso de captopril por via oral , ainda no consultrio odontolgico e, aps efeito do medicamento, encaminhar ao pronto socorro para manejo mdico se necessrio.

    B) suspenso do atendimento odontolgico, uso de nifedipina , por via sublingual, ainda no consultrio odontolgico e, aps efei to do medicamento, encaminhar ao pronto socorro para manejo mdico, se necessrio.

    C) suspenso do atendimento odontolgico, encaminhamento do paciente para repouso , em sua casa e, se necessrio, este deve procurar um pronto socorro para manejo mdico.

    D) suspenso do atendimento odontolgico e encaminhamento ao pronto socorro para o manejo teraputico por uma equipe mdica, com medidas de suporte, em ambiente hospitalar.

    06. A sedao em Odontologia um procedimento que visa a otimizar os atendimentos clnico e

    cirrgico. Diferentes nveis de sedao foram definidos , atualmente, pelas novas diretrizes

    adotadas pela Associao Dentria Americana. A sedao que se caracteriza por um estado

    deprimido de conscincia, alcanado pela induo de frmacos, dura nte a qual os pacientes

    respondem intencionalmente aos comandos verbais, seja por conta prpria ou acompanhado

    por leve estmulo ttil, no sendo necessria nenhuma interveno para manter as vias

    areas permeveis, com ventilao espontnea e funo cardiovascular mantida chamada

    de

    A) sedao profunda.

    B) sedao mnima ou ansilise.

    C) sedao consciente ou moderada.

    D) anestesia geral.

  • UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh 7

    07. Embora existam poucas contraindicaes administrao de vasoconstritores , nas

    concentraes em que so encontrados nos anestsicos locais odontolgicos, para alguns

    pacientes, os benefcios e os riscos da utilizao devem ser considerados. Pacientes ASA III

    e IV, com risco cardiovascular mais significativo, apresentam restrio ao uso da epinefrina.

    Nesses casos, se houver a necessidade do uso de anestsicos locais com vasoconstrictor ,

    para aumentar o tempo da anestesia local, deve-se dar preferncia para vasopressores com

    mnima ao estimulante sobre o sistema cardiovascular e que no sejam arritmognicos. O

    vasopressor que apresenta melhor indicao para esse perfil de paciente a

    A) adrenalina.

    B) felipressina.

    C) noradrenalina.

    D) fenilefrina.

    08. A regio posterior de maxila pode apresentar um seio maxilar pneumatizado, impedindo a

    instalao de implantes dentrios, sendo necessrio realizar procedimentos adjuvantes para

    viabilizar essas implantaes. O levantamento do seio maxilar (tcnica da janela ssea,

    descrita inicialmente por Tatum, 1975, e popularizada por Boyne et al. em 1980) associado

    instalao simultnea do implante dentrio requer um mnimo de osso residual de

    A) 3 a 4 mm.

    B) 8 a10 mm.

    C) 1 a 2 mm.

    D) 2 a 4 mm.

    09. Paciente, 25 anos, vtima de acidente de trnsito, deu entrada no pronto socorro do Hospital

    Universitrio Onofre Lopes, com afundamento frontal. O paciente encontrava-se consciente,

    orientado e eupneico. O nvel de conscincia pela Escala de Coma de Glasgow apresentava

    escore de 15, motilidade ocular preservada, sem sinais de diplopia mono e binocular, pupilas

    fotoreagentes e isocricas. O exame tomogrfico revelou deslocamento significativo e

    mnimo, respectivamente, da parede anterior e posterior do seio frontal (SF), com

    comprometimento da patncia do ducto nasofrontal (DNF) . Clinicamente, no foi detectada a

    presena de fstula liqurica. Considerando as informaes apresentadas, o tratamento para

    o caso :

    A) reparo da parede anterior e posterior do SF.

    B) debridamento do SF, Obliterao do DNF e SF e reparo da parede anterior do SF .

    C) debridamento do SF, Obliterao do SF, Cranializao e reparo da parede anterior do SF .

    D) reparo da parede anterior do SF.

    10. O manejo das feridas da face causadas por projteis de arma de fogo modificou-se bastante

    nos ltimos anos. Sabe-se que a contaminao da ferida, com fragmentos do projtil e corpos

    estranhos, assim como zonas extensas de necrose e perda tecidual predispe todas as

    leses balsticas infeco. O princpio de tratamento mais atual baseia-se em

    A) debridamento inicial com imediata reduo e fixao interna de osso vivel.

    B) debridamento inicial com observao prolongada e curativos das feridas.

    C) debridamento inicial e, aps a total cicatrizao dos tecido moles, realiza-se reduo e fixao interna das estruturas sseas remanescentes, que pode incluir a necessidade de enxertos.

    D) debridamento inicial e, aps total cicatrizao dos tecidos moles, realiza -se a fixao externa das estruturas sseas remanescentes.

  • 8 UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh

    11. O uso das fixaes biodegradveis mais uma opo de tratamento para a estabilizao de

    fraturas e osteotomias no esqueleto craniofacial. Aps comparar os mtodos de fixao

    biodegradveis aos metlicos, correto afirmar

    A) os sistemas metlicos necessitam ser de maior tamanho para possibilitar uma resistncia mecnica comparada dos materiais biodegradveis.

    B) o grau de dificuldade para manusear ambos os sistemas semelhante.

    C) quando se utiliza os materiais biodegradveis , em pacientes peditricos, no necessria uma nova cirurgia para remoo das fixaes, aps 6 a 8 semanas de ps-operatrio.

    D) os parafusos metlicos so mais propensos fratura que os biodegradveis.

    12. Em relao ao planejamento em cirurgia ortogntica, correto afirmar que

    A) o plano de Frankfort mais preciso e reproduzvel, tendo a base do crnio como parmetro fixo e caracteriza-se pela posio da cabea, utilizada habitualmente, pela maioria dos pacientes.

    B) o registro da ocluso em mxima intercuspidao o melhor parmetro para o planejamento dos casos, independentemente da cirurgia iniciar pela maxila ou pela mandbula.

    C) a mudana do plano oclusal (paciente classe I), com giro horrio e anti -horrio da maxila, respectivamente, permite avanos e recuos da mandbula.

    D) o registro da ocluso obtida em relao cntrica o melhor parmetro para o planejamento dos casos, sobretudo quando a cirurgia se inicia pela maxila.

    13. Algumas patologias degenerativas da ATM podem acometer a articulao temporomandibular,

    exigindo a substituio total da articulao comprometida por prteses. Considere as

    seguintes condies clnicas.

    As condies clnicas que a constituem indicaes para substituio da ATM por prteses

    so:

    A) I, III e IV

    B) apenas I e II.

    C) I, II e III.

    D) apenas III e IV.

    14. Nos procedimentos de cirurgia ortogntica, a sutura da base alar do nariz constituiem um

    passo importante durante o fechamento da inciso na maxila e tem como objetivo principal

    A) a estabilizao do septo cartilaginoso nasal.

    B) o controle da largura da asa do nariz.

    C) o aumento do vermelho do lbio superior.

    D) o controle da ptose do lbio superior.

    I

    Osteoartrite da ATM, com envolvimento do cndilo e da fossa mandibular, com

    limitao de abertura de boca progressiva e sem apresentar resposta positiva a

    tratamentos conservadores.

    II Deslocamento anterior do disco articular sem reduo e com limitao de abertura

    bucal.

    III Nova anquilose temporomandibular, aps substituio com enxerto costocondral.

    IV Anquilose temporandibular em pacientes adultos.

  • UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh 9

    15. As reconstrues sseas fazem parte da rotina do Cirurgio Buco-Maxilo-Facial, sendo

    especialmente importantes para a instalao de implantes dentrios em pacientes que

    apresentam acentuada perda ssea nos maxilares. A crista il aca posterior uma rea

    doadora, rotineiramente utilizada por fornecer osso autgeno medular ou um bloco

    corticomedular. A vantagem de sua utilizao

    A) o deambular no ps-operatrio. C) a cicatriz esttica.

    B) o volume sseo disponvel. D) a atuao simultnea de duas equipes. 16. A leso do sistema de drenagem lacrimal tem sido relatada em apenas 0,5% dos casos de

    fraturas do tero mdio da face. A ocorrncia infrequente de epfora est, provavelmente, relacionada proteo fornecida pelo ligamento cantal medial, prevenindo, assim, a dilacerao da via lacrimal superior. Com o objetivo de evitar a epfora ps-operatria, em casos de fraturas naso-rbito-etmoidais, o tratamento indicado seria

    A) a reduo fechada da fratura para evitar o mau posicionamento dos fragmentos sseos e dacriocistorinostomia imediata.

    B) a reduo fechada da fratura para evitar o mau posicionamento dos fragmentos sseos.

    C) a reduo aberta da fratura para evitar o mau posicionamento dos fragmentos sseos e dacriocistorinostomia imediata.

    D) a reduo aberta da fratura para evitar o mau posicionamento dos fragmentos sseos.

    17. Os implantes aloplsticos so parte integrante da reconstruo do esqueleto maxilo-facial e, a despeito dos diferentes materiais disponveis, o Cirurgio Buco -Maxilo-Facial deve entender e avaliar a aplicabilidade de cada um desses materiais , considerando fatores como as indicaes especficas de uso, a qualidade do leito receptor e a necessidade de imobilizao do material. Nesse contexto, a presena de poros intercomunicantes, a flexibilidade, o baixo peso molecular e a no conduo de calor, eletricidade e frio caracterizam

    A) os polietilenos de alta densidade.

    B) as dimetilpolisiloxanas de alta viscosidade.

    C) os polimetilmetacrilatos de alta densidade.

    D) as cermicas de fosfato de clcio.

    18. O trauma buco-maxilo-facial peditrico representa um grande nmero do total de fraturas na populao e seu tratamento apresenta particularidades nicas ao cirurgio, relacionadas , principalmente, menor massa corprea, resultando maior incidncia de fora por unidade de massa, na ocorrncia do trauma. As fraturas do cndilo mandibular esto entre as mais prevalentes, existindo diferentes formas de tratamento. A abordagem, para a maioria dos casos, com melhor repercusso clnica a

    A) conservadora, com reduo fechada e fixao maxilo-mandibular por quatro semanas.

    B) cirrgica, com reduo aberta, mobilizao e fisioterapia precoces.

    C) conservadora, com reduo fechada, mobilizao e fisioterapia precoces.

    D) cirrgica, com reduo aberta e fixao maxilo-mandibular por quatro semanas.

    19. A avaliao sistmica pr-operatria parte fundamental e integrante do exame de todos os

    pacientes que sero submetidos a procedimentos de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial. A funo

    heptica de especial interesse ao cirurgio por participar em inmeros processos

    fisiolgicos. Dentre eles, pode-se destacar a coagulao sangunea.

    Nesse sentido, o fgado responsvel pela sntese dos fatores de coagulao

    A) II, VI, X e XII. C) II, VII, IX e XII.

    B) II, VII, IX e X. D) II, V, VII e X.

  • 10 UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh

    20. A deficincia transversal maxilar corrigida, atravs da expanso cirrgica da maxila, podendo ocorrer como procedimento isolado ou em combinao com as demais osteotomias para correo da discrepncia maxilo-mandibular, caracterizando-se como um procedimento

    A) instvel, com a maior recidiva na regio do segundo molar, com perda mdia de 50% da expanso cirrgica, obtida no transoperatrio.

    B) estvel, com a menor recidiva na regio do segundo molar, com ganho mdio de 50% da expanso cirrgica, obtida no transoperatrio.

    C) instvel, com a maior recidiva na regio do incisivo central, com perda mdia de 50% da expanso cirrgica, obtida no transoperatrio.

    D) estvel, com a menor recidiva na regio do incisivo central, com ganho mdio de 50% da expanso cirrgica, obtida no transoperatrio.

    21. A bipsia e o exame histopatolgico so fundamentais para o diagnstico precoce das leses

    malignas que acometem a regio maxilo-facial, contribuindo sobremaneira para a melhora do

    prognstico e instituio do tratamento adequado. Nesse contexto, as glndulas salivares

    maiores podem ser acometidas por diversas patologias, sendo os tumores malignos mais

    frequentes nas glndulas partida e submandibular, respectivamente,

    A) o carcinoma mucoepidermoide e o adenoma pleomrfico.

    B) o carcinoma adenoide cstico e o carcinoma mucoepidermoide.

    C) o carcinoma mucoepidermoide e o carcinoma adenoide cstico.

    D) o adenoma pleomrfico e o carcinoma adenoide cstico.

    22. O diagnstico de tumores malignos e metstases pode ser realizado , atravs do estudo

    histopatolgico do ndulo sentinela, podendo ser definido como

    A) qualquer linfonodo que recebe drenagem linftica direta do local do tumor primrio.

    B) qualquer linfonodo que recebe drenagem linftica indireta do local do tumor secundrio.

    C) o linfonodo submandibular ipsilateral que recebe drenagem linftica do local do tumor.

    D) o linfonodo submandibular contralateral que recebe drenagem linftica do local do tumor.

    23. Comunicao buco-sinusal uma complicao potencial das extraes dentrias de dentes

    posteriores superiores que apresentam relao de proximidade de suas razes com o seio

    maxilar, sendo mais comumente relacionadas s exodontias de molares. O diagnstico da

    abertura sinusal, aps a extrao, determinante do tipo de tratamento a ser estabelecido.

    Nesse caso, a conduta correta o uso de retalho bucal ou palatino

    A) para fechamento de comunicaes, com dimetro igual ou menor que 4 mm e preenchimento do alvolo com esponja de colgeno.

    B) para fechamento de comunicaes, com dimetro igual ou menor que 4 mm.

    C) para fechamento de comunicaes, com dimetro igual ou maior que 6 mm e preenchimento do alvolo com esponja de colgeno.

    D) para fechamento de comunicaes, com dimetro igual ou maior que 6 mm.

  • UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh 11

    24. O uso e a necessidade de vestibuloplastias reduziram com o advento das prteses retidas

    por implantes dentrios osseointegrados. Entretanto, em alguns casos, mesmo com o uso de

    implantes, o aprofundamento do fundo de vestbulo pode ser necessrio par a a adaptao de

    prteses do tipo overdenture ou para o ganho de mucosa queratinizada. Na vestibuloplastia

    mandibular, por exemplo, necessrio

    A) o mnimo de 10 mm de insero de tecido muscular para evitar a perda do fundo de vestbulo.

    B) o mnimo de 5 mm de insero de tecido muscular para evitar ptose do mento.

    C) o mnimo de 10 mm de insero de tecido muscular para evitar ptose do mento.

    D) o mnimo de 5 mm de insero de tecido muscular para evitar a perda do fundo de vestbulo.

    25. A distrao osteognica uma tcnica til pra produzir osso e tecido mole, podendo ser

    aplicada reconstruo craniofacial e correo de deformidades dentofaciais. A distrao

    mandibular constitui-se como alternativa mais adequada para correo de micrognatia em

    crianas que apresentam comprometimento das vias areas. Nesses casos, a distrao

    precoce do corpo mandibular bilateralmente mostra-se promissora por aumentar o volume e

    reduzir a resistncia da via area. Para esses grandes avanos mandibulares atravs da

    distrao, utilizando-se de osteotomia sagital modificada,

    A) o ndice de distrao aumentado para 1 mm por dia.

    B) o ndice de distrao aumentado para 2 mm por dia.

    C) o ndice de distrao reduzido para 1 mm por dia.

    D) o ndice de distrao reduzido para 2 mm por dia.

    26. A hemorragia arterial macia, relacionada cirurgia ortogntica maxilar , rara, porm pode

    ser provocada quando as lminas pteigoides forem fraturadas, com a linha de fratura

    percorrendo em direo base do crnio, devido manipulao vigorosa dos cinzis e da

    maxila. Isso pode resultar em dano direto ou indireto

    A) artria facial. C) artria cartida interna.

    B) artria maxilar interna. D) artria temporal profunda.

    27. O reconhecimento das anomalias de desenvolvimento facial fundamental para a elaborao

    do plano de tratamento e definio das tcnicas de cirurgia ortogntica e reconstruco facial

    a serem empregadas. Por exemplo, a sndrome de Parry-Romberg caracterizada

    A) pela plagiocefalia. C) pela microssomia hemifacial.

    B) pela hiperplasia hemimandibular. D) pela hemiatrofia facial.

    28. Durante o perodo que antecede uma cirurgia oral sob anestesia geral, o paciente

    submetido a um jejum de, pelo menos, oito horas. Com o objetivo de inibir ou neutralizar a

    secreo de cido gstrico, a prescrio ps-operatria deve conter

    A) um antagonista dos receptores H2 de histamina, por impedir a liberao de histamina pelos mastcitos da regio submucosa do estmago.

    B) um anti-inflamatrio no esteroidal, visto que aumenta a produo de muco , protegendo a mucosa gstrica.

    C) uma soluo de hidrxido de sdio, visto que inibe a produo de gastrina , melhorando a tolerncia ao do suco gstrico.

    D) metoclopramida, por ser um forte inibidor de receptores H,1 induzindo alcalose gstrica.

  • 12 UFRN Residncia em Cirurgia e Traumatologia Buco -Maxilo Faciais 2015 Manh

    29. Os implantes osseointegrveis, utilizados na reabilitao de pacientes edntulos , de acordo

    com o fabricante, apresentam diversas caractersticas. Na seleo de um implante para

    utilizao em um alvolo ps-extrao, o aspecto mais importante relacionado estabilidade

    primria

    A) a plataforma prottica.

    B) o tipo de superfcie.

    C) o desenho das roscas.

    D) a presena da flauta de corte.

    30. O tratamento das deformidades dento-faciais executado por meio de osteotomias maxilo-

    mandibulares, permitindo a movimentao dos segmentos sseos para a posio planejada.

    A maior versatilidade de movimentos do segmento inferior da face, combinada aplicao de

    fixaes estveis, caracterstica de

    A) osteotomias que incluam a poro subapical total da mandbula.

    B) osteotomias que incluam a chanfradura sigmoide at a base do ramo mandibular.

    C) osteotomias horizontais e sagitais de corpo e ramo.

    D) osteotomias segmentares da poro dento-alveolar para intruso.

    31. As osteotomias mandibulares so utilizadas para a correo de assimetria facial. Dessas, a

    que mais causa movimentao lateral do cndilo a

    A) osteotomia subapical total nos movimentos de recuo com giro.

    B) osteotomia vertical do ramo mandibular nos movimentos de avano com giro.

    C) osteotomia em L invertido do ramo nos movimentos de avano com giro.

    D) osteotomia sagital do ramo nos movimentos de avano com giro.

    32. As dores faciais esto entre as mais prevalentes que acometem a populao em geral. O

    diagnstico diferencial da dor de origem muscular e da de origem articular importante para

    se estabelecer o tratamento mais adequado. O que mais diferencia os dois tipos de dor que

    A) as dores articulares so sempre desencadeadas por movimentos mandibulares.

    B) a limitao de abertura bucal essencial para o diagnstico de dor muscular.

    C) dores musculares so sempre desencadeadas por malocluses dentrias.

    D) a dor bem localizada na de origem articular e difusa na de origem muscular.

    33. Dentes retidos esto presentes nos ossos maxilares , em vrias posies e seu

    posicionamento tridimensional no interior do osso fundamental para a seleo da tcnica

    cirrgica mais adequada para realizar a exodontia. Considerando a classificao de Pell

    Gregory, Winter e fatores anatmicos, correto afirmar que

    A) as retenes III-C geralmente demandam mais ostectomias.

    B) a posio disto angular menos difcil que a mesio angular.

    C) na classe I-A, o dente est retido no ramo mandibular .

    D) razes cnicas fusionadas demandam mais odontoseco.

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    34. As infeces de origem dentria podem disseminar para regies alm do osso alveolar,

    causando complicaes severas e que pem em risco a vida do paciente. Problemas como

    trombose da veia jugular interna, eroso de artria cartida interna e interferncia com os

    nervos cranianos IX, X e XII indicam que houve

    A) disseminao para o espao sublingual bilateralmente.

    B) disseminao para o espao farngeo lateral.

    C) disseminao para a fscia profunda do trax.

    D) disseminao para a fscia pr-vertebral.

    35. A tomografia computadorizada o exame padro para diagnstico das fraturas de face. No

    entanto, pode ser utilizada, tambm, para avaliar o tecido mole que reveste o esqueleto

    facial. Para o diagnstico de hematomas retrobulbares, o nvel da janela, na esc ala de

    Hounsfield, deve ser de

    A) + 80 UH. C) - 100 UH.

    B) - 1000 UH. D) + 300 UH.

    36. A sncope vasovagal a emergncia mdica mais comum , durante atendimento odontolgico.

    decorrente de eventos cardiovasculares, desencadeados pelo estresse emocional, com

    liberao de catecolaminas, causando reduo da resistncia vascular perifrica , taquicardia

    e sudorese. O tratamento para esse quadro clnico consiste de

    A) posicionamento do paciente com a cabea levantada para desviar o fluxo sanguneo para o corao.

    B) administrao de vasoconstrictores para compensar a vasodilatao perifrica.

    C) posicionamento do paciente de modo a direcionar o fluxo sanguneo para o crebro e administrao de oxignio.

    D) orientao do paciente a respirar num saco fechado para aumentar o CO 2 e reduzir a alcalose respiratria.

    37. Ferimentos de tecido mole na face podem requerer o uso de retalhos para o fechamento da

    ferida por primeira inteno. Dentre esses, a zetaplastia um dos mais versteis por permitir

    que a cicatriz resultante tenha diferentes comprimentos. Um alongamento de 50% da cicatriz

    final pode ser obtida com um ngulo de

    A) 45 graus.

    B) 30 graus.

    C) 50 graus.

    D) 60 graus.

    38. Exoftalmia, proptose tensional, edema periorbital, midrase e oftalmoplegia so sinais

    associados a fraturas orbitrias que caracterizam

    A) hematoma retrobulbar.

    B) sndrome da fissura orbitria superior.

    C) fraturas tipo blow-out.

    D) fratura de pice orbitrio.

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    39. Nas fraturas panfaciais, um desafio no plano de tratamento estabelecer uma sequncia de

    reduo e fixao dos mltiplos segmentos sseos fraturados de modo a conseguir o melhor

    reposicionamento anatmico possvel do esqueleto facial. Considerando as opes de

    tratamento, correto afirmar:

    A) a cantopexia deve ser utilizada quando a distncia intercantal for de 28 a 35mm.

    B) a fixao rgida de fraturas subcondilares obrigatria quando se opta por iniciar a fixao pelo tero mdio da face.

    C) a sutura esfenozigomtica deve ser fixada na regio interna da rbita para depois fixar o arco zigomtico.

    D) a fixao da maxila realizada com base na posio dos pilares zigomticos frontais.

    40. As fraturas de mandbula apresentam mltiplos padres, variando de segmentos fraturados

    sem deslocamento at fraturas com mltiplos fragmentos , num mesmo foco. O tratamento

    primrio consiste em estabilizar os cotos e decidir, ento, pelo melhor mtodo de fixao.

    Para fraturas de corpo mandibular, favorveis ao deslocamento horizontal e com trao de

    fratura em bisel, o mtodo de fixao que alia boa estabilidade mecnica e menor tempo

    cirrgico o uso de

    A) placas reconstrutivas do tipo locking com parafusos bicorticais.

    B) parafusos de bloqueio intermaxilar com fio de ao.

    C) parafusos interfragmentrios compressivos.

    D) miniplacas em zona de tenso e compresso.

    41. Na interpretao das propriedades dos anestsicos locais, o que determina a velocidade de

    incio de ao anestsica da droga, no local infiltrado,

    A) o Pka. C) a solubilidade lipdica.

    B) a ligao proteica. D) a hidrossolubilidade.

    42. Em relao aos fios de sutura, desejvel que estes sejam praticamente inertes aos tecidos.

    A ordem crescente do grau de produo de reao inflamatria aos tecidos, do material mais

    inerte para o menos inerte,

    A) vegetais, metlicos, sintticos no reabsorvveis, sintticos absorvveis e animais.

    B) metlicos, sintticos no reabsorvveis, sintticos absorvveis, vegetais e animais.

    C) metlicos, sintticos absorvveis, sintticos no reabsorvveis, vegetais e animais.

    D) metlicos, vegetais, sintticos no reabsorvveis, sintticos absorvveis e animais.

    43. O atendimento ao paciente politraumatizado baseado em orientaes contidas no ATLS

    (Advanced Trauma Life Support).

    Das condutas a seguir, aquela que considerada correta , no atendimento do

    politraumatizado :

    A) o controle da circulao deve preceder o controle respiratrio quando houver sangramentos externos.

    B) a avaliao do estado neurolgico e a exposio do corpo procura de possveis sangramentos deve ser o primeiro passo nesse atendimento.

    C) o controle das perdas sanguneas, bem como do volume sanguneo, deve preceder o controle das condies respiratrias.

    D) o controle da via area (permeabilidade), com estabilizao da coluna cervical, constitui o 1 passo a ser tomado.

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    44. As afirmativas, a seguir, dizem respeito ao reparo alveolar.

    I Os remanescentes da membrana periodontal no so importantes para o incio da

    proliferao do tecido de granulao que proceder reparao do alvolo.

    II Paralelamente s atividades formativas podem-se observar reas de reabsoro

    osteoclstica, necessrias para a remodelao da regio.

    III Decorridas 24 horas da extrao do dente, o alvolo encontra-se preenchido por

    cogulo sanguneo, formado por malha de fibrina.

    IV Por volta dos 11 dias, a superfcie da ferida est recoberta por epitlio e a

    mucosa oral sobre o alvolo est reconstituda.

    Em relao ao reparo alveolar, esto corretas

    A) as afirmativas II, III e IV.

    B) as afirmativas I, II e IV.

    C) as afirmativas I e III.

    D) as afirmativas II e IV.

    45. Na cirurgia de reduo do osso zigomtico pela tcnica de Gillies, o instrumento utilizado na

    manipulao ssea o

    A) gancho de Obwegeser.

    B) parafuso de Carol-Girard.

    C) gancho de Ginestet.

    D) elevador de Bristow.

    46. Sobre a osteomielite dos maxilares, correto afirmar:

    A) o tecncio 99m pode ser utilizado tanto para o tratamento quanto para acompanhar a evoluo de uma osteomielite.

    B) a osteomielite crnica, com periostite proliferativa, tambm conhecida como osteomielite de Garr e acomete, principalmente, a regio posterior da mandbula de adultos mais velhos.

    C) o osso irradiado apresenta maior propenso infeco, devido, principalmente, a reduo da vascularizao e de ostecitos que o tratamento radioterpico proporciona.

    D) a osteomielite crnica, necessariamente, passa por uma fase aguda no tratada ou tratada inadequadamente.

    47. Sobre a terapia com Oxigenoterapia Hiperbrica, no tratamento das osteomielites dos

    maxilares, correto afirmar que

    A) representa uma modalidade de tratamento de fcil execuo e baixo custo.

    B) utilizada como tratamento primrio.

    C) a presena de infeces virais, neurite ptica, neoplasias malignas residuais no contraindicam o uso dessa modalidade teraputica.

    D) estimula a proliferao vascular e sntese de colgeno.

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    48. As afirmativas a seguir dizem respeito avaliao pr-operatria de pacientes com distrbios

    de sangramento.

    I A trombocitopenia verificada pela avaliao qualitativa das plaquetas.

    II

    O tempo de protrombina (TP), tempo de tromboplastina parcial (TTP), contagem

    de plaquetas, analisador da funo plaquetria e tempo de trombina so os

    exames solicitados para uma avaliao de possveis distrbios de sangramento.

    III A Hemofilia A e B, doena de Von Willlebrand, doena de Bernard-Soulier so

    alteraes hereditrias associadas a distrbios de sangramento.

    IV A terapia com aspirina afeta diretamente a agregao plaquetria devido

    inibio da sntese de prostaglandina E1.

    Em relao avaliao pr-operatria de pacientes com distrbios de sangramento, esto

    corretas

    A) as afirmativas I, II e IV.

    B) as afirmativas I, II e III.

    C) as afirmativas II e III.

    D) as afirmativas III e IV.

    49. As afirmativas, a seguir, dizem respeito s tcnicas para o tratamento de superfcie dos

    implantes osseointegrados.

    I Podem ser classificados em dois grandes grupos: processos de adio e de

    subtrao de superfcies.

    II Tcnica do spray de plasma de titnio um exemplo de tratamento de superfcie

    por subtrao.

    III

    No tratamento de superfcie por adio, podem ser gerados dois tipos de

    superfcie: rugosa e porosa. J na tcnica de subtrao, gerada apenas uma

    superfcie, rugosa.

    IV O jateamento de partculas sobre a superfcie do implante representa um tipo de

    tcnica de tratamento de superfcie do tipo subtrao.

    Em relao ao tratamento de superfcie dos implantes osseointegrados, esto corretas

    A) as afirmativas III e IV. C) as afirmativas I e II.

    B) as afirmativas II, III e IV. D) as afirmativas I, III e IV.

    50. A sequncia correta de tratamento cirrgico de um paciente, com fissura transforame bilateral

    A) queiloplastia, reconstruo alveolar, palatoplastia, quei loplastia definitiva e columela e cirurgia ortogntica.

    B) palatoplastia, queiloplastia, queiloplastia definitiva e columela, reconstruo alveolar e cirurgia ortogntica.

    C) queiloplastia, palatoplastia, queiloplastia definitiva e columela, reconstruo alveolar e cirurgia ortogntica.

    D) palatoplastia, queiloplastia, queiloplastia definitiva e columela, cirurgia ortogntica e reconstruo alveolar.

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