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Reações luminosas e de assimilação de Carbono

são duas fases da fotossíntese

ATP e NADPH formados na fase luminosa vão ser

fonte de energia para a síntese de carboidratos a

partir de CO2

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NADPH e ATP usados para síntese de carboidratos a partir de CO2 e H2O

luz induz

fluxo de

elétrons da

água para

o NADPH

Fluxo de

elétrons produz

gradiente

eletroquímico

que implica na

síntese de ATP

Ciclo de CALVIN

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Ciclo de Calvin

Estudos de Melvin Calvin e colaboradores – década 1950

(Nobel Química, 1961)

Mais importante rota autotrófica de fixação de CO2

Também chamado de Ciclo Redutivo das Pentoses Fosfato

Transforma o gás carbônico atmosférico em compostos

orgânicos necessários para as células (carboidratos)

Ocorre em alguns procariotos e em todos os eucariotos fotossintetizantes (algas a angiospermas)

Originalmente foi descrito para as plantas C3 e

posteriormente outras rotas metabólicas foram descritas (auxiliares ou dependentes do Ciclo de Calvin)

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Reação de fixação do carbono (Ciclo de Calvin)

3 etapas Carboxilação ou Fixação do carbono

Redução

Regeneração

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Molécula aceptora 5C

2x Molécula 3C

Carboidrato 2x 3C

exportação

Carboxilação ou Fixação – CO2 e H2O são combinados com 1 molécula aceptora com 5 C originando 2 moléculas com 3C

Redução – 2 moléculas com 3C são reduzidas a carboidratos usando ATP e NADPH

Regeneração – A molécula aceptora é regenerada e uma molécula de carboidrato é exportada

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1 - Carboxilação Incorporação de um CO2 em uma molécula de ribulose-1,5-bifosfato (aceptor de 5C) e a hidrólise desta em duas moléculas de 3-fosfoglicerato (3C)

Reação catalisada pela enzima Ribulose-1,5-bisfosfato carboxilase/oxigenase

5C

6C

2 x 3C

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Enzima: Ribulose-1,5-bisfosfato carboxilase/oxigenase (Rubisco)

• PM 560.000Da

• 8 SU grandes (56.000Da) • 8 SU pequenas (14.000Da)

• Estroma dos cloroplastos

• 50% total de proteínas

• Não ocorre em animais

• SU pequenas são sintetizadas nos ribossomos do citosol e entram nos cloroplastos

• SU grandes são sintetizadas nos ribossomos dos cloroplastos

• Rubisco é finalizada no estroma dos cloroplastos

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2 - Redução

Conversão do 3-fosfoglicerato em gliceraldeido-3P e diidroxicetona -P

Agente redutor é o NADPH

Ocorre gasto de 1 ATP para cada molécula formada

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Glyceraldehyde-3-phosphate

O gliceraldeido-3P e a diidroxicetona-P formados podem ser usados para a glicólise, síntese de amido ou sacarose

Para o ciclo não parar a molécula de ribulose 1-5 bifosfato inicial precisa ser regenerada

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3 – Regeneração da ribulose -1,5-bifosfato

Série de rearranjos da cadeia carbônica do gliceraldeido-3P e da diidroxicetona -P

Produção de intermediários com 3,4,5,6 e 7 C

Transcetolases

Transaldolases Epimerases

Quinases e Fosfatases

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Ganho líquido da reação de incorporação do CO2

Balanço da reação

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O processo de fixação do oxigênio e liberação de Carbono

Fotorrespiração

• Fotorrespiração e o ciclo de Calvin são reações competidoras

• Todas as rubiscos realizam a oxigenação da Ribulose1,5BP independente da origem taxonômica

• Reações ocorrem no mesmo sítio ativo

Ribulose-1,5-bisfosfato carboxilase/oxigenase

Especificidade para o CO2 não é absoluta, pode assimilar O2

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Assimilação de O2 pela Rubisco = Fotorrespiração

Forma fosfoglucolato que é metabolicamente inútil – C precisa ser recuperado considerando-se o gasto energético da

incorporação de C pela células Ciclo C2 do Carbono

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Ciclo oxidativo fotossintético C2 do carbono

• Sequência de reações para recuperar os carbonos perdidos durante a fotorrespiração

• Envolve gasto de energia metabólica (2 ATPs e

2NADH) • Reações ocorrem em 3 organelas: Cloroplastos Peroxissomos

Mitocôndrias

• Participam moléculas do ciclo no nitrogênio e do

oxigênio (H2O2)

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• Precisa gastar ATP para recuperar esses carbonos

• Envolve 3 organelas

• Moléculas do ciclo do nitrogênio e do oxigênio

• Fosfoglicolato é metabolicamente inútil e tem 2C que não podem ser perdidos

• Esse ciclo recupera parte do C perdido do ciclo de Calvin como 2-fosfogluconato

FOTORRESPIRAÇÃO e Ciclo C2

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Rubisco • Km para o CO2 e para o O2

Três fatores são importantes no balanço entre o Ciclo de Calvin e a Fotorrespiração

• Concentração CO2 e O2

• Temperatura

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Vmax

Vmax/2

Km [Substrato]

Rubisco • Km CO2 - 9µM

• Km O2 - 350 µM

Km é a concentração de substrato necessária para que a reação tenha sua velocidade máxima

Mesmo com essa diferença

em termos do Km ainda

ocorre a incorporação de

oxigênio pela Rubisco em

determinadas condições

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Atmosfera atual proporção CO2/O2 = 0,04/20 (500 vezes mais) portanto a assimilação O2 é favorecida

Ao redor de folhas, durante a fotossíntese ocorre consumo de CO2 e portanto a atmosfera fica alterada em favor do O2

Além disso, a afinidade rubisco ao CO2 diminui com o aumento da temperatura

Plantas tropicais ou de regiões temperadas mas originárias dos trópicos desenvolveram

mecanismos para diminuir gastos com fotorrespiração

Concentração de CO2 no sítio de carboxilação

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Classificação das plantas quanto aos mecanismos de assimilação de C

C3 - Plantas que só executam o Ciclo de Calvin para a

assimilação de C – rubisco incorpora CO2 em uma molécula de ribulose-1,5-bifosfato (5C) gerando duas moléculas de 3-fosfoglicerato (3C)

C4 - Plantas com uma prévia fixação de CO2 em um

composto com 4C (fosfoenolpiruvato) Plantas que crescem com alta intensidade de luz e temperatura

CAM - Plantas com uma prévia fixação de CO2 em um

composto com 4C (Malato) e utilização dele em tempo diferente

Plantas que crescem em ambientes com pouca água

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Fixação fotossintética do carbono via C4

Evolução das plantas vasculares que crescem em ambiente com temperaturas mais altas para compensar a concentração menor de CO2 atmosférico.

Dois tipos celulares diferentes participam • células mesofílicas • células do

envoltório do feixe

(anatomia Kranz)

Anatomia assegura compartimentalização das enzimas para fornecer CO2 para a rota C4

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Concentra CO2 perto da rubisco

Assimilação é por intermédio de uma molécula com 4 átomos de C - fosfoenolpiruvato

Formando: Oxalacetato, malato ou aspartato Passa para as células do envoltório do feixe onde é descarboxilado

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A via C4 gasta mais energia que a assimilação de C pelo Ciclo de Calvin (2 ATP/CO2)

Plantas C3 – 3 ATP e 2 NADPH

Plantas C4 – 5 ATP e 2 NADPH

AMP + ATP → 2 ADP

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Metabolismo ácido das Crassuláceas (CAM)

Plantas de ambientes áridos incluindo algumas de importância comercial

abacaxi

agave

cactos

Orquídeas rupícolas

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Briophyllum calycinum Esse tipo de mecanismo de concentração de CO2 para posterior incorporação foi descrito em 2001 (Cushman) em um membro da família Crassulassea

Metabolismo associado a características anatômicas que impedem perda de água

CAM – 50 a 100g água/g CO2 obtido C4 - 250 a 300g água/g CO2 obtido

C3 – 400 a 500g água/g CO2 obtido

• Cutículas espessas

• Baixa razão superfície/volume

• Vacúolos grandes

• Estômatos com tamanho e frequência de abertura reduzidos

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Plantas CAM abrem estomatos à noite e fecham de dia – minimiza perda de água e permite a entrada de CO2 à noite

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Biossíntese de

sacarose, amido

e celulose

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A saída de diidroxiacetona do cloroplasto para o citossol é

necessária para a síntese de hexose e para a entrada de Pi

no estroma do cloroplasto

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A conversão da triose-P

em hexose-P é realizada

principalmente pela

enzima frutose bifosfatase

(FBPase-1) no citossol

Essa enzima regula a taxa

de formação da sacarose

através da atividade da

frutose 2,6 bifosfato

Triose fosfato é usada

para síntese ou energia

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Precursores das reações biossintéticas dos carboidratos

Nucleotídeos de açúcares

Compostos

pelos quais o C

anomérico do

açúcar é

ativado pela

união a um

nucleotídeo

(reação

fosfodiester)

Citossol de

células das

folhas de

vegetais

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Por que os açúcares devem ser unidos a

nucleotídeos para as reações de síntese???

Tem liberação de um PPi (que não é hidrolisado no citossol das

plantas). Isso aumenta a concentração de PPi faz a reação ser

reversível

Nucleotídeo de açúcar apresenta muitos grupos para interações

com enzimas.

O UMP e o AMP ativa o C do açúcar de forma a facilitar a

reação química

Para separar os açúcares a serem utilizados na produção de

energia (P) dos precursores biossintéticos de outras moléculas.

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Amido Sacarose

Nucleotídeos de açúcares para a síntese de amido

(plastídeos) e de sacarose (citossol de folhas)

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Precursor da sacarose é a

UDP-glicose que é ligada com

uma frutose 6-P

Ocorre no citoplasma depois da

síntese do gliceraldeido 3-P nos

cloroplastos

Sacarose é o transportador

de carbono nos vegetais pela

sua ligação não usual com a

frutose (1-2)

Síntese da sacarose

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ADP-glicose é o precursor e

ocorre nos amiloplastos de

células de tecidos não

fotossintetizadores

Enzima

ramificadora

faz as ligações

1→6

Irreversível – tem pirofosfatase Amido sintase

faz a ligação

1→4 entre as

moléculas de

glicose no

terminal não

redutor

Síntese do amido

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O amido é composto de dois tipos de cadeias

Amilose – ligações 1→4

Amilopectina – ligações 1→4 e 1→6

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Enzimas ramificadoras fazem as ligações 1→6

Amilo (1→4), (1→6) transglicosidase

Quebra da ligação 1→4 (20 resíduos)

Refaz a ligação glicosídica como 1→6

Tem duas formas (I e II) que deixam as moléculas de amido

mais ou menos ramificadas

Não se conhece verdadeiramente as funções das duas formas

nas células – mutação na isoforma II não é compensado pela

isoforma I – açúcar é acumulado como sacarose

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Mendel – 1865

Cruzamentos entre plantas de

ervilha lisa e rugosa –

características de um

indivíduo era passada pelos

parentais e era constituído

por um par de fatores (genes)

Início da genética clássica

Base bioquímica das ervilhas lisas e rugosas

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Síntese da celulose

Celulose se encontra na

parede celular das

células vegetais como

microfibrilas com

diversas posições na

parede. Cadeias de

glicose ligadas através

de ligações β 1→4,

dispostas linearmente

formando feixes

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Proposta de síntese

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Gliconeogênese Definição: É a formação de glicose a partir de precursores diferentes

das hexoses (ex: lactato, piruvato, glicerol, e a maioria dos

aminoácidos)

Ocorrência: nos animais, vegetais, fungos e microrganismos

através de reações das mesmas reações

Locais de ocorrência:

Animais - Fígado (principal) e córtex renal (menor ocorrência) a

glicose produzida vai pelo sangue a outros tecidos

Vegetais – sementes em germinação

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GLICONEOGÊNESE

apresenta vias opostas à

glicólise mas não idênticas

Sete das 10 reações da

glicólise são reações

reversas na gliconeogênese

Três reações que são

irreversíveis na glicólise

precisam ser contornadas na

gliconeogênese

Ocorre gasto de energia

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Quais são essas reações ??

G muito negativo – reações irreversíveis

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O piruvato e intermediários do TCA derivados da

oxidação dos aminoácidos (alanina)

Lactato – glicólise em eritrócitos ou glicólise

anaeróbica em músculos após exercício vigoroso

Principais precursor nos animais são o piruvato, o

lactato e o glicerol

Glicerol - oxidação de ácidos graxos

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A primeira reação da

gliconeogênese é a

conversão do piruvato

em fosfoenolpiruvato

•Ocorrem na

mitocôndria e citossol

•Tem duas vias

dependendo da origem

do piruvato

Lactato precursor

– glicólise em

eritrócitos ou

anaeróbica em

músculos após

exercício vigoroso

GTP

ATP ATP

GTP

A gliconeogenese é energeticamente

“cara” para os organismos

Quebra dos aminoácidos

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Ocorre no músculo e outros

tecidos onde ocorre degradação

de aminoácidos como fonte de

energia

Exercício vigoroso pode

aumentar a quebra de

aminoácidos nos músculos e

esse ciclo faz com que o gasto

da energia para a

gliconeogênese fique restrita

ao fígado, todo ATP do

músculo é gasta para a

contração

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Nas sementes em germinação a glicose pode se

originar da oxidação dos ácidos graxos

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O glicerol resultante da

oxidação dos

triglicerídeos nas

sementes em germinação

também podem ser

convertidos em açúcar