Revista Ibracon Concreto Edição 39

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    Instituto Brasileiro do ConcretoFundado em 1972Declarado de Utilidade Pblica EstadualLei 2538 de 11/11/1980Declarado de Utilidade Pblica FederalDecreto 86871 de 25/01/1982

    Diretor PresidentePaulo HeleneDiretor 1 Vice-PresidenteCludio Sbrighi NetoDiretor 2 Vice-PresidenteEduardo Antonio SerranoDiretor 3 Vice-Presidente

    Mrio William EsperDiretor 1 SecretrioCarlos Eduardo Siqueira TangoDiretor 2 SecretrioPaulo Fernando Arajo da SilvaDiretor 1 TesoureiroAntonio Domingues FigueiredoDiretor 2 TesoureiroLarcio Amncio de LimaDiretor TcnicoRubens Machado BittencourtDiretor de Relaes InstitucionaisLuiz Rodolfo Moraes RegoDiretor de Pesquisa e DesenvolvimentoTlio Nogueira BittencourtDiretor de PublicaesAna Elizabeth Paganelli GuimaresDiretor de MarketingWagner Roberto LopesDiretor de Eventos

    Paulo Roberto AmaroDiretor de CursosJuan Fernando Matas MartnDiretor de InformticaJos Roberto BraguimAssessor da PresidnciaAugusto Carlos de VasconcelosAssessor da PresidnciaJorge Bautlouni Neto

    Revista CONCRETO

    Revista Oficial do IBRACONRevista de Carter Cientfico, Tecnolgico eInformativo para o Setor Produtivo da Constru-o Civil, para o Ensino e para a Pesquisa em

    Concreto ISSN 1806-9673Tiragem desta edio 5.000 exemplaresPublicao TrimestralDistribuida gratuitamente aos associados

    Publicidade e PromooArlene Regnier de Lima [email protected]

    Projeto GrficoSmartConsulting

    EditorFabio Luis Pedroso MTB [email protected]

    Assinatura e AtendimentoMariana [email protected]

    Grfica: Ipisis Grfica e Editora

    As idias emitidas pelos entrevistados ou emartigos assinados so de responsabilidade deseus autores e no expressam, necessariamente,a opinio do Instituto.

    Copyright 2004 IBRACON. Todos os direitos de reproduoreservados. Esta revista e suas partes no podem serreproduzidas nem copiadas, em nenhuma forma de impresso

    mecnica, eletrnica, ou qualquer outra, sem o consentimentopor escrito dos autores e editores.

    Comit EditorialAna Elizabeth Guimares, UNICAMP, BrasilAntonio Figueiredo, PCC-EPUSP, BrasilFernando Branco, IST, PortugalHugo Corres Peiretti, FHECOR, EspanhaPaulo Helene, IBRACON, BrasilPaulo Monteiro, UC BERKELEY, USAPedro Castro, CINVESTAV, MxicoRaul Husni, UBA, ArgentinaRubens Bittencourt, FURNAS, BrasilRuy Ohtake, ARQUITETURA, BrasilTulio Bittencourt, PEF-EPUSP, BrasilVitervo OReilly, MICONS, CubaIBRACONAv. Prof. Almeida Prado, 532 Prdio 62,1 andar, IPT - Cidade Universitria.CEP 05508-901 - So Paulo - SP

    Auditorada pelo

    sumrio

    e mais...

    3 Editorial

    4 Converse com o Ibracon

    6Personalidade Entrevistada. Walmor Prudncio

    10 Tecnologia do Concreto e Cidadania

    12 Construo civil e controle da qualidade

    22 Controle tecnolgico do concreto

    26 Integrao da infra-estrutura latino-americana

    28 Rede Brasileira de Laboratrios de ensaio

    30 Reaes Expansivas em Estruturas de Concreto

    34 CBDB

    36 Programas interlaboratoriais

    40 Qualificao de empresas de projeto

    46 Responsabilidade do Controle

    51 Confiabilidade dos resultados

    54 Compsito de carbono e concreto

    60 Resposta trmica do concreto

    65 Recordes da Engenharia

    Foto Capa: controle daqualidade da calda de inje-o de cabos de protenso

    (CONCREMAT)

    Seo Especial

    Controle Tecnolgico

    na cadeia do

    concreto

    06

    La industriade hormignpremezclado

    De su origenal dia de hoy

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    REVISTA CONCRETO

    sta edio da Revista CONCRETO coincide com oencerramento da gesto 2003/2005 do IBRACON. Foram doisanos de profcuos trabalhos de valorizao da cadeia produtiva doconcreto, compromisso desta diretoria. O quadro associativo dobrou em nmero de sciosindividuais, mantenedores e coletivos. Conseguiu-se uma verdadeiravalorizao do scio dando preferncia a ele em todas as atividadese eventos. No h mais premiados nem conferencistas, nempatrocinadores, que no sejam scios. O quadro associativo dobrouem qualidade, em quantidade e em diversificao.

    Esta revista firmou-se no contexto editorial tcnico do

    pas, chegando a ter disputa por anncios alm de ter sua circulaocontrolada pelo IVC Instituto de Verificao de Circulao, queatesta o nmero de exemplares e seu destino nas mos de todosos scios e cerca de outros 3.000 profissionais. Tambm as duasoutras revistas cientficas e eletrnicas (Materials & Structures)

    j so uma realidade ao lado do compndio brasileiro de concretoescrito pelos 64 maiores especialistas do Brasil, scios do IBRACONe autores do livro CONCRETO: Ensino, Pesquisas e Realizaes. No foram s vitrias, alguns percalos existiram sendoo principal deles a perda da nova sede. No comeo da gesto, oIBRACON mudou para uma nova e espaosa sede, o Arq. Ruy Ohtakedoou suas horas para projetar a ocupao racional do novo espao, aDiretoria e o Conselho aprovaram o projeto e o incio das obras, masinfelizmente o destino e as prioridades do IPT no permitiram que alipermanecesse o IBRACON, contrariando os dez anos previstos emcontrato. Agora o IBRACON, novamente sem sede funcional, anda procura de um local adequado a suas necessidades de melhoriado ambiente de trabalho e de ampliao de suas atividades.

    O IBRACON tem uma nobre misso de contribuir para odesenvolvimento do mercado de concreto com uma viso ampla,abrangente e sistmica. Neste nmero, a matria de capa estdedicada valorizao e reconhecimento do histrico, vitorioso esignificativo papel das empresas de controle tecnolgico na imageme credibilidade das estruturas de concreto e do setor de construocivil no pas. O conceito de qualidade tem evoludo atravs dos anose, h pouco mais de 30 anos atrs, Tecnologia se confundia comtcnicas construtivas, Gerenciamento com caminho crtico PERT /CPM e Qualidade, Durabilidade e Sustentabilidade eram palavrasque no faziam parte do vocabulrio tcnico do engenheiro civil.

    No fim da dcada de 70, foi introduzido e implantadono pas o conceito de Avaliao de Desempenho, voltadoprincipalmente para a anlise de processos construtivos inovadores.O IPT, atravs da Diviso de Edificaes, liderou a implantao desseprograma no pas, na realidade mais que um programa, tratava-sede difundir um conceito revolucionrio e moderno poca.

    Naquele tempo, o tema era objeto de pesquisas de ps-graduao na POLI e outros poucos centros de ensino e pesquisano pas, tais como PUC/RJ e UFRGS. Hoje em dia, o assunto amplamente conhecido e dominado pela engenharia civil mundial,existindo inclusive uma organizao internacional WFTAO WorldFederation of Technical Assessment Organization, que congregamais de 40 instituies em 32 pases, unificando critrios dedesempenho e credenciando organismos dedicados aprovaotcnica de processos inovadores na construo civil. Tambm, no final da dcada de 70, foi introduzido oconceito de Patologia e Terapia das Construes. Mais que umconceito, tratava-se de uma nova disciplina da engenharia civil,objeto tambm de dissertaes e teses de mestrado e doutorado.Era preciso conhecer melhor o que de fato estava ocorrendo comalgumas das obras de engenharia civil que apresentavam to curtavida til. Atualmente est amplamente difundido o conceito de LifeCycle Cost ferramenta indispensvel para uma anlise e escolha

    adequada de um certo processo construtivo exposto a particularescondies ambientais e de uso.

    Em 1988, o ento CEB, atual fib, publica o excelente textoQuality Assurance for Building lanando as bases dos conceitosde controle e garantia da qualidade na construo civil. No mesmoano foi introduzida a conceituao abrangente de qualidade com apublicao da srie ISO 9.000.

    Atualmente ,programas estaduais tipo Qualihab, institudoem 1.996 por um decreto do governo do Estado de So Paulo,esto francamente baseados nos conceitos da NBR 9.000 ISO evem promovendo uma implementao gradual ou evolutivada qualidade. De forma semelhante, a nvel nacional, o ProgramaBrasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H),

    promove a qualidade da construo no pas. Algumas constataes negativas das ltimas dcadasparecem ter despertado na sociedade a necessidade de uma viso delongo prazo. Nesse sentido o advento da ISO / NBR 14.000, dedicada questo da preservao ambiental, e da NBR 6118 de 2003, queintroduziu exigncias explcitas de durabilidade nas estruturasde concreto, vieram dar uma nova viso e comprometimento atuao produtiva. Some-se a essa evoluo positiva a promulgaodo Cdigo de Defesa do Consumidor, lei 8.078 de 1.990, queestabeleceu a necessidade de obedincia s normas brasileiras. No caso das construes em concreto, alm dapreservao do meio ambiente, da gesto com qualidade, doatendimento s normas em geral, tambm o item segurana jogaum papel importantssimo. Toda estrutura de concreto deve serestvel e segura aos usurios e entorno. Pode-se afirmar queo setor de concreto, carro chefe da construo civil, semprefoi pioneiro no pas na adoo de procedimentos de controle,conceituao de garantia, normatizao de produtos e processos,

    critrios de amostragem representativa, gesto de interferncias,compatibilidade de projetos, e outros relacionados obteno daqualidade. As pioneiras empresas de controle tecnolgico do concretotiveram incio na dcada de 50. Padronizar, amostrar, controlar,ensaiar, analisar, fazem parte do repertrio das estruturas deconcreto desde de seus primrdios h cem anos atrs. Hoje no possvel imaginar obter uma segura e adequadaestrutura sem a presena e a parceria das empresas de controletecnolgico. Em levantamento realizado recentemente entre os 14grandes laboratrios associados da ABRATEC, foi constatad