Rotasul116 mar2015

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Rota Sul 116 - Edição março 2015

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  • CURITIBA CURITIBA CURITIBA CURITIBA CURITIBA - - - - - FAZENDAFAZENDAFAZENDAFAZENDAFAZENDA RIO RIO RIO RIO RIO GRANDE - MANDIRITUBA - AGUDOS DO SUL - QUITANDINHA - CAMPO DO TENENTE - RIO NEGROGRANDE - MANDIRITUBA - AGUDOS DO SUL - QUITANDINHA - CAMPO DO TENENTE - RIO NEGROGRANDE - MANDIRITUBA - AGUDOS DO SUL - QUITANDINHA - CAMPO DO TENENTE - RIO NEGROGRANDE - MANDIRITUBA - AGUDOS DO SUL - QUITANDINHA - CAMPO DO TENENTE - RIO NEGROGRANDE - MANDIRITUBA - AGUDOS DO SUL - QUITANDINHA - CAMPO DO TENENTE - RIO NEGRO - - - - - PINPINPINPINPIN - - - - - TIJUCAS DO SULTIJUCAS DO SULTIJUCAS DO SULTIJUCAS DO SULTIJUCAS DO SUL

    ANO X - Edio 122 Site: www.jornalrotasul.com.br Maro.2015

    Parabns, Curitiba, 322 anos!

  • 2 ROTA SUL 116 | Edio 122 | maro.2015www.jornalrotasul.com.brGeral

    Jornal Rota Sul 116 produzido pela Tom Maior Editora e Produo Ltda - CNPJ 18.903.181/0001-21 Impresso no dia 19 de maro.2015 - www.jornalrotasul.com.br

    Tiragem: 6 mil exemplares | Direo e Edio: Divon Prestes | Diagramao e arte: Aldemir Batista - Exceuni - 9983-3933 | Redao: Rua Rio Branco, 523 - Jd. Valma - Almirante Tamandar |Impresso: Press Alternativa - [email protected] I 3047-4511 / 3047-4280 | Jornalista Responsvel: Divon Prestes - DRT 8391/PR | Colaborao: JP vai uma foto a? eLas Sebben | Impresso: Press Alternativa - (41) 3047-4511 / 3047-4280 | Contato Publicitrio: Divon Prestes | Fone: (41) 3225-8115 - Cel.: (41) 9659-1045 | E-mail: [email protected]| Campo Santana - Curitiba/PR | Edio on-line: www.issuu.com/docs/exceuni/rotasul116

    As opinies e conceitos expressos nas matrias so de exclusiva responsabilidade de seus autores, no representando necessariamente a opinio do jornal.

    Editorial

    Ns, brasileiros, somos ca-pazes de sonegar meio trilhode reais de Imposto de Rendas no ano passado.

    Como somos capazes devender e comprar DVDs pira-tas, cuspir no cho, desrespei-tar o sinal vermelho, andar peloacostamento e, ainda por cima,votar no Collor, no Maluf, noNewto Cardoso, na Roseana,no Marconi Perillo ou no Paloc-ci. O panelao nas varandasgourmet no foi contra a cor-rupo.

    Foi contra o incmodo quea elite branca sente ao dispu-tar espao com esta gente di-ferenciada que anda frequen-tando aeroportos, congestio-nando o trnsito e disputandovaga na universidade.

    Elite branca que no se as-sume como tal, embora sejaelite e branca. Como eu sou.

    Elite branca, termo criadopelo conservador Cludio Lem-bo, que dela faz parte, nonega, mas enxerga.

    Como Lus Carlos Bresser Pe-reira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse: "Umfenmeno novo na realidadebrasileira o dio poltico, oesprito golpista dos ricos con-tra os pobres. O pacto nacio-nal popular articulado pelo PTdesmoronou no governo Dilmae a burguesia voltou a se unifi-car. Surgiu um fenmeno nun-ca visto antes no Brasil, um diocoletivo da classe alta, dos ri-cos, a um partido e a um presi-dente. No preocupao oumedo. dio. Decorre do fatode se ter, pela primeira vez,um governo de centro-es-querda que se conservou deesquerda, que fez compro-missos, mas no se entre-gou. Continuou defendendoos pobres contra os ricos. Ogoverno revelou uma prefe-rncia forte e clara pelostrabalhadores e pelos po-bres. Nos dois ltimos anosda Dilma, a luta de classesvoltou com fora. No por par-te dos trabalhadores, mas porparte da burguesia insatisfeita.Quando os liberais e os ricosperderam a eleio no acei-

    Panelao da barrigacheia e do dio

    taram isso e, antidemocratica-mente, continuaram de armasem punho. E de repente, volt-vamos ao udenismo e ao golpis-mo."

    Nada diferente do que pen-sa o empresrio tambm tuca-no Ricardo Semler, que ri quan-do lhe dizem que os escndalosdo mensalo e da Petrobras de-monstram que jamais se rouboutanto no pas.

    "Santa hipocrisia", disse ele."J se roubou muito mais, ape-nas no era publicado, no iaparar nas redes sociais".

    Sejamos francos: to legti-mo como protestar contra o go-verno a falta de senso do rid-culo de quem bate panelas debarriga cheia, mesmo sob o ris-co de riscar as de teflon, comobem observou o jornalista Leo-nardo Sakamoto.

    Ou a falta de educao, aochamar uma mulher de "vaca"em quaisquer dias do ano ou noDia Internacional da Mulher, re-petindo a cafajestagem do jogode abertura da Copa do Mun-do.

    Alis, como bem lembrou oartista plstico Fbio Tremonte:"Nem todo mundo que mora embairro rico participou do pane-lao. Muitos no sabiam ondeficava a cozinha".

    J na zona leste, em So Pau-lo, no houve panelao, nem seouviu o pronunciamento da pre-sidenta, porque faltava luz naregio, como tem faltado gua,graas aos bons servios da Ele-tropaulo e da Sabesp.

    Dilma Rousseff, gostemos ouno, foi democraticamente elei-ta em outubro passado.

    Que as vozes de Bresser Pe-reira e Semler prevaleam so-bre as dos Bolsonaros o mni-mo que se pode esperar dequem queira, verdadeiramente,um pas mais justo e fraterno. Esem corrupo, claro!

    Fonte: Blog do Juca Kfouri

    A HISTRIA: Valdemiro nasceuem 4 Pinheiros e como todo meni-no daquela poca ele tambm co-meou a trabalhar cedo. Logo aosoito anos de idade j tirava suastarefas da casa e com 10 anos jfazia pequenos transportes amando de seu pai dirigindo carromotorizado. Na sua juventudegostava muito de carreirada ti-nham at uma raia na proprieda-de.

    A vida era dura mais com dis-posio ele seguia em frente. Sem-pre trabalhando para seu pai, jcom dezesseis anos, certo dia nacompanhia de um motorista pro-

    Valdemiro Negrelli da CruzMandirituba tem muitas jias raras. A natureza e as ervas medicinais, seus mananciais eprincipalmente a sua gente. Numa iniciativa do vereador Gima, no propsito de resgatar asorigens das famlias pioneiras que ajudaram a construir Mandirituba, o Jornal Rota Sul 116abriu espao a partir da edio de nmero 65, para mostrar a todos os seus leitores pessoasque fizeram e fazem diferena na vida do municpio. Estreamos esse quadro com DonaEtelvina Moleta que infelizmente j nos deixou. E nesta edio fomos at a comunidade deAgua Clara conversar com o seu Valdemiro Negrelli da Cruz.

    fissional foram buscar uma car-ga em determinado lugar que te-ria como destino So Paulo. Aochegar no local o motorista queconduzia aquele caminho so-freu um incidente, afetandonaquele momento suas vistas.Valdemiro prestou-lhe socorropedindo a outros que o condu-zisse a um hospital, mas antesdo acidentado sair, Valdemiropediu sua carteira de motoristaemprestado.

    Terminou de carregar o cami-nho foi at a sua casa, e de lseguiu viagem para So Paulo comapenas dezesseis anos de idade.

    Daquele momento em diante noparou mais de viajar.

    Aos 19 anos conheceu MariaMadalena em Mandirituba comquem namorou um ano. Aos vinteanos se casou, dali dois anos veioo primeiro filho em seguida osoutros e assim a vida foi passan-do. Valdemiro jamais demons-tra a idade que tem, est sem-pre sorrindo, fazendo brinca-deiras, mora sozinho na casamais tem como vizinhos seusfilhos. Aposentado, traz suachcara bem cuidada e diz queainda tem muita lenha para quei-mar.

    Rota Sul: Qual o seu nome?Valdemiro Negrelli da CruzRota Sul: Em que ano o senhor nasceu e quantosanos tem?Miro: Nasci em 4 de maro de 1934, tenho 81 anosde idade.Rota Sul: Natural de onde?Miro: Nasci no 4 PinheirosRota Sul: Qual a sua filiao?Miro: Marcilio Claudino da Cruz e Julia Negrelli daCruzRota Sul: Casado com quem?Miro: Maria Madalena Basto CruzRota Sul: Quantos filhos?Miro: 3 Filhos, Juarez, Dioneia e Francisco JucirRota Sul: Quantos netos?Miro: seis netos e dois bisnetosRota Sul: Qual a sua religioMiro: CatlicoRota Sul: Sua diverso na poca?Miro: Gostava muito de carreirada.Rota Sul: Uma passagem que marcou em sua vida?Miro: Dentre tantas viagens pelo Brasil afora, cer-ta vez em Anpolis - Gois, apareceu um rapaz es-tranho, com uma caneta atrs da orelha se fazen-do parecer negociante e me oferecendo frete. Papovem, papo vai, ele me convenceu a dar-lhe uma

    carona at a cidade de Porangatu. Aps viajarmosalguns quilmetros no tive dvida que se tratavade um ladro, pois o ele portava uma mala rou-bada com revlver e peas femininas. Sem ter oque fazer, pois as estradas eram desprovidasde parada, o negcio foi meter o p no acelera-dor e tentar acompanhar um nibus. Foram qua-trocentos quilmetros percorridos em estradade terra at chegar no posto da cidade. Assimque desceu do caminho avisou alguns presen-tes que o homem que estava com ele era um ladro,mas mesmo assim o rapaz acabou fazendo um as-salto e sumiu.Rota Sul: Um prato preferido?Miro: Arroz, feijo, carne e salada.Rota Sul: Um artista da poca?Miro: Z Tapera e TeodoroRota Sul: Uma msica:Miro: Tchau Amor e Colcha de RetalhosRota Sul: Um time de futebol?Miro: CoritibaRota Sul: Amigos do passado?Miro: Jorge e Carlinhos, amigos confiveis.Rota Sul: Um recado aos jovens!Miro: olha eu trabalhei quarenta anos de emprega-do e no consegui comprar nada. Em pouco tempode patro eu ganhei pela vida toda.

    Entrevista realizada por Divon Prestes no dia 14 de maro de 2015, mediante autorizao da famlia do entrevistado.

    Valdemiro Negrelli da Cruz Gima e Valdemiro

    Gente de Nossa Terra

  • 3ROTA SUL 116 | Edio 122 | maro.2015www.jornalrotasul.com.br Quitandinha

    Seis partidas movimentaroneste final de semana o Campeo-nato Municipal de Futebol Suode Quitandinha - Categoria Livre.As partidas acontecem no domin-go (22), no Centro Esportivo, quefica ao lado do Estdio Francis-co Lechinoski.

    s 10h o confronto envolveras equipes da Cachoeira e Pan-gar, seguidos de Nacional A eNacional B, s 11h. tarde, s13h30, entram em campo Kosmo-rama e Boca Junior, enquanto ques 14h30 o duelo ser entre Ju-ventus e Turvo. A rodada segueainda com Independente e Colm-bia, s 15h30, seguidos de CerroVerde e Reunidas B, s 16h30.

    LTIMA RODADAOutros seis jogos acontece-

    ram no ltimo final de semanapelos campeonatos Municipale Intermunicipal de