s M A N A L - · PDF files E M A N A L ANOVIII N:5...

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  • s N A LME A

    ANO VIIIN:5

    CURSO DE dORNALISMO DA UFSC. FLORIANPOLIS, 24 A 31 DE OUTUBRO DE 1990

    Mastemema morte, sempre

    de tocaiap3

    Saibaquempretendeistolendo ap7

    ,

    I)

    Acervo: Biblioteca Pblica de Santa Catarina

  • 2 ZERO

    Para lero 24': Congresso Nacional dos

    Jornalistas que inicia dia 31,quarta-feira I e se estende at4 de novembro) j comea comuma "batata quente": a ameaado governo "collorido" em implodir a vinculao dos registros profissionais ao Ministriodo Trabalho. A questo polmica e. divide a categoria, nos entre jornalistas-patres ejornalistas-empregados comoquestiona outras categorias envolvidas. Por trs, porm, surge, outra vez, o espectro de umgoverno que s se preocupa como topo da pirmide social. Estaslinhas servem de alerta paraprofissionais e aspirantes e umbom comeo o texto da contracapa. Leia e vamos discutir noCongresso, no Curso e onde fornecessrio. Conversar preciso. Mais que nunca.

    'ZERO***

    Me/horPea Grfica/, /I e 11/ SetUniversitrioMaio 88

    Setembro 89Setembro 90

    Jornal-laboratrio doCurso de Jornalismo daUniversidade Federal deSanta CatarinaColaborao: Pedro MeloDiagramao: Nilva Bianco, Vivian de AlbuquerqueEdio e superviso: Professor Ricardo Barreto(MTb 2708 RS)Edio: Ivaldo Brasil Jr.,Josiane Laps, Ktia Scarduelli, Nelson Lonz,' Pedro Saraiva, Rafael Maseli,Raquel D'Avila.Fotografia: AlessandraMeinicke, Cludio Toldo,Christiane Balbys, LauroMaeda, Pedro Melo, Raquel Eltermann, Vivian deAlbuquerqueLaboratrio fotogrfico:Pedro MeloTextos: Ana Cludia Menezes, Christiane Balbys,Cristina Gallo, Fabiano Melato, Ivaldo Brasil Jnior,Jeanine Bellini, LucianaCarvalho, Mrcia Dutra,Mariana Baima, Nilva Bianco, Pedro Saraiva, RosanePorto, Simone Pereira, Snia Bridi.Acabamento e impresso: ImprefarRedao: Campus Universitrio s/ns, CCE-COM,Trindade, CEP 88045, Florianpolis, SCTelefones: (0482)31-9215,31-9490Telefax: (0482) 334069Distribuio gratuitaCirculao dirigida

    Debate comedido noevidenciou a chapa quevenceria a eleio

    Em Branco ganhou o C.A.

    Jaques recebeu mais ataques de Gustavo Ide culos!

    Ivaldo estava confiante

    ocupada pelo CA, a arrecadaode fundos para a entidade. Asrespostas das chapas foram parecidas para todas questes: nada de concreto, apenas a promessa de que tudo ser feito da melhor maneira possvel. Os representantes da "Balano Bruxlico" e "Em Branco" tm um mes-

    dencial, trata-se de uma economia disfarada, pois to sutilque no chega a causar diferena na conta de luz no final doms.

    Criado pelo cientista e polticonorte-americano BenjaminFranklin em 1784, quando residia em Paris, o horrio de verovisa alongar o perodo solar dodia, representando economia deenergia eltrica. Ele foi implantado no pas em 1931, no governode Getlio Vargas, tendo vigorado, de forma aleatria, mais 14vezes. Foi recuperado em 1985e passou a ser contnuo.Astrnomos afirmam que pa-

    e mo objetivo: o melhor para os alunos. Eles esto somente tra ando caminhos diferentes e no se deram conta disso. Est tudo na santa paz! A questo mais po lmica do debate ficou por conta&! da mudana de nome do Centro Acadmico. Adelmo Genro Filho ou Raimundo Caruso? Eis aquesto. De resto, quem foi paraver conflito ou divergncia ficoua ver navios.

    o resultado - Apesar de suadenominao, a chapa Em Branco venceu as eleies para o Centro Acadmico.do Curso de Jornalismo totalizando 45 votoscontra os 36 da chapa rival, Balano Bruxlico. Dos 103 votostotalizados, quatro foram embranco e 18 foram consideradosnulos. A chapa vencedora temRicardo Jacques na liderana eurn staff formado par JeanineBellini, Viviane Sommer, Cristiano Prim, Suzana Naspolini,Jeferson e Maria Paula. Os eleitores esperam agora que suagesto no passe "em branco".

    Horrio de vero dura 120 dias

    Tucanos decidemdomingofuso com PDT

    Ana Cludia Menezes

    Santa Catarina pode assistirbrevemente formao de umnovo partido poltico, caso seconfirme a unio entre o PSDBe o PDT, originando, inclusive,uma nova sigla. O convite, feitopelo PDT na semana passadaatravs da imprensa, vai ser discutido na reunio da executivaestadual do PSDB, que ser realizada no dia' 27 com a participao das lideranas tucanas noestado como os deputados federais Francisco Kster e VilsonSouza e o senador Dirceu Carneiro.

    Para a vereadora Clair Castilhos, favorvel coligao, istopode dar ao PSDB um perfil"mais de esquerda", o que faltou,segundo ela, desde a sua fundao, durante os trabalhos da Assemblia Constituinte em 1988."O PSDB um_partido que nasceu dentro do Congresso Nacional, com as grandes estrelas, depois do racha que houve com oPMDB", admite. O outro segmento que no aderiu aos tucanos, formou o Centro, frente poltica constituda por senadorese deputados conservadores quetentaram barrar conquistas importantes para os trabalhadoresna Constituinte.

    Avaliando o resultado daseleies, Clair Castilhos achaque o PSDB era um partido pequeno e o novo "demais" parabancar uma candidaturamajoritria. "Ns nunca poderamoster sado sozinhos", diz ela, referindo-se no adeso FrentePopular, que lanou Nelson Wedekin ao governo. Em outros estados, o partido tambm amargou a derrota nas urnas, mesmoem So Paulo, Minas Gerais Paran, onde o PSDB tinha condies de chegar ao segundo turno. "Isto uma conseqncia dobipartidarismo", avalia a vereadora, que segmentou "demais" edividiu o eleitorado entre e'3-querda e direita.

    O PSDB quer dar continuidade ao que j vem sendo desenvolvido na Cmara Municipal deFlorianpolis, onde os vereadores do PDT, PC do B, PV e PTformam uma bancada de oposio aos polticos conservadores.'Vamos partir do zero e comeara crescer, formando bancadasfortes", avalia Clair.

    Mariana Baima

    O debate ocorrido no ltimodia 18 entre as chapas que disputam o Centro Acadmico do Jornalismo, conseguiu alcanar orecorde de audincia do ano: cerca de quinze pessoas se mantiveram na sala pelo tempo, tambm recorde, de quarenta minutos. Nem as assemblias paradiscusso do novo currculo conseguiram tal proeza.O fato, de uma maneira ou de

    outra, significou um "certo interesse" por parte dos alunos deestarem informados sobre o novodestino do Centro Acadmico.Mas com tanto recorde o debateacabou no alcanando seu principal objetivo: colocar em discusso as metas de cada chapa. Asduas concorrentes apresentaram suas propostas, que apesarde aparentarem divergncias,acabam convergindo no que dizrespeito s prioridades do CA.A chapa "Em Branco" constituda por sete alunos, j definiuseus pontos prioritrios: Semana cultural, promoo do 3 SetInterno, de festas, de um informativo quinzenal; de um noticirio de rdio interno tambmquinzenal e a participao emencontros estudantis e congressos. Seus rivais, a chapa "Balano Bruxlico", com trs veteranos no comando, apresentou como propostas primeiro ouvir "asmassas", mudar o nome do CAe sindicalizar os alunos.Durante a discusso foram le

    vantadas questes importantescomo a posio de cada chapa emrelao ao Zero Rdio Livre107 a participao do CA naseleies no Diretrio Central dosEstudantes; a ameaa de extino do registro de jornalista proposta pelo Ministro do Trabalho,a "privatizao" ou no da sala

    Fabiano Melato

    A partir da meia-noite do ltimo sbado, dia 20, o horrio devero voltou a vigorar no Brasil,estendendo-se at 17 de fevereiro. Com exceo dos estados doNorte e Nordeste (menos Bahia),todos os outros estados tiveramde adiantar em uma hora os seusrelgios. Ano passado, o horriode vero envolveu 22 estados eproporcionou uma economia de225 milhes de quilowatts, ou1,2%, equivalente ao consumode uma cidade como Braslia durante quatro meses. A nvel resi-

    ra se atingir uma economia real,o horrio deveria ter entrado emvigor j no incio do ms e seestender at fim de maro. Maspor enquanto vo ser 120 diasmais longos, onde todos os horrios - de servios pblicos avos internacionais - continuaro os mesmos; se um estabelecimento abria suas portas s 8horas, ele continuar abrindo aessa hora. E em 17 de fevereiro,quando os relgios devero seratrasados em uma hora, os universitrios podero tambmaprontar seu material escolar: ohorrio devero termina um diaantes do incio do semestre letivoda UFSC.

    Acervo: Biblioteca Pblica de Santa Catarina

  • ZERO

    Julgamento simulado naUFSC condena os

    assassinos de sindicalista

    A revanche de Chico MendesNilva Bianco

    Os assassinos de Chico Mendes foram sumariamente condenados. Ao menos foi o queaconteceu no Tribunal ChicoMendes, uma simulao do julgamento real, previsto para odia 12 de dezembro em RioBranco. A sesso aconteceu naquarta, dia 18 e foi promovidagelo Movimento Estudantil eCentro Acadmico XI de Fevereiro, do curso de Direito daUFSC. Vrias entidades apoiaram, entre elas a OAB e a Fenaj.Ao criar o Tribunal Chico

    Mendes, os estudantes de Direito abriram espao para debatessobre temas como direitos humanos, reforma agrria, ecologia. Alm disso, lembraramque o caso de Chico ainda noest resolvido e divulgaram a,causa dos seringueiros.Chico Mendes foi assassina

    do no dia 22 de dezembro de1988 em Xapuri, no Acre. Suamilitncia junto aos seringueiros e povos da floresta incomodou os grandes fazendeiros quetinham interesse em explorara rea. Sindicalista, lutou poruma forrua menos selvagem deexplorao da floresta amaznica, atravs da criao de umareserva extrativista para uso Xapuri. Moreno, traos indgedos seringueiros, que cuida- nas, Gumercindo fala de Chico.

    _ riam de sua preservao. No Fala de sua luta pela preserdia 22, s 19 horas, Chico abriu vao dos seringais, da persea porta da sua casa. Carregava guio sofrida por parte de genuma toalha no ombro e uma te como Darli Alves da Silvalanterna na mo. Ia tomar ba- e seus filhos, Darci e Oloci. Fanho, mas no conseguiu ir alm mlia de matadores fugidos doda porta. A cerca de 16 metros Paran e Minas Gerais, que sedali, escondido atrs de um co- estabeleceram no Acre, ondequeiro, Darci Alves da Silva esbar