Sas Serv Alim Saud Strong

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SAS - Serviço de Alimentação Saudável vol.11 | nº 8 | p. 13-74 | 2013 1

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Artigo sobre Gerenciamento de Projetos

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  • SAS - Servio de Alimentao Saudvel

    vol.11 | n 8 | p. 13-74 | 2013

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    SASServio de Alimentao Saudvel

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    MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

    Turma GPR ABC 25 - Santo AndrGiancarlo P. Johann

    Herbert T. Zacatei

    Marcelo J. Bazan

    Patricia R. Diedrich

    Vagner R. Andrade

    Professor orientadorJos ngelo Santos do Valle, DSc

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    1. Sumrio executivo

    2. Introduo

    3. Sustentabilidade

    4. Anlise estratgica

    5. Anlise de viabilidade

    6. Plano de gerenciamento dos intervenientes

    7. Plano de gerenciamento de escopo

    8. Plano de gerenciamento de prazos

    9. Plano de gerenciamento de custos

    10. Plano de gerenciamento da qualidade

    11. Plano de gerenciamento de pessoas

    12. Plano de gerenciamento de comunicaes

    13. Plano de gerenciamento de riscos

    14. Plano de gerenciamento de aquisies

    000000000000000000000000

    000000000000

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    1. Sumrio executivoEste documento apresenta o Plano de Gerenciamento do Projeto SAS

    Servio de Alimentao Saudvel.

    O Projeto SAS consiste na implantao da sede da empresa SAS

    Servio de Alimentao Saudvel com: escritrio, cozinha saudvel, centro

    de embalagens/ distribuio, depsito e garagem localizada na Rua Pedro

    II, nmero 1457, na cidade de Santo Andr-SP, com servio de entrega em

    domiclio na regio do ABC.

    Alm de preencher uma lacuna na prestao de servios atual, esta ser

    a primeira cozinha do gnero no Brasil a ter o selo verde LEED do Greenbuil-ding Council (www.gbc-brasil.org.br).

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    2. INTRODUO

    2.1 LocalizaoSer locado um prdio na Rua Pedro II, nmero 1457, na cidade de Santo

    Andr-SP, onde a sede da SAS Servio de Alimentao Saudvel ser localizada.

    A empresa oferecer servio de entrega em domiclio na regio do ABC.

    Esse ponto foi escolhido estrategicamente ,de forma a atender potenciais

    consumidores que residem ou trabalham nos arredores da regio. A estratgia en-

    volvida na escolha do local para implantao de nossa empresa, assim como a

    rea de abrangncia do servio, esto descritas no Captulo 4 - Anlise Estratgica,

    deste trabalho.

    Figura 1 Localizao da SAS.

    2.2 Matriz de rastreabilidade dos requisitosAs instalaes previstas para a sede so: escritrio, cozinha saudvel, centro

    de embalagens/distribuio, depsito e garagem.

    Sede da cozinha SAS

    Instalao Requisitos

    Escritrio

    O escritrio da sede SAS Servio de Alimentao Saudvel deve acomodar o Gerente da empresa, nu-tricionista, analista de compras e possuir uma mesa para receber os consultores e realizao de reunies.

    Cozinha saudvel

    A cozinha saudvel da SAS ser devidamente equi-pada para atender s necessidades de preparao dos cardpios saudveis e, alm disso, os equipa-mentos sero eficientes em termos de gasto energ-tico, atendendo aos princpios de sustentabilidade.

    Centro de embalagens/ distribuio

    O centro de embalagens e distribuio localizar-se- no canto direito da cozinha, entre o posto de prepara-o de alimentos e o depsito (Figura 2), com acesso

    privilegiado ao corredor da empresa.

    DepsitoNosso depsito estar localizado ao lado e ao longo de praticamente toda a extenso da cozinha, possi-

    bilitando abastecimento rpido.

    Garagem

    A sede contar com duas garagens: uma subterr-nea, para funcionrios e, em frente ao prdio, outra garagem para as motos que efetuaro o servio de entrega e mais 3 vagas para automveis de clientes.

    Tabela 1 Matriz de rastreabilidade de requisitos.

    Figura 2 Layout SAS.

    A seguir, apresentamos o Layout da sede SAS:

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    1) Fogo Vulcan V36 36 6 Burner Gas Range

    7) Moedor de carne

    13) Picador de legumes

    19) Balana eletrnica

    2) Fogo mega 4 bocas grande

    8) Liquidificador industrial

    14) Processador de alimentos

    20) Balana digital

    3) Frigideirabasculante 60 litros

    9) Forno a gs 15) Extrator de suco

    21) Seladora de mesa

    4) Caldeiroa gs

    10) Micro-ondas 30 litros

    16) Amassador de batatas

    22) Freezer horizontal

    5) Chapa a gs 11) Forno eltrico 17) Descascador de batatas

    23) Geladeira comercial 4 portas

    6) Sistema de exausto

    12) Batedeira planetria

    18) Lixeiras basculantes para reciclagem

    24) Freezer vertical

    Legenda:

    25) Armrios e bancadas

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    3. SUSTENTABILIDADE

    Alm de contribuir diretamente com a sade e qualidade ambiental, pela pr-

    pria atividade da empresa SAS Servio de Alimentao Saudvel, a construo da

    sede com escritrio, cozinha saudvel, centro de embalagens/distribuio, depsi-

    to e garagem ser a primeira do gnero, no mundo, a obter o selo verde LEED (Le-adership in Energy and Environmental Design) do Instituto Green Building Council.

    3.1 Selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design)Podemos definir sustentabilidade como a habilidade de sustentar ou suportar

    uma ou mais condies exibidas por algo ou algum. A sustentabilidade tem como

    princpio o uso dos recursos naturais de forma racional, a fim de no comprometer

    as futuras geraes.

    Todas as modificaes do projeto original para a implantao do conceito

    de sustentabilidade tero um custo adicional de R$ 39.329,00. Seguem abaixo as

    benfeitorias e aes (com seus respectivos custos) que sero executadas no pro-

    jeto do SAS Servio de Alimentao Saudvel, a fim de obter a certificao LEED

    (Leadership in Energy and Environmental Design):

    AO DESCRIO CUSTO

    Reduo da ilha de calor rea descoberta

    Reduo do calor derivado do uso de lm-padas incandescentes na rea externa do estabelecimento (substituio por lmpadas fluorescentes).

    R$ 500,00

    Reduo da ilha de calor rea coberta

    Reduo do calor derivado do uso de lm-padas incandescentes na rea interna do estabelecimento (substituio por lmpadas fluorescentes).

    R$ 500,00

    AO DESCRIO CUSTO

    Transporte Alternativo Bicicletrio

    Construo de um Bicicletrio para os usu-rios. R$ 539,00

    Transporte Alternativo Estacionamento Estacionamento prprio no local. R$ 0,00

    Transporte Alternativo Acesso ao Transporte Pblico

    Acesso ao transporte pblico. Solicitao Prefeitura para que seja instalada uma parada de nibus em frente ao empreendimento.

    R$ 0,00

    Tabela 2 Espao sustentvel

    3.2 Uso Racional da guaNo empreendimento ser utilizado um sistema de captao da gua da chuva

    para reso. O objetivo desse investimento a reduo da utilizao de gua pot-

    vel. Como podemos ver abaixo, a captao feita por meio de calhas, armazenada

    e filtrada em reservatrios e filtros subterrneos, sendo necessria a utilizao de

    uma bomba de presso para que a gua seja utilizada. O custo do sistema est

    orado em R$ 6.000,00.

    Figura 3 Esquema de reutilizao de gua.

    AO DESCRIO CUSTO

    Uso Eficiente da gua no Paisagismo

    Uso de gua no potvel na manuteno do jardim. R$ 0,00

    Captao de gua da Chuva

    Utilizao de sistema de captao e armazena-mento da gua da chuva. R$ 6.000,00

    Utilizao de senso-res de presena nos banheiros

    Emprego da tecnologia de sensores de presena nos banheiros. R$ 300,00

    Tabela 3 Uso racional da gua.

    Fonte: Internet

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    AO DESCRIO CUSTO

    Otimizao do desempe-nho energtico

    Utilizao de 70% dos equipamentos eletrnicos com selo Energy Star. R$ 1.000,00

    Otimizao do desem-penho energtico Ar-condicionado

    Controle da eficincia do equipamento. Zonea-mento de locais dentro do estabelecimento que a refrigerao pode ser menos intensa.

    R$ 1.500,00

    Otimizao do desempe-nho energtico - Contro-le de luz

    Sensores de ocupao para 75% das reas conectadas por luz. R$ 1.500,00

    Gerao local de Energia Renovvel

    Utilizao de clulas fotovoltaicas e sistema elico no telhado do empreendimento. R$ 19.990,00

    Medio e Verificao Instalar equipamentos de sub -medio de energia. R$ 1.000,00

    Tabela 4 Energia e atmosfera.

    3.3 Gerao Local de Energia RenovvelSer utilizado um sistema hbrido de gerao de energia. Conforme podemos ver

    na foto abaixo, sero utilizadas clulas fotovoltaicas juntamente com maquinrio elico:

    AO DESCRIO CUSTO

    Depsito e Coleta de materiais reciclveis

    Montar um depsito para coleta de materiais reciclveis. R$ 0,00

    Gesto de Resduos da Construo Destinar 50% dos materiais da obra para reso. R$ 0,00

    Contedo Reciclado Adquirir mobilirio para a empresa em que, no mnimo, 10% do produto tenha origem reciclada. R$ 0,00

    Tabela 5 Materiais e Recursos.

    Figura 4 Gerao local de energia renovvel.

    O referido sistema de alto desempenho e livre de manuteno. Junto aos

    equipamentos est incluso um monitor LCD 4 e um software de gerenciamento

    para acompanhar a gerao de energia. O custo estimado de R$ 19.990,00.

    AO DESCRIO CUSTO

    Desempenho Mnimo da Qualidade do Ar Interno

    Contratar empresa para verificao da qualidade do ar. R$ 1.500,00

    Controle da fumaa do cigarro Uso de sistema de suco de fumaa. R$ 3.000,00

    Plano de Qualidade do Ar - Antes da ocupao

    Contratar empresa para verificao da qualidade do ar. R$ 2.000,00

    Conforto Trmico Contemplar no projeto inicial os itens referentes ao conforto trmico. R$ 0,00

    Iluminao Natural e Paisagem

    Luz natural em, no mnimo, 75% dos espaos do empreendimento. R$ 0,00

    Tabela 6 Qualidade Ambiental Interna.

    AO DESCRIO CUSTO

    InovaoPrimeiro empreendimento de Santo Andr que serve alimentao saudvel a obter certificao LEED.

    R$ 0,00

    Profissional Acreditado LEED

    Um dos scios ser credenciado e ter certifica-o LEED. R$ 0,00

    Tabela 7 Inovao e processo do projeto.

    Figura 5 Custos da sustentabilidade.

    Energia e Atmosfera 52 %

    Espao Sustentvel4 %

    Qualidade ambiental Interna 16 % Uso racional da gua

    16 %

    Inovao e Processo do Projeto 0 %

    Materiais e recursos 0 %

    3.4 Custos e Payback da SustentabilidadeSegue abaixo o grfico com os custos da implementao da Sustentabilidade

    no projeto. Tais custos apresentam-se separados por reas:

    Fonte: Internet

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    AO REA CUSTO Custo (2) JUSTIFICATIVA

    Reduo da ilha de calor rea descoberta Espao Sustentvel R$ 500,00

    Custo Incluso na reforma

    Reduo da ilha de calor rea coberta Espao Sustentvel R$ 500,00

    Custo Incluso na reforma

    Transporte Alternativo Bicicletrio Espao Sustentvel R$ 539,00 R$ 539,00

    Transporte Alternativo Estacionamento Espao Sustentvel R$ 0,00

    Transporte Alternativo Acesso ao Transporte Pblico

    Espao Sustentvel R$ 0,00

    Uso Eficiente da gua no Paisagismo Uso Racional da gua R$ 0,00

    Captao de gua da Chuva Uso Racional da gua

    R$ 6.000,00

    R$ 6.000,00

    Utilizao de sensores de presena nos banhei-ros

    Uso Racional da gua R$ 300,00 R$ 300,00

    Otimizao do desem-penho energtico Selo Energy Star

    Energia e Atmosfera R$ 1.000,00

    Incluso no KIT Sistema Hbri-do Solar+Eli-

    co Air40

    Otimizao do desem-penho energtico - Ar Condicionado

    Energia e Atmosfera R$ 1.500,00R$

    1.500,00

    Otimizao do desem-penho energtico - Con-trole de luz

    Energia e Atmosfera R$ 1.500,00R$

    1.500,00

    REA CUSTO

    Espao Sustentvel R$ 1.539,00

    Uso Racional da gua R$ 6.300,00

    Energia e Atmosfera R$ 24.990,00

    Materiais e Recursos R$ 0,00

    Qualidade Ambiental Interna R$ 6.500,00

    Inovao e Processo do Projeto R$ 0,00

    TOTAL R$ 39.329,00

    Tabela 8 Diviso dos custos por rea da Sustentabilidade.

    Do montante de R$ 39.329,00, devem ser subtrados R$ 8.000,00, pois as

    aes j esto contempladas no custo total do projeto original. Detalhes a seguir:

    Tabela 9 Planilha dos custos por rea da Sustentabilidade

    Gerao local de Ener-gia Renovvel Energia e Atmosfera

    R$ 19.990,00

    R$ 19.990,00

    Medio e Verificao Energia e Atmosfera R$ 1.000,00

    Incluso no KIT Sistema Hbri-do Solar+Eli-

    co Air40

    Depsito e Coleta de materiais reciclveis Materiais e Recursos R$ 0,00

    Gesto de Resduos da Construo Materiais e Recursos R$ 0,00

    Contedo Reciclado Materiais e Recursos R$ 0,00

    AO REA CUSTO Custo (2) JUSTIFICATIVA

    Em suma, o custo total das aes de Sustentabilidade dentro das 6 reas da

    Certificao LEED ficou em R$ 31.329,00, conforme podemos analisar abaixo:

    Desempenho Mnimo da Qualidade do Ar Interno

    Qualidade Ambiental Interna

    R$ 1.500,00

    R$ 1.500,00

    Conforto Trmico Qualidade Ambiental InternaR$

    3.000,00 R$ 0,00Custo Incluso

    na reforma

    Iluminao Natural e Pai-sagem

    Qualidade Ambiental Interna

    R$ 2.000,00 R$ 0,00

    Incluso na ver-ba Paisagismo

    Inovao Inovao e Processo do Projeto R$ 0,00 R$ 0,00

    Profissional Acreditado LEED

    Inovao e Processo do Projeto R$ 0,00

    Certificao feita por ns

    R$ 39.329,00

    R$ 31.329,00

    Tabela 10 Custo da Sutentabilidade

    Custo Total Orado

    Total Incluso Custo Efetivo Total Investimento

    39.329 80.000

    31.329

    400.000

    368.671

    31.329

    Valores j inclusos na Reforma Civil /

    Aquisies de outros itens.

    8 % do total investimento

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    O custo do projeto de R$ 368.671,00. Considerando as aes de Sus-

    tentabilidade, o montante de R$ 400.000,00. O percentual das referidas aes

    representam 8,50% do custo total do projeto.

    3.4.1 Payback da SustentabilidadeAlm do benefcio da reduo de custos fixos operacionais, h diversas ou-

    tras formas de retorno do investimento em aes sustentveis. Alguns desses be-

    nefcios so, emum primeiro momento, intangveis:

    Publicidade: a preocupao com a sustentabilidade no planeta obteve gran-

    de foco na mdia, que vem expondo cada vez mais o que ecologicamente

    correto. Logo, a certificao ser um fato gerador de mdia espontnea.

    Melhoria da produtividade e diminuio do turn over: com a crescente

    exposio do tema sustentabilidade, os colaboradores passaro a ter mais

    interesse em trabalhar em estabelecimentos que esto gerenciando o neg-

    cio com foco na gesto ambiental.

    Fidelizao e atrao de clientes: pessoas engajadas na causa podem

    contribuir com a sustentabilidade do planeta ao decidirem consumir produtos

    de um estabelecimento que possui apelo ambiental. Existe uma nova gama

    de clientes que podem ser atrados para o estabelecimento no somente pela

    refeio, mas tambm por conta da preocupao com o meio ambiente.

    Diminuio do consumo de energia eltrica: reduo de 20% do custo

    desse insumo;

    Diminuio do consumo de gua potvel: reduo de 20% do custo de gua;

    Diminuio do custo de servios de manuteno de equipamentos: Re-

    duo de 80% do valor mensal.

    Segue ao lado o ganho mensal estimado com as aes de Sustentabilidade

    e seu montante total:

    Figura 6 Payback das aes de Sustentabilidade.

    1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 0 1 1 1 2 1 3 1 4 1 5 1 6 1 7 1 8 1 9 2 0 2 1 2 2 2 3 2 4 a n o 3

    R$Retorno Mensal - Sustentabilidade Retorno do

    investimento

    31.329

    ITEM GANHO VALOR

    Marketing de Mdia Espontnea Reduo da verba de marketing R$ 280,00

    Marketing Clientes Aumento do volume de vendas R$ 1.200,00

    Diminuio do Turn over Reduo dos gastos com treinamentos R$ 150,00

    Energia Eltrica Reduo do gasto mensal em - 20% R$ 390,00

    gua Reduo do gasto mensal em - 20% R$ 100,00

    Manuteno Diminuio dos servios de manuteno R$ 90,00

    TOTAL R$ 2.210,00

    Tabela 11 Ganho estimado das aes de Sustentabilidade.

    Conforme o valor supracitado, foi calculado o retorno do investimento em Sus-

    tentabilidade do projeto. De acordo com o grfico abaixo apresentado, o payback de tais aes dar-se- em 18 meses.

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    4. ANLISE ESTRATGICA

    4.1 O Mercado de refeies prontasO consumo de refeies prontas, consequncia da correria de era em que

    vivemos, j um hbito dirio na vida de milhes de brasileiros. O crescimento das

    cidades e o costume de almoar fora de casa fazem com que as pessoas procurem

    alternativas rpidas para se alimentar. Outro fator que impulsionou a expanso des-

    se mercado foi a insero da mulher no mercado de trabalho.

    A refeio em forma das chamadas marmitas, onde os alimentos so acon-

    dicionados em um recipiente trmico (geralmente descartvel), atende essa de-

    manda, pois oferece praticidade e comodidade com a retirada da comida no local

    ou entrega em domiclio. Essa modalidade de refeio tambm atende pessoas que

    no possuem tempo para se deslocar e almoar em um restaurante convencional.

    Sabor e praticidade so ingredientes bsicos para o negcio. O prato j vem mon-

    tado, com uma quantidade padro de comida. Isso faz com que o custo da refeio

    seja menor, reduzindo o preo final do produto. Apesar do baixo preo, os clientes

    exigem boa qualidade nos ingredientes e um eficiente servio de entrega.

    Nesse tipo de negcio, o empreendedor no precisa se preocupar em ofe-

    recer um ambiente com mesas, cadeiras e garons. Diferentemente de um restau-

    rante, os clientes adquirem as suas marmitas no estabelecimento e consomem a

    refeio no local de trabalho, em casa ou em locais pblicos.

    4.1.1 Anlise de mercadoSegundo a ABIA (Associao Brasileira das Indstrias da Alimentao), o

    mercado de food service, ou de alimentao fora do lar, tem crescido a taxas de 12% ao ano, contra os 4% do setor alimentcio como um todo. Trata-se do ramo de

    alimentao que mais cresceu depois do Plano Real. Entre 1993 e 1999, a venda de

    comida fora do lar aumentou 167%, enquanto o varejo alimentcio tradicional cres-

    ceu 54,8%. Em 2000, o food service foi responsvel por um quarto do faturamento total da indstria alimentcia, movimentando R$ 23 bilhes.

    Alguns dados da Aberc (Associao Brasileira das Empresas de Refeies

    Coletivas) comprovam a importncia que o setor de fornecimento de refeies tem

    para o desenvolvimento do pas. Em 2011, a estimativa que tenham sido servidos

    10,5 milhes de marmitas por dia, enquanto 6 milhes de pratos so consumidos em

    restaurantes convencionais e 150 mil pratos so consumidos por funcionrios que

    almoam em restaurantes administrados pela prpria empresa em que trabalham.

    Outro dado estatstico desse tipo de consumidor o fato da maioria deles

    situar-se em reas que apresentam grande concentrao de escritrios, lojas, con-

    sultrios e servios pblicos.

    Figura 7 Estimativa de origem das refeies em 2011.

    Fonte: Aberc

    Restaurantes36 %

    Marmitas 63 %

    Refeitrios1 %

    Uma oportunidade identificada nesse mercado em expanso o atendimento

    ao pblico que possui restries alimentares, tanto em relao ao nmero de pes-

    soas com essas restries quanto ao avano da medicina, que cada vez mais cedo

    detecta problemas. Essa caracterstica das pessoas pode ser resultado de uma

    doena ou uma condio com a qual a pessoa nasce. So muitas as causas das

    chamadas restries alimentares, como dislipidemia (alterao nos nveis sangu-

    neos de lipdeos), doena celaca (intolerncia permanente ao glten), intolerncia

    lactose, constipao (priso de ventre), alergias, hipertenso e diabetes.

    A seguir, ilustramos como um simples prato de almoo ou lanche pode ser

    nocivo para pessoas que possuem certas restries alimentares:

    Para atender a esse perfil de con-

    sumidor, que no encontra as opes

    adequadas s suas dietas especficas no

    cardpio oferecido pelas empresas pre-

    sentes no mercado, decidimos estruturar

    a empresa SAS - Servio de Alimentao

    Saudvel. A mesma ser localizada na

    cidade de Santo Andr-SP e seu pblico-

    -alvo sero os consumidores de mdia a

    alta renda do Grande ABC com restries

    alimentares.

    Figura 8 Restries alimentares.

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    Figura 9 Imagens ilustrativas das marmitas quesero ofertadas

    4.1.2 Cardpios da SASA seguir, exemplos de cardpio semanal e de refeies congeladas. A esti-

    mativa de valor foi nossa base de clculo do valor mdio das refeies utilizadas na

    viabilidade financeira, que ser apresentada mais adiante.

    Cardpio light Custo Preo Lucro

    Segunda

    Entrada: Consom de Espinafre Prato: Panqueca Integral de legumes /(Bife ou Frango) Grelhado + Mix de folhas / Arroz brancoSuco: Carambola

    R$ 18,30 R$ 23,90 R$ 5,60

    Tera

    Entrada: Tomate recheadoPrato: Espaguete na manteiga + Frango Grelhado / Berinjela ao fornoSuco: Melancia

    R$ 16,00 R$ 21,90 R$ 5,90

    Quarta

    Entrada: Salada VerdePrato: Peixe grelhado / Arroz + Feijo / Batata GratinadaSuco: Abacaxi

    R$ 16,68 R$ 22,80 R$ 6,12

    Quinta

    Entrada: Tiras de Legumes Prato: Peito de Peru ao molho de azeito-nas / Pur de mandioquinha / Arroz com milhoSuco: Jabuticaba

    R$ 17,10 R$ 22,90 R$ 5,80

    Sexta

    Entrada: Sufl de milho com cenouraPrato: Omelete de Couve-flor ou Peixe com crosta de Quinoa / Arroz com br-colisSuco: Laranja

    R$ 19,10 R$ 24,80 R$ 5,70

    Tabela 12 Exemplo de Cardpio semanal

    Cardpio light Custo Preo Lucro

    Sbado

    Entrada: Sufl de milho com cenoura Prato: Frango ao molho de laranja / Vagem saut / Arroz 7 grosSuco: Laranja

    R$ 16,05 R$ 21,70 R$ 5,65

    Mdia (Utilizada para clculo viabilidade) R$ 17,20 R$ 23,00 R$ 5,80

    Cardpio Pratos Congelados Custo Preo Lucro

    R$ 11,00 R$ 16,80 R$ 5,80

    Almndegas de carne e vagem c/ cenoura

    R$ 12,00 R$ 17,70 R$ 5,70

    Fil de frango c/ alecrim, repolho refogado

    R$ 14,10 R$ 20,20 R$ 6,10

    Fil de frango Recheado c/ ricota e brcolis; cenoura ervilhas.

    R$ 13,30 R$ 19,20 R$ 5,90

    Bolo surpresa de carne e Jardineira de Legumes.

    Tabela 13 Cardpio de kits congelados.

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    Cardpio light Custo Preo Lucro

    R$ 12,10 R$ 17,80 R$ 5,70

    Cubos de frango ao molho shoyu e couve de Bruxe-las c/ tomate pera.

    R$ 13,60 R$ 19,20 R$ 5,60

    Escalope de fil ao molho madeira e legumes gre-lhados

    R$ 12,25 R$ 18,10 R$ 5,85

    Fil de frango ao molho mostarda e jardineirade legumes

    R$ 16,90 R$ 23,10 R$ 6,20

    Salmo ao molho mostarda e mix de cogumelos

    R$ 11,80 R$ 17,50 R$ 5,70

    Sobrecoxa de frango ao molho shoyu e purde abbora

    Cardpio light Custo Preo Lucro

    R$ 14,95 R$ 20,40 R$ 5,45

    St. Peter com crosta de castanhas-do-par e legumes moda

    Mdia (Utilizada para calculo viabilidade) R$ 13,20 R$ 19,00 R$ 5,80

    4.2 Posicionamento estratgico da SASMisso:Oferecer qualidade de vida aos nossos clientes por meio de um servio de

    alimentao saudvel, cuidando da sade das pessoas, tornando-as mais felizes.

    Viso:Ser reconhecida como uma empresa referncia no segmento de alimentao

    saudvel e sustentvel em um prazo de 5 anos.

    Valores:Sustentabilidade;

    Respeito;

    Qualidade de vida;

    Bem-estar;

    Confiana;

    tica.

    4.2.1 ticaNa realidade, a tica est presente (ou deveria estar) no dia a dia de todas as

    pessoas, no exerccio de nossas atividades profissionais ou pessoais, na escola,

    no trabalho, no clube, no trnsito, nos negcios, no cinema, na rua, enfim, a tica

    deveria ser o oxignio levado a cada clula do organismo humano, dando-lhe vita-

    lidade, sade moral e direcionando s aes de empresrios, polticos e cidados.

    Ao retomarmos o tema de gerenciamento de projetos, em todas as nove re-

    as do conhecimento (disciplinas), a tica est presente; do ponto de vista tico, o

    gerente deve deixar explcito, claro e documentado o que o projeto faz e o que o

    projeto no faz, evitando situaes intencionalmente dbias ou omissas.

    Segundo o cdigo de tica do gerente de projetos elaborado pelo PMI - Pro-ject Management Institute, os 4 Pilares da tica do Gerente de Projetos so:

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    2726

    Responsabilidade: nosso dever assumir a responsabilidade pelas de-

    cises que tomamos ou deixamos de tomar, as aes que deixamos de

    praticar, e as consequncias delas resultantes.

    Respeito: nosso dever demonstrar uma elevada considerao por ns

    mesmos, pelos outros e pelos recursos que nos foram confiados, que po-

    dem incluir pessoas, dinheiro, reputao, a segurana de outros e recur-

    sos naturais ou ambientais. Um ambiente de respeito produz confiana,

    segurana e a excelncia de desempenho por meio do encorajamento da

    cooperao mtua um ambiente onde diversas perspectivas e vises so

    encorajadas e valorizadas.

    Justia: nosso dever tomar decises e agir imparcialmente e objetiva-

    mente. Nossa conduta no pode concorrer com nossos prprios interes-

    ses, preconceitos e preferncias.

    Honestidade: nosso dever compreender a verdade e agir de maneira

    verdadeira, tanto em nossas comunicaes quanto em nossa conduta.

    A seguir, apresentamos a anlise SWOT realizada para o projeto SAS:

    1 -

    2 -

    3 -

    4 -

    Tabela 14 Anlise SWOT

    Foras (Strenghts) Fraquezas (Weaknesses)

    Inte

    rna

    (Org

    aniz

    ao

    )

    (S1) Certificao Selo Verde. (S2) Produtos Orgnicos. (S3) tima localizao. (S4) Cardpio atende grande de-manda de restries alimentares

    (W1) Empresa nova no mercado. (W2) Produto no conhecido ou imagem relacionada a remdio. (W3) Colaboradores com pouca experincia. (W4) Custo fixo alto.

    Exte

    rna

    (Am

    bien

    te)

    Oportunidades (Opportunities) Ameaas (Threats)

    (O1) Demanda produtos saud-veis. (O2) Pessoas com falta de tempo. (O3) Poder aquisitivo do grande ABC. (O4) Conscientizao da popula-o para Sustentabilidade. (O5) Crescente nmero de pes-soas com algum tipo de restrio alimentar. (O6) Parcerias com as Indstrias / Escritrios.

    (T1) Aumento do preo de produtos orgnicos. (T2) Concorrentes de So Paulo investirem no ABC. (T3) Elevao do custo/entrega legislao Motoboy. (T4) Vendas de kits congelados em Supermercados pela concorrncia. (T5) Remdios mais baratos e eficazes para combater problemas de restrio alimentar.

    Alavancagem (Fatores Crticos de Sucesso):

    (S1+O4) = H um crescimento do nmero de pessoas preocupadas com o

    meio ambiente por conta do grande apelo mundial da mdia pela preservao e uso

    consciente dos recursos naturais. Com isso, os chamados consumidores verdes

    do preferencia pelas empresas certificadas com selo verde.

    (S3+O2) = A Empresa SAS est localizada em uma via de grande movimenta-

    o de pessoas que vo trabalhar ou estudar no sentido Grande ABC So Paulo.

    Esse fluxo intenso, aliado ao fato das pessoas no terem tempo de preparar uma

    refeio saudvel, faz com que essas pessoas parem em nosso estabelecimento

    para retirar sua refeio.

    (S2+S4+O1+O5) = Muitas pessoas preocupadas com a sade esto dispos-

    tas a pagar mais por produtos livres de agrotxicos, e, tambm, muitas preferem

    deixar de tomar remdios para aderir a uma dieta saudvel.

    Vulnerabilidade:

    (W1+W2+T2) = Por nossa empresa ser nova no mercado e sabermos da exis-

    tncia de dois grandes concorrentes na grande So Paulo, existe a chance desses

    investirem na regio do Grande ABC. Como muitos de nossos potenciais clientes

    moram na regio do ABC, mas trabalham em So Paulo, eles poderiam optar pelas

    marcas que esto disponveis no mercado.

    Ao: plano de publicidade que envolve nfase no cuidado com a sade,

    enfatizando tambm o pioneirismo na certificao do Selo Verde.

    (W2+T4) = Oferta de kits congelados em supermercados. Com essa praticida-de ofertada pelos concorrentes, nossa demanda poder cair.

    Ao: criao e disponibilizao de alguns kits em demonstradores refrigera-dos de supermercados estratgicos da regio. Isso envolveria, no entanto, mudan-

    a de posicionamento estratgico, uma vez que originalmente nossos kits seriam personalizados e feitos sob encomenda.

    4.3 Dados do Grande ABCA Regio do Grande ABC, historicamente caracterizada como bero da In-

    dstria Automobilstica no pas, representa um dos maiores mercados consumido-

    res do Brasil, ao lado dos municpios de So Paulo e Rio de Janeiro.

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    2928

    Alm da indstria automobilstica, que representa a regio, existe uma grande

    variedade de cadeias produtivas, com crescente participao das atividades do

    setor de servios e de uma vasta rede de comrcio varejista.

    Figura 10 Localizao geogrfica do grande ABC

    Figura 11 Potenciais grandes consumidores.

    Com populao de 2,6 milhes de habitantes distribuda em um territrio de

    827 Km2, a regio do Grande ABC concilia a presena de importantes complexos

    industriais, elevado grau de urbanizao e, ainda, importantes espaos e reservas

    naturais destinados preservao ambiental, cuja produo de gua parte im-

    portante do sistema de abastecimento metropolitano.

    Tabela 15 Populao Do Grande ABC.

    Fonte: IBGE- 2010

    Cidade Habitantes

    Santo Andr 676.407

    So Bernardo do Campo 765.462

    So Caetano do Sul 149.263

    Diadema 386.083

    Mau 417.064

    Ribeiro Pires 113.068

    Total 2.551.328

    Figura 12 Distribuio da populao do Grande ABC.

    Fonte: IBGE- 2010

    Maua17 %

    Santo Andr 27 %

    So Bernado do Campo31 %

    Ribeiro Pires 4 %

    So Caetano do Sul 6 %

    Diadema 15 %

    Com aproximadamente 50% da sua extenso territorial em rea de reserva de

    manancial, a regio do Grande ABC um dos principais reservatrios hdricos e de

    reserva natural do Estado de So Paulo. Esses aspectos, que so determinantes

    para uma boa qualidade de vida, tambm constituem potencial econmico, quando

    consideramos a utilizao racional da represa Billings e da Mata Atlntica.

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    3130

    Figura 13 Represa Billings e Mata Atlntica Grande ABC.

    A rede ferroviria, a Rodovia Anchieta e a Rodovia Imigrantes so marcos que

    determinaram o desenvolvimento industrial ao longo de seus eixos, promovendo a

    interligao da Regio do Grande ABC com a Regio Metropolitana de So Paulo, a

    proximidade com o Porto de Santos e com os Aeroportos de Congonhas e Cumbica.

    Os imigrantes constituram-se como os principais protagonistas da histria

    econmica do Grande ABC e foram seguidos pelos migrantes de vrias regies do

    pas. A busca de oportunidades de trabalho e a proximidade com a capital foram

    determinantes nas caractersticas de ocupao urbana da regio.

    As intervenes pblicas federais, estaduais e municipais, por meio das aes

    da Governana Regional, trouxeram substanciais melhorias na construo de polti-

    cas e de projetos regionais, com consequente impacto na qualidade de vida.

    Alm dos investimentos pblicos, o setor privado, por meio dos setores imobi-

    lirio, lazer, comrcio e servios, contribui para uma reurbanizao sem precedentes

    da regio, melhorando de forma significativa as condies de habitabilidade local.

    Figura 14 Potencial de consumo Grande ABC.

    4.4 Anlise da ConcorrnciaO grande diferencial da Empresa SAS Servio de Alimentao Saudvel,

    ser a entrega de refeies prontas, com foco nas pessoas com restries alimen-

    tares, em locais com grande concentrao de escritrios e indstrias do grande

    ABC Paulista.

    Conforme anlise da concorrncia, foi verificado que, atualmente, o custo da

    entrega para regio alto, pois as empresas concorrentes esto localizadas em

    outros estados (quando se trata da entrega de kits congelados) ou na grande So Paulo (para kits congelados e refeies prontas). Outro dado verificado que a maioria est focada na dieta para reduo de peso e no demonstra preocupao

    com outras restries alimentares, como intolerncia ao glten, lactose, o coles-

    terol alto, entre outros.

    Nosso servio facilita a vida de quem quer pegar firme em um regime alimentar,

    mas ainda no sabe ou no se adaptou s escolhas que seriam corretas para sua

    dieta. Em geral, quem adquire um programa do gnero no precisa se preocupar

    com a quantidade, o tipo nem o preparo das refeies. Alm disso, economiza tempo.

    Os pratos prontos dispensam qualquer tipo de preparo. No entanto, as refei-

    es congeladas no ficam atrs em termos de praticidade e rapidez. Os pratos

    geralmente ficam prontos em minutos.

    Abaixo um comparativo dos servios oferecidos pela SAS em relao s prin-

    cipais concorrentes identificadas no mercado:

    Tabela 16 SAS versus Concorrentes

    Servios SAS Concorrente AConcorrente

    BConcorrente

    C

    Vendas de Kits via Internet

    Entrega Produtos Prontos

    Kit Normal / Saudvel

    Kit Light / Reduo Peso

    Kit Restrio Glten

    Kit Restrio Diabetes

    Kit Controle Colesterol

    Kit Controle Triglicrides

    Kit Controle Presso Alta

    Kit Personalizado

    SAC

    Servio Consulta Nutricionista

    Fonte: InternetFonte: IPC Marketing

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    4.4.1 Principais caractersticas dos concorrentes:Empresa localizada no estado de So Paulo. Atua no mercado h mais de

    trs anos. Oferece kits nas verses tradicional e light.

    Empresa localizada no estado de So Paulo. Fornece kits light nas verses

    de 800 e 1.200 Cal / dia, kits para restrio a glten e lactose. Seu diferen-cial fornecer kits completos, incluindo caf da manh, lanches de manh / tarde e ceia.

    Empresa localizada no estado do Rio Grande do Sul. Atua no mercado h

    mais de quatro anos. Sua principal caracterstica a venda de kits para reduo de Peso.

    Abaixo uma pesquisa encontrada na Internet com relao s caractersticas

    dos servios prestados pelas empresas em questo:

    A -

    B -

    C -

    Tabela 17 Pesquisa com kits congelados.

    Item Concorrente A Concorrente B Concorrente C

    Preo R$ 232,30 R$ 345,00 R$ 439,00

    Pontualidade na Entrega Os produtos chegaram no dia e perodo marcados.

    Os produtos chegaram no dia e perodo marcados.

    Os produtos atrasaram um dia.

    Embalagem

    Tem boa vedao e vem ainda com uma embalagem extra de plstico, alm das informa-es nutricionais. J vm prontas

    para irem ao micro--ondas e tm boa aparncia. A em-balagem tambm traz orientaes sobre o modo de

    preparo.

    Embora tenham boa vedao, as embalagens no tm boa aparn-cia e nem todas

    podem ir ao micro--ondas.

    As embalagens so bem organiza-das e no difcil acomod-las no

    freezer. Alm disso, tm boa aparncia

    e em cada uma h o nmero da empresa, caso a

    pessoa queira falar com a nutricionista. Todas tm o modo de preparo escrito

    no verso.

    Item Concorrente A Concorrente B Concorrente C

    Preparo

    O preparo dos pratos fcil, basta

    aquec-los por cerca de 5 minutos

    no micro-ondas.

    O preparo fcil, basta aquecer os alimentos

    no micro-ondas. Essas informaes, contudo, no so bem dispostas

    nas embalagens. S des-cobri que deveria deixar o kit na geladeira para

    descongelar ao longo da madrugada porque liguei no telefone de contato.

    O preparo fcil, basta descongelar no micro-on-das ou apenas deixar a comida fora do freezer. Alguns sucos deviam

    ser batidos no liquidifica-dor, o que dificultava o

    preparo no ambiente de trabalho.

    Informaes nutricionais

    As embalagens tra-zem todas as infor-maes (baseadas em uma dieta de

    2.000 kcal), incluin-do a quantidade de

    sdio.

    As embalagens trazem as principais informaes, mas deixam de informar a quantidade de sdio em cada refeio, item importante por envolver alimentos congelados.

    As embalagens trazem as principais informa-es, mas deixam de

    informar a quantidade de sdio em cada refeio,

    item importante por envolver alimentos con-

    gelados.

    Suportenutricional

    Possui uma equipe de nutricionistas de planto. Tiram

    dvidas por e-mail e telefone.

    Rpido e eficiente, ocorre por telefone.

    As embalagens trazem todas as informaes

    nutricionais e todos os in-gredientes dos produtos.

    Sabor As refeies so saborosas, no tm gosto de comida

    de avio.

    Os pratos, embora pe-quenos, so saborosos.

    Mal parece que comida de dieta.

    Os pratos tm pequena quantidade de comida,

    mas so saborosos.

    Fonte: Site R7.

    Vale ressaltar que algumas empresas chegam a cobrar mais de R$ 400 por

    um kit de refeies para uma semana.

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    4.5 Anlise da escolha do local e abrangncia do servioA escolha do local se deu em razo de estar em uma regio privilegiada, com

    vias de acesso fcil, um grande fluxo de veculos, onde as pessoas podero parar

    para retirada dos kits de alimentao sem transtornos. O estabelecimento contar com trs vagas para essa operao.

    Figura 15 Raio de atuao do servio SAS.

    Na 1 Etapa do Projeto da SAS est prevista a entrega de refeies prontas em

    todos os municpios do Grande ABC (Santo Andr, So Bernardo e So Caetano do

    Sul). Essa limitao existe por conta do tempo de preparo dos alimentos e tambm

    o tempo de entrega. No que se refere aos kits congelados, o servio se estender para a grande So Paulo, e o custo de entrega dever ser repassado ao cliente.

    Em uma 2 Etapa (possvel projeto de expanso), a entrega de refeies pron-

    tas se estender aos municpios de Diadema, Mau e a alguns bairros da cidade

    de So Paulo (Ipiranga, Sacom, Sade, Jabaquara).

    Desta forma, considerando apenas a 1 Etapa, objeto de estudo deste projeto,

    o tempo mdio de entrega aos principais pontos onde prevemos a demanda ser

    de aproximadamente 11 minutos.

    Ao lado algumas simulaes de entrega aos principais pontos de demanda:

    Figura 16 Simulaes de rotas de entrega.

    Fonte: Google Maps

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    5. ANLISE DE VIABILIDADE

    Para a estimativa de custos dos materiais e equipamentos foi feito um levan-

    tamento da necessidade conforme a EAP. Foram levantados os padres e espe-

    cificaes tcnicas necessrias e, ento, feita uma pesquisa de preos com os

    fabricantes /fornecedores, incluindo a forma de pagamento ( vista ou parcelado).

    As estimativas de custo de mo de obra foram obtidas por meio de pesquisa

    no sindicato da categoria e tambm na concorrncia. A contratao da mo de

    obra dever ser feita trs meses antes do incio da operao, de forma a atender o

    tempo necessrio para treinamento e testes pr-operacionais.

    A Empresa SAS ser categorizada como uma empresa de pequeno porte e,

    por isso, se adequar ao regime tributrio diferenciado Simples - Sistema integra-

    do de pagamento de impostos e contribuies das microempresas e empresas de

    pequeno porte, nos termos definidos na Lei n 9.317, de 5/12/1996.

    5.1 Estimativa de VolumePara a estimativa de volume de refeies foi feita uma anlise dos principais

    pontos de entrega (empresas e centros comerciais) onde prevemos que ir ocorrer

    a maior demanda.

    Tabela 18 Gastos Operacionais. 1 2 3 4 5 6 7

    Despesas Operacionais

    Aluguel Imovl 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00

    Energia Eltrica 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

    Agua e Esgoto 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20

    Gas 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18

    Manuteno Site Internet 0,12 0,12 0,12 0,12 0,12 0,12 0,12

    Manuteno Predial / Materiais Limpeza 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18

    Publicidade / Propaganda 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80

    Seguro Imovl + Monitora-mento 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29

    Material de Escritrio 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08

    Telefone / Nextel 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48

    Despesas com Banco 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07

    Treinamento - - - - - - -

    Contador 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69

    Total 8,08 8,08 8,08 8,08 8,08 8,08 8,08

    Material de Processo

    Alimentos 2,30 3,19 4,59 6,76 7,66 9,57 10,85

    Embalagens 0,12 0,17 0,24 0,35 0,40 0,50 0,56

    Delivery 0,99 1,32 1,98 2,97 3,30 3,96 4,29

    Total 3,41 4,68 6,81 10,08 11,35 14,03 15,70

    Mo de Obra

    Cozinheiro 1,70 1,70 1,70 1,70 1,70 1,70 1,70

    Auxiliar Cozinha 0,95 0,95 0,95 0,95 0,95 0,95 0,95

    Recepcionista 0,90 0,90 0,90 0,90 0,90 0,90 0,90

    Ajudante Geral 0,75 0,75 0,75 0,75 0,75 0,75 0,75

    Ajudante - Limpeza 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69

    Nutricionista - Compradora 2,80 2,80 2,80 2,80 2,80 2,80 2,80

    Encargos Sociais (33,77%) 2,63 2,63 2,63 2,63 2,63 2,63 2,63

    Total 10,42 10,42 10,42 10,42 10,42 10,42 10,42

    Total Despesas 21,91 23,18 25,31 28,59 29,86 32,53 34,20

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    4140

    Por meio da anlise de dados do Ministrio da Sade e outros orgos relacio-

    nados sade brasileira, chegamos concluso que 37,5% do nosso pblico-alvo

    tem alguma restrio alimentar. Consideraremos, no entanto, a metade desse per-

    centual, 17,25%, pois a metade das pessoas no sabe que tem o problema ou no

    se preocupa em tomar cuidado com a alimentao.

    Percentual Brasileiros com Restrio Alimentar

    Glten Diabetes Colesterol Triglicrides* Hipertenso Obesidade*

    1% 6,5% 12% 10% 15% 15%

    Fonte: Ministrio da Sade

    * Para efeito de clculo do pblico-alvo, no consideramos as taxas de Tri-

    glicrides e Obesidade, pois a maioria dessas pessas j est contida na taxa de

    colesterol, diabetes e hipertenso.

    Tabela 19 Brasileiros com Restrio Alimentar.

    8 9 10 11 12 nDespesas Operacionais

    Aluguel Imovl 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00

    Energia Eltrica 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00

    Agua e Esgoto 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20 0,20

    Gas 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18

    Manuteno Site Internet 0,12 0,12 0,12 0,12 0,12 0,12

    Manuteno Predial / Materiais Limpeza 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18 0,18

    Publicidade / Propaganda 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80

    Seguro Imovl + Monitora-mento 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29 0,29

    Material de Escritrio 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08

    Telefone / Nextel 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48 0,48

    Despesas com Banco 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07 0,07

    Treinamento - - - - - 0,50

    Contador 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69

    Total 8,08 8,08 8,08 8,08 8,08 8,58

    Material de Processo

    Alimentos 11,48 12,76 12,76 14,04

    19,14

    19,14

    Embalagens 0,59 0,66 0,66 0,73 0,99 0,99

    Delivery 4,29 4,62 4,62 4,95 5,94 5,94

    Total 16,37 18,04 18,04 19,71 26,07 26,07

    Mo de Obra

    Cozinheiro 1,70 1,70 1,70 1,70 1,70 1,70

    Auxiliar Cozinha 0,95 1,90 1,90 1,90 1,90 1,90

    Recepcionista 0,90 0,90 0,90 0,90 0,90 0,90

    Ajudante Geral 0,75 0,75 0,75 0,75 0,75 0,75

    Ajudante - Limpeza 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69 0,69

    Nutricionista - Compradora 2,80 2,80 2,80 2,80 2,80 2,80

    Encargos Sociais (33,77%) 2,63 2,95 2,95 2,95 2,95 2,95

    Total 10,42 11,69 11,69 11,69 11,69 11,69

    Total Despesas 34,87 37,81 37,81 39,49 45,84 46,34

    A tabela a seguir mostra como est sendo estimada a demanda, baseada nos

    seguintes critrios:

    Cliente Potencial: empresas/regies com consumidores potenciais de

    nosso servio.

    Pblico: quantidade total de funcionrios/habitantes.

    % Restrio: pessoas com restrio contidas nessa amostra. Foi utilizado

    o fator 17,25% (conforme dado do Ministrio da Sade).

    % Ref Ext: percentual de pessoas que no utilizam o refeitrio da empresa

    e que fazem sua refeies em restaurantes externos ou solicitam entrega.

    % Delivery: frequncia semanal de pedidos. Foi considerada uma taxa de

    utilizao do nosso servio de duas vezes por semana (40%).

    Pes. / Prov. / Otim.: definies de cenrios pessimista, provvel e otimista.

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    4342

    Municpio Cliente Potencial Pblico%

    Restrio% Ref -

    Ext%

    Delivery

    SBC

    Ford 7.650 1.320 15% 198 79

    Mercedez Benz 13.000 2.243 15% 336 135

    Scania 3.400 587 15% 88 35

    Volkswagen 17.945 3.096 15% 464 186

    Complexo Domo Business/Home 5.320 918 75% 688 275

    Prefeitura / Cmara Muni-cipal 3.000 518 90% 466 186

    rea Comercial Rudge Ramos 8.500 1.466 85% 1.246 499

    Outros 6.000 1.035 80% 828 331

    Santo Andr

    Polo Petroqumico 25.000 4.313 12% 518 207

    Prefeitura / Cmara Muni-cipal 2.500 431 90% 388 155

    rea Comercial Centro 9.500 1.639 80% 1.311 524

    Outros 5.000 863 70% 604 242

    So Caetano

    General Motors 10.600 1.829 15% 274 110

    Prefeitura / Cmara Muni-cipal 2.000 345 90% 311 124

    rea Comercial Av. Gois 4.000 690 75% 518 207

    Outros 3.000 518 70% 362 145

    Tabela 20 Clculo da demanda de refeies dirias da SAS.

    Outros (2 Fase)

    Regio Industrial Sacom/Ipiranga 14.000 2.415 70% 1.691 676

    Regio Industrial / Comercial Diadema 12.000 2.070 70% 1.449 580

    Regio Industrial / Comercial Mau 8.000 1.380 70% 966 386

    Total Volume/dia 160.415 27.672 12.705 5.082

    Municpio Cliente PotencialPes. Prov. Otim.

    4,0% 5,0% 6,0%

    SBC

    Ford 3 4 5

    Mercedez Benz 5 7 8

    Scania 1 2 2

    Volkswagen 7 9 11

    Complexo Domo Business/Home 11 14 17

    Prefeitura / Cmara Municipal 7 9 11

    rea Comercial Rudge Ramos 20 25 30

    Outros 13 17 20

    Santo Andr

    Polo Petroqumico 8 10 12

    Prefeitura / Cmara Municipal 6 8 9

    rea Comercial Centro 21 26 31

    Outros 10 12 14

    So Caetano

    General Motors 4 5 7

    Prefeitura / Cmara Municipal 5 6 7

    rea Comercial Av. Gois 8 10 12

    Outros 6 7 9

    Outros (2 Fase)

    Regio Industrial Sacom/Ipiranga 27 34 41

    Regio Industrial / Comercial Diadema 23 29 35

    Regio Industrial / Comercial Mau 15 19 23

    Total Volume/dia 203 254 305

    Tabela 20 Clculo da demanda de refeies dirias da SAS.

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    4544

    Com base no cenrio acima desenhado, estima-se a seguinte curva de ace-

    lerao para os pedidos:

    Figura 17 Curva de acelerao do volume de pedidos da SAS.

    5.2 Estimativa FinanceiraA estimativa de Investimento de R$ 400.000,00, conforme demonstrado abaixo:

    Investimentos 215.089,44

    Despesas Pr-operacionais 102.628,65

    Gastos Marketing 29.000,00

    38.900,00

    Reserva Fluxo Caixa Reserva Gerencial 5.000,00

    Reserva Contingncia 9.382,91

    Total 400.000,00

    Tabela 21 Estimativa de investimentos.

    Consideraes

    Estimativa de receita, sem novos investimentos em um perodo de 4 anos.

    TMA = 12,0%

    [Taxa atratividade Projeto 4% + 8,0% Selic (Base Selic Agosto/2012)]

    VPL = R$ 422.003,00

    TIR = 46%

    Payback simples de 2,0 anos

    Com isso, abaixo os resultados financeiros obtidos so:

    Tabela 23 Fluxo Financeiro Receita / Despesas.

    MsVolume Planejado (dia) Receita (R$)

    Pratos prontos

    Kits Cong Total Pratos prontos Kits Cong Total Total - Imp/Tax

    0

    1 15 3 18 7.590 1.254 8.844 8.048

    2 20 5 25 10.120 2.090 12.210 11.416

    3 30 6 36 15.180 2.508 17.688 16.538

    4 45 8 53 22.770 3.344 26.114 24.417

    5 50 10 60 25.300 4.180 29.480 27.564

    6 60 15 75 30.360 6.270 36.630 34.249

    7 65 20 85 32.890 8.360 41.250 38.569

    8 65 25 90 32.890 10.450 43.340 40.523

    9 70 30 100 35.420 12.540 47.960 44.843

    10 75 35 110 37.950 14.630 52.580 49.162

    11 80 45 125 40.480 18.810 59.290 55.436

    12 90 50 140 45.540 20.900 66.440 62.121

    n1 102 70 172 51.612 29.260 80.872 75.615

    n2 154 100 254 77.924 41.800 119.724 111.942

    Fluxo R$(000) / Ano 0 1 2 3 4

    Pessimista -400,0 11,7 253,5 453,1 453,1

    Mais Provvel -400,0 14,6 316,9 566,4 566,4

    Otimista -400,0 17,5 380,3 679,7 679,7

    Tabela 22 Fluxo Financeiro ano a ano.

    396 550

    792

    1.166 1.320

    1.650 1.870

    1.980 2.200

    2.420 2.750

    3.080

    3.784

    5.588

    -

    1.000

    2.000

    3.000

    4.000

    5.000

    6.000

    7.000

    8.000

    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Ano 2 Ano 3

    Pratos Prontos Kit's Congelados Total Refeies/dia Pessimista Otimista

    18 25 36 53 60 75 85 90 100 110 125 140 172 254

    Meses a partir da inauguraoPratos Prontos Kits Congelados Total Refeies/dia Pessimista Otimista

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    4746

    Ms

    Despesas (R$)Resultado [ R$/ms]Custos

    Fixos

    Custos Vari-

    veisTotal

    0 - 400.000

    1 18.504 3.406 21.909 - 13.861

    2 18.504 4.675 23.179 - 11.762

    3 18.504 6.811 25.315 - 8.777

    4 18.504 10.083 28.586 - 4.170

    5 18.504 11.352 29.856 - 2.292

    6 18.504 14.025 32.529 1.720

    7 18.504 15.697 34.201 4.368

    8 18.504 16.368 34.872 5.651

    9 19.774 18.040 37.814 7.028

    10 19.774 19.712 39.486 9.676

    11 19.774 22.055 41.829 13.607

    12 19.774 24.728 44.502 17.619

    n1 20.314 29.814 50.129 25.486

    n2 29.814 44.251 74.065 37.877

    Figu

    ra 18

    Dem

    onst

    ra

    o do

    Ret

    orno

    Fin

    ance

    iro. 800,0

    600,0

    400,0

    200,0

    0,0

    -200,0

    -400,0

    -600,0

    R$ (000) Mais Provvel Pessimista Otimista

    -400,0

    11,714,617,5

    253,5

    316,9

    380,3 453,1

    566,4

    679,7

    453,1

    679,7

    566,4

    0 1 32 Anos40

    Tabela 24 Fluxo de caixa resumido.

    Meses -6 -5 -4 -3 -2 -1

    INVE

    STIM

    ENTO

    S Cozinha 6,7 3,8 8,0 13,4 8,7 8,7

    Escritorios / Areas Comuns - - 2,0 8,8 8,8 11,3

    Reforma 9,7 7,5 9,5 13,0 13,5 17,5

    Sustentabilidade 2,0 3,5 4,7 4,9 4,9 3,4

    Total Investimentos 18,4 14,8 24,3 40,0 35,8 40,8

    DESP

    ESAS

    Colaboradores - - - 9,6 11,1 11,1

    Gastos Operacionais 4,8 4,8 5,0 15,1 19,6 20,6

    Marketing 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 9,0

    Material de Processo - - - - - 0,9

    Total Despesas 8,8 8,8 9,0 28,7 34,7 41,6

    Total (A) 27,2 23,6 33,3 68,7 70,5 82,4

    RECE

    ITA

    Receita Bruta - - - - - -

    Taxa Carto Dbito/Cred - - - - - -

    Imposto Simples - - - - - -

    Total Receita (B) - - - - - -

    Resultado (B) - (A) -27,18 -23,60 -33,26 -68,71 -70,50 -82,42

    Desembolso Mensal -6 -5 -4 -3 -2 -1

    Investimentos 18,4 14,8 24,3 40,0 35,8 40,8

    Despesas Pr-operacio-nais 4,8 4,8 5,0 24,7 30,7 32,6

    Gastos Marketing 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 9,0

    Reserva Fluxo Caixa

    Reserva Gerencial

    Reserva Contigncia

    Total 27,18 23,60 33,26 68,71 70,50 82,42

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    4948

    Meses

    INC

    IO O

    PERA

    O

    1 2 3 4 5 6

    INVE

    STIM

    ENTO

    S Cozinha 2,5 2,5 2,5 2,2 1,1 0,9

    Escritorios / Areas Comuns 7,1 1,7 1,7 1,3 1,3 1,3

    Reforma 1,6 0,8 0,8 0,8 0,8 -

    Sustentabilidade 2,0 2,0 2,0 2,0 - -

    Total Investimentos 13,2 7,0 7,0 6,3 3,2 2,2

    DESP

    ESAS

    Colaboradores 11,1 11,1 11,1 11,1 11,1 11,1

    Gastos Operacionais 6,6 6,6 6,6 6,6 6,6 6,6

    Marketing 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8

    Material de Processo 3,4 4,7 6,8 10,1 11,4 14,0

    Total Despesas 21,9 23,2 25,3 28,6 29,9 32,5

    Total (A) 35,1 30,2 32,3 34,9 33,0 34,7

    RECE

    ITA

    Receita Bruta 8,84 12,21 17,69 26,11 29,48 36,63

    Taxa Carto Dbito/Cred -0,22 -0,31 -0,44 -0,65 -0,74 -0,92

    Imposto Simples -0,57 -0,79 -1,15 -1,70 -1,92 -2,38

    Total Receita (B) 8,05 11,11 16,10 23,76 26,83 33,33

    Resultado (B) - (A) -27,07 -19,06 -16,21 -11,13 -6,21 -1,37

    Desembolso Mensal 1 2 3 4 5 6

    Investimentos 13,2 7,0 7,0 6,3 3,2 2,2

    Despesas Pr-operacio-nais

    Gastos Marketing

    Reserva Fluxo Caixa 13,9 12,1 9,2 4,8 3,0 -0,8

    Reserva Gerencial

    Reserva Contigncia

    Total 27,07 19,06 16,21 11,13 6,21 1,37

    Tabela 24 Fluxo de caixa resumido.

    Meses

    INC

    IO O

    PERA

    O

    7 8 9 10 11 12 n

    INVE

    STIM

    ENTO

    S

    Cozinha 0,9 - - - - - -

    Escritorios / Areas Comuns 1,3 - - - - - -

    Reforma - - - - - - -

    Sustentabilidade - - - - - - -

    Total Investimentos 2,2 - - - - - -

    DES

    PESA

    S

    Colaboradores 11,1 11,1 12,4 12,4 12,4 12,4 12,4

    Gastos Operacio-nais 6,6 6,6 6,6 6,6 6,6 6,6 7,1

    Marketing 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8

    Material de Pro-cesso 15,7 16,4 18,0 18,0 19,7 26,1 26,1

    Total Despesas 34,2 34,9 37,8 37,8 39,5 45,8 46,3

    Total (A) 36,4 34,9 37,8 37,8 39,5 45,8 46,3

    REC

    EITA

    Receita Bruta 41,25 43,34 47,96 47,96 52,58 70,62 70,62

    Taxa Carto Dbito/Cred -1,03 -1,08 -1,20 -1,20 -1,31 -1,77 -1,77

    Imposto Simples -2,68 -2,82 -3,12 -3,12 -3,42 -4,59 -4,59

    Total Receita (B) 37,54 39,44 43,64 43,64 47,85 64,26 64,26

    Resultado (B) - (A) 1,16 4,57 5,83 5,83 8,36 18,42 17,92

    Desembolso Mensal 7 8 9 10 11 12 Total

    Investimentos 2,2 215,1

    Despesas Pr-ope-racionais 102,6

    Gastos Marketing 29,0

    Reserva Fluxo Caixa -3,3 38,9

    Reserva Gerencial 5,0

    Reserva Contign-cia 9,4

    Total -1,16 - - - - - 400,0

    Tabela 24 Fluxo de caixa resumido.

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    5150

    6. PLANO DE GERENCIAMENTO DOS INTERVENIENTESSTAKEHOLDERS MANAGEMENT PLAN

    Os intervenientes ou stakeholders, como so mais conhecidos, so pessoas,

    grupos ou instituies que esto interessados em um projeto ou que podem influen-

    ciar o resultado final do mesmo.

    O plano de Gerenciamento dos Intervenientes serve para realizar a anlise

    e identificao dos envolvidos no projeto, uma avaliao dos seus interesses e da

    influncia desses interesses no risco e na viabilidade do projeto.

    Figura 19 Exemplos de intervenientes em um projeto.

    Clientes

    Patrocinadores

    Fornecedores

    STAKEHOLDERS

    Equipe doProjeto

    Legisladores

    ConsultoresExternos

    6.1 Identificao dos IntervenientesO processo que auxilia na identificao dos intervenientes o mapeamento

    do ambiente do projeto. Os ambientes interno e externo devem ser levados em

    considerao, conforme ilustrado na figura a seguir:

    A identificao dos intervenientes ocorre por meio do posicionamento estrat-

    gico do gerente do projeto em relao a essas partes:

    Figura 20 Mapeamento de intervenientes.

    Font

    e: A

    dapt

    ado

    de C

    lela

    nd 2

    002

    PROJETOS

    CLIENTES

    EQUIPE DE PROJETOS

    Pessoal deservios e

    suporte

    Pessoaladministrativo

    GerentesFuncionais

    AltaAdministrao

    Outrosgerentes

    de projeto

    Agentessociais e

    culturais

    Fornecedores esubcontratados

    Agentes economicos efinanceiros

    Agenciasreguladoras

    Agncias ambientaise legais

    Pblico e imprensa

    Ambiente Interno Ambiente Externo

    Figura 21 Identificao das partes interessadas.

    Font

    e: A

    dapt

    ado

    do N

    olan

    198

    7

    RECURSOS

    SUPORTE POLTICO

    A favor Contra

    Alta

    Baixa

    Necessidadesde gerente de

    projetosInflunciano projeto

    Membros da redeConstruir forte base

    poltica)

    Desaceletadores(negociar)

    Bloqueadores(isolar ou negociar)

    Aliados (usar comofonte de poder)

    Grau de Interesse no projeto

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    1.1.1 Anlise Qualitativa dos StakeholdersNo processo de identificao dos stakeholders do projeto SAS foram aplica-

    dos os conceitos acima descritos e resultou na seguinte anlise qualitativa:

    Tabela 1 Anlise Qualitativa dos Stakeholders.

    Font

    e: B

    ISPO

    , 201

    0

    PRINCIPAIS STAKEHOL-

    DERS

    GRAU DE

    ADESOINTERESSE EXPECTATI-VAS

    AES DE ABORDA-

    GEM

    IMPACTO

    POSITIVO NEGATIVO

    Equipe do Projeto Total

    Diminuio de custos; Viabilidade; Payback; Prazo; Qualidade; ROI; Riscos; Escopo.

    Garantia da satisfao do cliente; Responsabi-lidade pelo escopo e recursos; Identificao dos desvios; Lies aprendidas.

    Reunies de follow--up; Maxi-mizao do ROI; Monitora-mento das parcerias estratgi-cas.

    Atua-o em projeto estrat-gico.

    Perda do controle do projeto; Perda do poder decisrio.

    Fornecedo-res Parcial

    Maximiza-o das vendas; Abertura / aumento do mercado.

    Maximizao das vendas; Abertura / aumento do mercado.

    Assinatura do contra-to; Rece-bimento conforme o acordado.

    Atua-o em projeto estrat-gico.

    Burocracia demasia-da.

    Legislado-res Parcial

    Viabilizao do proje-to; Prazo; Impactos ambientais e sociais.

    Gerao de empregos; Arrecadao de impostos.

    Apresenta-o com detalhes sobre o projeto e sua opera-cionaliza-o.

    Libera-o de obras / recursos para o projeto.

    No apro-vao do projeto.

    Patrocina-dores Parcial

    Viabilidade; Payback; Prazo; Qua-lidade; ROI; Delivera-bles.

    Follow-up sobre o andamento do projeto

    Reunies sobre o status e curva S (custos / prazos); Anlise da viabilidade.

    Controle sobre os recursos.

    Proposta no apro-vada.

    Consultores Externos Parcial

    Projeto exe-cutado com sucesso; Deliverables do projeto.

    Atender s expectativas do cliente final

    Consultoria na elabo-rao dos projetos executivos.

    Atua-o em projeto estrat-gico.

    N/A.

    Clientes Total

    Sustenta-bilidade; Impactos ambientais; Qualidade; Progresso do projeto.

    Uso ade-quado dos recursos; Ambiente agradvel e sustentvel.

    Escopo do projeto.

    Deman-da acima do esti-mado.

    N/A.

    A seguir, a Estrutura Analtica dos Intervenientes EAI (SBS Stakeholders Breakdown Structure), resultante:

    Figura 22 Estrutura Analtica dos Intervenientes.

    Fonte: BISPO, 2010

    Figura 23 Anlise de Interesse e Influncia dos Stakeholders

    AltoINTERESSSEBaixo

    Baixo

    Alto

    PODE

    R

    Consultores ExternosMANTER SATISFEITO

    Equipe do ProjetoGERENCIAR

    Patrocinadores

    LegisladoresMANTER INFORMADO

    Clientes

    FornecedoresMONITORAR

    SAS - SERVIO DEALIMENTAO SAUDVEL

    Intervenientes

    InternosExternos

    Oportunidade

    Documentao

    Ecnomico

    Planejamento

    Qualidade

    Tcnologia

    ROI

    Fornecedor

    Requisitos

    Segurana

    Aspectos Legais

    Tcnico

    Fonte: BISPO, 2010

    6.2 Anlise de interesse e Influncia dos intervenientes

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    Tabela 26 Anlise de Interesse e Influncia dos Stakeholders

    Stakeholders

    TIPOS DE INTERESSES

    RESU

    LTAD

    O

    Docu

    men

    ta

    o

    Econ

    mic

    o

    Plan

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    ico

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    Qual

    idad

    e

    Segu

    ran

    a

    Opor

    tuni

    dade

    ROI

    PESO 3 3 3 3 4 3 4 4 3 5 30%

    Equipe do Projeto 2 2 3 2 2 1 3 2 1 3 20,4

    Fornecedores 1 3 1 2 1 1 3 2 3 1 18,6

    Patrocinadores 2 3 3 3 1 1 3 2 3 3 25,2

    Legisladores 3 2 1 3 3 2 1 3 1 1 21,0

    Consultores Externos 2 1 3 3 3 1 3 2 2 1 21,9

    Clientes 1 2 1 3 1 3 3 3 1 1 19,8

    Stakeholders

    TIPOS DE INFLUNCIA

    RESU

    LTAD

    O

    RESU

    LTAD

    O FI

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    Inic

    ia

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    Influ

    enci

    a

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    Com

    pra

    Usu

    rio

    PESO 2 3 4 5 3 1 70%

    Equipe do Projeto 3 2 2 3 3 2 32,2 52,6

    Fornecedores 1 2 1 1 1 1 14,0 32,6

    Patrocinadores 2 1 3 3 2 3 30,1 55,3

    Legisladores 1 2 3 1 1 1 14,0 35,0

    Consultores Externos 1 2 3 1 1 1 16,8 38,7

    Clientes 2 1 3 3 2 3 30,1 49,9

    Fonte: BISPO, 2010

    Baseados na anlise proposta pelo diagrama acima, a seguinte anlise de

    Interesse e Influncia dos Stakeholders do projeto SAS foi feita:7. PLANO DE GERENCIAMENTO DE ESCOPO

    7.1 Project Charter (Termo de Abertura do Projeto)

    Tabela 27 Termo de abertura do Projeto.

    TERMO DE ABERTURA

    NOME DO PROJETO: Servio de Alimentao Saudvel

    GERENTE: Patricia Diedrich

    OBJETIVOImplantar a cozinha SAS, Servio de Alimentao Saudvel, empresa focada em alimentao saudvel, com escritrio, cozinha saudvel, centro de embalagens/ distribuio, depsito e garagem na Rua Pedro II, 1457, em Santo Andr, no ABC. O pblico-alvo de consumidores de mdia a alta renda do Grande ABC e com restries alimentares. A estrutura prevista contar com 3 cozinheiros,1 auxiliar geral, 1 faxineiro, 2 auxiliares administrativos, 1 nutricionista, 1 analista/comprador, 1 Gerente e equipe de con-sultores formada pelos scios. O custo total do projeto ser de R$ 400 mil. O prazo final de inaugurao Dez/2012.

    PREMISSAS Venda de aproximadamente 250 refeies/dia;Entregas em menos de 30 minutos;O projeto ser financiado com recursos de terceiros (emprstimo bancrio);Equipe com perfil para atendimento ao pblico de classe mdia alta;Empresas alimentcias parceiras com experincia mnima de dois anos no fornecimento de alimentos para restaurantes;A reforma do prdio ser feita por empresa contratada, assim como a instalao dos equi-pamentos.

    RESTRIESTodo novo cardpio dever ser elaborado por uma nutricionista.Todos os produtos sero de origem garantida.O custo do projeto no dever ultrapassar 10% sobre o valor total dos recursos do projeto de R$ 400.000,00;A inaugurao do restaurante no poder ultrapassar o dcimo sexto ms, aps o incio do projeto (Dez 2012);Os funcionrios contratados devero ser especializados e, de preferncia, com certificao comprovada nas suas respectivas reas (9 funcionrios).

    RISCOSDemanda maior que capacidade instalada;Atraso da liberao do Alvar de Funcionamento;Poucos fornecedores contratados para os alimentos/materiais;Congestionamento nas redondezas do estabelecimento;

    PRAZO23/12/2012

    INVESTIMENTOR$ 400.000,00

    PRINCIPAIS FASES DATAS CUSTOS

    Anlise estratgica 23.05.11 a 16.02.12 -

    Projeto da empresa 05.03.12 a 18.06.12 R$ 75.000,00

    Aquisies 23.05.12 a 26.09.12 R$ 140.000,00

    Pr-operao 23.08.12 a 02.11.12 R$ 127.000,00

    Operaes e testes 12.11.12 a 04.12.12 R$ 53.000,00

    Inaugurao da empresa 23/12/2012 R$ 5.000,00

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    PRINCIPAIS ENVOLVIDOS :Pblico: pessoas fsicas do Grande ABC, patrocinadores, scios.

    COMENTRIOS: extremamente importante que faamos parcerias com fornecedores com garantia de ori-gem, estabelecendo com eles acordos e convnios que garantam uma relao de ganha - ganha, o que positivo tanto para o nosso negcio quanto para os fornecedores.

    Data: 18/07/2013 Elaborado por:Patricia Diedrich

    Aprovado por: Jos ngelo Santos do Valle

    7.2 Escopo Resumido Declarao de Escopo7.2.1 Justificativa do Projeto

    Em virtude da crescente demanda por refeies em marmita aliada ao au-

    mento de pessoas com restries alimentares, identificamos a oportunidade de in-

    vestir nesse mercado ainda pouco explorado de forma profissional. Esse perfil de

    consumidor, que necessita de uma dieta elaborada por um nutricionista, no encon-

    tra as opes adequadas s suas necessidades especficas no cardpio oferecido

    pelas empresas presentes no mercado. E esse nicho de mercado que iremos

    explorar como diferencial do nosso negcio.

    7.2.2 Objetivo do ProjetoImplantar a cozinha SAS focada em alimentao saudvel, localizada na cida-

    de de Santo Andr-SP, e seu pblico-alvo ser consumidores de mdia a alta renda

    do Grande ABC e com restries alimentares. A estrutura prevista contar com 3

    cozinheiros,1 auxiliar geral, 1 faxineiro, 2 auxiliares administrativos, 1 nutricionista,

    1 analista/comprador, 1 gerente e equipe de consultores formada pelos scios. O

    custo total do projeto ser de R$ 400 mil. O prazo final de inaugurao Dez/2012.

    A Capacidade inicial instalada ser de 250 refeies/dia e a logstica plane-

    jada para garantir entregas em menos de 30 minutos. Para garantir excelncia em

    qualidade, todo novo cardpio dever ser elaborado por uma nutricionista e todos

    os produtos sero de origem garantida. Contaremos, ainda, com uma equipe es-

    pecializada.

    A inaugurao do restaurante no poder ultrapassar o dcimo sexto ms

    aps o incio do projeto, ou seja, Dezembro de 2012.

    7.2.3 Principais EntregasO trabalho a ser executado para atingir o objetivo do projeto ser dividido nas

    seguintes fases:

    Gerenciamento do Projeto;

    Anlise Estratgica;

    Projeto da Empresa;

    Aquisies;

    Pr-operao;

    Operao e testes;

    Inaugurao da empresa.

    7.2.4 Gerenciamento do projetoO Gerenciamento deste projeto ocorrer por meio da metodologia definida

    pelo guia PMBok, 4. edio, que envolve os seguintes planos:

    Plano de gerenciamento dos intervenientes*;

    Plano de gerenciamento de escopo;

    Plano de gerenciamento de tempo;

    Plano de gerenciamento de custo;

    Plano de gerenciamento de qualidade;

    Plano de gerenciamento de pessoas;

    Plano de gerenciamento de comunicaes;

    Plano de gerenciamento de riscos;

    Plano de gerenciamento de aquisies;

    *Plano de gerenciamento dos intervenientes abordado como parte do plano

    de gerenciamento de comunicaes, na 4. Edio do guia. Haja vista a crescente

    importncia que vem sendo dada a esse tema, apresentaremos um plano exclusivo.

    As fases de implementao do projeto, e seus pacotes de trabalho esto des-

    critos a seguir:

    7.2.4.1 Anlise EstratgicaViabilidade;

    Plano de Marketing;

    Sustentabilidade.

    7.2.4.2 Projeto da EmpresaEscolha do local;

    Projeto arquitetnico;

    Obrigaes legais.

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    7.2.4.3 AquisiesLocao do local;

    Contratao de fornecedores;

    Aquisio/locao de equipamentos e mveis;

    Aquisio de insumos.

    7.2.4.4 Pr-OperaoContratao da equipe;

    Treinamento da equipe.

    7.2.4.5 Operao e TestesFuncionalidade dos equipamentos;

    Procedimentos internos;

    Simulao.

    7.2.4.6 Inaugurao da EmpresaAceite final;

    Documentao final.

    7.3 Estrutura Analtica do Projeto EAP (Work Breakdown Structure - WBS)

    Figura 24 EAP: Estrutura Analtica do Projeto.

    Proj

    eto

    SAS

    Gere

    ncia

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    7.3.1 Dicionrio da EAP

    Tabela 28 Dicionrio EAP: 1. Anlise Estratgica.

    1. Anlise Estratgica

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    1.1 Viabilidade - Estudo de viabilidade tcnico financeiro;- Fluxo de caixa.

    - Aceite do patrocinador (cliente);- TIR de 14%;- Payback 14 meses.

    1.2 Plano de Marketing Plano de comunicao redigido, incluindo a estratgia de divulgao do negcio.

    Aceite de equipe e assi-natura do Gerente do Projeto.

    1.3 Sustentabilidade Plano de destinao de Resduos slidos e lquidos;Coleta seletiva de lixo;Matriz de Energia Reno-vvel;Controle de Emisso de Gases.

    Certificao Green Kitchen.

    Tabela 29 Dicionrio EAP: 2. Projeto da Empresa

    2. Projeto da Empresa

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    2.1 Escolha do local Plano de localizao de acesso a vias principais;Fluxo de trnsito;Estudo de tempo de entrega.

    Aceite da equipe de trabalho e assinatura Gerente do Projeto.

    2.2 Projeto Arquitetnico Plantas, em geral, de toda a empresa, incluin-do: layout, projeto hidru-lico, eltrico e estrutural.

    Aprovao da prefei-tura.

    2.3 Obrigaes legais Recolhimento de taxas. Alvar de funciona-mento, de execuo da obra e regularizao com a Secretaria da Sade.ART da execuo da Obra.

    Tabela 30 Dicionrio EAP: 3. Aquisies.3. Aquisies

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    3.1 Locao do local Contrato de Locao; licenas da prefeitura, bombeiros e agncia sanitria.

    Aceite da equipe de trabalho e assinatura do Gerente do Projeto.

    3.2 Contratao de forne-cedores

    Especificao dos itens;Oramentao com toda a cadeia de fornecimen-to.

    Norma ISO 9001/2000;Norma ISO 14000.

    3.3 Aquisio/Locao de Equipamentos e mveis

    Especificao dos itens;Oramentao com toda a cadeia de fornecimen-to.

    Norma ISO 9001/2000;Norma ISO 14000.

    3.4 Aquisio de insumos Oramentao com toda a cadeia de fornecimen-to.Definio dos fornece-dores.

    Norma ISO 9001/2000;Norma ISO 14000.

    Tabela 31 Dicionrio EAP: 4. Pr-operao.

    4. Pr-operao

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    4.1 Contratao de equipe Equipe de trabalho completa, conforme planejado.

    Atendimento aos critrios de seleo da respectiva vaga.

    4.2 Treinamento de Equipe Capacitao dos contra-tados em suas respecti-vas funes.

    Avaliao com rendi-mento superior a 70%.

    Tabela 32 Dicionrio EAP: 5. Operao e Testes.

    5. Operao e Testes

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    5.1 Funcionalidade de Equipamentos

    Equipamentos em pleno funcionamento.

    Equipamento funcio-nando aps fase de pr-operao.

    5.2 Procedimentos internos Instrues de trabalho ou fluxograma para tomada de deciso protocolados e assinados.

    Aceite da equipe de trabalho e assinatura do Gerente do Projeto.

    5.3 Simulao Simulao real de um dia de atendimento com clientes fictcios contrata-dos para o teste.

    Pesquisa de satisfao dos clientes acima de 70% e nenhuma falha operacional grave detectada.

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    Tabela 33 Dicionrio EAP: 6. Inaugurao da Empresa.

    6. Inaugurao da Empresa

    EAP Pacote de trabalho Especificao da entrega Critrio de aceitao

    6.1 Aceite Final Todas as operaes certificadas aps fase de pr-operao.

    Aceite do patrocinador (cliente).

    6.2 Documentao Final Empresa pronta para entrar em operao.

    Todas as obrigaes legais quitadas e licen-as concedidas pelos rgos competentes.

    7.4 Plano de Mudanas de escopoTodo o trabalho acima descrito refere-se base para o planejamento de nosso

    projeto e chama-se linha base de escopo. Mudanas de escopo devem ser pro-

    cessadas por meio do controle do escopo. Isso significa que qualquer alterao

    na referncia da linha base deve ser oficialmente registrada em uma solicitao de

    mudana. Essa solicitao somente ser processada se feita com o preenchimento

    do formulrio padro para esse fim (F-01). Feito isso, dever obedecer a um fluxo

    de informaes para controle de mudanas.

    Todas as solicitaes de mudana sero registradas em uma planilha de

    controle de solicitaes (F-01 log). Assim, poderemos saber quantas SMEs foram

    apresentadas e, dessas, quais foram aprovadas e seus respectivos impactos. Alm

    disso, quando detectada uma lio aprendida, a mesma ser registrada na respec-

    tiva planilha (F-02).

    Todos os procedimentos formais acima descritos referem-se documentao

    do Sistema de Controle de Mudanas e auxiliam a implementao de um processo

    de controle integrado de mudanas que, alm de controlar as mudanas em todo o

    projeto, facilitam o Feedback.

    Figura 25 Fluxograma de alterao de escopo.

    Incio

    Identificar necessidade de

    alterao

    Formulrio de solicitao de

    mudana (F-01)

    Solicitao aprovada?

    Analisar solicitao

    Formulrio de Lies Aprendidas (F-02)

    Executar mudana

    Comunicar alterao

    Informar solicitante

    No

    Sim

    Atualizar Lies aprendidas

    Lio aprendida?

    Planilha de registro de solicitao de mudana

    (F-01 log)

    No

    Sim

    Registrar solicitao de mudana.

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    Tabela 34 F-01 (Formulrio de solicitao de mudanas).

    SAS Solicitao de mudanas F-01

    Mudana n.: ______

    Requerente: Data: ___/___/___

    Causa da mudana:

    Descrio da mudana:

    Impacto: ( ) Alto ( ) Mdio ( ) Baixo

    reas afetadas: Descrio do Impacto:

    ( ) Escopo

    ( ) Prazo

    ( ) Custo

    ( ) Qualidade

    ( ) Riscos

    Status: ( ) Aprovada ( ) Rejeitada

    Observaes:

    Assinaturas:

    ____________________ ___________________ _______________ Requerente Consultor Gerente Data: ___/____/___ Data: ___/____/___ Data: ___/____/___

    SAS Registro de solicitao de mudanas F-01 log

    Resumo da mudana

    Data da solicitao

    Status

    A- AprovadaR- Rejeitada

    Data da anlise

    Impacto

    A (Alto)M (Mdio)B (Baixo)

    reas afetadas

    Impacto no prazo

    Impacto no custo

    1 ___/___/___ ___/___/___

    2 ___/___/___ ___/___/___

    3 ___/___/___ ___/___/___

    4 ___/___/___ ___/___/___

    5 ___/___/___ ___/___/___

    6 ___/___/___ ___/___/___

    Tabela 35 F-01 log (Registro de solicitao de mudanas).

    SAS Registro de lies aprendidas F-02

    Origem da lio aprendida

    Data do registro

    reas afetadas

    E (Escopo)P (Prazo)C (Custo)Q (Qualidade)R (Riscos)

    Aprendizado Recomendaes Contato

    1 ___/___/___

    2 ___/___/___

    3 ___/___/___

    Tabela 36 F-02 (Registro de lies aprendidas).

    8. PLANO DE GERENCIAMENTO DE PRAZOS

    A elaborao do cronograma tem como base a lista de atividades com as suas

    duraes estimadas. Seu sequenciamento estar representado no diagrama de rede.

    O cronograma representa a linha de base de prazo utilizada para o acompa-

    nhamento do progresso do projeto SAS Servio de Alimentao Saudvel, por

    meio de seus diversos pacotes de trabalho.

    O gerenciamento de prazos ser executado com a ferramenta cronograma,

    pelo software MS-Project.

  • SAS - Servio de Alimentao SaudvelOs mais relevantes projetos de concluso dos cursos MBAs 2012

    vol.11 | n 8 | p. 13-74 | 2013

    6766

    8.1 Cronogramas

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    Dez

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    7170

    8.2 Controle do CronogramaO monitoramento e controle sero contnuos, ao longo do projeto, e se dar

    por meio de reunies peridicas com a gerente do projeto e sua equipe, com o

    intuito de replanejar o cronograma a qualquer momento que um evento ou desvio

    inesperado ocorrer.

    O controle do cronograma ser feito em reunies semanais de coordenao.

    Nessas reunies sero discutidos: controle de prazo e custo, atas e pendncias,

    e outros assuntos diversos. O controle dos prazos ser monitorado continuamente

    durante o projeto, analisando as causas e efeitos de eventuais desvios e verificando

    se esto dentro da margem estabelecida de aceitao, analisando constantemente

    as variaes entre o previsto e o realizado. O controle dos recursos tambm ser

    monitorado por meio do cronograma, evitando que as demandas das atividades si-

    multneas gerem sobrecarga de trabalho e comprometam a estimativa final do prazo.

    Toda solicitao de mudanas de prazos ser comunicada e encaminhada ao

    Gerente de Projeto no formulrio prprio de mudana (F-02).

    Figura 29 Mapa do controle do cronograma.

    MudanasAprovadas

    Atualizaesno baseline

    AesCorretivas

    Mudanas eatualizaes

    nos planos

    Baselinedo

    cronograma

    Anlise derelatrio deprogresso e varincia

    Relatrio deperformace

    Sofware deGerncia de

    Projeto

    CONTROLEDO

    CRONOGRAMA

    Por fim, temos o controle de progresso fsico, quando o andamento semanal

    comparado com a linha de base do projeto, conforme figura a seguir:

    Figura 30 Curva S de acompanhamento de prazos.

    0%10%

    20%

    30%

    40%

    50%

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    70%

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    S37

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    S41

    S43

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    Progesso fsico em %

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  • SAS - Servio de Alim