Saúde Mental Apresentação.ppt

Click here to load reader

  • date post

    30-Oct-2015
  • Category

    Documents

  • view

    169
  • download

    0

Embed Size (px)

Transcript of Saúde Mental Apresentação.ppt

  • Segundo a OMS:

    Sade um estado completo de bem estar fsico, mental e social e no somente ausncia de afeces e enfermidades.

    Sade Mental estado de bem estar em que o indivduo tem percepo do seu potencial, consegue lidar com o stress do dia-a- dia, trabalhar de forma produtiva e contribuir para sua comunidade.

  • Ocorre com a chegada da famlia real em 1808, constituindo o marco inicial da aplicao de prticas interventivas;

    um movimento contemporneo da ecloso do movimento sanitrio, em favor de mudanas nos modelos de ateno nas prticas de sade;

    A reforma psiquitrica surge mais concretamente na dcada de 70;

    Surgiu o movimento de trabalhadores de Sade Mental.

    Caracterizado por crticas : Hospitalizao; Estigmatizao do doente; Hegemonia da rede privada.

  • Dcada de 80/90- lei 8080/90- criao do SUS:

    Sade como Dever do Estado e Direito de Todos;

    Aprovao do Programa de Reorientao da Assistncia Psiquitrica Previdenciria e Assistncia Social.

  • Princpios do SUS

    Acesso Universal;

    Integralidade das Aes;

    Equidade;

    Descentralizao;

    Controle Social.

  • Criao de uma poltica de sade mental no combate cultura hospitalmica e institucionalizao;

    Estruturao de uma rede pblica de ateno a sade mental;

    Em 1987- I Conferncia Nacional de Sade Mental - 2 Encontro de Trabalhadores em Sade Mental.

    Por uma sociedade sem manicmios.

  • Lei 89 - Dispe acerca de:

    Extino progressiva dos manicmios;

    Criao de recursos assistenciais substitutivos;

    Regulamentao da internao compulsria.

    - Movimento da Luta antimanicomial

    18 de maio houve a superao do manicmio - Estrutura fsica/ideolgica;

    Tendo como principal objetivo da reinsero social: o exerccioda cidadania vendo o deficiente mental como um ATOR SOCIAL.

  • Lei Paulo Delgado sancionada em 2001/ LEI FEDERAL 10.216

    Redireciona a assistncia em sade mental;

    Dispe sobre a proteo e direitos das pessoas com transtornos mentais;

    Impe novo impulso e ritmo para o processo da Reforma Psiquitrica no Brasil.

  • Sade Mental no NASF

    Ampliao e Qualificao do cuidado s pessoas com transtornos mentais nos servios, com base no territrio;

    Os servios de sade possam se tornar mais acolhedores, com possibilidades de criao de vnculos.

    - Poltica Nacional de Sade Mental

    Reduo gradual e planejada de leitos em hospitais psiquitricos;

    Implantao e Implementao de uma rede diversificada de servios de sade mental de base comunitria eficaz.

  • Atuao das Equipes de Sade da Famlia e de Sade Mental o trabalho integrado das equipes potencializa o cuidado, facilita uma abordagem integral e aumenta a qualidade de vida dos indivduos e comunidade.

  • Segundo o Ministrio da Sade: Sendo que os grupos mais vulnerveis so os de mulheres, idosos, pessoas com baixa escolaridade e menor renda per capita.

  • 2. Diretrizes

    Apoio Matricial um arranjo tcnico assistencial que visa a ampliao da clnica das equipes de Sade da Famlia, com a construo de vnculos entre profissionais e usurios;

    A responsabilidade compartilhada visa aumentar a capacidade resolutiva da equipe local, estimulando a interdisciplinaridade e a aquisio de novas competncias.

  • Diretrizes Gerais para a atuao das Equipes de Sade1. Deve-se identificar, acolher e atender s demandas de sade mental do territrio, em seus graus variados de severidade.2. Devem ser priorizadas as situaes mais graves, que exigem cuidados mais imediatos.3. As intervenes devem se dar a partir do contexto familiar e comunitrio.4. Garantia da continuidade do cuidado pelas equipes de Sade da Famlia.5. As redes sanitrias e comunitrias so importantes nas estratgias a serem pensadas para o trabalho conjunto.6. Cuidado Integral articula aes de preveno, promoo, tratamento e reabilitao psicossocial.7. A educao permanente deve ser o dispositivo para a organizao das aes de sade mental na Ateno Primria.

  • 3. Situao de Riscos e Definio de Prioridades

    Crcere privado;

    Abuso ou negligncia familiar;

    Suspeita de maus tratos e abuso sexual de crianas e adolescentes;

    Situaes de grave excluso social;

    Indivduos com histria de mltiplas internaes psiquitricas, sem tratamento extra hospitalar;

    Uso de medicao por longo perodo sem avaliao mdica;

    Problemas graves relacionados ao abuso de lcool e outras drogas.

  • 4. Responsabilidades NASF Equipes de Sade da Famlia relativas Sade Mental

  • 5. Articulao com a Rede de Servios de Sade Mental

    Articulao com os servios especializados, principalmente com os Caps, organiza o fluxo de atendimento e o processo de trabalho de modo a tornar horizontais as especialidades e permitir que permeiem toda a atuao das equipes de sade;

    Deve-se buscar integrao permanente entre Nasf e o Caps, no territrio, levando em conta que tambm tarefa do Caps realizar aes de apoio matricial;

    Importante integrao entre o Nasf, equipes de Sade da Famlia e o Caps.

  • Servio de sade aberto e comunitrio do SUS;

    Lugar de referncia e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves.Oferecer um atendimento populao de sua rea de abrangncia, realizando o acompanhamento clnico e a reinsero social dos usurios pelo acesso ao trabalho, lazer e fortalecimento dos laos familiares e comunitrios.

  • Prestar atendimento em regime de ateno diria;

    Regular o porte de entrada da rede de assistncia em sade mental de sua rea;

    Gerenciar os projetos teraputicos oferecendo cuidado clnico eficiente e personalizado.

  • Direcionamento local das polticas e programas de sade mental;

    Dispensa de medicamentos; Projetos teraputicos e comunitrios;

    Encaminhamento e acompanhamento de usurios que moram em residncias teraputicas.

  • Maro 1986 em So Paulo: Centro de Ateno Psicossocial Professor Luiz da Rocha Cerqueira;

    Um intenso movimento social por parte dos trabalhadores de sade mental que buscavam uma melhoria da assistncia;

    Portaria GM 224/92 e eram definidos como unidades de sade locais/regionalizadas que contam com uma populao adscrita definida pelo nvel local e que oferecem atendimento de cuidados intermedirios entre o regime ambulatorial e internao hospitalar.

  • So regulados atualmente pela Portaria n 336/GM de 19 de fevereiro de 2002 e integram a rede do SUS;

    Essa Portaria reconheceu e ampliou o funcionamento e a complexidade dos CAPS.

  • Aquelas que apresentam intenso sofrimento psquico;

    Pessoas com transtornos mentais severos e/ou persistentes;

    Pessoas com grave comprometimento psquico, incluindo transtornos relacionados s substncias psicoativas (lcool e outras drogas);

    Crianas e adolescentes com transtornos mentais.

  • Procurar diretamente esse servio ou ser encaminhado pelo PSF ou qualquer servio de sade;

    Sozinha ou acompanhada;

    Acolhimento nas suas diversas formas;

    Caso a pessoa no queira ou no possa ser beneficiada com o trabalho oferecido pelo CAPS, ela dever ser encaminhada para outro servio de sade mais adequado sua necessidade.

  • O CAPS poder oferecer, conforme as determinaes da Portaria GM 336/02: Atendimento Intensivo: trata-se de atendimento dirio, quando a pessoa se encontra com grave sofrimento psquico. Atendimento pode ser domiciliar, se necessrio.

    Atendimento Semi-Intensivo: o usurio pode ser atendido at 12 dias no ms. oferecida quando o sofrimento e a desestruturao psquica da pessoa diminuram. Atendimento pode ser domiciliar, se necessrio.

    Atendimento No-Intensivo: oferecido quando a pessoa no precisa de suporte contnuo da equipe, podendo ser atendido at 3 dias no ms. Atendimento pode ser domiciliar.

  • So atividades realizadas em grupo com a presena e orientao de um ou mais profissionais, monitores e/ou estagirios.As oficinas teraputicas podem ser: Oficinas expressivas: espaos de expresso plstica, expresso corporal, expresso verbal, expresso musical, fotografia, teatro.

    Oficinas geradoras de renda: servem como instrumento de gerao de renda atravs do aprendizado de uma atividade especfica, que pode ser igual ou diferente da profisso do usurio. Ex: culinria, marcenaria, costura, etc.

    Oficinas de alfabetizao: esse tipo de oficina contribui para que os usurios que no tiveram acesso, no puderam permanecer na escola.

  • Incentivando o usurio a se envolver no projeto teraputico;

    Participando diretamente das atividades do servio, tanto internas como nos projetos de trabalho e aes comunitrias de integrao social;

    Os familiares so considerados pelos CAPS como parceiros no tratamento.

  • CAPS I - So servios para cidade de pequenos porte que devem dar cobertura para toda clientela com transtornos mentais severos durante o dia (adultos, crianas e adolescentes e pessoas com problemas devido ao uso de lcool e outras drogas);

    CAPS II - So servios para cidade de mdio porte e atendem durante o dia a clientela adulta;

    CAPS III - So servios 24horas, geralmente disponveis em grandes cidades que atendem a clientela adulta;

  • CAPS ia - So servios para crianas e adolescentes, em cidades de mdio porte, que funcionam durante o dia;

    CAPS ad - So servios para pessoas com problemas pelo lcool ou outras drogas geralmente disponveis em cidades de mdio porte. Funciona durante o dia.

  • De acordo o critrio populacional e realidade local;

    Municpios at 20.000 habitantes - rede bsica com aes de sade mental;

    Municpios entre 20.000 e 70.000 habitantes - CAPS I e rede bsica com aes de sade mental;

    Municpios entre 70.000 e 2