Setembro/Outubro 2014

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  • NO SEU ESTADO

    Regionais realizam Encontro do Sudeste pg. 5

    A PALAVRA SUA

    A convergncia entre o embate e o debate, por Carlos Bispo pg. 7

    SEUS BENEFCIOS

    Confi ra os novos convnios fi rmados pela ANFIP pg. 7

    ENTREVISTA

    Lus Carlos Saraiva Neves, diretor Executivo da Geap, destaca os planos para atrair mais participantes pg. 3

    UNA-SE

    Mobilizao garante compromisso do presidente da Cmara com a votao da PEC 555/2006 e do PL 4434/2008 pg. 4

    Momento de decisoANFIP realiza a IV Conveno Nacional Extraordinria para discutir alteraes especfi cas no estatuto

    IV CNE

    VOCCOM

    Associao Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil

    Mobilizao garante compromisso do presidente da Cmara com a votao da PEC 555/2006 e do PL 4434/2008 pg. 4votao da PEC 555/2006 e do

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    ANO 01 | N 05 | BRASLIA | Setembro/outubro de 2014

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    Os convencionais da ANFIP se reuniram nos dias 19 e 20 de setem-bro para votar alteraes no estatu-to da Entidade. Foi a IV Conveno Nacional Extraordinria (CNE), reali-

    zada no Carlton Hotel, em Braslia. Entre as propostas de maior

    destaque, foi aprovada pelo ple-nrio a que fi xa em Braslia a sede das Convenes Nacionais. Assim,

    a partir de 2017 as Convenes Nacionais da ANFIP, realizadas nos anos mpares, sero sempre em Braslia. A prxima conveno acontece em maio de 2015, em

    Macei (AL), e ser a ltima fora da capital federal. J os Encontros Na-cionais, realizados nos anos pares, continuam itinerantes e podem acontecer em todo o Brasil.

    A mesa de abertura do evento contou com integrantes dos Conselhos Executivo, Fiscal e de Representantes, da Fundao ANFIP e da AFIP-DF

    pgs. 5

  • 2 Setembro/outubro 2014 ANFIP COM VOC

    Unidos, podemos maisSetembro marcou um perodo impor-

    tantssimo para a ANFIP, com a realizao da IV Conveno Nacional Extraordinria. Como o nome j diz, o evento foi extra, foge regra das nossas Convenes Na-cionais realizadas a cada dois anos.

    Em uma conveno extraordiria, os convencionais natos e os eleitos so con-vocados para votar sugestes especficas de alteraes no estatuto da Entidade, propostas estas feitas pelos associados.

    A meta sempre trabalhar pela moder-nizao da ANFIP, adequando a lei maior, o estatuto, s demandas do associado, a razo de ser da Entidade.

    Entre as sugestes aprovadas, a de maior repercusso a que define Braslia como a sede da Conveno Nacional da ANFIP, re-alizada a cada dois anos, sempre nos anos mpares. A Entidade j tem um encontro marcado para Macei, capital alagoana, de 23 a 26 de maio de 2015. A alterao do es-tatuto no afeta a Conveno do ano que vem, mas ela ser a ltima fora de Braslia. Depois de Macei, as Convenes Nacio-nais sero sempre na capital federal.

    E faz sentido, em Braslia que est o ncleo do poder poltico nacional, e o evento tem de estar prximo para de-fender com mais fora os interesses do associado e da sociedade. Alm disso, com a mudana nas regras eleitorais, a

    eleio dos conselhos Executivo e Fiscal no acontece mais nas Convenes Ordi-nrias, quando agora so apenas homo-logadas as chapas inscritas.

    Mas a ANFIP no vai deixar de rodar o pas. Os Encontros Nacionais conti-nuam acontecendo por todo o Brasil, a exemplo do realizado este ano em So Paulo. Sempre nos anos pares, uma cidade nacional vai receber o grande evento da Associao.

    Entre propostas apresentadas e vota-das, a ANFIP chegou ao fim da IV CNE me-lhor do que comeou, mais forte e mais unida. E assim que devemos trabalhar, todos juntos pelo bem da Entidade, do associado e da sociedade brasileira.

    EDITORIAL

    ANFIP COM VOC uma publicao da Associao Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil.SEDE: SBN Qd. 01 Bl. H Ed. ANFIP - Braslia/DF - CEP: 70040-907Telefones: (61) 3251-8100 | Gratuito: 0800 701-6167

    ANFIP COM VOC publicao bimestral de propriedade da Associao Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, com tiragem de 11 mil exemplares. As opinies externadas nos artigos so de responsabilidade de seus autores.

    Expediente ANFIP COM VOC

    DIRETORA RESPONSVELLeila Souza de Barros Signorelli de Andrade

    EDITORMarcio Peixoto

    REPORTAGEM Dmares Vaz, Ludmila Machado e Marcio Peixoto

    ESTAGIRIAMayara Ribeiro

    EDITORAO ELETRNICAGilmar Vitalino

    CONSELHO EDITORIALLeila Souza de Barros Signorelli de AndradeMargarida Lopes de Arajo Marluce do Socorro da Silva SoaresTereza Liduna Santiago FlixVanderley Jos MaaneiroVilson Antonio Romero

    Envie seus comentrios sobre o ANFIP COM VOC para o email: comunicacao@anfip.org.br

    ANFIP: compromisso com voc. SEMPRE!

    Associao Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil

    Vice-presidncia de Planejamento e Controle Oramentrio Vice-presidncia de Finanas

    Por dentro da ANFIPA Vice-presidncia de Planeja-

    mento e Controle Oramentrio exerce o papel de depositrio fiel dos recursos da Associao, que com a maior responsabilidade devero ser controlados diutur-namente no sentido de otimi-zao dos gastos nas atividades mais essenciais: a defesa dos di-reitos e dos interesses dos seus mantenedores, os associados.

    As atividades so desenvolvi-das em conjunto com outras vi-ce-presidncias, o que demons-tra o grande sentido de unidade de colaborao e de respeito ao cumprimento dos objetivos da Entidade.

    Em resumo, nesta pasta se faz a previso oramentria de um ano e procura-se manter os gastos

    nos mesmos parmetros. Tam-bm participamos de grupos de trabalho com afinidades nas reas de sade e de lazer, especialmen-te voltados para os colegas mais idosos. Este trabalho s possvel com o apoio e colaborao dos funcionrios da ANFIP.

    dulce Willennbring de Lima vice-presidente de Planeja-mento e Controle Orament-rio. dulce@anfip.org.br

    Esta vice-presidncia, como todas as outras, tem im-portncia fundamental para o bom funcionamento da ANFIP. Cabe pasta de Finanas ze-lar pelas posses e valores da Entidade, que, em primeira e ltima anlises, pertencem ao associado.

    Segundo o Estatuto da AN-FIP, entre as atribuies desta VP esto cuidar das aplicaes financeiras e manter escritura-dos os bens, direitos e obriga-es da Associao Nacional dos Auditores-Fiscais da Re-ceita Federal do Brasil.

    Vale tambm destacar as atividades de controle finan-ceiro, incluindo fluxo do caixa e movimentaes bancrias,

    bem como o controle cont-bil, passando por classifica-o das despesas, balancete e balano anual. Cabe a esta vi-ce-presidncia orientar todas as outras VPs, j que as despe-sas passam sempre pela rea de Finanas.

    Joo alves moreira vice-presidente de Finanas. moreira@anfip.org.br

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  • Setembro/outubro 2014 3ANFIP COM VOC

    Lus CarLos saraiva

    O mdico paraibano Lus Car-los Saraiva Neves ingressou na Geap em 1995 como mdico au-ditor e, desde outubro de 2013, exerce o cargo de diretor Execu-tivo da entidade.

    Ele assumiu aps um perodo de interveno na instituio e agora luta, ao lado do Conselho de Administrao (Conad), para fortalecer a Geap. Entre os pla-nos, ampliar a rede de credencia-dos e investir na sade preventi-va, com visitas aos assistidos no trabalho e nas residncias.

    Qual foi a primeira atitude da nova diretoria, aps a inter-veno?

    O primeiro movimento feito foi implementar o planejamen-to estratgico. Nos estados, nos reunimos com os funcionrios, com os gestores estaduais e construimos o planejamento. Em abril de 2014, fechamos o plane-jamento estratgico, aprovamos num encontro nacional, depois levamos para o Conad e valida-mos. Nesse perodo em que est-vamos trabalhando a construo e aprovao do planejamento, tomamos algumas medidas re-lacionadas assistncia sade. Ns reorganizamos a sistemtica de autorizaes de procedimen-tos, que era muito centralizada aqui em Braslia, e descentraliza-mos para os estados. Paralelo a essa ao, fizemos um trabalho de captao de novos prestado-res e de novos servidores que sero assistidos pela Geap. En-to, ampliamos j em quase mil novos servios em todo o Brasil, hospitais, clnicas, consultrios, especialistas.

    o que est previsto no pla-nejamento estratgico?

    Ele se baseia em quatro ei-xos. O primeiro eixo o de cres-

    cimento atravs da captao de clientes. A Geap passou de 570 mil para perto de 610 mil assisti-dos. O segundo eixo se refere qualificao da rede assistencial. H um trabalho de busca cons-tante por novos prestadores. Com essa consolidao adminis-trativa feita, muitos prestadores esto nos procurando para fazer parte da Geap. O terceiro eixo o da sustentabilidade. Esta uma grande conquista, j que na interveno havia um passivo muito alto no mercado e, feliz-mente, hoje h supervit. A Geap cumpriu a reserva tcnica obri-gatria e est pagando a rede de prestadores em uma mdia de 45 a 50 dias. A ANS, a agn-cia reguladora, preconiza at 90 dias. Hoje, um dos fatores que faz com que a rede prestadora nos procure o pagamento pontual. E o quarto eixo, esse a menina dos olhos, que a necessidade de mudar o modelo de ateno integral sade, porque o mode-lo da Geap at hoje o curativo, concentrado no hospital. Tudo vai para a urgncia e superlota o hospital. O que vamos fazer? Um trabalho com uma equipe e com consultores para implementar a ateno primria sade.

    Como vai funcionar esse novo modelo?

    Ns vamos ter de criar um modelo de ateno bsica, que est sendo discutido inclusive com o Conad, em que os pro-fissionais vo at o domiclio dos beneficiados e vo tambm atuar nos rgos onde os titu-lares, os servidores ativos esto. Vamos identificar tanto