Simulado 4 - .retos” para representar e julgar objetivamente a realidade. Prog. Visual Redação

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  • Prog. Visual

    Redao

    Coor. Ped.

    C. Qualidade

    Dep. Arte

    292

    03 -

    Sim

    ulad

    o 1

    Ano

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    1

    Simulado 4

    4Simulado

    Nome: No

    Durao do simulado: 5h30min

    Cincias Humanas e suas Tecnologias Cincias da Natureza e suas Tecnologias

    Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias Matemtica e suas Tecnologias Redao

    B

    B

    B C D E

    D EA

    C D EA

    C EA B

    B

    B C D E

    D EA

    C D EA

    C EA

    INSTRUES

    1. Preencha o campo de identificao.

    2. Este simulado contm 90 questes, cada uma com apenas uma alternativa correta.

    3. O simulado individual; se houver qualquer dvida, consulte o(a) professor(a).

    4. No permitido o uso de calculadora.

    5. No quadro de respostas, preencha (a tinta preta ou azul) todo o espao correspondente

    alternativa que julgar correta, cuidando para no ultrapass-lo nem rasurar.

    Ateno! No ser considerada a resposta assinalada com um x.

    No preencha assim: Preencha assim:

    6. No permitido o uso de aparelho celular durante o simulado.

    7. S ser permitido sair aps 1 hora do incio do simulado.

    8. Devolva o caderno de questes ao examinador, juntamente com seu carto-resposta e sua redao.

  • Prog. Visual

    Redao

    Coor. Ped.

    C. Qualidade

    Dep. Arte

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    03 -

    Sim

    ulad

    o 1

    Ano

    4 Bi

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    Simulado 4

    CINCIaS HUmaNaS E SUaS TECNologIaS

    1. (UEl-PR) Leia o texto a seguir.

    Tudo isso ela [Diotima] me ensinava, quando sobre as questes de amor [eros] discorria, e uma vez ela me pergun-tou: que pensas, Scrates, ser o motivo desse amor e desse desejo? A natureza mortal procura, na medida do possvel, ser sempre e ficar imortal. E ela s pode assim, atravs da gerao, porque sempre deixa um outro ser novo em lugar do velho; pois nisso que se diz que cada espcie animal vive e a mes-ma. em virtude da imortalidade que a todo ser esse zelo e esse amor acompanham.

    Adaptado de: PLATO. O Banquete. 4.ed. So Paulo:

    Nova Cultural, 1987, p.38-39. Coleo Os Pensadores.

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre o amor em Plato, assinale a alternativa correta.

    a) A aspirao humana de procriao, inspirada por Eros, restringe-se ao corpo e busca da beleza fsica.

    b) O eros limita-se a provocar os instintos irrefletidos e vul-gares, uma vez que atende mera satisfao dos apetites sensuais.

    c) O eros fsico representa a vontade de conservao da es-pcie, e o espiritual, a nsia de eternizao por obras que perduraro na memria.

    d) O ser humano idntico e constante nas diversas fases da vida, por isso sua identidade iguala-se dos deuses.

    e) Os seres humanos, como criao dos deuses, seguem a lei dos seres infinitos, o que lhes permite eternidade.

    2. (UEl-PR) A figura Mapa Mundi composta por lixo eletrnico.

    Detalhe da obra mapa mundi, Vik muniz

    Com base nessa figura e na crtica de Marx sociedade ca-pitalista, assinale a alternativa correta.

    a) A cada nova tecnologia desenvolvida pelo capital, maior a qualificao necessria aos trabalhadores.

    b) A existncia de mercadorias o que distingue o capita-lismo de outros modos de produo no transcurso da histria do homem.

    c) A produo do desperdcio parte constitutiva do proces-so de acumulao de capital e realizao da lei do valor.

    d) No capitalismo contemporneo, o valor de uso foi substi-tudo pelo valor de troca, do qual resultam as mercadorias.

    e) Produzir mercadorias com pouca durabilidade prtica momentnea para que o capitalismo supere suas crises peridicas.

    3. (UFSm-RS) Analise o mapa e o texto.

    o Brasil Holands

    Equador

    Mer

    idia

    no d

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    atad

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    Tor

    desil

    has

    Trpico deCapricrnio

    BelmSo Lus

    Fortaleza

    ParabaOlinda

    OceanoAtlntico

    Natal

    Recife

    Salvador

    DomNIoESPaNHol

    DomNIoPoRTUgUS

    UNIo IBRICa(1580-1640)

    DomNIoHolaNDS

    Invaso

    holan

    desa

    (1630-1

    654)

    Invaso holan

    desa

    (1624-162

    5)

    0 375 750

    km

    N

    Os domnios holandeses da colnia portuguesa estende-ram-se desde o litoral dos atuais Maranho at Sergipe. Para administr-los, foi nomeado o conde Maurcio de Nassau, que permaneceu no cargo entre 1637 e 1644. Preocupado em nor-malizar a rica produo aucareira, o conde conseguiu a cola-borao de muitos senhores de engenho, concedendo-lhes emprstimos que permitiram o aumento da produtividade. [...]

    A administrao de Nassau destacou-se pelas realizaes ur-bansticas e culturais, saneando e modernizando Recife, que se converteu num centro urbano repleto de notveis obras arquite-tnicas, passando a chamar-se Mauritzstadt, ou cidade Maurcia.

    Fonte: VICENTINO, Cludio; DORIGO, Gianpaolo. Histria para o

    Ensino Mdio. So Paulo: Scipione, 2008. p. 188-189. (adaptado)

    A economia colonial portuguesa do nordeste aucarei-ro constituiu um dos ncleos fundamentais do mercado mundial em expanso, nos sculos XVI e XVII. As invases dos holandeses, o domnio das regies produtoras e os in-vestimentos feitos atestam essa importncia.

    Integram esse contexto histrico, entre outros, os seguintes processos:

    I. o domnio da Espanha sobre Portugal durante a deno-minada Unio Ibrica.

    II. as rivalidades entre holandeses e espanhis na Europa, fru-to das lutas para a formao do Estado Nacional holands em territrios sob o domnio da monarquia espanhola.

    III. a continuidade da produo aucareira, caracterizada como uma economia colonial tpica, voltada para o exterior, com a funo de promover a acumulao primitiva do capital.

    IV. o enfraquecimento do controle dos senhores sobre seus escravos durante o conflito com os holandeses, facilitan-do o aumento das fugas e a ampliao da populao dos quilombos, principalmente o de Palmares.

    Est(o) correta(s)

    a) apenas I. c) apenas I, II e III. e) I, II, III e IV.b) apenas II. d) apenas III e IV.

    4. (UFg-go) A produo agrcola est fundamentada em trs

    elementos bsicos a terra, o capital e o trabalho. O empre-go desses elementos varia no tempo e no espao, em con-formidade com o desenvolvimento das foras produtivas. Transformaes se efetivam de forma desigual nos lugares em funo dos nveis de capitalizao dos produtores, do emprego de mo de obra, de insumos agrcolas e dos recur-sos naturais incorporados ao processo produtivo. Com base nesse pressuposto, verifica-se que, na agricultura denomina-da moderna, os fatores predominantes e seus objetivos so:

    a) a terra e o trabalho no sistema agroflorestal, visando mnima alterao dos sistemas naturais, reduzindo os im-pactos ambientais.

    b) a terra e o capital, tendo como base da produo a sus-tentabilidade social e econmica e o equilbrio ambien-tal, visando atender s exigncias do mercado mundial.

    c) o capital e o trabalho na produo orgnica certificada, utilizando insumos orgnicos e controle biolgico de pragas, visando minimizar os impactos ambientais.

    d) a terra e o trabalho, com utilizao de sementes selecio-nadas pelos produtores e insumos orgnicos, visando um modelo de agricultura alternativo.

    e) o capital e o trabalho, utilizando insumos industriais, co-nhecimentos tcnico-cientficos e tecnologias avana-das, visando ao aumento da produtividade da terra.

    5. (Vunesp-SP)

    O clima do politicamente correto em que nos mergulharam impede o raciocnio. Este novo senso comum diz que todos os preconceitos so errados. Ao que um amigo observou: Ento vocs tm preconceito contra os preconceitos. Ele demonstrava que impossvel no ter preconceitos, que vivemos com eles, e que grande quantidade deles nos til. Mas, afinal, quais precon-ceitos so pr-julgamentos danosos? So aqueles que carregam um juzo de valor depreciativo e hostil. Lembre-se do seu tempo de colgio. Quem era alvo dos bullies? Os diferentes. As crianas parecem repetir a histria da humanidade: nascem trogloditas, violentas, cruis com quem no da tribo, e vo se civilizando aos poucos. Alguns, nem tanto. Sero os que vo conservar esses rtulos ptreos, imutveis, muitas vezes carregados de dio con-tra os diferentes, e difceis (se no impossveis) de mudar.

    Francisco Daudt. Folha de S.Paulo, 07.02.2012. Adaptado.

    O artigo citado aborda a relao entre as tendncias cultu-rais politicamente corretas e os preconceitos. Com base no tex