Simulado Curso - Completo

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LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES: 1. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele está completo ou se apresenta imperfeições gráficas que possam gerar dúvidas. Em seguida, verifique se ele contém 90 questões. 2. Cada questão apresenta 5 alternativas de respostas, das quais uma é correta ou incorreta de acordo com o enunciado. Preencha no cartão-resposta a letra correspondente à resposta assinalada na prova. 3. O cartão-resposta será distribuído às 16 horas. Ele é único e não haverá substituição em caso de erro. 4. O tempo de duração da prova é de 5 horas, já incluídas a marcação do cartão-resposta. 5. A tabela periódica dos elementos químicos está disponível, para consulta, no verso da capa. 6. Você só poderá se retirar, definitivamente, da sala e do prédio a partir das 16 horas 30 minutos. Unidade I: Rua 8 n° 80 – Centro Tel: 3526 2411 Unidade II: Rua 44 n° 399 – Centro (Araguaia Shopping) Tel: 3526 2400 www.planetaportal.com.br [email protected] 1º Simulado Data: 15/02/2014 Pré-Vestibular PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS SIE - 1 CÓDIGO DO SIMULADO

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  • LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES SEGUINTES

    S ABRA QUANDO AUTORIZADO

    LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES:

    1. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele est completo ou se apresenta imperfeies grficas que possam gerar dvidas.

    Em seguida, verifique se ele contm 90 questes.

    2. Cada questo apresenta 5 alternativas de respostas, das quais uma correta ou incorreta de acordo com o enunciado.

    Preencha no carto-resposta a letra correspondente resposta assinalada na prova.

    3. O carto-resposta ser distribudo s 16 horas. Ele nico e no haver substituio em caso de erro.

    4. O tempo de durao da prova de 5 horas, j includas a marcao do carto-resposta.

    5. A tabela peridica dos elementos qumicos est disponvel, para consulta, no verso da capa.

    6. Voc s poder se retirar, definitivamente, da sala e do prdio a partir das 16 horas 30 minutos.

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    1 Simulado

    Data: 15/02/2014

    Pr-Vestibular

    PROVA DE CINCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS

    PROVA DE CINCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS

    PROVA DE MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS

    PROVA DE LINGUAGENS, CDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS

    SIE - 1

    CDIGO DO SIMULADO

  • 1 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    CINCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Questes de 1 a 22 QUESTO 01 eeeeeeeeeee e e e e e e

    Leia o texto abaixo:

    Fisicamente, habitamos um espao, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memria. Memria que a de um espao e de um tempo, memria no interior da qual vivemos, como uma ilha entre dois mares: um que dizemos passado, outro que dizemos futuro. Podemos navegar no mar do passado prximo graas memria pessoal que conservou a lembrana das suas rotas, mas para navegar no mar do passado remoto teremos de usar as memrias que o tempo acumulou, as memrias de um espao continuamente transformado, to fugidio como o prprio tempo.

    (Jos Saramago).

    (Fonte: http://caderno.josesaramago.org/ acessado em 19 de Setembro de 2011)

    No texto Jos Saramago estabelece um dilogo entre Literatura, Histria e Geografia e traz elementos que ajudam a caracterizar o espao geogrfico. Sobre o espao geogrfico, correto afirmar que

    A constitudo de rugosidades que revelam as marcas da passagem do tempo histrico impregnadas na paisagem.

    B produzido a partir da memria das coisas criadas no transcorrer do tempo histrico.

    C revelado pela memria do tempo histrico na medida em que o passado se manifesta na paisagem.

    D continuamente transformado pela ao do tempo a partir da produo de novas memrias.

    E um conjunto de elementos que transitam entre o passado e o futuro manifestado pelas memrias pessoais.

    QUESTO 02eeeeeeeeeee e e e e e e

    Conjunto de lugares, marcados por naturezas, que

    passaram por diferentes processos histricos, unidos por uma complexa rede de relaes que se realizam nas mais variadas escalas.

    (ALMEIDA; RIGOLIN, 2005, p. 8).

    A situao descrita no fragmento de texto

    A evidencia uma unidade visvel do arranjo espacial que a viso humana alcana.

    B ressalta uma poro do espao aproprivel para a vida, onde ocorrem as relaes de consumo e conflito.

    C mostra a natureza, aquilo que rodeia o homem, o substrato do qual ele retira tudo que utiliza para sobreviver.

    D destaca a paisagem natural, fonte da evoluo da prpria natureza, da ao de fenmenos naturais, como fenmenos geolgicos e climticos, dentre outros.

    E caracteriza o espao geogrfico, que formado por um conjunto de elementos impregnados de histria, resultado de uma srie de aes e relaes naturais e humanas.

    QUESTO 03 eeeeeeeeeee e e e e e e

    Ocorrida entre 2011 e 2012, a srie de manifestaes e protestos, que recebeu o nome de Primavera rabe, aconteceu principalmente em pases situados

    A na Amrica do Sul e no Oriente Mdio.

    B no Sudeste Asitico e na Amrica do Sul.

    C na frica Subsaariana e no Oriente Mdio.

    D no Leste Europeu e no Norte da frica.

    E no Norte da frica e no Oriente Mdio.

    QUESTO 04eeeeeeeeeee e e e e e e

    Com relao organizao do espao terrestre, a exemplo de clima, modelado terrestre, solos como matrizes, produo do espao socioeconmico e populacional, correto afirmar:

    A O homem modifica, domina e controla todos os fenmenos naturais, devido ao desenvolvimento tecnolgico alcanado nas ltimas dcadas.

    B Os fenmenos climticos interferem diretamente nos elementos da biosfera, da litosfera e da hidrosfera (em particular, nas guas continentais).

    C Os solos constituem a superfcie consolidada do planeta, onde vivem em equilbrio com todos os fatores que determinam sua formao, como o clima, a topografia e a biota.

    D A internacionalizao da tecnologia, da informao, das telecomunicaes e da informtica, com livre acesso para todos os povos, mundializou a organizao do espao geogrfico.

    E O crescimento econmico de uma regio resultante da concentrao de riquezas naturais, em razo de o homem, historicamente, ser submetido natureza.

    QUESTO 05eeeeeeeeeee e e e e e e

    Ao fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), antigas potncias haviam perdido a posio de liderana que h muito ostentavam e novos atores disputavam a hegemonia em contexto de bipolaridade. Para o Brasil, nico pas latino-americano a participar diretamente dessa guerra, houve ganhos econmicos, sintetizados no incio do processo de modernizao estrutural do pas, processo que, em certa medida, tambm envolveu outros pases da regio. O salto de um pas essencialmente agrrio e socialmente ruralizado em direo a uma sociedade industrial e urbana no se deu sem crises, sobretudo polticas, que acompa-nharam o regime liberal, nascido com a Constitui-o de 1946 e interrompi-do pelo golpe de 1964.

    Relativamente ao cenrio da Segunda Guerra e ao mundo que dela emergiu, assinale a opo correta:

    A Palco de duas guerras mundiais no curto espao de duas dcadas, a Europa estava em situao de penria absoluta nos anos que se seguiram a 1945 e, mesmo assim, conseguiu recuperar-se sem ajuda externa, embora tenha fracassado na tentativa de promover a unio entre seus Estados.

    B Dos dois blocos em luta durante o conflito, o Eixo e os Aliados, o primeiro era o que apresentava ntida convergncia ideolgica. Alemanha, Itlia e Japo, independentemente de suas singularidades, conduziam regimes de caractersticas autoritrias.

    C A vitalidade demonstrada por Frana e Inglaterra na luta contra as foras do Eixo foi reconhecida por seus aliados e recompensada com colnias e com o assento permanente no Conselho de Segurana das Naes Unidas, ainda que sem direito a veto.

    D Em geral, foi pacfico o processo de descolonizao afroasitico posto em marcha com o fim da guerra. Isso se deveu ao diligente da Organizao das Naes Unidas e inexistncia de foras rebeldes militarmente organizadas nas diversas colnias.

    E O contexto de bipolaridade envolveu a disputa entre Washington e Moscou pela hegemonia mundial. Sinnimo de confronto entre dois sistemas antagnicos, o capitalista e o socialista, a Guerra Fria foi vencida pelo sistema socialista, graas ao xito do programa espacial sovitico.

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    QUESTO 06eeeeeeeeeee e e e e e e

    A partir de levantamentos demogrficos, o rgo da ONU que estuda a populao elaborou as pirmides etrias que representam modelos de estrutura demogrfica dos continentes. Observe as pirmides I, II e III, referentes ao ano de 2010, apresentadas a seguir.

    (http://esa.un.org/wpp/population-pyramids/population-pyramids_percentage.htm)

    Considerando a dinmica demogrfica predominante em cada continente, pode-se afirmar que a pirmide

    A I representativa da exploso demogrfica observada nas dcadas de 1960/80 na Amrica Latina.

    B II caracterstica da sia, onde o crescimento demogrfico garantido pelos imigrantes.

    C II tpica da Europa, que reduziu a natalidade a partir das ltimas dcadas do sculo XX.

    D III caracterstica da frica, onde a transio demogrfica encontra-se nas fases iniciais.

    E III tpica da Oceania, onde os grupos humanos apresentam elevada taxa de fecundidade.

    QUESTO 07eeeeeeeeeee e e e e e e

    A cidade um fenmeno muito antigo na histria da humanidade. Existe h milhares de anos. Contudo, com a emergncia da sociedade capitalista, a cidade passa a ter as caractersticas desta sociedade. Com base nisto, considere o texto abaixo do filsofo Henri Lefebvre:

    Para apresentar e expor a problemtica urbana, impe-se um ponto de partida: o processo de industrializao.

    Sem possibilidade de contestao, esse processo , h um sculo e meio, o motor das transformaes na sociedade. Se distinguirmos o indutor e o induzido, pode-se dizer que o processo de industrializao indutor e que se pode contar entre os induzidos os problemas relativos ao crescimento e planificao, s questes referentes cidade e ao desenvolvimento da realidade urbana, sem omitir a crescente importncia dos fazeres e das questes relativas cultura`

    LEFEBVRE, Henri. A Revoluo Urbana. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. Considerando o texto sobre o fenmeno da urbanizao moderna, marque a alternativa correta:

    A A diviso da sociedade moderna em classes sociais no pode ser verificada na anlise da cidade, visto que no h segregao urbana.

    B A industrializao do territrio implica na urbanizao da sociedade. Quando este processo se efetiva, o campo tende a desaparecer.

    C A urbanizao capitalista aumenta o tamanho das cidades, produzindo as metrpoles e as megalpoles, formas de urbanizao inexistentes em sociedades pr-capitalistas.

    D O conceito de metrpole foi elaborado pelo urbanista Patrick Geddes para designar as pequenas cidades inglesas do final do sculo XIX.

    E Subordinados industrializao, o Estado, os movimentos sociais urbanos e o mercado imobilirio no desempenham qualquer papel na produo das cidades modernas.

    QUESTO 08eeeeeeeeeee e e e e e e

    Leia o texto abaixo.

    O perodo compreendido entre 1500 e 1530, data da expedio de Martim Afonso de Sousa ao Brasil, denominado, pela historiografia tradicional, como pr-colonial ou de colonizao de feitorias. Na verdade, Portugal auferia enormes lucros decorrentes da carreira das ndias e da explorao do litoral africano, no dispondo, assim, a transferir recursos, homens e navios para a ocupao da Nova Terra.

    Francisco Carlos Teixeira

    Com base no texto acima e em seus conhecimentos, correto afirmar que os principais obstculos para o incio da colonizao efetiva do Brasil foram:

    A O interesse dos portugueses pelo povoamento e explorao das ilhas do Caribe.

    B A tentativa de Portugal em conquistar, no referido perodo, as terras que os espanhis possuam no Mxico.

    C Os lucros bem mais elevados proporcionados pelo Imprio Asitico portugus e o trfico de escravos, em relao ao sistema de feitorias.

    D O interesse dos comerciantes portugueses em organizar o trfico internacional de escravos indianos naquele momento.

    E Os levantes coletivos dos ndios impedindo, no referido perodo, a colonizao do Brasil.

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    QUESTO 09eeeeeeeeeee e e e e e e A "Carta de Pero Vaz de Caminha", escrita em 1500,

    considerada como um dos documentos fundadores da Terra Brasilis e reflete, em seu texto, valores gerais da cultura renascentista, dentre os quais destaca-se:

    A A viso do ndio como pertencente ao universo no religioso, tendo em conta sua antropofagia.

    B A informao sobre os preconceitos desenvolvidos pelo renascimento no que tange impossibilidade de se formar nos trpicos uma civilizao catlica e moderna.

    C A identificao do Novo Mundo como uma rea de insucesso devido elevada temperatura que nada deixaria produzir.

    D A observao da natureza e do homem do Novo Mundo como resultado da experincia da nova viso de homem, caracterstica do sculo XV.

    E A considerao da natureza e do homem como inferiores ao que foi projetado por Deus na Gnese.

    QUESTO 10eeeeeeeeeee e e e e e e

    Enquanto os portugueses escutavam a missa com

    muito "prazer e devoo", a praia encheu-se de nativos. Eles sentavam-se l surpresos com a complexidade do ritual que observavam ao longe. Quando D. Henrique acabou a pregao, os indgenas se ergueram e comearam a soprar conchas e buzinas, saltando e danando (...)

    Nufragos Degredados e Traficantes

    (Eduardo Bueno)

    Este contato amistoso entre brancos e ndios preservado

    A pela Igreja, que sempre respeitou a cultura indgena no decurso da catequese.

    B at o incio da colonizao quando o ndio, vitimado por doenas, escravido e extermnio, passou a ser descrito como sendo selvagem, indolente e canibal.

    C pelos colonos que escravizaram somente o africano na atividade produtiva de exportao.

    D em todos os perodos da Histria Colonial Brasileira, passando a figura do ndio para o imaginrio social como "o bom selvagem e forte colaborador da colonizao".

    E sobretudo pelo governo colonial, que tomou vrias medidas para impedir o genocdio e a escravido.

    QUESTO 11eeeeeeeeeee e e e e e e

    Os portugueses chegaram ao territrio, depois denominado Brasil, em 1500, mas a administrao da terra s foi organizada em 1549.

    Isso ocorreu porque, at ento

    A os ndios ferozes trucidavam os portugueses que se aventurassem a desembarcar no litoral, impedindo assim a criao de ncleos de povoamento.

    B a Espanha, com base no Tratado de Tordesilhas, impedia a presena portuguesa nas Amricas, policiando a costa com expedies blicas.

    C as foras e atenes dos portugueses convergiam para o Oriente, onde vitrias militares garantiam relaes comerciais lucrativas.

    D os franceses, aliados dos espanhis, controlavam as tribos indgenas ao longo do litoral bem como as feitorias da costa sul-atlntica.

    E a populao de Portugal era pouco numerosa, impossibilitando o recrutamento de funcionrios administrativos.

    QUESTO 12eeeeeeeeeee e e e e e e

    NORMALIDADE II QUINO

    Eu no vou mais precisar de muita fora, vou usar todas as que tenho agora ele pensou. E ele se lembrou das moscas que rebentam suas perninhas ao tentarem escapar do mata-moscas.

    KAFKA, Franz. O processo. Porto Alegre: L & PM Pocket, 2007. p. 258.

    O Controle Social pode ser tomado como um conjunto de penalidades e aprovaes, chamadas tambm de sanes. Estas so aplicadas aos indivduos pela sociedade para assegurar a conformidade das condutas aos modelos estabelecidos. A imagem e o texto destacam aspectos relativos

    A garantia de liberdade coletiva pelo uso da fora.

    B aos anseios idealistas utpicos perante as convenes sociais.

    C natureza imitadora da maioria dos indivduos diante das instituies sociais.

    D possibilidade de reao e reverso de processos condicionantes.

    E s relaes de poder presentes nas sociedades. QUESTO 13eeeeeeeeeee e e e e e e

    Analise a gravura a seguir.

    Essa caricatura obra de um artista francs annimo, produzida no sculo XVIII, tematizando o contexto da Revoluo Francesa. Nessa cena, a composio das personagens e de outros smbolos evoca a

    A posio privilegiada do Exrcito na Era Napolenica, representada pelo soldado posicionado em cima da pedra.

    B superioridade do Primeiro Estado em relao ao Segundo, expressa pela posio ocupada pelas personagens na gravura.

    C promessa da Primeira Repblica em punir a desigualdade entre os Estados, simbolizada pela vestimenta das personagens.

    D permanncia, aps a Revoluo, dos privilgios do clero e da nobreza, retratados nos dois sujeitos que se encontram sobre a pedra.

    E presso sobre o Terceiro Estado para o pagamento de mais impostos, traduzida pelo homem que se encontra esmagado pela pedra.

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    QUESTO 14eeeeeeeeeee e e e e e e

    A guilhotina, mquina criada para decapitar pessoas, foi adotada na Frana pela primeira vez em 1792, em razo dos apelos do mdico parisiense Joseph Guilhotin, que defendia o direito dos condenados morte a um fim rpido e sem dor. At ento, os mtodos de execuo utilizados eram basicamente a forca, o esquartejamento e as diversas variantes do suplcio da roda como a que colocava uma pessoa amarrada na parte externa de uma roda e, sob ela, brasas incandescentes. Conforme o carrasco girava a roda, a pessoa era assada viva, diante da populao que se reunia para ver a cena. Com a propagao dos ideais iluministas, os suplcios passaram a ser, cada vez mais, encarados como uma afronta dignidade humana, um smbolo da tirania. Assim, o sculo XVIII marca o incio de um longo processo que resultar em uma nova concepo de justia. No sculo XX, mais do que punir, a justia ter como misso promover a reinsero na sociedade daqueles que cometeram crimes. As prises tornaram-se locais que deveriam garantir a reeducao dos indivduos que no souberam (ou no puderam) viver conforme as regras sociais.

    (Michel Foucault. Vigiar e punir. Trad. Petrpolis: Vozes, 1989; Michel Vovelle. Imagens e imaginrios na Histria. So Paulo:

    Trad. tica, 1997. In Gislane Azevedo e Reinaldo Seriacopi. Histria, srie Brasil. So Paulo: tica, 2005, p. 256)

    O texto de Michel Foucault faz referncia a uma mquina muito utilizada na Revoluo Francesa, particularmente, sob o regime do Terror. O conhecimento histrico permite inferir que durante esse regime, a

    A revoluo implantou o "despotismo da liberdade", pelo medo e, abriu caminho para a reao burguesa.

    B nobreza abriu mo de seus privilgios senhoriais e favoreceu a proclamao da Republica francesa.

    C burguesia transformou em leis todas as conquistas revolucionrias e, assim, garantiu sua hegemonia poltica.

    D conveno reconduziu a revoluo para os interesses da burguesia e cancelou os direitos da populao.

    E monarquia insuflou o povo com ideias revolucionrias e, assim, abriu caminho para o golpe de 18 brumrio.

    QUESTO 15eeeeeeeeeee e e e e e e

    O ser humano, desde sua origem, em sua existncia cotidiana, faz afirmaes, nega, deseja, recusa e aprova coisas e pessoas, elaborando juzos de fato e de valor por meio dos quais procura orientar seu comportamento terico e prtico. Entretanto, houve um momento em sua evoluo histrico-social em que o ser humano comea a conferir um carter filosfico s suas indagaes e perplexidades, questionando racionalmente suas crenas, valores e escolhas. Nesse sentido, pode-se afirmar que a filosofia

    A algo inerente ao ser humano desde sua origem e que, por meio da elaborao dos sentimentos, das percepes e dos anseios humanos, procura consolidar nossas crenas e opinies.

    B existe desde que existe o ser humano, no havendo um local ou uma poca especfica para seu nascimento, o que nos autoriza a afirmar que mesmo a mentalidade mtica tambm filosfica e exige o trabalho da razo.

    C inicia sua investigao quando aceitamos os dogmas e as certezas cotidianas que nos so impostos pela tradio e pela sociedade, visando educar o ser humano como cidado.

    D surge quando o ser humano comea a exigir provas e justificaes racionais que validam ou invalidam suas crenas, seus valores e suas prticas, em detrimento da verdade revelada pela codificao mtica.

    E No exerce importncia na sociedade atual por se tratar de um conhecimento sem tcnica ou necessidade aparente.

    QUESTO 16eeeeeeeeeee e e e e e e Aedo e adivinho tm em comum um mesmo dom de

    vidncia, privilgio que tiveram de pagar pelo preo dos seus olhos. Cegos para a luz, eles veem o invisvel. O deus que os inspira mostra-lhes, em uma espcie de revelao, as realidades que escapam ao olhar humano. Sua viso particular age sobre as partes do tempo inacessveis s criaturas mortais: o que aconteceu outrora, o que ainda no .

    (Jean-Pierre Vernant. Mito e pensamento entre os gregos, 1990. Adaptado.)

    O texto refere-se cultura grega antiga e menciona, entre outros aspectos,

    A o papel exercido pelos poetas, responsveis pela transmisso oral das tradies, dos mitos e da memria.

    B a prtica da feitiaria, estimulada especialmente nos perodos de seca ou de infertilidade da terra.

    C o carter monotesta da sociedade, que impedia a difuso dos cultos aos deuses da tradio clssica.

    D a forma como a histria era escrita e lida entre os povos da pennsula balcnica.

    E o esforo de diferenciar as cidades-estados e reforar o isolamento e a autonomia em que viviam.

    QUESTO 17eeeeeeeeeee e e e e e e

    Comparando-se mito e filosofia, correto afirmar o seguinte:

    A A autoridade do mito depende da confiana inspirada pelo narrador, ao passo que a autoridade da filosofia repousa na razo humana, sendo independente da pessoa do filsofo.

    B Tanto o mito quanto a filosofia se ocupam da explicao de realidades passadas a partir da interao entre foras naturais personalizadas, criando um discurso que se aproxima do da histria e se ope ao da cincia.

    C Enquanto a funo do mito fornecer uma explicao parcial da realidade, limitando-se ao universo da cultura grega, a filosofia tem um carter universal, buscando respostas para as inquietaes de todos os homens.

    D Mito e filosofia dedicam-se busca pelas verdades absolutas e so, em essncia, faces distintas do mesmo processo de conhecimento que culminou com o desenvolvimento do pensamento cientfico.

    E A filosofia a negao do mito, pois no aceita contradies ou fabulaes, admitindo apenas explicaes que possam ser comprovadas pela observao direta ou pela experincia.

    QUESTO 18eeeeeeeeeee e e e e e e

    A passagem do Mito ao Logos na Grcia antiga foi fruto de um amadurecimento lento e processual. Por muito tempo, essas duas maneiras de explicao do real conviveram sem que se traasse um corte temporal mais preciso. Com base nessa afirmativa, correto afirmar:

    A O modo de vida fechado do povo grego facilitou a passagem do Mito ao Logos.

    B A passagem do Mito ao Logos, na Grcia, foi responsabilidade dos tiranos de Siracusa.

    C A economia grega estava baseada na industrializao, e isso facilitou a passagem do Mito ao Logos.

    D O povo grego antigo, nas viagens, se encontrava com outros povos com as mesmas preocupaes e culturas, o que contribuiu para a passagem do Mito ao Logos.

    E A atividade comercial e as constantes viagens oportunizaram a troca de informaes/conhecimentos, a observao/assimilao dos modos de vida de outros povos, contribuindo, assim, de modo decisivo, para a construo da passagem do Mito ao Logos.

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    QUESTO 19eeeeeeeeeee e e e e e e

    O surgimento da filosofia entre os gregos (Sc. VII a.C.) marcado por um crescente processo de racionalizao da vida na cidade, em que o ser humano abandona a verdade revelada pela codificao mtica e passa a exigir uma explicao racional para a compreenso do mundo humano e do mundo natural. Dentre os legados da filosofia grega para o Ocidente, destaca-se:

    A A concepo poltica expressa em A Repblica, de Plato, segundo a qual os mais fortes devem governar sob um regime poltico oligrquico.

    B A criao de instituies universitrias como a Academia, de Plato, e o Liceu, de Aristteles.

    C A filosofia, tal como surgiu na Grcia, deixou-nos como legado a recusa de uma f inabalvel na razo humana e a crena de que sempre devemos acreditar nos sentimentos.

    D A recusa em apresentar explicaes preestabelecidas mediante a exigncia de que, para cada fato, ao ou discurso, seja encontrado um fundamento racional.

    E A apreciao da arte apenas como fenmeno do belo e fundamentada no entretenimento e lazer.

    QUESTO 20eeeeeeeeeee e e e e e e

    A passagem da mentalidade mtica para o pensamento racional e filosfico foi gestada por fatores considerados relevantes para a construo de uma nova mentalidade. Algumas novidades do perodo arcaico ajudaram a transformar a viso que o mito oferecia sobre o mundo e a existncia humana. Nesse aspecto, so todos fatores relevantes:

    A A inveno da escrita e da moeda, a lei escrita e a imprensa.

    B A inveno da escrita e do telefone, a lei escrita e o nascimento da plis.

    C A inveno da escrita e da moeda, a lei escrita e o nascimento da plis.

    D A inveno da escrita e da religio, a lei escrita e o nascimento da plis.

    E A inveno da escrita e do telefone, a lei escrita e a impressa.

    QUESTO 21eeeeeeeeeee e e e e e e

    No mundo grego, podemos encontrar uma srie de relatos mitolgicos sobre diversos aspectos da vida humana, da natureza, dos deuses e do universo. Dois tipos de relatos merecem destaque: as cosmogonias e teogonias. Os relatos citados tratam da

    A origem dos homens e das plantas.

    B origem do cosmo e dos deuses.

    C origem dos deuses e dos homens.

    D origem do cosmo e das plantas.

    E origem dos deuses e dos planetas. QUESTO 22eeeeeeeeeee e e e e e e

    Nenhum homem me far descer casa de Hades

    contrariando o meu destino. Nenhum homem, afirmo, jamais escapou de seu destino, seja covarde ou bravo, depois de haver nascido.

    (Homero, Ilada).

    Hades, na filosofia antiga, designa

    A o nome do deus das guas.

    B o nome do deus da beleza.

    C o nome do deus do mundo subterrneo e dos mortos.

    D o nome do deus da guerra.

    E o nome do deus do sol.

    CINCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS Questes de 23 a 45 QUESTO 23eeeeeeeeeee e e e e e e

    No sculo XXI, racionalizar o uso da energia uma necessidade imposta ao homem devido ao crescimento populacional e aos problemas climticos que o uso da energia, nos moldes em que vem sendo feito, tem criado para o planeta. Assim, melhorar a eficincia no consumo global de energia torna-se imperativo. O grfico, a seguir, mostra a participao de vrios setores da atividade econmica na composio do PIB e sua participao no consumo final de energia no Brasil.

    Considerando os dados apresentados, a fonte de energia primria para a qual uma melhoria de 10% na eficincia de seu uso resultaria em maior reduo no consumo global de energia seria

    A o carvo.

    B o petrleo.

    C a biomassa.

    D o gs natural.

    E a hidroeletricidade.

    QUESTO 24eeeeeeeeeee e e e e e e

    Um consumidor desconfia que a balana do supermercado no est aferindo corretamente a massa dos produtos. Ao chegar a casa resolve conferir se a balana estava descalibrada. Para isso, utiliza um recipiente provido de escala volumtrica contendo 10

    -3 m

    3 de gua. Ele coloca uma poro dos legumes

    que comprou dentro do recipiente e observa que a gua atinge a marca de 1,5 litro e tambm que a poro no ficara

    totalmente submersa, com 3

    1 de seu volume fora dgua. Para

    concluir o teste, o consumidor, com ajuda da internet, verifica que a densidade dos legumes, em questo, a metade da densidade da gua que vale 1 g/cm

    3. No supermercado a

    balana registrou a massa da poro de legumes igual a 500 g. Considerando as medidas citadas no texto, quantas esto corretamente representadas em unidades do Sistema Internacional de Unidades:

    A 1.

    B 2.

    C 3.

    D 4.

    E 5.

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    QUESTO 25eeeeeeeeeee e e e e e e

    Duas irms que dividem o mesmo quarto de estudos combinaram de comprar duas caixas com tampas para guardarem seus pertences dentro de suas caixas, evitando, assim, a baguna sobre a mesa de estudos. Uma delas comprou uma metlica, e a outra, uma caixa de madeira de rea e espessura lateral diferentes, para facilitar a identificao. Um dia as meninas foram estudar para a prova de Fsica e, ao se acomodarem na mesa de estudos, guardaram seus celulares ligados dentro de suas caixas. Ao longo desse dia, uma delas recebeu ligaes telefnicas, enquanto os amigos da outra tentavam ligar e recebiam a mensagem de que o celular estava fora da rea de cobertura ou desligado. Para explicar essa situao, um fsico deveria afirmar que o material da caixa, cujo telefone celular no recebeu as ligaes

    A madeira, e o telefone no funcionava porque a madeira no um bom condutor de eletricidade.

    B metal, e o telefone no funcionava devido blindagem eletrosttica que o metal proporcionava.

    C metal, e o telefone no funcionava porque o metal refletia todo tipo de radiao que nele incidia.

    D metal, e o telefone no funcionava porque a rea lateral da caixa de metal era maior.

    E madeira, e o telefone no funcionava porque a espessura desta caixa era maior que a espessura da caixa de metal.

    QUESTO 26eeeeeeeeeee e e e e e e

    Executando um movimento ideal, uma esfera solta do ponto A, atinge o ponto B, e retorna ao ponto A e assim procede sucessivamente. Sua sombra projetada sobre um anteparo conforme mostrado abaixo.

    Sobre o movimento da esfera e sua sombra sobre o anteparo.

    01. A frequncia do movimento o tempo entre duas passagens consecutivas da sombra ou da esfera pelo ponto de equilbrio.

    02. A energia mecnica do modelo apresentado varivel e depende da altura e do grau de inclinao da rampa que solta.

    04. O modelo apresentado se ajusta a um fenmeno fsico que tem como caractersticas peculiares inter-valos de tempos e extenses, iguais e sucessivas, caracterizando-o como um fenmeno peridico.

    08. Amplitude do movimento a distncia da posio de equilbrio ao ponto de inverso do movimento, apresentada pela sombra da esfera sobre o anteparo.

    16. O mdulo da acelerao da esfera constante apenas alternando sua ao, sendo o movimento ora acelerado e ora retardado.

    Assinale a alternativa que apresenta o somatrio das afirmaes corretas.

    A 07.

    B 12.

    C 13.

    D 28.

    E 29.

    QUESTO 27eeeeeeeeeee e e e e e e Na termodinmica, a medida da desordem da matria

    e da energia quantificada pelo conceito de entropia. De fato, quando a matria e a energia se tornam desordenadas, a entropia aumenta. Por exemplo, muitas das cadeias laterais dos aminocidos, usados na formao das cadeias polipeptdicas das protenas, so hidrofbicas, diminuindo a entropia e resultando em uma contribuio negativa para a variao entrpica do sistema. Essa tendncia favorece a formao de um enovelamento randmico em relao a um arranjo bem organizado dos grupos peptdicos.

    P. Atkins. Fsico-qumica: fundamentos. 3. ed.,

    Rio de Janeiro: LTC, 2001 (com adaptaes).

    Tendo o texto como referncia inicial, julgue os itens que se seguem, acerca de aspectos a ele relacionados:

    A Quando a temperatura de um slido cristalino aumentada a partir do zero absoluto, passando-se pelos processos de fuso e ebulio, espera-se que a entropia desse sistema diminua, uma vez que se trata de um processo exotrmico.

    B As cadeias laterais dos aminocidos formadores dos polipeptdios so hidrofbicas devido presena de grupamentos cido carboxlico e amina.

    C Temperatura e calor so grandezas fsicas equivalentes e esto associadas a agitao das molculas de um corpo.

    D Uma forma de aferir a temperatura de um condutor verificar a sua resistcia eltrica, pois quando a temperatura de um condutor aumenta, observamos um aumento na agitao de suas molculas e consequentemente um aumento em sua resistncia eltrica.

    E Um organismo diminui sua prpria entropia quando organiza aminocidos em molculas como a hemoglobina. Nesse processo, a entropia do ambiente no qual o organismo se encontra aumenta, pois molculas como o glicognio no podem ser convertidas em calor e em molculas menores e menos complexas.

    QUESTO 28eeeeeeeeeee e e e e e e

    O rio Amazonas injeta, a cada hora, 680 bilhes de litros de gua no oceano Atlntico. Esse volume corresponde a cerca de 17% de toda a gua doce que chega aos oceanos do planeta, no mesmo intervalo de tempo.

    A ordem de grandeza do volume total de gua doce, em litros,

    que chega aos oceanos a cada hora , ento

    A 107.

    B 109.

    C 1011

    .

    D 1012

    .

    E 1015

    .

  • 7 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 29eeeeeeeeeee e e e e e e

    O novo Cdigo de Trnsito Brasileiro faz restries ao consumo de bebidas alcolicas por condutores de veculos. Se, no exame do bafmetro, o condutor de um veculo automotor for flagrado com quantidade superior a 0,1 mg de lcool por litro de ar expelido, ele fica sujeito a penalidades. Entretanto, o resultado apontado pelo bafmetro pode no corresponder ao real estado de intoxicao do condutor do veculo, pois o princpio de funcionamento dos bafmetros fundamenta-se em reaes qumicas. Alguns compostos cetnicos, frequentemente encontrados no ar exalado por diabticos, por exemplo, podem ser interpretados como concentraes elevadas de lcool pelo bafmetro. Alm destes fatores sabemos que as reaes qumicas podem ter as suas velocidades alteradas pela temperatura do meio que envolve estas reaes.

    Considerando o texto acima e aspectos a ele relacionados, julgue os itens que se seguem e assinale a alternativa correta.

    A A presena de corpos cetnicos no ar exalado por diabticos decorre de alteraes no metabolismo energtico dessas pessoas, semelhantes s que ocorrem em indivduos no diabticos durante o perodo em fazem a digesto de alimentos em seu organismo.

    B A presena de lcool por litro de ar expelido decorre do fato de o fgado conseguir metabolizar completamente a quantidade de lcool ingerida.

    C Se um sujeito ao fazer o teste do bafmetro estiver com uma temperatura corprea de 36,5 C, podemos afirmar que esta temperatura equivale a 97,7 F.

    D Se, no sangue de um indivduo, a concentrao de lcool etlico (C2H6O) for igual a 1 x 10

    -4 mol/L, isso significar que

    essa concentrao maior que 0,05 mg/mL.

    E Se em uma praia um indivduo usando camiseta de manga longa e calas, ambas brancas, observar que os termmetros na praia indicam uma temperatura ambiente de 38 C, sabendo que a temperatura do corpo humano por volta de 3,6,5 C, se este sujeito tirar a suas roupas e ficar somente de sunga ele ter uma sensao trmica mais agradvel.

    QUESTO 30eeeeeeeeeee e e e e e e As Tetraciclinas so um grupo de antibiticos usados no

    tratamento das infeces bacterianas. Antibitico nome genrico dado a uma substncia que tem capacidade de interagir com micro-organismos unicelulares ou com seres pluricelulares que causam infees no organismo. O AZT (azidotimidina) um frmaco utilizado como antiviral,

    inibidor da transcriptase reversa (inversa). Indicado para o tratamento da AIDS.

    As estruturas a seguir representam as molculas do antibitico tetraciclina (A) e do antivrus AZT (B).

    Em relao frmula estrutural da tetraciclina e do AZT pode-se afirmar que

    A as duas substncias apresentam a funo amida, sendo que a amida do AZT primria.

    B as duas substncias apresentam carbonos hbridos sp2,

    sendo que o AZT, seis deles so carbonos sp3.

    C as duas molculas apresentam a mesma velocidade de absoro, por apresentar nmero de aceptores idnticos.

    D a tetraciclina apresenta quatro anis alicclicos com geometria plana.

    E o AZT possui anel aromtico e um grupo pentagonal com radicais alquilas.

    QUESTO 31eeeeeeeeeee e e e e e e O p de caf jogado no lixo caseiro e, principalmente,

    as grandes quantidades descartadas em bares e restaurantes podero se transformar em uma nova opo de matria prima para a produo de biodiesel, segundo estudo da Universidade de Nevada (EUA). No mundo, so cerca de 8 bilhes de quilogramas de p de caf jogados no lixo por ano. O estudo mostra que o caf descartado tem 15% de leo, o qual pode ser convertido em biodiesel pelo processo tradicional. Alm de reduzir significativamente emisses prejudiciais, aps a extrao do leo, o p de caf ideal como produto fertilizante para jardim.

    Revista Cincia e Tecnologia no Brasil, n. 155, jan. 2009.

    Considere o processo descrito e a densidade do biodiesel igual a 900 kg/m3. A partir da quantidade de p de caf jogada no lixo por ano, a produo de biodiesel seria equivalente a

    A 1,08 bilhes de litros.

    B 1,20 bilhes de litros.

    C 1,33 bilhes de litros.

    D 8,00 bilhes de litros.

    E 8,80 bilhes de litros. QUESTO 32eeeeeeeeeee e e e e e e

    Os exageros do final de semana podem levar o indivduo a um quadro de azia. A azia pode ser descrita como uma sensao de queimao no estmago, provocada pelo desbalancemento do pH estomacal (excesso de cido clordico). Um dos anticidos comumente empregados no combate azia o leite de magnsia. O leite de magnsia possui 64.8 g de hidrxido de magnsio (Mg(OH)2) por litro da soluo. Qual a quantidade de cido neutralizado ao se ingerir 9 mL de leite de magnsia? Dados: Massas molares (em g mol1): Mg = 24,3; Cl = 35,4; O = 16; H = 1.

    A 20 mol.

    B 0,58 mol.

    C 0,2 mol.

    D 0,02 mol.

    E 0,01 mol. QUESTO 33eeeeeeeeee e e e e e e e

    Considere um churrasco de fim de semana, numa turma de amigos e amigas, na beira de uma piscina. Dois entusiasmados convivas esto conversando sobre:

    I. A melhor tcnica para operar a chopeira, de modo a

    encher um copo de vidro com chope e formar uma boa camada de espuma (colarinho).

    II. O gelo derretendo em um copo de usque on the rocks, j devidamente esvaziado.

    III. A melhor maneira de acender o carvo na churrasqueira. IV. O ponto ideal para assar a picanha.

    Dos assuntos gastronmicos acima, pode-se afirmar que so exemplos de reaes qumicas:

    A I e II.

    B II e III.

    C III e IV.

    D I e IV.

    E Todos os itens citados.

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    QUESTO 34eeeeeeeeeee e e e e e e Em seu livro de contos, O Sistema Peridico, o escritor italiano Primo Levi descreve caractersticas de elementos qumicos e as relaciona a fatos de sua vida. Dois trechos desse livro so destacados a seguir:

    I. [Este metal] mole como a cera...; reage com a gua onde flutua (um metal que flutua!), danando freneticamente e produzindo hidrognio.

    II. [Este outro] um elemento singular: o nico capaz de ligar-se a si mesmo em longas cadeias estveis, sem grande desperdcio de energia, e para a vida sobre a Terra (a nica que conhecemos at o momento) so necessrias exatamente as longas cadeias. Por isso, ... o elemento-chave da substncia viva.

    O metal e o elemento referidos nos trechos (I) e (II) so, respectivamente,

    A mercrio e oxignio.

    B cobre e carbono.

    C alumnio e silcio.

    D sdio e carbono.

    E potssio e oxignio. QUESTO 35eeeeeeeeeee e e e e e e

    Essa Maria Fumaa devagar quase parada seu foguista, bota fogo na fogueira Que essa chaleira tem que estar at sexta-feira Na estao de Pedro Osrio, sim senhor Se esse trem no chega a tempo vou perder meu casamento Atraca, atraca-lhe carvo nessa lareira Esse fogo que acelera essa banheira...

    (KLEITON e KLEDIR. Maria Fumaa. Disponvel em: .

    Figura 2: MONET. Le train dans la neige. 1875. (Disponvel em: http://www.railart.co.uk/images/monet.jpg. Acesso: 22 maio 2009.)

    Em relao aos conhecimentos sobre transformaes fsicas e qumicas, correto afirmar:

    A Na vaporizao so rompidas ligaes intermoleculares, e na atomizao so rompidas ligaes intramoleculares.

    B A fogueira, a lareira e o fogo remetem a uma caldeira para gerar vapor atravs da troca qumica entre combustvel e gua.

    C A chaleira representa o dispositivo da Maria Fumaa que ir transformar gua lquida em vapor por processo exotrmico.

    D O carvo na lareira sofre reduo e libera os gases metano e oxignio.

    E A energia necessria para vaporizar 1 mol de gua lquida igual energia necessria para transformar a mesma quantidade de gua em tomos isolados.

    QUESTO 36eeeeeeeeeee e e e e e e

    FEROMNIOS: COMUNICAO POR MEIO DE REAGENTES QUMICOS

    Muitos animais comunicam-se com outros membros de

    sua espcie usando uma linguagem baseada no nos sons ou nem mesmo em sinais visuais, mas nos odores dos reagentes qumicos chamados de feromnios que esses animais liberam. Para os insetos, isso demonstra ser o mtodo principal de comunicao. Apesar de os feromnios serem secretados por insetos em quantidades extremamente pequenas, eles podem provocar efeitos biolgicos profundos e variados. Os insetos usam alguns feromnios como atrativos sexuais para o parceiro. Outros usam feromnios como substncias de advertncia, e outros ainda secretam reagentes qumicos chamados de compostos de agregao para fazer com que membros da espcie deles se renam. Freqentemente esses feromnios so compostos relativamente simples e alguns so hidrocarbonetos. Por exemplo, uma espcie de barata usa o undecano como um feromnio de agregao.

    CH3(CH2)9CH3 Undecano

    (feromnio de agregao da barata)

    (CH3)2CH(CH2)14CH3 2-metil-heptadecano

    (atrativo sexual da mariposa pintada fmea)

    Quando uma fmea da mariposa pintada quer se acasalar, ela secreta o 2-metil-heptadecano, um perfume que a mariposa pintada macho aparentemente acha irresistvel. A respeito dos feromnios citados, correto afirmar que

    A o composto secretado pelas baratas possui cadeia ramificada.

    B o atrativo sexual da mariposa pintada um alceno.

    C o feromnio de agregao das baratas um composto saturado.

    D o feromnio das mariposas possui duas ramificaes.

    E o feromnio das mariposas um composto aromtico. QUESTO 37eeeeeeeeeee e e e e e e

    Uma reportagem em relao definio do que o leite de fato foi veiculada na Folha de S. Paulo, edio do dia 16/09/2013 (pgina C7). Segundo essa reportagem: leite um produto natural composto de gua, gordura, vitaminas, protenas, enzimas e lactose.... Dentre essas substncias mencionadas, a classe das vitaminas, um catalisador biolgico e por sua vez os elementos que caracterizam propriedades orgnicas so

    A C, H, Na, K.

    B C, H, Fe, N.

    C O, N, F, H.

    D C, H, O, N.

    E O, N, K, Na.

    QUESTO 38eeeeeeeeeee e e e e e e

    No cerrado, a maioria das plantas contm seus estmatos abertos durante todo o dia, o que evidncia de:

    A Adaptao intensa luminosidade e ao calor.

    B Eliminao ativa de CO2 como resduo metablico.

    C Limitao filosfica para regular a abertura dos ostolos.

    D Abundncia de nutrientes minerais no solo.

    E Disponibilidade de suprimento hdrico.

  • 9 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 39eeeeeeeeeee e e e e e e

    "Pesquisadores descobrem novo ecossistema em lago antrtico. Um lago com gua sete vezes mais salgada que a do mar, soterrado por vrios metros de gelo numa regio desrtica do continente antrtico, abriga um ecossistema composto por criaturas hoje totalmente desconhecidas. [...] O melhor ainda est por vir, quando os pesquisadores estudarem a poro lquida e os organismos nesse hbit isolado. [..] O lder do grupo afirmou que 'pretendem voltar ao lago em dois anos para atingir a gua e caracterizar a vida l. Ainda no o fizemos porque queramos ter certeza de que estaramos fazendo do jeito mais limpo e menos perturbador possvel'. A grande preocupao no contaminar o lago com organismos do mundo exterior."

    No texto, o emprego do termo "ecossistema" ser adequado apenas se

    A as "criaturas desconhecidas" forem descritas pela cincia.

    B no lago houver uma comunidade interagindo com o ambiente fsico.

    C o gelo for eliminado, permitindo que uma comunidade ali se estabelea.

    D o lago abrigar espcies animais e vegetais.

    E no houver contaminao do lago com organismos do mundo exterior.

    QUESTO 40eeeeeeeeee e e e e e e e

    A fibrose cstica uma doena hereditria causada por alelos mutantes, autossmicos, recessivos. Em uma famlia hipottica, um dos genitores apresentava o fentipo, enquanto que o outro no. Esses genitores tiveram dois descendentes: um apresentou o fentipo e o outro no.

    Com relao ao gentipo dessa famlia

    A ambos genitores seriam heterozigotos, um descendente seria homozigoto recessivo, e o outro, heterozigoto.

    B um dos genitores e um dos descendentes so homozigotos recessivos, e os outros dois, genitor e descendente, so heterozigotos.

    C ambos genitores seriam homozigotos recessivos, um descendente seria homozigoto recessivo e o outro, heterozigoto.

    D um dos genitores seria homozigoto recessivo, enquanto que o outro genitor e os descendentes seriam heterozigotos.

    E ambos genitores seriam homozigotos dominantes, um descendente heterozigoto e o outro homozigoto dominante.

    QUESTO 41eeeeeeeeeee e e e e e e

    Recentemente, no Supremo Tribunal Federal (STF), houve uma grande discusso sobre a legalidade do aborto em casos em que se comprove que o feto no possui seu sistema nervoso central desenvolvido (anencefalia). A m formao do sistema nervoso central est relacionada com problemas durante o desenvolvimento dos tecidos embrionrios e das estruturas que surgem a partir desses tecidos.

    Com base nas informaes apresentadas e na literatura sobre o tema, correto afirmar que a m formao desse sistema ocorre devido ao desenvolvimento inadequado da

    A mesoderme, o que impede a formao da notocorda.

    B endoderme, o que resulta no posicionamento errado do tubo nervoso.

    C ectoderme, o que pode levar ao no desenvolvimento do sistema nervoso central.

    D mesoderme, o que resulta em falha durante o desenvolvimento dos somitos.

    E endoderme, o que faz com que no ocorra o desenvolvimento do sistema endcrino, o qual necessrio para o desenvolvimento do sistema nervoso central.

    QUESTO 42eeeeeeeeeee e e e e e e

    As clulas-tronco embrionrias (TE) so obtidas da poro de um embrio em um estgio muito inicial, que daria origem a todo o corpo de um organismo. (...) Nesse estgio, o embrio uma bola oca, chamada de blastocisto, formada por uma massa celular externa que, na gravidez, viria a formar a placenta, e por uma massa celular interna (MCI), que se tornaria o feto (...). A fim de criar linhas de clula TE, cientistas removem a massa celular interna de um blastocisto criado em laboratrio, normalmente remanescente de uma tentativa de fertilizao in vitro (...) Uma vez que as clulas TE surgem nesse estgio primordial, elas mantm a capacidade 'pluripotente' de formar qualquer tipo de clula de um organismo.

    Scientific American, jul. 2004.

    Com base na notcia veiculada e no tema clulas-tronco, assinale a alternativa correta:

    A As clulas-tronco so clulas indiferenciadas que s existem na fase inicial do desenvolvimento embrionrio e no existem na fase adulta.

    B As clulas-tronco so as clulas que formaro somente os anexos embrionrios.

    C As clulas-tronco so clulas indiferenciadas capazes de originar outros tipos celulares dos diferentes tecidos do corpo.

    D As clulas-tronco formaro somente a placenta.

    E As clulas-tronco formaro somente o embrio. QUESTO 43eeeeeeeeeee e e e e e e

    O conhecido teste do pezinho, cuja obrigatoriedade para todo o territrio brasileiro consta no Estatuto da Criana e do Adolescente, realizado com uma gota de sangue retirada do p dos recm-nascidos. Esse procedimento permite detectar os portadores da fenilcetonria, doena gentica recessiva. As pessoas com essa anomalia so incapazes de produzir uma enzima que atua na transformao do aminocido fenilalanina, no aminocido tirosina. Sem essa converso a fenilalanina acumula-se no sangue e convertida em substncia txica, que provoca leses no sistema nervoso, principalmente na infncia, culminando com o retardo mental do portador.

    Considerando o nascimento de uma menina fenilcetonrica, filha de pais saudveis, que no apresentam essa doena, correto afirmar que

    A a probabilidade do casal citado no enunciado ter um segundo descendente do sexo masculino e normal para fenilcetonria 3/4.

    B a anlise das caractersticas do casal descrito e de sua filha permite concluir que a fenilcetonria uma doena recessiva ligada ao cromossomo sexual X.

    C a alimentao com quantidade reduzida em fenilalanina, a partir do primeiro ms de vida dessa criana, pode evitar significativamente o retardo mental.

    D o tratamento atravs de vacinas especficas dever ser feito logo no primeiro ms de vida dessa criana a fim de garantir a total imunidade contra essa doena.

    E a criana ter vida saudvel, pois as enzimas produzidas pela me e transferidas pela placenta atuaro constantemente na transformao de fenilalanina em tirosina.

  • 10 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 44eeeeeeeeeee e e e e e e Os jogos eletrnicos situam as pessoas nos mais diversos ambientes virtuais. Acessrios como capacetes, culos, dispositivos e vestimentas inserem os jogadores e observadores em mltiplos estmulos: sonoros, visuais e mecnicos. As sensaes que surgem so basicamente respostas do sistema nervoso simptico, reproduzindo nos indivduos mecanismos de adaptao presentes no mundo real em situao de fuga, ataque ou defesa. Uma das sensaes obtidas pela estimulao do referido componente do sistema nervoso autnomo

    A diminuio da frequncia respiratria.

    B diminuio da presso arterial.

    C aumento dos batimentos cardacos.

    D aumento do peristaltismo intestinal.

    E promove a contrao da pupila. QUESTO 45eeeeeeeeeee e e e e e e Um gacho, ao preparar um chimarro, derramou gua quente sobre a mo, o que o fez soltar a cuia repentinamente. Com relao orientao do impulso nervoso nos neurnios sensoriais e motores da situao acima, pode-se afirmar que ele se propagou

    A do axnio para o corpo celular, e deste para o dendrito, em ambos os tipos de neurnio.

    B do dendrito para o corpo celular, e deste para o axnio do neurnio sensorial, e ocorreu o inverso no neurnio motor.

    C do dendrito para o corpo celular, e deste para o axnio, em ambos os tipos de neurnios.

    D tanto do dendrito para o corpo celular como do corpo celular para o dendrito, em ambos os tipos de neurnio.

    E do axnio para o dendrito e deste para o corpo celular, em ambos os tipos de neurnio.

    LINGUAGENS, CODIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Questes de 46 a 68 QUESTO 46eeeeeeeeee e e e e e e e

    QUE BOA IDEIA!

    EMPRESA AMERICANA USA JATOS QUE S TM PRIMEIRA CLASSE

    Uma pequena companhia area americana abriu as

    portas no ms passado com uma novidade que est despertando a curiosidade dos passageiros e intrigando as empresas concorrentes.

    Na nova empresa, Legend Airlines, com sede em Dallas, os avies s tm primeira classe.

    Todos os passageiros que embarcam em seus voos viajam em poltronas de couro de 75 centmetros de largura, tomam champanhe francs a bordo e assistem TV por assinatura em monitores individuais. Tudo pela tarifa econmica. ()

    Num mercado em que as companhias esto na pindaba no mundo todo, a experincia da Legend Airlines vem sendo acompanhada com lupa, pois pode apontar um caminho de sobrevivncia para o setor ()

    (Veja. 10 de maio de 2000)

    Considerando a variedade lingustica que prevalece no texto, correto afirmar que a expresso proveniente de variedade diversa :

    A a bordo.

    B champanhe francs.

    C assistem TV.

    D esto na pindaba.

    E Tudo pela tarifa econmica. QUESTO 47 eeeeeeeeee e e e e e e e

    Leia com ateno o texto:

    [Em Portugal], voc poder ter alguns probleminhas se entrar numa loja de roupas desconhecendo certas sutilezas da lngua. Por exemplo, no adianta pedir para ver os ternos - pea para ver os fatos.

    Palet casaco. Meias so pegas. Suter camisola - mas no se assuste, porque calcinhas femininas so cuecas. (No uma delcia?).

    (Ruy Castro. Viaje Bem. Ano VIII, no 3, 78.)

    O texto destaca a diferena entre o portugus do Brasil e o de Portugal quanto

    A ao vocabulrio.

    B derivao.

    C pronncia.

    D gnero.

    E sintaxe.

  • 11 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 48eeeeeeeeee e e e e e e e

    So vrias as diferenas lingusticas das diversas regies e das diferentes camadas sociais do Brasil. Todas, porm, fazem parte de nossa realidade e so compreensveis por seus falantes. Como exemplo disso, podem-se verificar as variantes lingusticas para as palavras tangerina e mandioca. Considerando essas informaes acerca das variaes lingusticas da lngua portuguesa, assinale a opo correta.

    A As palavras tangerina, mexerica e bergamota so sinnimas, assim como mandioca e macaxeira.

    B So corretas apenas as formas mandioca e tangerina, uma vez que so palavras mais bem aceitas na lngua culta.

    C O uso da palavra macaxeira no correto, pois faz parte da lngua indgena do nordeste do Pas.

    D quando um falante usa o termo macaxeira, em vez de mandioca, demonstra pertencer a uma classe social baixa.

    E Os brasileiros falam o Portugus mais corretamente na regio Sul do que na regio Nordeste.

    QUESTO 49 eeeeeeeeee e e e e e e e

    Gnero dramtico aquele em que o artista usa como intermediria entre si e o pblico a representao. A palavra vem do grego drao (fazer) e quer dizer ao. A pea teatral , pois, uma composio literria destinada apresentao por atores em um palco, atuando e dialogando entre si. O texto dramtico complementado pela atuao dos atores no espetculo teatral e possui uma estrutura especfica, caracterizada:

    1) pela presena de personagens que devem estar ligados com lgica uns aos outros e ao;

    2) pela ao dramtica (trama, enredo), que o conjunto de atos dramticos, maneiras de ser e de agir das personagens encadeadas unidade do efeito e segundo uma ordem composta de exposio, conflito, complicao, clmax e desfecho;

    3) pela situao ou ambiente, que o conjunto de circunstncias fsicas, sociais, espirituais em que se situa a ao;

    4) pelo tema, ou seja, a ideia que o autor (dramaturgo) deseja expor, ou sua interpretao real por meio da representao.

    COUTINHO, A. Notas de teoria literria. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1973

    Considerando o texto e analisando os elementos que constituem um espetculo teatral, conclui-se que

    A A criao do espetculo teatral apresenta-se como um fenmeno de ordem individual, pois no possvel sua concepo de forma coletiva.

    B O cenrio onde se desenrola a ao cnica concebido e construdo pelo cengrafo de modo autnomo e independente do tema da pea e do trabalho interpretativo dos atores.

    C O texto cnico pode originar-se dos mais variados gneros textuais, como contos, lendas, romances, poesias, crnicas, notcias, imagens e fragmentos textuais, entre outros.

    D O corpo do ator na cena tem pouca importncia na comunicao teatral, visto que o mais importante a expresso verbal, base da comunicao cnica em toda a trajetria do teatro at os dias atuais.

    E A iluminao e o som de um espetculo cnico independem do processo de produo/recepo do espetculo teatral, j que se trata de linguagens artsticas diferentes, agregadas posteriormente cena teatral.

    QUESTO 50eeeeeeeeee e e e e e e e

    Defina o tipo de sujeito desta orao:

    "Faz dez anos que cheguei aqui."

    A Sujeito oculto.

    B Sujeito simples.

    C Sujeito indeterminado.

    D Orao sem sujeito.

    E Sujeito abstrato.

    QUESTO 51eeeeeeeeee e e e e e e e

    Defina o tipo de sujeito desta orao:

    "Seriam quatro horas da tarde."

    A Orao sem sujeito.

    B Sujeito indeterminado.

    C Sujeito oculto.

    D Sujeito composto.

    E Sujeito abstrato.

    QUESTO 52 eeeeeeeeee e e e e e e e "Aqui no me cheira bem". Neste exemplo temos uma orao

    sem sujeito, pois:

    A No h sujeito simples.

    B No h um sujeito possvel, agente da ao.

    C No h um sujeito composto.

    D Nenhuma das anteriores.

    E O sujeito simples.

    QUESTO 53eeeeeeeeee e e e e e e e

    POTICA

    Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionrio pblico com livro de ponto expediente protocolo e manifestaes de apreo ao Sr. diretor. Estou farto do lirismo que pra e vai averiguar no dicionrio o cunho vernculo de um vocbulo. Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais Todas as construes sobretudo as sintaxes de exceo Todos os ritmos sobretudo os inumerveis Estou farto do lirismo namorador Poltico Raqutico Sifiltico De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo. De resto no lirismo Ser contabilidade tabela de cossenos secretrio do amante exemplar com cem modelos de [cartas e as diferentes maneiras de agradar s mulheres, etc. Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bbedos O lirismo difcil e pungente dos bbedos O lirismo dos clowns de Shakespeare No quero mais saber do lirismo que no libertao.

    (BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de janeiro: Jos Aguilar,) Potica, de Manuel Bandeira, quase um manifesto do movimento modernista brasileiro de 1922. No poema, o autor elabora crticas e propostas que representam o pensamento esttico predominante na poca. Com base na leitura do poema, podemos afirmar corretamente que o poeta

    A critica o lirismo louco do movimento modernista.

    B critica todo e qualquer lirismo na literatura.

    C prope o retorno ao lirismo do movimento clssico.

    D prope o retorno do movimento romntico.

    E prope a criao de um novo lirismo.

  • 12 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 54eeeeeeeeee e e e e e e e

    (...) Da garrafa estilhaada, no ladrilho j sereno escorre uma coisa espessa que leite, sangue... no sei. Por entre objetos confusos, Mal redimidos da noite, Duas cores se procuram, suavemente se tocam, amorosamente se enlaam, formando um terceiro tom a que chamamos de aurora.

    Em 1945, Carlos Drummond de Andrade escreveu A Rosa do Povo, da qual o fragmento acima faz parte. Nele podemos verificar

    A uma anlise do comportamento humano, na relao cidade e campo.

    B apenas uma teoria de sua prpria produo potica.

    C uma reflexo sobre os valores teolgicos e metafsicos do homem contemporneo.

    D uma temtica social e poltica e uma denncia das dilaceraes do mundo.

    E uma relao de amor platnica entre homem e natureza. QUESTO 55eeeeeeeeee e e e e e e e

    Estou vendo uma mulher, morena, 40 anos,

    conversando com outra, loira, um pouco mais moa. A morena est sentada de maneira mais relaxada, veste uma roupa mais caseira, parece a dona da casa. A loira, pela maneira como deu uma olhada na capa de uma revista, parece visita. H duas xcaras de cafezinho sobre a mesa de centro, alm de um galo portugus, um cinzeiro de metal e revistas. A morena levanta-se bruscamente, como se fosse atender ao telefone ou porta. Caminha para a porta. A loira acende um cigarro. A morena abre a porta para um homem, um pouco mais velho que elas, talvez uns 45 anos, levemente calvo.

    (Estou vendo, Jorge Furtado)

    Sobre o trecho anterior do conto Estou vendo, de Jorge Furtado, falso afirmar que:

    A Apesar do trecho apresentar um narrador em 1 pessoa, ele no um personagem envolvido na ao narrada, apenas a relata de fora, distncia.

    B O narrador no esclarece os eventos observados, nem as descries consegue revelam a dimenso psicolgica dos personagens envolvidos.

    C O foco narrativo est em 1 pessoa como um narrador observador, que mantm distncia da cena, e no mostra qualquer conhecimento sobre os personagens.

    D Os personagens so descritos minuciosamente a partir de um ponto de vista onisciente e, por isso, revelam seus dramas de conscincia e suas contradies.

    E O trecho questiona a viso como meio de se conhecer a verdade dos fatos, uma vez que o narrador v o que acontece mas no consegue esclarecer o contexto.

    QUESTO 56eeeeeeeeee e e e e e e e

    O uso do pronome tono no incio das frases destacado por um poeta e por um gramtico nos textos abaixo.

    PRONOMINAIS

    D-me um cigarro Diz a gramtica Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nao Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me d um cigarro.

    (ANDRADE, Oswald de. Seleo de textos. So Paulo: Nova Cultural, 1988.)

    Iniciar a frase com pronome tono s lcito na

    conversao familiar, despreocupada, ou na lngua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...).

    (CEGALLA. Domingos Paschoal. Novssima gramtica da lngua portuguesa. So

    Paulo: Nacional, 1980.)

    Comparando a explicao dada pelos autores sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos:

    A Condenam essa regra gramatical.

    B Acreditam que apenas os esclarecidos sabem essa regra.

    C Criticam a presena de regras na gramtica.

    D Afirmam que no h regras para uso de pronomes.

    E Relativizam essa regra gramatical. QUESTO 57 eeeeeeeeee e e e e e e e

    Tendo em vista os gneros literrios, identifique o que for falso:

    A Uma das principais tendncias do gnero lrico a tendncia objetividade, percebida na expresso do mundo exterior por parte de um eu-lrico que se isenta de participao e envolvimento.

    B No gnero pico, verifica-se um distanciamento entre o sujeito e o objeto, e o mundo representado construdo por meio de categorias como tempo, espao, personagens, foco narrativo e enredo.

    C Uma vez que drama equivale ao, o gnero dramtico caracteriza-se por textos feitos para serem encenados (no caso, a encenao das aes dos personagens no palco), da a importncia do discurso direto.

    D Os gneros literrios apresentam caractersticas prprias, marcantes e distintivas, contudo a separao entre textos de gneros diferentes no precisa e est baseada na predominncia desses traos.

    E A forma de um texto (prosa ou verso) no determina sua classificao de gnero, sendo que o verso no exclusividade do lrico e a prosa no garante que o texto seja narrativo.

  • 13 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    Leia o texto e responda s questes de 58 a 61.

    FELICIDADE CLANDESTINA

    1 Ela era gorda, baixa, sardenta e de 2 cabelos crespos, meio arruivados. Tinha 3 um busto enorme, enquanto ns todas 4 ainda ramos achatadas. Como se no 5 bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, 6 por cima do busto, com balas. Mas possua 7 o que qualquer criana devoradora de 8 histrias gostaria de ter: um pai dono de 9 livraria. 10 Pouco aproveitava. E ns menos ainda. 11 Mas que talento tinha para a crueldade. 12 Ela toda era pura vingana, chupando 13 balas com barulho. Como essa menina 14 devia nos odiar, ns que ramos 15 imperdoavelmente bonitinhas, esguias, 16 altinhas, de cabelos livres. Comigo 17 exerceu com calma ferocidade o seu 18 sadismo. Na minha nsia de ler, eu nem 19 notava as humilhaes a que ela me 20 submetia: continuava a implorar-lhe 21 emprestados os livros que ela no lia. 22 At que veio para ela o magno dia de 23 comear a exercer sobre mim uma tortura 24 chinesa. Como casualmente, informou-me 25 que possua As reinaes de Narizinho, de 26 Monteiro Lobato. 27 Era um livro grosso, meu Deus, era um 28 livro para se ficar vivendo com ele, 29 comendo-o, dormindo-o. E completamente 30 acima de minhas posses. Disse-me que eu 31 passasse pela sua casa no dia seguinte e 32 que ela o emprestaria. 33 No dia seguinte, fui sua casa 34 literalmente correndo. No me mandou 35 entrar. Olhando bem para meus olhos, 36 disse-me que havia emprestado o livro a 37 outra menina, e que eu voltasse no outro 38 dia para busc-lo. 39 Mas no ficou simplesmente nisso. O 40 plano secreto da filha do dono da livraria 41 era tranquilo e diablico. No dia seguinte 42 l estava eu porta de sua casa, com um 43 sorriso e o corao batendo. Para ouvir a 44 resposta calma: o livro ainda no estava 45 em seu poder, que eu voltasse no dia 46 seguinte. 47 E assim continuou. Quanto tempo? No 48 sei. Ela sabia que era tempo indefinido, 49 enquanto o fel no escorresse todo de seu 50 corpo grosso. Eu j comeara a adivinhar 51 que ela me escolhera para eu sofrer, s 52 vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, 53 s vezes aceito: como se quem quer me 54 fazer sofrer esteja precisando 55 danadamente que eu sofra. 56 Quanto tempo? Eu ia diariamente sua 57 casa, sem faltar um dia sequer. 58 At que um dia, quando eu estava 59 porta de sua casa, ouvindo humilde e 60 silenciosa a sua recusa, apareceu sua 61 me. Ela devia estar estranhando a 62 apario muda e diria daquela menina 63 porta de sua casa. Pediu explicaes a ns 64 duas. Houve uma confuso silenciosa, 65 entrecortada de palavras pouco 66 elucidativas. A senhora achava cada vez 67 mais estranho o fato de no estar 68 entendendo. At que essa me boa 69 entendeu. Voltou-se para a filha e com 70 enorme surpresa exclamou: mas este livro 71 nunca saiu daqui de casa e voc nem quis

    72 ler! 73 E o pior para essa mulher no era a 74 descoberta do que acontecia. Devia ser a 75 descoberta horrorizada da filha que tinha. 76 Ela nos espiava em silncio: a potncia de 77 perversidade de sua filha desconhecida e a 78 menina loura em p porta, exausta, ao 79 vento das ruas de Recife. Foi ento que, 80 finalmente se refazendo, disse firme e 81 calma para a filha: voc vai emprestar o 82 livro agora mesmo. E para mim: E voc 83 fica com o livro por quanto tempo quiser. 84 Entendem? Valia mais do que me dar o 85 livro: pelo tempo que eu quisesse tudo 86 o que uma pessoa, grande ou pequena, 87 pode ter a ousadia de querer. 88 Como contar o que se seguiu? Eu 89 estava estonteada, e assim recebi o livro 90 na mo. Acho que eu no disse nada. 91 Peguei o livro. No, no sa pulando como 92 sempre. Sa andando bem devagar. Sei 93 que segurava o livro grosso com as duas 94 mos, comprimindo-o contra o peito. 95 Quanto tempo levei at chegar em casa, 96 tambm pouco importa. Meu peito estava 97 quente. Meu corao pensativo. 98 Chegando em casa, no comecei a ler. 99 Fingia que no o tinha, s para depois ter 100 o susto de o ter. Horas depois abri-o, li 101 algumas linhas maravilhosas, fechei-o de 102 novo, fui passear pela casa, adiei ainda 103 mais indo comer po com manteiga, fingi 104 que no sabia onde guardara o livro, 105 achava-o, abria-o por alguns instantes. 106 Criava as mais falsas dificuldades para 107 aquela coisa clandestina que era a 108 felicidade. A felicidade sempre iria ser 109 clandestina para mim. Parece que eu j 110 pressentia. Como demorei! Eu vivia no 111 ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu 112 era uma rainha delicada. 113 s vezes sentava-me na rede, 114 balanando-me com o livro aberto no colo, 115 sem toc-lo, em xtase purssimo. 116 No era mais uma menina com um 117 livro: era uma mulher com o seu amante.

    LISPECTOR, Clarice. Clarice na cabeceira. p. 185-188. (Adaptado.)

    QUESTO 58eeeeeeeeee e e e e e e e

    Considere o que se diz sobre a estrutura do texto. I O texto tem trs momentos bem delimitados: a

    apresentao de uma das personagens, com predominncia de elementos descritivos; o ncleo dos acontecimentos, com predominncia narrativa; o desfecho, com elementos narrativos e descritivos.

    II O texto escrito em primeira pessoa, por uma personagem-

    narradora que opta pela focalizao onisciente dos fatos e dos sentimentos das outras personagens.

    III O tempo da histria se desenrola linearmente, assinalado

    no discurso por marcadores temporais explcitos.

    Est correto o que se diz em

    A I, II e III.

    B I e II apenas.

    C II e III apenas.

    D I e III apenas.

    E Nenhuma das anteriores.

  • 14 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

    Unidade I Rua 8 N 80 Centro Goinia Fone: (62) 3526 2411 www. planetaportal.com.br Unidade II Araguaia Shopping Fone/Fax: (62) 3526 2400 [email protected]

    QUESTO 59eeeeeeeeee e e e e e e e

    Assinale a opo cuja assertiva no est de acordo com a lgica da narrativa:

    A A narrativa inicia-se com um sujeito em carncia, ou seja, separado do seu objeto de desejo.

    B O sujeito adota uma atitude passiva diante das dificuldades para alcanar o seu objeto de desejo.

    C O sujeito encontra quem dificulte e quem facilite sua aproximao do seu objeto de desejo.

    D No final da narrativa, o sujeito entra em conjuno com o seu objeto de desejo, isto , consegue conquist-lo.

    E Todas as assertivas esto de acordo com a lgica da narrativa. QUESTO 60eeeeeeeeee e e e e e e e

    Considere o trecho entre as linhas 106 e 109, quando o narrador retoma o ttulo: Felicidade clandestina: Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Em seguida determine o(s) item(ns) que oferece(m) um comentrio coerente em relao ao ttulo, tomando o texto como um todo.

    I O clandestino relaciona-se com o proibido, algo que tem poder desestruturador. E esse poder a leitura consegue ter, quando realizada com intensidade.

    II A erotizao da leitura o ertico sempre visto como ilegal e/ou ilegtimo que a personagem-narradora promove pode justificar a clandestinidade.

    III O prazer intenso provocado pela leitura envolve no s o crebro, o intelecto, mas os sentidos, o corpo, a libido, da a clandestinidade.

    So coerentes os comentrios feitos

    A somente em I.

    B em I, II e III.

    C somente em II e III.

    D somente em III.

    E somente em II.

    QUESTO 61eeeeeeeeee e e e e e e e

    Alguma ou algumas das teses abaixo pode(m) ser depreendida(s) do texto, a partir da caracterizao que a personagem-narradora faz de si e da outra menina, e das atitudes que ela atribui a si e outra.

    Assinale com V ou F conforme sejam falsas ou verdadeiras, em relao ao texto, as seguintes teses.

    ( ) Os aspectos fsicos condicionam os aspectos morais. ( ) Os aspectos ambientais determinam os aspectos

    biolgicos. ( ) Os aspectos tnicos motivam os aspectos psicolgicos. ( ) Os aspectos ambientais regulam os aspectos comportamentais.

    Est correta, de cima para baixo, a seguinte sequncia:

    A V, V, F, F.

    B F, V, F, V.

    C F, F, V, F.

    D V, F, V, F.

    E F, F, F, F.

    INGLS

    Leia o texto e responda s questes 62 e 63.

    WORLD HERITAGE

    In less than 30 days, the people of the town of Gois shifted from euphoria to desolation. December 2001 is part of local history as the month in which the town was included in Unescos World Heritage list. The city was still commemorating when, on the night of December 30, the Rio Vermelho flooded in mud, pain and destruction, bringing the city to the brink of loosing [sic] all previous effort.

    But local people soon decided to start from the beginning again, setting out for the reconstruction of the town and the struggle for the maintenance of the title. It was nothing new in the life of the 30,000 inhabitants of Gois former capital. The idea can be traced back to 1990, when the mayor started the campaign. Some years later, local writer Bernardo lis sent former president Fernando Cardoso a new request.

    But Unesco made many demands before accepting the request. The city should start an extensive preservation and urban development programme, which dealt with details like pollution and the impact of tourism.

    QUEIROZ, Renato. Trad. de Wolney Unes. O Popular, 31/05/2005, p. 22.

    QUESTO 62eeeeeeeeee e e e e e e e

    Conforme o texto, a cidade de Gois:

    A Was destroyed by the rivers flood in less than 30 days in 2001.

    B Started a campaign for preservation with Bernardo lis in 1990.

    C Could maintain Unescos title if it solved pollution and tourism problems.

    D Became part of Unescos World Heritage on the night of December 30, 2001.

    E Was reconstructed only in the 21 st century.

    QUESTO 63eeeeeeeeee e e e e e e e

    De acordo com o texto, correto afirmar:

    A Apesar da desolao, os moradores da cidade de Gois iniciaram a reconstruo da cidade para manter o ttulo da Unesco.

    B Em 1990, durante as eleies para prefeito, iniciou-se a luta pela conquista do ttulo de Patrimnio Histrico Mundial para a cidade de Gois.

    C O texto menciona dois momentos de glria e tragdia na histria da cidade de Gois, respectivamente, em 1990 e 2001.

    D Os moradores locais conseguiram a reconstruo da cidade, destruda pela enchente, em menos de 30 dias.

    E A UNESCO no contribuiu para a reconstruo da cidade.

    QUESTO 64eeeeeeeeee e e e e e e e

    Related to the Reading Strategies, choose the alternative with the strategy which is characterized by the excerpt given below:

    To develop this technique you just need to read the text without worrying a about the details. In this strategy details are not important. You must look for the principal terms, words and expressions. The general idea is the focus on this kind of reading.

    People usually use this strategy when they dont have too much time to make a detailed reading or even when they are reading a magazine or a newspaper.

    A skimming.

    B scanning.

    C reading intensively.

    D typography clues.

    E repeated words.

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    ESPANHOL Leia o texto e responda s questes 62 a 64.

    Disponible en: .

    Accedido el 12 dec 2011.

    QUESTO 62eeeeeeeeee e e e e e e e

    En el texto, el humor se construye por medio de

    A la indiferencia que se puede percibir en las personas de la platea.

    B el hecho de que el orador permanece de espaldas a lo largo del discurso.

    C el descomps entre los problemas reales y las irreales soluciones propuestas.

    D las expresiones lingsticas muy formales utilizadas por el orador.

    E las preguntas formuladas por los dos seores en la platea. QUESTO 63eeeeeeeeee e e e e e e e

    La expresin a la redonda est relacionada a

    A el tiempo de la bsqueda.

    B la forma de la regin.

    C la institucin del orador.

    D un espacio fsico.

    E un nombre propio. QUESTO 64eeeeeeeeee e e e e e e e

    En el texto, la relacin entre el accidente de Japn y las medidas de seguridad citadas es de

    A ordinacin / enumeracin.

    B causa / consecuencia.

    C equivalncia / oposicin.

    D cohesin / coherencia.

    E coordinacin / subordinacin. Leia o texto e responda s questes 65 e 66.

    O QUE SE ENTENDE POR ARTE

    "Se perguntarmos hoje a um homem de cultura

    mediana o que ele entende por arte, provvel que na sua resposta apaream imagens de grandes clssicos da Renascena, um Leonardo da Vinci, um Rafael, um Michelangelo: arte lembra-lhe objetos consagrados pelo tempo, e quese destinam a provocar sentimentos vrios e, entre estes, um, difcil de precisar: o sentimento do belo.

    Essa resposta fere, sem dvida, alguns aspectos importantes da obra de arte. A objectualidade: um quadro, por exemplo, um ser material. E o efeito psicolgico: uma obra sentida e apreciada pelo receptor, seja ele visitante de um museu ou espectador de um filme.

    Mas, necessrio convir, o nosso interrogado sempre um homem do seu tempo, algum que nasceu e cresceu entre os mil e um engenhos da civilizao industrial, e que tende a ver em todas as coisas possibilidades de consumo e fruio.

    Ter ou desejar ter uma gravura, um disco ou um livro finamente ilustrado o seu modo habitual de relacionar-se com o que todos chamam de arte. Tal comportamento, embora se julgue mais requintado que o prazer til de usar um bonito liquidificador, afinal tambm est preso nas engrenagens dessa mquina em moto contnuo que o consumo, no caso o mercado crescente de bens simblicos.

    Constatar, porm, o uso social da pintura e da msica, ou a sua funo de mercadoria, no deve impedir-nos de ver antropologicamente a questo maior da natureza e das funes da arte.

    preciso refletir sobre este dado incontornvel: a arte tem representado, desde a Pr-Histria, uma atividade fundamental do ser humano. Atividade que, ao produzir objetos e suscitar certos estados psquicos no receptor, no esgota absolutamente o seu sentido nessas operaes.

    Estas decorrem de um processo totalizante, que as condiciona: o que nos leva a sondar o ser da arte enquanto modo especfico de os homens entrarem em relao com o universo e consigo mesmos. "

    ("Reflexes sobre a Arte", Alfredo Bosi. Ed. tica, 1985.)

    QUESTO 65eeeeeeeeee e e e e e e e

    De acordo com o texto, possvel afirmar que

    A a compreenso do que seja a arte pressupe o conhecimento de autores da renascena, como Leonardo da Vinci, Rafael e Michelangelo.

    B pessoas de cultura mediana no sabem o que a verdadeira arte.

    C o homem moderno, nascido na civilizao industrial, tende a ver a arte como bem de consumo.

    D o homem moderno no distingue um quadro de um bonito liquidificador.

    E a arte tornou-se mais pobre no mundo moderno porque assumiu a funo de mercadoria.

    QUESTO 66eeeeeeeeee e e e e e e e

    Com base no texto, assinale a alternativa que no se sustenta:

    A O autor, embora reconhea que a arte tem uma funo social, no abre mo de investig-la mais a fundo.

    B Segundo o autor, por meio da arte, os homens entram em relao com o universo e consigo mesmos.

    C Segundo o autor, desenvolveu-se no mundo moderno um mercado de consumo de bens simblicos.

    D A arte, segundo o autor, no se esgota nas operaes de produzir objetos e suscitar certos estados psquicos no receptor.

    E Segundo o autor, o nico interesse do homem moderno consumir bens.

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    QUESTO 67eeeeeeeeee e e e e e e e

    A feio deles

    serem pardos. Maneira davermelhados, de rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa cobrir nem mostrar as suas vergonhas. E esto cerca disso com tanta inocncia como tem em mostrar o rosto.

    Ao estabelecer uma relao entre a obra de Eckhout e o trecho do texto de Caminha, conclui-se que

    A ambas se identificam pelas caractersticas estticas marcantes, como tristeza e melancolia do movimento romntico das artes plsticas.

    B o artista, na pintura, foi fiel ao seu objeto, representando-o de maneira realista, ao passo que o texto apenas fantasioso.

    C a pintura e o texto tm uma caracterstica comum que representar o habitante das terras que sofreriam o processo colonizado

    D o texto e a pintura so baseados no contraste entre a cultura europeia e a cultura indgena.

    E h forte direcionamento religioso no texto e na pintura, uma vez que o ndio representado objeto de catequizao jesutica

    QUESTO 68eeeeeeeeee e e e e e e e

    Na obra Entrudo, de Jean-Baptiste Debret (1768-1848), apresentada

    A registram-se cenas da vida ntima dos senhores de engenho e suas relaes com os escravos.

    B identifica-se a presena de traos marcantes do movimento artstico denominado Cubismo.

    C identificam-se, nas fisionomias, sentimentos de angstia e inquietaes que revelam as relaes conflituosas entre senhores e escravos.

    D observa-se a composio harmoniosa e destacam-se as imagens que representam figuras humanas.

    E constata-se que o artista utilizava a tcnica do leo sobre tela, com pinceladas breves e manchas, sem delinear as figuras ou as fisionomias.

    MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS Questes de 69 a 90 QUESTO 69eeeeeeeeee e e e e e e e

    Aconteceu um acidente: a chuva molhou o papel onde Teodoro marcou o telefone de Aninha e apagou os trs ltimos algarismos. Restaram apenas os dgitos 58347. Observador, Teodoro lembrou que o nmero do telefone da linda garota era um nmero par, no divisvel por 5 e que no havia algarismos repetidos. Apaixonado, resolveu testar todas as combinaes numricas possveis. Azarado! Restava apenas uma possibilidade, quando se esgotaram os crditos do seu telefone celular. At ento, Teodoro havia feito:

    A 23 ligaes.

    B 59 ligaes.

    C 39 ligaes.

    D 35 ligaes.

    E 29 ligaes. QUESTO 70eeeeeeeeee e e e e e e e

    Deseja-se criar uma senha para os usurios de um sistema, comeando por trs letras escolhidas entre as cinco A, B, C, D e E seguidas de quatro algarismos escolhidos entre 0, 2, 4, 6 e 8. Se entre as letras puder haver repetio, mas se os algarismos forem todos distintos, o nmero total de senhas possveis

    A 78.125.

    B 7.200.

    C 15.000.

    D 6.420.

    E 50. QUESTO 71eeeeeeeeee e e e e e e e

    Certo sistema de telefonia utiliza 8 dgitos para designar os diversos nmeros de telefones. Sendo o primeiro dgito sempre 3 e admitindo que o dgito 0 (zero) no seja utilizado para designar as estaes (2

    o, 3

    o e 4

    o dgitos), podemos afirmar que

    a quantidade de nmeros de telefones possveis

    A 7.290.

    B 9.270.

    C 72.900.

    D 927.000.

    E 7.290.000. QUESTO 72eeeeeeeeee e e e e e e e

    Um cartgrafo, para fazer o mapa do Sudeste Brasileiro mostrado na figura, dever colorir cada estado com uma cor, tendo disponveis 4 cores e podendo repeti-las no mapa. Estados que fazem divisa entre si devem ter cores distintas.

    Sabendo que somente SP e ES no fazem divisa entre si, o nmero de formas distintas de colorir o mapa :

    A 12.

    B 24.

    C 36.

    D 48.

    E 60.

  • 17 1 Simulado Pr-Vestibular 2013/1 Colgio Planeta

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    QUESTO 73eeeeeeeeee e e e e e e e

    Determine quantos nmeros de 3 algarismos podem ser formados com 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7, satisfazendo seguinte regra: O nmero no pode ter algarismos repetidos, exceto quando iniciar com 1 ou 2, caso em que o 7 (e apenas o 7) pode aparecer mais de uma vez. Assinale o resultado obtido:

    A 204.

    B 206.

    C 208.

    D 210.

    E 212. QUESTO 74eeeeeeeeee e e e e e e e

    Entre algumas famlias de uma comunidade carente foram distribudos 240 cadernos, 576 lpis e 1080 borrachas. A distribuio foi feita de tal modo que o maior nmero de famlias fosse contemplado e que cada famlia recebesse o mesmo nmero de lpis, o mesmo nmero de cadernos e o mesmo nmero de borrachas. Nestas condies, o nmero de borrachas que cada famlia recebeu foi

    A 24.

    B 28.

    C 36.

    D 45.

    E 50. QUESTO 75eeeeeeeeee e e e e e e e

    A capacidade mnima, em BTU/h, de um aparelho de ar-condicionado, para ambientes sem exposio ao sol, pode ser determinada da seguinte forma:

    600 BTU/h por m2, considerando-se at duas pessoas no

    ambiente. para cada pessoa adicional nesse ambiente, acrescentar

    600 BTU/h. acrescentar mais 600 BTU/h para cada equipamento

    eletrnico em funcionamento no ambiente.

    Ser instalado um aparelho de ar-condicionado em uma sala sem exposio ao sol, de dimenses 4 m x 5 m, em que permaneam quatro pessoas e possua um aparelho de televiso em funcionamento.

    A capacidade mnima, em BTU/h, desse aparelho de ar-condicionado deve ser

    A 12.000.

    B 12.600.

    C 13.200.

    D 13.800.

    E 15.000. QUESTO 76eeeeeeeeee e e e e e e e

    Um comerciante mede valores inteiros (em kg) da massa de algumas mercadorias. Para isso, ele possui uma balana de dois pratos (A e B) e vrios pesos de massas 5 kg ou 7 kg. Um produto a ser medido, cuja massa 9 kg, colocado no prato A. Para que se efetue a medida da massa do produto, pesos de 5 kg e/ou 7 kg podem ser colocados em cada um dos pratos A e B.

    Sabendo-se que, nessa pesagem, foram utilizados m pesos de 5 kg e n pesos de 7 kg, o menor